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Bases filosóficas e implicações técnicas na Gestalt-terapia

Porto, Rosane Carneiro 25 October 1989 (has links)
Submitted by Estagiário SPT BMHS (spt@fgv.br) on 2012-04-24T13:48:50Z No. of bitstreams: 1 000054691.pdf: 3027960 bytes, checksum: 99a23c7a4a58b65a40146e58f642b65a (MD5) / Made available in DSpace on 2012-04-24T13:48:59Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000054691.pdf: 3027960 bytes, checksum: 99a23c7a4a58b65a40146e58f642b65a (MD5) Previous issue date: 1989 / The objective of this work is an epistemological reflection on Gestalt-therapy philosophícal basis, trying to associate it with its techniques and therapeutic procedures. Gestalt-therapy is shown from its origin, including a biography of Fritz Perls, where the influence of other approaches in his mind is evinced. The philosophic presuppositions are highlighted trying to relate some central concepts of phenomology and existencialism with Gestalt-therapy. A brief introduction on the basic theoretical pressuppositions was inserted, to help a better understanding of the approach as a whole. The therapeutic attitude is investigated supported on man's vision revealed in the philosophic essentials. It finishes whith some critical considerations on Gestalt-therapy. This analysis leads to the following inferences which refer to the therapeutic line focused. Philosophically it is based on man's existencialist vision which appraised existence, subjectivity and singularity, letting pain, anguish and suffering emerge. It ascertains that there is no human nature. Man is an interrelational being and his innermost essence is mistery. Human being only reveals himself in freedom; he is responsible for his choices. The therapeutic attitude adopted is phenomenologic¬ existential. The therapeutic situation phenomena are seen free from any 'a priori'. The therapist keeps up with the client's conscience flow trying to understand what is being unveiled to him and enthrall its meaning. / Este trabalho tem por objetivo fazer uma reflexão epistemológica das bases filosóficas da Gestalt-terapia, procurando relacioná-las com suas técnicas e procedimentos terapêuticos. A Gestalt-terapia é apresentada a partir de sua origem, incluindo-se uma biografia de Fritz Perls, onde fica evidenciada a influência de outras abordagens no seu pensamento. Os pressupostos filosóficos são enfocados procurando relacionar alguns conceitos centrais da fenomenologia e do existencialismo com a Gestalt-terapia. Inseriu-se uma breve apresentação dos pressupostos te6ricos básicos, a fim de colaborar para uma melhor compreensão da abordagem como um todo. A atitude terapêutica é investigada tomando-se por base a visão de homem exposta nos fundamentos filosóficos. Finalizou-se com algumas considerações críticas à Gestalt-terapia. Esta análise conduz às seguintes conclusões quanto à linha terapêutica enfocada: Filosoficamente, baseia-se numa visão existencialista de homem, que valoriza a vivência, a subjetividade e a singularidade, deixando emergir a dor, a angústia e o sofrimento. Afirma que não há natureza humana. O homem é um ser inter-relacional, que confirma sua existência na relação com o outro e a sua essência última é o mistério. O ser humano só se revela em liberdade; um ser responsivel por suas escolhas. - A atitude terapêutica adotada fenomenológica existencial. Os fenômenos da situação terapêutica são vistos isentos de qualquer a priori. O terapeuta acompanha o fluxo de consciência do cliente, buscando compreender o que lhe está sendo desvelado e captar seu sentido.
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A experiência das psicoses : um olhar teórico-clínico da Gestalt-Terapia

Oliveira, Marcella Albo de 14 September 2015 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Clínica, Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Cultura, 2015. / Submitted by Fernanda Percia França (fernandafranca@bce.unb.br) on 2016-06-14T16:26:34Z No. of bitstreams: 1 2015_MarcellaAlbodeOliveira.pdf: 756342 bytes, checksum: 6f93e25194077b42b0040fd948513bbc (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana(raquelviana@bce.unb.br) on 2016-12-21T12:26:51Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_MarcellaAlbodeOliveira.pdf: 756342 bytes, checksum: 6f93e25194077b42b0040fd948513bbc (MD5) / Made available in DSpace on 2016-12-21T12:26:51Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_MarcellaAlbodeOliveira.pdf: 756342 bytes, checksum: 6f93e25194077b42b0040fd948513bbc (MD5) / Este trabalho, de cunho teórico-clínico, teve como objetivo estabelecer reflexões acerca de como a Gestalt-Terapia (GT) pode ser uma abordagem no tratamento das psicoses. Apesar da dos poucos estudos sobre esse tema dentro da GT, defendeu-se que a base fenomenológica-existencial pode ser benéfica por focar-se na experiência imediata e por ter a clínica voltada para a retomada da espontaneidade do contato, o aumento da awareness e reconexão com o campo. Além disso, prima pelo olhar para a totalidade da experiência, enquanto uma vivência espaço-temporal, buscando o continnum entre funcionamento saudável e não saudável. O ponto de partida foi o da imprecisão teórica das psicoses na literatura da área e como o cuidado oferecido se organiza, define-se e se orienta a partir do que se pensa ser esse fenômeno. E, como tal, insere-se na compreensão de um sofrimento psíquico grave, muito mais existencial, concreto, intersubjetivo e relacional do que somente sintomatológico Tais desconstruções são necessárias, também, para abrir caminho à maior apreensão de como a GT compreende as psicoses, que destoa das construções psiquiátricas e psicanalíticas. Assim, revisitou-se criticamente as teorias e filosofias de base da GT, questionando possíveis alicerces para a discussão sobre de uma psicopatologia própria. A pessoa é vista como um campo organismo/ambiente e uma experiência de psicose se inscreve como uma vivência de desequilíbrio do processo figura/fundo e quebra dessa unicidade, caracterizando-se como a aniquilação da parte da realidade do que está sendo dado na experiência. A clínica gestáltica orienta-se pelo valor dado à vivência imediata, que valoriza e legitima a experiência vivida, por meio de posturas de presença, encontro, inclusão e confirmação na relação terapeuta-cliente, nas quais o psicoterapeuta é implicado no processo. Busca-se, então, dar atenção ao campo relacional, à criação de um contexto seguro e estável para que, progressivamente, juntamente com a diferenciação, a fronteira de contato possa ser reconhecida e os contatos possam ser realizados espontaneamente. Isso objetiva, também, a disponibilização de um fundo; a diferenciação criativa, principalmente no reconhecimento da fronteira de contato e subjetivação; a percepção de tempo e espaço como categorias que orientam e dão ritmo ao self; a busca de uma clara e distinta percepção das próprias necessidades; o desenvolvimento do ajustamento criativo. Conclui-se que é possível construir um saber teórico acerca desse fenômeno usando a teoria gestáltica, numa retomada efetiva dos pressupostos da fenomenologia-existencialismo e não apenas importar categorias e compreensões estrangeiras. Além de enfatizar a importância da união e fortalecimento entre teoria e prática gestáltica, que não podem estar dissociadas de um levantamento epistemológico lógico e de uma fundamentação sólida, pois tais alicerces direcionam a forma de se pensar a pessoa e o mundo. / This work, that have a theoretical and clinical nature, aimed to establish reflections about how Gestalt Therapy (GT) may be an approach in the care of psychosis. Despite the few studies on this topic within the GT, it was claimed that the phenomenological-existential basis can be beneficial because it focus on the immediate experience and to have the clinic focused on the resumption of spontaneous contact, increased awareness and reconnection with the field. In addition, gives the importance to the totality of experience as a spatio-temporal, seeking the continuum between healthy functioning and unhealthy. The starting point was the theoretical imprecision of psychosis in the literature and as the care provided is organized, defined and oriented by what is thought to be this phenomenon. And as such, is part of the understanding of serious psychological distress, more existential, concrete, intersubjective and relational than just symptomatic Also, such deconstructions are necessary to make the understanding of how the GT comprehends psychoses, which is different of psychiatric and psychoanalytic constructs. The theories and GT base philosophies was critically revisited, questioning the foundation for the discussion of its own psychopathology. The person is seen as a field organism/environment and psychosis experience is inscribed as an imbalance of the figure/ground process and the break this unity, characterized as the annihilation of part of the reality of what is being given in experience. The gestalt clinic is guided by the value given to the immediate experience, which values and legitimizes the lived experience through postures of presence, encounter, inclusion and confirmation in the therapist-client relationship, in which the therapist is involved in the process. The aim is to give attention to the relational field, the creation of a secure and stable environment so that progressively, along with differentiation, contact boundary can be recognized and contacts can be carried out spontaneously. This objective, also, the creation of a secure background; the creative differentiation, especially in recognition of the contact boundary and subjectivity; the perception of time and space as categories that guide and give rhythm to the self; the search for a clear and distinct perception of one's needs; the development of creative adjustment. It concludes that it is possible to construct a theoretical knowledge about this phenomenon using the gestalt theory, in an effective resumption of phenomenology-existentialism assumptions and not just import categories and foreign understandings. In addition, it emphasizes the importance of strengthening unity by theory and practice gestalt, which can not be dissociated from a logical epistemological understanding and a solid foundation, because it directs the vision about person and the world.
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Gestalt-terapia de curta duração : modelo Jorge Ponciano Ribeiro : um estudo de caso

Manso, José Guilherme da Costa 14 November 2016 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Clínica, Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Cultura, 2016. / Submitted by Fernanda Percia França (fernandafranca@bce.unb.br) on 2017-04-19T15:40:30Z No. of bitstreams: 1 2016_JoséGuilhermedaCostaManso.pdf: 3049273 bytes, checksum: 84870c20b3e0a1b716b9359c24e0ab57 (MD5) / Approved for entry into archive by Guimaraes Jacqueline(jacqueline.guimaraes@bce.unb.br) on 2017-04-20T10:58:46Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2016_JoséGuilhermedaCostaManso.pdf: 3049273 bytes, checksum: 84870c20b3e0a1b716b9359c24e0ab57 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-04-20T10:58:46Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2016_JoséGuilhermedaCostaManso.pdf: 3049273 bytes, checksum: 84870c20b3e0a1b716b9359c24e0ab57 (MD5) / O método desenvolvido pelo Professor Dr. Jorge Ponciano Ribeiro, Gestalt-terapia de Curta Duração, se destaca entre os autores de propostas de psicoterapias breves por uma singularidade: enquanto a quase totalidade destas concepções são focais, trabalhando diretamente o sintoma que aparece, o procedimento delineado por Ribeiro não olha apenas aquilo que mais sofrimento traz à pessoa, mas, ao invés disso, toma o indivíduo como um todo e o torna o centro de uma ação psicoterápica. Este Estudo de Caso, em nível de dissertação de mestrado, aplicou o método de Ribeiro em uma pessoa adulta e voluntária, com demanda significativa na área de saúde mental, a fim de avaliar, através do relato do participante da pesquisa, as mudanças produzidas. O método Gestalt-terapia de Curta Duração propôs-se levar o cliente à consumação de si mesmo, a fim de que ele pudesse expressar-se e, ao se expressar, desdobrar-se no sentido de quem ele é. Foram realizadas dez sessões de duas horas cada uma e a cliente pode experimentar-se, tomando consciência (awareness) de quando faz um contato genuíno com o mundo e quando prefere eleger figuras que confirmam os sintomas que emergiram durante as sessões. / The method developed by professor Jorge Ponciano Ribeiro, PhD, Short Term Gestalt Therapy, stands out among the authors of brief psychotherapies proposals by a singularity: while these conceptions are wholes focal almost working directly the symptom appears, the procedure outlined by Ribeiro doesn't look just what more suffering brings to person, but, instead, takes the individual as a whole and makes it the center of a psychotherapeutic action. This case study applied the method of Ribeiro in an adult and voluntary, with significant demand in the area of mental health, in order to assess, through the account of the subject of research, changes produced. The method Gestalt Therapy short-lived proposes taking the customer to the consummation of himself, so that he can express himself and, to express himself, unfolding in the sense of who he is. Ten sessions of 2 hours each were carried. The customer can try, taking consciousness (awareness) when does a genuine contact with the world and when you'd rather elect figures that confirm the symptoms that emerged during the sessions.
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O setting terapêutico como facilitador do contato no processo com crianças / The Setting Therapeutic as Contact Facilitator in process with Children (Inglês)

Diogenes, Luma Cavalcante 26 July 2016 (has links)
Made available in DSpace on 2019-03-30T00:21:13Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2016-07-26 / This paper proposed a research to understand what is the therapeutic setting and how it influences the process with children from the Gestalt therapists experience. We conducted a literature review of the last ten years in the major databases in order to verify the relationship of the setting from the Gestalt therapy and environmental psychology on the scarcity of materials we propose a dialogue between Gestalt therapy and Environmental Psychology with in order to list the contributions of environmental psychology to the understanding of the concept of setting. In this way the data were collected through narrative interviews with three gestalt therapists psychologists serving children in different settings, so by triggering question could make a construction of what would be the therapeutic setting based on experience, as it is a widely used term but without a proper conceptualization. Respondents dialogued bringing the setting as physical space and also psychic built through the therapeutic relationship that unfolded into several categories discussed by visions both of Gestalt Therapy as the Environmental Psychology, braiding a conceptual dialogue which begins with the thought field brought by Kurt Lewin first link between the two theories and practice of psychological make the clinic also thought this dialogical process between the approaches that different from other, complement each other bringing greater wealth to think about being with the other in one place. Keywords: setting, Gestalt therapy, environmental psychology, bond / Este trabalho apresenta uma pesquisa que teve como objetivo compreender o que é o setting terapêutico e como ele influencia o processo com crianças a partir da experiência de gestalt-terapeutas. Realizamos uma revisão bibliográfica dos últimos dez anos nas principais bases de dados com o propósito de verificar a relação do setting a partir da Gestalt-terapia e da Psicologia Ambiental. Diante da escassez de materiais propomos um diálogo entre a Gestalt-terapia e a Psicologia Ambiental com o intuito de elencar as colaborações da Psicologia Ambiental para a compreensão do conceito de setting. Desse modo os dados foram coletados através de entrevista narrativa com seis psicólogos gestalt-terapeutas que atendem crianças em diferentes settings, assim através da pergunta disparadora puderam fazer uma construção do que seria o setting terapêutico com base na experiência, já que é um termo bastante usado, mas sem uma conceituação própria. Os entrevistados dialogaram trazendo o setting como espaço físico e também psíquico construído através do vínculo terapêutico que se desdobrou em várias categorias discutidas pelas visões tanto da Gestalt-Terapia como pela Psicologia Ambiental, trançando uma interlocução conceitual que tem inicio com o pensamento de campo trazido por Kurt Lewin primeiro elo entre as duas teorias e a prática do fazer psicológico na clínica pensada também nesse processo dialógico entre as abordagens que diferente de outras, se complementam trazendo uma riqueza maior para pensar o estar com o outro em um lugar. Palavras-chave: setting, Gestalt-terapia, Psicologia Ambiental, vínculo.
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Gênese e construção de uma filosofia da gestalt na gestalt-terapia

Granzotto, Rosane Lorena January 2005 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Filosofia / Made available in DSpace on 2013-07-16T02:42:31Z (GMT). No. of bitstreams: 1 224241.pdf: 689076 bytes, checksum: 3d9c33c434ef0e88af0156a31d8b9804 (MD5) / A Gestalt-terapia é uma proposta de intervenção psicoterapêutica que se entende fundamentada numa leitura gestáltica da metapsicologia freudiana, por um lado, e numa interpretação fenomenológica da Psicologia da Gestalt, por outro. Seu principal mentor, Perls, referiu-se a esses fundamentos como uma sorte de "filosofia da gestalt", parcialmente desenvolvida na obra "Gestalt-terapia", escrita em 1951, com a colaboração de Paul Goodman e Ralph Hefferline. Na presente dissertação, pretendemos realizar um exame dessa filosofia, o que implica, em primeiro lugar, a investigação da gênese dos conceitos que a compõem, além da análise do modo como esses conceitos estão articulados nos termos daquela obra, principalmente. No primeiro capítulo estabelecemos um estudo sobre a origem do emprego psicológico da noção de "gestalt", o que nos remete à maneira como a Psicologia da Gestalt - em sua primeira geração - lê e emprega a noção husserliana de objeto intencional transcendente. No segundo capítulo, apresentamos a crítica de Husserl a esse emprego - que considera "naturalizante" -, bem como a proposta husserliana de redução da fenomenologia ao âmbito da filosofia transcendental, mostrando em que sentido - em função dessa redução - a segunda geração da Psicologia da Gestalt passa a empregar a noção de "gestalt" menos como uma estrutura fixa e mais como um campo auto-regulável. Discutimos, ainda, em que sentido esta noção de campo aparece na teoria que mais diretamente contribuiu para a construção da "filosofia da gestalt", a saber, a teoria organísmica de Goldstein. No terceiro capítulo, dissertamos sobre como - a partir da teoria organísmica de Goldstein - Perls se propõe a uma releitura gestáltica da metapsicologia freudiana e em que sentido essa releitura demanda uma investigação filosófica sobre a noção goldsteiniana de intencionalidade organísmica. No quarto capítulo é apresentada a investigação fenomenológica que Perls e Goodman fazem da noção de intencionalidade organísmica. No quinto e último capítulo, enfim, descrevemos o resultado desta investigação, que é a teoria do self, a peça mais importante da "Filosofia da Gestalt" anunciada por Perls. Gestalt Therapy is a motion of psychotherapeutic intervention which regards itself fundamented in a gestaltic reading of the freudian metapsychology on one hand , and a phenomenological interpretation of Gestalt Psychology on the other. Perls, Gestalt's chief mentor, referred to these fundaments as a sort of "Gestalt philosophy" somewhat developed in the work "Gestalt Therapy" , 1951, with collaborators Paul Goodman and Ralph Hefferline. This dissertation is aimed at axamining such philosophy which, in the first place, implies in an investigation of the genesis of the concepts it holds, as well as the way these concepts are chiefly articulated in that work terms. The first chapter is a survey on the origin of the psychological application of the notion of "Gestalt", which brings us the way "Gestalt philosophy" - in its first generation - reads and applies a husserlian notion of transcendent intentional object. The second chapter is Husserl's view of such applications, which he consideres to be "naturalizing", as well as his proposal of reduction of phenomenology in the transcendental philosophy environment, demonstrating which way - due to this reduction - the second generation of Gestalt Psychology begins to apply the notion of "gestalt" less as a fixed structure and more as a self-regulating field. We also discuss which way this field notion comes out in the theory which most directly contributed to the construction of the " Gestalt philosophy", that is, Goldstein's organismic theory. On the third chapter we comment how - out of Goldstein's organismic theory - Perls proposes a new gestaltic reading of Freud's metapsychology, and in what sense this new reading demands a philosophical investigation as for the goldsteinian notion of organismic intentionality. It is presented on the fourth chapter the phenomenological invesgigation which Perls and Goldstein make of the notion of organismic intentionality. On the fifth and last chapter we, finaly, describe the outcome of this investigation, which is the theory of the self, most important piece of "Gestalt philosophy" announced by Perls.
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De frente para o espelho : ecopsicologia e sustentabilidade

Carvalho, Marco Aurélio Bilibio 09 September 2013 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Centro de Desenvolvimento Sustentável, 2013. / Submitted by Albânia Cézar de Melo (albania@bce.unb.br) on 2013-12-16T13:52:43Z No. of bitstreams: 1 2013_MarcoAurelioBilibioCarvalho.pdf: 1507765 bytes, checksum: 94518d8c89a42976804a1b52106ae4a1 (MD5) / Approved for entry into archive by Guimaraes Jacqueline(jacqueline.guimaraes@bce.unb.br) on 2013-12-16T15:09:03Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2013_MarcoAurelioBilibioCarvalho.pdf: 1507765 bytes, checksum: 94518d8c89a42976804a1b52106ae4a1 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-12-16T15:09:03Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2013_MarcoAurelioBilibioCarvalho.pdf: 1507765 bytes, checksum: 94518d8c89a42976804a1b52106ae4a1 (MD5) / Esta tese analisa a crise de insustentabilidade que ameaça o futuro das sociedades contemporâneas, a partir do olhar da psicologia clínica. Para isso, tece um diálogo entre três abordagens psicológicas: a Ecopsicologia, a Gestalt-Terapia e a Abordagem Junguiana. As duas últimas, que são abordagens consagradas da psicologia clínica, oferecem elementos a uma leitura teórica das relações entre subjetividade e sustentabilidade. Essa leitura é estimulada de forma radical pela Ecopsicologia, uma abordagem emergente que desafia o viés antropocêntrico da Psicologia e propõe a existência de uma psicopatologia subjacente às relações entre ser humano e natureza. Essa proposição é desenvolvida a partir dos conceitos de Inconsciente Coletivo, Inconsciente Ecológico, Interdependência entre Ser e Meio, Awareness, Dialogicidade, Depressão, Narcismo e Ecopsicopatologias explorando a partir deles as distorções perceptivas inerentes à crise de insustentabilidade. Tais distorções perceptivas foram construídas historicamente a partir de crenças fundantes equivocadas sobre as relações entre nós humanos e os sistemas de vida dos quais nos originamos, resultando num estado alienado em relação a esses sistemas e voltado para atividades ecocidas. A configuração subjetiva que leva a atividades ecocidas pode ser compreendida a partir da perspectiva clínica, de forma que os conceitos da Abordagem Junguiana e da Gestalt-Terapia confirmam a proposição da Ecopsicologia de uma psicopatologia das relações ecológicas da qual a cultura dominante sofre sem se dar conta, enquanto rapidamente caminha para o agravamento da crise de sustentabilidade traçando um caminho autodestrutivo similar ao de pacientes com semelhante grau de inconsciência. No entanto, a perspectiva clínica não é suficiente para abarcar a complexidade da crise, na mesma medida em que sua ausência torna qualquer compreensão da crise incompleta e, até certo ponto, ingênua, já que forças psíquicas defensivas e poderosas estão atuando para o retardamento da resolução da crise. O que está em crise é, essencialmente, uma visão de mundo e de ser humano inconsciente de suas distorções e das consequências destrutivas e autodestrutivas dessa inconsciência. A tese exercita um olhar integrador da perspectiva clínica, vindo da Psicologia, com a perspectiva crítica vinda das Ciências Sociais para enriquecer o diálogo entre as três abordagens citadas e construir uma perspectiva transdisciplinar da crise de insustentabilidade. Conclui que a crise de insustentabilidade é um espelho da psique contemporânea. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT / This thesis analyzes the unsustainability crisis that threatens the future of the contemporary societies, based on the outlook of clinical psychology. To attain this aim, it draws from a dialogue among three psychological standpoints: Ecopsychology, Gestalt Therapy and the Jungian Approach. Gestalt Therapy and the Jungian Approach are long-standing schools of clinical psychology and provide elements for a theoretical reading of the relations between subjectivity and sustainability. This reading is stimulated in a radical way by Ecopsychology, an emerging approach that challenges the anthropocentric bias of Psychology and proposes the existence of a psychopathology underlying the relations between the human being and nature. This proposition is developed from the concepts of Collective Unconscious, Ecological Unconscious, Interdependence between Being and Environment, Awareness, Dialogicity, Depression, Narcissism and Eco-Psychopathology, which allow to explore the perceptive distortions inherent to the sustainability crisis. Such perceptive distortions have been historically constructed based on misleading foundational beliefs regarding the relations between us humans and the life systems from which we have originated, resulting in a state of alienation vis-à-vis these systems, which is aimed at ecocide activities. The subjective configuration that leads to ecocide activities can be comprehended based on the clinical perspective, in such way that the concepts of the Jungian Approach and of Gestalt Therapy confirm Ecopsychology’s proposition of a psychopathology of the ecological relations, from which the dominating culture is unheedingly suffering, as it rapidly moves toward the exacerbation of the sustainability crisis and walks a self-destructive path that resembles patients with a similar level of unconsciousness. Yet, the clinical perspective does not suffice in order to encompass the complexity of the crisis, while its absence makes any comprehension of the crisis incomplete, and, to a certain point, naïve, considering that defensive and powerful psychic forces are acting to procrastinate the resolution of the crisis. Essentially, this is the crisis of a worldview and of a view of the human being that is unconscious of its distortions, and of the destructive and self-destructive consequences of such unconsciousness. This thesis exercises an integrative and clinical outlook, drawing from Psychology with the critical view of the Social Sciences to enrich the dialogue between the three above-mentioned approaches and build a transdisciplinary perspective of the unsustainability crisis. It concludes that the unsustainability crisis is a mirror of the contemporary psyche. ______________________________________________________________________________ RESUMÉ / Cette thèse analyse la crise de non-durabilité qui menace l’avenir des sociétés contemporaines à partir du regard de la psychologie clinique. Pour ce faire, elle établit un dialogue entre trois approches psychologiques : l’Ecopsychologie, la Gestalt-Thérapie et l’Approche Jungienne. Ces deux dernières étant des approches consacrées de la psychologie clinique offrent des éléments pour une lecture théorique des rapports entre subjectivité et durabilité. Cette lecture est stimulée de manière radicale par l’Ecopsychologie, une approche émergente qui défie le volet anthropocentrique de la Psychologie et propose l’existence d’une Psychopathologie sous-jacente aux rapports entre l’être humain et la nature. Cette proposition est développée à partir des concepts d’Inconscient Collectif, Inconscient Ecologique, Interdépendance entre Être et Milieu, Awareness, Dialogicité, Dépression, Narcissme et Ecopsychopathologies à partir desquels sont exploitées les distorsions inhérentes à la crise de non-durabilité. Ces distorsions perceptives ont été historiquement construites à partir des croyances fondatrices équivoquées sur les rapports entre nous, les être humains, et les systèmes de vie dont on est originaires, aboutissant à un état aliéné par rapport à ces systèmes et tourné vers des activités écocides. La configuration subjective qui mène à des activités écocides peut être comprise à partir de la perspective clinique de sorte que des concepts de l’approche Jungienne et de la Gestalt-Thérapie confirme la proposition de l’Ecopsychologie d’une psychopathologie des relations écologiques dont souffre, sans se rendre compte, la culture dominante, tandis qu’elle marche rapidement vers l’aggravement de la crise de durabilité en parcourant un chemin autodestructif similaire à celui des patients avec un degré d’inconscience semblable. Néanmoins, la perspective clinique n’est pas suffisante pour englober la complexité de la crise, au même titre que son absence rend toute compréhension de la crise incomplète voire naïve, puisque des forces psychiques défensives et puissantes agissent pour le retardement de la résolution de la crise. Ce qui est en crise est essentiellement une vision d’un monde et de l’être humain inconscient de ses distorsions et des conséquences destructives et autodestructives de cette inconscience. La thèse s’exerce à un regard qui intègre la perspective clinique issue de la psychologie avec la perspective critique des Sciences Sociales pour enrichir le dialogue entre les trois approches citées et construire une perspective transdisciplinaire de la crise de non-durabilité. J’en ai conclu que la crise de non-durabilité est un miroir de la psyché contemporaine. ______________________________________________________________________________ RESUMEN / Esta tesis analiza la crisis de insostenibilidad que amenaza el futuro de las sociedades contemporáneas a partir de la mirada de la psicología clínica. Para ello, teje un diálogo entre tres enfoques psicológicos: la Ecopsicología, la Terapia Gestalt y el Enfoque Junguiano. Estos dos últimos, que son enfoques consagrados en la psicología clínica, ofrecen elementos para una lectura teórica de las relaciones entre subjetividad y sostenibilidad. Esa lectura es estimulada de forma radical por la Ecopsicología, una perspectiva emergente que desafía el sesgo antropocéntrico de la Psicología y propone la existencia de una psicopatología subyacente a las relaciones entre el ser humano y la naturaleza. Ese planteamiento es desarrollado a partir de los conceptos de Inconsciente. Colectivo, Inconsciente Ecológico, Interdependencia entre Ser y Medio, Awareness, Dialogicidad, Depresión, Narcisismo y Eco-Psicopatologías, explorando con base en ellos las distorsiones perceptivas inherentes a la crisis de insostenibilidad. Tales distorsiones perceptivas han sido históricamente construidas a partir de creencias fundacionales equivocadas sobre las relaciones entre nosotros humanos y los sistemas de vida en qué nos originamos, resultando en un estado alienado en relación a eses sistemas y vuelto hacia actividades ecocidas. La configuración subjetiva que conlleva actividades ecocidas puede ser comprendida a partir de la perspectiva clínica, de modo que los conceptos del Enfoque Junguiano y de la Terapia Gestalt confirman el planteamiento de la Ecopsicología de una psicopatología de las relaciones ecológicas, de la cual la cultura dominante padece sin darse cuenta, mientras rápidamente camina hacia el empeoramiento de la crisis de sostenibilidad, trazando un camino autodestructivo similar al de los pacientes con semejante nivel de inconsciencia. Pero la perspectiva clínica no es suficiente para abarcar la complejidad de la crisis, en la misma medida que su ausencia torna cualquier comprensión de la crisis incompleta y, hasta cierto punto, ingenua, considerando que fuerzas psíquicas defensivas y poderosas están actuando para retardar la resolución de la crisis. Lo que está en crisis, esencialmente, es una visión de mundo y de ser humano inconsciente de sus distorsiones y de las consecuencias destructivas y autodestructivas de esa inconsciencia. La tesis ejercita una mirada integradora de la perspectiva clínica, con base en la Psicología y en la visión crítica de las Ciencias Sociales, para enriquecer el diálogo entre los tres enfoques mencionados y construir una perspectiva transdisciplinar sobre la crisis de insostenibilidad. Su conclusión es que la crisis de insostenibilidad es un espejo de la psique contemporánea.
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Gestalt-terapia com crianças : uma análise de sua produção teórica no Brasil

Pajaro, Mariana Vieira 04 August 2015 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Clínica, Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Cultura, 2015. / Submitted by Patrícia Nunes da Silva (patricia@bce.unb.br) on 2015-12-18T13:46:34Z No. of bitstreams: 1 2015_MarianaVieiraPajaro_Parcial.pdf: 99192 bytes, checksum: a097d3454ccdbcc718f1673310c60e48 (MD5) / Approved for entry into archive by Guimaraes Jacqueline(jacqueline.guimaraes@bce.unb.br) on 2016-01-05T13:43:24Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_MarianaVieiraPajaro_Parcial.pdf: 99192 bytes, checksum: a097d3454ccdbcc718f1673310c60e48 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-01-05T13:43:24Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_MarianaVieiraPajaro_Parcial.pdf: 99192 bytes, checksum: a097d3454ccdbcc718f1673310c60e48 (MD5) / O estudo se propõe investigar e descrever o cenário da Gestalt-terapia com crianças no Brasil, a partir do levantamento da produção teórica, aqui delimitada a artigos e livros, e do olhar de protagonistas, autores e profissionais dessa área. Secundariamente, tem a finalidade de catalogar a produção teórica nacional com esse enfoque, identificar seus protagonistas, descrever a situação atual das produções, detectando lacunas e perspectivas nessa abordagem, de modo a compreender o desenvolvimento teórico desse saber. Configura-se como uma pesquisa qualitativa de caráter descritivo, valendo-se do uso de entrevista semi-estruturada, questionário eletrônico e revisão bibliométrica. A bibliometria é uma técnica que possibilita a medição dos índices de produção e possibilita descrever aspectos da literatura. A pesquisa desenvolve-se em quatro etapas principais: 1. catalogação da produção teórica; 2. identificação e entrevista com os protagonistas (aqueles que contabilizaram maior número de obras); 3. aplicação de questionário eletrônico nos autores identificados por possuírem uma publicação; e 4. aplicação de questionário eletrônico nos profissionais da Gestalt-terapia infantil que nunca publicaram. Os dados foram analisados a partir da análise de conteúdo categorial temática, que constrói categorias a partir dos temas presentes no discurso. Foram catalogadas, ao todo, 48 produções, das quais seis livros e 42 artigos ao longo dos 34 anos que compreendem desde a data da primeira obra catalogada (1980) até o fim da busca (2014). Essa produção está concentrada, sobretudo, nas regiões Sudeste e Centro Oeste, embora todas as regiões brasileiras contabilizem publicações. Os dados revelam crescimento tímido e inconstante da produção teórica no Brasil, direcionada, sobretudo, às bases teóricas da Gestalt-terapia, com destaque para a Teoria de campo de Kurt Lewin. A compreensão qualitativa abarcou os principais temas referidos pelos participantes do estudo, dos quais emergiram as categorias: 1. as primeiras produções no Brasil; 2. o cenário atual da literatura brasileira; 3. lacunas e perspectivas teóricas; 4. o que leem os gestalt-terapeutas infantis; 5. motivações e desafios de publicar e; 6. as particularidades do atendimento infantil. Conclui-se que a pesquisa em Gestalt-terapia com crianças caminha lentamente, dada sua pouca tradição de publicar, fruto da histórica herança dicotômica entre teoria e prática, apontando para a relevância de integrá-las como meio de contribuir com o progresso dessa literatura. Ademais, destaca se como perspectiva futura o desafio de pensar a criança brasileira do século XXI, de modo a refletir sobre suas demandas atuais e sobre as consequentes implicações dessas demandas no processo psicoterapêutico. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT / The study proposes to investigate and describe the scenario of Gestalt Therapy with children in Brazil, from the survey of the theoretical production, here delimited in articles and books, and the look of protagonists, authors and practitioners in this area. Secondly, it has the purpose of cataloging the theoretical national production with this approach, identifying its protagonists, describing the current situation of the productions by detecting gaps and perspectives in this approach, in order to understand the theoretical development of this guideline. It appears as a qualitative research of descriptive character, taking advantage of the use of semi-structured interview, electronic questionnaire and bibliometric review. The Bibliometrics is a technique that allows the measurement of production and describes aspects of literature. It comprises four main steps: 1. cataloguing of theoretical production; 2. identification and interview with the protagonists (those that accounted for the largest number of works); 3. application of electronic questionnaire in the authors identified by a publication; and 4. application of electronic questionnaire in the professionals of children's Gestalt Therapy that have never published. Data was analyzed from the categorical thematic content analysis, building categories from the themes present in the speech. There were cataloged, in all, 48 productions, of which 6 books and 42 articles over the 34 years since the date of that first work catalogued (1980) until the end of the research (2014). This production is concentrated mainly in the Southeast and Central parts of the country, although all Brazilian regions account for publications. The data shows a shy and unstable growing of theoretical production in Brazil, directed mainly to theoretical bases of Gestalt Therapy, with emphasis on the Field Theory of Kurt Lewin. A qualitative understanding encompassed the main themes expressed by the participants of the study, from which the following categories emerged: 1. the first productions in Brazil; 2. the current scenario of Brazilian literature; 3. gaps and theoretical perspectives; 4. what children's Gestalt-therapists read; 5. motivations and challenges of publishing; 6. the particularities of the child care. We are able to conclude that the research in Gestalt therapy with children walks slowly , given their little tradition of publishing , the result of historical heritage dichotomy between theory and practice, pointing to the importance of integrating them as a means of contributing to the progress of literature. Furthermore, it stands out as a future perspective the challenge of thinking of Brazilian children of the 21st century, to reflect on their current demands and on the consequent implications of these demands in the psychotherapeutic process.
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Ontologia gestáltica

Belmino, Marcus Cézar de Borba January 2016 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Florianópolis, 2016. / Made available in DSpace on 2017-05-23T04:24:29Z (GMT). No. of bitstreams: 1 345638.pdf: 2472254 bytes, checksum: c3c573d4a1cd25f16f43677482a930c0 (MD5) Previous issue date: 2016 / Paul Goodman foi um dos pilares do movimento anarquista americano. Paul Goodman foi um escritor, crítico literário, psicoterapeuta, crítico político e posteriormente (a partir dos anos de 1960) tornou-se um ferrenho crítico dos modelos de educação tradicional e um dos principais nomes da desescolarização, sendo um ativista do movimento contra a escolarização obrigatória. Por conta dessa amplitude de temas, Goodman teve seus debates atravessados pela antropologia, pela educação, pela psicanálise, pela filosofia, pela psicologia e várias outras áreas. Goodman produziu uma leitura gestáltica da experiência que fora fundamental para construir suas perspectivas clínicas, políticas e educacionais. Assim, o objetivo desta tese é caracterizar na obra de Paul Goodman a vigência de um modelo de descrição e compreensão da experiência o qual caracteriza uma ontologia gestáltica, o que significa dizer: um modelo em que a experiência é descrita como um todo de diferentes dimensões e que não têm síntese entre si. Em segundo lugar, mostrar em que o sentido ontológico gestáltico serviu de base para Paul Goodman estabelecer a crítica aos modelos políticos, clínicos e educacionais de sua época. Goodman, desde seus primeiros escritos, apontava a importância de uma profunda reflexão sobre a natureza humana para fundamentar seus debates políticos. Como um leitor de John Dewey, Goodman entendia que a reflexão política em prol de uma sociedade democrática e o impacto das instituições coercitivas na vida dos indivíduos precisavam, necessariamente, de uma elucidação acerca dos fundamentos da natureza humana. Porém, para além de Dewey, é na psicanálise freudiana e parafreudiana (principalmente nas ideias de W. Reich) que Goodman procurará responder a essa questão. Foi na década de 50, ao escrever o tomo teórico do livro Gestalt Therapy, assinado conjuntamente com Frederick Perls e Ralph Hefferline, que Goodman tenta pensar um modelo ontológico que se produz a partir de uma digressão acerca de suas influências pragmatistas, psicanalíticas e fenomenológicas. Seu propósito era pensar uma ontologia anárquica, que pudesse conceber os processos de criação, sem a necessidade de um recurso dogmático, genético ou teleológico. A natureza humana é esse todo propriamente gestáltico que, à revelia do que é constituído, possibilita sempre um lugar de criação. A natureza humana, para Goodman, é justamente esse resíduo que produz, a partir da biologia e da sociedade, um espaço de diferenciação e criação. O nome que Goodman irá dar para esse processo de criação, ou seja, para a natureza humana, é teoria do self. Isso porque, estando inserido dentro do contexto psicanalítico e neopsicanalítico dos EUA, e, principalmente, estando responsável pela criação dos fundamentos de uma nova abordagem psicoterapêutica, Goodman procurou pensar uma teoria do self, porém, sem cair nas armadilhas psicologistas em que seus contemporâneos haviam sucumbido. Sendo assim, ao construir uma teoria da experiência de base gestáltica, Goodman consegue fundamentar de uma forma não dogmática suas propostas políticas, educacionais e clínicas. Isso porque o livro Gestalt Therapy tem como propósito explorar os fundamentos da experiência, mas também os efeitos da burocratização e da coerção na experiência humana. Assim, Goodman consegue pensar uma clínica que tem como propósito o acolhimento à diferença (a Gestalt-terapia); uma política que problematize a desvitalização e a apatia social vividas pelos indivíduos (a anarquia) e o papel da escola como instrumento de domesticação dos corpos na lógica burocrática (a desescolarização).<br> / Abstract : Paul Goodman was one of the pillars of the American anarchist movement. Paul Goodman was a writer, literary critic, psychotherapist, political critic, and later (from the 1960s) a fierce critic of traditional education models and one of the leading names in unschooling, being an activist on the movement against the compulsory schooling. Because of this range of themes, Goodman had his debates through anthropology, education, psychoanalysis, philosophy, psychology, and several other areas. Goodman produced a Gestalt reading of experience that was fundamental in building his clinical, political, and educational perspectives. Thus, the aim of this thesis is to characterize in Paul Goodman's work the validity of a model of description and understanding of experience which characterizes a Gestalt ontology, which means: a model in which experience is described as a whole of different dimensions And which have no synthesis between them. Secondly, to show that Gestalt's ontological sense served as the basis for Paul Goodman's critique of the political, clinical, and educational models of his time. Goodman, from his earliest writings, pointed to the importance of a deep reflection on human nature to ground his political debates. As a reader of John Dewey, Goodman understood that political reflection for a democratic society and the impact of coercive institutions on individuals' lives necessarily needed an elucidation of the foundations of human nature. However, apart from Dewey, it is Freud's and Freudian psychoanalysis (especially in W. Reich's ideas) that Goodman will seek to answer this question. It was in the 1950s, when he wrote the theoretical tome of the book Gestalt Therapy, co-signed with Frederick Perls and Ralph Hefferline, that Goodman tries to think of an ontological model that is produced from a digression about his pragmatist, psychoanalytic and phenomenological influences. Its purpose was to think of an anarchic ontology, which could conceive the processes of creation, without the need of a dogmatic, genetic or teleological resource. Human nature is this gestalt whole which, despite of what is constituted, always enables a place of creation. Human nature, for Goodman, is precisely this residue that produces, from biology and society, a space of differentiation and creation. The name that Goodman will give to this process of creation, that is, to human nature, is theory of self. This is because, being inserted within the psychoanalytic and neopsychoanalytic context of the USA, and mainly being responsible for the foundations of a new psychotherapeutic approach, Goodman tried to think a theory of the self, however, without falling into the psychological traps in which his contemporaries had Succumbed. Thus, in constructing a gestalt-based theory of experience, Goodman succeeds in substantiating his political, educational, and clinical proposals in a non-dogmatic way. This is because Gestalt Therapy's purpose is to explore the foundations of experience, but also the effects of bureaucratization and coercion on human experience. Thus, Goodman manages to think a clinic that has as purpose the reception to the difference (the Gestalt-therapy); A policy that problematizes the devitalisation and social apathy experienced by individuals (anarchy) and the role of school as an instrument for the domestication of bodies in bureaucratic logic.
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De cotovelos apoiados no para-peito da palavra: no cenário clinico, qual e o horizonte? / Elbows staying on the parapet of the word: in the clinical scene, what is the horizon

Ana Maria Loffredo 05 June 1992 (has links)
Analisa as relações da gestalt terapia (gt) com a psicanálise, questão considerada central devido ao retorno de grande parte da gt contemporânea ao referencial psicanalítico. Articula as questões analisadas em torno da linguagem na gt e da proximidade entre o discurso poético e o produzido no processo terapêutico. Apresenta a relação entre os instrumentos metodológicos que caracterizam a gt com o procedimento fundado na interpretação, método constitutivo da doutrina e técnicas psicanalíticas. Verifica que a descristalização da neurose se da também, e necessariamente, pela fala; todo trabalho terapêutico e obrigatoriamente atravessado pelo verbal; a polaridade do discurso neurótico e o discurso poético, que pretende romper as regras e e tomado aqui, como modelo de referencia, limite para o qual tende o discurso neurótico, não importa se chega la. Coloca que o sentido do que seja interpretação, do ponto de vista analítico, e distorcido, no geral, na literatura gestáltica, tendendo-se a confundi-la com o procedimento de construção e, mesmo nesse caso, esse conceito não e compreendido corretamente. Entendendo poesia como uma operação alquímica pela qual os elementos recuperam sua natureza original, conclui que pode haver poesia no espaço terapêutico e que estar em estado de disponibilidade a emergência da experiencia poética e condição e razão de ser do trabalho terapêutico / This work concernes the relationships between Gestalt Therapy and Psychoanalysis, wich is one of the most important sources presented in the body of influences that originated its formation. Taking into account the return of great part of contemporary Gestalt Therapy to the psychoanalytic frame of reference, that relationship is posed as a central question. The integration field, presented here, is articulated around the question of language in Gestalt Therapy and the question of proximity between the poetic discourse, and the discourse produced in the therapeutic process. In order to better deal with this theme methodological instruments are presented. They characterize either the therapeutic action in the Gestalt Therapy as well as the methodological procedure wich constitute the psychoanalytic doctrine and technique
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Acolhimento e cuidado : a gestalt-terapia diante do sofrimento psíquico

Ramos, Thaís Carneiro Costa 03 August 2018 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica e Cultura, 2018. / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). / São grandes e promissores os avanços no tratamento em saúde mental, visando à humanização do acolhimento e tratamento do sofrimento psíquico. No Brasil e no mundo, os profissionais da saúde que se dedicam a essa intervenção se vêem impelidos a inserirem o respeito e o amor pelo humano em sua prática profissional cotidiana. No entanto, ainda que direcionassem esforços nessa direção, a de acompanhamento do sofrimento humano, historicamente subjazia a imprecisão sobre qual seria, de fato, a ‘doença’ que estava sendo tratada a partir do diagnóstico de ‘psicose’. Milhares de pessoas com sofrimentos psíquicos diversos, além do estigma, foram internadas ou excluídas, quando não submetidas a tratamentos desumanizantes e alienantes. A fim de tentar minimizar o impacto dos “pré-conceitos” instaurados pela psiquiatria clássica, o termo a ser utilizado neste estudo, ‘sofrimento psíquico grave’, é um constructo que nos dará liberdade para discutir crises intensas de cunho ‘normal’ ou ‘psicótico’, tratando daquilo que é inerente ao humano: a crise. Tradicionalmente, a Gestalt-terapia está associada à prática terapêutica alicerçada na ética do cuidado, que inclui a entrega sem reservas do terapeuta na relação com o paciente. Tendo se inspirado originalmente nas filosofias do Humanismo, Existencialismo, Existencialismo Dialógico e na Fenomenologia, essa prática clínica tomou corpo com os estudos realizados pela Psicologia da Gestalt, Teoria de Campo, Teoria Organísmica e Holismo. Desde a origem até os tempos atuais, a Gestalt-terapia tem se mostrado dinâmica e ativa na compreensão e no atendimento do humano em seus diversos ângulos mostrando-se, assim, capaz de realizar em si ajustamentos criativos saudáveis e expansivos na direção evolutiva ascendente. Ainda que a prática clínica pautada na Gestalt-terapia esteja difundida amplamente, necessitamos de maior produção acadêmica e teórica que assegure contribuições à comunidade científica, sendo possível maior acesso ao conhecimento da parte de gestalt-terapeutas e pacientes. Eis a pertinência de um estudo que traz em seu bojo os constructos teóricos e práticos da Gestalt-terapia – como imaginada por seus primeiros autores e desenvolvida por seus precursores – associada ao acolhimento e cuidado requeridos quando ocorre a manifestação do fenômeno do sofrimento psíquico grave. Compreendendo também como a Gestalt-terapia elabora o fenômeno da psicose em seu contexto teórico e prático. Assim, este trabalho teórico-clínico – predominantemente teórico – tem como objetivo a aproximação dos conceitos de acolhimento e cuidado com o sofrimento psíquico grave, ao analisar os sintomas de maneira crítica tanto quanto possível, potencializando o estudo do percurso e progressos desta área do conhecimento, além de ilustrar com vinhetas de casos clínicos, intervenções e atuações terapêuticas realizadas dentro do contexto de pesquisa do Grupo de Intervenção Precoce nas Primeiras Crises do tipo psicótica (GIPSI). / The advances in the treatment in mental health are great and promising, aiming at the humanization of the reception and treatment of the psychic suffering. In Brazil and in the world, health professionals who dedicate themselves to this intervention are forced to insert respect and love for the human in their daily professional practice. However, even though they directed efforts in this direction, that of accompanying human suffering, historically underlay the imprecision about what would, in fact, be the 'disease' that was being treated from the diagnosis of 'psychosis'. Thousands of people with various psychic sufferings, in addition to stigma, were hospitalized or excluded, if not subjected to dehumanizing and alienating treatments. In order to try to minimize the impact of the "preconceptions" introduced by classical psychiatry, the term to be used in this study, "severe psychic distress", is a construct that will give us the freedom to discuss intense crises of "normal" or " psychotic ', dealing with what is inherent in the human: the crisis. Traditionally, Gestalt therapy is associated with therapeutic practice grounded in the ethics of care, which includes unreserved delivery of the therapist in relation to the patient. Having been originally inspired by the philosophies of Humanism, Existentialism, Dialogical Existentialism and Phenomenology, this clinical practice has taken shape with studies carried out by Gestalt Psychology, Field Theory, Organismic Theory and Holism. From the origin to the present, Gestalt therapy has shown itself to be dynamic and active in the understanding and care of the human from its various angles, thus showing itself capable of realizing healthy and expansive creative adjustments in the ascending evolutionary direction. Although the clinical practice based on Gestalt therapy is widespread, we need greater academic and theoretical production that assures contributions to the scientific community, allowing greater access to knowledge on the part of gestalt therapists and patients. This is the pertinence of a study that brings to the fore the theoretical and practical constructs of Gestalt therapy - as imagined by its early authors and developed by its precursors - associated with the reception and care required when the manifestation of the phenomenon of severe psychic suffering occurs. Understanding also how Gestalt-therapy elaborates the phenomenon of psychosis in its theoretical and practical context. Thus, this theoretical-clinical work - predominantly theoretical - has the objective of approaching the concepts of acceptance and care with severe psychic suffering, analyzing the symptoms in a critical way as much as possible, potentializing the study of the course and progress of this area of knowledge , besides illustrating with vignettes of clinical cases, interventions and therapeutic actions performed within the context of research of the Early Intervention Group in the First Crises of Psychotic Type (GIPSI).

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