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Distribuição espacial da comunidade da meiofauna e diversidade de Copepoda Harpacticoida no estuário do Rio Formoso

Menor Vasconcelos, Danielle January 2003 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T15:06:13Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo1944_1.pdf: 3721157 bytes, checksum: 3f1bdf78e70770243573eb8b8e8b2828 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2003 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / Estuários são ambientes favoráveis ao desenvolvimento da meiofauna que se destaca pela sua importância na teia trófica, na regeneração de nutrientes e como indicadora de poluição. Estudos sobre a comunidade de meiofauna e diversidade de Copepoda Harpacticoida foram realizados no estuário do Rio Formoso em oito estações (# 1 a 8) de coleta, no mediolitoral (M) e infralitoral (I). A estrutura da comunidade foi associada com as variáveis: salinidade, temperatura, matéria orgânica, clorofila-a, feopigmentos e granulometria do sedimento. As amostras de meiofauna foram coletadas com tubo de PVC (2,8 cm2 e 4 cm de altura) e fixadas com formol salino a 4% e os animais extraídos com água corrente filtrada, sendo retidos entre 0,044 e 1,0 mm de abertura de malha. Os Harpacticoida foram separados em tubos de Eppendorf com álcool a 70%. Para a identificação foram feitas dissecações do corpo do animal, montagens em lâminas, e desenhos sob câmaraclara. A meiofauna esteve composta por 14 grandes grupos. Nematoda foi o grupo dominante com 58% seguido por Copepoda com 24% do total de indivíduos. A densidade variou de 1.461 ind.10cm-2 na # 8-I a 12.353 ind.10cm-2 na # 2-I, com valor médio no estuário de 5.003 ind.10cm-2. Foram identificadas 24 espécies de Harpacticoida das quais Schizopera spp., Nitocra sp. 3 e Robertsonia spp. foram as mais abundantes. A análise Bio-Env utilizando dados ao nível de grandes grupos associou feopigmentos e fração do sedimento (areia muito grossa e grossa) à variação espacial da comunidade. Para os dados de espécies os fatores que melhor se associaram com a variação da comunidade de Harpacticoida foram salinidade, matéria orgânica e fração do sedimento (areia muito grossa)
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The timing of benthic copepod emergence--a laboratory flume study

Teasdale, Michael. January 2003 (has links)
Thesis (Ph. D.)--Florida State University, 2003. / Advisor: Dr. David Thistle, Florida State University, College of Arts and Sciences, Dept. of Oceanography. Title and description from dissertation home page (Aug. 27, 2004). Includes bibliographical references.
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Interação microfitobentos X copepoda harpacticoida em área estuarina do canal de Santa Cruz - Recife

Lopes Trindade, Renata January 2007 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T23:02:49Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo8269_1.pdf: 698382 bytes, checksum: 4926e77ff1d70c1c55c59f5380ae6582 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2007 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / Os Harpacticoida participam de processos importantes do bentos porém suas interações específicas com os produtores primários ainda são pouco conhecidas. Este trabalho verificou a seletividade dos Harpacticoida sobre as microalgas e se a distribuição em microescala dos mesmos é influenciada pela distribuição dessas microalgas. Em laboratório realizou-se um experimento, onde as microalgas e quatro espécies de Harpacticoida (Cletocamptus deitersi; Mesochra sp.; Robertsonia mourei; Metis holothuriae) foram isoladas e cultivadas a partir de amostras de sedimento e de água coletadas em 10/08/2006, durante baixa-mar, no mediolitoral do Canal de Santa Cruz. O tempo de pastagem dos Harpacticoida sobre as microalgas foi de 24hs. No mesmo dia e local, foram coletadas amostras de sedimento, com 25 seringas contíguas (1,3cm2), em um centímetro de profundidade para verificar a relação microespacial in situ. A caracterização da área deu-se pelas variáveis: clorofilaa; feopigmentos; percentual de silte/argila; conteúdo de matéria orgânica e salinidade. Em laboratório, diferenças significativas (Mann-Whitney, p=0,0104) foram observadas para as densidades das microalgas Diploneis bombus e Navicula longa na presença de Mesochra sp. e no controle final. Na presença de R. mourei observou-se diferenças significativas (M-W, p=0,0104), comparando com o controle final, para Navicula sp., Tryblionella coarctata e Tryblionella punctata. Diferenças significativas (M-W, p=0,0104), para Cymbella sp.1, Cymbella sp.2 e Gomphonema sp., foram observadas na presença de C. deitersi e no controle final. M. holothuriae não determinou diferenças significativas para nenhuma espécie de microalga. Mesochra sp., R. mourei, C. deitersi, mostraram seletividade para as microalgas e o tamanho das mesmas parece influenciar esta seleção, assim como outros fatores podem explicar porque algumas microalgas não são ingeridas. Quanto a microdistribuição espacial, tanto o grupo Harpacticoida (rs=0,542; p=0,005) como C. deitersi (rs=0,0572; p=0,003) se correlacionaram significativamente com Gomphonema sp. Apesar dos Harpacticoida selecionarem microalgas, as correlações não demonstram de forma inequívoca a influência espacial desta seletividade. A abundância do alimento, a distribuição vertical no sedimento das microalgas e dos Harpacticoida, a predação de níveis tróficos superiores, entre outros fatores, podem fazer com que simples correlações não determinem claramente a influência das microalgas na distribuição microespacial dos Harpacticoida
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Ecologia e taxonomia da associação de Copepoda Harpacticoida no talude da Bacia de Campos , RJ, Brasil

Pereira Wandeness, Adriane 31 January 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T22:57:29Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo1412_1.pdf: 6537585 bytes, checksum: 2cac5088c7c91e2dd804758a99640811 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2009 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / A taxonomia e a ecologia dos Copepoda Harpacticoida dos sedimentos do talude da Bacia de Campos são aqui apresentadas (capitulo 1), assim como a descrição de três espécies novas de Echinopsyllus (capitulo 2) e uma discussão acerca da distribuição geográfica e batimétrica da família Ancorabolidae (capitulo 3). Um total de 44 estações foi amostrado ao longo de nove transectos, considerando-se cinco profundidades (750 m, 1050 m, 1350 m, 1650 m e 1950 m) nas áreas Norte e Sul da Bacia de Campos e em dois estratos sedimentares (0-2 e 2-5cm). Para analisar a composição taxonômica e os aspectos ecológicos dos dados, foram construídos gráficos e organizadas tabelas. O índice de diversidade utilizado foi o de Shannon-Wiener e a equitabilidade calculada pelo índice de Pielou (J ). A análise de variância, por postos, de Kruskal-Wallis, foi aplicada aos valores do número total de indivíduos de Copepoda Harpacticoida, por amostra, a fim de testar diferenças entre os estratos trabalhados. Para a determinação de padrões ecológicos da comunidade, aplicou-se o índice de similaridade de Bray-Curtis e foi realizada uma análise de ordenação não-métrica multidimensional, considerando diferentes fatores: campanhas, áreas, profundidades e estratos. A significância da formação dos grupos de amostras foi testada pela análise ANOSIM. Para uma avaliação das relações entre a estrutura da comunidade de Harpacticoida e as variáveis ambientais, foi realizada a análise BIOENV. Foram identificados 1449 exemplares de Copepoda Harpacticoida. A composição desta fauna, na Bacia de Campos, mostrou-se semelhante à de outras áreas, especialmente, a da Bacia de Angola; porém, um alto valor percentual de táxons novos foi encontrado na Bacia de Campos (10 gêneros e 78 espécies novas). Os valores de densidade foram inferiores, de um modo geral, aos de outros estudos de mar profundo. A diversidade apresentou, em geral, valores altos ao longo das diferentes estações e áreas estudadas, além de uma tendência à redução com o aumento da profundidade. O estrato mais superficial apresentou, significativamente, os maiores valores de densidade e diversidade, o que confirma os relatos já existentes na literatura, Utilizando diferentes níveis de resolução taxonômica, os padrões observados para a comunidade mostraram uma resposta semelhante, no entanto, o uso de categorias taxonômicas mais elevadas leva a uma grande perda do conhecimento da biodiversidade marinha. A descoberta de novas espécies de Echinopsyllus estendeu o limite de distribuição desse gênero para o hemisfério sul e é uma evidência adicional de uma ampla distribuição dos gêneros de Ancorabolidae, anteriormente não esperada, nos oceanos mundiais. A posição filogené tica de Echinopsyllus dentro de Ancorabolinae é discutida. As observações dos registros de latitudes, profundidades e faixas de temperatura dos ancorabolídeos evidenc iaram uma clara tendência de distribuição: das altas latitudes existem registros em profundidades baixas e altas, enquanto nas baixas latitudes, os registros provém, unicamente, de altas profundidades. Esse padrão nos leva a hipotetizar que os limites de distribuição latitudinal e batimétrica das espécies de Ancorabolidae podem ser controlados/restritos pela temperatura. A posição filogené tica basal da subfamilia Laophontodinae sugere que Ancorabolidae foi, originalmente, uma família de áreas rasas e plataformas continentais frias de águas subantarticas que irradiaram para o mar profundo
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Utilização da meiofauna bentônica nomonitoramento do cultivo do camarão Litopenaeus vannamei

Porchat de Assis Murolo, Priscila January 2005 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T15:05:49Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo1818_1.pdf: 582542 bytes, checksum: d21a405953d1cbc4272190565b3ef449 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2005 / Uma das maiores ameaças ao ecossistema estuarino tem sido o rápido aumento na aqüicultura costeira, e em particular a criação de camarões. O efluente da carcinicultura pode ser a principal fonte de poluição nos estuários. Considerando a sensibilidade da meiofauna à entrada de material antrópico e o grupo Copepoda Harpacticoida como o mais sensível à poluentes, este trabalho teve como objetivo, avaliar a influência da carcinicultura no estuário do rio Botafogo (Itapissuma-PE) utilizando a meiofauna e o grupo Copepoda Harpacticoida como bioindicadores. As amostragens ocorreram em baixa-mar, em três estações no médiolitoral dos estuários dos rios Botafogo e Siri, nos meses de fevereiro, abril, agosto e outubro de 2003. Foram analisados além da meiofauna, parâmetros físico-químicos da água e também sedimentológicos. A meiofauna esteve composta por 10 grupos taxonômicos sendo Nematoda e Copepoda os mais abundantes. A densidade total variou de 11.429 ind.10cm-2 a 1.339 ind.10cm-2 e foi consideravelmente mais alta no rio Botafogo. Com relação à Copepoda Harpacticoida, ocorreram 9 espécies, sendo Robertsonia mourei a mais abundante nos estuários. A densidade total de Copepoda variou de 14,92 ind.10cm-2 à 746,26 ind.10cm-2 não havendo grande diferença entre os estuários. O BIOENV discriminou as concentrações de clorofila-a e feopigmentos (rs=0,363) no rio Botafogo e salinidade no rio Siri (rs=0,568), como melhores descritores da comunidade de meiofauna e as concentrações de feopigmentos e de nitrogênio (rs=0,603) no rio Botafogo e a concentração de feopigmentos (rs=0,224) no rio Siri, como descritores do grupo Copepoda. Segundo ANOSIM two way , houve diferenças significativas (p<0,05) entre os rios, meses e estações tanto na análise com os grandes grupos da meiofauna como com Copepoda Harpacticoida. Parâmetros da água e do sedimento evidenciaram o estado de eutrofização do rio Botafogo sugerindo que a aqüicultura vêm afetando este estuário negativamente, e a meiofauna parece responder a eutrofização confirmando ser útil nos estudos de biomonitoramento

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