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Rodas de Brincar : uma experiência com atividades lúdico-corporais junto aos professores-formadores das Oficinas Pedagógicas do DF

Leite, Cristina Aparecida 30 June 2017 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Artes, Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas, 2017. / Submitted by Albânia Cézar de Melo (albania@bce.unb.br) on 2017-08-10T15:30:33Z No. of bitstreams: 1 2017_CristinaAparecidaLeite.pdf: 5890038 bytes, checksum: 916da141df818ac56b46b8f7929e1395 (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana (raquelviana@bce.unb.br) on 2017-09-27T13:23:46Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2017_CristinaAparecidaLeite.pdf: 5890038 bytes, checksum: 916da141df818ac56b46b8f7929e1395 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-09-27T13:23:46Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2017_CristinaAparecidaLeite.pdf: 5890038 bytes, checksum: 916da141df818ac56b46b8f7929e1395 (MD5) Previous issue date: 2017-09-27 / Esta pesquisa tem por objetivo suscitar reflexões sobre o brincar a partir de uma experiência com os professores-formadores das Oficinas Pedagógicas da Secretaria de Educação do Distrito Federal. Procura responder à questão: em que medida a oferta de um curso de formação continuada, envolvendo atividades lúdico-corporais, pode contribuir para ampliação do repertório de brincadeiras corporais dos participantes, enriquecendo sua prática pedagógica, de maneira a modificá-la? Com estas proposições, espera-se que possam ser vivenciadas experiências poéticas em dias simples do cotidiano, com os professores e, como efeito cascata, destes com os estudantes, em todas as etapas do Ensino. Trata-se de uma pesquisa-ação em que os envolvidos são, diretamente, os professores-formadores das Oficinas Pedagógicas do DF. Conceitualmente, são revisitadas as noções de corporeidade, experiência estética, ludicidade e atividades lúdico-corporais. Para tanto, estabeleço diálogo com as contribuições dos estudos de Cipriano Luckesi, Duarte Jr., Gilles Brougère, Isabel Marques, Jaqueline Braumtz e Celso Pan, Johan Huizinga, Jorge Larrosa, Lev Vigotski, Lydia Hortélio, Mário de Andrade, Maristela Loureiro e Ana Tatit, Michel Mafesolli, Paulo Freire, Tizuko Kishimoto, dentre outros. O filme documentário Tarja Branca, dirigido por Cacau Rodhen (2014), também é utilizado para a fundamentação teórica. Os procedimentos metodológicos utilizados são: oferta do curso: Formação de formadores: Rodas de Brincar- 60 horas, registro escrito e audiovisual, depoimentos, análise das informações construídas, pesquisa bibliográfica e videográfica. Com a interpretação dos dados, é possível perceber que a participação em atividades lúdico-corporais favorece a experiência de momentos estéticos compartilhados, além de potencializar a energia de viver, suscitando alegrias, que impulsionam os profissionais a transformarem a sua prática docente. Os professores-formadores das Oficinas Pedagógicas mencionam a intenção de contagiar os professores-cursistas com as vivências que, segundo eles, enriquecem seu repertório. Outro depoimento recorrente é o de que a formação é significativa, tanto para o aspecto profissional quanto para o pessoal dos participantes, que se percebem mais brincantes em sua própria vida, junto aos estudantes e às pessoas de suas famílias. É uma pesquisa em processo contínuo, envolvendo ação-reflexão-ação, que pode ser potencializada, ano após ano, com a participação dos profissionais atuantes nas Oficinas Pedagógicas do Distrito Federal (potenciais multiplicadores), no espaço da formação continuada. / This research aims to stimulate thinking about the role of the play in the classroom from an experience with the teacher-trainers of the Pedagogical Workshops of the Secretariat of Education of the Federal District. It seeks to answer the question: to what extent can the offer of a continuing education training courses for teachers, involving ludic-motor activities, contribute to expanding the repertoire of playing activities for the participants, enriching and changing their pedagogical practice? With these propositions, it is expected that poetic experiences can be experienced in dayly, with the teachers and generating a cascade effect over their students in all stages of teaching. It is an action-research involving teachers’ trainers (multipliers) participating in Pedagogical Workshops of DF (Federal District): continuing training spaces whose courses bring as guiding axes for ludic activities. As the theoretical foundation, concepts of ludicity, corporeity, ludic-bodily activities and aesthetic experience are revisited. To this end, we have contributions from studies of Cipriano Luckesi, Duarte Jr., Gilles Brougère, Isabel Marques, Jaqueline Braumtz e Celso Pan, Johan Huizinga, Jorge Larrosa, Lev Vigotski, Lydia Hortélio, Mário de Andrade, Maristela Loureiro e Ana Tatit, Michel Mafesolli, Paulo Freire, Tizuko Kishimoto, among others. The documentary White Stripe, direct by Rodhen (2014) is used to theoretical foundation too. The methodological procedure for registration and analysis included the viability of the training of trainers: Wheels of Play course – 60 hours, field diaries, audiovisual record, and testimonies, in addition to written records. Because of interpretation of the data, it’s possible to perceive that the participation in ludic-bodily activities favors the experience of shared aesthetic moments, besides potentiating the energy of living, provoking joys, that impel the professionals to transform their teaching practice. The teacher-trainers of the Pedagogical Workshops mention the intention to inspire the teachers-students with the experiences that, according to them, has enriched their repertoire of playfulness. Another recurrent testimony is that the training is significant, both for the professional and the personal aspect of the participants, who perceive themselves as more engaging in their own lives, with the students and the people of their families. This is a continuous process, involving action-reflection-action research, which can be increased, year after year, with the participation of multipliers in continuing training courses.
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Desenvolvimento e difusão de práticas sociais sustentáveis no nicho das ecovilas no Brasil : o papel das relações sociais e dos elementos das práticas

Roysen, Rebeca 29 March 2018 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Centro de Desenvolvimento Sustentável, 2018. / Submitted by Fabiana Santos (fabianacamargo@bce.unb.br) on 2018-10-15T21:26:27Z No. of bitstreams: 1 2018_RebecaRoysen.pdf: 4690581 bytes, checksum: bb7acaf0e1589a40bab93f74e927f9ed (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana (raquelviana@bce.unb.br) on 2018-10-18T18:06:08Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2018_RebecaRoysen.pdf: 4690581 bytes, checksum: bb7acaf0e1589a40bab93f74e927f9ed (MD5) / Made available in DSpace on 2018-10-18T18:06:09Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2018_RebecaRoysen.pdf: 4690581 bytes, checksum: bb7acaf0e1589a40bab93f74e927f9ed (MD5) Previous issue date: 2018-10-18 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). / As ecovilas são um nicho de inovação de base formado por grupos de pessoas da sociedade civil que têm se dedicado a transformar as suas práticas cotidianas na direção da sustentabilidade ecológica, social e cultural. O objetivo geral desta tese é compreender o papel das ecovilas no desenvolvimento e difusão de práticas sociais sustentáveis no Brasil e a influência das relações sociais nesses processos. Para isso, foi realizada uma análise multinível, incluindo um levantamento das ecovilas em nível nacional e uma pesquisa de campo em uma ecovila específica. No levantamento nacional, foi enviado um questionário para 27 ecovilas identificadas no território brasileiro para levantar dados organizacionais e relacionais. A partir desse levantamento, as ecovilas brasileiras e as práticas sociais sustentáveis que desenvolvem foram caracterizadas e suas redes sociais foram mapeadas e analisadas utilizando-se métodos formais de Análise de Redes Sociais. Descobriuse que as ecovilas brasileiras são nichos de inovação de base que desenvolvem um repertório de práticas “de baixo para cima” para o desenvolvimento sustentável. Apresentam localização, religiosidade, número de residentes e tempo de existência variados. Essas ecovilas não estão isoladas, mas colaboram e trocam informações entre si, compartilhando práticas e formando um nicho em nível nacional. Elas também trocam informações com órgãos governamentais, conselhos comunitários, membros da academia, iniciativas locais, nacionais e estrangeiras e redes transnacionais. Essas relações externas possibilitam a circulação de diferentes formas de conhecimentos, práticas e recursos entre o nicho e outros setores da sociedade. Na pesquisa de campo, foram realizadas entrevistas individuais com os 21 residentes adultos da ecovila estudada, além de um grupo focal e observações em campo. Os resultados elucidam os processos em nível comunitário pelos quais a ecovila desenvolve práticas sociais sustentáveis inovadoras, a partir de necessidades sociais e de elementos simbólicos, materiais e competências. Elucidam também os processos individuais e psicossociais que tornam a ecovila uma incubadora, estimulando seus moradores a efetuarem uma transformação radical em suas práticas cotidianas, influenciados pelas normas sociais e pelos elementos das práticas. Ao final, explora-se as inter-relações entre os processos culturais identificados em nível local e os processos estruturais identificados em nível nacional. Esta tese amplia o conhecimento existente sobre nichos de inovação de base no Brasil e sobre as barreiras e oportunidades para a difusão de práticas sociais sustentáveis para a sociedade mais ampla. / Ecovillages are a grassroots innovation niche formed by groups of people from civil society that have committed to the transformation of their daily practices towards ecological, social and cultural sustainability. The general goal of this thesis is to comprehend the role of ecovillages in the development and diffusion of sustainable social practices in Brazil and the influence of social relations in these processes. To achieve this goal, I carried out a multi-level analysis, including a survey of the ecovillages at national level and a field research in a specific ecovillage. In the national survey, a questionnaire was sent to the 27 ecovillages identified in the Brazilian territory to generate organizational and relational data. Through this survey, the Brazilian ecovillages and the sustainable social practices they develop were characterized and their social networks were mapped and analyzed using formal methods of Social Network Analysis. Brazilian ecovillages were found to be grassroots innovation niches that develop a repertoire of bottom-up practices for sustainable development. They present varied localization, religiosity, number of residents and years of existence. These ecovillages are not isolated, but collaborate and exchange information among themselves, forming a niche at national level. They also exchange information with governmental agencies, community councils, members of academia, local, national and foreigner initiatives and transnational networks. These external relations allow the circulation of different forms of knowledge, practices and resources between the niche and other sectors of society. In the field research, I carried out individual interviews with the 21 adult residents of the studied ecovillage, a focal group and field observations. The results clarify the community processes by which the ecovillage develop innovative sustainable social practices from social needs, symbolic meanings, materials and forms of competence. They also clarify the individual and psychosocial processes by which the ecovillage becomes an incubator, stimulating the members to accomplish a radical transformation in their daily practices, influenced by social norms and by the elements of practice. At the end, I explore the inter-relations between the cultural processes identified at local level and the structural processes identified at national level. This thesis broadens the current knowledge about grassroots innovation niches in Brazil and about the barriers and opportunities to the diffusion of sustainable social practices to the broaden society.
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Cartografando gênero e inovação como uma prática social entrelaçada em multiterritórios

Sawitzki, Roberta Cristina January 2017 (has links)
Este estudo tem por objetivo geral apreender os entrelaçamentos entre o gênero e a inovação como uma prática social em três diferentes territórios. Os objetivos específicos, propõem: a) compreender o contexto organizacional que possibilitou a criação, a execução e a concretização dos projetos cartografados; b) identificar e descrever as práticas sociais dos projetos investigados e os agentes a elas imbricados; c) analisar as maneiras que esses profissionais enactam, experimentam e expressam sua encarnação de gênero e como esses atores a(fe)tivaram(-se) (com) os projetos de inovação cartografados; d) discorrer sobre o viés de gênero presente nos sentidos de inovação compartilhados nos diferentes territórios. Parto do argumento de que práticas de gênero são entrelaçadas (e ancoram) às práticas de inovação, havendo uma mútua afetabilidade e enactamento entre elas. Diferentes práticas de masculinidades e feminilidades são coengendrados a diferentes tipos de práticas de inovação, orientando modos de ser e de exercer o trabalho, afetando as incorporações e experiências daqueles/as que com elas se engajam, assim como as materialidades desse processo, o que, por sua vez, afeta as práticas de gênero e de inovação. A própria prática de inovação, que pressupõe neutralidade em termos de gênero, na verdade não escapa de práticas de generificação, carregando um viés (pressuposto, subtexto, discurso, conotação ou concepção) de gênero (de masculinidade(s) e/ou de feminilidade(s)) que é e está ligado ao seu tempo histórico e contexto vivido. Defendo que, embora pareçam práticas distintas, as práticas de inovação e de gênero estão na verdade intimamente imbricadas umas às outras pela materialidade dos corpos, nas práticas discursivas e nos artefatos que medeiam a relação entre o corpo e a atividade. Defendo que, embora pareçam práticas distintas, as práticas de inovação e de gênero estão na verdade intimamente imbricadas umas às outras pela materialidade dos corpos, nas práticas discursivas e nos artefatos que medeiam a relação entre o corpo e a atividade. Utilizo as temáticas práticas (apoiada em Schatzki, 2001; Reckwitz, 2002 e Hassard et. al., 2000), gênero (alicerçada em Linstead e Pullen, 2006; Nentwich e Kelan, 2007; Butler, 1990; e Martin, 2003; 2006) e inovação (me volto para a abordagem microssociológica da inovação apoiada em Gherardi, 2010, ressaltando a corrente da sociologia a partir de Akrich, Callon e Latour 2002a; 2002b, sem desconsiderar a corrente econômica quando esta é citada pelos participantes da pesquisa) como base teórica. Demonstro que o afeto (apoiada em Latour, 2009; Deleuze, 2007; Deleuze, Guattari, 1988; 1994; Spinoza, 1994; Pullen, Rhodes e Thanen, 2017; Gherardi, 2017a; 2017b e Reckwitz, 2012; 2017) atravessa essas práticas e se coengendra com elas. Conduzo a pesquisa via procedimento cartográfico, orientado por pistas, em três territórios investigados (Laboratório de Inovação Social da Mercur; Escola SESI de Ensino Médio Regular; Desenvolvimento da Cultura de Inovação do Sistema FIERGS). A pesquisa de campo teve início em junho de 2016 e perdurou até setembro de 2017. Participaram da pesquisa 36 profissionais: 14 do projeto Laboratório de Inovação Social; 12 do projeto Desenvolvimento da Cultura de Inovação; e 10 da Escola SESI. A produção de dados foi alicerçada em entrevistas, que resultaram em 94 horas de gravação e 1.880 páginas transcritas, observação participante e análise documental, com 252 páginas de notas de campo e 3.021 páginas de documentos. Entre os achados, foi possível compreender como as práticas de gênero ancoram as práticas de inovação, sendo aquelas estruturantes destas; também pôde-se apreender como as práticas sociais situadas mantém e alteram concepções, discursos e o agir em relação ao gênero e à inovação. Outro ponto importante, foi a identificação de elementos humanos e não humanos imbricados às práticas entrelaçadas de gênero e inovação, assim como dos afetos que estes elementos e práticas possibilitam. A dimensão afetiva também permitiu compreender porque algumas práticas alcançam maior êxito em termos de envolvimento, encantamento e motivação do que outras. Igualmente, pôde-se verificar como as concepções de gênero influenciam os sentidos de inovação elaborados pelos agentes envolvidos com práticas inovativas. / The purpose of this study is to understand the interweaving between gender and innovation as a practice situated in three different territories. The specific objectives, propose: a) to understand the organizational context that made possible the creation, execution and concretization of the mapped projects; b) identify and describe the social practices of the projects investigated and the agents involved in them; c) analyze the ways in which these professionals enact, experience, and express their gender incarnation and how these actors have (with) the mapped innovation projects; d) discuss the gender bias present in the shared sense of innovation in the different territories. I start from the argument that gender practices are intertwined (and anchored) to the practices of innovation, with a mutual affectability and affection between them. Different practices of masculinities and femininities are coengended with different types of innovation practices, orienting ways of being and doing work, affecting the incorporations and experiences of those who engage with them, as well as the materialities of this process, which in turn affects gender and innovation practices. The very practice of innovation, which presupposes gender neutrality, does not in fact escape generational practices, carrying a bias (presupposition, subtext, discourse, connotation or conception) of gender (of masculinity (s) and / or femininity (s)) that is and is connected to its historical time and lived context. I argue that, although they seem to be distinct practices, innovation and gender practices are in fact closely interwoven with one another by the materiality of bodies, discursive practices, and artifacts that mediate the relationship between body and activity. I argue that, although they seem to be distinct practices, innovation and gender practices are in fact closely interwoven with one another by the materiality of bodies, discursive practices, and artifacts that mediate the relationship between body and activity. I use the practical themes (supported by Schatzki, 2001, Reckwitz, 2002 and Hassard et al., 2000), gender (based on Linstead and Pullen, 2006, Nentwich and Kelan, 2007, Butler, 1990 and Martin, 2003; ) and innovation (I turn to the micro-sociological approach of innovation supported by Gherardi, 2010, stressing the current of sociology from Akrich, Callon and Latour 2002a, 2002b, without disregarding the economic current when it is cited by the research participants) as theoretical basis. It shows that affection (supported by Latour, 2009, Deleuze, 2007, Deleuze, Guattari, 1988, 1994, Spinoza, 1994, Pullen, Rhodes and Thanen, 2017, Gherardi, 2017a, 2017b and Reckwitz, 2012, 2017) and coengendra with them. I conducted the research through a cartographic procedure, guided by clues, in three areas investigated (Mercur's Social Innovation Laboratory, SESI High School Regular, Development of Culture of Innovation of the FIERGS System). Field research began in June 2016 and lasted until September 2017. Thirty-six professionals participated in the research: 14 from the Laboratory of Social Innovation; 12 of the project Development of the Culture of Innovation; and 10 of the SESI School. The data production was based on interviews, which resulted in 94 hours of recording and 1,880 pages transcribed, participant observation and documentary analysis, with 252 pages of field notes and 3,021 pages of documents. Among the findings, it was possible to understand how the gender practices anchor the innovation practices, being those structuring them; it was also possible to understand how the social practices in place maintain and change conceptions, discourses and to act in relation to gender and innovation. Another important point was the identification of human and nonhuman elements imbricated to the intertwined practices of gender and innovation, as well as the affections that these elements and practices make possible. The affective dimension also allowed us to understand why some practices achieve greater success in terms of involvement, enchantment and motivation than others. Likewise, it was possible to verify how the gender conceptions influence the senses of innovation elaborated by the agents involved with innovative practices. Keywords: gender, innovation, social practice, practice-based studies, affect.
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Cartografando gênero e inovação como uma prática social entrelaçada em multiterritórios

Sawitzki, Roberta Cristina January 2017 (has links)
Este estudo tem por objetivo geral apreender os entrelaçamentos entre o gênero e a inovação como uma prática social em três diferentes territórios. Os objetivos específicos, propõem: a) compreender o contexto organizacional que possibilitou a criação, a execução e a concretização dos projetos cartografados; b) identificar e descrever as práticas sociais dos projetos investigados e os agentes a elas imbricados; c) analisar as maneiras que esses profissionais enactam, experimentam e expressam sua encarnação de gênero e como esses atores a(fe)tivaram(-se) (com) os projetos de inovação cartografados; d) discorrer sobre o viés de gênero presente nos sentidos de inovação compartilhados nos diferentes territórios. Parto do argumento de que práticas de gênero são entrelaçadas (e ancoram) às práticas de inovação, havendo uma mútua afetabilidade e enactamento entre elas. Diferentes práticas de masculinidades e feminilidades são coengendrados a diferentes tipos de práticas de inovação, orientando modos de ser e de exercer o trabalho, afetando as incorporações e experiências daqueles/as que com elas se engajam, assim como as materialidades desse processo, o que, por sua vez, afeta as práticas de gênero e de inovação. A própria prática de inovação, que pressupõe neutralidade em termos de gênero, na verdade não escapa de práticas de generificação, carregando um viés (pressuposto, subtexto, discurso, conotação ou concepção) de gênero (de masculinidade(s) e/ou de feminilidade(s)) que é e está ligado ao seu tempo histórico e contexto vivido. Defendo que, embora pareçam práticas distintas, as práticas de inovação e de gênero estão na verdade intimamente imbricadas umas às outras pela materialidade dos corpos, nas práticas discursivas e nos artefatos que medeiam a relação entre o corpo e a atividade. Defendo que, embora pareçam práticas distintas, as práticas de inovação e de gênero estão na verdade intimamente imbricadas umas às outras pela materialidade dos corpos, nas práticas discursivas e nos artefatos que medeiam a relação entre o corpo e a atividade. Utilizo as temáticas práticas (apoiada em Schatzki, 2001; Reckwitz, 2002 e Hassard et. al., 2000), gênero (alicerçada em Linstead e Pullen, 2006; Nentwich e Kelan, 2007; Butler, 1990; e Martin, 2003; 2006) e inovação (me volto para a abordagem microssociológica da inovação apoiada em Gherardi, 2010, ressaltando a corrente da sociologia a partir de Akrich, Callon e Latour 2002a; 2002b, sem desconsiderar a corrente econômica quando esta é citada pelos participantes da pesquisa) como base teórica. Demonstro que o afeto (apoiada em Latour, 2009; Deleuze, 2007; Deleuze, Guattari, 1988; 1994; Spinoza, 1994; Pullen, Rhodes e Thanen, 2017; Gherardi, 2017a; 2017b e Reckwitz, 2012; 2017) atravessa essas práticas e se coengendra com elas. Conduzo a pesquisa via procedimento cartográfico, orientado por pistas, em três territórios investigados (Laboratório de Inovação Social da Mercur; Escola SESI de Ensino Médio Regular; Desenvolvimento da Cultura de Inovação do Sistema FIERGS). A pesquisa de campo teve início em junho de 2016 e perdurou até setembro de 2017. Participaram da pesquisa 36 profissionais: 14 do projeto Laboratório de Inovação Social; 12 do projeto Desenvolvimento da Cultura de Inovação; e 10 da Escola SESI. A produção de dados foi alicerçada em entrevistas, que resultaram em 94 horas de gravação e 1.880 páginas transcritas, observação participante e análise documental, com 252 páginas de notas de campo e 3.021 páginas de documentos. Entre os achados, foi possível compreender como as práticas de gênero ancoram as práticas de inovação, sendo aquelas estruturantes destas; também pôde-se apreender como as práticas sociais situadas mantém e alteram concepções, discursos e o agir em relação ao gênero e à inovação. Outro ponto importante, foi a identificação de elementos humanos e não humanos imbricados às práticas entrelaçadas de gênero e inovação, assim como dos afetos que estes elementos e práticas possibilitam. A dimensão afetiva também permitiu compreender porque algumas práticas alcançam maior êxito em termos de envolvimento, encantamento e motivação do que outras. Igualmente, pôde-se verificar como as concepções de gênero influenciam os sentidos de inovação elaborados pelos agentes envolvidos com práticas inovativas. / The purpose of this study is to understand the interweaving between gender and innovation as a practice situated in three different territories. The specific objectives, propose: a) to understand the organizational context that made possible the creation, execution and concretization of the mapped projects; b) identify and describe the social practices of the projects investigated and the agents involved in them; c) analyze the ways in which these professionals enact, experience, and express their gender incarnation and how these actors have (with) the mapped innovation projects; d) discuss the gender bias present in the shared sense of innovation in the different territories. I start from the argument that gender practices are intertwined (and anchored) to the practices of innovation, with a mutual affectability and affection between them. Different practices of masculinities and femininities are coengended with different types of innovation practices, orienting ways of being and doing work, affecting the incorporations and experiences of those who engage with them, as well as the materialities of this process, which in turn affects gender and innovation practices. The very practice of innovation, which presupposes gender neutrality, does not in fact escape generational practices, carrying a bias (presupposition, subtext, discourse, connotation or conception) of gender (of masculinity (s) and / or femininity (s)) that is and is connected to its historical time and lived context. I argue that, although they seem to be distinct practices, innovation and gender practices are in fact closely interwoven with one another by the materiality of bodies, discursive practices, and artifacts that mediate the relationship between body and activity. I argue that, although they seem to be distinct practices, innovation and gender practices are in fact closely interwoven with one another by the materiality of bodies, discursive practices, and artifacts that mediate the relationship between body and activity. I use the practical themes (supported by Schatzki, 2001, Reckwitz, 2002 and Hassard et al., 2000), gender (based on Linstead and Pullen, 2006, Nentwich and Kelan, 2007, Butler, 1990 and Martin, 2003; ) and innovation (I turn to the micro-sociological approach of innovation supported by Gherardi, 2010, stressing the current of sociology from Akrich, Callon and Latour 2002a, 2002b, without disregarding the economic current when it is cited by the research participants) as theoretical basis. It shows that affection (supported by Latour, 2009, Deleuze, 2007, Deleuze, Guattari, 1988, 1994, Spinoza, 1994, Pullen, Rhodes and Thanen, 2017, Gherardi, 2017a, 2017b and Reckwitz, 2012, 2017) and coengendra with them. I conducted the research through a cartographic procedure, guided by clues, in three areas investigated (Mercur's Social Innovation Laboratory, SESI High School Regular, Development of Culture of Innovation of the FIERGS System). Field research began in June 2016 and lasted until September 2017. Thirty-six professionals participated in the research: 14 from the Laboratory of Social Innovation; 12 of the project Development of the Culture of Innovation; and 10 of the SESI School. The data production was based on interviews, which resulted in 94 hours of recording and 1,880 pages transcribed, participant observation and documentary analysis, with 252 pages of field notes and 3,021 pages of documents. Among the findings, it was possible to understand how the gender practices anchor the innovation practices, being those structuring them; it was also possible to understand how the social practices in place maintain and change conceptions, discourses and to act in relation to gender and innovation. Another important point was the identification of human and nonhuman elements imbricated to the intertwined practices of gender and innovation, as well as the affections that these elements and practices make possible. The affective dimension also allowed us to understand why some practices achieve greater success in terms of involvement, enchantment and motivation than others. Likewise, it was possible to verify how the gender conceptions influence the senses of innovation elaborated by the agents involved with innovative practices. Keywords: gender, innovation, social practice, practice-based studies, affect.
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Compartilhando sons e ideias : o sombarato e as práticas discursivas em torno da música

Sotero Caio Netto, Manoel 31 January 2010 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T23:14:47Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo430_1.pdf: 6132034 bytes, checksum: 28addb5591f3ef7456a98ee30a40f8ff (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2010 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / Procuro compreender o fenômeno do compartilhamento livre de músicas com o uso da internet, identificando as reverberações dessa prática social e discursiva no entorno da música, que envolvem também condições de produção e consumo de textos. Diante do material discursivo construído do Sombarato, estou interessado em analisar como a decisão de se compartilhar é legitimada pelos porta-vozes, consumidores e colaboradores, como eles respondem a críticas potenciais, ou como eles formam uma auto-identidade positiva. Trato, portanto, desse arranjo colaborativo acompanhado de uma elaboração discursiva que, por sua vez, busca ser justificado em torno de aspectos de legalidade e legitimidade envolvidos por este tipo de prática. Além disso, preocupações com novas éticas que se fundam (criativas e colaborativas), dificuldades de acesso, estéticas, assimetrias entre público - obra - artista - indústria, entre outras são colocadas. As justificativas podem ser diversas, mas o foco não está nas atitudes individuais, e sim na construção social do fenômeno do compartilhamento. Esse consumo qualitativamente distinto provocou alterações na sensibilidade para com a música e todo o seu arranjo. O estudo do compartilhamento de música digital deve ser dinâmico, ou seja, não pode ser admitido somente sob essa perspectiva do impacto estrutural e das jurisdições. Deve-se, portanto, ir além, problematizando a própria experiência de consumo, avaliando as novas dimensões de escuta, subjetividade, corporeidade e sensibilidades modernas. As práticas estão sendo compreendidas por aqueles que a realizam como atos justos. A questão é que a indústria de copyright busca inverter essa moralidade, construindo um discurso e caracterizando essa prática emergente como ilegal e injusta. Poderíamos falar de uma polarização discursiva no que tange a prática do compartilhamento. A indústria busca conter a emergência dessa prática, alegando os prejuízos referentes aos seus direitos patrimoniais. No caso daqueles que compartilham, legitimar a troca de arquivos sem fins lucrativos tem sido o horizonte perseguido e elaborado discursivamente. Entre essas estratégias da indústria fonográfica está um projeto de ―educação moral‖ e criminalização desses consumidores de ―música gratuita‖. Existe um grande movimento no sentido de causar um desconforto nesses consumidores sob parâmetros de ilegalidade e imoralidade. Compreendo que existe uma pressão para que esse consumidor se sinta desconfortável ou incomodado como a forma gratuita de consumir músicas (por parte da indústria fonográfica). Este apelo não é só mal sucedido, como é replicado, não convence e soa cínico. Os apelos da Indústria Fonográfica articulam, sobretudo, que suas intenções estão ajustadas a preocupações como a compensação dos esforços dos criadores. No entanto, o que podemos compreender é que os direitos autorais estão muito mais concentrados nos direito patrimoniais e conexos do que no autor, propriamente. A questão do Direito Patrimonial é fundamental, uma vez que as particularidades destes direitos até pouco tempo não eram discutidas por um público mais amplo. Os usuários compartilham a música gratuitamente porque gostam delas e dos artistas e não porque querem causar algum tipo de dano. Não existem evidências que os consumidores não queiram pagar pelas obras que eles compartilham, mas parece ser suficientemente claro o desinteresse em pagar aos intermediários valores abusivos
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A dimensão política das práticas das ONGs e sua relação com o Estado: um estudo de caso em Fortaleza

BITTENCOURT, Ruth Ribeiro January 2003 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T23:17:01Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo9227_1.pdf: 992974 bytes, checksum: 1b52341f8409b0fc7c8de4af04d5cf82 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2003 / Este trabalho refere-se ao estudo de uma situação localizada, tendo como unidade de análise as práticas das ONGs em parceria com o governo, na cidade de Fortaleza, no período 1996-2000, quando ocorreram as primeiras experiências de parceria e a reforma administrativa do município. Objetiva identificar e analisar a direção política das ações desenvolvidas por essas organizações e seu nível de influência no processo de democratização das políticas sociais implementadas em parceria com o poder público municipal, no contexto da descentralização. Norteia o trabalho o pressuposto de que as ONGs brasileiras sofreram mudanças em seu perfil nas duas últimas décadas, como resultado do processo de democratização do país, da influência de um processo mundial em que essas organizações passaram a ser valorizadas como atores políticos e do surgimento de muitas organizações com objetivos centrados na defesa de valores democráticos. Para a análise de sua prática foi necessário um resgate histórico do surgimento e desenvolvimento dessas organizações em nosso país, identificando seu papel no terceiro setor no período 80/90, momento de consolidação dessas entidades no cenário local/regional/nacional. Buscamos identificar os elementos conjunturais que propiciaram sua relação com o Estado e as mudanças ocorridas nas políticas públicas que incidem em sua implementação através das ONGs. A pesquisa tem natureza qualitativa e, por referir -se a uma situação localizada, utilizou-se a técnica do estudo de caso, tendo como recurso metodológico paralelo a análise de conteúdo. Foram sujeitos deste estudo os dirigentes das instituições parceiras, as ONGs, os gestores do programa, os executores dos projetos e usuários do serviço. Além da análise documental, a entrevista e os depoimentos orais constituíram-se instrumentos da coleta de dados. Essa análise converge para a confirmação das hipóteses iniciais de que as ONGs, mediante parceria, ao estabelecerem alternativas de intermediação de interesses com a burocracia estatal, podem criar canais de participação e de politização da sociedade civil. Entretanto, essa prática ocorre num processo de tensão permanente, visto que, inscrita na sociedade capitalista sofre as contradições inerentes à essa ordem
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Experiências Literárias: diálogos com uma escola da rede municipal de Vila Velha

MOREIRA, R. C. M. 02 December 2010 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-29T11:11:34Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_4791_RACHEL CURTO MACHADO MOREIRA.pdf: 2076463 bytes, checksum: d1cdbf454d9bd191274f4bbcb00c8153 (MD5) Previous issue date: 2010-12-02 / Esta investigação analisa práticas com leituras literárias que reproduzem o modelo marcado pela racionalidade técnica, levantando questões acerca das potencialidades e dificuldades da leitura literária na escola e problematiza os diversos tipos de práticas de leitura literária realizados na sala de aula e na biblioteca escolar. Investiga ainda dimensões teóricas e práticas do processo, discutindo a experiência estética com textos literários na biblioteca escolar e em outros espaços-tempos e analisa o tratamento dado à prática de leitura pelos professores que atuam em escolas públicas. Procura, além disso, estudar as possíveis relações entre formação acadêmica e dificuldades encontradas por educadores no trabalho com textos literários. Para concretizar tais investigações, adotou-se como metodologia a pesquisa-ação na perspectiva crítico-colaborativa, utilizando-se gravação em áudio, fotografias, levantamento dos programas e projetos de leitura literária em nível nacional e estadual, diário de campo e entrevistas estruturadas, semi-estruturadas e abertas. A coleta de dados se deu através de gravação em áudio, fotografias, levantamento dos programas e projetos de leitura literária em nível nacional e estadual, diário de campo e entrevistas estruturadas, semi-estruturadas e abertas, ocorrendo basicamente em três espaços: em uma escola básica pública da periferia do município de Vila Velha, região metropolitana de Vitória ES; na biblioteca escolar, anexa à referida escola, e no entorno do Convento da Penha (ladeira, pátio e pracinha). A pesquisa permite afirmar que a parceria colaborativa constitui-se uma alternativa de formação continuada de professores em que discussões e debates sobre as experiências com leitura literária, geram momentos de reflexão e ressignificação das práticas pedagógicas. Fortalece também a premissa de que a literatura possui dimensão humanizadora, libertária, que é revelada a partir do encontro dialógico entre leitor e texto literário. Encontro esse que conduz o leitor ao conhecimento de diversas culturas em seus aspectos sociais e históricos, à liberação do imaginário, ao diálogo com diferentes textos e linguagens, bem como a momentos de experiência estética.
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Práticas de produção de textos escritos no ensino técnico integrado ao médio

MILANEZI, C. N. 26 September 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-29T11:11:36Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_5330_CYNTHIA NUNES MILANEZI.pdf: 14359858 bytes, checksum: d6d01255e216deef0b5f7a4fa02a7737 (MD5) Previous issue date: 2011-09-26 / Este trabalho é parte dos estudos desenvolvidos pelo grupo de pesquisa Alfabetização, Leitura e Escrita, vinculado à linha de pesquisa Educação e Linguagens, do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Espírito Santo. Teve por objetivo analisar as práticas de produção de textos escritos numa turma de 2º ano do Ensino Técnico Integrado ao Médio a partir das propostas da professora e das respostas dos alunos a essas propostas. Para isso, adota o estudo de caso qualitativo, utilizando, como métodos e técnicas de coleta e produção de dados, a análise de documentos, a observação participante, entrevistas, gravações em áudio e captação de imagens por meio de câmera fotográfica digital e câmera filmadora. Os dados foram analisados à luz dos postulados de Bakhtin (2003, 2006) sobre texto e linguagem, das condições apontadas por Geraldi (2003, 2006) para que haja uma efetiva produção de textos e das considerações de Charaudeau (2010) sobre os modos de organização do discurso. No movimento de análise, busca investigar as condições de produção, bem como analisar as propostas apresentadas aos alunos e os enunciados por eles produzidos. Constata que o trabalho da professora se baseava na noção de tipos textuais ou em modos de organização do discurso, os quais eram escolhidos em virtude das finalidades do curso técnico. Conclui que, apesar de os sujeitos estarem diante de propostas que impunham limitações ao dizer, conseguiram se colocar efetivamente como autores de seus textos, responsabilizando-se pelos seus dizeres. Observa também que essas atividades proporcionaram aos alunos um espaço para que pudessem emergir opiniões, sentimentos, desabafos e até denúncias. Assim como os estudos de Geraldi (2003), esta pesquisa reconhece que a produção de textos pode fazer parte de um ensino de conhecimento e produção e não de reconhecimento e reprodução. Portanto, é necessário que as práticas estejam relacionadas com as vidas dos sujeitos, para que o trabalho com textos, e com a língua de uma forma geral, se torne mais produtivo e significativo para professores e alunos.
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Composições curriculares na educação infantil: por um aprendizado afetivo

PRATES, M. R. C. 26 March 2012 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-29T11:11:38Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_5628_Dissertação Maria Riziane Costa Prates.pdf: 3127661 bytes, checksum: 8a33b331e5faedab4386dfabead9e023 (MD5) Previous issue date: 2012-03-26 / Problematiza as interdiscursividades sobre currículo e infância, com professoras e crianças, em um Centro Municipal de Educação Infantil na cidade de Serra - Espírito Santo. Potencializa a emergência de outras possíveis singularidades nas práticas curriculares, a partir dos movimentos inventivos instaurados nas experimentações educativas: formações continuadas; sala de aula e outros espaços; planos de organização e imanência; nas expansões produzidas como arte do encontro pelo brincar, pela música e vivências na diferença como agenciamentos de afeto, favorecendo um aprendizado inventivo. Tem como principais intercessores teóricos: Gilles Deleuze, Felix Guattari e Michel Foucault nas suas interlocuções com Espinosa. Utiliza uma metodologia cartográfica interdiscursiva, no cotidiano escolar, através de uma perspectiva de análise micropolítica, referente aos movimentos do currículo, no sentido de compreender as práticas curriculares que promovem uma vida mais bonita na educação infantil. Diante disso, o processo se mostrou potente e alegre, a partir das parcerias estabelecidas, do trabalho compartilhado por parte do corpo docente e pela visibilidade de alteridades e infâncias minoritárias. Sendo assim, compor currículos na educação infantil, por aprendizados afetivos, requer ir além do estabelecido. Nos imbricamentos do instituído e instituinte curricular, tornam-se necessárias a qualificação e potencialização do coletivo na escola, valorizando o pensamento inventivo das crianças, seus ritmos pulsantes e latentes.
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Mulheres (in)dóceis : discursos e práticas de mulheres na vila de Cabaceiras-PB, 1930 -1949

SAMPAIO, Paula Faustino 31 January 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T18:29:10Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo3284_1.pdf: 2890804 bytes, checksum: 28cfb9776a4a9fd73e4910049bf6a53f (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2009 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / Situado no âmbito da história das mulheres, o presente trabalho contada uma história sobre as práticas religiosas, educacionais, festivas, sexuais de mulheres e de homens em meio à discussão sobre moralidade, naquela época, na Vila de Cabaceiras entre os anos de 1930 e 1949. Para tal, investiga os processos criminais de mulheres contra parceiros com os quais mantiveram relações sexuais que geraram conflitos familiares e judiciais em Cabaceiras, interior da Paraíba. Paralelamente, são estudados os relatos orais de memória de mulheres que viveram nessa localidade no mesmo período, para pensar os significados atribuídos às práticas religiosas, educacionais, afetivas e sexuais no cotidiano feminino, quando o Estado e a Igreja difundiam suas políticas sexuais disciplinares. A esta documentação inédita, são aliadas leituras acerca da construção das representações, dos discursos, das práticas de homens e mulheres, que permitem refletir acerca das formas de relacionamento afetivo e conjugal, destacando as experiências que foram de encontro às normas impostas pela Igreja, pelo Estado e pela família

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