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Presença do genoma do herpesvírus bovino 5 e do herpesvírus bovino 1 no SNC de bovinos sadios, portadores de meningoencefalite herpética e outras encefalopatias

Figueiredo, Lilian Azevedo January 2009 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, 2009. / Submitted by Allan Wanick Motta (allan_wanick@hotmail.com) on 2010-05-27T20:39:23Z No. of bitstreams: 1 LILIAN AZEVEDO FIGUEIREDO.pdf: 510722 bytes, checksum: 7d19a1025be105a28bb3694687343801 (MD5) / Approved for entry into archive by Marília Freitas(marilia@bce.unb.br) on 2010-05-31T17:39:01Z (GMT) No. of bitstreams: 1 LILIAN AZEVEDO FIGUEIREDO.pdf: 510722 bytes, checksum: 7d19a1025be105a28bb3694687343801 (MD5) / Made available in DSpace on 2010-05-31T17:39:01Z (GMT). No. of bitstreams: 1 LILIAN AZEVEDO FIGUEIREDO.pdf: 510722 bytes, checksum: 7d19a1025be105a28bb3694687343801 (MD5) Previous issue date: 2009 / Os herpesvírus bovinos 1 (BoHV-1) e 5 (BoHV-5) são vírus de DNA de fita dupla, com envelope glicoprotéico, que pertencem à subfamília Alphaherpesvirinae, gênero Varicellovirus. A principal propriedade biológica dessa subfamília é a capacidade de estabelecer latência após a infecção aguda, quando não é possível sua detecção, exceto quando são utilizadas técnicas moleculares de hibridização in situ e a reação em cadeia pela polimerase (PCR). O BoHV-1 é principalmente atribuído a problemas respiratórios e reprodutivo e raramente à encefalite, como o BoHV-5. Dificuldades de isolamento do BoHV-5 têm sido descritas, o que torna a PCR um importante meio de diagnóstico. O objetivo deste trabalho foi avaliar a importância da técnica da PCR para a detecção do BoHV-5 e do BoHV-1 em SNC de bovinos com encefalite por BoHV-5, com outras encefalopatias e normais. Foram utilizadas amostras de SNC de bovinos atendidos nos Hospitais Veterinários da Universidade de Brasília (HV-UnB) e da Universidade Estadual de Londrina (HV-UEL), além de amostras de matadouros. Nenhuma amostra apresentou resultado positivo para o BoHV-1. Das amostras positivas para o BoHV-5, foram 21 das 68 (30,88%) provenientes do HV-UnB, 2 das 30 (7%) provenientes do matadouro e 2 de 17 (11,76%) provenientes do HVUEL. Dos 21 animais positivos do HV-UnB 3 casos foram de amostras de animais sem diagnóstico conclusivo, 7 casos de animais com diagnóstico confirmado de raiva, 7 casos com encefalite por BoHV-5, 1 caso de animal com polioencefalomalácia, 1 caso de animal com botulismo, 1 caso de animal com encefalite bacteriana e 1 caso de animal com carbúnculo sintomático. Das amostras positivas provenientes do HV-UEL todas eram de animais com diagnóstico de encefalite por BoHV-5 e do matadouro eram de animais sadios. A PCR para detecção do genoma do BoHV-5 em bovinos com encefalopatia não deve ser utilizada isoladamente no diagnóstico, e sim associada aos sinais clínicos, histopatologia, isolamento e imunoistoquímica. __________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / Bovine herpesvirus 1 and 5 are enveloped double-stranded DNA viruses belonging to the Herpesviridae family, subfamily Alphaherpesvirinae, genus Varicellovirus. This family major property is to establish a lifelong latent infection after acute infection, when it is not possible to detect the virus, except when molecular techniques as situ hybridization and polymerase chain reaction are used. BoHV-1 is primarily associated with respiratory and reproductive disease in cattle, while BoHV-5 is commonly associated to encephalitis. Difficulties in isolation of BoHV-5 have been described, which makes PCR an important tool of diagnosis. The aim of this study was to evaluate the applicability of PCR assay for the detection of BoHV-1 and BoHV-5 in CNS of bovines with meningoencephalitis, other encephalitis and healthy animals. For the present study, brain fragments samples of bovines were obtained from necropsy routine at Veterinary Hospital of University of Brasília (Hv-UnB) and State University of Londrina (HV-UEL), besides slaughterhouse samples. All CNS fragments were negative for BoHV-1. In 21 of 68 (30,88%) samples from Hv-UnB, 2 of 30 (7%) samples from slaughterhouse and 2 of 17 (11,76%) samples from HV-UEL the results were positive for BoHV-5. Among the 21 positive animals from HV-UnB, 3 where from samples of non-conclusive diagnosis cases, 7 from confirmed rabies diagnosis, 7 from animals with BoHV-5 encephalitis, 1 case of polioencephalomalacia, 1 animal with botulism, 1 with bacterial encephalitis and 1 animal with carbunculus. All positive samples from HV-UEL were from animals with BoHV-5 encephalitis diagnosis and from the slaughterhouse all animals were healthy. The PCR detection of BoHV-5 genome in bovines with encephalopathies must not be used alone as diagnosis but associated with clinical signs, histopathological findings, isolation and immunohistochemistry.
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Encefalopatia induzida por cefepima : incidência e fatores de risco

Silva, Daiandy da January 2010 (has links)
Introdução: Cefepima (CFP) é um antimicrobiano de uso parenteral amplamente usado no meio hospitalar. É classificado como cefalosporina de quarta geração, usado para o tratamento inicial de infecções graves, sepse grave/choque séptico e no tratamento empírico para neutropenia febril. O CFP é eliminado de forma inalterada na urina e apresenta meia vida plasmática (t½) de 2 horas em pacientes com função renal normal, podendo chegar até 13,5 horas (t½) em pacientes com comprometimento da função renal, havendo boa correlação entre a depuração plasmática de CFP e função renal. No entanto, pacientes em uso do medicamento podem desenvolver encefalopatia, especialmente aqueles com algum grau de insuficiência renal. Objetivos: Verificar a incidência de encefalopatia associada ao uso de CFP e avaliar os fatores de risco relacionados ao desenvolvimento da encefalopatia. Delineamento: Estudo de coorte prospectivo, com caso-controle aninhado. Métodos: Foram incluídos pacientes hospitalizados maiores de 18 anos em uso de CFP de maio/2008 a agosto/2009. Todos os pacientes foram avaliados clinicamente durante o uso de CFP a fim de identificar alterações neurológicas diagnósticas de encefalopatia atribuída ao medicamento. A creatinina sérica foi utilizada para calcular a taxa de filtração glomerular (TFG). Os pacientes com alterações do sensório fizeram um eletroencefalograma (EEG) no momento do diagnóstico e 48 horas após a suspensão do fármaco. As doses de CFP foram avaliadas quanto à sua adequação em relação à indicação e função renal. Compararam-se os casos de encefalopatia com uma amostra dos controles sem a complicação, emparelhados por idade e sexo. Níveis séricos de CFP foram determinados antes da administração (vale) e uma hora após (pico), por cromatografia líquida de alto desempenho. Resultados: Na população de 1035 pacientes seguidos, a incidência cumulativa de encefalopatia induzida por CFP foi de 1,9%, variando de 1% nos indivíduos com TFG ≥ 60mL/min. a 2,7%, 5,4% e 7,5%, naqueles com TFG entre 30 e 59, entre 15 e 29 e abaixo de 15 ml/min, respectivamente. Os fatores de risco associados a encefalopatia por CFP foram idade, creatinina sérica e TFG, dose inadequada do antibiótico e seus níveis séricos tanto no pico como no vale. Conclusão: Observamos uma alta incidência de encefalopatia por CFP (1,9%), especialmente nos pacientes com insuficiência renal, idosos, particularmente, naqueles que receberam doses inadequadas. Pacientes com encefalopatia apresentaram níveis séricos mais elevados de CFP.
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Marcadores de disfunção endotelial em pacientes com doença vascular cerebral isquêmica

Brondani, Rosane January 2004 (has links)
Resumo não disponível
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Encefalopatia induzida por cefepima : incidência e fatores de risco

Silva, Daiandy da January 2010 (has links)
Introdução: Cefepima (CFP) é um antimicrobiano de uso parenteral amplamente usado no meio hospitalar. É classificado como cefalosporina de quarta geração, usado para o tratamento inicial de infecções graves, sepse grave/choque séptico e no tratamento empírico para neutropenia febril. O CFP é eliminado de forma inalterada na urina e apresenta meia vida plasmática (t½) de 2 horas em pacientes com função renal normal, podendo chegar até 13,5 horas (t½) em pacientes com comprometimento da função renal, havendo boa correlação entre a depuração plasmática de CFP e função renal. No entanto, pacientes em uso do medicamento podem desenvolver encefalopatia, especialmente aqueles com algum grau de insuficiência renal. Objetivos: Verificar a incidência de encefalopatia associada ao uso de CFP e avaliar os fatores de risco relacionados ao desenvolvimento da encefalopatia. Delineamento: Estudo de coorte prospectivo, com caso-controle aninhado. Métodos: Foram incluídos pacientes hospitalizados maiores de 18 anos em uso de CFP de maio/2008 a agosto/2009. Todos os pacientes foram avaliados clinicamente durante o uso de CFP a fim de identificar alterações neurológicas diagnósticas de encefalopatia atribuída ao medicamento. A creatinina sérica foi utilizada para calcular a taxa de filtração glomerular (TFG). Os pacientes com alterações do sensório fizeram um eletroencefalograma (EEG) no momento do diagnóstico e 48 horas após a suspensão do fármaco. As doses de CFP foram avaliadas quanto à sua adequação em relação à indicação e função renal. Compararam-se os casos de encefalopatia com uma amostra dos controles sem a complicação, emparelhados por idade e sexo. Níveis séricos de CFP foram determinados antes da administração (vale) e uma hora após (pico), por cromatografia líquida de alto desempenho. Resultados: Na população de 1035 pacientes seguidos, a incidência cumulativa de encefalopatia induzida por CFP foi de 1,9%, variando de 1% nos indivíduos com TFG ≥ 60mL/min. a 2,7%, 5,4% e 7,5%, naqueles com TFG entre 30 e 59, entre 15 e 29 e abaixo de 15 ml/min, respectivamente. Os fatores de risco associados a encefalopatia por CFP foram idade, creatinina sérica e TFG, dose inadequada do antibiótico e seus níveis séricos tanto no pico como no vale. Conclusão: Observamos uma alta incidência de encefalopatia por CFP (1,9%), especialmente nos pacientes com insuficiência renal, idosos, particularmente, naqueles que receberam doses inadequadas. Pacientes com encefalopatia apresentaram níveis séricos mais elevados de CFP.
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Marcadores de disfunção endotelial em pacientes com doença vascular cerebral isquêmica

Brondani, Rosane January 2004 (has links)
Resumo não disponível
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Avaliação do sistema de vigilância da encefalopatia espongiforme bovina no Brasil.

Gotelipe, Fabrice Maria Sidiney 03 1900 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, 2006. / Submitted by leandro spinola (l.spinolafla@gmail.com) on 2009-11-20T22:10:38Z No. of bitstreams: 1 Dissertacao Fabrice Maria Sidiney Gotelipe.pdf: 1085001 bytes, checksum: ce4221adbdf9d0965227e5251643321d (MD5) / Approved for entry into archive by Carolina Campos(carolinacamposmaia@gmail.com) on 2009-11-24T18:54:30Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissertacao Fabrice Maria Sidiney Gotelipe.pdf: 1085001 bytes, checksum: ce4221adbdf9d0965227e5251643321d (MD5) / Made available in DSpace on 2009-11-24T18:54:30Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertacao Fabrice Maria Sidiney Gotelipe.pdf: 1085001 bytes, checksum: ce4221adbdf9d0965227e5251643321d (MD5) Previous issue date: 2006-03 / O foco principal da prevenção da encefalopatia espongiforme bovina (EEB) é a adoção de medidas para impedir a entrada do agente e também a sua amplificação na cadeia alimentar de bovinos. No Brasil nunca foi detectado nenhum caso da doença. Medidas de mitigação de risco e de prevenção da entrada do agente são apoiadas por um sistema de vigilância ativo e passivo. O sistema brasileiro de vigilância para EEB conta desde 2001 com um banco de dados com informações sobre as amostras examinadas em laboratórios credenciados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Analisou-se com profundidade estes dados buscando verificar se o sistema nacional de vigilância se encontra adequado às normas internacionais aprovadas no âmbito da OIE, apontando falhas e propondo soluções que possam melhor direcioná-lo. A análise bruta da pontuação obtida pelas amostras colhidas e testadas para EEB de 2001 a 2004 mostra que o Brasil atingiu os padrões internacionais mínimos de vigilância. Porém a análise estratificada das categorias animais amostradas aponta várias fragilidades. O que chama atenção primeiramente é a concentração de amostras coletadas em determinadas categorias em alguns estados brasileiros. A maioria das amostras de animais submetidos ao abate de emergência e amostras que testaram negativo para raiva em laboratórios oficiais são provenientes do estado do Mato Grosso do Sul e as amostras de animais suspeitos clínicos e de animais caídos ou encontrados mortos provêm do Rio Grande do Sul. Evidenciou-se também que existem muitas amostras testadas no Brasil de animais jovens. Para investigar a adequação da origem das amostras aos sistemas de produção de maior risco para EEB, aplicou-se um fator de correção regional a cada amostra testada para EEB, desde 2001. Esta análise comprovou que é necessário aumentar o número de animais testados em estados como Minas Gerais, São Paulo ou Paraná e indicou que a sensibilidade real do sistema de vigilância é menor do que uma análise bruta sugere. Em suma, o sistema de vigilância será favorecido se for mais dirigido a suspeitas clínicas, em estados e sistemas de produção expostos a fatores de risco para EEB. _________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / The prevention of bovine spongiform encephalopathy (BSE) is focused on the barriers to the introduction on the infectious agent and its amplification within the BSE/cattle system. No BSE case has ever been reported in Brazil. The country applied restriction aimed at preventing the introduction of BSE and implemented risk mitigation measures in order to avoid any possible recycling of the agent, should it be in the country. The BSE surveillance system coordinated by the Ministry of Agriculture, Livestock and Food supply (MAPA) is supported by a data bank since 2001, which was thoroughly analyzed with a view to check its adequacy in relation to the standards set by the World Organization for Animal Health (OIE). The crude analysis of data collected between 2001 and 2004 revealed that Brazil fulfills the target points set by the OIE. However, a more in-depth stratified analysis showed a number of weaknesses. First of all, the samples are strongly concentrated in a few states. Most rabies negative animals as well as emergency slaughter are generated in Mato Grosso do Sul, mostly an extensive beef producing region. Likewise, clinical suspects and fallen stock come mostly from Rio Grande do Sul. In addition, there are too many samples from young animals. In order to assess the extent of problem of regional concentration, each sample was weighed according to its origin, in relation to frequency of the use of concentrate feedstuffs in each state. This analysis confirmed that it is necessary to intensify surveillance efforts in states such as Minas Gerais, São Paulo and Paraná, where cattle tend to be more frequently exposed to BSE risk factors. In conclusion, although Brazil has come a long way towards the implementation of sound measures for preventing BSE, its surveillance system included, the current sensitivity of the surveillance procedures is lower than a crude analysis seems to indicate and can be greatly improved by targeting surveillance efforts at clinical suspects in states and production systems where concentrate feeding is more likely to be found.
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Encefalopatia induzida por cefepima : incidência e fatores de risco

Silva, Daiandy da January 2010 (has links)
Introdução: Cefepima (CFP) é um antimicrobiano de uso parenteral amplamente usado no meio hospitalar. É classificado como cefalosporina de quarta geração, usado para o tratamento inicial de infecções graves, sepse grave/choque séptico e no tratamento empírico para neutropenia febril. O CFP é eliminado de forma inalterada na urina e apresenta meia vida plasmática (t½) de 2 horas em pacientes com função renal normal, podendo chegar até 13,5 horas (t½) em pacientes com comprometimento da função renal, havendo boa correlação entre a depuração plasmática de CFP e função renal. No entanto, pacientes em uso do medicamento podem desenvolver encefalopatia, especialmente aqueles com algum grau de insuficiência renal. Objetivos: Verificar a incidência de encefalopatia associada ao uso de CFP e avaliar os fatores de risco relacionados ao desenvolvimento da encefalopatia. Delineamento: Estudo de coorte prospectivo, com caso-controle aninhado. Métodos: Foram incluídos pacientes hospitalizados maiores de 18 anos em uso de CFP de maio/2008 a agosto/2009. Todos os pacientes foram avaliados clinicamente durante o uso de CFP a fim de identificar alterações neurológicas diagnósticas de encefalopatia atribuída ao medicamento. A creatinina sérica foi utilizada para calcular a taxa de filtração glomerular (TFG). Os pacientes com alterações do sensório fizeram um eletroencefalograma (EEG) no momento do diagnóstico e 48 horas após a suspensão do fármaco. As doses de CFP foram avaliadas quanto à sua adequação em relação à indicação e função renal. Compararam-se os casos de encefalopatia com uma amostra dos controles sem a complicação, emparelhados por idade e sexo. Níveis séricos de CFP foram determinados antes da administração (vale) e uma hora após (pico), por cromatografia líquida de alto desempenho. Resultados: Na população de 1035 pacientes seguidos, a incidência cumulativa de encefalopatia induzida por CFP foi de 1,9%, variando de 1% nos indivíduos com TFG ≥ 60mL/min. a 2,7%, 5,4% e 7,5%, naqueles com TFG entre 30 e 59, entre 15 e 29 e abaixo de 15 ml/min, respectivamente. Os fatores de risco associados a encefalopatia por CFP foram idade, creatinina sérica e TFG, dose inadequada do antibiótico e seus níveis séricos tanto no pico como no vale. Conclusão: Observamos uma alta incidência de encefalopatia por CFP (1,9%), especialmente nos pacientes com insuficiência renal, idosos, particularmente, naqueles que receberam doses inadequadas. Pacientes com encefalopatia apresentaram níveis séricos mais elevados de CFP.
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Marcadores de disfunção endotelial em pacientes com doença vascular cerebral isquêmica

Brondani, Rosane January 2004 (has links)
Resumo não disponível
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Avaliação da função autonomica e do transito intestinal em pacientes com cirrose hepatica de etiologia não alcoolica / Investigation of autonomic function and orocrecal transit time in patients with non-alcoholic cirrrhosis : association of autonomic dysfunction with severity of cirrhosis and the occurrence of new onset encephalopathy

Cruz, Cristiane Kibune Nagasako Vieira da, 1976- 14 August 2007 (has links)
Orientador: Maria Aparecida Mesquita / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas / Made available in DSpace on 2018-08-09T19:06:25Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Cruz_CristianeKibuneNagasakoVieirada_M.pdf: 1050615 bytes, checksum: 568a2814333ee1681714d9d75ec14548 (MD5) Previous issue date: 2007 / Resumo: A disfunção autonômica (DA) parece ser freqüente na cirrose hepática (CH) de etiologia alcoólica, enquanto que os dados referentes à prevalência e repercussões clínicas desta complicação na cirrose de etiologia não alcoólica são controversos. Existem evidências na literatura de que o método da análise da variabilidade da freqüência cardíaca (VFC) em 24 horas é mais sensível que a pesquisa dos reflexos cardiovasculares para a avaliação da função autonômica. Esta técnica foi pouco utilizada na investigação de pacientes com CH. Estudos prévios em cirróticos demonstraram a presença de alterações da motilidade intestinal que predisporiam à ocorrência de supercrescimento bacteriano. Os mecanismos responsáveis por estas alterações não foram ainda esclarecidos. Considerando que o sistema nervoso autônomo (SNA) participa do controle da motilidade intestinal, parece provável que a DA esteja associada com as alterações da motilidade intestinal na CH. Os objetivos deste estudo foram investigar a presença de alterações do SNA parassimpático e simpático em pacientes com CH de etiologia não alcoólica, utilizando os métodos dos testes de reflexos cardiovasculares e da análise da VFC em 24 horas, e avaliar a associação das alterações autonômicas encontradas com a gravidade da disfunção hepática, com alterações do trânsito intestinal, e com o aparecimento de complicações da CH. Foram estudados trinta e quatro pacientes com diagnóstico de CH de etiologia não alcoólica, divididos em Child-Pugh A (13) e Child-Pugh B/C (21). A atividade autonômica foi avaliada através dos testes de reflexos cardiovasculares e da análise da VFC em 24 horas. O estudo do tempo de trânsito orocecal (TTOC) foi realizado pelo teste do H2 no ar expirado, após ingestão de lactulose. De acordo com os testes de reflexos cardiovasculares, a presença de disfunção parassimpática foi encontrada em 4 pacientes Child A (30,8%) e em 6 pacientes Child B/C (28,4%; p>0,05). A análise da VFC em 24 horas mostrou que os parâmetros relacionados com a atividade parassimpática (LF, lnLF, pNN50) e simpática (LF, lnLF) estavam significativamente (p<0,05) diminuídos nos pacientes Child B/C, tanto em relação ao grupo controle, como também em relação aos pacientes Child A. A avaliação individual mostrou a presença de disfunção parassimpática em 3 pacientes Child A (23,1%) e em 12 (57%; p=0,07) Child B/C. A diminuição da atividade simpática concomitante foi encontrada em 8 dos 12 pacientes Child B e C, com lesão parassimpática. Em relação ao TTOC, não houve diferença estatística entre os valores do TTOC no grupo Child A (52±17 minutos) e no grupo controle (52±13 minutos). Em contraste, os pacientes Child B/C apresentaram valores mais altos do TTOC (71±34minutos) em relação aos controles (p=0,02). Apenas dois pacientes apresentaram resultados sugestivos de supercrescimento bacteriano. O tempo de seguimento foi de 19±12 meses. Ao final do estudo, cinco pacientes (24%) Child B/C evoluíram para óbito. Os valores dos parâmetros representativos da atividade parassimpática (HF, lnHF) nesses pacientes foram significativamente (p=0,04) menores que os encontrados nos pacientes do grupo Child B/C que continuavam vivos. A encefalopatia foi a complicação mais freqüente, acometendo 42,8% dos pacientes durante o período de seguimento. Houve associação estatística entre a presença de DA e a incidência de encefalopatia hepática (p<0,05). Não houve correlação entre os parâmetros da atividade autonômica com os valores do TTOC. Também não houve associação entre TTOC prolongado e complicações da CH. Em conclusão, nossos resultados demonstraram que a DA é achado freqüente nos pacientes com CH de etiologia não alcoólica e está associada com o grau de disfunção hepática, sendo mais freqüente nos pacientes com CH Child B e C. Nossos dados não demonstraram associação entre a alteração da função autonômica e o prolongamento do trânsito intestinal observado nesses pacientes. A presença da DA é um fator predisponente para a ocorrência de encefalopatia hepática, e parece influir no prognóstico da doença / Abstract: Autonomic dysfunction (AD) is common in patients with alcoholic hepatic cirrhosis but information on its occurrence and clinical relevance in patients with non-alcoholic liver disease is contradictory. 24-hour heart rate variability (HRV) is considered to be more sensitive than the cardiovascular reflexes to detect autonomic damage. Only a few studies used this technique in the investigation of autonomic function in cirrhotic patients. Previous studies have demonstrated that intestinal transit is delayed in patients with cirrhosis, and that this alteration predisposes to bacterial overgrowth, bacterial translocation and risk of infections. The reasons for that remain unclear. Since the autonomic nervous system participates in the regulation of gastrointestinal motility, it seems likely that AD may play a role in the intestinal motility alterations observed in cirrhosis. Therefore, our aims were to assess autonomic function in patients with non-alcoholic hepatic cirrhosis, and to investigate the relationship of AD with severity of disease, delayed intestinal transit and the clinical outcome. Thirty four patients with non-alcoholic hepatic cirrhosis classified as Child¿s A (n=13) and Child¿ B/C (n=21) were studied. Autonomic function was assessed by using standard cardiovascular reflexes tests and 24- hour HRV analysis. Orocaecal transit time (OCTT) was measured using the lactulose hydrogen breath test. According to cardiovascular reflexes tests, 4 patients Child A (30.8%) and 6 patients Child B/C (28.4%), were found to have evidence of parasympathetic damage. The 24-hour HRV analysis showed that parameters reflecting parasympathetic (HF, lnHF, pNN50) and sympathetic (LF, lnLF) function were significantly decreased (p<0,05) in comparison with both controls and Child¿s A patients. Individual analysis showed parasympathetic damage in three patients Child A (23,1%) and in 12 (57%) Child B/C (p=0.07). Eight patients had combined sympathetic damage. No diference was found in OCTT values between Child¿ A patients (52±17 minutes) and controls (52±13 min). In contrast, OCTT values were significantly higher in Child¿ B/C patients (71±34minutes) than in controls. Bacterial overgrowth occurred in only two patients. The mean follow-up time was 19±12 months. At the end of the study, five Child¿s B/C patients (24%) have died. The values of parameters representative of parasympathetic function (HF, lnHF) were significantly lower (p<0.05) in these patients in comparison with survivors of Child¿s B/C group. Hepatic encephalopathy was the most frequent complication during follow-up, occurring in 42.8% of Child¿s B/C patients. AD was significantly associated with encephalopathy (p<0.05), but did not correlate with OCTT values. In conclusion, our study showed that autonomic dysfunction in common in patients with non-alcoholic liver disease and is related to the severity of hepatic dysfunction. Our results did not show a relationship between delayed intestinal transit and AD. The presence of autonomic damage predisposes these patients to the development of encephalopathy and may be associated to higher mortality / Mestrado / Clinica Medica / Mestre em Clinica Medica
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Encefalopatia pulmonar : alterações neurológicas do paciente com DBPOC e retenção de CO2

Figueiredo, Erecina January 1983 (has links)
O presente estudo foi realizado com o objetivo de relatar os sintomas e sinais que podem ser encontrados no paciente com DBPOC em insuficiência respiratória. Foram estudados vinte e quatro pacientes hipercápnicos e hipoxêmicos em seus aspectos clínicos, laboratoriais, radiológicos e em instâncias anátomo-patológicas. Procuramos caracterizar os sintomas e sinais neurológicos apresentados por estes pacientes e verificar o grau de correlação que mantinham com a gravidade de cada caso. Estabelecemos um protocolo para este acompanhamento. Os achados clínicos, os do exame do fundo de olho e da pressão liquórica foram analisados quanto ao seu valor potencial na caracterizaçao do engurgitamento vascular cerebral e do edema cerebral. Os resultados obtidos mostram a importância da correlação existente entre os diferentes sistemas e demonstram que a evidenciação de alterações no exame neurológico são úteis para um melhor acompanhamento da gravidade da insuficiência respiratória. Além disso apontam para a necessidade de conhecimento mais profundo da fisiopatologia das alterações neurológicas apresentadas por pacientes em insuficiência respiratória.

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