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Qualidade de vida no puerpérioSoler, Damaris Aparecida Rodrigues 18 August 2014 (has links)
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Previous issue date: 2014-08-18 / Introduction: The human postpartum period is divided into three phases: the immediate postpartum, the early puerperium and the remote puerperium. It brings with it physical, physiological and psychological changes that may affect women´s quality of life (QoL). Objective: to evaluate the QoL of primiparous postpartum women who took a preparatory course for pregnant women during the three phases of the puerperium. Methods: This descriptive, exploratory, quantitative study was conducted with primiparous postpartum women living in São José do Rio Preto – SP. These women attended a free preparatory course for pregnant women offered by a private institution in São José do Rio Preto, had term pregnancy and their newborn had good vital signs at birth and at discharge. Data collection occurred through the use of a socio-economic questionnaire, a qualitative questionnaire and the Brazilian version of the SF-36 QoL questionnaire. Results: In the quantitative analysis, women presented lower scores of quality of life in the physical component, especially in the domains functional capacity, physical aspects and pain. The QoL was more compromised in the immediate postpartum period and showed improvements as the postpartum period advanced. In the mental component, it was found that the domains vitality and social function showed differences in QoL scores between the immediate postpartum and the remote puerperium, with higher QoL scores in the remote puerperium. Conclusion: This study reveals the importance of nursing care in the prenatal and postpartum period in order to guarantee a better quality of life for puerperal women. / Introdução: O puerpério divide-se em três fases: imediato, tardio e remoto. Em todas estes períodos ocorrem transformações físicas e fisiológicas e psicológicas que podem interferir na qualidade de vida (QV) da mulher. Objetivo: avaliar a QV de puérperas primíparas que realizaram o curso preparatório de gestante nas três fases do puerpério. Método: Pesquisa descritiva, exploratória de abordagem quanti-qualitativa, desenvolvida com puérperas primíparas residentes em São José do Rio Preto, que tiveram gravidez a termo, realizaram curso preparatório de gestante gratuito oferecido por uma instituição particular de São José do Rio Preto e recém-nascido de termo com boas condições de vitalidade ao nascimento e na alta hospitalar. Para coleta de dados foi utilizado o SF-36 versão brasileira, questionário sócio econômico e questionário qualitativo. Resultados: Na análise quantitativa a QV na puérpera apresentou pior avaliação em relação ao componente físico, principalmente nos domínios da Capacidade Funcional, Aspectos Físicos e Dor, sendo o pós-parto imediato mais prejudicado, apresentando uma melhora progressiva com o aumento do tempo do período puerperal. No componente mental, encontrou-se que os domínios vitalidade e aspectos sociais apresentaram diferenças na QV em relação ao período imediato e remoto, sendo que a maior QV se deu no período remoto. Conclusão: Esse estudo apresentou a relevância da assistência de enfermagem no pré natal e no puerpério para garantir o cuidado a essa clientela possibilitando maior QV.
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ComparaÃÃo dos efeitos da estaÃÃo do ano e sistema de amamentaÃÃo sob o perÃodo de puerpÃrio de ovelhas santa inÃs no nordeste do parà / Comparison of the effect of the station of the year and system of breast-feeding under the period of puerpÃrio of sheep north-eastern Saint Ines of Parà / ComparaÃÃo dos efeitos da estaÃÃo do ano e sistema de amamentaÃÃo sob o perÃodo de puerpÃrio de ovelhas santa inÃs no nordeste do parà / Comparison of the effect of the station of the year and system of breast-feeding under the period of puerpÃrio of sheep north-eastern Saint Ines of ParÃHigo Leonardo Lacerda de Sousa 16 March 2009 (has links)
FundaÃÃo de Amparo à Pesquisa do Estado do Cearà / FundaÃÃo Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Cientifico e TecnolÃgico / O objetivo deste trabalho foi estimar o efeito das estaÃÃes do ano e sistema de amamentaÃÃo sobre o puerpÃrio (intervalo entre o parto e cio fÃrtil pÃs-parto) de ovelhas Santa InÃs em um criatÃrio no Estado do ParÃ. Foram quantificados os fatores climÃticos como, temperatura, pluviosidade, umidade relativa e calculado o Ãndice de temperatura e umidade (ITU). No perÃodo chuvoso foram utilizadas 27 matrizes separadas em dois grupos: amamentaÃÃo contÃnua (n=14) e amamentaÃÃo controlada (n=13). No perÃodo seco o numero de reprodutoras utilizado foi de 50 animais divididos em 25 fÃmeas para cada tratamento. Foi analisado intervalo entre parto e o primeiro cio (IPPC), Intervalo entre o parto e o primeiro cio fÃrtil (IPPCF), peso das reprodutoras na estaÃÃo de monta (PEM), peso das Reprodutoras no pÃs-parto (PPP), peso das crias ao nascer (PN), peso das crias aos 15, 30, 60 e 90 dias (P15, P30, P60, P90, respectivamente). Os dados foram expressos em mÃdia e desvio padrÃo analisados por ANOVA a 5% de probabilidade para o teste âFâ. Em ambos os perÃodos o sistema de amamentaÃÃo controlada apresentou menor tempo de puerpÃrio comparado com o de amamentaÃÃo contÃnua, 51,78 e 65,10 dias, em mÃdia, respectivamente. O ganho de peso das crias apresentou diferenÃa (P<0,05) entre os sistemas de amamentaÃÃo apenas no perÃodo chuvoso, com a amamentaÃÃo controlada apresentando um melhor desempenho (amamentaÃÃo contÃnua: ganho de 113g/dia e amamentaÃÃo controlada: ganho de 156g/dia). O sistema de amamentaÃÃo e Ãpocas do ano mostraram influÃncias significativas sobre o tempo de puerpÃrio. Com base nos resultados obtidos concluÃ-se que o melhor perÃodo do ano para programar os nascimentos à no final do perÃodo chuvoso e inÃcio do perÃodo seco. Independente do perÃodo do ano, o sistema de amamentaÃÃo controlado à mais indicado para a regiÃo Norte, uma vez que propicia melhor desenvolvimento ponderal das crias / O objetivo deste trabalho foi estimar o efeito das estaÃÃes do ano e sistema de amamentaÃÃo sobre o puerpÃrio (intervalo entre o parto e cio fÃrtil pÃs-parto) de ovelhas Santa InÃs em um criatÃrio no Estado do ParÃ. Foram quantificados os fatores climÃticos como, temperatura, pluviosidade, umidade relativa e calculado o Ãndice de temperatura e umidade (ITU). No perÃodo chuvoso foram utilizadas 27 matrizes separadas em dois grupos: amamentaÃÃo contÃnua (n=14) e amamentaÃÃo controlada (n=13). No perÃodo seco o numero de reprodutoras utilizado foi de 50 animais divididos em 25 fÃmeas para cada tratamento. Foi analisado intervalo entre parto e o primeiro cio (IPPC), Intervalo entre o parto e o primeiro cio fÃrtil (IPPCF), peso das reprodutoras na estaÃÃo de monta (PEM), peso das Reprodutoras no pÃs-parto (PPP), peso das crias ao nascer (PN), peso das crias aos 15, 30, 60 e 90 dias (P15, P30, P60, P90, respectivamente). Os dados foram expressos em mÃdia e desvio padrÃo analisados por ANOVA a 5% de probabilidade para o teste âFâ. Em ambos os perÃodos o sistema de amamentaÃÃo controlada apresentou menor tempo de puerpÃrio comparado com o de amamentaÃÃo contÃnua, 51,78 e 65,10 dias, em mÃdia, respectivamente. O ganho de peso das crias apresentou diferenÃa (P<0,05) entre os sistemas de amamentaÃÃo apenas no perÃodo chuvoso, com a amamentaÃÃo controlada apresentando um melhor desempenho (amamentaÃÃo contÃnua: ganho de 113g/dia e amamentaÃÃo controlada: ganho de 156g/dia). O sistema de amamentaÃÃo e Ãpocas do ano mostraram influÃncias significativas sobre o tempo de puerpÃrio. Com base nos resultados obtidos concluÃ-se que o melhor perÃodo do ano para programar os nascimentos à no final do perÃodo chuvoso e inÃcio do perÃodo seco. Independente do perÃodo do ano, o sistema de amamentaÃÃo controlado à mais indicado para a regiÃo Norte, uma vez que propicia melhor desenvolvimento ponderal das crias / The objective of this work was to estimate the effect of the seasons of the year and the breastfeeding system on postpartum period (interval between the birth and fertile postpartum estrus) of Santa InÃs ewes on a farm in State of ParÃ, Brasil. Were quantified the climatic factors as temperature, rainfall, relative humidity and calculated the index of temperature and humidity (ITU). During the rainy season were used 27 females separated in two groups, to continue breastfeeding (n = 14) and of controlled breastfeeding (n = 13), in the dry period were used 50 females divided in continue breastfeeding with 25 females and controlled breastfeeding with 25 females. Was examined the lambing interval the first estrus (LIFE), the lambing interval and first fertility estrus (LIFFE), weight of ewes on the breeding season (WBS), weight of ewes post-partum (WPP), the birth weight of lambs (BW),, weight of lambs at 15, 30, 60 and 90 days (P15, P30, P60, P90, respectively). Data were expressed as mean standard deviation and analyzed by ANOVA at 5% probability to the test âFâ. In both seasons of the year, the system of controlled breastfeeding showed less time of postpartum period when compared with the continue breastfeeding, 51.78 and 65.10 days, on average, respectively. The weight gain of lambs showed difference (P <0.05) between the breastfeeding systems only in the rainy season with the controlled breastfeeding showing a better performance (continue breastfeeding: gain of 113g/day and controlled breastfeeding: gain of 156g/day). The effects of breastfeeding systems and season of the year showed significant influences on the time of postpartum period. Based on the results were concluded that the best time of year to plan the birth is the end of the rainy season and beginning of the dry period. Whatever time of year, the controlled breastfeeding system is most indicated for
the north region, when it provides better ponderal development of lambs / The objective of this work was to estimate the effect of the seasons of the year and the breastfeeding system on postpartum period (interval between the birth and fertile postpartum estrus) of Santa InÃs ewes on a farm in State of ParÃ, Brasil. Were quantified the climatic factors as temperature, rainfall, relative humidity and calculated the index of temperature and humidity (ITU). During the rainy season were used 27 females separated in two groups, to continue breastfeeding (n = 14) and of controlled breastfeeding (n = 13), in the dry period were used 50 females divided in continue breastfeeding with 25 females and controlled breastfeeding with 25 females. Was examined the lambing interval the first estrus (LIFE), the lambing interval and first fertility estrus (LIFFE), weight of ewes on the breeding season (WBS), weight of ewes post-partum (WPP), the birth weight of lambs (BW),, weight of lambs at 15, 30, 60 and 90 days (P15, P30, P60, P90, respectively). Data were expressed as mean standard deviation and analyzed by ANOVA at 5% probability to the test âFâ. In both seasons of the year, the system of controlled breastfeeding showed less time of postpartum period when compared with the continue breastfeeding, 51.78 and 65.10 days, on average, respectively. The weight gain of lambs showed difference (P <0.05) between the breastfeeding systems only in the rainy season with the controlled breastfeeding showing a better performance (continue breastfeeding: gain of 113g/day and controlled breastfeeding: gain of 156g/day). The effects of breastfeeding systems and season of the year showed significant influences on the time of postpartum period. Based on the results were concluded that the best time of year to plan the birth is the end of the rainy season and beginning of the dry period. Whatever time of year, the controlled breastfeeding system is most indicated for
the north region, when it provides better ponderal development of lambs
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Manejo do terceiro período do parto e suas repercussões no puerpério / Management of the third stage of labor and its repercussions on puerperiumMariana Torreglosa Ruiz 15 January 2008 (has links)
O terceiro período do parto inicia-se após a expulsão do feto e termina com o desprendimento da placenta. A perda sanguínea pós-parto está diretamente associada com o tempo de desprendimento placentário e a contratilidade uterina. A recomendação do manejo ativo do terceiro período do parto pela ICM/FIGO e OMS se pauta nas evidências científicas do seu potencial em reduzir morbimortalidade materna. Este compreende as seguintes intervenções: administração profilática de ocitócitos, após o nascimento do bebê, clampeamento e secção do cordão umbilical precoces; tração controlada do cordão e massagem em fundo uterino, com a finalidade de reduzir a perda sanguínea pós-parto. Objetivo: identificar como é realizado o manejo do terceiro período clínico na condução de partos normais em uma maternidade-escola e analisar os resultados obstétricos no puerpério imediato. Metodologia: A amostra constituiu-se de 142 parturientes. A coleta de dados foi realizada por meio de observação não participante, respaldada por formulário testado previamente em estudo piloto. Resultados: A dequitação foi espontânea em 98,6% dos partos, com duração média de 8,79 ± 7,48 minutos. O clampeamento e secção precoces do cordão umbilical foram a intervenção mais realizada (93,7%); seguidos pela tração controlada de cordão (87,3%); massagem em fundo uterino (70,4%); contato precoce (52,8%); aleitamento precoce (34,5%); uso de ergotamina (3,5%). A ocitocina foi utilizada apenas como terapêutica adicional após o parto (73,9%), dosagem média de 9,48 ± 9,47 UI. Foram identificadas as seguintes complicações: sangramento em média quantidade (15,5%); curagem (4,2%) e sangramento em grande quantidade (3,5%). Não foi encontrado associação estatisticamente significantes ( teste exato de Fisher ) entre os componentes do manejo ativo e ocorrência de sangramento em média ou grande quantidade. Foi identificado associação significante entre o peso fetal (p= 0,043), e quase significância para a cor branca (p= 0,074) e o sangramento pós-parto. Não foi encontrada associação com outras variáveis independentes. Considerações finais: Embora o manejo ativo do terceiro período do parto apresente evidências científicas sobre sua eficácia, os resultados revelam que ainda persiste resistência em relação à sua aplicação e que muitos dos seus componentes não foram aderidos na instituição estudada, sendo realizado um manejo \"misto\" (componentes do manejo ativo e do manejo expectante). A presença de complicação bem como sua seriedade foi de pequena freqüência. Destacamos a necessidade de continuidade de estudos sobre a temática e especialmente quanto a avaliação objetiva da perda sanguínea e repercussões clínicas no puerpério. / The third stage of labor starts after expulsion of the fetus and ends with the detachment of the placenta. The post-partum blood loss is directly associated to the time of placental detachment and uterine contractility. The active management recommendations for the third stage of labor, issued by ICM/FIGO and WHO, are based on scientific evidence concerning its potential to reduce maternal morbidity and mortality. It encompasses the following interventions: prophylactic administration of oxytocins, after delivery of the baby; early clamping and cutting of the umbilical cord; controlled traction of the cord and massage of the uterine fundus, with the purpose of reducing post-partum blood loss. Objective: to identify the way of managing the third clinical stage of a normal delivery in a teaching maternity hospital and to analyze the obstetric results in the immediate puerperium. Methodology: The sample consisted of 142 women in labor. Data collection was performed by non-participating observation, backed-up by a form previously tested in a pilot study. Results: Afterbirth was spontaneous in 98.6% of the deliveries, with an average duration of 8.79±7.48 minutes. Early clamping and cutting of the umbilical cord were the most frequently performed intervention (93.7%), followed by controlled traction of the cord (87.3%), massage of the uterine fundus (70.4%); early contact (52.8%); early breastfeeding (34.5%); use of ergotamine (3.5%). Oxytocin was used only as an additional therapeutic after delivery (73.9%), at a mean dosage of 9.48±9.47 IU. The following complications were identified: medium-amount bleeding (15.5%); curage (4.2%), and large-amount bleeding (3.5%). No statistically significant association was found (Fisher\'s exact test) between the components of the active management and the occurrence of medium- or large-amount bleeding. A statistically significant association between fetal weight and post-partum bleeding (p=0.043), and an almost significant association between Caucasian ethnicity and post-partum bleeding (p=0.074) were identified. No association with other independent variables was found. Final considerations: Although there is scientific evidence indicating that the active management in the third stage of labor is effective, our results reveal that resistance to adopt it persists and that there was no adhesion to many of its components in the studied institution, where a \"mixed\" management is done (components of the active management and of the passive management). The frequency of complications and their severity were low. We stress the need for further studies on this subject, especially regarding an objective evaluation of blood loss and its clinical repercussions during the puerperium.
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Consumo alimentar durante a gestação: fatores associados e influência sobre a retenção de peso quinze dias pós-parto em mulheres clientes de serviço público de saúde em São Paulo (SP) / Dietary intake during gestation: related factors and influence on 15 days postpartum weight retention among women from the public health service in São PauloMartins, Ana Paula Bortoletto 03 September 2009 (has links)
INTRODUÇÃO: Manter hábitos alimentares saudáveis durante a gravidez evita a retenção de peso pós-parto, desfecho que contribui para a elevação da prevalência de obesidade em mulheres. OBJETIVO: Estudar, em coorte de grávidas clientes de serviço público de pré-natal: o consumo alimentar e fatores sócio-econômicos associados; e a influência do consumo alimentar sobre a retenção de peso pós-parto. MÉTODOS: Em estudo de coorte realizado em 5 Unidades Básicas de Saúde do Município de São Paulo, foram acompanhadas 88 gestantes entrevistadas nas consultas de pré-natal e em visita domiciliar 15 dias pós-parto. Para avaliação do consumo alimentar utilizou-se o inquérito Recordatório de 24h, aplicado no 2º trimestre de gestação. Foram calculados o consumo energético e de frutas, verduras e legumes (FLVs), fibras, gordura saturada, açúcar adicionado, alimentos processados e a densidade energética da dieta por meio de tabelas de composição de alimentos. O consumo alimentar foi comparado com as metas de ingestão da OMS. Avaliou-se a retenção de peso pós-parto pela diferença entre a medida de peso 15 dias pós-parto e a realizada no início da gestação. A influência das variáveis sócio-econômicas (renda familiar per capita, escolaridade, estado marital e idade) sobre a adequação do consumo alimentar foi avaliada utilizando-se análise de regressão logística múltipla. Estudou-se a associação entre as variáveis de consumo alimentar (divididas em terços) e a retenção de peso pós-parto mediante análise de regressão linear múltipla. RESULTADOS: Mais de 30 por cento das mulheres apresentaram consumo excessivo de açúcar adicionado e gordura saturada, 64 por cento não atingiram a ingestão mínima de FLVs e nenhuma consumiu a quantidade de fibra alimentar recomendada. O aumento da renda reduziu o Odds Ratio de consumo insuficiente de FLVs (p=0,007). O Odds Ratio de consumo excessivo de açúcar adicionado elevou-se nas mulheres com companheiro (p=0,011) e com maior escolaridade (p=0,008). Maior consumo de gordura saturada elevou a retenção de peso pós-parto de forma estatisticamente significativa no modelo ajustado (p de tendência=0,033). Não foi encontrada relação significativa entre retenção de peso pós-parto e as demais variáveis de consumo alimentar. CONCLUSÃO: O padrão alimentar das gestantes não se mostrou adequado diante as recomendações da OMS, principalmente quanto à ingestão de alimentos saudáveis. O aumento da renda foi um fator de proteção para o consumo inadequado de FLVs na gestação. Houve aumento da retenção de peso pós-parto com a elevação do consumo de gordura saturada nas mulheres estudadas. / Introduction: Healthy food habits during pregnancy prevent postpartum weight retention, which contributes for increasing obesity prevalence among women. Objectives: To study in a cohort of pregnant women: dietary intake and related socioeconomic factors; and the influence of dietary intake on postpartum weight retention. Methods: In this cohort study, 88 pregnant women were interviewed during prenatal appointments in five Primary Units of Public Health and during a domiciliary visit 15 days after delivery, in the city of São Paulo, Brazil. For dietary intake evaluation, the 24-Hour Dietary Recall method was performed at the 2nd trimester of gestation. Energy, fruits and vegetables (FV), dietary fiber, added sugar, processed foods and saturated fat consumption and dietary energy density were calculated using food composition tables and adjusted by energy intake when necessary. Dietary intake variables were compared with WHO recommendations. Postpartum weight retention was calculated by the difference between the weight measured at the beginning of gestation and the same measure 15 days after delivery. The influence of socioeconomic variables (per capita familiar income, education, marital status and age) on dietary intake adequacy was analyzed by multiple logistic regression analysis. The association between dietary intake variables (divided in tertiles) and postpartum weight retention was assessed by multiple linear regression analysis. Results: More than 30 per cent of the women had inadequate added sugar and saturated fat consumption, 64 per cent didnt reach the minimum FV ingestion and none consumed the minimum recommendation for dietary fiber. Income increases reduced the odds ratio for insufficient FV consumption (p=0,007). The odds ratio for excessive added sugar consumption increased among women who lived with a partner (p=0,011) and who had higher educational levels (p=0,008). Postpartum weight retention was significantly higher with elevated ingestion of saturated fat in the adjusted model (p for trend=0,033). No significant relation was found between weight retention and the other dietary indicators. Conclusion: The dietary pattern of the pregnant women assessed in this study was not entirely adequate with regard to WHO recommendations, mainly because of the lack of healthy food ingestion. Income influenced positively the consumption of FV during gestation. Higher consumption of saturated fat increased postpartum weight retention among the studied women.
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The effect of a prenatal hypnotherapeutic programme on postnatal maternal psychological well-being / Catharina GuseGuse, Catharina January 2002 (has links)
The aim of this study was to develop and evaluate the effect of a prenatal
hypnotherapeutic programme on the maintenance and promotion of postpartum
psychological well-being of a group of first-time mother.
Relevant literature on pregnancy, early motherhood and psychological well-being were
explained in order to abstract important facets and perspectives to use as a background
for the development and implementation of an intervention programme for the facilitation
of psychological well-being of first-time mothers. Theoretical perspectives on, and
practical applications of, clinical hypnosis were further analysed and used as foundation
for the development of the hypnotherapeutic intervention. A hypnotherapeutic
programme was developed, based on existing theoretical knowledge regarding
pregnancy, childbirth and early motherhood, as well as clinical hypnosis, with specific
emphasis on Ericksonian principles and ego state therapy techniques, enriched from the
perspective of psychofortology.
The empirical study consisted of a quantitative component and a qualitative component.
In the quantitative component, a pretest-posttest-follow-up comparative design was
implemented, with random assignment of participants to the experimental and control
groups within the limits of practicalities. Both groups, each consisting of 23 women in
their first pregnancy, completed the following questionnaires: (i) Perception of Labour and
Delivery Scale (PLD), adapted from Padawer et al. (1988). Feelings about the baby and
relationship with the baby (FRB), adapted from Wwllett and Parr (1997), Maternal Self-
Confidence Scale (MSC), adapted from Ruble et al. (1990) and Maternal Self-Efficacy
Scale (MSE) (Teti & Gelfand, 1991), to explore aspects of psychological well-being
related to early motherhood; (ii) The Edinburgh Postnatal Depression Scale (EPDS) ofCox et al. (1987) and the General Health Questionnaire (GHQ) (Goldberg & Hillier,
1979), to investigate aspects of psychological well-being as evident by the absence of
pathology; and (iii) the Satisfaction with Life Scale (SWLS) (Diener et al., 1985), the
Affectometer 2 (AFM) (Kammann & Flett, 1983), the Sense of Coherence Scale (SOC) of
Antonovsky (1979) and the Generalised Self-efficacy Scale (GSE), developed by
Schwarrer, (1993), to measure general psychological well-being. The Stanford Hypnotic
Clinical Scale (SHCS) (Morgan & Hilgard, 1978) was used for the experimental group to
assess hypnotisabili. The qualitative component consisted of in-depth interviews and an
analysis of written responses of mothers in the experimental group. They commented on
their experience of the programme and its impact at two weeks and ten weeks
postpartum.
Results from the empirical study indicated that the experimental group showed
significantly more symptoms of depression and symptomatology during the prenatal
evaluation than the control group. Since the experimental group was possibly more
vulnerable than the control group in a psychological sense, the effect of the intervention
programme could not be deduced from a pure comparison of postnatal evaluation scores
between the groups. Therefore, it was decided to explore the significance of differences
within each of the experimental and control groups, as well as between the experimental
and control group, using the mean difference scores between prenatal and postnatal
evaluation on each variable.
Results indicate that the hypnotherapeutic programme was effective in enhancing most
aspects of psychological well-being within the experimental group. This strengthened
sense of psychological well-being was evident both in the immediate postpartum period
and at ten weeks postpartum. The control group showed a spontaneous increase in
psychological well-being later in the postpartum period. The programme thus assisted
mothers in the more vulnerable experimental group to experience a stronger sense of
psychological well-being sooner after the baby's birth.
The experimental and control groups were further compared on the mean differences in
prenatal versus postnatal scores on measures of psychological well-being. The results
suggest that the hypnotherapeutic intervention contributed to an enhanced sense of
psychological well-being in mothers in the experimental group, in comparison to the
control group, during the early postpartum period, as measured by variables related to
motherhood, absence of pathology and general psychological well-being. At ten weeks
postpartum, the differences between the experimental and control group were less obvious. However, a very important finding was that mothers in the experimental group
continued to show a significant improvement in psychological well-being as indicated by
the absence of pathology. Specifically, there was a continued decrease in depression
and general symptoms of pathology. Findings from the quantitative study were supported
by remarks by mothers in postpartum and follow-up interviews, as well as their written
responses, as part of a qualitative exploration of their experience of the programme and
its impact on them. The findings give compelling evidence that a hypnotherapeutic
intervention, focusing on the enhancement of strengths and inner resources, could
alleviate depression and psychological distress during the perinatal period, as well as
prevent the exacerbation of symptoms.
Findings from the current study indicate that the developed prenatal hypnotherapeutic
programme was effective in enhancing the psychological well-being of mothers
experiencing a first pregnancy. Recommendations for clinical practice and further
research were made, based on the current research findings.
The contribution of the current study lies in the fact that it is the first to explore
pregnancy, childbirth and early motherhood from a salutogenidfortigenic perspective,
and to utilise hypnosis to facilitate psychological well-being in this context. It contributed
to scientific knowledge in the fields of developmental psychology, psychofortology and
clinical hypnosis. / Thesis (Ph.D. (Psychology))--Potchefstroom University for Christian Higher Education, 2003.
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Factors related to regular utilization of antenatal care service among postpartum mothers in Pasar Rebo General Hospital Jakarta, Indonesia /Effendi, Rustam, Sirikul Isaranurug, January 2008 (has links) (PDF)
Thesis (M.P.H.M. (Primary Health Care Management))--Mahidol University, 2008. / LICL has E-Thesis 0038 ; please contact computer services.
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Factors influencing postpartum checkups among mothers in Cambodia /Chhay Saomony, Orapin Pitakmahaket, January 2008 (has links) (PDF)
Thesis (M.A. (Population and Reproductive Health Research))--Mahidol University, 2008. / LICL has E-Thesis 0043 ; please contact computer services.
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Reproductive strategies in the postpartum dairy cow with reference to anovulation and postpartum uterine healthHendricks, Katherine Elizabeth May, January 2004 (has links)
Thesis (M.S.)--University of Florida, 2004. / Typescript. Title from title page of source document. Document formatted into pages; contains 176 pages. Includes Vita. Includes bibliographical references.
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Fatores associados às disfunções sexuais em mulheres no período pós-parto / Factors associated with sexual dysfunctions in women in the postpartum periodHolanda, Juliana Bento de Lima [UNIFESP] 29 September 2010 (has links) (PDF)
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Previous issue date: 2010-09-29 / Introdução: a disfunção sexual feminina apresenta uma alta incidência, sendo considerada um problema de saúde pública que merece atenção dos profissionais de saúde que assistem mulheres no período pós-parto. Este estudo teve como objetivos: Estimar a prevalência de mulheres com disfunção sexual antes e durante a gestação e, no período após o parto, identificar os fatores associados a elas; identificar os tipos de disfunções sexuais e suas frequências. Método: Trata-se de um estudo transversal com mulheres que estavam no período de 3 a 6 meses de pós-parto e que levaram suas crianças para serem atendidas no ambulatório de pediatria de uma maternidade pública da cidade de Maceió-AL. A amostra estudada constituiu-se de 200 mulheres. Os dados foram coletados em um único momento, sem que houvesse seguimento dos indivíduos. Para avaliação das variáveis qualitativas, os testes utilizados foram o Qui-Quadrado ou Exato de Fisher (F); para as variáveis quantitativas, o t-Student. Foi realizada uma análise de Regressão Logística, pelo método de Stepwise foward. Resultados: a idade média das mulheres entrevistadas foi de 24 anos, 101 (50,5%) eram da religião católica, tinham em média 7,85 anos de estudo, a renda familiar era de um ou mais salários mínimos, 172 (86%) trabalhavam apenas no lar, tendo 8,54 em média de horas de trabalho por dia e 184 (92%) residiam com seus respectivos parceiros. Os dados ginecológicos e obstétricos mostraram que 44,5% eram primíparas e a maioria (55,5) havia sido submetida a parto normal, retornando às relações sexuais em média com 6,6 semanas de pós-parto. Quanto à prevalência de mulheres com disfunção sexual, antes e durante a gestação e no período após o parto, foi de 67 (33,5%), 152 (76%) e 87 (43,5%), respectivamente. Outros fatores associados às disfunções sexuais foram identificados. Mulheres de religião católica e evangélica apresentaram um risco quase três vezes maior para disfunção sexual do que aquelas sem religião, assim como as com carga horária média de trabalho que excedia a 8 horas diárias. A cada 1 hora excedente, a chance de apresentar a disfunção sexual aumentava em 12%. Também a presença de dispareunia na gravidez representou um risco três vezes maior para a mulher apresentar disfunção sexual no pós-parto. O parto vaginal com sutura representou um risco três vezes maior para disfunção sexual do que mulheres submetidas à cesariana (Tabela 5). Os tipos de disfunções sexuais identificados nas mulheres no período pós-parto, bem como a frequência com que estas disfunções foram de: disfunção do desejo 25 (12,5%), disfunção na fase de excitação 16(8,0%), dispareunia 57(28,5%), disfunção orgásmica 21(10,5%) e 32 (16%) dificuldade na penetração. Conclusão: As disfunções sexuais femininas são comuns, sobretudo nos períodos da gestação e no pós-parto. Em virtude disso, os profissionais de saúde que atendem mulheres nesses períodos de suas vidas, necessitam ficar atentos para não passarem despercebidas, visando à integralidade do cuidado prestado. / TEDE / BV UNIFESP: Teses e dissertações
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A duração do efeito analgésico da crioterapia na dor perineal no pós-parto: ensaio clínico randomizado / The duration of the analgesic effect of cryotherapy in postpartum perineal pain: a randomized controlled trialAdriana Amorim Francisco 11 September 2015 (has links)
Introdução: A bolsa de gelo, principal método não medicamentoso de alívio da dor perineal, é efetiva, se aplicada por 10, 15 ou 20 minutos. Mas, seu uso não está padronizado, pois faltam evidências robustas sobre o melhor tempo e o intervalo das aplicações, dificultando o emprego efetivo e seguro dessa terapia, na prática obstétrica. Objetivo: Avaliar a eficácia de bolsa de gelo no alívio da dor perineal no pós-parto e sua manutenção até 2 horas após a aplicação por 10 minutos. Método: Ensaio clínico controlado, randomizado com cegamento do avaliador do desfecho, realizado em uma maternidade em São Paulo. Foram incluídas 69 puérperas com idade 18 anos, sem parto vaginal anterior, 6-24 horas, após o parto normal, com dor perineal 3 na escala numérica, que não receberam anti-inflamatório após o parto ou analgésico nas 3 horas prévias à inclusão no estudo. A amostra foi estratificada conforme a condição perineal após o parto em períneo íntegro ou laceração de 1º grau e laceração de 2º grau ou episiotomia. A alocação aleatória ocorreu, separadamente, em cada estrato, em grupo experimental, composto por participantes que receberam uma única aplicação de bolsa de gelo no períneo por 10 minutos e grupo controle, constituído de participantes que não usaram bolsa de gelo. O desfecho primário foi a redução de 30% na intensidade da dor perineal, imediatamente após a intervenção e o secundário, a manutenção da analgesia até 2 horas, após a terapia. A dor perineal foi avaliada pela escala numérica (0-10, zero é ausência de dor e dez, a pior dor imaginável), em três momentos: antes, imediatamente após e 2 horas depois da intervenção. Resultados: Antes da intervenção, não houve diferença significativa entre os grupos experimental e controle quanto às características sociodemográficas, relacionadas ao parto e intensidade de dor perineal. Imediatamente após a intervenção, a redução da média de intensidade da dor perineal foi maior no grupo experimental (4,0 versus 0,7; p<0,0001) e a proporção de mulheres cuja dor perineal diminuiu 30% ou mais também foi maior no grupo experimental (82,9% versus 17,6%; p<0,001). Em 2 horas, não houve diferença significativa na redução da média da dor perineal entre os grupos. Contudo, a proporção de mulheres cuja a intensidade da dor diminuiu, pelo menos, 30% foi maior no grupo experimental (82,9% versus 44,1%; p=0,002). O número necessário para tratar foi igual a 3 (Intervalo de Confiança- IC 95% 2-7). Além disso, o percentual de mulheres cuja intensidade da dor perineal não aumentou desde a aplicação do gelo foi de 61,9% e 89,3% para o grupo experimental e o controle, respectivamente. Para as demais puérperas, o tempo médio de aumento da intensidade da dor perineal foi 1h45 (IC95% 1h34-1h57) e 1h56 (IC95% 1h51-2h01), para os grupos experimental e controle, respectivamente, com diferença significativa. Conclusão: Aplicação de bolsa de gelo por 10 minutos é eficaz para aliviar a dor perineal após o parto em primíparas e continua a ser eficaz de 1h45 a 2 horas. Além disso, é um método bem aceito pelas mulheres e permite um melhor desempenho de suas atividades diárias / Introduction: The ice pack, the main non-pharmacological method for relieving perineal pain, seems to be effective if applied for 10, 15 or 20 minutes. But its use is not standardized, once it lacks robust evidence on timing and frequency of applications, which hinders the effective and safe use of this therapy in obstetric practice. Aim: To evaluate if a 10 minutes ice pack application is relieving postpartum perineal pain and if its analgesic effect is maintained for up to 2 hours. Method: A single-blinded randomized controlled trial was performed in a birth center in Sao Paulo, Brazil. The sample size consisted of 69 primiparous women 18 years old, within 6-24hrs after spontaneous vaginal birth with perineal pain 3 by use of a numeric rating scale, who had neither received anti-inflammatory medication after childbirth nor analgesics within the previous 3hrs. The sample was stratified according to the perineal condition after childbirth into intact perineum or 1st degree laceration and 2nd degree laceration or episiotomy. Random allocation into experimental and control group occurred separately in each stratum. In the experimental group, women received a single ice pack application to the perineum for 10 minutes. In the control group, women did not receive an ice pack. The primary outcome was a reduction by at least 30% in perineal pain intensity, immediately after the application and the secondary, was the maintenance of the analgesic effect for up to 2hrs. Perineal pain was measured using the numeric rating scale (0-10, 0 = no pain and 10 = worst pain imaginable), at three points of time: before, immediately after and 2hrs after applying an ice pack. Findings: Before the intervention, there were no significant differences between the experimental and control group regarding sociodemographic characteristics, facts related to childbirth and perineal pain intensity. Immediately after the intervention, pain intensity was more reduced in the experimental group (4.0 vs. 0.7, p <0.0001), and the proportion of women whose perineal pain decreased by 30% or more was also higher in this group (82.9% vs. 17.6%; p <0.001). Within two hours, there was no significant difference in the mean pain levels in both groups. However, the proportion of women whose mean pain intensity decreased by at least 30% was higher in the experimental group (82.9% vs. 44.1%; p = 0.002). The number needed to treat was 3 (95% CI 2-7). Furthermore, the percentage of women whose perineal pain intensity has not increased since the application of ice was 61.9% for the experimental group and 89.3% for the control group, respectively. For the remaining participants, levels of perineal pain were increasing after an average time of 1hr45 (95% CI 1hr34-1hr57) and 1hr56 (95% CI 1hr51-2hr01) for the experimental and control groups, respectively, with significant difference. Conclusion: Application of an ice pack for 10 minutes is effective for relieving postpartum perineal pain for 1hr45 to 2hrs. Moreover, it is a well-accepted method by women and allows them to better perform their daily activities
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