• Refine Query
  • Source
  • Publication year
  • to
  • Language
  • 211
  • 93
  • 39
  • 25
  • 23
  • 20
  • 19
  • 14
  • 11
  • 9
  • 9
  • 7
  • 4
  • 3
  • 3
  • Tagged with
  • 571
  • 85
  • 52
  • 48
  • 46
  • 38
  • 33
  • 31
  • 29
  • 29
  • 28
  • 28
  • 27
  • 26
  • 26
  • About
  • The Global ETD Search service is a free service for researchers to find electronic theses and dissertations. This service is provided by the Networked Digital Library of Theses and Dissertations.
    Our metadata is collected from universities around the world. If you manage a university/consortium/country archive and want to be added, details can be found on the NDLTD website.
21

Subtribo Myrciinae DC. e Myrceugenia O.Berg : tratamento taxonômico, flora e adequações nomenclaturais da coleção de glaziou para os estados Goiás e Tocantins / Myrciinae O.Berg and Myrceugenia O.Berg : taxonomic treatment, flora and nomenclatural adjustments of Glaziou’s collection to Goiás and Tocantins states

Rosa, Priscila Oliveira 23 October 2015 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Botânica, Programa de Pós-Graduação em Botânica, 2015. / Submitted by Fernanda Percia França (fernandafranca@bce.unb.br) on 2016-04-28T19:19:18Z No. of bitstreams: 1 2015_PriscilaOliveiraRosa_Parcial.pdf: 300567 bytes, checksum: d01394123ea7da1b1c1b41ea760a98de (MD5) / Approved for entry into archive by Patrícia Nunes da Silva(patricia@bce.unb.br) on 2016-05-18T12:04:57Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_PriscilaOliveiraRosa_Parcial.pdf: 300567 bytes, checksum: d01394123ea7da1b1c1b41ea760a98de (MD5) / Made available in DSpace on 2016-05-18T12:04:57Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_PriscilaOliveiraRosa_Parcial.pdf: 300567 bytes, checksum: d01394123ea7da1b1c1b41ea760a98de (MD5) / Subtribo MyrciinaeO.Berg e MyrceugeniaO.Berg: Tratamento taxonômico, flora e adequações nomenclaturais da coleção de Glaziou para os estados Goiás e Tocantins. Myrtaceae é uma família botânica de distribuição tropical, que chega à parte sul de regiões temperadas e apresenta pouca representatividade na África. Myrteae, a tribo de distribuição neotrópica, é subdividida em três subtribos: Myrciinae, Myrtiinae e Eugeniinae, sendo Myrciinae e Myrceugeniaos focos do presente trabalho. Myrceugeniafoi inserida em Myrciinae por ter embrião análogo ao mircioide, mas de morfologia foliar e floral diferentes. O gênero continua apresentando posição incerta entre as subtribos de Myrteae enquanto estudos são aprofundados. Uma das poucas coletas de Myrceugeniafeitas na área de estudo e o motivo de inserir o gênero nesse trabalho é um registro histórico feito por Glaziou, cuja coleção também foi analisada. O objetivo desse trabalho foi realizar o tratamento taxonômico da flora de Myrciinae e Myrceugeniapara os estados de Goiás e Tocantins, a adequação nomenclatural da coleção de Glaziou e analisar a distribuição geográfica de Myrceugenia no estado de Goiás. Além de expedições de coleta a locais pouco estudados, vários herbários nacionais e internacionais foram inventariados para a confecção desse trabalho. 56 espécies de Myrciinae e Myrceugeniaforam tratadas, sendo que Goiás apresenta 53 espécies e Tocantins 22, várias sinonimizações foram feitas a fim de facilitar a compreensão da flora local. Glaziou deu nome a 27 espécies de Myrcia, porém como seus nomes não foram corretamente publicados eles são considerados nomen nudum. A análise dessa coleção levou à conexão entre os nomes de Glaziou a nomes válidos de Myrciae a publicação de três espécies novas. A última coleta de Myrceugeniaem Goiás se deu há 50 anos, porém através de análises morfológicas e climatológicas evidenciou-se que há uma população dessa espécie no Pico das Almas – BA. / MyrciinaeO.Berg and MyrceugeniaO.Berg: Taxonomic treatment, flora and nomenclatural adjustments of Glaziou’s collection to Goiás and Tocantins states. Myrtaceae is a botanic family of tropical distribution that can reach the southern of temperate regions and with few species in Africa. Myrteae, the tribe with neotropic distribution, is divided in three subtribes: Myrciinae, Myrtiinae and Eugeniinae, and Myrciinae and Myrceugeniaare the aim of this project. Myrceugeniawere placed in Myrciinae for its analogMyrciinae embryo but its floral and leaf morphology are divergent. The genus continues to be unplaced between the Myrteae subtribes while more research is settled. One of the few collections of Myrceugeniaat the studied area, and the reason to study this genus is a Glaziou historic registry. The aim of this project were to do a taxonomic treatment of Myrciinae and MyrceugeniaFlora for Goiás and Tocantins states, the nomenclatural adjustment of Glaziou’s collection and to analyze the geographic distribution of Myrceugeniaat the studied area. In addition to field expeditions to poorly known localities at the studied area, the most important Brazilian and European herbaria were personally inventoried to make this thesis. 56 species of Myrciinae and Myrceugeniawere taxonomically treated; Goiás has 53 species and Tocantins 22. A high number of synonimizations were made to build a more comprehensive local flora and taxonomic entities as well. Glaziou baptized 27 species of Myrciafor Goiás although his scientific names were not validly published so they are considered all nomennudum. The analysis of this collection lead to a connection between Glaziou’s names to valid and accepted scientific names in Myrciaand the publication of three new species. The last collection of Myrceugeniain Goiás was made 50 years ago, but through morphological and weather conditions analysis came to light a population of this species at Pico das Almas – BA.
22

Germinação e micropropagação de Myrcia macrocalyx Faria & Soares-Silva (Myrtaceae), espécie rara do Cerrado com potencial ornamental

Alves, Renata Uchôa 28 July 2017 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Botânica, 2017. / Submitted by Raquel Almeida (raquel.df13@gmail.com) on 2018-03-12T21:34:48Z No. of bitstreams: 2 2017_RenataUchôaAlves_RESUMO.pdf: 86742 bytes, checksum: ded3f77da0baddc5fcc0704979ae5fa1 (MD5) 2017_RenataUchôaAlves.pdf: 1588819 bytes, checksum: b7caf14eac9878ef20cc7fd636366827 (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana (raquelviana@bce.unb.br) on 2018-03-13T19:15:29Z (GMT) No. of bitstreams: 2 2017_RenataUchôaAlves_RESUMO.pdf: 86742 bytes, checksum: ded3f77da0baddc5fcc0704979ae5fa1 (MD5) 2017_RenataUchôaAlves.pdf: 1588819 bytes, checksum: b7caf14eac9878ef20cc7fd636366827 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-03-13T19:15:29Z (GMT). No. of bitstreams: 2 2017_RenataUchôaAlves_RESUMO.pdf: 86742 bytes, checksum: ded3f77da0baddc5fcc0704979ae5fa1 (MD5) 2017_RenataUchôaAlves.pdf: 1588819 bytes, checksum: b7caf14eac9878ef20cc7fd636366827 (MD5) Previous issue date: 2018-03-13 / Em função da ocupação acelerada e desordenada de áreas destinadas a exploração agrícola e pastagens a cobertura vegetal do bioma Cerrado diminuiu em quase 50% de sua extensão nas últimas três décadas. As publicações “Livro Vermelho da Flora do Brasil” e “Livro Vermelho da Flora do Brasil: plantas raras do Cerrado” revelaram dados alarmantes em relação à quantidade de espécies ameaçadas de extinção para o bioma Cerrado. Tais listas são mais extensas e completas quando comparadas a dos anexos da Instrução Normativa nº 6 do Ministério do Meio Ambiente de 23 de setembro de 2008. O documento instruiu, em seu Art. 5º, que fossem elaborados e implementados planos de ação para a retirada de espécies das listas vermelhas no prazo máximo de cinco anos - a partir da data de publicação. O prazo de cinco anos esgotou em 2013, quando foi publicado o Livro Vermelho da Flora do Brasil. Ao invés de um plano de ação, obteve-se uma listagem ainda mais preocupante sobre uma iminente perda de biodiversidade brasileira. O presente trabalho teve como objetivo estabelecer protocolos de germinação e de micropropagação para Myrciamacrocalyx Faria & Soares-Silva (Myrtaceae) e descrever a morfologia das fases iniciais da espécie. Frutos coletadosno município de Cavalcante (GO) foram utilizados para as descrições morfológicas dos frutos e sementes (formato, cor, textura, brilho, peso, dimensões, número de sementes por fruto e espessura do pericarpo); peso da matéria fresca e seca e conteúdo de água. Para os testes de germinação foram utilizadas 100 sementes por tratamento (vermiculita, bioplant, areia e terra comum de cerrado). As bandejas com as sementes, dos diferentes tratamentos, foram mantidas em casa de vegetação e contabilizadas quando germinadas, no intervalo de 24h, durante 45 dias. Foi calculado: percentual de germinação, Índice de Velocidade de Emergência - IVE e Tempo Médio de Germinação - TMG. Para os estudos in vitro as sementes foram germinadas no meio ágar/água e transferidas para o meio ½ MS com combinações de BAP (0,0; 0,05; 0,5 mg.L-1) e AIB (0,0; 0,01 mg.L-1) para indução de brotos. No experimento derizogenese foi testado o meio ¼ MS com adição de AIB (0,0; 0,1; 1,0 mg.L-1) e (1,5 mg.L-1) de carvão ativado. O fruto de Myrciamacrocalyx é do tipo bacáceo com coloração que varia de verde a roxo, quando maduro. São encontradas de 1 a 3 sementes por fruto e a forma da semente está relacionada com o número de sementes no fruto, sendo frutos com uma só semente mais representativos na amostra coletada. Os frutos e as sementes apresentam, entre si, intensa variabilidade biométrica. O pericarpo maduro resseca e se rompe apresentando uma deiscência irregular, que expõe as sementes no ambiente. A espécie apresenta melhores resultados de germinação no substrato vermiculita, com87% de germinação, IVE (8,22) e TMG (13,52). A plântula é do tipo fanerocotiledonar, epígea com hipocótilo bem desenvolvido emergência curvada. Na germinação in vitro a porcentagem de germinação foi de 84%. Para a indução e alongamento de brotos e folhas indica-se 0,05 mgL-1de BAP.Não foi possível estabelecer um protocolo de rizogênese, embora o tratamento com 0,1 mg.L-1 AIB + 1,5 mg.L-1 de carvão ativado tenha estimulado o alongamento dos brotos. / Due to the rapid and disorderly occupation of areas for agricultural exploitation and pasture, the vegetation cover of the Cerrado biome has decreased by almost 50% in the last three decades. The publications "Red Book of Flora of Brazil" and "Red Book of Flora of Brazil: rare plants of the Cerrado" revealed alarming data regarding the number of species threatened with extinction for the Cerrado biome. These lists are more extensive and complete when compared to the annexes of Normative Instruction No. 6 of the Ministry of the Environment of September 23, 2008. In its Article 5, the document instructed that action plans for the withdrawal of species from the red lists had to be elaborated and implemented within a maximum period of five years - from the date of publication. The five-year deadline expired in 2013, when the Red Book of Flora of Brazil was published. Instead of a plan of action, an even more worrying listing of imminent loss of Brazilian biodiversity was obtained. The present work had as objective to establish germination and micropropagation protocols for Myrciamacrocalyx Faria & Soares-Silva (Myrtaceae) and to describe the morphology of the initial phases of the species. Fruits collected in the municipality of Cavalcante (GO) were used for the morphological descriptions of fruits and seeds (shape, color, texture, gloss, weight, dimensions, number of seeds per fruit and pericarp thickness); weight of fresh and dry matter and water content. For the germination tests, 100 seeds per treatment were used (vermiculite, bioplant, sand and cerradosoil). The trays with the seeds of the different treatments were kept in a greenhouse and counted when germinated, in the 24 hour interval, for 45 days. It was calculated: percentage of germination, Index of Emergency Speed - IVE and Average Time of Germination - TMG. For the in vitro studies the seeds were germinated in the agar / water medium and transferred to the ½ MS medium with combinations of BAP (0.0, 0.05, 0.5 mg.L-1) and AIB (0.0; 0.01 mg.L-1) for shoot induction. In the rhizogenesis experiment the ¼ MS medium was tested with the addition of AIB (0,0; 0,1; 1,0 mg.L-1) and (1,5 mg.L-1) activated charcoal. The fruit of Myrciamacrocalyx is of the bacaceous type with coloration that varies from green to purple when ripe. There are found of 1 to 3 seeds per fruit and the shape of the seed is related to the number of seeds in the fruit, being fruits with a single seed more representative in the sample collected. The fruits and the seeds show intense biometric variability. The mature pericarp dries out and ruptures, presenting an irregular dehiscence, which exposes the seeds to the environment. The species presents better germination results in the vermiculite substrate, with 87% of germination, IVE (8,22) and TMG (13,52). The seedling is of the phanerocotiledonar, epigene type with well-developed hypocotyl curved emergency. The germination percentage was 84%. For induction and elongation of shoots and leaves 0.05 mgL-1 of BAP is indicated. It was not possible to establish a rhizogenesis protocol, although treatment with 0.1 mg.L-1 AIB + 1.5 mg.L-1 of activated charcoal stimulated the elongation of the shoots.
23

Fitofisionomias do bioma Cerrado : síntese terminológica e relações florísticas

Walter, Bruno Machado Teles 03 1900 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Ecologia, Programa de Pós-Graduação em Ecologia, 2006. / Submitted by Diogo Trindade Fóis (diogo_fois@hotmail.com) on 2009-10-30T16:51:13Z No. of bitstreams: 1 2006_Bruno Machado Teles Walter.pdf: 2069635 bytes, checksum: 7721c7526662d0e0de4338e577419891 (MD5) / Approved for entry into archive by Luanna Maia(luanna@bce.unb.br) on 2010-01-10T12:58:58Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2006_Bruno Machado Teles Walter.pdf: 2069635 bytes, checksum: 7721c7526662d0e0de4338e577419891 (MD5) / Made available in DSpace on 2010-01-10T12:58:58Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2006_Bruno Machado Teles Walter.pdf: 2069635 bytes, checksum: 7721c7526662d0e0de4338e577419891 (MD5) Previous issue date: 2006-03 / Neste trabalho são analisadas as fitofisionomias do bioma Cerrado e sua flora associada. Bioma que comporta a mais rica savana do planeta, há mais de duzentos anos que ele vem sendo alvo de investigações biológicas diversas, entre as quais aquelas que pretenderam desvendar e definir aspectos estruturais que caracterizam a sua vegetação, em termos de paisagens e de espécies. O presente estudo focalizou as feições da vegetação decorrentes da flora nela presente, analisando a contribuição daqueles que pretenderam definir suas fitofisionomias. As análises apoiaram-se na terminologia, nas definições, conceitos e sistemas nomenclaturais publicados, e procuraram colocar em destaque os problemas que a nomenclatura e as diferenças conceituais representam para a conservação do bioma. Dividido em quatro capítulos, no primeiro deles o Cerrado é contextualizado entre as savanas mundiais, analisando o termo savana e suas diversas interpretações. A discussão conceitual sobre savana não possui interesse meramente acadêmico, pois sua definição influencia as práticas de conservação da vegetação pelos continentes. Diferentes autores, em diferentes partes do mundo, imputam significados diferenciados ao termo, obscurecendo a noção precisa do tipo de vegetação tratado, o que dificulta quaisquer comparações. No segundo capítulo é analisada a nomenclatura utilizada para caracterizar a vegetação do bioma, incluindo sua área contínua, transições com outros biomas e disjunções. Considerando nomes usados desde o século XVIII até o presente, e sustentado em mais de 450 referências bibliográficas, foram compilados mais de 774 termos e expressões ou, em contagens conservadoras, 480 ou 438 nomes. A interpretação de vários autores e/ou trabalhos relevantes é comentada, aludindo os principais termos fitofisionômicos que cada um apontou, dando especial atenção aos autores mais antigos e às fontes efetivamente pouco consultadas por ecólogos e botânicos. Os nomes compilados não alcançam números exatos (774? 480? 438?) pela abertura nomenclatural que vários sistemas de classificação possibilitam. Na prática, são números ainda maiores. Porém, exatamente por serem muito altos é que se revelam numerosas redundâncias desnecessárias, cujas causas e conseqüências são analisadas, alertando-se para os prejuízos que esse "mar de palavras" pode acarretar para a causa da conservação do Cerrado. No terceiro capítulo é abordada a nomenclatura botânica e alguns sistemas de classificação, tendo por base nomes, números e casos da flora do bioma Cerrado. Apoiando-se na flora fanerogâmica e utilizando diretamente táxons altos (famílias, ordens e classes), dez sistemas de classificação foram comparados, cujo critério de escolha foi a sua proposição, adoção ou influência no Brasil no século XX, incluindo tendências atuais. As diferenças de interpretação respondem pelo altíssimo intervalo de variação encontrado, que fizeram os números de famílias variar entre 132 e 180. Trata-se de um intervalo de 48 famílias para o mesmo conjunto de 11.046 espécies. As diferenças entre sistemas são analisadas quanto à circunscrição dos táxons altos, discutindo também casos de gêneros, espécies e os problemas que surgem na construção de uma lista de plantas. São analisadas algumas fontes destes problemas, finalizando com uma discussão sobre espécies raras e ameaçadas. Buscou-se, com o exemplo destas espécies, evidenciar problemas práticos advindos dessas diferenças de interpretação taxonômica e suas conseqüências. No quarto capítulo é analisada a distribuição da flora do bioma nas suas diferentes formações e fitofisionomias. Também baseado naquele conjunto de 11.046 espécies, foram analisadas 37 fitofisionomias/ambientes quanto aos números de espécies e hábito de crescimento. O maior número ocorreu no Cerrado sentido amplo (6.223 espécies, 138 famílias), seguido por florestas (destaque para Mata de Galeria) e campos. Os números do Cerrado sentido restrito (1.855 espécies, 102 famílias) superaram todas as compilações anteriores. Quanto aos hábitos, foram analisadas as fitofisionomias/ambientes em que eles predominam e foi investigada a proporção de plantas arbustivo-herbáceas para as arbóreas. Essa proporção aumenta exponencialmente das formações florestais para as campestres, alcançando, no Campo Limpo, 131,1 espécies de arbustos e ervas para cada espécie arbórea. Ambientes de conceito amplo como Cerrado lato sensu, Mata ou Campo ainda relacionam diretamente 5.022 espécies, o que revela indicações de ocupação fitofisionômica excessivamente amplas ou incompletas. Faltam estudos florísticos nos Palmeirais, sendo insuficientes as informações sobre o Campo Rupestre (sentido restrito) e o Parque de Cerrado. Somente 6.024 espécies estão vinculadas a algum dos onze tipos fitofisionômicos de Ribeiro e Walter, das quais 282 são referidas para as três formações (florestais, savânicas e campestres) do bioma. Estas representam as plantas com maior amplitude de ocupação fitofisionômica. A análise geral da flora mostra a necessidade de continuar a alimentação de dados à atual lista do Cerrado, indicando-se aqui o longo caminho que ainda deverá ser percorrido para que haja um conhecimento pleno sobre a flora do bioma. Porém, considerando as idiossincrasias das nomenclaturas botânica e fitogeográfica, não se espera que este caminho seja retilíneo, muito menos harmonioso. Concordando com alguns autores que já se aventuraram a opinar, nomenclatura não é uma disciplina racional. ________________________________________________________________________________ ABSTRACT / The physiognomic vegetation of the Cerrado biome and its associated flora are analyzed in this study. This biome, which contains the richest savanna of the planet, is being the target of several biological investigations, such as the one that intended to identify and define structural aspects that characterize its vegetation. This study focus in the features of vegetation, caused by the flora, analyzing the contribution of those that intended to define its physiognomies. The analyses were carried on terminology, definitions, concepts and nomenclatural systems published, looking for problems that terminology and conceptual differences may represent for the biome conservation. The first of four chapters contextualized the Cerrado among the world’s savannas, analyzing the term savanna and its several interpretations. The conceptual discussion about savanna doesn’t possess merely academic interest, because its proper definition will influenciate vegetation conservation practices all over the planet. Different authors, in different parts of the world, impute differentiated meanings to the term, misleading readers about the type of studied vegetation, difficulting comparisons. In the second chapter the nomenclature used to characterize the biome vegetation is analyzed, including its continuous area, transitions and disjunctions with other biomes. Considering present and names used since the XVIII century it were compiled more than 774 terms and expressions (in conservative counting, 480 or 438 names) used in 450 bibliographical references. The interpretation of several authors’ and/or important works is commented, mentioning the main phytophysiognomic terms. Special attention was given to the oldest authors and references barely consulted by ecologists and botanists. The compiled names do not reach exact numbers (774? 480? 438?) due to the nomenclatural opening that several classification systems make possible. In practice, the numbers are still larger. Nevertheless, exactly because they are very high, numerous unnecessary redundancies are revealed, whose causes and consequences are analyzed. It is given an alert for possible consequences that this “sea of words” can entail in the conservation efforts of the Cerrado biome. In the third chapter, the approach was on botanical nomenclature and classification systems, analyzing names, numbers and cases on the Cerrado flora. Focusing on flowering plants and higher taxons (families, orders and classes), ten classification systems were compared, whose choice criteria was its proposition, adoption or influence in Brazil in the XX century, including current tendencies. Differences on authors interpretation where responsible for the high interval, whose numbers of families varied between 132 and 180. It is an interval of 48 families for the same group of 11.046 species. The differences among systems are analyzed concerning to the circumscription of the higher taxons, also discussing cases of genera, species and the problems that emerge in the construction of plant lists. Some sources of these problems are analyzed, leading to a discussion about rare and threatened species. The intention was to show practical problems that came from differences of taxonomic interpretation and its ecological consequences. The last chapter analyzed the distribution of the Cerrado biome floras concerning to different vegetation forms and phytophysiognomies. Based on the group of 11.046 species, 37 phytophysiognomies/environments were analyzed, relatively to the numbers of species and growth forms. The largest species number was reached by Cerrado sensu lato (6.223 species, 138 families), followed by forests (highlights for Gallery Forest) and Grasslands. The numbers of Cerrado sensu stricto (1.855 species, 102 families) surpassed all previous published lists. The growth forms occurrence in the phytophysiognomies-environments were analyzed and also the proportion of shrubs-herbaceous plants to the trees. This proportion increases exponentially from forest formations to grasslands, reaching, in the Campo Limpo, 131,1 shrubs and herbs species for each tree. Environments of wide concepts such as Cerrado in its broad sense, Forest or Grasslands, count for 5.022 species, suggesting physiognomic distribution excessively wide or incomplete. The vegetation types “Palmeiral”, Campo Rupestre (restricted sense) and Parque de Cerrado (Cerrado Parkland) lacks floristic studies. Only 6.024 species could be related to some of the eleven main phytophysiognomic types described by Ribeiro and Walter, of which 282 are referred as present on all three vegetation forms of the biome, forest, savanna and grassland. These 282 species represents the plants with larger capacity of physiognomic occupation in this biome. The analysis of the floras shows the need to continue feeding reliable data to the list of the Cerrado flora, indicating the long term studies that should be done so that we have a better and full knowledge on the biome flora. Even so, considering the idiosyncrasies of the botany and phytogeographic nomenclatures, it is not waited that this road would be straight, much less harmonious. Despite the reasoning for logical and rationality on classification procedures, and agreeing with some authors, nomenclature is not a rational discipline.
24

Cucurbitaceae Durande na Floresta Atlântica de terras baixas ao norte do Rio São Francisco

COSTA, Géssica Anastácia Gomes da 31 January 2012 (has links)
Submitted by Chaylane Marques (chaylane.marques@ufpe.br) on 2015-03-10T18:36:34Z No. of bitstreams: 2 Dissertação Géssica Costa.pdf: 2466942 bytes, checksum: c81bd6bd7e15b17a59f12029751c673a (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-03-10T18:36:34Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Dissertação Géssica Costa.pdf: 2466942 bytes, checksum: c81bd6bd7e15b17a59f12029751c673a (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) Previous issue date: 2012 / CNPQ / Cucurbitaceae é predominantemente tropical e subtropical compreendendo entre 940-980 espécies das quais estima-se que 148, em 30 gêneros, ocorram no Brasil. Possui grande importância na economia mundial principalmente devido às espécies utilizadas na alimentação. Considerando sua complexa morfologia, a escassez de identificação de amostras da família e a diversidade pouco conhecida no país, este estudo tem por objetivo contribuir com o conhecimento de Cucurbitaceae no Brasil fornecendo descrições e chaves de identificação. A área de estudo abrangeu a Floresta Atlântica desde o estado de Alagoas ao Rio Grande do Norte, onde foram encontradas 18 espécies compiladas em 10 gêneros: Cayaponia (2), Ceratosanthes (2), Cyclanthera (1), Fevillea (1), Gurania (4), Luffa (1), Melothria (2), Momordica (1), Psiguria (3) e Ritydostylis (1).
25

A tribo melastomeae (melastomataceae juss.) na Mata Atlântica no nordeste oriental

ARAÚJO, Cínthia Menezes Lima Ramos 31 January 2013 (has links)
Submitted by Milena Dias (milena.dias@ufpe.br) on 2015-03-13T17:24:43Z No. of bitstreams: 2 Dissertaçao Cínthia Araújo.pdf: 3517660 bytes, checksum: a9904dfd48efeeac24c48904b4031997 (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-03-13T17:24:43Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Dissertaçao Cínthia Araújo.pdf: 3517660 bytes, checksum: a9904dfd48efeeac24c48904b4031997 (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) Previous issue date: 2013 / CNPq / Realizou-se o levantamento dos representantes de Melastomeae presentes na Mata Atlântica dos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas. O levantamento consistiu em coletas do material fértil em 14 localidades no período de março de 2012 a fevereiro de 2013, e também na consulta às coleções de herbários da área de estudo e de âmbito nacional. A tribo Melastomeae está representada na região por 16 espécies pertencentes a sete gêneros: Pterolepis (DC.) Miq., com sete espécies; Acisanthera P. Browne,com três espécies; Comolia DC., Marcetia DC. e Tibouchina Aubl., com duas espécies cada e Aciotis D.Don e Nepsera Naud., com uma espécie cada. O trabalho inclui uma chave para identificação das espécies, descrições, comentários e ilustrações.
26

Ouratea Aubl. (Ochnaceae) na porção norte da floresta atlântica, Brasil

SILVA, Fernanda Oliveira 27 February 2015 (has links)
Submitted by Fernanda Rodrigues de Lima (fernanda.rlima@ufpe.br) on 2018-10-08T20:04:05Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) DISSERTAÇÃO Fernanda Oliveira Silva.pdf: 4672072 bytes, checksum: d8d6d7a4d0ad4c8fce632f324f7bf82f (MD5) / Approved for entry into archive by Alice Araujo (alice.caraujo@ufpe.br) on 2018-11-23T18:03:04Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) DISSERTAÇÃO Fernanda Oliveira Silva.pdf: 4672072 bytes, checksum: d8d6d7a4d0ad4c8fce632f324f7bf82f (MD5) / Made available in DSpace on 2018-11-23T18:03:04Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) DISSERTAÇÃO Fernanda Oliveira Silva.pdf: 4672072 bytes, checksum: d8d6d7a4d0ad4c8fce632f324f7bf82f (MD5) Previous issue date: 2015-02-27 / CAPES / Ouratea Aubl. é o gênero mais diverso da família Ochnaceae possuindo cerca de 200 espécies distribuídas nas regiões tropicais e subtropicais do novo mundo. No Brasil ocorrem cerca 120 espécies, sendo 38 destas presentes na região Nordeste. O objetivo desse estudo foi realizar tratamento taxonômico de Ouratea na porção norte da Floresta Atlântica costeira, compreendendo do sul da Bahia até o norte do Rio Grande do Norte, visando conhecer a diversidade e distribuição do gênero na região. Para tanto, foram realizadas coletas botânicas e levantamento dos espécimes de Ouratea depositados nos herbários ALCB, ASE, CEPEC, EAN, HST, HUEFS, IPA, JPB, MAC, PEUFR, UFP e UFRN, o que permitiu os estudos morfológicos em amostras frescas e fixadas. As espécies foram descritas e ilustradas e uma chave para identificação das mesmas foi elaborada. Foram reconhecidas 20 espécies: O. bahiensis Sastre, O. cearensis (Tiegh.) Sastre, O. crassa Tiegh., O. conduplicata (Klotzsch) Engl., O. cuspidata, (A.St.-Hil.) Engl., O. fieldingiana (Gardner) Engl., O. gigantophylla (Erhard) Engl., O. hexasperma (A.St.-Hil.) Baill., O. longipes Sastre, O. palmata Ule, O. papulosa Sastre, O. parvifolia (A.St.-Hil.) Engl., O. platicaulis Sastre, O. polygyna Engl., O. pycnostachys (Mart.) Engl., O. rotundifolia (Gardner) Engl., O. salicifolia (A.St.-Hil. & Tul.) Engl., O. subscandes (Planch.) Engl. e O. venulata (Tiegh.) Sastre. Uma nova espécie para ciência foi descrita e ilustrada. Além disso, como consequência deste estudo, foi possível fazer uma lista comentada da família Ochnaceae para o Nordeste Oriental, que resultou na referência de 23 espécies, pertencentes a quatro gêneros de Ochnaceae s.l.: Elvsia DC. (1 espécie), Ouratea (15 spp.), Quiina Aubl. (4 spp.) e Sauvagesia L. (3 spp.), e um tratamento de Ochnaceae para a Flora do estado de Sergipe, sendo esta representada por 2 gêneros: Ouratea (7 espécies) e Sauvagesia (3 spp.). Os resultados permitiram ampliar a o conhecimento sobre as Ouratea e a família Ochnaceae na região Nordeste do Brasil. / Ouratea Aubl. is the most diverse genus of Ochnaceae s.s, with about 200 species distributed in tropical and subtropical regions of the new world. In Brazil occur approximately 120 species, of wich 38 occur in the Northeas. The aim of this study was to conduct a taxonomic treatment of Ouratea in the northern part of the coastal Atlantic forest, comprising a region from southern Bahia to the North of Rio Grande do Norte, to know he diversity and distribution of the genus in the region. For this purpose, we made botanical collections and surveys of specimens deposited in the herbaria ALCB, ASE, CEPEC, EAN, HST, HUEFS, IPA, JPB, MAC, PEUFR, UFP and UFRN, which allowed morphological studies with fresh and fixed material. The species were described and illustrated and a key for their identification was provided 20 species were recognized: O. bahiensis Sastre, O. cearensis (Tiegh.) Sastre, O. crassa Tiegh., O. conduplicata Engl., O. cuspidata, (A.St.-Hil.) Engl., O. fieldingiana (Gardner) Engl., O. gigantophylla (Erhard) Engl., O. hexasperma (A.St.-Hil.) Baill., O. longipes Sastre, O. palmata Ule, O. papulasa Sastre, O. parvifolia (A.St.-Hil.) Engl., O. platicaulis Sastre, O. polygyna Engl., O. pycnostachys (Mart.) Engl., O. rotundifolia (Gardner) Engl., O. salicifolia (A.St.-Hil. & Tul.) Engl., O. subscandes (Planch.) Engl. and O. venulata (Tiegh.) Sastre. One new species was described and illustrated. Also, as a consequence of this study, a cheklist of Ochnaceae for the Eastern part of Northeastern Brazil is presented, refering the occurrence of 23 species belonging to four genera: Elvasia DC. (1species), Ouratea (15), Quiina Aubl. (4) and Sauvagesia L. (3), and also a treatment of Ochnaceae for the Flora of the state of Sergipe presenting two genera: Ouratea (7 species) and Sauvagesia (3). The results increased the knowledge of Ouratea and Ochnaceae in the region.
27

Lichen flora of the West Yorkshire conurbation - Supplement VII (1999-2004)

Seaward, Mark R.D., Henderson, A., Hitch, C.J.B January 2005 (has links)
Yes
28

The environmental significance of the algal floras from three central Ohio sediment profiles /

Frederick, Victor Ray January 1977 (has links)
No description available.
29

Pakalnių (Utenos raj.) buveinių apsaugai svarbios teritorijos floros ypatumai / Peculiarities of flora of the Pakalnių special area of conversation, Utena district

Vengeliavičiūtė, Sandra 13 July 2010 (has links)
Tyrimai buvo vykdomi nuo 2009 – 04 – 25 iki 2009 – 10 – 18 maršrutiniu būdu Utenos rajone Pakalnių apylinkėse. Buvo naudojami Utenos girininkijos medynų planas (1999) ir Utenos rajono ţemės naudojimo ţemėlapis sudarytas, 1978 m. Tiriamasis plotas buvo pasirinktas, remiantis floros mėginių metodu (M. Natkevičaitė – Ivanauskienė, 1983). Tyrimai buvo vykdomi Pietvakarinėje Utenos rajono dalyje, Leliūnų seniūnijoje, Pakalnių apylinkėse 10x10 km plote. Pakalnių apylinkėse aptiktos keturios induočių augalų rūšys įrašytos į Lietuvos raudonąją knygą : vandenplūkinių (menturlapė eţerutė) ir geguţraibinių (baltijinė gegūnė, aukštoji gegūnė, raudonoji gegūnė) šeimų augalai. Retosios rūšys rastos šiose buveinėse: pievoje, miške, eţere. Floros mėginyje didţioji dalis pievų yra sausos, nenatūralios, uţsėtos pašariniais augalais. Tik nedidelė dalis pievų augalų renatūruojasi, Zablatiškų kaime yra išlikę natūralių, pelkingų pievų fragmentų, kuriuose ir aptikti saugomi geguţraibinių šeimos augalai. Pakalnių (Kuliešos) miške aptikta viena saugoma geguţraibinių šeimos augalų rūšis ir viena saugoma vandens augalų rūšis aptikta didţiausiame tirtojo mėginio eţere - Vidinkste. Pakalnių floros mėginyje uţregistruotos 340 augalų rūšys priklausančios 79 šeimoms, 5 skyriams: pataisūnų (Lycopodiophyta), asiūklūnų (Equisetophyta), šertvūnų (Polypodiophyta), pušūnų (Pinophyta), magnolijūnų (Magnoliophyta) . Pakalnių apylinkių induočių augalų rūšių įvairovė yra gana didelė. Labiausiai paplitę miglinių -... [toliau žr. visą tekstą] / Investigations were carried out from 2009 - 04-25 2009 - 10-18 route through the area Pakalniai Utena districts. It has been used for plantation forestry plan Utena (1999), and Valka district land use map drawn in 1978, A test area was selected on the basis of flora sampling method (M. Natkevičaitė - Ivanauskienė, 1983). Investigations were carried out in south-west region of Utena paragraph Leliūnų municipality, district Pakalniai 10x10 km area. Pakalniai discovered in four districts of vascular plant species recorded in the Lithuanian Red Data Book: Hydrocharitaceae (Hydrilla Polygonatum) and orchid (Dactylorhiza baltijinė, Common spotted orchid, Dactylorhiza incarnata) families of plants. Rare species found in these habitats: meadow, forest, lake. Flora sample most of the grassland is dry, unnatural, sown forage crops. Only a small proportion of grassland plants renatūruojasi, Zablatiškų village is naturally preserved, pelkingų grassland fragments, which are stored and found the orchid plants. Pakalniai (pursuance) there was discovered a protected orchid species and a protected species of aquatic plants found in the largest sample tirtojo Lake - Vidinkste. Pakalniai Flora sample recorded 340 plant species belonging to 79 families and 5 compartments: Lycopodiophyta (Lycopodiophyta) asiūklūnų (Equisetophyta) Ferns (Polypodiophyta) Pinophyta (Pinophyta) flowering plants (unranked). Pakalniai peri-vascular plant species diversity is quite high. The most popular cereals -... [to full text]
30

Prospec??o de genes associados ao processo de flora??o em tomateiro.

Ferreira, Daiane Cristina Cabral 28 February 2008 (has links)
Made available in DSpace on 2014-12-17T15:18:08Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DaianeCCF.pdf: 438800 bytes, checksum: c847da48b438b366ac3a9e69d018618a (MD5) Previous issue date: 2008-02-28 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient?fico e Tecnol?gico / Flowering is a process marked by switch of shoot apical meristem to floral meristem, and it involves a complex regulation by endogenous and environmental factors. Analyses of key flowering genes have been carried out primarily in Arabidopsis thaliana and have provided a foundation for understanding the underlying molecular genetic mechanisms controlling different aspects of floral development. Several homologous have been found in other species, but for crops species such as tomatoes this process is not well known. The aim of this work was to use the genetic natural variation associated to the flowering process and use molecular tools such as subtractive libraries and real time PCR in order to identify and analyze the expression from genes that may be associated to flowering in these two species: L. esculentum cv Micro-Tom and L. pimpinellifolium. Our results showed there were identified many genes related to vegetative and possibly to the flowering process. There were also identified many sequences that were unknown. We ve chosen three genes to analyze the expression by real time PCR. The histone H2A gene gave an expression higher in L. pimpinellifolium, due to this the expression of this gene may be associated to flowering in this specie. It was also analyzed the expression of an unknown gene that might be a key factor of the transition to flowering, also in L. pimpinellifolium. For the elongation factor 1-α expression, the expression results were not informative, so this gene may have a constitutive expression in vegetative and flowering state. The results observed allowed us to identify possible genes that may be related to the flowering process. For further results it will be necessary a better characterization of them. / A flora??o ? controlada por condi??es ambientais e fatores end?genos que se associam numa rede de mecanismos gen?ticos bastante complexos. An?lises de genes chaves da flora??o foram feitas primariamente em Arabidopsis thaliana tem fornecido grande conhecimento sobre mecanismos gen?ticos que controlam diferentes aspectos do desenvolvimento floral. Existem muitos hom?logos descritos em diversas outras esp?cies, inclusive em plantas de interesse agron?mico como o tomateiro. Nesta planta, as varia??es gen?ticas naturais relacionadas com a flora??o podem ter origem em diferentes genes expressos durante o desenvolvimento. Com isso, o objetivo deste trabalho foi de prospectar genes associados ao processo de flora??o utilizando a varia??o gen?tica natural existente entre L. esculentum cv Micro-tom e L. pimpinellifolium, aplicando-se a metodologia de biblioteca subtrativa e an?lise de express?o por qPCR em tempo real. Os resultados obtidos permitiram uma identifica??o de alguns genes que possam ser associados ? flora??o nestas esp?cies. Foram encontrados nas bibliotecas subtrativas genes relacionados tanto com o desenvolvimento vegetativo quanto genes ligados ao desenvolvimento reprodutivo, al?m de muitos genes n?o identificados em bancos de dados. Foram analisadas as express?es de tr?s genes por qPCR. As an?lises sugerem uma prov?vel associa??o do gene da histona H2A com a flora??o em L. pimpinellifolium, al?m de ter sido identificado tamb?m um gene desconhecido que pode ser outro fator chave na transi??o do meristema floral nessa esp?cie. Para os dados de express?o do gene fator de elonga??o 1-α, outro gene resultante da subtra??o de uma biblioteca com mensagens vegetativas, n?o foi encontrada liga??o com a flora??o. Visando-se melhor caracterizar este evento fisiol?gico em tomateiro, devem-se realizar estas an?lises para os outros genes identificados.

Page generated in 0.0295 seconds