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Contribuição dos fatores clínicos, epidemiológicos e genéticos na evolução das lesões precursoras do câncer de colo de útero / Contributing factors of clinical, epidemiological and genetic changes in the precursor lesions of uterine cervical neoplasmsSilva, Ilce Ferreira da January 2008 (has links)
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Previous issue date: 2008 / Introdução: Apesar dos esforços para controlar a incidência e mortalidade por câncer de colo de útero, esta neoplasia é um problema de saúde pública no Brasil e no mundo. Tem sido internacionalmente observada uma mudança no padrão de incidência do câncer cervical, sobretudo em mulheres jovens, sugerindo uma distribuição heterogênea dos fatores de risco nos diferentes grupos etários. A detecção precoce das lesões precursoras e seu tratamento adequado constituem as ferramentas principais para o controle da incidência e mortalidade por esta neoplasia. No entanto, há um percentual considerável de mulheres cuja evolução caracteriza-se pelo insucesso no tratamento dessas lesões ou apresentam um padrão diferenciado, devido a fatores ainda não muitos bem eselecidos. Objetivo: Determinar a contribuição de fatores clínicos, epidemiológicos e genéticos na evolução das lesões precursoras do câncer cervical bem como na falha de tratamento das lesões pré-neoplasicas.Metodologia: Trata-se de um estudo observacional transversal em mulheres com lesões cervicais com indicação de colposcopia, atendidas num hospital de referência para câncer ginecológico entre outubro de 2004 a Maio de 2006; e um estudo observacional analítico prospectivo de uma coorte de mulheres com lesões precursoras do câncer de colo de útero submetido ao tratamento conservador, seguidas por 2 anos após o tratamento. As pacientes foram submetidas à uma entrevista padronizada buscando identificar os cofatores de risco de interesse no estudo e foi coletado uma amostra de sangue periférico para determinação dos polimorfismos do códon 72 do gene TP53, utilizando as técnicas de PCR-RFLP. Foram utilizados os testes de Poisson e de Regressão Logística Múltipla para cálculos das razões de prevalência e OR, respectivamente, com intervalos de confiança de 95 por cento no estudo transversal. / Os testes de Kaplan Meier e regressão proporcional de Cox foram utilizados para avaliação da probabilidade condicional de falha no tratamento e estimação das HR, respectivamente.Resultados: Um total de 318 pacientes assinou o TCLE e cumpriram os critérios de inclusão. Dessas, 136 (42.8 por cento) tinham entre 18-30 anos, 138 (43.4 por cento) entre 31-49 anos, e 44 (13.8 por cento) tinham 50-68 anos. Das 304 coletaram amostras de sangue periférico, 55 (18.1 por cento) eram homozigotos para o alelo Pro, 185 (60.9 por cento) heterozigotos, 64 (21.1) eram homozigotos para o alelo Arg. A distribuição dos polimorfismos está em equilíbrio de Hardy-Weimberg. No grupo mais jovem, paridade e sexarca precoce apresentaram razões de prevalência bruta e ajustada de 1.16 e 1.95, respectivamente. No grupo etário de 31 49 anos, a idade na menopausa e agismo atual foram fatores de risco independentes para HSIL/Câncer (RP:1.21 e 1.37, respectivamente). A forma heterozigota foi um fator de risco independente para o desenvolvimento de HSIL/Câncer (ORaj=1.92, 95 por cento CI:1.03-3.59). Polimorfismos da p53 interagiram significativamente com uso de contraceptivo oral (OR interação= 3.59,95 por cento CI:1.09-11.84). Envolvimento das margens (HR=7.01), agismo atual (HR=3.9) estão estatisticamente associados ao risco de falha no tratamento de lesões precursoras quando o critério de falha utilizado é confirmado histopatologicamente. Conclusão: Os fatores de risco envolvidos no desenvolvimento do câncer cervical podem variar de acordo com o grupo etário estudado. Fatores genéticos ligados ao hospedeiro (ex. Polimorfismos do gene TP53) podem interagir com esses fatores ambientais modulando o risco de HSIL/Câncer. As margens cirúrgicas e os fatores ambientais (agismo, sexarca precoce, multiplicidade de parceiros e uso de contraceptivos orais) atuam conjuntamente no risco de falha no tratamento conservador das lesões precursoras do câncer cervical. (...)
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MORTALIDADE POR CÂNCER DE COLO DO ÚTERO NO ESPÍRITO SANTO: TENDÊNCIAS TEMPORAIS E PAPEL DA ENFERMAGEM.CALHEIROS, J. O. 13 May 2016 (has links)
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Previous issue date: 2016-05-13 / No Brasil, o câncer de colo uterino é a terceira neoplasia maligna mais comum entre mulheres e quarta causa de morte por câncer na população feminina no mundo. Objetivos: Descrever a tendência de não completude do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), em uma série histórica de 2000 a 2012, e analisar a tendência de mortalidade por câncer de colo do útero de 1980 a 2012. Desenvolver uma tecnologia da informação visando a orientação das mulheres para a importância do conhecimento dos fatores de risco, prevenção e do rastreamento por meio do exame Papanicolau. Metodologia: Estudo analítico baseado em dados secundários obtidos no SIM e dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Para análise da completude dos dados inseridos no SIM, utilizou-se o escore proposto por Romero e Cunha, e, para a tendência de mortalidade da série de 1980 a 2012, realizou-se o cálculo do coeficiente de mortalidade por óbitos em dois períodos. Resultados: Durante o período de 2000 a 2012, observou-se uma tendência estável de não completude para as variáveis raça/cor e escolaridade no Espírito Santo. A variável estado civil apresenta uma tendência crescente de não completude no estado do ES e Sudeste (p<0,001). Na análise da tendência de mortalidade no período de 1980 a 2012 ocorreram 3.618 óbitos por câncer de colo de útero no estado do Espírito Santo. Observou-se que o coeficiente de mortalidade no período de 1980 a1994 apresentou tendência crescente (p=0,006), e de 1995 a 2012 a tendência foi decrescente (p=0,001). Conclusão: Busca-se com a realização de estudos baseados na análise da qualidade dos dados contidos na declaração de óbito a construção de um sistema de informação que possa subsidiar dados epidemiológicos consistentes e fidedignos, levando a novas pesquisas, implantação de políticas institucionais públicas e planejamento mais eficaz, por parte dos gestores, de programas direcionados a melhoria desses indicadores e capazes de minimizar os números de óbitos através de ações efetivas. Uma das ferramentas para redução da mortalidade por câncer de colo do útero está na sensibilização das mulheres por meio de orientação quanto às formas de prevenção, o conhecimento dos fatores de risco, a importância do rastreamento para detecção precoce e quebra de preconceitos em relação a medo, vergonha e elementos culturais como fatores dificultadores para alcançar a cobertura preconizada. Baseado nos resultados deste estudo e nos achados durante a revisão de literatura, pretendemos abrir um canal de comunicação informativo da saúde da mulher como meio de socialização do saber e seu possível reconhecimento por meio de um site e uma cartilha, despertando o autocuidado em busca da prevenção e promoção da saúde.
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Do carcinoma cervical in situ ao invasor: o papel da expressão da P16INK4a na progressão e na recorrênciaAnschau, Fernando January 2008 (has links)
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Previous issue date: 2008 / To investigate the expression of p16INK4a in cervical carcinoma and its relation to the transition of carcinoma in situ to invasive carcinoma, and its role in recurrence of cervical lesions as well, a series of 90 patients with cervical carcinoma (49 with in situ lesion and 41 with invasive lesion) were selected between July 2001 and September 2002. Groups with in situ and invasive lesions were paired for a series of risk variables for cervical cancer and followed up for 60 months. The follow-up visits occurred every 6 months in the first three years and annually up to the fifth year. It was seen that 87. 9% of the patients with invasive lesion had overexpression of p16INK4a, in comparison with 37. 6% of those with in situ lesion (X2: 13. 68; 2 df; p=0. 0002; OR: 12. 08), demonstrating the overexpression of p16INK4a as a risk of invasion of the basal layer by dysplastic cells. We also observed an association between overexpression of p16INK4a and staging of cancer (X2: 18. 38; 6 df; p=0. 0003). A prospective analysis, when controlled for interaction with cervical lesion groups (by Cox regression), demonstrated a risk of recurrence of 4. 83 times attributed to overexpression of p16INK4a , albeit not statistically significant (p=0. 14). / A fim de investigar a expressão da p16INK4a no carcinoma cervical e sua relação com a transformação de carcinoma in situ em invasor, além de seu papel na recorrência das lesões cervicais, uma série de 90 pacientes com carcinoma cervical (49 com lesão in situ e 41 com lesão invasora) foi selecionada, entre julho de 2001 e setembro de 2002. Os grupos com lesão in situ e invasora foram pareados para uma série de variáveis de risco do câncer cervical e as pacientes mantidas em acompanhamento por 60 meses. As visitas de acompanhamento ocorreram a cada 6 meses nos primeiros três anos e anualmente até o quinto ano. 87,9% das pacientes com lesão invasora apresentavam super expressão da p16INK4a, em comparação com 37,6% daquelas com lesão in situ (X2:13,68; 2GL; p=0,0002; OR:12,08), demonstrando ser a super expressão da p16INK4a um risco de invasão da membrana basal por células displásicas. Também observamos associação entre super expressão da p16INK4a e estadiamento do câncer (X2:18,38; 6GL; p=0,0003). A análise prospectiva, quando controlada a interação com os grupos de lesão cervical (cálculo de regressão de Cox), demonstra risco de 4,83 atribuído à super expressão da p16INK4a para recorrência, mas sem significância estatística (p=0,14).
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Carcinoma adenoescamoso versus adenocarcinoma de colo uterino estádio inicial em pacientes submetidas à histerectomia radical : uma análise prognósticaReis, Ricardo dos January 2007 (has links)
Objetivo: com o intuito de avaliar se a histologia (adeno carcinoma vs carcinoma adenoescamoso) é um indicador prognóstico independente em pacientes com câncer de colo uterino estádio IB1 após histerectomia radical. Método: todas as pacientes com adenocarcinoma ou carcinoma adenoescamoso que foram submetidas à histerectomia radical entre outubro de 1990 e dezembro de 2006, na Universidade do Texas M.D. Anderson Cancer Center, foram avaliadas. Dados clínico-patológicos coletados incluíram idade, estádio da doença, grau histológico, status dos linfonodos pélvicos, envolvimento parametrial, profundidade de invasão estromal, evidência de invasão dos espaços linfo-vasculares (IELV) e terapia adjuvante. As pacientes foram categorizadas como doença de “baixo risco” ou “alto risco” dependendo dos achados patológicos finais.Resultados: nós identificamos 126 pacientes com câncer de colo uterino estádio IB1 de carcinoma adenoescamoso (n = 29) ou adenocarcinoma (n = 97). O seguimento (mediana) das pacientes foi de 79 meses (variação 1,7-184,6). A idade (mediana) foi 40,3 anos para pacientes com adenocarcinoma e 35,2 anos para pacientes com carcina adenoescamoso (P = 0,88). Grau histológico III e IELV foram mais comuns em pacientes com tumores adenoescamosos, do que em pacientes com adenocarcinoma (85 % vs 16 %; P < 0,01 e 56,5 % vs 32,8 %; P = 0,04 respectivamente). Histologia não foi associada com envolvimento de linfonodos pélvicos ou envolvimento parametrial. Não havia diferença nos índices de recorrência entre os dois grupos histológicos, porém o tempo até a recorrência foi menor para pacientes com carcinoma adenoescamoso (7,9 meses vs 15 meses; P = 0,01). Não havia diferença entre os tipos celulares com relação aos índices derecorrência e sobrevida livre de recorrência nos grupos de baixo e alto risco. Conclusão: não evidenciamos que subtipo histológico afeta o prognóstico; entretanto, o tempo até a recorrência foi menor em pacientes com carcinoma adenoescamoso. Nosso estudo sugere que em paciente com carcinoma adenoescamoso ou adenocarcinoma estádio IB1, a presença de fatores de alto risco é mais importante do que o subtipo histológico.
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Mortalidade por câncer de cérvice uterina no Rio Grande do Sul, perído de 1979 a 1998Kalakun, Luciane January 2002 (has links)
Resumo não disponível.
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Expressão do receptor do peptídeo liberador da gastrina em câncer de colo de úteroCornélio, Daniela Baumann January 2007 (has links)
O peptídeo liberador da gastrina (GRP) está estabelecido como um fator de crescimento no câncer. Os fatores de crescimento desempenham um papel importante na proliferação das células neoplásicas e progressão do câncer, estando envolvidos na invasão local, angiogênese, metástases à distância e apoptose. A superexpressão de receptores para fatores de crescimento em células malignas é geralmente um marcador de agressividade e está associada a um prognóstico reservado. Na busca por novas estratégias no tratamento do câncer, muitos esforços têm sido feitos para se identificar quais são esses receptores e desenvolver terapias dirigidas contra eles, explorando a especificidade molecular. O GRPR já foi identificado em diversas neoplasias humanas, mas até o presente momento não havia nenhum dado na literatura quanto à sua expressão no câncer de colo de útero. Considerando que esta neoplasia é uma importante causa de morbidade e mortalidade em todo o mundo, objetivamos avaliar neste estudo o perfil de expressão de GRPR em lesões pré-invasivas e invasivas de colo de útero. Através da técnica da imunoistoquímica, lesões cervicais e tecidos não neoplásicos circundantes de 88 mulheres foram selecionados do arquivo de patologia do HCPA e avaliados quanto à expressão de GRPR. O receptor foi detectado em 99% das amostras tumorais, na maioria das vezes exibindo padrão de coloração difuso; moderado ou forte. Os GRPRs foram menos intensamente expressos em ectocervices adjacentes às lesões e praticamente não foram detectados nas endocérvices. Não foram encontradas diferenças na expressão de GRPR entre as formas pré-invasivas e invasivas de neoplasias cervicais. Este estudo demonstrou pela primeira vez a expressão aberrante de GRPRs em neoplasias cervicais humanas. A presença de receptores nos tecidos não neoplásicos circundantes pode ser associada a um papel fisiológico do GRP na renovação epitelial ou representar um processo carcinogênico incipiente. / Gastrin-releasing peptide (GRP) is already established as a growth factor in cancer. Growth factors are involved in cell proliferation and cancer progression, enhancing local invasion, angiogenesis, distant metastasis and apoptosis. Furthermore, the overexpression of growth factor receptors on the cell surface of malignant cells might be associated with a more aggressive behavior and a poor prognosis. Searching for new strategies for cancer treatment, much effort has been done to identify these receptors and to develop targeted therapies exploring their molecular specificity. The GRPR has been identified in many human malignancies, but to date, no information regarding its expression in cervical cancer was found in the literature. Considering that cervical cancer is a very important cause of morbidity and mortality worldwide, we aimed to evaluate the GRPR expression profile in preinvasive and invasive cervical lesions. Cervical lesions and surrounding nonneoplastic tissues from 88 women were selected from the pathology archive of HCPA and evaluated through immunohistochemistry. GRPR was detected in 99% of the neoplastic lesions, mostly exhibiting a diffuse strong staining. The receptors were less intensely expressed in ectocervix surrounding the lesions and were seldom detected in the endocervix. No correlation between GRPR expression and preinvasive and invasive neoplasms was found. This study demonstrated for the first time the aberrant GRPR expression in human cervical cancer. The presence of receptors in nonneoplastic surrounding tissues can be either associated with a physiological role of GRP on epithelium renewal or be related to an incipient carcinogenic processes.
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Tradução, adaptação e validação da escala Adherence Determinants Questionnaire para uso no Brasil / Translation, Adaptation and Validation of the Scale Adherence determinants questionnaire for use in BrazilLessa, Paula Renata Amorim January 2012 (has links)
LESSA, Paula Renata Amorim. Tradução, adaptação e validação da escala Adherence Determinantes Questionnaire para uso no Brasil. 2012. 134 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Fortaleza, 2012. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2013-02-22T13:06:42Z
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Previous issue date: 2012 / Os tratamentos preconizados para o câncer de colo do útero e câncer de mama são agressivos e transformam significativamente as relações sociais e pessoais da mulher, motivos pelos quais muitas delas apresentam entraves na adesão ao tratamento proposto. Dentre os objetivos do estudo destacam-se: traduzir e adaptar culturalmente a escala Adherence Determinants Questionnaire para a língua Portuguesa no contexto brasileiro e verificar a confiabilidade e a validade da escala Adherence Determinants Questionnaire- Versão Brasileira para analisar os elementos da adesão dos pacientes ao tratamento clínico do câncer de mama e de colo do útero. Trata-se de um estudo metodológico realizado em dois centros de referência em oncologia do estado do Ceará. A amostra foi composta por 196 mulheres em tratamento do câncer de colo do útero e câncer de mama que foram entrevistadas no período de maio a julho de 2012. O instrumento de coleta de dados foi um formulário que abordava dados sócio demográficos, fatores de risco, comportamentais e fatores relacionados ao tratamento, além da escala Adherence Determinants Questionnaire- Versão Brasileira. Um comitê de especialistas realizou a validação de conteúdo da escala Adherence Determinants Questionnaire- Versão Brasileira, em que foram feitos ajustes para a formação da versão pré-final. A validação de construto se deu pela análise fatorial utilizando a análise dos componentes principais com rotação varimax que sugeriu a redução de sete para cinco fatores, bem como a permanência dos 38 itens semelhante à escala original. A confiabilidade da escala averiguada pelo alfa de Cronbach foi 0,829, revelando uma alta consistência interna. A validade do construto, por meio da comparação de grupos contrastados, mostrou que não houve diferença na adesão ao tratamento entre mulheres com câncer de colo do útero e de mama. Relacionando as variáveis sócio demográficas com os domínios, verificou-se que a escolaridade apresentou significância estatística com a intenção que a mulher possui de aderir ao tratamento. As mulheres em estudo mostraram uma alta adesão ao tratamento do câncer, sendo o apoio social e a percepção da severidade do câncer como as principais barreiras de adesão ao tratamento. A escolaridade também pode influenciar de forma significativa na intenção que a mulher possui de aderir ou não ao tratamento. Conclui-se, portanto, que a escala Adherence Determinants Questionnaire- Versão Brasileira é um instrumento, válido, confiável e capaz de mensurar os elementos de adesão ao tratamento do câncer, pois ela permite identificar os subcomponentes relacionados à adesão que requerem uma maior atenção por parte dos profissionais, com o propósito de reduzir as barreiras de adesão ao tratamento do câncer. Ademais, o instrumento também aponta elementos que podem ser reforçados positivamente e servirem de apoio no intuito de melhorar as dificuldades vivenciadas durante a terapêutica do câncer e, consequentemente, a qualidade de vida dessa população.
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Estudo socioepidemiológico, clínico e de genotipagem do papilomavírus humano em mulheres com HIV/AIDS / Socio-epidemiological, clinical and genotypage study of human papilomavirus in women with HIV / AIDSCarvalho, Ana Zaiz Flores Hormain Teixeira de 23 December 2016 (has links)
CARVALHO, A. Z. F. H. T. Estudo socioepidemiológico, clínico e de genotipagem do papilomavírus humano em mulheres com HIV/AIDS. 2016. 118 f. Tese (Doutorado em Enfermagem) - Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2016. / Submitted by Erika Fernandes (erikaleitefernandes@gmail.com) on 2017-02-20T15:30:12Z
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Previous issue date: 2016-12-23 / This study determined the cases of Human Papillomavirus (HPV) among women living with HIV / AIDS, as well as investigated the HPV genotypes present in the cervical mucosa of these women. A cross-sectional, descriptive study developed at the Meireles School Health Center with 50 women living with HIV / AIDS treated at the center, as well as those from other services to perform the uterine cervical cancer screening test. The data were collected through an interview that investigated epidemiological variables, sexual behavior and gynecological prevention, ectocervical and endocervical cytopathological data collection for the evaluation of Papanicolau and Molecular Test of Polymerase Chain Reaction (PCR) in order to identify fragments of viral DNA in the Nucleus and / or cytoplasm of infected cells. Descriptive analyzes were used for the analyzes through the frequency distributions (uni and bivariate) and descriptive measures (means, standard deviation and / or medians). To identify the factors associated with changes in precursor lesions of the cervix, tables of association between the dependent variable in question and the other independent variables were elaborated. Associations were checked by chi-square or Fisher exact test, when necessary. Odds Ratio (OR) and respective confidence intervals (95% CI) were determined to expose the strength of the association with the outcome. In all tests, a significance level of 0.05 (5%) was adopted, and a P value <0.05 was considered statistically significant. In the results, the majority of the women were aged ≥ 40 years (62.0%), average of eight years of study (62.0%), browns (52.0%), unemployed (74.0%), Of a minimum wage (74.0%), did not live with their partner (54.0%) and had children (78.0%). There was a predominance of the category of sexual exposure (92.0%) as a mode of HIV acquisition, heterosexual (92.0%), HIV diagnosis time in five years (46.0%), CD4 + (74.0%) and viral load lower than 50 copies / ml (94.0%) and the use of licit drugs such as alcohol and tobacco (66.0%). About preventive measures against cervical cancer most performed the exam at least once throughout life and the minority were immunized against HPV. Cytopathological results indicated that a significant percentage (66.0%) presented a positive result for the schiller test and some type of inflammation between mild, moderate and marked (90.0%). Three women (6.0%) had HPV test results and low grade intraepithelial lesion and one (2.0%) high grade intraepithelial lesion. There was a statistically significant association between the age of Coitarca and history of STI and between atypias of squamous cells and the use of condoms. Of the 50 women with HIV / AIDS who composed the sample, 44 were tested for HPV, identifying a negative HPV result in 30 (68.0%) women and a positive result in 14 (32.0%). Of the 14 women with a positive HPV test, 12 (86.0%) had subgroup A types considered high oncogenic risk, one (7.0%) presented only type 16 and one (7.0%) presented Type 16 and associated subgroup A. Four (100%) women identified with cervical intraepithelial lesions (ILE) also had HPV, three (6.0%) of them with low-grade cervical LV and high-risk HPV and one (2.0%) with High-grade cervical LIE and HPV 16. It is concluded that women with HIV are vulnerable to cytological alterations, among them cervical intraepithelial lesions and because they present HPV and among them oncogenic subtypes, it is demonstrated that women living with HIV / AIDS of the sample studied are at risk for the development of cervical cancer. / Esta pesquisa determinou os casos de Papilomavírus Humano (HPV) entre mulheres que vivem com HIV/aids, bem como investigou os genótipos de HPV presentes na mucosa cervical destas mulheres. Estudo transversal, descritivo desenvolvido no Centro de Saúde Escola Meireles com 50 mulheres que vivem com o HIV/aids atendidas no referido centro, bem como aquelas advindas de outros serviços para realização do exame de prevenção de câncer cérvico uterino. Os dados foram coletados mediante entrevista que investigou variáveis epidemiológicas, de comportamento sexual e prevenção ginecológica, coleta Citopatológica do raspado ectocervical e endocervical para avaliação de Papanicolau e Teste molecular de Reação Cadeia Polimerase (PCR) com o intuito de identificar fragmentos de DNA-viral no núcleo e/ou citoplasma de células infectadas. Para análises utilizaram-se análises descritivas mediante as distribuições de frequências (uni e bivariada) e medidas descritivas (médias, desvio padrão e/ou medianas). Para identificar os fatores associados às alterações das lesões precursoras do colo uterino, foram elaboradas tabelas de associação entre a variável dependente em questão e as demais variáveis independentes. As associações foram verificadas por meio do teste qui-quadrado ou exato de Fisher, quando necessário. Foram determinadas as Odds Ratio (OR) e respectivos intervalos de confiança (IC95%) para expor a força da associação com o desfecho. Em todos os testes foi adotado o nível de significância de 0,05 (5%), sendo considerado estatisticamente significante um valor P < 0,05. Nos resultados a maioria das mulheres tinham idade ≥ 40 anos (62,0%), média de oito anos de estudo (62,0%), pardas (52,0%), desempregadas (74,0%), renda média familiar de um salário mínimo (74,0%), não viviam com o companheiro (54,0%) e possuíam filhos (78,0%). Houve predomínio da categoria de exposição sexual (92,0%) como modo de aquisição do HIV, heterossexuais (92,0%), tempo de diagnóstico do HIV em média de cinco anos (46,0%), contagem de linfócitos T CD4+ superior a 500 células/mm³ (74,0%) e carga viral inferior a 50 cópias/ml (94,0%) e o uso de drogas lícitas como álcool e tabaco (66,0%). Acerca de medidas preventivas contra o câncer de colo do útero a maioria realizou o exame pelo menos uma vez ao longo da vida e a minoria foram imunizadas contra o HPV. Os resultados citopatológicos apontaram que uma parcela significativa (66,0%) apresentou resultado positivo para o teste de schiller e algum tipo de inflamação entre leve, moderada e acentuada (90,0%). Três mulheres (6,0%) tiveram resultados de exames indicando HPV e lesão intraepitelial de baixo grau e um (2,0%) lesão intraepitelial de alto grau. Houve associação estatisticamente significante entre a idade da Coitarca e histórico de IST e entre atipias de células escamosas e o uso de preservativo. Das 50 mulheres com HIV/aids que compuseram a amostra, 44 foram testadas para o HPV, identificando-se resultado negativo de HPV em 30 (68,0%) mulheres e positivo em 14 (32,0%). Das 14 mulheres com teste positivo para o HPV, 12 (86,0%) apresentaram os tipos do subgrupo A considerados de alto risco oncogênico, uma (7,0%) apresentou apenas o tipo 16 e uma (7,0%) o tipo 16 e o subgrupo A associados. Quatro (100%) mulheres identificadas com Lesões Intraepiteliais (LIE) cervical, também apresentavam o HPV, sendo três (6,0%) delas com resultado LIE cervical de baixo grau e HPV de alto risco e uma (2,0%) com LIE cervical de alto grau e HPV 16. Conclui-se que as mulheres com HIV são vulneráveis a alterações citológicas, dentre estas as Lesões Intraepiteliais cervicais, e por apresentarem HPV e entre eles subtipos oncogênicos, demonstra-se que as mulheres vivendo com HIV/aids da amostra estudada possuem risco para o desenvolvimento do câncer do colo do útero.
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Dinâmica de oferecimento e realização da citologia em gestante de Fortaleza / Dynamics of offering and realization the cytology for cervical cancer in pregnant women in Fortaleza Ceara BrasilMonteiro, Paula Bruno 24 February 2016 (has links)
MONTEIRO, P. B. Dinâmica de oferecimento e realização da citologia em gestante de Fortaleza. 2016. 55 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) - Faculdade de Medicina,Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2016. / Submitted by Erika Fernandes (erikaleitefernandes@gmail.com) on 2016-08-05T13:35:09Z
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Previous issue date: 2016-02-24 / Cervical cancer was responsible for the death of 265,000 women in the world in 2012. With the exception of skin cancer, this tumor is the one with the greatest potential for prevention and cure when diagnosed early. The conventional Pap test (Papanicolaou) is the main strategy of screening programs for cervical cancer in Brazil and worldwide. It is known that, in developing countries, many women only seek health services when they show symptoms of disease or during pregnancy. Therefore, pregnancy can be a good opportunity to conduct a Pap smear with the aim of preventing cervical cancer. This study had the objective of assess the dynamics of offering and performing cytology collection for screening cervical cancer in pregnant women in Fortaleza-CE. This is a descriptive cross-sectional study with a quantitative approach. The research was conducted at the Maternity School Assis Chateaubriand (MEAC), with a sample of 318 patients. Univariate and multivariate analysis was performed using SPSS statistical software. Only 11% of all patients and 10.8% of patients over 25 years took advantage of the prenatal consultations to make the Pap smear. Among the 283 (89%) patients who did not realize cervical cancer prevention in pregnancy, the majority, 80.9%, did not do it because the health professional had not offered. In the analysis of demographic and socioeconomic variables, the group of patients who were employed at the time showed the highest prevalence of taking the exam during pregnancy compared to women who did not work (PR: 2.19; 95% CI 1.00 to 4.87; p: 0.043). Patients that had the pregnancy considered high risk pregnancy (PR: 3.15; 95% CI 1.52 to 6.54; p <0.001), that had prenatal care at MEAC (PR: 2.77; 95% CI 1.48 -5.19; p 0.001), that made all consultations with a physician (PR: 2.95; 95% CI 1.53 to 5.69; p: 0.003), that did not have a health center close to home (PR: 3.22; 95% CI 1.44 to 7.21; p: 0.026) and that knew that the exam could be done during pregnancy (PR: 5.05; 95% CI 2.16 to 11.83; p <0.001) had significantly higher prevalence of having their Pap smear performed during prenatal care. It can be concluded that the frequency of offering and the realization of cervical cytological collection was very low and that it is necessary to conduct awareness programs for health professionals on the importance and safety of performing the prevention of cervical cancer during prenatal visits. / O câncer de colo uterino foi responsável pelo óbito de 265 mil mulheres no mundo em 2012. Com exceção do câncer de pele, esse tumor é o que apresenta maior potencial de prevenção e cura, quando diagnosticado precocemente. O teste citopatológico convencional (Papanicolaou) é a principal estratégia de programas de rastreamento do câncer do colo do útero no Brasil e no mundo. Sabe-se que, em países em desenvolvimento, muitas mulheres só procuram os Serviços de Saúde quando apresentam sintomas de doenças ou durante a gravidez. Portanto, a gravidez pode ser uma boa oportunidade de realizar uma colpocitologia com o objetivo de prevenção do câncer do colo uterino. O presente estudo teve o objetivo de avaliar a dinâmica de oferecimento e realização de coleta de citologia oncótica para rastreamento de câncer de colo uterino em gestantes em Fortaleza-CE. Trata-se de um estudo descritivo de abordagem quantitativa do tipo transversal. A pesquisa foi desenvolvida na Maternidade Escola Assis Chateaubriand, com amostra de 318 pacientes. Para análise univariada e bivariada foi utilizado o programa estatístico SPSS. Apenas 11% das pacientes aproveitaram as consultas pré-natais para realizar o exame citopatológico do colo do útero. Entre as 283 (89%) pacientes que não realizaram sua prevenção de câncer de colo uterino na gestação, a grande maioria, 80,9% não o fez devido o profissional de saúde não ter oferecido. Na análise das variáveis demográficas e socioeconômicas, o grupo de pacientes que exerciam atividade remunerada apresentou prevalência maior, estatisticamente significante, de realizar o exame durante a gravidez quando comparadas às mulheres que não trabalhavam (RP: 2,19; IC95%1,00-4,87; p: 0,043). Pacientes cuja gravidez foi considerada de alto risco (RP: 3,15; IC95%1,52-6,54; p<0,001), que fizeram o pré-natal na MEAC (RP: 2,77; IC95% 1,48-5,19; p0,001), que realizaram todas as consultas com médico (RP: 2,95; IC95% 1,53-5,69; p: 0,003), não ter posto de saúde perto de casa (RP: 3,22; IC95% 1,44-7,21; p: 0,026) e consciência do não risco da coleta durante a gestação (RP: 5,05; IC95% 2,16-11,83; p < 0,001) apresentaram prevalência significativamente maior de terem seu exame citopatológico realizado durante o pré-natal. Pode-se concluir que a frequência de oferecimento e realização da coleta colpocitológica é muito baixa e que é necessário realizar programas de conscientização dos profissionais de saúde da importância e segurança da realização da prevenção do câncer de colo uterino durante as consultas pré-natais.
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Avaliação do índice de linfonodos comprometidos no Câncer de Cólon Estádio IIISilva, Tiago Luis Dedavid e January 2012 (has links)
Resumo não disponível
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