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As amargas, não ...

Moraes, Rita Mara Netto de 2000 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Apresenta-se uma leitura de As Amargas, não... (lembranças), de Alvaro Moreyra. Salientam-se alguns aspectos importantes na tessitura do texto, como a repetição, os traços de oralidade e o humor. Traça-se ainda um percurso pela temática do tempo e pela questão do gênero, buscando evi-denciar as características que definem As Amargas, não... como uma obra de cunho memorialístico. Das lembranças recolhidas pelo autor para formar o mosaico que lhe conta a vida, recortam-se três cidades que mar-cam a vida pessoal e a vida literária de Alvaro Moreyra: Rio de Janeiro, Paris e Porto Alegre. A primeira apresenta-se ora como espaço da memó-ria, ora como espaço do presente, enquanto as últimas con-sagram-se tão somente como espaços da me-mória.
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Sempre : o repensar de um percurso artistico

Bernardo Caro 1985 (has links)
Resumo: Não informado Abstract: Not informed
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Labirintos autobiográficos

Medeiros, Manuela Quadra de 2015 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2015. Com este trabalho de dissertação de Mestrado pretendemos mergulhar no imenso arquivo de cartas e escritos de artista de Hélio Oiticica e Lygia Clark, e também em trabalhos artísticos e proposições de vivências que ambos compuseram, inventaram e criaram entre 1950 e 1980. Para isso, buscamos criar modos de leitura desse arquivo que possam fazer aparecer os vestígios, as marcas e os rastros pulsionais que estes artistas deixaram em suas obras e, também, que suas obras deixaram nestes artistas. A amizade de Hélio e Lygia, devido à distância geográfica entre os dois, foi estabelecida principalmente por meio da correspondência epistolar, e poderia ser aqui definida tal qual um afeto como pensamento ? pensamento no sentido que quer Deleuze, quando diz que pensar é sempre experimentar e não interpretar, ?e a experimentação é sempre o atual, o nascente, o novo?; mas também no sentido de Jean-Luc Nancy, quando diz que ?corpo e pensamento são um mútuo tocar-se?. Os corpos e pensamentos de Hélio e Lygia tocam-se por meio da linguagem, tocam-se, contaminam-se, mas não se confundem. Assim, seus corpos e seus pensamentos, entrelaçados, devoradores e devorados, não são mais que o toque de um no outro, o toque da distância de um em relação ao outro e de um no interior do outro. As escritas de Hélio e Lygia operavam uma espécie de justaposição de textos por técnicas de montagem e de multiplicação que nos revela as contaminações mútuas entre as criações, as teorias e as críticas, apontando para a escrita a partir da leitura; por isso, nessas escritas, podemos entreouvir múltiplas vozes que nelas ecoam. Suas escritas de si são vistas, então, como experiência, e suas vidas são aqui tratadas como vidas vividas pela experimentação. Desse modo, podemos encontrar, em suas escritas e vivências, singularidades que ligam-se umas às outras e que estão sempre produzindo diferenças. A busca desses vestígios no corpus de Hélio e Lygia se faz por um percurso não linear, sem lógica de entrada nem de saída, sem busca por origem, como em uma espécie de labirinto. Os labirintos autobiográficos de Lygia e Hélio seriam feitos de múltiplos, contínuos e descontínuos caminhos que estão sempre a se construir e se desconstruir. Seus escritos foram compostos por meio de tensões que operariam nas bordas e nos limites do corpo e da linguagem; sustentadas também no limite entre realidade e ficção. Suas práticas artísticas também operavam tensões ao se abrirem para o público participador e ao se deixarem ser atravessadas pelo que é exterior, por isso, suas vidas e suas obras estão fortemente permeadas pelas relações entre arte e experiência. Para percorrer esses labirintos,nos valemos do método otobiográfico que Derrida postula a partir de Nietzsche, com o objetivo de buscar a vida, seus rastros e vestígios nesse arquivo, e não de atribuir sentidos ou significados para suas vidas-obras. Hélio e Lygia, por meio das leituras-escrita e das escritas-leitura das cartas trocadas entre eles, se colocaram à escuta um do outro, mostrando-se sempre como um ser ainda por vir, em constante processo de construção de um si mesmo; e por isso nunca acabados, permanecendo como fragmentos caminhando no labirinto de um programa in progress.
Abstract : With this dissertation we intend to delve into the immense archive of letters and artist writings of Hélio Oiticica and Lygia Clark, and also artwork and proposals of experiences they both made up, invented and created between 1950 and 1980. To this end, we seek to create reading techniques for these files that can bring up the traces, marks and instinctual traces these artists left in their works and also that their works have left in them. The friendship of Hélio and Lygia, due to the geographical distance between the two of them was established mainly through written correspondence, and could be defined here as is an affection as thinking - thinking in the sense that Deleuze means when he says that thinking is always experimenting and not interpreting, ?to think is to experiment, but experimentation is always that which is in the process of coming about.?; but also meaning what Jean-Luc Nancy says, that ?body and mind are a mutual touching.? The bodies and thoughts of Hélio and Lygia touch each other through language, they touch, contaminate eather other, but they don't get mixed up. Thus, their bodies and their thoughts, entangled, devouring and devoured, are nothing more than one touching another, the touching of the distance relative to each other and of one inside the other. The writings of Hélio and Lygia operated a kind of juxtaposition of texts by assembly techniques and multiplying that reveals the mutual contamination between creations, theories and criticism, pointing to writing from reading; that is why in these writings we can overhear multiple voices echoing. His writings of himself are seen, then, as experience, and their lives are treated here as lives lived by experimentation. Thus, we can find in their writings and experiences, singularities that bind to each other and are always producing differences. The search for these traces on Hélio and Lygia?s corpus is made on a non-linear path without input or output logic, without a search for origin, as in some kind of a maze. The autobiographical mazes of Lygia and Hélio would be made of multiple continuous and discontinuous paths which are always building and deconstructing. Their writings were composed by impasses operating at the edges and boundaries of body and language; also held at the boundary between reality and fiction. Their artistic practices also operated tensions when they opened to the participanting public and when they let themselves be crossed by what is outside, that is why their lives and works are strongly permeated by the relations between art and experience. To cross these labyrinths, we make use of the otobiographical method that Derrida postulates from Nietzsche, in orderto seek their life, tracks and traces in this work, and not to attribute meanings to their lives-works. Hélio and Lygia, through the reading-writing and writing-reading of the letters exchanged between them, placed themselves listening to each other, showing themselves as a being yet to come, in a constant process of creating themselves; and therefore never finished, remaining as fragments caminhando in the labyrinth of a programa in progress.
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As memorias indiciarias de Pedro Nava : entre a historia, a autobiografia e a ficção

Maria Luiza Medeiros Pereira 1993 (has links)
Resumo: Não informado Abstract: Not informed
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Diario de Narciso : avaliação e acompanhamento longitudional de linguagem de sujeitos afasicos de uma perspectiva discursiva

Maria Irma Hadler Coudry 1986 (has links)
Resumo: Não informado Abstract: Not informed
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La autobiografía de mi madre de Jamaica Kincaid: una escritura insurrecta

Allendes Osafo, Teresa 2006 (has links)
Me propongo leer La autobiografía de mi madre, desde un diálogo que integra parte de la teoría de género y parte de la teoría postcolonial en función de la sujeto de enunciación, que en este caso coincide con la sujeto del enunciado. Lo que intento es observar de qué modo ambas perspectivas se cruzan en una enunciación marcada particularmente por una profunda voluntad de romper con las ataduras impuestas por un contexto represivo. En este sentido, las perspectivas teóricas incorporadas al análisis me fueron propuestas por el propio texto y encuentran en él su mejor fundamentación. Es decir, si recurro a ambas teorías es porque la novela tematiza tanto la situación desmedrada de las mujeres al interior de Dominica, así como los efectos perjudiciales del sistema colonial, particularmente para negros y caribes.
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Escrita conventual: raízes da literatura de autoria feminina na América Hispânica

Oliveira, Karine da Rocha 13 February 2014 (has links)
O presente estudo tem como foco os escritos de freiras místicas hispano-americanas do período colonial. Escolhemos para compor o corpus da pesquisa quatro autoras que viveram entre os séculos XVII e XVIII: Josefa del Castillo, Úrsula Suárez, Gertrudes de San Idelfonso e María de San José. Estas freiras, que iniciam a genealogia de mulheres escritoras no Novo Mundo, compoem registros autobiográficos em que são descritas suas vocações religiosas, suas manifestações de elevação mística e seus vínculos com o divino. Estas memórias, cujos antecedentes podem ser encontrados em textos medievais como os de Hildegarda de Bingen, das beguinas como Margarita Porete e Catalina de Siena, constituem um subgênero da autobiografia. Não se trata, porém, de autobiografias definidas pela busca do autoconhecimento, tal como seria a característica do gênero a partir do século XVIII. O que estes textos revelam são as imposiçoes de uma figura onipresente que lê, censura e autoriza: o confessor. Marcada pela hierarquia, esta relação entre autora e confessor caracteriza o conjunto de escritos abordado nesta tese. Enclausuradas em suas celas, estas mulheres produzem obras que trazem à tona os modos em que o gênero se articula com o discurso místico, com as concepções de corpo e com os graus da experiência sagrada. Para analisar estes aspectos, neste estudo utilizamos um referencial teórico relativo à filosofia da religião, à história colonial, à história da igreja hispânica e aos estudos de gênero. Desta forma pretendemos contribuir para o resgate destas autoras que permaneceram durante muito tempo invisibilizadas e que hoje, a partir de novas perspectivas, permitem refletir sobre as singularidades da experiência feminina e sua relação com as letras e com o mundo.
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Filosofia e narrativas autobiograficas a partir de um projeto de Walter Benjamin

Carla Milani Damião 2003 (has links)
Resumo: O tema dessa tese participa da fronteira entre filosofia e literatura, concentrando-se no debate sobre a questão da subjetividade e da narrativa autobiográfica. Dentro desse tema, investigamos um projeto de Walter Benjamin, cuja intenção seria a de comparar as Confessions de Jean-Jacques Rousseau com o Journal de André Gide. Dessa comparação deveria surgir uma crítica histórica que apontasse para o declínio da sinceridade como a marca de um caráter social. Da investigação desse projeto ampliamos a discussão para a relação entre filosofia e narrativa autobiográfica, ressaltando os seguintes aspectos: a constituição da subjetividade e da identidade narrativa; o problema da verdade ou sinceridade do relato; a questão da memória. As diferentes interpretações, quase sempre conflitantes, colaboram na fundamentação do projeto anunciado por Benjamin e nos conduz a outros exemplos de narrativas autobiográficas na filosofia. O Ecce Homo de Nietzsche e a Berliner Kindheit de Benjamin, associadas à recherche proustiana, são obras que se relacionam entre si quanto à concepção de identidade narrativa como medium, do qual emerge uma compreensão diferente de subjetividade Abstract: The theme of this thesis lies somewhere in the borderland shared by philosophy and literature, and concentrates on the debate over the question of the self and autobiographical writing. Within this theme we have investigated a Walter Benjamin project in which he sought to compare the Confessions of Jean-Jacques Rousseau with the Journal of André Gide. As a result of this comparision, there should emerge a historical critique that would indicate a decline in sincerity as a sign of social character. From the investigation of Benjamin?s project we broadened the discussion concerning the relationship between philosophy and autobiographical writing, highlighting the following aspects: the constitution of the self and the narrative identity; the matter of truth and sincerity in the narrative; the question of memory. The different, often conflicting, interpretations enable us to anchor the investigation of Benjamin?s project and lead us to other examples of autobiographical writing in philosophy. Nietzsche?s Ecce Homo and Benjamin?s Berliner Kindheit, related to the Proustian Recherche, are linked to each other wherever identity is conceived in the narrative as a medium from which a different understanding of self emerges
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A invenção de Cora Coralina na batalha das memorias

Andrea Ferreira Delgado 2003 (has links)
Resumo: A pesquisa histórica investiga a invenção de Cora Coralina como Mulher-Monumento, analisando os discursos, os agentes e as instituições que disputam a produção da biografia hegemônica: a autobiografia tecida por Cora Coralina, a memória construída pela exposição do Museu Casa de Cora Coralina, a biografia escrita pela filha da poeta e a memória subterrânea engendrada em Goiás. A monumentalização de Cora Coralina como artesã e guardiã da memória, símbolo emblemático de Goiás, constitui uma das estratégias da instituição dessa cidade como histórica e turística. No estudo desse processo, destaco a atuação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e da Organização Vilaboense de Artes e Tradições, esmiuçando a rede discursiva que estabelece os sentidos e os significados para os signos do passado inscritos na materialidade urbana Abstract: The historic research investigates the invention of Cora Coralina as Monument - Woman, analysing speeches, agents and institutions which' dispute the production of hegemonic biography: the autobiography weaved by the poetess, the memory build up by the Casa Cora Coralina Museum exhibition, the biography written by Cora Coralina's daughter and the subterranean memory engender in Goias. The conception of Cora Coralina as a monument representing the memory's artisan and guardian, Goias emblematic symbol, constitutes one of the strategies for the instituition of this city as historic and tourist. In the process study, I highlight the role of Institute of National Artistic and Historic Heritage and the Vilaboense Organization of Arts and Traditions, scrutinizing the discursive net which establishes the senses and meaning for the past signs written in the urban materiality
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Video em primeira pessoa : autobiografia e auto-imagem na produção audiovisual brasileira

Leandro Garcia Vieira 2003 (has links)
Resumo: Não informado.

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