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Me ensina a (sobre) viver com câncer? uma análise de livros de autoajuda

Pinheiro, Monalisa da Silva January 2017 (has links)
Os discursos da literatura de autoajuda são sucesso de público e vendas e encontram um terreno fértil de atuação na área da saúde, principalmente na área oncológica. Câncer é um termo genérico utilizado para designar doenças que avançam de modo diferente, mas que têm em comum certas características, tais como o crescimento de células anormais que se proliferam localmente, com potencial de invadir e atravessar barreiras, podendo levar a morte do sujeito se não forem erradicadas. Cada vez mais, o tratamento tem prolongado as vidas destas pessoas chamadas (sobre)viventes. Desta maneira, a tese tem as seguintes questões de pesquisa: como os discursos dos livros de autoajuda constroem sujeitos doentes de câncer, determinando e difundindo determinados modos de viver e desestimulando outros? Quais as condições de possibilidade desses discursos? Como tais discursos interpelam aqueles que os leem? As vertentes teóricas que norteiam este estudo utilizam a análise documental, voltada à análise de discurso com teorizações foucaultianas, para operar os enunciados de 13 livros de autoajuda escritos por (sobre)viventes de câncer. Aapropriei-me, principalmente, de conceitos encontrados nas obras A arqueologia do saber, As palavras e as coisas e A ordem do discurso. Esse estudo não teve como objetivo compreender qual seria a influência dos livros de autoajuda sobre os sujeitos ou desvelar segredos ocultos nos livros. Os discursos dos livros de autoajuda seguem uma narrativa que assemelha as encontradas no monomito, e desta maneita, governam e reforçam modos de viver que são pautados pela religiosidade cristã, felicidade e manutenção da produtividade econômica dos sujeitos. Tais discursos investem na subjetivação e docilização dos corpos, constituindo um currículo que ensina meios de viver com câncer na direção de construir uma nova vida. Além disso, buscam mudar os sentidos negativos atribuídos à doença, transformando-a em um evento que parece conferir características positivas aos (sobre)viventes. / The discourses of the self-help literature are public success and sales and find a fertile field of action in the health area, especially in the oncology area. Cancer is a generic term used to denote diseases that progress differently, but which have certain characteristics in common, such as the growth of abnormal cells that proliferate locally, with the potential to invade and cross barriers, which can lead to the death of the subject if are not eradicated. Increasingly, the treatment has prolonged the lives of these people called (over) living. In this way, the thesis has the following research questions: how do self-help book discourses construct cancer patients, determining and diffusing certain ways of living and discouraging others? What are the conditions of possibility of these speeches? How do such discourses challenge those who read them? The theoretical aspects that guide this study use the documentary analysis, focused on discourse analysis with Foucaultian theorizations, to operate the statements of 13 self-help books written by (about) living with cancer. I especially like concepts found in the works The Archeology of Knowledge, Words and Things, and The Order of Speech. This study was not intended to understand the influence of self help books on subjects or to uncover secrets hidden in books. The discourses of the self-help books follow a narrative that resembles those found in the monomito, and from this maneita, govern and reinforce ways of living that are based on Christian religiosity, happiness and maintenance of the economic productivity of the subjects. Such discourses invest in subjectivation and docilization of bodies, constituting a curriculum that teaches ways of living with cancer in the direction of building a new life. In addition, they seek to change the negative meanings attributed to the disease, transforming it into an event that seems to confer positive (over) living characteristics.
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Quando vai ser? o bebê ou a coleta das células-tronco? as pedagogias do risco e a colonização molecular do futuro

Somavilla, Vera da Costa January 2014 (has links)
Esta tese abrange questões relacionadas aos discursos de risco presentes nas publicações dos depoimentos de pais e mães em sites de biobancos autólogos que coletam e armazenam células-tronco do cordão umbilical para criopreservação. Para essa tarefa, tenho as seguintes questões: como a racionalidade de risco e sua promessa de garantia biológica no futuro se constituem nos depoimentos dos pais publicados nos sites que comercializam/vendem a coleta e o armazenamento de células-tronco do cordão umbilical? Como tal racionalidade e suas práticas se constituem como uma dimensão educativa, relativa à saúde, nesses sites? Nesse empreendimento, analisei as publicações da Internet de cinco sites de biobancos, que se constituíram como material principal da análise; vou toma-los enquanto um artefato cultural. A partir das discussões de risco e hiperprevenção, noções desenvolvidas nos trabalhos de Luis David Castiel, e de biotecnologias, nos trabalhos de Nikolas Rose, estabeleci as estratégias e categorias de análise da tese, que estão apresentadas em três eixos analíticos. O primeiro aborda a exortação do discurso de risco, em que apresento de que modo a prevenção dos riscos se constitui como elemento mobilizador para aquisição desta biotecnologia, educando pais e mães para a adoção de determinadas práticas de saúde vinculadas à segurança biológica para o futuro. O segundo discute o consumo de biotecnologias, que se apresentam discursivamente nos sites como um futuro de oportunidades para prevenção de riscos e influenciam a constituição de sujeitos de consumo. No terceiro eixo, problematizo as promessas de segurança biológica para o futuro, divulgadas de forma reiterada pelos biobancos, refletindo sobre os discursos que tratam do desejo de, a partir desta biotecnologia, adquirir um tipo de seguro biológico para a saúde no futuro. Será possível observar que os depoimentos extraídos dos sites constituem discursivamente a criopreservação das células-tronco do cordão umbilical como um tipo de “segurança biológica para o futuro”. A discussão dos dados possibilita perceber que os discursos presentes nos depoimentos dos pais e mães são singulares, amplamente marcados pelas pedagogias do risco, e ajudam a compreender como os processos de medicalização e molecularização da vida vão conformando as práticas e reposicionando as famílias em relação aos cuidados de saúde dos filhos, com vistas a evitar riscos de adoecimento no futuro. / This thesis addresses issues related to risk discourses found in testimonies given by parents on websites of autologous biobanks that collect and store stem cells from umbilical cord blood for cryopreservation. Two questions have been posed: How have the risk rationality and its promise of biological guarantee constituted and functioned on websites that trade/sell the collection and storage of umbilical cord blood stem cells? How have such rationality and its practices been constituted as an educative health-related dimension on those websites? The contents of five websites of biobanks have been selected as the main research material; hence, they have been here regarded as cultural artifacts. From the discussions about the notions of risk and hyper-prevention, which have been developed by Luis David Castiel, and also about biotechnologies, as seen by Nikolas Rose, I have established the strategies and categories of analysis, which have been divided into three analytical axes. The first one approaches the exhortation of the risk discourse, in which I have evidenced how risk prevention is a mobilizing element for the acquisition of that biotechnology and teaches parents to adopt certain health care practices linked to future biological security. The second one discusses the consumption of biotechnologies which are both discursively presented in the websites as a future of opportunities for risk prevention and influence the constitution of consumption subjects. In the third axis, I have problematized the promises of future biological security that have been recurrently publicized by the biobanks. I have reflected on discourses that, by considering this biotechnology, address the desire to obtain a certain kind of biological health insurance. It is possible to notice that the testimonies extracted from the websites discursively produce the cryopreservation of umbilical cord blood stem cells as a type of “biological insurance”. Data discussion has enabled me to understand that the discourses found in parents’ testimonies are unique and highly marked by the risk pedagogy, and also help us understand how the processes of medicalization and molecularization of life have shaped some practices and repositioned the families in relation to their children health care aiming at preventing diseases from appearing in the future. / Esta tesis abarca cuestiones relacionadas a los discursos de riesgo presentes en testimonios de padres y madres publicados en sitios web pertenecientes a biobancos autólogos que colectan y almacenan células madre del cordón umbilical para criopreservación. Para esta tarea, tengo las siguientes cuestiones: ¿Cómo la racionalidad de riesgo y su promesa de garantía biológica en el futuro se constituyen y operan en los sitios web que comercializan la colecta y el almacenamiento de éstas células? ¿Cómo tal racionalidad y sus prácticas se constituyen como una dimensión educativa relativa a la salud en estos sitios? En ese emprendimiento, analicé las publicaciones web de cinco páginas de biobancos, que se constituirían en el material principal de análisis; por eso los considero como un artefacto cultural. A partir de las discusiones de riesgo e hiperprevención (nociones desarrolladas en los trabajos de Luis David Castiel), y de biotecnologías (presente en los trabajos de Nikolas Rose), establecí las estrategias y categorías de análisis de la tesis, presentadas en tres ejes analíticos. El primero aborda la exhortación del discurso de riesgo, en el que presento de qué modo la prevención de riesgos se constituye como elemento movilizador para la adquisición de esta biotecnología, educando a padres y madres para la adopción de determinadas prácticas de salud vinculadas a la seguridad biológica para el futuro. El segundo discute el consumo de biotecnologías, que se presentan discursivamente en los sitios web como un futuro de oportunidades para la prevención de riesgos e influencian a la constitución de sujetos de consumo. En el tercer eje, problematizo las promesas de seguridad biológica para el futuro divulgadas de forma reiterada por los biobancos, reflexionando sobre los discursos que tratan el deseo de, a partir de esta biotecnología, adquirir un tipo de seguro biológico para la salud en el futuro. Será posible observar que los testimonios extraídos de los sitios web constituyen discursivamente la criopreservación de células madre como un tipo de “seguridad biológica para el futuro”. La discusión de los datos posibilita percibir que los discursos presentes en las declaraciones de padres y madres son singulares, ampliamente marcados por la pedagogía de riesgo, y ayudan a comprender como los procesos de medicalización y moleculización de la vida van conformando las prácticas y reposicionando a las familias en relación a los cuidados en la salud de los hijos, con vista a evitar riesgos de enfermedades en el futuro.
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Me ensina a (sobre) viver com câncer? uma análise de livros de autoajuda

Pinheiro, Monalisa da Silva January 2017 (has links)
Os discursos da literatura de autoajuda são sucesso de público e vendas e encontram um terreno fértil de atuação na área da saúde, principalmente na área oncológica. Câncer é um termo genérico utilizado para designar doenças que avançam de modo diferente, mas que têm em comum certas características, tais como o crescimento de células anormais que se proliferam localmente, com potencial de invadir e atravessar barreiras, podendo levar a morte do sujeito se não forem erradicadas. Cada vez mais, o tratamento tem prolongado as vidas destas pessoas chamadas (sobre)viventes. Desta maneira, a tese tem as seguintes questões de pesquisa: como os discursos dos livros de autoajuda constroem sujeitos doentes de câncer, determinando e difundindo determinados modos de viver e desestimulando outros? Quais as condições de possibilidade desses discursos? Como tais discursos interpelam aqueles que os leem? As vertentes teóricas que norteiam este estudo utilizam a análise documental, voltada à análise de discurso com teorizações foucaultianas, para operar os enunciados de 13 livros de autoajuda escritos por (sobre)viventes de câncer. Aapropriei-me, principalmente, de conceitos encontrados nas obras A arqueologia do saber, As palavras e as coisas e A ordem do discurso. Esse estudo não teve como objetivo compreender qual seria a influência dos livros de autoajuda sobre os sujeitos ou desvelar segredos ocultos nos livros. Os discursos dos livros de autoajuda seguem uma narrativa que assemelha as encontradas no monomito, e desta maneita, governam e reforçam modos de viver que são pautados pela religiosidade cristã, felicidade e manutenção da produtividade econômica dos sujeitos. Tais discursos investem na subjetivação e docilização dos corpos, constituindo um currículo que ensina meios de viver com câncer na direção de construir uma nova vida. Além disso, buscam mudar os sentidos negativos atribuídos à doença, transformando-a em um evento que parece conferir características positivas aos (sobre)viventes. / The discourses of the self-help literature are public success and sales and find a fertile field of action in the health area, especially in the oncology area. Cancer is a generic term used to denote diseases that progress differently, but which have certain characteristics in common, such as the growth of abnormal cells that proliferate locally, with the potential to invade and cross barriers, which can lead to the death of the subject if are not eradicated. Increasingly, the treatment has prolonged the lives of these people called (over) living. In this way, the thesis has the following research questions: how do self-help book discourses construct cancer patients, determining and diffusing certain ways of living and discouraging others? What are the conditions of possibility of these speeches? How do such discourses challenge those who read them? The theoretical aspects that guide this study use the documentary analysis, focused on discourse analysis with Foucaultian theorizations, to operate the statements of 13 self-help books written by (about) living with cancer. I especially like concepts found in the works The Archeology of Knowledge, Words and Things, and The Order of Speech. This study was not intended to understand the influence of self help books on subjects or to uncover secrets hidden in books. The discourses of the self-help books follow a narrative that resembles those found in the monomito, and from this maneita, govern and reinforce ways of living that are based on Christian religiosity, happiness and maintenance of the economic productivity of the subjects. Such discourses invest in subjectivation and docilization of bodies, constituting a curriculum that teaches ways of living with cancer in the direction of building a new life. In addition, they seek to change the negative meanings attributed to the disease, transforming it into an event that seems to confer positive (over) living characteristics.
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Quando vai ser? o bebê ou a coleta das células-tronco? as pedagogias do risco e a colonização molecular do futuro

Somavilla, Vera da Costa January 2014 (has links)
Esta tese abrange questões relacionadas aos discursos de risco presentes nas publicações dos depoimentos de pais e mães em sites de biobancos autólogos que coletam e armazenam células-tronco do cordão umbilical para criopreservação. Para essa tarefa, tenho as seguintes questões: como a racionalidade de risco e sua promessa de garantia biológica no futuro se constituem nos depoimentos dos pais publicados nos sites que comercializam/vendem a coleta e o armazenamento de células-tronco do cordão umbilical? Como tal racionalidade e suas práticas se constituem como uma dimensão educativa, relativa à saúde, nesses sites? Nesse empreendimento, analisei as publicações da Internet de cinco sites de biobancos, que se constituíram como material principal da análise; vou toma-los enquanto um artefato cultural. A partir das discussões de risco e hiperprevenção, noções desenvolvidas nos trabalhos de Luis David Castiel, e de biotecnologias, nos trabalhos de Nikolas Rose, estabeleci as estratégias e categorias de análise da tese, que estão apresentadas em três eixos analíticos. O primeiro aborda a exortação do discurso de risco, em que apresento de que modo a prevenção dos riscos se constitui como elemento mobilizador para aquisição desta biotecnologia, educando pais e mães para a adoção de determinadas práticas de saúde vinculadas à segurança biológica para o futuro. O segundo discute o consumo de biotecnologias, que se apresentam discursivamente nos sites como um futuro de oportunidades para prevenção de riscos e influenciam a constituição de sujeitos de consumo. No terceiro eixo, problematizo as promessas de segurança biológica para o futuro, divulgadas de forma reiterada pelos biobancos, refletindo sobre os discursos que tratam do desejo de, a partir desta biotecnologia, adquirir um tipo de seguro biológico para a saúde no futuro. Será possível observar que os depoimentos extraídos dos sites constituem discursivamente a criopreservação das células-tronco do cordão umbilical como um tipo de “segurança biológica para o futuro”. A discussão dos dados possibilita perceber que os discursos presentes nos depoimentos dos pais e mães são singulares, amplamente marcados pelas pedagogias do risco, e ajudam a compreender como os processos de medicalização e molecularização da vida vão conformando as práticas e reposicionando as famílias em relação aos cuidados de saúde dos filhos, com vistas a evitar riscos de adoecimento no futuro. / This thesis addresses issues related to risk discourses found in testimonies given by parents on websites of autologous biobanks that collect and store stem cells from umbilical cord blood for cryopreservation. Two questions have been posed: How have the risk rationality and its promise of biological guarantee constituted and functioned on websites that trade/sell the collection and storage of umbilical cord blood stem cells? How have such rationality and its practices been constituted as an educative health-related dimension on those websites? The contents of five websites of biobanks have been selected as the main research material; hence, they have been here regarded as cultural artifacts. From the discussions about the notions of risk and hyper-prevention, which have been developed by Luis David Castiel, and also about biotechnologies, as seen by Nikolas Rose, I have established the strategies and categories of analysis, which have been divided into three analytical axes. The first one approaches the exhortation of the risk discourse, in which I have evidenced how risk prevention is a mobilizing element for the acquisition of that biotechnology and teaches parents to adopt certain health care practices linked to future biological security. The second one discusses the consumption of biotechnologies which are both discursively presented in the websites as a future of opportunities for risk prevention and influence the constitution of consumption subjects. In the third axis, I have problematized the promises of future biological security that have been recurrently publicized by the biobanks. I have reflected on discourses that, by considering this biotechnology, address the desire to obtain a certain kind of biological health insurance. It is possible to notice that the testimonies extracted from the websites discursively produce the cryopreservation of umbilical cord blood stem cells as a type of “biological insurance”. Data discussion has enabled me to understand that the discourses found in parents’ testimonies are unique and highly marked by the risk pedagogy, and also help us understand how the processes of medicalization and molecularization of life have shaped some practices and repositioned the families in relation to their children health care aiming at preventing diseases from appearing in the future. / Esta tesis abarca cuestiones relacionadas a los discursos de riesgo presentes en testimonios de padres y madres publicados en sitios web pertenecientes a biobancos autólogos que colectan y almacenan células madre del cordón umbilical para criopreservación. Para esta tarea, tengo las siguientes cuestiones: ¿Cómo la racionalidad de riesgo y su promesa de garantía biológica en el futuro se constituyen y operan en los sitios web que comercializan la colecta y el almacenamiento de éstas células? ¿Cómo tal racionalidad y sus prácticas se constituyen como una dimensión educativa relativa a la salud en estos sitios? En ese emprendimiento, analicé las publicaciones web de cinco páginas de biobancos, que se constituirían en el material principal de análisis; por eso los considero como un artefacto cultural. A partir de las discusiones de riesgo e hiperprevención (nociones desarrolladas en los trabajos de Luis David Castiel), y de biotecnologías (presente en los trabajos de Nikolas Rose), establecí las estrategias y categorías de análisis de la tesis, presentadas en tres ejes analíticos. El primero aborda la exhortación del discurso de riesgo, en el que presento de qué modo la prevención de riesgos se constituye como elemento movilizador para la adquisición de esta biotecnología, educando a padres y madres para la adopción de determinadas prácticas de salud vinculadas a la seguridad biológica para el futuro. El segundo discute el consumo de biotecnologías, que se presentan discursivamente en los sitios web como un futuro de oportunidades para la prevención de riesgos e influencian a la constitución de sujetos de consumo. En el tercer eje, problematizo las promesas de seguridad biológica para el futuro divulgadas de forma reiterada por los biobancos, reflexionando sobre los discursos que tratan el deseo de, a partir de esta biotecnología, adquirir un tipo de seguro biológico para la salud en el futuro. Será posible observar que los testimonios extraídos de los sitios web constituyen discursivamente la criopreservación de células madre como un tipo de “seguridad biológica para el futuro”. La discusión de los datos posibilita percibir que los discursos presentes en las declaraciones de padres y madres son singulares, ampliamente marcados por la pedagogía de riesgo, y ayudan a comprender como los procesos de medicalización y moleculización de la vida van conformando las prácticas y reposicionando a las familias en relación a los cuidados en la salud de los hijos, con vista a evitar riesgos de enfermedades en el futuro.
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A mímesis, os estudos culturais e a Balada da infância perdida: a literatura em questão

Ferreira da Costa, Fabiana 31 January 2010 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T18:32:19Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo468_1.pdf: 648677 bytes, checksum: 226e5121acf32b68689ffea4a374a7e6 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2010 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Buscamos compreender no romance Balada da infância perdida a relação entre mundo ficcional/mundo extratextual, utilizando-nos da mímesis na perspectiva teórica de Luiz Costa Lima, e desse modo, problematizarmos o uso que os estudos culturais realizam dos textos literários. Para tanto, apontamos os dois principais aspectos da mímesis: a mímesis da representação, por ela os sistemas de representação social funcionam como balizas para entendermos o mundo ficcional, por conseguinte, não são elementos a serem identificados realisticamente no texto literário; e, mímesis da produção, que explicita a possibilidade na obra de criação de versões de mundos e de vivência de novas experiências. Ao pensamento de Costa Lima sobre a mímesis cotejamos a teoria de Wolfgang Iser sobre o caráter ficcional do texto literário com o intuito de ampliarmos nossa compreensão da mímesis. Apresentamos, depois, os principais aspectos sob os quais a literatura é considerada pelos estudos culturais: primeiro, a obra literária é vista como um produto cultural entre outros que envolve relações sociais e culturais conflitantes e desiguais; segundo, a relação entre realidade e ficção não é problematizada adequadamente; e, terceiro, os estudos culturais centram seu olhar nas relações extrínsecas da literatura desprezando o caráter estético-literário da obra. Aos três pontos ressaltados cotejamos nosso olhar incorporado pela mímesis e o acrescentamos à análise dos trechos do romance no qual verificamos que a relação entre mundo ficcional e mundo empírico é explicada pela mímesis, ela é, na verdade, o próprio caráter constitutivo da literatura, por consequência, o caráter estético-literário do romance é igualmente compreendido por ela dado que o aspecto estético-literário de uma obra envolve a relação, o diálogo entre nossos sistemas de representação social e a realidade ficcional configurada na obra. Como resultado, toda análise que se centra nas relações extrínsecas da literatura inevitavelmente perpassa pelas relações intrínsecas da obra. Assim, os estudos culturais precisam considerar a relação entre realidade e ficção com base na mímesis e o caráter estético-literário da obra como elemento constituinte das relações extrínsecas da literatura a fim de evitar conceber a literatura como mero documento"
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Me ensina a (sobre) viver com câncer? uma análise de livros de autoajuda

Pinheiro, Monalisa da Silva January 2017 (has links)
Os discursos da literatura de autoajuda são sucesso de público e vendas e encontram um terreno fértil de atuação na área da saúde, principalmente na área oncológica. Câncer é um termo genérico utilizado para designar doenças que avançam de modo diferente, mas que têm em comum certas características, tais como o crescimento de células anormais que se proliferam localmente, com potencial de invadir e atravessar barreiras, podendo levar a morte do sujeito se não forem erradicadas. Cada vez mais, o tratamento tem prolongado as vidas destas pessoas chamadas (sobre)viventes. Desta maneira, a tese tem as seguintes questões de pesquisa: como os discursos dos livros de autoajuda constroem sujeitos doentes de câncer, determinando e difundindo determinados modos de viver e desestimulando outros? Quais as condições de possibilidade desses discursos? Como tais discursos interpelam aqueles que os leem? As vertentes teóricas que norteiam este estudo utilizam a análise documental, voltada à análise de discurso com teorizações foucaultianas, para operar os enunciados de 13 livros de autoajuda escritos por (sobre)viventes de câncer. Aapropriei-me, principalmente, de conceitos encontrados nas obras A arqueologia do saber, As palavras e as coisas e A ordem do discurso. Esse estudo não teve como objetivo compreender qual seria a influência dos livros de autoajuda sobre os sujeitos ou desvelar segredos ocultos nos livros. Os discursos dos livros de autoajuda seguem uma narrativa que assemelha as encontradas no monomito, e desta maneita, governam e reforçam modos de viver que são pautados pela religiosidade cristã, felicidade e manutenção da produtividade econômica dos sujeitos. Tais discursos investem na subjetivação e docilização dos corpos, constituindo um currículo que ensina meios de viver com câncer na direção de construir uma nova vida. Além disso, buscam mudar os sentidos negativos atribuídos à doença, transformando-a em um evento que parece conferir características positivas aos (sobre)viventes. / The discourses of the self-help literature are public success and sales and find a fertile field of action in the health area, especially in the oncology area. Cancer is a generic term used to denote diseases that progress differently, but which have certain characteristics in common, such as the growth of abnormal cells that proliferate locally, with the potential to invade and cross barriers, which can lead to the death of the subject if are not eradicated. Increasingly, the treatment has prolonged the lives of these people called (over) living. In this way, the thesis has the following research questions: how do self-help book discourses construct cancer patients, determining and diffusing certain ways of living and discouraging others? What are the conditions of possibility of these speeches? How do such discourses challenge those who read them? The theoretical aspects that guide this study use the documentary analysis, focused on discourse analysis with Foucaultian theorizations, to operate the statements of 13 self-help books written by (about) living with cancer. I especially like concepts found in the works The Archeology of Knowledge, Words and Things, and The Order of Speech. This study was not intended to understand the influence of self help books on subjects or to uncover secrets hidden in books. The discourses of the self-help books follow a narrative that resembles those found in the monomito, and from this maneita, govern and reinforce ways of living that are based on Christian religiosity, happiness and maintenance of the economic productivity of the subjects. Such discourses invest in subjectivation and docilization of bodies, constituting a curriculum that teaches ways of living with cancer in the direction of building a new life. In addition, they seek to change the negative meanings attributed to the disease, transforming it into an event that seems to confer positive (over) living characteristics.
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Quando vai ser? o bebê ou a coleta das células-tronco? as pedagogias do risco e a colonização molecular do futuro

Somavilla, Vera da Costa January 2014 (has links)
Esta tese abrange questões relacionadas aos discursos de risco presentes nas publicações dos depoimentos de pais e mães em sites de biobancos autólogos que coletam e armazenam células-tronco do cordão umbilical para criopreservação. Para essa tarefa, tenho as seguintes questões: como a racionalidade de risco e sua promessa de garantia biológica no futuro se constituem nos depoimentos dos pais publicados nos sites que comercializam/vendem a coleta e o armazenamento de células-tronco do cordão umbilical? Como tal racionalidade e suas práticas se constituem como uma dimensão educativa, relativa à saúde, nesses sites? Nesse empreendimento, analisei as publicações da Internet de cinco sites de biobancos, que se constituíram como material principal da análise; vou toma-los enquanto um artefato cultural. A partir das discussões de risco e hiperprevenção, noções desenvolvidas nos trabalhos de Luis David Castiel, e de biotecnologias, nos trabalhos de Nikolas Rose, estabeleci as estratégias e categorias de análise da tese, que estão apresentadas em três eixos analíticos. O primeiro aborda a exortação do discurso de risco, em que apresento de que modo a prevenção dos riscos se constitui como elemento mobilizador para aquisição desta biotecnologia, educando pais e mães para a adoção de determinadas práticas de saúde vinculadas à segurança biológica para o futuro. O segundo discute o consumo de biotecnologias, que se apresentam discursivamente nos sites como um futuro de oportunidades para prevenção de riscos e influenciam a constituição de sujeitos de consumo. No terceiro eixo, problematizo as promessas de segurança biológica para o futuro, divulgadas de forma reiterada pelos biobancos, refletindo sobre os discursos que tratam do desejo de, a partir desta biotecnologia, adquirir um tipo de seguro biológico para a saúde no futuro. Será possível observar que os depoimentos extraídos dos sites constituem discursivamente a criopreservação das células-tronco do cordão umbilical como um tipo de “segurança biológica para o futuro”. A discussão dos dados possibilita perceber que os discursos presentes nos depoimentos dos pais e mães são singulares, amplamente marcados pelas pedagogias do risco, e ajudam a compreender como os processos de medicalização e molecularização da vida vão conformando as práticas e reposicionando as famílias em relação aos cuidados de saúde dos filhos, com vistas a evitar riscos de adoecimento no futuro. / This thesis addresses issues related to risk discourses found in testimonies given by parents on websites of autologous biobanks that collect and store stem cells from umbilical cord blood for cryopreservation. Two questions have been posed: How have the risk rationality and its promise of biological guarantee constituted and functioned on websites that trade/sell the collection and storage of umbilical cord blood stem cells? How have such rationality and its practices been constituted as an educative health-related dimension on those websites? The contents of five websites of biobanks have been selected as the main research material; hence, they have been here regarded as cultural artifacts. From the discussions about the notions of risk and hyper-prevention, which have been developed by Luis David Castiel, and also about biotechnologies, as seen by Nikolas Rose, I have established the strategies and categories of analysis, which have been divided into three analytical axes. The first one approaches the exhortation of the risk discourse, in which I have evidenced how risk prevention is a mobilizing element for the acquisition of that biotechnology and teaches parents to adopt certain health care practices linked to future biological security. The second one discusses the consumption of biotechnologies which are both discursively presented in the websites as a future of opportunities for risk prevention and influence the constitution of consumption subjects. In the third axis, I have problematized the promises of future biological security that have been recurrently publicized by the biobanks. I have reflected on discourses that, by considering this biotechnology, address the desire to obtain a certain kind of biological health insurance. It is possible to notice that the testimonies extracted from the websites discursively produce the cryopreservation of umbilical cord blood stem cells as a type of “biological insurance”. Data discussion has enabled me to understand that the discourses found in parents’ testimonies are unique and highly marked by the risk pedagogy, and also help us understand how the processes of medicalization and molecularization of life have shaped some practices and repositioned the families in relation to their children health care aiming at preventing diseases from appearing in the future. / Esta tesis abarca cuestiones relacionadas a los discursos de riesgo presentes en testimonios de padres y madres publicados en sitios web pertenecientes a biobancos autólogos que colectan y almacenan células madre del cordón umbilical para criopreservación. Para esta tarea, tengo las siguientes cuestiones: ¿Cómo la racionalidad de riesgo y su promesa de garantía biológica en el futuro se constituyen y operan en los sitios web que comercializan la colecta y el almacenamiento de éstas células? ¿Cómo tal racionalidad y sus prácticas se constituyen como una dimensión educativa relativa a la salud en estos sitios? En ese emprendimiento, analicé las publicaciones web de cinco páginas de biobancos, que se constituirían en el material principal de análisis; por eso los considero como un artefacto cultural. A partir de las discusiones de riesgo e hiperprevención (nociones desarrolladas en los trabajos de Luis David Castiel), y de biotecnologías (presente en los trabajos de Nikolas Rose), establecí las estrategias y categorías de análisis de la tesis, presentadas en tres ejes analíticos. El primero aborda la exhortación del discurso de riesgo, en el que presento de qué modo la prevención de riesgos se constituye como elemento movilizador para la adquisición de esta biotecnología, educando a padres y madres para la adopción de determinadas prácticas de salud vinculadas a la seguridad biológica para el futuro. El segundo discute el consumo de biotecnologías, que se presentan discursivamente en los sitios web como un futuro de oportunidades para la prevención de riesgos e influencian a la constitución de sujetos de consumo. En el tercer eje, problematizo las promesas de seguridad biológica para el futuro divulgadas de forma reiterada por los biobancos, reflexionando sobre los discursos que tratan el deseo de, a partir de esta biotecnología, adquirir un tipo de seguro biológico para la salud en el futuro. Será posible observar que los testimonios extraídos de los sitios web constituyen discursivamente la criopreservación de células madre como un tipo de “seguridad biológica para el futuro”. La discusión de los datos posibilita percibir que los discursos presentes en las declaraciones de padres y madres son singulares, ampliamente marcados por la pedagogía de riesgo, y ayudan a comprender como los procesos de medicalización y moleculización de la vida van conformando las prácticas y reposicionando a las familias en relación a los cuidados en la salud de los hijos, con vista a evitar riesgos de enfermedades en el futuro.
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Telejornalismo e convergência: uma análise cultural

Mota, Lilian 24 May 2012 (has links)
Submitted by Pós-Com Pós-Com (pos-com@ufba.br) on 2012-05-24T14:42:18Z No. of bitstreams: 1 LilianMota.pdf: 1830237 bytes, checksum: 4c607d2805eddc116e53b46cff06986c (MD5) / Made available in DSpace on 2012-05-24T14:42:18Z (GMT). No. of bitstreams: 1 LilianMota.pdf: 1830237 bytes, checksum: 4c607d2805eddc116e53b46cff06986c (MD5) / Esta dissertação propõe-se a compreender a relação entre telejornalismo, convergência midiática e interatividade. O estudo está ancorado nos estudos culturais, considerando a televisão como uma tecnologia e uma forma cultural e o telejornalismo uma instituição social. Para investigar como a convergência altera o cenário dos produtos, usamos o conceito de modo de endereçamento, que diz respeito ao tom e estilo dos programas. Para melhor compreender a dimensão processual do fenômeno da convergência, que provoca mudanças nas relações entre os produtores e receptores, apresentamos o conceito de interatividade, que ajuda a ver como os programas dialogam com os telespectadores através da tecnologia. Para as análises foram selecionados dois programas: dez edições do Urbano (Multishow) e quinze edições do Fantástico (TV Globo). O Urbano foi gravado durante o período de 2007 a 2010, com amostras de quatro temporadas. O Fantástico foi gravado em 2009 e 2010, após a entrada no ar da versão online do programa, o Canal F. Analisamos também o conteúdo online dos programas referente a cada edição. Por meio das análises, foi possível constatar que apenas no Urbano a participação do público interfere de fato na construção do programa; no Fantástico, embora o telespectador tenha canais tecnologicamente avançados para a participação, na maioria das vezes o conteúdo enviado por ele é reduzido a questões de importância secundária, e apenas quando o telespectador contribui com matérias factuais, na qualidade de testemunha ocular, sua participação é valorizada. Ampliando o cenário, observamos uma tendência à flexibilização das fronteiras entre a produção e a recepção nos programas e, por fim, apontamos a interatividade como uma prática que, se aliada à educação e à inclusão digital, tem o potencial de servir à cidadania. / Salvador
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Arquivo X e o pensamento tecnológico: civilização maquinística e projeção utópica do homem e do mundo

Reis, Pedro Henrique Baptista January 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T18:45:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000414773-Texto+Completo-0.pdf: 1068094 bytes, checksum: c2f8939a8006dcf48e9b5e9f1d2df4c8 (MD5) Previous issue date: 2009 / Based on the theoretical propositions of Francisco Rüdiger (2002, 2006, 2007, 2008) and Lucien Sfez (1994, 1996, 2002), and acknowledging authors such as Isaac Asimov (1984), Adam Roberts (2000), that analyze Science Fiction, Scott Bukatman (1998), André Lemos (2002), Sydney Eve Matrix (2006) and Erick Felinto (2005), that analyze the phenomena of cyberculture, we intend to guide an analyses of a specific cultural product: three selected episodes from the sucessful television show from the 1990’s and early 2000’s, X-Files (1993-2002). Those backgrounds speak of the transformations that contemporary society experiences in relation to the new technologies. From this point of view, the objective here is to identify the articulation of certain imaginaries related to the technological thinking and the utopic projection of the world as they reveal themselves in the narrative of this Science Fiction TV show. / Apoiados pelas proposições teóricas de Francisco Rüdiger (2002, 2006, 2007, 2008) e Lucien Sfez (1994, 1996, 2002), acrescidas de proposições de autores que versam sobre o gênero específico da Ficção Científica – como Isaac Asimov (1984) e Adam Roberts (2000) – e sobre o fenômeno da cibercultura – como André Lemos (2002), Sydney Eve Matrix (2006), Scott Bukatman (1998) e Erick Felinto (2005) – balizaremos a análise de um produto cultural em específico: três episódios da série de televisão norte-americana da rede Fox, Arquivo X (1993-2002). A partir destas recuperações teóricas, relacionadas com a mídia e as novas tecnologias, prosseguiremos a uma análise de um produto cultural específico – três episódios da série de televisão Arquivo X (1993-2002) – que nos levará à reflexão sobre como esse produto cultural de ficção articula ou não categorias e índices do pensamento tecnológico e das novas utopias tecnológicas. Trata-se de uma retomada, uma discussão dos problemas apresentados pela recuperação teórica através da perspectiva de um produto cultural, que se insere ao mesmo tempo em que se associa ao gênero da Ficção Científica.
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Mediação e midiatização: conexões e desconexões na análise do comunicacional

Santi, Vilso Junior Chierentin January 2013 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T18:45:52Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000448006-Texto+Completo-0.pdf: 1519430 bytes, checksum: 0d5ec2d5056692231c46b4bc020205a7 (MD5) Previous issue date: 2013 / This thesis analyses the theoretical constructions of Mediation and Mediatization, aiming at its conceptual models and questioning in which measure its ideas are still valuable for the study of communication. It questions what is particular about such frames, to what degree are they similar or different and what are their contributions to the problems of communication. We make an exploratory analysis of these suppositions, placing them on its historical background, and propose their enclosing into three thematic axis of discussion – communications, culture and technology – and through a comparative approach, we analyze these constructions. This path shows us that what is most peculiar in these frames are the very way of approaching technology, culture and communication; and that they have even more connections as it may seem primarily. / O trabalho avalia os construtos teóricos das Mediações e da Midiatização, mira os seus modelos conceituais e questiona em que medida os seus postulados ainda têm validade para o estudo do comunicacional. Pergunta o que há de particular nessas armações, qual seu grau de similitude/disparidade e quais suas contribuições à problematização do comunicativo. Faz uma análise exploratória desses pressupostos, historiciza-os no entorno de três eixos temáticos – comunicação, cultura e tecnologia – e, através de uma aproximação comparativa, reaprecia esses postulados. Neste trajeto deixa evidente que é a própria forma de encarar tecnologia, cultura e comunicação o que há de mais peculiar nas armações; que elas re-centram o debate do comunicativo; e, que em seus construtos há mais conexões do que se pode presumir a priori.

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