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"Implantação de um grupo de apoio à mãe acompanhante de recém-nascido pré-termo e de baixo peso em um hospital amigo da criança na cidade de Recife/PE" / Implanting a support group to bedside accompanying mother of a premature and low birth weight at a child-friendly hospital in Recife/PE.

Vasconcelos, Maria Gorete Lucena de 13 August 2004 (has links)
A criação de estratégias de apoio assume importância fundamental na perspectiva do cuidado humanizado à mãe e família nas unidades neonatais. Assim sendo, o presente estudo tem como objetivos descrever a experiência de implantação de um Grupo de Apoio à Mãe Acompanhante (GAMA) em um hospital amigo da criança de Recife/PE, identificar o significado de ser mãe acompanhante e analisar os significados atribuídos à vivência no GAMA. Utilizou-se a abordagem qualitativa no delineamento de uma pesquisa-ação. O estudo foi realizado na Unidade de Internação Neonatal (UIN) do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) na cidade de Recife/PE. A coleta de dados foi realizada por meio da observação e de entrevistas gravadas com 16 mães acompanhantes que participaram de cinco ou mais reuniões, sendo direcionada por duas questões norteadoras. As falas foram submetidas à análise de conteúdo, modalidade da análise temática. O projeto foi implantado pela pesquisadora congregando uma equipe multiprofissional e alunos de graduação de enfermagem, biologia e comunicação social da UFPE. No período de março a dezembro de 2003, participaram das atividades do GAMA 105 sujeitos, entre mães, pais, avós, irmãos, primos e cunhados. Da análise das entrevistas emergiram duas categorias com seus respectivos temas: 1. O ser mãe acompanhante do filho prematuro e de baixo peso ao nascer: o sofrimento pela separação da família e o apoio recebido; o alojamento materno como prisão; não admitindo a possibilidade de alta sem o filho; o alojamento materno enquanto espaço de novas amizades, aconselhamentos e conflitos; 2. A vivência materna no GAMA: a estratégia da escuta como terapia; o hospital como espaço para o riso e a descontração; a aquisição de força e o estabelecimento de vínculos afetivos. Considera-se que estratégias de apoio através da escuta e de atividades de lazer podem e devem ser acessadas pelos profissionais na prática clínica, consolidando uma concepção ampliada do fazer saúde no contexto hospitalar / The creation of support strategies becomes fundamentally important from the perspective of humanized care to mothers and families at neonatal units. Thus, this study aims to report on the experience of implanting a support group to bedside accompanying mothers (GAMA) at a child-friendly hospital in Recife/PE, identify the meanings of being a bedside accompanying mother and analize the meanings of group experience. A qualitative approach was used to outline an action research. The study was carried out at the Neonatal Care Unit (UIN) of the Federal University of Pernambuco (UFPE) Hospital das Clínicas in Recife/PE, Brazil. Data were collected through observation and interviews with 16 bedside accompanying mothers who participated in five or more meetings, which were guided by two questions and recorded. Discourse was submitted to content analysis, which is a mode of thematic analysis. The project was implanted by the researcher, joining a multiprofessional team and undergraduate nursing, biology and social communication students from UFPE. 105 subjects participated in GAMA activities between March and December 2003, including mothers, fathers, grandparents, siblings, cousins, nephews and nieces. The analysis of these interviews gave rise to two categories and their respective themes: 1. Being a bedside accompanying mother of a premature child and low birth weight: suffering caused by separation from the family and support received; the mother’s room as a prison; not allowing for the possibility of discharge without the child; the mother’s room as a space for new friendship, advice and conflicts; 2. The maternal experience in GAMA: the listening strategy as a therapy; the hospital as a space for laughing and relaxing; getting strength and establishing affective bonds. Clinical professionals can and must make use of support strategies through listening and leisure activities, in a broader conception of doing health in the hospital context.
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Fatores de risco associados ao nascimento de recém-nascidos de muito baixo peso em uma população de baixa renda da Região Sul do Brasil / Risk factors associated with very low birth weight infants in a low- income population in the South Region of Brazil

Araujo, Breno Fauth de 28 November 2005 (has links)
Em virtude da importância dos recém-nascidos de muito baixo peso (RNMBP) na constituição da morbidade e mortalidade infantil realizou-se estudo para identificar os fatores de risco associados ao seu nascimento e avaliar os cuidados recebidos durante a internação e os índices de mortalidade. Método. Estudo de caso-controle, abrangendo 200 recém-nascidos(RN) com peso entre 500 e 1499g(casos) e 400 RN com peso entre 3000 e 3999g (controles), no período de março de 1998 a dezembro de 2004. Foram estudadas variáveis maternas sócio-econômicas e educacionais e variáveis da gestação e do parto. Foi utilizada a análise univariada e multivariada, adotando-se um nível de significância de 5 por cento . Resultados. A percentagem de mortalidade dos RNMBP foi de 32,5 por cento , sendo o limite de viabilidade de 600g de peso e 26 semanas de idade gestacional. As principais causas básicas de óbito foram a hipertensão materna (35,3 por cento ), as infecções maternas(18,5 por cento ) e a prematuridade (18,5 por cento ) e a principal causa imediata de óbito foi a infecção(52,3 por cento ). As variáveis que estiveram relacionadas com o nascimento de RNMBP foram a idade materna igual ou acima de 35 anos, a ausência de pré-natal, as doenças na gestação, a hipertensão materna, a internação durante a gestação e a história de um filho anterior de baixo peso ao nascer. Conclusão. Muitos nascimentos de RNMBP ocorreram por causas evitáveis relacionadas com a freqüência e qualidade do pré-natal / Objective. Due to the importance of very low birth weight (VLBW) in the make up of infant morbidity and mortality, a study was performed to identify risk factors associated with their birth, and to evaluate care received while in hospital and mortality rates. Method. A case-control study, covering 200 newborns (NB) weighing between 500 and 1499g (cases) and 400 NB weighing between 3000 to 3999g (controls) during the period from March 1998 to December 2004. Maternal socioeconomic and educational variables were studied besides variables on pregnancy and delivery. Simple and multiple analysis was used, adopting a 5 per cent level of significance. Results. The mortality percentage of VLBW was 32.5 per cent , and the limit of viability was a weight of 600g and 26 weeks of gestational age. The main basic causes of death were maternal hypertension (35.3 per cent ), maternal infections (18.5 per cent ) and prematurity (18.5 per cent ), and the main immediate cause of death was infection (52.3 per cent ). The variables that were related to the birth of VLBW were maternal age equal to or above 35 years, lack of prenatal examination, diseases in pregnancy, maternal hypertension, hospitalization during pregnancy, and the history of a previous low birth weight child. Conclusion. Many VLBW births occurred due to unavoidable reasons related to the frequency and quality of pre-natal care
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"Implantação de um grupo de apoio à mãe acompanhante de recém-nascido pré-termo e de baixo peso em um hospital amigo da criança na cidade de Recife/PE" / Implanting a support group to bedside accompanying mother of a premature and low birth weight at a child-friendly hospital in Recife/PE.

Maria Gorete Lucena de Vasconcelos 13 August 2004 (has links)
A criação de estratégias de apoio assume importância fundamental na perspectiva do cuidado humanizado à mãe e família nas unidades neonatais. Assim sendo, o presente estudo tem como objetivos descrever a experiência de implantação de um Grupo de Apoio à Mãe Acompanhante (GAMA) em um hospital amigo da criança de Recife/PE, identificar o significado de ser mãe acompanhante e analisar os significados atribuídos à vivência no GAMA. Utilizou-se a abordagem qualitativa no delineamento de uma pesquisa-ação. O estudo foi realizado na Unidade de Internação Neonatal (UIN) do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) na cidade de Recife/PE. A coleta de dados foi realizada por meio da observação e de entrevistas gravadas com 16 mães acompanhantes que participaram de cinco ou mais reuniões, sendo direcionada por duas questões norteadoras. As falas foram submetidas à análise de conteúdo, modalidade da análise temática. O projeto foi implantado pela pesquisadora congregando uma equipe multiprofissional e alunos de graduação de enfermagem, biologia e comunicação social da UFPE. No período de março a dezembro de 2003, participaram das atividades do GAMA 105 sujeitos, entre mães, pais, avós, irmãos, primos e cunhados. Da análise das entrevistas emergiram duas categorias com seus respectivos temas: 1. O ser mãe acompanhante do filho prematuro e de baixo peso ao nascer: o sofrimento pela separação da família e o apoio recebido; o alojamento materno como prisão; não admitindo a possibilidade de alta sem o filho; o alojamento materno enquanto espaço de novas amizades, aconselhamentos e conflitos; 2. A vivência materna no GAMA: a estratégia da escuta como terapia; o hospital como espaço para o riso e a descontração; a aquisição de força e o estabelecimento de vínculos afetivos. Considera-se que estratégias de apoio através da escuta e de atividades de lazer podem e devem ser acessadas pelos profissionais na prática clínica, consolidando uma concepção ampliada do fazer saúde no contexto hospitalar / The creation of support strategies becomes fundamentally important from the perspective of humanized care to mothers and families at neonatal units. Thus, this study aims to report on the experience of implanting a support group to bedside accompanying mothers (GAMA) at a child-friendly hospital in Recife/PE, identify the meanings of being a bedside accompanying mother and analize the meanings of group experience. A qualitative approach was used to outline an action research. The study was carried out at the Neonatal Care Unit (UIN) of the Federal University of Pernambuco (UFPE) Hospital das Clínicas in Recife/PE, Brazil. Data were collected through observation and interviews with 16 bedside accompanying mothers who participated in five or more meetings, which were guided by two questions and recorded. Discourse was submitted to content analysis, which is a mode of thematic analysis. The project was implanted by the researcher, joining a multiprofessional team and undergraduate nursing, biology and social communication students from UFPE. 105 subjects participated in GAMA activities between March and December 2003, including mothers, fathers, grandparents, siblings, cousins, nephews and nieces. The analysis of these interviews gave rise to two categories and their respective themes: 1. Being a bedside accompanying mother of a premature child and low birth weight: suffering caused by separation from the family and support received; the mother’s room as a prison; not allowing for the possibility of discharge without the child; the mother’s room as a space for new friendship, advice and conflicts; 2. The maternal experience in GAMA: the listening strategy as a therapy; the hospital as a space for laughing and relaxing; getting strength and establishing affective bonds. Clinical professionals can and must make use of support strategies through listening and leisure activities, in a broader conception of doing health in the hospital context.
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Idade gestacional, peso ao nascer e prevalência de Pequenos para Idade Gestacional no Município de São Paulo / Gestational age, birth weight and Prevalence of Small to Gestational Age in the city of São Paulo

Raspantini, Priscila Ribeiro 02 March 2017 (has links)
Introdução: Idade gestacional (IG) e peso ao nascer, assim como a frequência de nascimentos PIG (pequeno para idade gestacional), são importantes preditores da morbimortalidade neonatal. Os partos cesáreos têm sido indicados como um dos fatores que tem colaborado para o aumento da prematuridade. Conhecer a distribuição populacional da IG segundo tipo de parto e estabelecer a proporção de nascimentos considerados PIG e seus fatores de risco pode contribuir para o conhecimento do perfil dos nascidos vivos no Município de São Paulo (MSP). Objetivos: Estudar o padrão de distribuição da idade gestacional nos nascimentos ocorridos no MSP; calcular a prevalência de PIG com base em três curvas de crescimento fetal (Alexander, Fenton e Kim e Intergrowth); e investigar os fatores risco para PIG. Metodologia: Estudo transversal com base nos dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc). Foram estudados nascimentos hospitalares e de gestações únicas, nos anos de 2013 e 2014, no município de São Paulo. Realizou-se uma análise de distribuição dos nascimentos segundo IG, comparando tipo de parto e de hospital (SUS e não SUS). Para cálculo da prevalência de PIG usou-se a idade gestacional baseada na data da última menstruação (DUM) e as três curvas de crescimento fetal citadas. Foi empregada a regressão multinível para avaliação dos fatores de risco materno, do recém-nascido e socioeconômicos individuais, sendo a variável de contexto a vulnerabilidade do distrito de residência. Resultados: Houve um desvio à esquerda da IG para o total de nascimentos e entre os nascidos na rede não SUS, mais acentuado entre nascimentos por cesárea. A mediana de IG na rede SUS foi 39 semanas e na rede não SUS, 38. A prevalência de PIG variou consideravelmente, sendo 6,4 por cento dos nascimentos utilizando a curva Intergrowth e 12,4 por cento e 12,2 por cento com base nas curvas de Fenton e Kim e Alexander, respectivamente. Maiores prevalências de PIG foram encontradas em extremos de IG, pré-termos e termos tardios. Os fatores de risco para PIG, independente da prematuridade, foram malformação congênita, RN sexo feminino, primiparidade e pré-natal com menos de quatro consultas. Entre os não PT também estiveram associados: mãe adolescente, baixa escolaridade materna, raça/cor negra e gestante usuária do SUS, bem como morar em distrito com alta vulnerabilidade. Recém-nascidos PT estiveram associados com idade materna acima de 35 anos. Conclusão: A diferença na duração da gestação está relacionada ao tipo de hospital em que ocorrem os nascimentos e à alta frequência de cesáreas na rede privada. As prevalências de PIG foram bastante distintas entre as curvas, mostrando que esse indicador deve ser avaliado com cautela, pois alguns RN podem ser erroneamente classificados como PIG. O contexto de vulnerabilidade no MSP esteve associado a nascer PIG de forma discreta. Os fatores de risco individuais explicaram melhor o desfecho e foram diferentes segundo a prematuridade, desvantagens socioeconômicas e foram risco apenas entre não prematuros / Introduction: Gestational age (GA), birth weight and the frequency of small for gestational age (SGA) births are important predictors of neonatal morbidity and mortality. Cesarean section has been indicated as one of the factors that has contributed to the increase of prematurity. The aims of this study were to know the population distribution of GA according to type of delivery and to establish the proportion of births considered SGA and how its risk factors may contribute to the knowledge of the profile of live births in the city of São Paulo (SP). Another important objectives were study the pattern of distribution of gestational age in the births occurred in SP, to assess the prevalence of SGA based on three fetal growth curves (Alexander, Fenton and Kim and Intergrowth) and investigate the risk factors for SGA. Methodology: Cross-sectional study based on data from the Live Birth Information System (Sinasc). We studied hospital births and single pregnancies, in the years of 2013 and 2014, in the city of São Paulo. An analysis of the distribution of births according to GA, comparing type of delivery and hospital (public and private) was performed. Gestational age based on the date of the last menstruation (LMP) and the three fetal growth curves were used to calculate the prevalence of SGA. Multilevel regression was used to assess maternal, newborn and socioeconomic risk factors, with the context variable being the vulnerability of the residence district. Results: There was a shift to the left of the GA for total births and among those born in the private hospitals, more pronounced among cesarean births. The median GA in the public hospitals was 39 weeks and in the privates, 38. The prevalence of SGA varied considerably, with 6.4 per cent of births using the Intergrowth curve and 12.4 per cent and 12.2 per cent based on the curves of Fenton and Kim and Alexander, respectively. Higher prevalences of SGA were found in preterm (PT), and late term extremes. The risk factors for SGA, independent of prematurity, were congenital malformation, female newborn, primiparity and prenatal with less than four visits. Among the non preterms were also associated: adolescent mother, low maternal schooling, race / black color and pregnant user public health service, as well as living in a district with high vulnerability. PT newborns were associated with maternal age above 35 years. Conclusion: The difference in the length of gestation is related to the type of hospital where births occur and the high frequency of cesarean sections in the private hospitals. As SGA prevalences were very different between the curves, showing that this indicator should be evaluated with caution, some items may be erroneously classified as SGA. The context of vulnerability in SP was associated with being born SGA discretely. Individual risk factors better explain the outcome and were different according to a prematurity, socioeconomic disadvantages and were only risk among non preterms
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Fatores de risco associados ao nascimento de recém-nascidos de muito baixo peso em uma população de baixa renda da Região Sul do Brasil / Risk factors associated with very low birth weight infants in a low- income population in the South Region of Brazil

Breno Fauth de Araujo 28 November 2005 (has links)
Em virtude da importância dos recém-nascidos de muito baixo peso (RNMBP) na constituição da morbidade e mortalidade infantil realizou-se estudo para identificar os fatores de risco associados ao seu nascimento e avaliar os cuidados recebidos durante a internação e os índices de mortalidade. Método. Estudo de caso-controle, abrangendo 200 recém-nascidos(RN) com peso entre 500 e 1499g(casos) e 400 RN com peso entre 3000 e 3999g (controles), no período de março de 1998 a dezembro de 2004. Foram estudadas variáveis maternas sócio-econômicas e educacionais e variáveis da gestação e do parto. Foi utilizada a análise univariada e multivariada, adotando-se um nível de significância de 5 por cento . Resultados. A percentagem de mortalidade dos RNMBP foi de 32,5 por cento , sendo o limite de viabilidade de 600g de peso e 26 semanas de idade gestacional. As principais causas básicas de óbito foram a hipertensão materna (35,3 por cento ), as infecções maternas(18,5 por cento ) e a prematuridade (18,5 por cento ) e a principal causa imediata de óbito foi a infecção(52,3 por cento ). As variáveis que estiveram relacionadas com o nascimento de RNMBP foram a idade materna igual ou acima de 35 anos, a ausência de pré-natal, as doenças na gestação, a hipertensão materna, a internação durante a gestação e a história de um filho anterior de baixo peso ao nascer. Conclusão. Muitos nascimentos de RNMBP ocorreram por causas evitáveis relacionadas com a freqüência e qualidade do pré-natal / Objective. Due to the importance of very low birth weight (VLBW) in the make up of infant morbidity and mortality, a study was performed to identify risk factors associated with their birth, and to evaluate care received while in hospital and mortality rates. Method. A case-control study, covering 200 newborns (NB) weighing between 500 and 1499g (cases) and 400 NB weighing between 3000 to 3999g (controls) during the period from March 1998 to December 2004. Maternal socioeconomic and educational variables were studied besides variables on pregnancy and delivery. Simple and multiple analysis was used, adopting a 5 per cent level of significance. Results. The mortality percentage of VLBW was 32.5 per cent , and the limit of viability was a weight of 600g and 26 weeks of gestational age. The main basic causes of death were maternal hypertension (35.3 per cent ), maternal infections (18.5 per cent ) and prematurity (18.5 per cent ), and the main immediate cause of death was infection (52.3 per cent ). The variables that were related to the birth of VLBW were maternal age equal to or above 35 years, lack of prenatal examination, diseases in pregnancy, maternal hypertension, hospitalization during pregnancy, and the history of a previous low birth weight child. Conclusion. Many VLBW births occurred due to unavoidable reasons related to the frequency and quality of pre-natal care
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TECENDO AS TEIAS DO ABANDONO: Além das percepções das mães de bebês prematuros / MAKING THE SOCIAL NET OF ABANDONMENT: In addition to the perceptions of mothers of premature babies

Fernandes, Rosângela Torquato 18 November 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-19T18:15:58Z (GMT). No. of bitstreams: 1 ROSANGELA TORQUATO FERNANDES.pdf: 270643 bytes, checksum: a3e067dfdb94a7262b233e795b3a592b (MD5) Previous issue date: 2009-11-18 / Descriptive qualitative study aiming at understanding the social representations of mothers of premature babies when abandoning them. We presumed, in the present study, that preterm babies are more likely to be discarded due to the mothers early estrangement, prolonged hospital staying, and because of the increased rates of comorbidity. The research was undertaken in the neonatology sector, Newborn Intensive Care Unit (NICU)), Mother Baby Unit (UMB) and ambulatory segment of the University Hospital of the Federal University of Maranhão Infant Maternal Unit. The project was carried out after approval by the Research Ethics Board. Mother of preterm baby being treated at the NICU was the inclusion criterion. Mothers of infants with malformation and those whose babies had suffered anoxia were excluded from the study. Our sampling followed the qualitative methodology criteria of field saturation with 12 participating mothers. The data were collected in the period of September 2007 and March 2008, and for such, instrument triangulation was used: reading of social cards from newborn medical records, semi-structured interviews with the mothers, and observation at the moment of the interviews, and focus group. The data management were based on basics of the content analysis method in the thematic analysis modality. Among the results, it is highlighted that the representation of mothers on the subject undergoes changes consistent with the period of the baby s hospitalization. It is not possible to talk about the subject initially, that only happens when in group in the segment ambulatory. They bear the necessity of being motherly in order to learn to care for their infant. The mother being abandoned by her mate and her family, as well as economical status, are risk factors for a mother abandoning her infant. In conclusion, we draw attention to the need of a support network made up by professionals, mates, and the family in such a maternal fragility moment, where that protection starts during prenatal care lasting up to the puerperal period. With the protection those mothers may overcome the fear, the guilt and empower themselves in the baby s care contributing to not neglecting their care. / Estudo descritivo com abordagem qualitativa, tendo como objetivo compreender as representações sociais das mães de bebês prematuros e o abandono desses. Nesse estudo, partimos do pressuposto de que os bebês prematuros estão mais expostos a serem abandonados, devido ao afastamento precoce das mães, longo tempo de internação e devido aos elevados índices de co-morbidades por elas apresentadas. A pesquisa foi realizada no setor da neonatologia, nos espaços da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), Unidade Mãe Bebê (UMB) e ambulatório segmento do HU-UFMA Unidade Materno-Infantil. O projeto só foi executado após aprovação do comitê de ética em pesquisa. Como critério de inclusão, foi adotado ser mãe de prematuro cujo bebê estivesse na UTIN. Foram consideradas fora do trabalho as mães de bebês mal formados e mães cujos bebês tenham sofrido anóxia. Nossa amostra seguiu os critérios da metodologia qualitativa de saturação de campo, participando 12 mães. A coleta de dados ocorreu no período de setembro 2007 a março 2008. Para isso, utilizamos a triangulação de instrumentos: leitura das fichas sociais localizadas nos prontuários dos RN, entrevistas semi-estruturadas com as mães e observação no momento das entrevistas e grupo focal. O tratamento dos dados baseou-se em princípios do método de análise de conteúdo na modalidade de análise temática. Dentre os resultados, destaca-se que a representação das mães, sobre o tema, vai sofrendo modificações, conforme o período da internação do bebê. No início, não é possível falar sobre o assunto, o que só ocorrerá em grupo, no ambulatório de segmento. As mães demonstram a necessidade de serem maternadas para aprender a cuidar. O abandono da mãe pelo companheiro e pela família e condições econômicas são fatores de risco para uma mãe abandonar um filho. Em termos de conclusão, ressalta-se a necessidade de uma rede de suporte constituída pelos profissionais, pelo companheiro e a família, nesse momento de fragilidade materna. Essa proteção deve iniciarse no pré-natal e se estender ao longo do período puerperal. Só a partir dessa proteção, essas mães vão poder resignificar o medo, a culpa e se empoderar nos cuidados com o bebê.
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AVALIAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA E NEUROPSICOLÓGICA DE CRIANÇAS PREMATURAS COM BAIXO PESO, ASSISTIDAS EM UM HOSPITAL MATERNIDADE ESCOLA DE REFERÊNCIA. SÃO LUÍS, MARANHÃO, 2012 / EVALUATION EPIDEMIOLOGICAL AND NEUROPSYCHOLOGICAL PREMATURE CHILDREN WITH LOW WEIGHT ASSISTED IN A MATERNITY HOSPITAL SCHOOL OF REFERENCE. SÃO LUÍS, MARANHÃO, 2012.

Martins, Michelle de Sousa Fontes 20 June 2012 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-19T18:16:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertacao Michelle.pdf: 1395599 bytes, checksum: cac6fbdd72eabe7033af354481125571 (MD5) Previous issue date: 2012-06-20 / INTRODUCTION. Health professionals are especially concerned with the care of low birth weight children. According to the World Health Organization (WHO) criteria, birth weight below 2500 grams is considered as low. Low birth weight has been found to place the child s future emotional, intellectual, and learning development at risk. Some studies have shown that, on the average, during the preschool phase, premature and low birth weight children evince lower cognitive performance than their normal weight peers. OBJECTIVES. Ascertain the epidemiological and neurological profile of premature, low birth weight children evaluated in a hospital school in Sao Luis, Maranhão. METHODS: A cross-sectional study with a quantitative approach to birth cohort in 2001 of newborns admitted to the Hospital Unit of the Maternal and Child HUUFMA. Researchers recorded 45 records, only 27 of these children participated in the study was conducted using survey data from medical records and was applied to Scale WISC III. RESULTS AND DISCUSSION. Based on findings, although the children sampled were from low-income families, their average total IQ (WISC-III) was in the normal range. Within the children sample there were no significant differences between Verbal and Performance IQ. No significant dependence relationship between epidemiological variables and preterm low birth weight.CONCLUSION: Regardless of birth weight, without severe complications during pregnancy and childbirth, the child can develop their cognitive intellectual, their social and cognitive social skills in a satisfactory and harmonious, (provided that adequately stimulated and under the guidance of skilled professionals), the same way that passes the development of children born at term and normal birth weight. / INTRODUÇÃO: É grande o interesse de profissionais da área da Saúde para com os cuidados com crianças que nascem com baixo peso. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), são consideradas de baixo peso, crianças nascidas com peso ≤ 2.500g. As habilidades intelectuais, sociais e emocionais são necessárias para o bom desempenho escolar. Déficits de desenvolvimento se tornam especialmente evidentes quando as crianças atingem a idade pré-escolar, indicando que crianças que foram bebês prematuros de baixo peso ao nascimento têm desempenho escolar significativamente pior em relação a crianças da mesma idade. OBJETIVOS: Determinar o perfil epidemiológico e neuropsicológico de crianças prematuras, com baixo peso, assistidas em um hospital maternidade escola de São Luís, Maranhão. METODOLOGIA: Realizou-se estudo transversal com abordagem quantitativa, com coorte de nascimento no ano de 2001 de recém nascidos internados no Hospital Universitário Unidade Materno-Infantil do HUUFMA. Pesquisou-se 45 prontuários, destas crianças apenas 27 participaram do estudo, realizou-se levantamento de dados através dos prontuários e foi aplicada a Escala WISC III. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Na pesquisa realizada os pais das crianças apresentavam nível sócio-econômico baixo, mas as crianças, em sua maioria apresentaram QI Total na categoria média na Escala WISC III; não foi encontrada nenhuma diferença estatística em QI Verbal, QI de execução e QI total dos grupos estudados, nem relação de dependência significativa entre variáveis epidemiológicas e prematuridade com baixo peso. CONCLUSÃO: Independente do peso ao nascer, sem intercorrências graves durante a gravidez e parto, a criança pode desenvolver seu cognitivo intelectual, seu cognitivo social e suas habilidades sociais de forma satisfatória e harmônica, (desde que estimuladas adequadamente e sob orientação de profissionais especializados), da mesma forma que transcorre o desenvolvimento de crianças que nascem a termo e com peso normal ao nascer.
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Efeitos biomoleculares do JB-1 (um peptídeo análogo do IGF-1) em um modelo experimental de retinopatia induzida por oxigênio em ratos / Biomolecular effects of jb-1 (an igf-1 peptide analog) in a Rat model of oxygen-induced retinopathy

Zacharias, Romy Schmidt Brock 08 December 2011 (has links)
INTRODUÇÃO: Baixos níveis séricos de fator de crescimento insulin-like I (IGF- 1) ao nascimento têm sido considerados um fator de risco para o desenvolvimento da retinopatia da prematuridade em recém-nascidos prematuros de extremo baixo peso. Isto se deve ao seu papel como fator permissivo para o fator de crescimento endotelial vascular (VEGF) exercer sua função no desenvolvimento normal e patológico dos vasos da retina. OBJETIVO: Testar a hipótese de que a administração do JB-1 (um análogo do IGF-1 que inibe de forma potente a auto-fosforilação do receptor do IGF-1 pelo IGF-1) durante a hiperóxia previne a retinopatia induzida por oxigênio em nosso modelo experimental em ratos. MATERIAL E METODOS: Ratos recém-nascidos foram expostos a 50% de oxigênio com três episódios consecutivos de hipóxia (12% de oxigênio) do nascimento ao 14º dia de vida. Os ratos foram tratados com injeções subcutâneas de 1) JB-1 (1g/d) nos três primeiros dias de vida (JB-1 x3); 2) JB- 1(1g/d) por dias alternados do 1º ao 13º dias de vida (JB-1x7) 3) ou volume equivalente de solução salina. Grupos controles foram criados em ar ambiente nas mesmas condições, exceto pelo ciclo de hiperóxia/ hipóxia. Os grupos foram analisados após a exposição ao oxigênio no 14º dia de vida ou deixados em ar ambiente por mais sete dias até o sacrifício, no 21º dia de vida. Determinou-se as dosagens sistêmicas e oculares de fator de crescimento endotelial vascular (VEGF), receptor tipo1 solúvel do fator de crescimento endotelial vascular (sVEGFR-1) e fator de crescimento insulin-like I (IGF-1), associados a análise da vascularização retiniana e do perfil dos genes relacionados à angiogênese retiniana. RESULTADOS: O tratamento com JB-1x3 resultou em supressão efetiva da retinopatia induzida por oxigênio, sem efeitos adversos no crescimento somático e foi associado a um aumento do sVEGFR-1 quando comparado com o JB-1x7. Ao contrário, o tratamento com JB-1x7 durante a exposição ao oxigênio levou à diminuição do peso corpóreo e níveis mais altos de IGF-1 e VEGF relacionados à presença de tortuosidades vasculares e neovascularização retiniana, quando comparado com as retinas que receberam apenas solução salina. CONCLUSÃO: O tratamento curto e sistêmico com JB-1 durante a hiperóxia resultou em prevenção da retinopatia induzida por oxigênio sem restrição do crescimento somático. Novos estudos devem ser realizados para determinar se o JB-1 pode ser usado em recém-nascidos de extremo baixo peso na prevenção da retinopatia da prematuridade / INTRODUCTION: Low serum insulin growth factor (IGF-1) levels at birth is a risk factor for the development of retinopathy of prematurity in extremely low birth weight infants. This may be due to its role as a permissive factor for vascular endothelial growth factor (VEGF) function in normal and pathologic vascular development. OBJECTIVE: To test the hypothesis that JB-1 (an IGF-1 analog that potently inhibits the autophosphorylation of the IGF-1 receptor by IGF-1) administration during hyperoxia prevents oxygen induced retinopathy in our rat model. MATERIAL AND METHODS: Neonatal rats were exposed to 50% oxygen with brief, clustered, hypoxic (12% oxygen) episodes from birth to day 14. The pups were treated with subcutaneus injections of 1) JB-1 (1g/d) on the first, second, and third day (JB-1x3) 2) JB1 (1g/d) on alternate days from first to day 13 (JB- 1x7); or equivalent volume of saline. Control littermates were raised in room air with all conditions identical except for inspired oxygen. Groups were analyzed after hyperoxia/hypoxia cycling on day 14 or allowed to recover in room air until the 21st day. Systemic and ocular VEGF, soluble VEGFR-1, and IGF-1; retinal vasculature and gene profile of retinal angiogenesis were assessed. RESULTS: JB-1x3 treatment resulted in successful suppression of oxygeninduced retinopathy with no adverse effect on anthropometric growth, which was associated with increased sVEGFR-1 compared to JB-1x7. In contrast, intermittent and long exposure to JB-1 (JB-1x7) during the hyperoxia/hypoxia cycling period resulted in decreased body weight and higher ocular IGF-1 and VEGF levels as well as vascular tortuosity and retinal neovascularization compared with saline treated retinas. CONCLUSION: Systemic treatment with JB-1 during hyperoxia results in successful prevention of oxygen-induced retinopathy with little adverse effects on anthropometric growth. Further confirmatory studies are needed to determine whether systemic JB-1 should be used in extremely low birth weight infants to prevent retinopathy of prematurity
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Heritable influences in oxygen-induced retinopathy

van Wijngaarden, Peter, petervanwijn@yahoo.com.au January 2006 (has links)
Retinopathy of prematurity, a disease characterised by aberrant retinal vascular development in premature neonates, is a leading cause of blindness and visual impairment in childhood. This work sought to examine differences in the susceptibility of inbred rat strains to oxygen-induced retinopathy, a model of human retinopathy of prematurity. The overriding aim was to identify genetic factors in rats that might be generalisable to humans. Newborn rats of six different strains were exposed to alternating cycles of hyperoxia and relative hypoxia for fourteen days. Rats were removed to room air and killed for analysis immediately, to assess oxygen-induced retinal vascular attenuation, or four days later to evaluate the extent of hypoxia-induced vasoproliferation. Whole flat-mounted retinae were stained with fluorophore conjugated isolectin GS-IB4, and measurement of vascular area was conducted using fluorescence microscopy and video-image analysis. A hierarchy of susceptibility to the inhibitory effects of cyclic hyperoxia and relative hypoxia on postnatal retinal vascularization was identified for the rat strains studied. Susceptibility to vascular attenuation was predictive of the subsequent risk of vascular morphological abnormalities. Cross-breeding experiments between susceptible and resistant strains demonstrated that the susceptible phenotype was dominantly inherited in an autosomal fashion. These studies confirmed an association between ocular pigmentation and retinopathy risk, however the finding of differential susceptibility amongst albino rat strains implicated factors in addition to those associated with ocular pigmentation. Quantitative real-time reverse transcription-polymerase chain reaction was used to compare the retinal expression of angiogenic factor genes in susceptible and resistant strains with the aim of identifying a genetic basis for the strain difference. Eight angiogenic factor genes were selected for study: vascular endothelial growth factor (VEGF); VEGF receptor 2; angiopoietin 2; Tie2; pigment epithelium-derived factor; erythropoietin; cyclooxygenase-2 and insulin-like growth factor-1. The most notable difference between strains was the expression of vascular endothelial growth factor (VEGF) during the cyclic hyperoxia exposure period - higher VEGF expression was associated with relative resistance to retinopathy. Other differences in retinal angiogenic factor gene expression between strains, such as higher expression of VEGF receptor 2 and angiopoietin 2 in resistant strains, appeared to be secondary to those in VEGF. Following cyclic hyperoxia, the expression pattern of angiogenic factor genes changed - messenger RNA levels of hypoxia-induced genes, including VEGF, VEGF receptor 2, angiopoietin 2 and erythropoietin, were significantly higher in those strains with larger avascular areas, than in those strains that were relatively resistant to retinopathy. These findings provide firm evidence for hereditary risk factors for oxygen-induced retinopathy in the rat. Differences in the regulatory effects of oxygen on VEGF expression appear to be central to the risk of retinopathy. The potential relevance of these hereditary factors is discussed in the context of the human disease.
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Nutrition parentérale du nouveau-né : modulation du stress oxydant et conséquences hépatiques

Miloudi, Khalil 10 1900 (has links)
Introduction : Les enfants prématurés ont la particularité de naître alors que leur développement est souvent incomplet et nécessite la mise en œuvre de soins intensifs visant à poursuivre leur croissance en dehors de l’environnement utérin. Souvent cependant, le stade développemental de l’enfant ne lui permet pas d’assimiler une alimentation entérale du fait de l’immaturité de son système digestif. Le recours à une voie centrale délivrant les nutriments assurant le développement devient alors une nécessité. Ce type de nutrition, appelée nutrition parentérale (NP, ou total parenteral nutrition TPN), permet l’administration de molécules simples, directement dans le sang du prématuré. Il n’est toutefois pas exempt de risques puisqu’exposée à la lumière, la NP peut s’oxyder et générer des molécules oxydantes telles que des hydroperoxydes lipidiques susceptibles de se fragmenter par la suite en hydroxy-alkénals. Ceci devient problématique au vu de l’immaturité des systèmes de défenses antioxydants du nouveau-né prématuré. L’utilisation prolongée de la NP est d’ailleurs à l’origine de maladie hépatiques dans lesquelles le stress oxydant et la nécro-inflammation sont des composantes majeures. Nous avons émis l’hypothèse que l’infusion chez les enfants prématurés, d’aldéhydes d’origine lipidique est en relation avec le développement du stress oxydant et de l’inflammation hépatique. Objectif : Notre étude a consisté à évaluer la relation entre les quantités d’hydroxy-alkénals dans la NP et les effets hépatiques engendrés sur les marqueurs de stress oxydant et les voies de signalisation responsables d’une induction de processus inflammatoire. Dans ce but, nous avons cherché à mesurer la peroxydation lipidique dans l’émulsion lipidique de la NP et la conséquence de l’infusion en continue d’hydroxy-alkénals sur les marqueurs de stress oxydant, sur la voie de signalisation médiée par le Nuclear Factor κB et sur le déclenchement du processus inflammatoire hépatique. A la suite de ce travail, nous avons également travaillé sur des alternatives à la photoprotection, qui est la seule méthode réellement optimale pour réduire la peroxydation des lipides de la NP, mais cliniquement difficilement praticable. Résultats : Nos résultats ont mis en évidence la génération de 4-hydroxynonenal in vitro dans la NP, ce phénomène est augmenté par une exposition lumineuse. Dans ce cadre, nous avons montré l’inefficacité de l’ajout de multivitamines dans l’émulsion lipidique comme alternative à la photoprotection. Dans la validation biologique qui a suivi sur un modèle animal, nos résultats ont permis de démontrer que l’augmentation des adduits glutathion-hydroxynonenal était imputable à l’augmentation de 4-hydroxynonenal (4-HNE) dans la NP, et non à une peroxydation endogène. Nos données indiquent que la probable augmentation hépatique des niveaux de 4-HNE a conduit à une activation du NFκB responsable de l’activation de la transcription des gènes pro-inflammatoires du Tumour Necrosis Factor-α (TNF-α) et de l’interleukine-1 (IL-1). Nous avons alors évalué la capacité d’une émulsion lipidique enrichie en acides gras polyinsaturés (AGPI) n-3 à baisser les concentrations de 4-HNE dans la NP, mais également à moduler le stress oxydant et les marqueurs pro-inflammatoires. Enfin, nous avons démontré, en collaboration avec l’équipe du Dr Friel, que certains peptides isolés du lait humain (par un processus mimant la digestion) permettent également une modulation du stress oxydant et du processus inflammatoire. Conclusion : Le stress oxydant exogène issu de la NP a conduit par activation de facteurs de transcription intra-hépatiques au déclenchement d’un processus inflammatoire potentiellement responsable du développement de maladies hépatiques reliées à la NP telle que la cholestase. Dans ce sens, les AGPI n-3 et les peptides antioxydants peuvent se poser en tant qu’alternatives crédibles à la photoprotection. / Introduction: Premature infants usually born before full term require intensive care to continue to grow up outside the uterine environment. Premature newborns are born with gastrointestinal systems that are too immature to absorb nutrients safely. Therefore they receive their initial nutrients through intravenous feeding, called total parenteral nutrition which delivers simple nutrients directly into bloodstream. However, light exposed-TPN can generate oxidant molecules such as lipid hydroperoxides, which can potently break up into hydroxy-alkenals. Prolonged use of TPN is also a cause of liver disease in which oxidative stress and necro-inflammation are major components. Thus, we hypothesize that lipid aldehydes contained in TPN are associated with oxidative stress and hepatic inflammation developments. Objectives: The aim of our study is to assess the relationship between quantities of hydroxyl-alkenals generated in TPN and effects on oxidative stress biomarkers and cell-signalling pathways molecules implicated in hepatic inflammation induction. To this end, we measure lipid peroxidation in the TPN lipid emulsion in and the consequence of continuous infusion of hydroxy-alkenals on markers of oxidative stress, on cell-signaling pathway mediated by the NFkB, and on liver inflammation induction. Following these data, we also worked on alternatives of photoprotection, which is the only optimal method for preventing lipid peroxidation, but unfortunately clinically impractical. Results: In vitro studies have highlighted the generation of 4-HNE in the TPN, increased under light exposure. In this context, we have demonstrated that the addition of multivitamins in the lipid emulsion cannot be a valuable alternative to photoprotection. Concerning the biological validation in our guinea pig animal model, our results demonstrated that the increase of GS-HNE adducts was due to increased 4-HNE in the TPN, and does not provide from endogenous peroxidation. Our data also indicate that the increase of hepatic 4-HNE led to an activation of NFkB, responsible for the activation of the transcription of proinflammatory genes TNF-α, IL-1. In the next study, we have evaluated the ability of a lipid emulsion enriched with n-3 polyunsaturated fatty acids (PUFA) to reduce 4-HNE concentrations generated in TPN, and to modulate oxidative stress markers and pro-inflammatory process on the same animal model. We also have demonstrated, in collaboration with Dr Friel’s team, that two antioxidant peptides (derived from a process mimicking digestion process of human milk) allow also a modulation of oxidative stress and inflammatory process in the liver. Conclusion: This form of exogenous oxidative stress from the TPN led to an inflammatory process resulting from the activation of intrahepatic transcription, which is potentially responsible of liver disease development such as cholestasis. In this sense, the n-3 PUFA and antioxidant peptides may arise as a valuable alternative of photoprotection.

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