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Educação, identidade e histórias de vidas de pessoas negras do Brasil

Reis, Maria da Conceição 2012 (has links)
Como as pessoas negras doutoras do Brasil construíram sua identidade negra através da sua história de vida e das influências da educação e se afirmaram nas questões étnico-raciais? Esta foi a questão que problematizou a produção da tese: Educação, identidade e história de vida de pessoas negras doutoras do Brasil. Seu objetivo geral foi compreender o processo de construção da identidade negra através da história de vida e da educação de pessoas negras doutoras do Brasil. Seus objetivos específicos foram: identificar como se deu o processo de construção da identidade negra das pessoas negras doutoras; analisar como vai sendo constituída a autoimagem das pessoas negras a partir das condições e relações sociais e educacionais de sua história de vida; verificar que mudanças ocorreram na história de vida dessas pessoas que a levaram a revelar seu pertencimento étnico-racial; analisar como a afirmação política das pessoas negras doutoras foi consolidada e contribui para ressignificar e fortalecer a vida da população negra. As ideias do autor Norbert Elias deram sustentação teórica para discutir as categorias: educação, identidade e identidade negra com as contribuições de Kabengele Munanga e Paulo Freire. O caminho metodológico foi o da história oral, através da história oral de vida de pessoas negras doutoras do Brasil. As narrativas colhidas para esta pesquisa, através de entrevistas, evidenciaram a pressuposição de que a configuração educacional dificilmente se relaciona de forma satisfatória com a questão étnico-racial, tendo dificuldade de contribuir com o processo de construção da identidade negra.
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A construção social da identidade : um estudo nas organizações de agricultura ecológica em duas regiões do RS

Márcio André Leal Bauer 2004 (has links)
O presente trabalho tem como objetivo estudar a identidade enquanto fenômeno, verificando seus elementos constituintes e seu processo social de construção. O estudo foi realizado junto a organizações de agricultores ecologistas em duas regiões do Rio Grande do Sul - Zona Sul e Vale do Rio Pardo. O método escolhido foi o fenomenológico porque, além de incorporar a reflexão filosófica, investiga problemas relacionados à experiência vivida. Para captar a experiência dos agricultores foram realizadas entrevistas semi-estruturadas, visitas a propriedades, acompanhamento de feiras ecológicas, reuniões de grupo e participação em eventos ligados à agroecologia. A análise dos dados foi baseada em três etapas. A primeira buscou uma compreensão intuitiva do fenômeno através de uma visão aberta, tanto do objeto como do campo de estudo. A segunda fase representou uma pré interpretação, onde foi possível a intuição de algumas essências gerais. Já a terceira fase buscou a relação fundamental entre todas as essências. As primeiras essências trataram, respectivamente, das identidades individuais, sociais e culturais presentes nas falas dos agricultores. Outra essência retomou os motivos de adesão e abandono da agr icultura ecológica. O resultado da relação entre as essências foi a constatação de que a agroecologia apresenta dois significados distintos: é uma realidade social vivida pelos agricultores em geral; e é uma identidade, assumida pelas ONGs, em contraste à agricultura convencional. A título de conclusão, podese dizer que realidade e identidade estão em uma mútua relação de dependência. A realidade da agroecologia depende das identidades dos agricultores para ser introduzida e mantida. Por outro lado, esta nova realidade é capaz de resgatar, manter ou dar um novo significado às identidades desses agricultores.
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Voz narrativa e memória : a busca de identidade pelas protagonistas de Felicidade clandestina, de Clarice Lispector e de Lives of girls and women, de Alice Munro. -

Gonçalves, Patrícia Magazoni. 2013 (has links)
Orientador: Maria das Graças Gomes Villa da Silva Banca: Fábio Akcelrud Durão Banca: Karin Volobuef Resumo: Este estudo comparativo tem como objetivo mostrar como se dá a representação da memória no discurso ficcional da escritora canadense Alice Munro e de Clarice Lispector. As narrativas selecionadas, pertencentes, respectivamente, aos volumes Lives of Girls and Women, de 1971, e Felicidade clandestina, também do mesmo ano, evocam o período da infância por meio da memória e mostram que a volta ao passado possibilita a reinterpretação dos acontecimentos e o surgimento de novos significados não pressentidos na época de sua ocorrência, o que influencia na formação da identidade do narrador que reconstrói fatos já consumados em um processo mediado pela linguagem e auxiliado pela imaginação criativa. Adota-se o conceito de memória inconsciente, elemento indispensável para a formação do aparelho psíquico, proposto por Freud em obras como A Interpretação dos Sonhos, "O bloco mágico" e "Recordar, repetir e elaborar". O evento, ao ser trazido para o presente, é atualizado e reelaborado, constituindo um passado que não se mantém fechado e inalterado nos vastos palácios da memória, para utilizar as palavras de Santo Agostinho, mas que se modifica com o tempo. As recordações sofrem um deslocamento espaciotemporal e, longe de serem fieis ao que ocorreu, apresentam associações entre a memória, os contextos externos e as fantasias imaginadas. Além da movimentação pelo relato e da composição de um discurso fragmentado, há um cuidadoso trabalho com a voz narrativa e com o tempo, de modo que as narradoras-protagonistas, em ambos os casos, repetem o que foi vivido, mas de forma elaborada, admitindo atualização e revelação de novos significados e constituindo a memória como algo em processo contínuo de renovação Abstract: The aim of this comparative study is to analyze the representation of memory in the fictional discourse of the Canadian writer Alice Munro and the Brazilian Clarice Lispector. The narratives selected belong respectively to the 1971 books Lives of Girls and Women and Felicidade clandestina, and they evoke childhood through memory. As a result, it is noted that the revision of the past makes possible the reinterpretation of the happenings and the appearance of new meanings which were not felt when they occurred, what affects the identity's formation of a narrator who reconstructs facts already passed in a process intermediate by language and by the support of creative imagination. As theoretical support it is used the concept of unconscious memory as a fundamental element in the psychic apparatus's formation, which was proposed by Freud in works such as The Interpretation of Dreams, "A Note Upon the Mystic Writing Pad" and "Remembering, Repeating, and Working Through". The happening when is being brought to the present is updated and re-elaborated, which constitutes a past that is not closed and kept unchanged in the vast palaces of memory, to use the words of Saint Augustine of Hippo, but something that changes along with time. The recollections suffer a spatial and temporal dislocation and far from being fair to what happened they present associations between memory, external contexts and imagined fantasies. Beyond the movement registered in the narration and in the composition of a fragmented discourse there is a careful work with the narrative voice and time so that the protagonist in both cases repeat what was experienced but in an elaborated manner which accepts the actualization and the revelation of new meanings that constitute memory as something in a constant process of renovation Mestre
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Indistinguibilidade

Coelho, Antônio Mariano Nogueira 2005 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas.
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Assentados, estrangeiros e nativos : conflitos sobre nacionalidade e cidadania na Hungria e Voivodina

Gabor Basch 2003 (has links)
Resumo: Não informado. Abstract: Not informed.
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Apropiação identitária da cor na cultura baiana

Gómez, Luis Rodolfo Aguilar 2008 (has links)
Este estudo retrata a importância da apropriação identitária da cor na cultura baiana, enfocando suas variáveis, ou seja, a luz que incide sobre a cidade, o povo e consequetemente a arte como personagens desse contexto. Tais elementos quando reunidos formam um cenário popular e histórico, capaz de transmitir uma visão muito peculiar de identidade que impressiona ao visitante, principalmente se este é um artista com sensibilidade capaz de captar e entender esse valor poético e sua dimensão. O objetivo, é analisar a cor na identidade cultural de Salvador, buscando demonstrar sua importância como meio de expressão. Assim, foram estudados conteúdos sobre a teoria das cores e a percepção de suas propriedades psicológicas. O estudo desenvolve também uma reflexão sobre questões como, memória, herança ancestral, lugar identidade, lugar e cultura, distúrbios identitários, cultura identidade e identidade africana em Salvador, a partir de elementos base que fundamentam o estudo. Descreve ainda os antecedentes artísticos pessoais do autor e sua trajetória durante o desenvolvimento da pesquisa para o mestrado, relatando o processo de apropriação identitária da cor que ocorreu perante sua presença em território baiano.
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A loser like me

Silva, Leonardo da 2014 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Inglês: Estudos Linguísticos e Literários, Florianópolis, 2014. Este estudo aborda o problema da representação hegemônica na televisão. O objetivo principal é analisar se (e, neste caso, como) a série de televisão Glee subverte representações preconceituosas e estereotipadas, especialmente com relação aos personagens Kurt (o chamado "menino gay") e Finn (o estereótipo do "jogador de futebol americano"). Para tanto, proponho uma análise textual de episódios específicos da primeira temporada do programa. O propósito principal é entender as maneiras como o seriado pode ser abordado de maneira contra-hegemônica apesar de sua recepção por públicos hegemônicos. Este estudo é conduzido à luz do conceito de identidade cultural de Stuart Hall (1990) a fim de entender como estas representações lidam com a questão da agência de acordo com Michel Foucault (1990) e Judith Butler (1993). Com base na análise dos episódios, é possível observar que Glee faz uso constante de um discurso resolucionista e simplista que aceita e celebra a diferença. A ideia promovida é a de que "somos todos diferentes" e, por conta disso, "somos todos especiais". Ao mesmo tempo, no entanto, ao considerar a narrativa como um todo, é possível identificar as complexidades identitárias, ou seja, como diferentes categorias de identidade se interseccionam e como elas são influenciadas por diferentes relações de poder. É principalmente através das performances de canto e dança presentes nos episódios que os personagens articulam suas reflexões sobre questões de identidade, desenvolvendo assim a sua agência a partir do sistema opressivo da escola. Além disso, as identidades dos personagens Kurt e Finn podem ser entendidas como queer já que desafiam categorizações binárias enormativas em um processo constante de re-significação. Assim, a política de Glee é dinâmica e impura, já que é performativa do conservadorismo e, ao mesmo tempo, da mudança agencial. Embora noções capitalistas e heteronormativas moldem o seriado, representações não-normativas de identidade também emergem da narrativa.
Abstract: This study addresses the problem of hegemonic representation on television. The overall objective is to analyze whether and, if so, how the television series Glee subverts prejudiced or stereotypical representations, specifically of the characters Kurt (the so-called "gayboy") and Finn (the stereotypical "football player"). To this end, I propose a textual analysis of specific episodes from the first season of the show. My purpose is to understand the ways in which the series can be read counter-hegemonically despite its reception by mainstream audiences. The study is conducted in the light of Stuart Hall's concept of cultural identity (1990) towards understanding how these representations deal with the issue of agency as understood by Michel Foucault (1990) and Judith Butler (1993). Based on the analysis of specific episodes, it is possible to note that Glee constantly makes use of a simplistic and resolutionist discourse that embraces and celebrates difference, promoting that idea that "we are all different" and, because of that, "weare all special". At the same time, however, while considering the narrative as a whole, one can identify the ways in which identities are complex, i.e., how different identity categories intersect each other and how they are strongly influenced by different power relations. It is mainly when they perform singing and dancing within the episodes that the characters articulate their reflections on issues of identity, thus developing their agency from within the school repressive system. Moreover, Finn's and Kurt's identities can be understood as being queer to the extent that they defy binary and normative categorizations setting them in a constant process of re-signification. The politics of Glee is a dynamic and impure one, since it is performative of both conservatism and of agential change. While heteronormative and capitalist notions frame the show, non-normative representations of identity also emerge from the narrative.
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A Construção da nação mexicana através do indigenismo de Gonzalo Aguirre Beltrán

GOMES, C. F. 12 August 2014 (has links)
Desde a Independência mexicana a população indígena foi vista como o principal entrave para a concretização do projeto de construção de um Estado-nação homogêneo. A partir do século XX, o Estado mexicano iniciou um projeto de transformação política e cultural, chamado indigenismo, objetivando integrar a população poliétnica do México. Nesse momento, o médico e antropólogo Gonzalo Aguirre Beltrán assumiu um papel protagônico, já que algumas de suas ideias integracionistas logo foram assumidas como oficiais pelo Estado mexicano. Esse trabalho buscou analisar aspectos da política indigenista integracionista, elaborada por Aguirre Beltrán, que foi pautada na indução da integração das comunidades indígenas ao mundo mestiço. Nesse panorama, trabalhamos o conceito de aculturação formulado pelo autor, bem como sua operacionalização dentro de tais comunidades com a finalidade de se construir um Estado-nação monoétnico. Analisamos também as críticas que surgiram na década de 1970 ao projeto integracionista bem como a resposta de Aguirre Beltrán a tais críticas e sua defesa do integracionismo. Por fim, observamos os aspectos no qual o projeto integracionista fracassou e sua relação com alguns dos movimentos sociais que eclodiram no México a partir da década de 1970. Nessa análise, três obras de Aguirre Beltrán se tornaram fundamentais: El proceso de aculturación (1957), Regiones de Refugio (1967) e Obra Polémica (1976).
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Mulher, uma questão de identidade : a perspectiva discursiva

Rossana Dutra Tasso 2006 (has links)
Esta dissertação analisa produções textuais de autoria de alunas universitárias provenientes de distintas áreas do saber científico (Ciências Humanas, Ciências Exatas, Ciências da Saúde). Partindo do tema comum a todas essas produções, “ser mulher é...”, o objetivo deste trabalho é discutir os processos em que se constitui a identidade feminina, como recurso para se chegar à noção de identidade discursiva, questão central. Uma vez entendida como unidade imaginária, a noção de identidade discursiva permite pesquisar o modo como o sentido emerge pleno de atravessamentos, disponibilizados por uma memória que retorna, se atualiza e se transforma. Algo semelhante se observa na instância do sujeito, pois a imagem de unicidade e fechamento é apenas uma ilusão que denega os processos que promovem seu descentramento. Assim, marcados pelo não-um, sentido e sujeito têm, na identidade, a presença da falta do significante – via de entrada à exterioridade. A primeira parte do trabalho está subdivida em três capítulos, que buscam organizar os fundamentos teóricos que embasam a perspectiva discursiva a que se submete a noção de identidade. O primeiro capítulo traz contribuições advindas da Psicanálise, para compreender o modo como o sujeito mulher se deixa determinar em sua condição desejante, faltante, atestando isso na imagem que faz de si. O segundo capítulo percorre leituras situadas no campo dos Estudos Culturais, com o objetivo de averiguar como processos histórico-sociais contribuem na determinação e fragmentação da identidade feminina. O terceiro capítulo reúne as principais noções da Análise do Discurso Francesa, para fundamentar o conceito de identidade discursiva que baliza as análises seguintes. E, por fim, a segunda parte contém o quarto capítulo, que se destina às seqüências discursivas, submetidas a dois momentos concomitantes de análise – busca por posições-sujeito e delineamento da formação discursiva dominante –, visando a compreender e discutir a configuração proposta à noção de identidade: uma unidade imaginária.
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Além do Maar de Miguel Medina : tráfico e crença na reescrita da identidade portuguesa : a temporalidade humana na composição imaginativa da diáspora

Ferreira, Teresa Isabel Veiga dos Santos 2009 (has links)
Tendo por objecto de análise uma peculiar reescrita de dois discursos paradigmáticos da consciência da História de Portugal dos finais do século XV e do século XVI, o presente trabalho de investigação enquadra-se no tratamento do texto literárionuma acepção de palimpsesto. O mecanismo de transposição realizado em torno da primeira viagem de Vasco da Gama à Índia é desconstruído pelo progressivo desvendamento da relação intertextual estabelecida com as convenções dos géneros envolvidos: o roteiro e a Epopeia. Numa forma «ucrónica», a máscara literária revela-nos agentes de uma Humanidade melhorada, ao inscrever a identidade portuguesa nas circubstÂncias que envolvem a comunicação com o Outro: uma forma que se desenha para além do mar - orientada para o elemento terra «descoberta» -, pela valência do rpincípio feminino. No âmbito da própria estratégia narrativa de focalização dos acontecimentos e tendo por referente o tratmento épico camoniano do tópico das Armas e das Letras, concebe-se uma cosmovisão de resolução das antinomias convocadas pelo próprio conceito de par: os binómios Vénus/Marte, Tráfico/Crença.

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