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Georg Lukács e o espectro do realismo / Georg Lukács and the spectre of realismAraújo, Paula Alves Martins de 07 December 2015 (has links)
A partir dos anos 30, o filósofo húngaro Georg Lukács publica uma série de textos nos quais procura determinar o que é a literatura realista, atentando para seus desdobramentos no curso do desenvolvimento histórico. Afinal, dirá Lukács, a questão que se coloca é, justamente, compreender as importantes mudanças de estilo pelas quais passa o realismo, essa maneira especificamente artística de descobrir a realidade objetiva. Para Lukács, entretanto, tais mudanças não surgem a partir de uma dialética imanente das formas, por mais que se vinculem a formas do passado. A aposta teórica deste trabalho é a de que essa perspectiva sobre o realismo ganha um solo fértil, quando atentamos para o complexo de problemas evocado pela hostilidade do capitalismo às artes. Assumindo-o como nosso fio da meada, apresentamos então a leitura de Lukács sobre dois grandes autores realistas, Balzac e Tolstói, com destaque para as continuidades e diferenças entre eles. Nesse sentido, vem para o primeiro plano as considerações de Lukács sobre o típico, constituído de modo extremo, bem como a discussão em torno da incorporação de elementos dramáticos pelo romance, que já pode ser observada em Os anos de aprendizagem de Wilhelm Meister, de Goethe, e se torna fundamental nas obras de Balzac e Walter Scott. / From the 1930s onward, the Hungarian philosopher Georg Lukács published a series of texts in which he sought a definition for realism in literature, bearing in mind its historical consequences. For the matter, according to him, it was crucial to understand the important changes in style underwent by realism, a mode through which one is able to discover objective reality. For him, however, such changes do not appear out of an immanent dialectic of forms, even though they may be related to past forms. Our theoretical hypothesis in this research is that the perspective overcast on realism becomes productive once one is aware of the complexity of problems that the hostility of capitalism towards the arts engenders. Our train of thinking will be led by Lukácss readings of two major writers of realism, Balzac and Tolstoy, and the continuities and discontinuities among them. We will thus bring forth the philosophers considerations on typical, understood as an extreme form, as well as the debate surrounding the incorporation of dramatic elements into the novel, as can be seen in Goethes Wilhelm Meisters Apprenticeship, and more so in Balzacs and Walter Scotts writings.
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Trabalho, estética, arquitetura: a contribuição de György Lukács para um estudo crítico sobre a responsabilidade social do arquiteto / Labour, aesthetics, architecture: the contribution from György Lukács for a critical study on the social responsibility of the architectThiesen, José Rodolfo Pacheco 27 March 2015 (has links)
György Lukács, filósofo húngaro, é autor de uma vasta produção teórica. Nos anos 1950 e 1960, em seu período de maior maturidade, Lukács dedicou-se à formulação de uma Estética e de uma Ontologia do ser social, obras nas quais buscou retomar e desenvolver temas que se situam nos fundamentos do pensamento de Marx e Engels. Entre esses temas, figurou com importância crescente o tratamento dado à categoria trabalho. Em sua última grande obra teórica, Para uma ontologia do ser social , Lukács situa o trabalho como categoria fundante do ser social e fonte primária da contradição entre teleologia e causalidade. Antes disso, em sua Estética I , Lukács já havia posicionado o trabalho e a vida cotidiana com centralidade em relação às reflexões sobre a arte e a estética, chegando inclusive a realizar formulações específicas sobre a arquitetura. O presente trabalho retoma algumas dessas reflexões de Lukács, o que inclui um retorno também à questões fundamentais colocadas por Marx e Engels, e confronta essas reflexões com elementos da tradição teórica marxista que se construiu no Brasil em torno da produção teórica de Sérgio Ferro. Assim, o presente trabalho sugere a possibilidade de realização da investigação em torno dos problemas relacionados ao reflexo estético arquitetônico situando a arquitetura dentro do âmbito (o mais amplo possível) da práxis social, passando nessa trajetória pelos âmbitos da construção e da economia política. A partir dessa possibilidade, ensaiamos reflexões sobre os fundamentos do reflexo estético arquitetônico e sua relação de constrangimento pelo modo de produção capitalista. Essas reflexões abrem questões para a pesquisa a respeito da responsabilidade social do arquiteto, ou seja, a respeito de quais caminhos pode tomar a ação dos arquitetos interessados na libertação da criação, da produção e da fruição arquitetônica frente aos constrangimentos provocados pela dinâmica do capital. / The Hungarian philosopher György Lukács is the author of a vast theoretical production. In the 1950s and 1960s, his period of greatest maturity, Lukács devoted himself to the formulation of an Aesthetics and an Ontology of the social being, works in which he sought to recapture and develop themes which are located in the basis of Marx\'s and Engels\' reasoning. Among these issues, he focused on the treatment given to the labour category with increasingly importance. In his last large theoretical work, Ontology of social being, Lukács places the labour as a foundational category of the social being and primary source of the contradiction between teleology and causality. Earlier, in his Aesthetics I , Lukács positioned the labour and everyday life with centrality in relation to reflections on art and aesthetics. In this work he even performs specific formulations on architecture. This dissertation refers to some of these reflections made by Lukács, which include also a return to fundamental questions raised by Marx and Engels, and confronts these reflections with elements of the Marxist theoretical tradition that was built in Brazil around the theoretical production of Sergio Ferro. Thus, this study suggests the possibility of carrying on a research around the problems related to the architectural aesthetic reflection, placing the architecture within the scope (the widest possible) of social praxis, passing by the fields of construction and political economy. From this possibility, we rehearsed reflections on the fundamentals of the architectural aesthetic reflex and its constraint relationship caused by the capitalist mode of production. These reflections open issues for research on the social responsibility of the architect , i.e., about the question of which paths can take the action of architects interested in the liberation of architectural creation, production and enjoyment front to the constraints caused by the dynamics of the capital.
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Capitalismo perene: reflexões sobre a estabilização do capitalismo a partir de Lukács e da teoria crítica / Perennial Capitalism: reflections on capitalism stabilization from Lukács and critical theoryPuzone, Vladimir Ferrari 27 August 2014 (has links)
Esta tese tem por objetivo compreender a estabilização do capitalismo em diversos períodos no século XX, mais especificamente em três obras do que se convencionou chamar de marxismo ocidental, uma vez que elas representam pontos de inflexão da discussão a respeito do assunto: História e Consciência de Classe, de Georg Lukács, Dialética do Esclarecimento, de Max Horkheimer e Theodor W. Adorno, e O Homem Unidimensional, de Herbert Marcuse. Por meio de uma comparação desses livros com os debates a respeito das transformações do capitalismo nos períodos em que cada uma das obras foi escrita, procurou-se entender por quais mecanismos e instituições a sociedade capitalista conseguiu superar suas crises e se naturalizar perante os indivíduos, constituindo-se como segunda natureza e sendo aceita, portanto, como a única forma de sociedade possível. Dessa maneira, seus autores se distinguem daquelas discussões, não apenas retomando e criticando vários de seus aspectos, mas sobretudo por apresentarem explicações e conceitos inovadores diante das mudanças históricas. As análises em cada uma das obras oferecem alternativas para se compreender o atual estágio histórico em que se encontra a sociedade burguesa / This dissertation aims to understand capitalism stabilization throughout different periods in twentieth century, namely through the reading of three works of the so called Western Marxism, which represent turning points in the discussion of the subject: History and Class Consciousness, written by Georg Lukács, Dialectic of Enlightenment, by Max Horkheimer and Theodor Adorno, and One-dimensional Man, written by Herbert Marcuse. In comparing these books with debates on transformations of capitalism in the periods in which each of them was written, this thesis seeks to understand through which mechanisms and institutions capitalist society was able to overcome its crises and become second nature to individuals, being accepted as the only possible form of society. In this sense, the authors discussed in my work distinguish themselves, not only because they recover and criticize important aspects about the stabilization of capitalism, but also because they present innovative elucidations and concepts regarding historical changes in the twentieth century. Lastly, each of the analysis presented in my work offers alternatives to comprehend the current historical stage in which bourgeois society finds itself
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Capitalismo perene: reflexões sobre a estabilização do capitalismo a partir de Lukács e da teoria crítica / Perennial Capitalism: reflections on capitalism stabilization from Lukács and critical theoryVladimir Ferrari Puzone 27 August 2014 (has links)
Esta tese tem por objetivo compreender a estabilização do capitalismo em diversos períodos no século XX, mais especificamente em três obras do que se convencionou chamar de marxismo ocidental, uma vez que elas representam pontos de inflexão da discussão a respeito do assunto: História e Consciência de Classe, de Georg Lukács, Dialética do Esclarecimento, de Max Horkheimer e Theodor W. Adorno, e O Homem Unidimensional, de Herbert Marcuse. Por meio de uma comparação desses livros com os debates a respeito das transformações do capitalismo nos períodos em que cada uma das obras foi escrita, procurou-se entender por quais mecanismos e instituições a sociedade capitalista conseguiu superar suas crises e se naturalizar perante os indivíduos, constituindo-se como segunda natureza e sendo aceita, portanto, como a única forma de sociedade possível. Dessa maneira, seus autores se distinguem daquelas discussões, não apenas retomando e criticando vários de seus aspectos, mas sobretudo por apresentarem explicações e conceitos inovadores diante das mudanças históricas. As análises em cada uma das obras oferecem alternativas para se compreender o atual estágio histórico em que se encontra a sociedade burguesa / This dissertation aims to understand capitalism stabilization throughout different periods in twentieth century, namely through the reading of three works of the so called Western Marxism, which represent turning points in the discussion of the subject: History and Class Consciousness, written by Georg Lukács, Dialectic of Enlightenment, by Max Horkheimer and Theodor Adorno, and One-dimensional Man, written by Herbert Marcuse. In comparing these books with debates on transformations of capitalism in the periods in which each of them was written, this thesis seeks to understand through which mechanisms and institutions capitalist society was able to overcome its crises and become second nature to individuals, being accepted as the only possible form of society. In this sense, the authors discussed in my work distinguish themselves, not only because they recover and criticize important aspects about the stabilization of capitalism, but also because they present innovative elucidations and concepts regarding historical changes in the twentieth century. Lastly, each of the analysis presented in my work offers alternatives to comprehend the current historical stage in which bourgeois society finds itself
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O realismo nos escritos de Georg Lukács dos anos trinta: a centralidade da ação / Realism on Georg Lukács\' writings from the thirties: the centrality of actionAna Aguiar Cotrim 19 February 2010 (has links)
Esse trabalho tem o objetivo de analisar e discutir a concepção de Georg Lukács sobre realismo artístico exposta numa seleção de textos estético-literários produzidos durante a década de 1930. Seguimos o percurso de aquisição da teoria do realismo durante o decênio, enfocando o processo de apropriação da ação como elemento literário central, em sua orgânica relação com o típico. Uma vez que o caminho em direção à perspectiva artística do realismo tem início com a sua guinada marxista, de cunho ontológico, em fim dos anos vinte, buscamos apreender as relações entre esse caminho e o processo de sua aproximação a Marx, isto é, às determinações fundantes do ser social descobertas pelo grande revolucionário alemão. O trabalho aborda o significado da guinada marxista e os primeiros desenvolvimentos estéticos de sua concepção madura. Assim, adentra a questão da objetividade do reflexo artístico, a objetividade da forma, o partidarismo, a centralidade da ação e da tipicidade, a defesa da herança literária da burguesia em ascensão, da figuração e da narração. Estende-se também, no contexto das discussões positivas sobre a teoria do realismo, à crítica dos romances de reportagem, da arte de tendência e do naturalismo, bem como à explicitação da decadência ideológica da burguesia e as condições do triunfo do realismo. / This research aims to analyze and discuss Georg Lukács account on artistic realism as presented in selected aesthetical-literary writings from the thirties. It pursues the course of his acquisition of theory of realism during the decade focusing on the process of appropriation of action as a chief literary element, in its organic relation to the typical. Once the course toward the artistic perspective of realism starts in the end of the twenties with his turn to Marxism, ontologically marked, this work seeks to disclose the connections between this course and the process of his apprehension of Marxian thought, that is, the founding determinations of social being brought out by the great German revolutionary. This study concerns the meaning of Lukács Marxist turn and the first aesthetical developments of his mature writings. Therefore, it examines the objectivity of artistic reflection, the objectivity of form, partisanship, the centrality of action and typicality, the defense of ascendant bourgeoisie literary heritage, portrayal and narration. In the context of positive debate on the theory of realism, this research also approaches the critique of reportage novels, tendency art and naturalism, as well as aspects of ideological decay of bourgeoisie and the triumph of realism.
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Georg Lukács e o espectro do realismo / Georg Lukács and the spectre of realismPaula Alves Martins de Araújo 07 December 2015 (has links)
A partir dos anos 30, o filósofo húngaro Georg Lukács publica uma série de textos nos quais procura determinar o que é a literatura realista, atentando para seus desdobramentos no curso do desenvolvimento histórico. Afinal, dirá Lukács, a questão que se coloca é, justamente, compreender as importantes mudanças de estilo pelas quais passa o realismo, essa maneira especificamente artística de descobrir a realidade objetiva. Para Lukács, entretanto, tais mudanças não surgem a partir de uma dialética imanente das formas, por mais que se vinculem a formas do passado. A aposta teórica deste trabalho é a de que essa perspectiva sobre o realismo ganha um solo fértil, quando atentamos para o complexo de problemas evocado pela hostilidade do capitalismo às artes. Assumindo-o como nosso fio da meada, apresentamos então a leitura de Lukács sobre dois grandes autores realistas, Balzac e Tolstói, com destaque para as continuidades e diferenças entre eles. Nesse sentido, vem para o primeiro plano as considerações de Lukács sobre o típico, constituído de modo extremo, bem como a discussão em torno da incorporação de elementos dramáticos pelo romance, que já pode ser observada em Os anos de aprendizagem de Wilhelm Meister, de Goethe, e se torna fundamental nas obras de Balzac e Walter Scott. / From the 1930s onward, the Hungarian philosopher Georg Lukács published a series of texts in which he sought a definition for realism in literature, bearing in mind its historical consequences. For the matter, according to him, it was crucial to understand the important changes in style underwent by realism, a mode through which one is able to discover objective reality. For him, however, such changes do not appear out of an immanent dialectic of forms, even though they may be related to past forms. Our theoretical hypothesis in this research is that the perspective overcast on realism becomes productive once one is aware of the complexity of problems that the hostility of capitalism towards the arts engenders. Our train of thinking will be led by Lukácss readings of two major writers of realism, Balzac and Tolstoy, and the continuities and discontinuities among them. We will thus bring forth the philosophers considerations on typical, understood as an extreme form, as well as the debate surrounding the incorporation of dramatic elements into the novel, as can be seen in Goethes Wilhelm Meisters Apprenticeship, and more so in Balzacs and Walter Scotts writings.
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Trabalho, estética, arquitetura: a contribuição de György Lukács para um estudo crítico sobre a responsabilidade social do arquiteto / Labour, aesthetics, architecture: the contribution from György Lukács for a critical study on the social responsibility of the architectJosé Rodolfo Pacheco Thiesen 27 March 2015 (has links)
György Lukács, filósofo húngaro, é autor de uma vasta produção teórica. Nos anos 1950 e 1960, em seu período de maior maturidade, Lukács dedicou-se à formulação de uma Estética e de uma Ontologia do ser social, obras nas quais buscou retomar e desenvolver temas que se situam nos fundamentos do pensamento de Marx e Engels. Entre esses temas, figurou com importância crescente o tratamento dado à categoria trabalho. Em sua última grande obra teórica, Para uma ontologia do ser social , Lukács situa o trabalho como categoria fundante do ser social e fonte primária da contradição entre teleologia e causalidade. Antes disso, em sua Estética I , Lukács já havia posicionado o trabalho e a vida cotidiana com centralidade em relação às reflexões sobre a arte e a estética, chegando inclusive a realizar formulações específicas sobre a arquitetura. O presente trabalho retoma algumas dessas reflexões de Lukács, o que inclui um retorno também à questões fundamentais colocadas por Marx e Engels, e confronta essas reflexões com elementos da tradição teórica marxista que se construiu no Brasil em torno da produção teórica de Sérgio Ferro. Assim, o presente trabalho sugere a possibilidade de realização da investigação em torno dos problemas relacionados ao reflexo estético arquitetônico situando a arquitetura dentro do âmbito (o mais amplo possível) da práxis social, passando nessa trajetória pelos âmbitos da construção e da economia política. A partir dessa possibilidade, ensaiamos reflexões sobre os fundamentos do reflexo estético arquitetônico e sua relação de constrangimento pelo modo de produção capitalista. Essas reflexões abrem questões para a pesquisa a respeito da responsabilidade social do arquiteto, ou seja, a respeito de quais caminhos pode tomar a ação dos arquitetos interessados na libertação da criação, da produção e da fruição arquitetônica frente aos constrangimentos provocados pela dinâmica do capital. / The Hungarian philosopher György Lukács is the author of a vast theoretical production. In the 1950s and 1960s, his period of greatest maturity, Lukács devoted himself to the formulation of an Aesthetics and an Ontology of the social being, works in which he sought to recapture and develop themes which are located in the basis of Marx\'s and Engels\' reasoning. Among these issues, he focused on the treatment given to the labour category with increasingly importance. In his last large theoretical work, Ontology of social being, Lukács places the labour as a foundational category of the social being and primary source of the contradiction between teleology and causality. Earlier, in his Aesthetics I , Lukács positioned the labour and everyday life with centrality in relation to reflections on art and aesthetics. In this work he even performs specific formulations on architecture. This dissertation refers to some of these reflections made by Lukács, which include also a return to fundamental questions raised by Marx and Engels, and confronts these reflections with elements of the Marxist theoretical tradition that was built in Brazil around the theoretical production of Sergio Ferro. Thus, this study suggests the possibility of carrying on a research around the problems related to the architectural aesthetic reflection, placing the architecture within the scope (the widest possible) of social praxis, passing by the fields of construction and political economy. From this possibility, we rehearsed reflections on the fundamentals of the architectural aesthetic reflex and its constraint relationship caused by the capitalist mode of production. These reflections open issues for research on the social responsibility of the architect , i.e., about the question of which paths can take the action of architects interested in the liberation of architectural creation, production and enjoyment front to the constraints caused by the dynamics of the capital.
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AN APPLICATION OF THE LITERARY THEORIES OF GEORG LUKACS TO THE PROSE OF ENRIQUE AMORIMGerling, David Ross, 1941- January 1975 (has links)
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Fiction and reality in Lukács theories of the novelDetre, John. January 1986 (has links)
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Para uma ontologia do ser social: apontamentos para a compreensão do complexo da linguagem em György Lukács / For an ontology of social being: notes for the understanding of the language complex in György LukácsSILVA, Homero Dionísio da January 2016 (has links)
SILVA, Homero Dionísio da. Fundamentos da educação: apontamentos para a compreensão do complexo da linguagem em Gyorgy Lukács. 2016. 105f. – Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós-graduação em Educação Brasileira, Fortaleza (CE), 2016. / Submitted by Gustavo Daher (gdaherufc@hotmail.com) on 2016-09-22T13:08:36Z
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Previous issue date: 2016 / This work aims to make a first approximation to the complex of language and how it is viewed in An ontology of social being, the last work of the Hungarian philosopher Gyorgy Lukacs, published only after his death. We believe that by doing this movement towards the object, it is necessary to articulate aspects of processuality. So we bring some relevant nuances of intellectual trajectory of Lukacs and the issues that led him to write such a work. We also consider it necessary to question the weight and relevance of the work, as well as the debates and controversies that it aroused. In relation to the work itself, we believe that an analysis of the exposed core categories by Lukacs is crucial to understand how these are constituted and constitute the social being and how this movement of these categories are linked with language. At the end, we do an investigation on how Lukacs views the complex of language, particularly in the first two chapters of the book, in the chapter The Work and The Reproduction. We understand that at the moment of the actual manipulation, where even the most willing social fighters fall into the trap of understanding the social struggle out of the class struggle aspect and within a set of narratives, the effective understanding of complex language is of utmost importance for human development. / O presente trabalho tem por objetivo uma primeira aproximação ao complexo da linguagem como tratada em Para uma ontologia do ser social, última obra do filósofo húngaro Gyorgy Lukács, publicada apenas após sua morte. Entendemos que, ao fazer esse movimento em direção ao objeto é necessário articular os aspectos de processualidade. Por isso achamos relevante trazer algumas nuances da trajetória intelectual de Lukács e das questões que o levaram a escrever tal obra. Também entendemos ser necessário problematizar o peso, a relevância da obra, assim como os debates e polêmicas que a mesma suscitou. Já em relação a obra em si, entendemos que uma análise das categorias centrais expostas por Lukács eram de fundamental importância para compreendermos como estas se constituem e constituem o ser social e como nesse movimento tais categorias se articulam com a linguagem. Ao final, fazemos uma investigação de como trata Lukács o complexo da linguagem em especial nos dois primeiros capítulos da obra, no capítulo O trabalho e no capítulo A reprodução. Entendemos que nesse momento de manipulação do real onde mesmo os lutadores sociais mais dispostos caem na armadilha de compreender a luta social fora do aspecto da luta de classes e dentro de um jogo de narrativas, a compreensão efetiva do complexo da linguagem é de extrema importância para a formação humana.
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