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O valor da educação na formação do jovem atleta para o futebol profissional em RecifeXavier dos Santos, Francisco 31 January 2010 (has links)
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Previous issue date: 2010 / Universidade Federal de Pernambuco / Este trabalho aborda o futebol profissional no contexto da formação dos
jovens futebolistas nos clubes Clube Náutico Capibaribe e Sport Club do Recife, ambos
da cidade de Recife. Trata-se de uma dissertação no campo da educação que analisa
relação entre a educação e futebol; mais especificamente, o processo educativo dos
jovens futebolistas das categorias de base destes clubes. Nosso interesse é explicitar
como acontece o processo de formação para o futebol dos jovens atletas no âmbito
local, no sentido de revelar a complexa dimensão que envolve a vida destes aspirantes
ao futebol profissional; e também mostrar a visão estreita desse processo formador
limitado tão somente às dimensões dos gramados. Buscou-se investigar o valor da
educação na formação dos atletas da categoria juvenil nos principais clubes de futebol
profissional na cidade de Recife. De modo mais específico, primeiramente, levantou
informações sobre a educação escolar dos juvenis; em seguida caracterizou e avaliou a
mesma; por fim, analisou-a na perspectiva das implicações e conseqüências resultantes
da maneira como acontece nos clubes de futebol da cidade. O estudo se desenvolveu
através de coleta de informações através de entrevistas semi-estruturadas gravadas em
mp3, e de anotações registradas em nosso caderno de campo com base nas
observações realizadas em nosso convívio nos respectivos clubes. A pesquisa em sua
totalidade abrangeu o universo dos atletas, seus pais, os técnicos, preparadores físicos,
supervisores e diretores, todos envolvidos com as categorias de base dos dois clubes de
futebol profissional. Conclui-se que a educação, na formação dos jovens atletas, é um
aspecto pouco valorizado por parte da direção dos clubes investigados
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Interferência dos fatores externos sobre os estados de humor em jovens atletas de voleibolRebustini, Flávio [UNESP] 28 February 2005 (has links) (PDF)
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Previous issue date: 2005-02-28Bitstream added on 2014-06-13T20:17:41Z : No. of bitstreams: 1
rebustini_f_me_rcla.pdf: 346678 bytes, checksum: 9dcb289b8a6b3d14867657c4560fee4d (MD5) / Universidade Estadual Paulista (UNESP) / Nos últimos 30 anos, o estudo dos estados de humor tem sido um dos assuntos mais abordados pela psicometria esportiva. Contudo, um dos grandes desafios é conseguir identificar e mensurar a interferência dos fatores externos (família, amigos e escola) sobre os mesmos e seus reflexos sobre a estruturação do treinamento. Por isso, o objetivo deste estudo foi tentar avaliar o impacto dos fatores externos sobre os estados de humor. Para tanto, a pesquisa foi realizada com uma equipe de voleibol feminina infantil (14 e 15 anos) que compete regularmente nos campeonatos organizados pela Federação Paulista de Voleibol. A mensuração dos estados de humor foi feita por meio do teste POMS (Profile of Mood States) que avalia 6 estados de humor: Tensão, Depressão, Raiva, Vigor, Fadiga e Confusão, ainda adotamos um 7° indicador denominado IEEA (índice de equilíbrio emocional atual), calculado a partir do Vigor subtraído da somatória das outras variáveis. Acrescentamos 4 questões a planilha do POMS para que pudéssemos relacionar os estados de humor ao objetivo de verificar os fatores externos, que foram: Como você está se sentindo em relação ao seu dia até agora? Como você está em relação a sua convivência em casa com seus pais, irmãos e familiares? Como está o relacionamento com suas amigas? e, Como você está na escola em relação a suas notas, tarefas e desempenho?. Foi utilizada uma escala de 1 a 5 (1 muito mal a 5 muito bem) para que a atleta pudesse intensificar sua percepção para cada um dos fatores. A análise dos dados foi realizada por meio da correlação de Pearson e a análise de variância Anova One Way, Scheffé post hoc test, em ambos os casos foi adotado o nível de significância de p<0.01. Os resultados apontaram haver diferenças significativas entre os níveis de intensidade... . / For over 30 years, the study of the mood states has been one of the subjects most studied in the sport s psychometric. However, one of the greatest challenges is to obtain to identify and to measure the interference of the external factors (family, friends and school) on the mood states and its consequences on the training planning. Therefore, the aim of this study was to try to evaluate the impact of the external factors on the mood states. So, the research was done with young volleyball female athlete participants (14 and 15 years old) that play regularly in the championships organized by the Sao Paulo State Volleyball Federation. To measure the mood states was used the POMS Test (Profile of Mood States) that it evaluates 6 mood states: Tension, Depression, Anger, Vigor, Fatigue and Confusion, still we adopt a 7th one indicator called IEEA (index of current emotional equilibrium), calculated from the Vigor deducted from the sum of negative factors. We add 4 questions in the POMS sheet to relate the mood states and external factors intensity, that had been: How are you feeling regarding your day? How are you feeling about your relationship with your parents and relatives? How are you feeling about your friends? And, How are you in the school in relation regarding your grade, tasks and performance. A scale of 5 points was applied, regarding 1 very bad, 2 bad, 3 normal, 4 well and 5 very well, for that athlete could intensify its perception for each one of the factors. It was used an analysis of variance Anova One Way and Scheffé post hoc test and the correlation of Pearson, the techniques had adopted as level of significance (p<0.01). The results had pointed out some significant differences between the levels of intensity in the external factors and the mood states. To Depression, Vigor... (Complete abstract, click electronic address below).
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Caracterização da corrida de 75 metros de atletas da categoria sub-16 do atletismoLopes, Gabriela Fernandes 07 October 2016 (has links)
Submitted by Renata Lopes (renatasil82@gmail.com) on 2017-01-13T18:33:35Z
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gabrielafernandeslopes.pdf: 1479318 bytes, checksum: 3e8a4baa142cc94587994bf4b011d6f9 (MD5) / Approved for entry into archive by Diamantino Mayra (mayra.diamantino@ufjf.edu.br) on 2017-01-31T11:14:01Z (GMT) No. of bitstreams: 1
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Previous issue date: 2016-10-07 / O conhecimento da duração das fases que compõem a corrida de 75 m rasos é de grande
valor para treinadores desenvolverem protocolos de treinamento específicos para o
desempenho do jovem atleta nesta prova. Sabe-se que o período de 10 a 15 anos é
considerado uma fase sensível para o desenvolvimento de qualidades físicas, pois é
quando começam a obter melhoras mais rápidas, devido principalmente aos fatores
maturacionais. Deste modo, o presente trabalho busca investigar, de atletas de 13 a 15
anos, o comportamento da curva de velocidade na prova de 75 m rasos, assim como
caracterizar as principais variáveis influentes no desempenho desta corrida, e comparar
os atletas mais rápidos com os mais lentos. Foram avaliados 79 atletas de atletismo, 34
meninos e 45 meninas, de 10 equipes, pertencentes à categoria sub-16. O protocolo foi
desenvolvido em dois dias consecutivos. No primeiro dia, foi realizada a anamnese,
antropometria (massa corporal, estatura, altura sentada, envergadura e dobras cutâneas)
e o teste de rapidez de movimento e impulsão vertical. No segundo dia realizou-se
corrida de 75 m. Os principais resultados encontrados foram: fase de aceleração vai até
os 30 m em meninos e meninas, fase de manutenção vai dos 30 aos 67,5 nos meninos e
dos 30 aos 45 m nas meninas e a fase de desaceleração vai dos 67,5 aos 75 m nos
meninos e nas meninas dos 45 aos 75 m. Amplitude de passada é mais determinante em
meninos do que a frequência de passadas. Nas meninas ambas variáveis apresentava o
mesmo percentual de importância no desempenho da corrida. O salto vertical é um bom
preditor do desempenho na corrida de 75 m. Meninos mais rápidos apresentam
melhores valores antropométricos e de desempenho em relação aos mais lentos.
Meninos mais rápidos e mais lentos aceleram até os 30 m, entretanto os mais lentos
mantém dos 30 aos 60 e desaceleram dos 60 aos 75, enquanto os mais rápidos mantém a
velocidade dos 30 m até o final da corrida, não havendo desaceleração. Meninas mais
rápidas comparadas as mais lentas não se diferenciam em valores antropométricos, se
diferenciando no somatório de dobras cutâneas e nas variáveis de desempenho como a
força. A duração das fases de meninas mais rápidas e mais lentas são semelhantes, o que
as diferenciam são os melhores valores de velocidade das mais rápidas. Pode se concluir
que jovens atletas do atletismo, pertencentes a categoria sub-16, apresentam mesma
duração da fase de aceleração, até os 30 m, independente de sexo ou desempenho, o que
os diferenciam são as fases de manutenção de velocidade e de desaceleração. A força é
uma variável de destaque para a predição do desempenho da velocidade nesta categoria. / It is valuable for coaches to know the phases of the 75m dash race. This knowledge
allows them to develop specific training protocols for young athlete's performance for
this test. It is known that the age levels from 10 to 15 years old is considered a sensitive
stage in the development of physical qualities, that is when they start to show faster
improvements mainly due to maturational factors. Thus, this study aims to investigate
the behaviour of the velocity curve in the athletes from 13 to 15 years realizing the test
of 75 meter dash. It also aims to characterize the main influential variables in the
performance of this race, and compare the fastest to the slower athletes. We evaluated
79 athletes from track and field, 34 boys and 45 girls, 10 teams in the Under-16 age
levels. The protocol was developed on two consecutive days. On the first day, the
clinical historic data was collected, including anthropometry data (weight, height, sitting
height, wingspan and skin folds) and the movement velocity test and vertical jump. On
the second day, athletes ran the 75m race. The main results were: acceleration phase
goes from 0 to 30m for boys and girls, maintenance phase goes from 30 to 67.5m for
boys and from 30 to 45 m for girls and decelerating ranges from 67.5 to 75 m for boys,
and from 45 to 75m for girls. The boys' stride length is more decisive than their stride
frequency. For girls, both variables had the same importance. The vertical jump is a
good predictor of performance in the race of 75 m. Faster boys have better
anthropometric and performance in relation to slower participants. Faster and slower
boys accelerate to 30 m, though the slowest holds from 30 to 60 and decelerate from 60
to 75, while in contrast the fastest keep the speed of 30 m until the end of the race and
do not slow down. Faster girls compared to slower pairs do not differ in anthropometric
values, differentiating the sum of skinfolds and the performance variables such as
strength. The duration of the phases of faster and slower girls are alike. The only
difference is the best values of speed of the fastest participants. It can be concluded that
young athletes of the U-16 levels have the same duration of acceleration phase
regardless of sex or performance level. What differs is the speed during the maintenance
phases and deceleration. The force is a prominent variable to predict the speed
performance in this category.
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Caracterização morfológica, físico/motora e maturacional de jovens atletas mirins feminino de atletismoFreitas, Jefferson Verbena de 31 July 2015 (has links)
Submitted by Renata Lopes (renatasil82@gmail.com) on 2016-05-09T19:10:05Z
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jeffersonverbenadefreitas.pdf: 1721161 bytes, checksum: 6fb9c07eab31daf4e189f0528c32206f (MD5) / Approved for entry into archive by Adriana Oliveira (adriana.oliveira@ufjf.edu.br) on 2016-06-15T12:38:49Z (GMT) No. of bitstreams: 1
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Previous issue date: 2015-07-31 / CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Recentemente tem crescido o interesse em identificar e analisar características
morfológicas,físicas/motoras e maturacionais, bem como suas modificações em
crianças e adolescentes inseridos em treinamentos sistematizados nas mais
variadas modalidades esportivas. O conhecimento dessas características é
importante para que treinadores e pesquisadores tenham parâmetros de
avaliação do desenvolvimento do jovem atleta durante o processo de
treinamento a longo prazo. Na literatura, não foram encontrados estudos que
realizassem caracterização ampla das jovens atletas femininas de atletismo
pertencentes à categoria mirins (13 a 15 anos), com testes específicos para a
modalidade. Desta forma, foram objetivos do estudo, descrever o perfil e
elaborar uma tabela de percentil das variáveis morfológicas, físico/motoras,
maturacionais e de provas específicas de atletas mirins de atletismo, verificar o
efeito da maturação biológica e do potencial esportivo nas variáveis analisadas.
Foram avaliadas 105 jovens atletas de atletismo, de 9 equipes, pertencentes à
categoria mirim. O protocolo de avaliação foi desenvolvido em dois dias
consecutivos. No primeiro dia, foi realizada a anamnese, antropometria (massa
corporal, estatura, altura sentada, envergadura e dobras cutâneas), teste
anaeróbio Running-Based Anaerobic Sprint Test (RAST) e as provas do
arremesso de peso, salto em distância, corrida de 800 m e um questionário
para o treinador avaliar o potencial esportivo de cada atleta. No segundo dia,
foi avaliada a flexibilidade (Sentar e Alcançar), impulsão vertical (Salto com
Contra Movimento e Squat Jump), arremesso de medicine ball, velocidade
(Corrida de 60 m) e velocidade aeróbia máxima (Teste de Léger-Boucher). A
maturação biológica foi avaliada pelo percentual da estatura predita. Com base
nos resultados encontrados foram preparados 2 artigos. Artigo 1 - Foram
elaboradas três tabelas: uma de percentis com resultado de todas as atletas e
outra com média e desvio padrão com os resultados do grupo todo e uma
última dividida por grupo de provas. Nas variáveis morfológicas foram
encontradas diferenças entres os grupos para a massa corporal, IMC e
somatório de dobras, nas físico/motoras apenas na VMA e nas provas
específicas não foi observada diferença significativa apenas salto em distância.
Quando dividido pelos grupos, se evidenciou que as lançadoras são diferentes
das demais atletas em algumas variáveis moforlógicas e nas provas
específicas. Artigo 2 - Quando as atletas foram divididas pelo estágio
maturacional, foram encontradas diferenças significativas apenas nas variáveis
morfológicas e no arremesso do peso sendo as normomaturas com os maiores
valores. As atletas com alto potencial apresentaram maior estatura,
comprimento de membro inferior e envergadura, e menores valores de IMC e
somatório de dobras cutâneas comparadas às atletas com médio e baixo
potencial esportivo. As atletas de alto potencial alcançaram maior desempenho
nas provas específicas do salto distância, nas corridas de 60 m e 800m em
relação às de baixo e médio potencial. O estágio maturacional não está ligado
à avaliação do potencial feito pelo técnico. Pode-se concluir que as
características morfológicas e físico/motoras parecem ser importantes fatores
diferenciadores entre as modalidades esportivas. Dentro do Atletismo as
lançadoras mirins se diferem dos demais grupos em algumas variáveis
morfológicas e nas provas específicas, sendo todos esses grupos semelhantes
entre si. A maturação é um fator que interfere apenas nas variáveis
morfológicas e no arremesso do peso. Não foi encontrada associação entre o
potencial de desempenho das atletas, avaliados pelo treinador com o estágio
maturacional. / Recently, there has been growing the interest in identifying and analyzing
morphological, physical / motor and maturational characteristics, as well as its
changes in children and adolescents placed in systematic training in various
sports. The knowledge of these characteristics is important for coaches and
researchers to have endpoints of the young athlete development during longterm
training process. In the literature, there are no studies who performed
extensive characterization of young female athletes from athletics belonging to
the junior category (13 to 15 years old), with specific tests for the modality.
Thus, were aims of the study to describe the profile and draw up a percentile
table of morphological, physical/motor, maturational and junior athletics athletes'
specific tests and verify the the effects of biological maturation and sporting
potential in the analyzed variables. Were assessed 105 young athletics's
athletes, from 9 teams, belonging to the junior category. The assessment
protocol was developed on two consecutive days. In the first day, it was held
the anamnesis, anthropometry (body weight, height, sitting height, wingspan
and skin folds), anaerobic test Running-Based Anaerobic Sprint Test (RAST)
and the tests of shot put, long jump, 800m racing and a questionnaire for the
coach to evaluate the sporting potential of each athlete. In the second day, was
assessed the flexibility (Sit and Reach) vertical jump (Jumping Against
Movement and Squat Jump), medicine ball throw, speed (60m racing) and
maximal aerobic speed (Léger-Boucher test). The biological maturation was
assessed by the predicted stature percentile. Based on these results we were
prepared 2 articles. Article 1 - Were developed two tables: one with a percentile
result of all the athletes and another with mean and standard deviation divided
by the results of tests group, in which its demonstrated that the slinger are
different from other athletes. In physical/motor variables significant differences
were observed between the groups only on flexibility and fatigue index and in
the specific tests was observed significant difference 60m racing, long jump and
800m racing. Article 2 - When the athletes were divided by maturation stage,
were found significant differences only in the anthropometric variables and in
the shot put. The athletes with high potential had higher height, leg length and
wingspan, and lower BMI and sum of skinfold thickness compared to athletes
with medium and low sporting potential. The maturational stage is not linked to
the potential assessment done by the coach. It is concluded that the
morphological and physical/motor characteristics seems to be important
differentiators factors between the sports modalities. In athletics, the junior
launchers are different from the other groups in some morphological variables
and in the specific tests, being all these groups similar to each other. Maturation
is a factor that interferes only in the anthropometric variables and shot put.
There is no association between the performance potential of athletes,
assessed by the coach with the maturational stage.
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