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A Baía de Camamu e a diáspora africana: vivências, memórias e a construção da identidade étnica em Porto do Campo

Gomes, Ana Elizabeth Costa January 2008 (has links)
149f. / Submitted by Suelen Reis (suelen_suzane@hotmail.com) on 2013-02-25T15:09:18Z No. of bitstreams: 1 dissertacao_ana_gomes.pdf: 2610836 bytes, checksum: f59c1a2d8333ee9acb272e479557b923 (MD5) / Approved for entry into archive by Fatima Cleômenis Botelho Maria (botelho@ufba.br) on 2013-03-04T15:39:29Z (GMT) No. of bitstreams: 1 dissertacao_ana_gomes.pdf: 2610836 bytes, checksum: f59c1a2d8333ee9acb272e479557b923 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-03-04T15:39:29Z (GMT). No. of bitstreams: 1 dissertacao_ana_gomes.pdf: 2610836 bytes, checksum: f59c1a2d8333ee9acb272e479557b923 (MD5) Previous issue date: 2008 / A presente pesquisa procura compreender o processo de reconhecimento da identidade étnica e conquista dos direitos de cidadania em uma comunidade quilombola, denominada de Porto d Campo, localizada na Baía de Camamu, a terceira maior baía do país e a segunda do Estado da Bahia. Analisa ainda, o processo pelo qual um conjunto de pessoas que residem nessa comunidade, vivendo em condições locais de visíveis exclusão social, pode ser percebido como um grupo distinto, cujo reconhecimento se traduz por uma data atribuição que pode ser denominado de "etnogênese". Ao refletir sobre identidade(s) em Porto do Campo e analisar vivências desse grupo social, verifica-se que as memórias que dão sentido à sua história e cotidianidade estão alicerçadas, sobretudo, nas tradições que passam de geração em geração, ambas relacionando-se e sedimento-se em um campo vivencial multifacetado no qual identidades são construídas. Nota-se que a experiência da comunidade de Porto do Campo, de certo modo, se conecta às experiências de outros grupos socias espalhadospela América Latina, sobretudo no Brasil frequentemente marcados pela exclusão social e pelo racismo. Embora muito se tenha escrito sobre a história do negro no Brasil, as transformações ocorridas na sociedade brasileira, principalmente após após a promulgação da Constituição de 1988, exigem algumas reflexões sobre as diversas formas de organização dos povoados negros, principalmente na área rural. / Salvador
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Docentes leigos : um estudo sobre a formação de suas identidades sociais

PINTO, Juliana Borba Santos de Souza January 2003 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T23:16:22Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo9356_1.pdf: 371311 bytes, checksum: 5a9d3b6895f8e218bb7b6b663af9eaa1 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2003 / Este trabalho apresenta o resultado de uma pesquisa realizada sobre docentes leigos que exercem a atividade do magistério do ensino fundamental em um município rural de Pernambuco. O objetivo deste estudo foi conhecer a identidade social desses professores, esperando-se que certos aspectos referentes a um possível Eu profissional viessem a ser revelados, porquanto esses professores exerceram o magistério antes da obtenção da qualificação necessária para tal. Dois conceitos contribuíram para o desenvolvimento deste estudo. O primeiro foi o de identidade social, entendido como processo psicossocial resultado de sucessivas identificações. O segundo foi o de trajetória social, compreendido como itinerário seguido pelo indivíduo segundo um sistema de disposições herdadas de suas famílias. Os dados desta pesquisa foram coletados por meio de documentos relativos a formação de professores leigos e por entrevistas realizadas com um grupo de oito docentes leigos recentemente qualificados. A análise das verbalizações permitiu perceber que a identidade social do professorado leigo é constituída quando ainda aluno pelos atributos que lhe são conferidos pelos outros de seu mundo social, que o elegem como sujeito capaz de exercer com sucesso a tarefa do magistério que lhe será confiada. No entanto, o professorado leigo só constitui uma identidade profissional alicerçada numa auto-imagem positiva após o término do curso de qualificação para o magistério
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SIGNIFICAÇÕES DA EDUCAÇÃO FÍSICA NAS PRÁTICAS DOCENTES DE UMA PROFESSORA

OLIVEIRA, R. G. 30 March 2010 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-29T15:35:14Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_3875_DISSERT. RENATA GUISSO.PDF: 505767 bytes, checksum: 578ef41f664f2a4c79891cd6bd8679c4 (MD5) Previous issue date: 2010-03-30 / O objeto de estudo desta investigação foi compreender a significação da disciplina Educação Física a partir das práticas de docência de uma professora, bem como do seu olhar sobre essas práticas. Esta pesquisa tem, como objetivos específicos, entendê-las em diálogo com a literatura e indicar caminhos para novas compreensões acerca dessa profissão. Além disso, objetiva analisar como essas práticas permitem remeter um significado à Educação Física na escola estudada. Ao definir esses objetivos, percebe-se que os possíveis caminhos teórico-metodológicos poderiam seguir pelo campo das relações profissionais, por isso o estudo se ancora no campo da Sociologia e da Educação, buscando uma interlocução com a área de atuação: Educação Física. Em face dos dados coletados, identifica quatro elementos de significação para, a partir de uma análise interpretativa baseada no eixo profissão-docência-identidades, buscar significações possíveis para a Educação Física. Esses elementos são: a relação professora-alunos, o contexto socioenconômico, a questão das identidades e o comprometimento do docente com a profissão, consigo mesmo e com a área. Em vista do relacionamento professoraalunos, apreende que essa questão apresenta suas complexidades, mas, nesse contexto, é fundamental para o processo ensino-aprendizagem dos alunos. Com relação ao contexto socioeconômico, reconhece ser este um fator determinante para as ações da professora pesquisada e para a significação da Educação Física, já que a colaboradora pretende sempre transformar sua prática docente em face da realidade local, visando ao preenchimento das necessidades dos alunos. As identidades pessoal e profissional da professora pesquisada são permanentemente (re)construídas a partir de si ou dos outros, tendo como implicação na Educação Física o fato de que a docência, por ser uma intervenção profissional na prática social, está intimamente imbricada com as identidades dos sujeitos, à medida que deles são exigidas posturas éticas e políticas no desenvolvimento profissional. Em face do compromisso com a profissão, consigo mesmo e com a área, compreende que o desenvolvimento de um bom trabalho com a Educação Física está relacionado com o empenho do profissional com esses três fatores.
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Os Matsés e as fronteiras: conflitos, territorialização e a construção de uma identidade transfronteiriça

Reis, Rodrigo Oliveira Braga 09 April 2013 (has links)
Submitted by Felipe Lapenda (felipe.lapenda@ufpe.br) on 2015-03-12T12:38:09Z No. of bitstreams: 2 DISSERTAÇÃO Rodrigo Oliveira Braga Reis.pdf: 1940313 bytes, checksum: ab83f1974f005682bf3e736738dbf540 (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-03-12T12:38:09Z (GMT). No. of bitstreams: 2 DISSERTAÇÃO Rodrigo Oliveira Braga Reis.pdf: 1940313 bytes, checksum: ab83f1974f005682bf3e736738dbf540 (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) Previous issue date: 2013-04-09 / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas / A presente dissertação trata da relação entre etnicidade e nacionalidade a partir da análise da situação do povo Matsés (Pano) que habita a zona limítrofe entre o Brasil e o Peru. Adotando a perspectiva de que as regiões fronteiriças configuram espaços que possibilitam observar as estratégias dos Estados e das populações locais de definição e redefinição territorial – processos que ainda são influenciados pela atuação de ONGs e de missões religiosas – buscaremos abordar a etnicidade e a nacionalidade como expressões identitárias interrelacionadas em um espaço sócio-cultural de fronteiras políticas entre países. A região estudada tem sido palco de diversas frentes econômicas, como a exploração da seringa e do caucho, posteriormente, a exploração madeireira e, mais recentemente, os projetos de concessão para exploração petrolífera no Peru e sua população é constituída de uma diversidade de povos indígenas (a exemplo dos que habitam a Terra Indígena Vale do Javari no Brasil), de comunidades ribeirinhas (pescadores, agricultores, seringueiros, extratores e coletores de modo geral) e por pessoas de outras regiões, como militares, pesquisadores e missionários. Neste cenário, os Matsés vêm estabelecendo diversas relações interétnicas ao longo do tempo, definindo e redefinindo sua identidade, construindo sua territorialidade e (re)formulando sua organização social e política. O quadro de relações estabelecidos entre os Matsés e as agências indigenistas governamentais e não-governamentais, aliado às dinâmicas internas ao grupo, têm provocado tanto processos de sedentarização e fixação de comunidades quanto a mobilidade de grupos ou sub-grupos na área do rio Javari e seus afluentes. Neste sentido, buscaremos discutir a configuração de novos padrões de territorialidade dos quais decorrem novas formas de organização social e política.
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"O BRASIL VISTO PELAS LENTES DA COPA DO MUNDO"

CHEQUER, N. E. 30 July 2015 (has links)
Made available in DSpace on 2018-08-01T21:36:35Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_9089_DISSERTAÇÃO.FINAL. PÓS DEFESA NAJLA EMILINE CHEQUER.pdf: 768809 bytes, checksum: f63a62296ed5fe20b0b5008092224c22 (MD5) Previous issue date: 2015-07-30 / A interface entre mídia, megaeventos esportivos e identidades é a base que constitui a análise do presente estudo. As identidades são temas recorrentes nas pesquisas sociais, e assim nas discussões acadêmicas. As maneiras com as quais se estabelecem, se modificam, se mesclam, e as diversas questões que podem ser remetidas em toda sua multidisciplinaridade, além da sua representação por meio das narrativas de identidade brasileira no contexto de um megaevento esportivo Copa do Mundo - são parte constitutiva do interesse do nosso exame. Considerando que em um megaevento a nação anfitriã é narrada e interpretada por diversos meios de comunicação de todo o mundo, construindo assim uma série de questionamentos, estereótipos e identidades, potencializam, de tal modo, as discussões sobre as narrativas nacionais no sentido em que podem abarcar as formas características que marcam a identidade brasileira. Tem-se no cenário dos megaeventos um possível articulador do fluxo de imagens, informações, e impressões. Portanto, trazemos como objetivo, investigar as narrativas da mídia brasileira acerca do Brasil e dos brasileiros no período da Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil. Temos como premissa perceber as ancoragens do discurso da mídia que articulem de forma explícita ou subjetivamente os elementos simbólicos da cultura brasileira. O levantamento das informações e dados decorreu pela seleção, arquivamento e análise de reportagens da mídia impressa. Para viabilizar a análise foi utilizado o impresso O Globo (Rio de Janeiro) no período de 29 de maio de 2014 a 28 de Julho de 2014, período este que se refere aos 15 dias que procederam a Copa do Mundo, incluindo o período da realização dos jogos e os 15 dias que o sucederam, optou-se por apreciar as informações que não tivessem teor esportivo. Por conseguinte, adentramos no texto por meio de análises interpretativas, viabilizados pela organização e categorização das informações em polos de análise pré-estabelecidos, tomando como referência a teoria do dilema brasileiro (DAMATTA,1986;1997), na possibilidade de inferir sobre relações e possíveis deslocamentos dos discursos da imprensa na dicotomia tradição e modernidade. Nota-se que as identificações têm correlações entre indivíduos e sociedades e constroem-se por meio das trocas culturais. Sendo relacionais, performativas, produtivas, possuem relevância política, cultural e impacto direto nas sociedades e nas suas definições.
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«Hombre» es una palabra con muchos significados… y es bien difícil serlo construcción de identidades masculinas en estudiantes de ingeniería

Villanueva Contreras, Alejandra January 2011 (has links)
No description available.
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DANÇA E IDENTIDADES: POSSIBILIDADES DE CONSTRUÇÃO DE AFIRMAÇÕES IDENTITÁRIAS NA DANÇA EM ARACAJU

NATURESA, CAROLINA 15 January 2013 (has links)
Submitted by Diana Alves (ppgdancaufba.adm@gmail.com) on 2013-01-15T15:21:58Z No. of bitstreams: 1 Dissertação_Carolina Naturesa.pdf: 1488257 bytes, checksum: 692acc40d16d8ebece3b2840a8195e2c (MD5) / Submitted by Diana Alves (ppgdancaufba.adm@gmail.com) on 2013-01-15T15:21:58Z No. of bitstreams: 1 Dissertação_Carolina Naturesa.pdf: 1488257 bytes, checksum: 692acc40d16d8ebece3b2840a8195e2c (MD5) / Made available in DSpace on 2013-01-15T15:21:58Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertação_Carolina Naturesa.pdf: 1488257 bytes, checksum: 692acc40d16d8ebece3b2840a8195e2c (MD5) / Made available in DSpace on 2013-01-15T15:21:58Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertação_Carolina Naturesa.pdf: 1488257 bytes, checksum: 692acc40d16d8ebece3b2840a8195e2c (MD5) / Esta pesquisa introduz discussões acerca do contexto da dança na cidade de Aracaju na década de 2000, evidenciando o surgimento de novas perspectivas, principalmente em relação às buscas por identidades travadas por novas companhias de dança contemporânea da cidade, como a Cia Contempodança, a Espaço Liso Cia de Dança e a Cubos Cia de Dança. O presente trabalho apresenta questionamentos sobre a dança aracajuana e suas formas de organização para compreender a possibilidade de formação de um tipo de comunidade de dança que responda aos anseios dos artistas de dança da cidade que passam a questionar sobre suas formas de organização e produção em dança. Seus discursos identitários também se modificam a partir das relações existentes entre a dança e o contexto da cidade, com suas constantes mudanças. Estes discursos identitários demonstram uma carência de ações em comum que possam representar e responder aos anseios da área de dança da cidade. Como referências para estas discussões, a pesquisa trouxe Santos¹ (2006; 2008) e Hall (2006; 2008), com os debates sobre identidades, localidade e diversidade cultural. Bauman (2005) complementa as discussões sobre as questões trazidas pelos discursos das identidades e também embasa as discussões acerca das comunidades (Idem, 2003). As discussões sobre dança, criação, contexto e historicidade da dança são trazidas por Britto (2008). Foram realizadas entrevistas diretas com os integrantes de grupos de dança, além da observação direta de ensaios e apresentações / PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM DANÇA-ESCOLA DE DANÇA
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As construções das identidades de jovens rurais na relação com o meio urbano em um pequeno município

de Assunção Lima de Paulo, Maria 31 January 2010 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T23:15:17Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo635_1.pdf: 1580095 bytes, checksum: 553185856c33d375bb117b5329fa00fb (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2010 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Esta tese tem como objetivo compreender os processos de construção da identidade dos jovens rurais na relação com o meio urbano, tendo como lócus de pesquisa um pequeno município do Nordeste do Brasil, Orobó, situado no Agreste Setentrional de Pernambuco. A juventude é compreendida aqui como uma condição específica vivida, a partir de um momento do ciclo da vida socialmente construído com suas peculiaridades implicadas por questões como gênero, classe social, etnia e lugar de vida, que irão constituir situações juvenis específicas. Assim, os jovens rurais, aqui estudados, foram entendidos como agentes (GIDDENS, 1989) que, por pertencerem a famílias de agricultores camponeses, vivem uma situação juvenil (ABRAMO, 2005, SPOSITO, 2003), demarcada pelo lugar de vida rural que é caracterizado pela vivência de um modo de vida que se particulariza pela relação entre seus membros, com o trabalho e com a terra (MENDRAS, 1978, WANDERLEY, 1999, TEDESCO, 1999, WOORTMANN E WOORTMANN, 1990). Como método, utilizei a entrevista, observação participante (GEERTZ, 1978), grupo focal e análise situacional, além de redações elaboradas pelos jovens, alunos de duas escolas de ensino médio. Como eixos teóricos de análise, parti da concepção de juventude como curso da vida (PAIS, 2003) e de identidade como um processo construído com base em fluxos de interações e conhecimentos que se constituem na construção da diferença (HALL, 2005, WOODWARD, 2007). Com estas, algumas importantes constatações foram feitas: primeiro, os critérios de delimitação do campo e da cidade são relativos e dependem de aspectos como acesso a serviços, relação do jovem com o trabalho, valores morais e modo de vida, não sendo possível delimitar o urbano e o rural de forma definitiva e fixa, antes, os compreendendo como espaços que estão em relação e a partir dos quais se constroem as identidades e diferenças. Segundo, a juventude rural é heterogênea, marcando as diferenças por aspectos como gênero, participação no trabalho no interior da família, acesso aos estudos, situação civil e distância da residência em relação à cidade. Terceiro, os jovens rurais, quando estão em interação com os urbanos, negociam suas identidades, ora como inferior, quando sentem vergonha da sua condição de agricultor e vivenciam o estigma de matutos , ora superior, quando atribuem a essas condições a positividade relacionada a uma moral tradicional camponesa, constantemente reinventada (GIDDENS, 1991, 2007), construindo, a partir dela, o urbano como diferente, de comportamento mais moderno e reprovável. As diferenças entre esses jovens foram percebidas também nos significados que atribuem aos usos de espaços urbanos como a escola e as festas e em manifestações de práticas comuns à juventude em geral, como o consumo e a sexualidade. Consideramos, então, que os jovens rurais, apesar de viverem uma intensa relação com o meio urbano, constroem suas identidades, colocando este como o lugar do outro , atestando assim, que apesar da relação dialética entre o rural e o urbano (WANDERLEY, 2007), é preciso considerar as diferenças que marcam esses dois espaços e a importância de estudá-los
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Trajetórias, identidades e representações de educandos e educandas do PROEJA no IFES campus Vitória.

VIEIRA, T. S. 29 July 2013 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-29T11:11:59Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_7387_Tatiana de Santana Vieira (1).pdf: 1379951 bytes, checksum: 9d88548abf889953136e866e499c79bd (MD5) Previous issue date: 2013-07-29 / Este estudo disserta sobre as trajetórias de formação e representações de seis educandos e educandas de cursos do Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA) no Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes). Tem como objetivo analisar os sentidos do PROEJA e as possibilidades de construção de identidades e as representações sociais entre/com educandos e educandas desse Programa. A metodologia, de natureza qualitativa, utilizou a abordagem e estratégias dos Grupos de Discussão, tendo como orientação para as análises a referência do Método Documentário. O aporte teórico da pesquisa envolveu diálogos entre pensadores de diversos campos de conhecimento, a partir de aproximações dos estudos culturais com as representações sociais, a pedagogia libertadora e políticas públicas. Os resultados apontam que educandos e educandas do PROEJA são tensionados por representações sociais cristalizadas em desconceitos sobre eles. Embora escapem a identidades engessadas e fixas, algo fundamental nas trajetórias dos sujeitos é a identificação com a situação da classe trabalhadora que perpassa os tempos-espaços escolares. Apesar das práticas de marginalização, os educandos e educandas do PROEJA lutam para ocupar um lugar que lhes foi historicamente negado e provocam o Instituto a refletir acerca da garantia de políticas públicas, em especial, de educação que tenham como horizonte utópico a formação integral da classe trabalhadora.
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Articulações familiares transnacionais:estrategias de cuidado e manuntenção familiares na fronteira Brasil/Venezuela

Vasconcelos, Iana dos Santos 19 September 2013 (has links)
Submitted by Natalia de Souza Gonçalves (natalia.goncalves@ufpe.br) on 2015-05-19T12:54:08Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) VERSÃO ENCAMINHADA CORRIGIDA BIBLIOTECA 11.09.14 (1).pdf: 1850472 bytes, checksum: e44899a3bb3cdc6b98f44de22309744e (MD5) / Made available in DSpace on 2015-05-19T12:54:08Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) VERSÃO ENCAMINHADA CORRIGIDA BIBLIOTECA 11.09.14 (1).pdf: 1850472 bytes, checksum: e44899a3bb3cdc6b98f44de22309744e (MD5) Previous issue date: 2013-09-19 / A migração entre países fronteiriços vem se caracterizando pelos deslocamentos mais frequentes de pessoas que transitam e cruzam as fronteiras de um país a outro. São pessoas que mantêm fortes vínculos com o lugar de origem, mas também reorganizam novos vínculos afetivos e familiares nos lugares de trânsito ou de trabalho. A família, neste cenário, torna-se um projeto que é constantemente construído e reavaliado pelos seus membros, com vistas a atualizar estratégias de cuidado e manutenção e reprodução familiar. Desse modo, a presente dissertação tem como objetivo analisar a constituição das redes e demandas de cuidados das articulações familiares transnacionais, compostas por migrantes brasileiros(as) na fronteira Brasil/Venezuela localizada entre as cidades transfronteiriças de Santa Elena de Uairén, no estado Bolívar na Venezuela, e Pacaraima, no estado de Roraima no Brasil. A genealogia como método de pesquisa possibilitou compreender o parentesco e a família, não apenas articulado a relacionalidades constituídas por laços consanguíneos, mas por afinidades e solidariedades construídas simbolicamente. A família articulada ao processo migratório e ao contexto fronteiriço descortinou uma diversidade de articulações familiares, nas quais a transnacionalidade não está associada apenas ao espaço de coabitação em diferentes países pelos membros da família, mas às formas de vinculação de seus membros aos diferentes territórios nacionais mediadas por distintas lógicas simbólicas de pertencimento, tanto aos grupos familiares, quanto à nação. A identidade nacional em conjunção, fruto dessas articulações familiares, é frequentemente negociada por meio de estratégias de cuidados e manutenção familiar. Nesse sentido, o pertencimento às articulações familiares transnacionais na fronteira Brasil/Venezuela corroboram para o fortalecimento de uma ―identidade local‖ que justapõe às identidades nacionais, a qual passa a ser avaliado dentro/ fora da família e entre Estados- nação.

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