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Estudo colpocitológico e aspectos endócrinos de pacas (Agouti paca, L., 1766) adultas /

Reis, Ana Carolina Gonçalves dos. January 2009 (has links)
Orientador: Márcia Rita Fernandes Machado / Banca: Paulo Henrique Franceschini / Banca: Cláudio Alvarenga de Oliveira / Resumo: Objetivou-se com este estudo determinar o perfil preliminar das progestinas, estrógenos e corticosteróides, da paca, segundo maior roedor da fauna brasileira, mediante a técnica de enzimaimunoensaio no extrato fecal de cinco fêmeas adultas, não nulíparas, diagnosticadas nao prenhes por meio de exame ultrassonográfico e alojadas individualmente; também, verificaram-se os aspectos morfológicos, por meio da colpocitologia desses mesmos animais. Mediante as condicões e exigências em que o experimento foi conduzido pôde-se verificar alteracões na morfologia das cêlulas da mucosa vaginal, observando tipos celulares característicos das fases de proestro, estro e diestro, embora nao se tenha verificado sinais de anestro. No periodo em que se realizaram as análises colpocitológicas nao foi possivel caracterizar episódio de um ciclo estral completo. Dessa forma, para a obtencão de resultados mais consistentes, outros estudos referentes a análises hormonais e colpocitologia, corn delineamentos experimentais mais bem elaborados, devem ser realizados / Abstract: The aim of this study was to determine the preliminary profile of fecal progestin, estrogen and corticosteroids of the Agouti paca, the second biggest Brazilian rodent, through enzynneimmuneassay in five adults female paca, diagnosed non-pregnant by ultrasonograph exam and housed individually; also verify the morphological aspects of colpocytology in this animals. Thus, in the conditions and requirements in which the experiment was conduced, morphological changes in vaginal cells could be verified, observing cellular types proper of proestrus, estrus and diestrus, thought signs of anestrous could not be verified. In the period of colpocytology analysis it was not possible to determine the occurrence of a complete estrous cycle episode. To obtain consistent results, other studies concerning the fecal hormone analysis and colpocytology should be conducted with more elaborated experimental outlines / Mestre
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Estudo colpocitológico e aspectos endócrinos de pacas (Agouti paca, L., 1766) adultas

Reis, Ana Carolina Gonçalves dos [UNESP] 26 February 2009 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:27:44Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2009-02-26Bitstream added on 2014-06-13T20:36:11Z : No. of bitstreams: 1 reis_acg_me_jabo.pdf: 1449390 bytes, checksum: 523f73f3ac4cf4d00657b6dd1a1dd7a0 (MD5) / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / Objetivou-se com este estudo determinar o perfil preliminar das progestinas, estrógenos e corticosteróides, da paca, segundo maior roedor da fauna brasileira, mediante a técnica de enzimaimunoensaio no extrato fecal de cinco fêmeas adultas, não nulíparas, diagnosticadas nao prenhes por meio de exame ultrassonográfico e alojadas individualmente; também, verificaram-se os aspectos morfológicos, por meio da colpocitologia desses mesmos animais. Mediante as condicões e exigências em que o experimento foi conduzido pôde-se verificar alteracões na morfologia das cêlulas da mucosa vaginal, observando tipos celulares característicos das fases de proestro, estro e diestro, embora nao se tenha verificado sinais de anestro. No periodo em que se realizaram as análises colpocitológicas nao foi possivel caracterizar episódio de um ciclo estral completo. Dessa forma, para a obtencão de resultados mais consistentes, outros estudos referentes a análises hormonais e colpocitologia, corn delineamentos experimentais mais bem elaborados, devem ser realizados / The aim of this study was to determine the preliminary profile of fecal progestin, estrogen and corticosteroids of the Agouti paca, the second biggest Brazilian rodent, through enzynneimmuneassay in five adults female paca, diagnosed non-pregnant by ultrasonograph exam and housed individually; also verify the morphological aspects of colpocytology in this animals. Thus, in the conditions and requirements in which the experiment was conduced, morphological changes in vaginal cells could be verified, observing cellular types proper of proestrus, estrus and diestrus, thought signs of anestrous could not be verified. In the period of colpocytology analysis it was not possible to determine the occurrence of a complete estrous cycle episode. To obtain consistent results, other studies concerning the fecal hormone analysis and colpocytology should be conducted with more elaborated experimental outlines
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Soro-epidemiologia da hantavirose em homens de Salvador-Bahia, Brasil

Morales, Ana Emilia Torres 26 May 2000 (has links)
Orientador: Fernando Lopes Gonçales Jr., Jose Tavares-Neto / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas / Made available in DSpace on 2018-07-26T13:47:11Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Morales_AnaEmiliaTorres_D.pdf: 3502838 bytes, checksum: 311ba0b54439b904b82e994bfb79c6da (MD5) Previous issue date: 1999 / Resumo: As hantaviroses são consideradas doenças emergentes. Fatores climáticos, múltiplos determinantes humanos, biológicos, econômicos e ecológicos influenciam a sua emergência e disseminação. As interações destes fatores explicam sua presença nas Américas. Seus reservatórios são principalmente os roedores. A transmissão para o homem acontece por exposição direta, indireta ou acidental às secreções ou excretas desses animais, entre outros mecanismos infreqüentes. Assim, consideram-se sob risco os trabalhadores rurais, encanadores, garis de limpeza pública, trabalhadores portuários, estivadores, pescadores, militares, escoteiros e indivíduos com atividades recreacionais no campo. No Brasil, há a necessidade de se conhecer melhor a epidemiologia da hantavirose, em especial na população exposta ao risco de infecção. Esta pesquisa foi desenvolvida na cidade de Salvador-BA, Brasil, cidade cosmopolita, portuária e turística. Nossos objetivos foram: Estimar a freqüência da infeção por hantavírus na população de adultos da cidade .de Salvador (BA), e associar a soro-positividade às variáveis epidemiológicas e clínicas pesquisadas. No total foram amostrados 255 trabalhadores da limpeza pública da cidaqe de Salvador e 241 doadores de sangue como grupo de comparação. Em todos foi aplicada entrevista padronizada visando pesquisar antecedentes epidemiológicos para esta infecção e, posteriormente foi coletada amostra de sangue. Os soros amostrados foram testados por IFI IgG para anti-hantavírus Hantaan (protótipo) e teste de ELISA IgG anti-hantavírus "Sin Nombre" (antígeno recombinante) e Seoul (protótipo) (antígeno de lisado celular). Na leitura da IFI, foi positiva a amostra >1% - 25% de focos fluorescentes por campo. Na leitura dos testes de ELISA, valores maiores que o CUT-OFF foram POSITIVOS e os menores NEGATIVOS. Foram inconclusivos pela técnica de ELISA valores de densidade ótica da amostra perto do valor do CUT-OFF. As idades da população estudada variaram de 18 a 64 anos. A prevalência observada foi de 27,2%(135/496) de anticorpos anti-Hantaan pelo teste de IFI IgG antiHantaan (diluição 1:32). Destes, 46 (9,3%) eram garis e 89(17,9'1.10) doadores de sangue. Nos testes de ELISA para "Sin Nombre" foi encon1Tada prevalência de 0,2% e no teste ELISA para Seou/ prevalência de 0,4%. Observou-se que o único soro-reagente para ELISA anti- "Sin Nombre" era doador, já para o vírus Seou/ os dois positivos eram ganso. Das 496 amostras, 438(88,3%) foram testadas por microaglutinação para leptospirose. Considerou-se positiva microaglutinação com títulos de ~1/200. Dos 438 testados 58(13,2%) resultaram positivos para leptospirose. Destes, 28/58(48,3%) positivos para títulos de 1/200; 22/58(37,9%) positivos para títulos de 1/400 e 8/58(13,8%) positivos para títulos >1/400. Observaram-se 5(8,6%) positivos em títulos de 1/200 para leptospirose e 5(8,6%) positivos em títulos de 1/400, que resultaram também positivos pela IFI IgG antiHantaan. Os sorovars mais encontrados foram icterohaemorrhagiae e sentot. Concluimos que: 1. Existe circulação dos hantavírus na cidade de Salvador (BA); 2. Que há baixa freqüência de infecção pelos vírus "Sin Nombre" e Seou/; 3. Que a prevalência encontrada pela IFI, reflete a circulação de vírus provavelmente relacionado a Hantaan e diferente dos outros hantavírus testados ("Sin Nombre" e Seoul); 4. O nível socioeconômico mostrou-se um determinante de risco para infeção por hantavírus; 5. As variáveis de contaminação domiciliar e peri-domiciliar aparecem como determinantes de risco em ambas as populações estudadas; 6. O risco de contaminação ocupacional relacionado diretamente com o tempo de exercício profissional, foi determinante de risco en1Te os garis e não explica, a contaminação dos doadores de sangue; 7. Os resultados da microaglutinação para leptospirose entre os amostrados assinalam provável co-infecção com hantavírus; 8. Há necessidade de pesquisa sistemática de hantavírus nos pacientes com suspeita de leptospirose / Abstract: The hantaviruses are considered emergent diseases. Climate, multiple human determinants, biological, economical and environrnental factors influence its emergency and dissemination. The interaction ofthis factors explain its presence in the Americas. Their host are mainly the rodents. Man transmission happens by direct, indirect or incidental exposure to secretion or excretion of these animaIs among other not so frequent mechanisms. Thus peasants, plumbers, street-cleaners, wharf laborers, fishermen, military personnel, scouts and individuaIs with outdoors recreational activities are considered to be under risk of being infected. In Brazil, there is a necessity of knowing better the epidemiology of the hantavirus, specially in population exposed to the risk of infection. This research waS developed in Salvador capital of Bahia state, Brazil, which is a port, touristic and cosmopolitan city. The objectives are: 1. Estimate the frequency of infection by hantavirus in the adults population. 2. Associate the infected people- to epidemiological factors and the clinics researched. The methodology and casuistic used were the following: Transversal study (sectional or the prevalence) Being sampled: 255 street-cleaners from Salvador-Bahia and, 241 blood donors as a group of comparison. In all of them was applied a pattem interview with the aim to research epidemiological antecedents to this particular infection and afterwards was collected a blood sample. The sampled serum was tested by IFI IgG for anti-hantavirus Hantaan (prototype) and the ELISA test IgG anti-hantavirus "Sin Nombre" (recombined antigen) and SeouZ (prototype) (antigen of celullar lisis). On the interpretation of IFI, was considered positive the sample > 1 a 25% of flourescent focus per field. On the interpretation of ELISA tests, figures higher than the cut-off were positive and the lower negative. They were not conclusive by ELISA technic, figures of low optical density sample were close to the cut-offvalue. It was found that the age range of the population varied from 18 to 64 years old. The observed prevalence was 27.22%(135/496) of anti-Hantaan antibodies by the test of IFI IgG anti-Hantaan (dilution 1:32). Among them, 46(9.27%) were streetcleaners and 89(17.94%) blooddonors. ELISA tests for "Sin Nombre" was found a prevalence of 0.02% and ELISA tests for Sooul prevalence was 0.04%. It was observedô,that the only serum reactor for ELISA anti- "Sin Nombre" was a donor. Although for the SeouZ virus the two positives were street cleaners. Out of 496 samples, 438(88.3%) / Doutorado / Clinica Medica / Doutor em Clínica Médica
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Filogeografia e delimitação de espécies do gênero Clyomys (Rodentia : Echymyidae)

Armond, Thaiz 15 July 2016 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Zoologia, 2016. / Submitted by Fernanda Percia França (fernandafranca@bce.unb.br) on 2016-10-07T18:49:24Z No. of bitstreams: 1 2016_ThaizArmond.pdf: 1429793 bytes, checksum: 39242723ddd458169ce07c04023b59e8 (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana(raquelviana@bce.unb.br) on 2016-11-21T15:21:58Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2016_ThaizArmond.pdf: 1429793 bytes, checksum: 39242723ddd458169ce07c04023b59e8 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-11-21T15:21:58Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2016_ThaizArmond.pdf: 1429793 bytes, checksum: 39242723ddd458169ce07c04023b59e8 (MD5) / O Cerrado é um bioma brasileiro com alta riqueza de espécies e endemismo, sendo considerado um hotspot de biodiversidade. Apesar da sua importância ecológica, este bioma é continuamente transformado pelas ações humanas, colocando em risco a conservação de muitas espécies que compõem a sua fauna e flora. Nesta situação se enquadram os roedores do gênero Clyomys, que apresentam hábitos coloniais e semi-fossoriais, e cuja distribuição no Cerrado, apesar de ampla, é descontínua. Não existe consenso entre os pesquisadores em relação ao número de espécies dentro do gênero. Para alguns autores ao menos duas espécies são encontradas, C. bishopi no estado de São Paulo e C. laticeps nas demais localidades, enquanto que para outros o gênero possui apenas uma única espécie (C. laticeps). Os marcadores moleculares mitocondriais e nucleares são importantes ferramentas para a análise da variação e estrutura genética existente dentro das espécies e em suas populações, e podem ser utilizados para a resolução de questões relacionadas à definição de status taxonômico. Para esclarecer dúvidas com relação a filogeografia do gênero Clyomys avaliamos, por análises genéticas, 33 indivíduos provenientes de várias localidades distribuídas por quase toda a sua área de ocorrência. A análise de sequências mitocondriais (Citocromo b – CytB; Citocromo c Oxidase Subunidade I - COI) e nucleares (Fator de von Willebrand – vWF, Receptor do Hormônio de Crescimento – GHR e, Beta Fibrinogênio – BFIB) utilizando métodos filogenéticos baseados em máxima verossimilhança e inferência bayesiana mostraram uma possível separação do gênero Clyomys em três espécies, uma ocorrendo em São Paulo, uma na região central do Brasil e a outra na região do Pantanal. Esses resultados foram corroborados com altas probabilidades encontradas nas análises do BP&P. A datação da divergência dessas potenciais espécies sugere que isto tenha ocorrido no Pleistoceno, sendo que a divergência da linhagem próxima ao pantanal ocorreu primeiro. ________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / The Brazilian biome Cerrado is characterized by high species richness and endemism, and it’s considered a biodiversity hotspot. Despite its ecological importance, this biome is constantly changing due to human actions which strongly affects the conservation of many species. Clyomys, composed by colonial and semi-fossorial rodents, clearly fits in this situation. This genus has a large but discontinuous distributions over Cerrado area and there is no consensus among researchers regarding the number of species within the genus. Some authors consider two species, C. bishopi in São Paulo and C. laticeps in other locations, while for others Clyomys has only one species, C. laticeps. Molecular markers are important tools to access population genetic structure and it’s a powerful tool for species delimitation. Thus, we used mitochondrial an nuclear sequences from 33 individuals sampled in almost all known Clyomys range to evaluate the taxonomic status within the genus. The mitochondrial (Cytochrome b - CytB; Cytochrome c Oxidase Subunit I - COI) and nuclear (von Willebrand Factor - vWF, Growth Hormone Receptor - GHR and Beta Fibrinogen - BFIB) sequences were analyzed using phylogenetic methods based on maximum likelihood and Bayesian Inference. This analyses indicated a possible split into three species within Clyomys: one in São Paulo, one in central Brazil and another in the Pantanal. These results were corroborated by BAPS genetic clustering analysis and by a high probability for three distinct species in BP&P analyzes. Molecular dating based on *Beast species tree analysis indicated a recent speciation of these potential three species during Pleistocene in which the Pantanal lineage diverged first.
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Análise do desenvolvimento corporal, composição sexual da ninhada e taxa de mortalidade infantil em três espécies de roedores (Meriones unguiculatus, Rattus norvegicus e Mesocricetus auratus)

Baião, Vera Baumgarten Ulysséa January 2000 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas. / Made available in DSpace on 2012-10-17T18:18:18Z (GMT). No. of bitstreams: 0Bitstream added on 2014-09-25T18:20:09Z : No. of bitstreams: 1 177281.pdf: 2551324 bytes, checksum: 36204c2bc1bbe4a14dd9edafe1be3aab (MD5) / Os cuidados parental tem um elevado custo energético, já que as mães exibem uma elevada atividade motora para o cuidado dos filhotes e são altamente expostas aos riscos da predação. 0 objetivo desta pesquisa foi observar as variações no peso corporal matemo, a composição sexual da ninhada, a mortalidade e sobrevivência dos filhotes, as diferenças no ganho de peso corporal entre filhotes machos e fêmeas do 1º ao 31º dia ap6s o parto, bem como verificar se existe alguma correlação entre as variáveis descritas. Foram usados como sujeitos experimentais mães com seus filhotes em três espécies de roedores (gerbilo da Mong6lia, rato albino e hamster dourado). Os resultados indicaram que as mães de hamster dourado exibiram uma maior média de filhotes no 1° dia, seguido pelo rato albino e gerbilo da Mong6lia. A mortalidade infantil estava relacionada ao tamanho de ninhada. Notou-se que miles exibiram variações significantes nos seus pesos corporais durante o período de lactação: mães rato albino ganharam e miles hamster dourado perderam uma massa corporal significante do 1º ao 31° dia ap6s o parto - o peso corporal das mães gerbilo da Mong6lia não mudou significativamente, provavelmente devido ao cuidado parental despendido pelos pais. Concluiu-se que os animais exibiram significantes variaçães de acordo com o desenvolvinento dos filhotes e as mães apresentaram diferentes modos de cuidado parental, de acordo com o tamanho da ninhada e maturidade dos filhotes.
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Helmintos parasitos de mocós (Kerodon rupestris Wied, 1820), de vida livre e de cativeiro, criados no semi-árido nordestino /

Almeida, Katyane de Sousa. January 2004 (has links)
Orientador: Adjair Antonio do Nascimento / Banca: Rosangela Zacarias Machado / Banca: Milton Hissashi Yamamura / Resumo: A espécie Kerodon rupestris, popularmente conhecida como mocó, é um roedor da Família Caviidae. Poucas pesquisas foram realizadas com essa espécie, principalmente as relacionadas aos seus parasitos. Dessa forma, este trabalho objetivou conhecer a fauna helmintológica de mocós criados na região semi-árida do Rio Grande do Norte. Foram utilizados 16 animais (sete machos e nove fêmeas), sendo sete jovens e nove adultos. Nove animais foram capturados no seu habitat natural e sete procedentes do cativeiro localizado no Centro de Multiplicação de Animais Silvestres da Escola Superior de Agricultura de Mossoró. Após o sacrifício, os animais foram necropsiados e o conteúdo resultante de cada segmento do trato digestório foi fixado e envasado em frascos individuais, identificados e enviados ao Laboratório de Helmintologia da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Universidade Estadual Paulista - Câmpus de Jaboticabal. Ainda foram observados quanto à presença de parasitos a traquéia, coração, pulmão, fígado e rins. Para classificação dos helmintos seguiu-se a metodologia descrita na literatura, além de cortes histológicos para o estudo da sínlofe. Dos 16 animais necropsiados, foram coletados 113 helmintos, sendo cinco espécies de nematódeos (Paraspidodera uncinata, Trichostrongylus colubriformis, Trichuris gracilis, Trichuris muris e Vianella lenti) e uma de cestódeo (Thysanotaenia congolensis), sendo o T. colubriformis o nematódeo mais prevalente. Não houve relação significativa entre os parasitos e a idade do hospedeiro (p>0,05). Em relação à carga parasitária e espécies de helmintos os animais de vida livre estavam mais parasitados. / Abstract: The brazilian rodent rock cavy (Kerodon rupestris) belongs to the Family Caviidae. Only a few researches were accomplished with this species, and just a little is known about its parasites. This paper aims to study the helminthfauna of free ranging and captivity Kerodon rupestris growth in the semi-arid area of Rio Grande do Norte state, Brazil. Sixteen animals, (seven male and nine females), seven immature and nine adults, were studied. The nine free-ranging animals were caught in their natural habitat, and the seven captivity animals were procedent from the Centro de Multiplicação de Animais Silvestres da Escola Superior de Agricultura de Mossoró, Rio Grande do Norte State, Brazil. These animals were necropsied and the gastrointestinal content of each segment was fixed and bottled in individual flasks and sent to the Laboratório de Helmintologia da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Universidade Estadual Paulista - Câmpus de Jaboticabal. Also, trachea, heart, lung and liver were examined in search of worms. The classification of the helminths was based in methodology found in literature and in histological sections for synlophe study. From the sixteen animals necropsied, were collected 113 helminths, five nematode species (Paraspidodera uncinata, Trichostrongylus colubriformis, Trichuris gracilis, Trichuris muris and Vianella lenti) and one cestode (Thysanotaenia congolensis). T. colubriformis was the most prevalent species. There was not statistical relationship between the parasites and the age of the host (p>0,05). Free-ranging animals were more intensely parasitized than the captive ones, as much for number of worms as for diversity of species. / Mestre
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Helmintos parasitos de mocós (Kerodon rupestris Wied, 1820), de vida livre e de cativeiro, criados no semi-árido nordestino

Almeida, Katyane de Sousa [UNESP] 09 February 2004 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:27:17Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2004-02-09Bitstream added on 2014-06-13T20:35:34Z : No. of bitstreams: 1 almeida_ks_me_jabo.pdf: 2362600 bytes, checksum: 489ede1ee71b47a3fe822cb5d153c297 (MD5) / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / A espécie Kerodon rupestris, popularmente conhecida como mocó, é um roedor da Família Caviidae. Poucas pesquisas foram realizadas com essa espécie, principalmente as relacionadas aos seus parasitos. Dessa forma, este trabalho objetivou conhecer a fauna helmintológica de mocós criados na região semi-árida do Rio Grande do Norte. Foram utilizados 16 animais (sete machos e nove fêmeas), sendo sete jovens e nove adultos. Nove animais foram capturados no seu habitat natural e sete procedentes do cativeiro localizado no Centro de Multiplicação de Animais Silvestres da Escola Superior de Agricultura de Mossoró. Após o sacrifício, os animais foram necropsiados e o conteúdo resultante de cada segmento do trato digestório foi fixado e envasado em frascos individuais, identificados e enviados ao Laboratório de Helmintologia da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Universidade Estadual Paulista - Câmpus de Jaboticabal. Ainda foram observados quanto à presença de parasitos a traquéia, coração, pulmão, fígado e rins. Para classificação dos helmintos seguiu-se a metodologia descrita na literatura, além de cortes histológicos para o estudo da sínlofe. Dos 16 animais necropsiados, foram coletados 113 helmintos, sendo cinco espécies de nematódeos (Paraspidodera uncinata, Trichostrongylus colubriformis, Trichuris gracilis, Trichuris muris e Vianella lenti) e uma de cestódeo (Thysanotaenia congolensis), sendo o T. colubriformis o nematódeo mais prevalente. Não houve relação significativa entre os parasitos e a idade do hospedeiro (p>0,05). Em relação à carga parasitária e espécies de helmintos os animais de vida livre estavam mais parasitados. / The brazilian rodent rock cavy (Kerodon rupestris) belongs to the Family Caviidae. Only a few researches were accomplished with this species, and just a little is known about its parasites. This paper aims to study the helminthfauna of free ranging and captivity Kerodon rupestris growth in the semi-arid area of Rio Grande do Norte state, Brazil. Sixteen animals, (seven male and nine females), seven immature and nine adults, were studied. The nine free-ranging animals were caught in their natural habitat, and the seven captivity animals were procedent from the Centro de Multiplicação de Animais Silvestres da Escola Superior de Agricultura de Mossoró, Rio Grande do Norte State, Brazil. These animals were necropsied and the gastrointestinal content of each segment was fixed and bottled in individual flasks and sent to the Laboratório de Helmintologia da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Universidade Estadual Paulista - Câmpus de Jaboticabal. Also, trachea, heart, lung and liver were examined in search of worms. The classification of the helminths was based in methodology found in literature and in histological sections for synlophe study. From the sixteen animals necropsied, were collected 113 helminths, five nematode species (Paraspidodera uncinata, Trichostrongylus colubriformis, Trichuris gracilis, Trichuris muris and Vianella lenti) and one cestode (Thysanotaenia congolensis). T. colubriformis was the most prevalent species. There was not statistical relationship between the parasites and the age of the host (p>0,05). Free-ranging animals were more intensely parasitized than the captive ones, as much for number of worms as for diversity of species.
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Revisão taxonômica do gênero Galea Meyen, 1832 (Rodentia, Caviidae, Caviinae)

Bezerra, Alexandra Maria Ramos 30 May 2008 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Biologia Animal, 2008. / Submitted by Rosane Cossich Furtado (rosanecossich@gmail.com) on 2010-02-24T11:40:26Z No. of bitstreams: 1 2008_AlexandraMariaRamosBezerra_orig.pdf: 7307642 bytes, checksum: 341a181b65564c0e2febe42b88abba0a (MD5) / Approved for entry into archive by Marília Freitas(marilia@bce.unb.br) on 2010-02-24T23:18:04Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2008_AlexandraMariaRamosBezerra_orig.pdf: 7307642 bytes, checksum: 341a181b65564c0e2febe42b88abba0a (MD5) / Made available in DSpace on 2010-02-24T23:18:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2008_AlexandraMariaRamosBezerra_orig.pdf: 7307642 bytes, checksum: 341a181b65564c0e2febe42b88abba0a (MD5) Previous issue date: 2008-05-30 / O gênero Galea Meyen, 1832 inclui quatro espécies recentes atualmente reconhecidas, G. spixii (Wagler, 1831), G. musteloides Meyen, 1832, G. flavidens (Brandt, 1935) e G. monasteriensis Salmsdorff et al., 2004, e erigidas com base em poucos espécimes. A nomenclatura desse gênero é confusa devido à dificuldade da delimitação morfológica das espécies. Assim, vários táxons são hoje considerados sinônimos, enquanto as espécies atuais foram fundamentadas em revisões não muito abrangentes ou na composição de catálogos de espécies. Assim, com o objetivo de reavaliar os caracteres utilizados para erigir as espécies e de conhecer a real variabilidade morfológica do gênero, foram empregadas duas abordagens metodológicas para as inferências taxonômicas: 1) a análise da morfometria linear de caracteres crânio-dentários e 2) a análise da morfometria geométrica do crânio, representando quase toda a distribuição do gênero Galea. As evidências morfológicas sugerem que: 1. O gênero Galea pode ser dividido em dois grandes grupos morfológicos, um localizado geograficamente a leste e mais ao norte, incluindo indivíduos provenientes de localidades do Brasil e chamado aqui de grupo ‘spixii’, e o outro à oeste e ao sul e composto por indivíduos provenientes de localidades da Bolívia acima dos 2.000 m de altitude, da Argentina e do Peru e chamado aqui de grupo ‘musteloides’; 2. A amostra composta por indivíduos de Santa Cruz, na Bolívia, até 600 m de altitude, apresentou-se como um agrupamento divergente de ambos os grupos anteriormente referidos e trata-se de uma entidade taxonômica distinta, sendo o nome Galea demissa (Thomas, 1921) disponível, considerando que esta como sinônimo sênior de Galea spixii campicola Doutt, 1938; 3. O nome Galea spixii (Wagler, 1831), segundo os resultados aqui apresentados, deve ser utilizado para as populações do estado da Bahia, sendo sua localidade tipo em São Felipe, estado da Bahia, em acordo com Osgood (1915); 4. Galea flavidens (Brandt, 1935) não pôde ser morfologicamente delimitada em função de importantes fatores como descrição insuficientemente detalhada, ausência de um holótipo e da definição exata da localidade tipo, sendo um sinônimo de Galea spixii; 5. Populações do estado de Minas Gerais e do estados do norte do Nordeste do Brasil formam dois grupos morfológicos distintos de G. spixii que devem ser formalmente redescritos; 6. Galea musteloides como atualmente proposto inclui mais de um táxon que, de acordo com os resultados, pode incluir três espécies para a Argentina, Galea comes Thomas, 1919, G. leucoblephara (Burmeister, 1979), G. littoralis (Thomas, 1901), 7. Galea monasteriensis Salmsdorff et al., 2004 não foi morfologicamente distinguível das amostras associadas ao nome G. musteloides de localidades a oeste e sul da Bolívia acima de 2.000 m e deve ser considerada um sinônimo júnior desta. O gênero Galea Meyen, 1832 inclui quatro espécies recentes atualmente reconhecidas, G. spixii (Wagler, 1831), G. musteloides Meyen, 1832, G. flavidens (Brandt, 1935) e G. monasteriensis Salmsdorff et al., 2004, e erigidas com base em poucos espécimes. A nomenclatura desse gênero é confusa devido à dificuldade da delimitação morfológica das espécies. Assim, vários táxons são hoje considerados sinônimos, enquanto as espécies atuais foram fundamentadas em revisões não muito abrangentes ou na composição de catálogos de espécies. Assim, com o objetivo de reavaliar os caracteres utilizados para erigir as espécies e de conhecer a real variabilidade morfológica do gênero, foram empregadas duas abordagens metodológicas para as inferências taxonômicas: 1) a análise da morfometria linear de caracteres crânio-dentários e 2) a análise da morfometria geométrica do crânio, representando quase toda a distribuição do gênero Galea. As evidências morfológicas sugerem que: 1. O gênero Galea pode ser dividido em dois grandes grupos morfológicos, um localizado geograficamente a leste e mais ao norte, incluindo indivíduos provenientes de localidades do Brasil e chamado aqui de grupo ‘spixii’, e o outro à oeste e ao sul e composto por indivíduos provenientes de localidades da Bolívia acima dos 2.000 m de altitude, da Argentina e do Peru e chamado aqui de grupo ‘musteloides’; 2. A amostra composta por indivíduos de Santa Cruz, na Bolívia, até 600 m de altitude, apresentou-se como um agrupamento divergente de ambos os grupos anteriormente referidos e trata-se de uma entidade taxonômica distinta, sendo o nome Galea demissa (Thomas, 1921) disponível, considerando que esta como sinônimo sênior de Galea spixii campicola Doutt, 1938; 3. O nome Galea spixii (Wagler, 1831), segundo os resultados aqui apresentados, deve ser utilizado para as populações do estado da Bahia, sendo sua localidade tipo em São Felipe, estado da Bahia, em acordo com Osgood (1915); 4. Galea flavidens (Brandt, 1935) não pôde ser morfologicamente delimitada em função de importantes fatores como descrição insuficientemente detalhada, ausência de um holótipo e da definição exata da localidade tipo, sendo um sinônimo de Galea spixii; 5. Populações do estado de Minas Gerais e do estados do norte do Nordeste do Brasil formam dois grupos morfológicos distintos de G. spixii que devem ser formalmente redescritos; 6. Galea musteloides como atualmente proposto inclui mais de um táxon que, de acordo com os resultados, pode incluir três espécies para a Argentina, Galea comes Thomas, 1919, G. leucoblephara (Burmeister, 1979), G. littoralis (Thomas, 1901), 7. Galea monasteriensis Salmsdorff et al., 2004 não foi morfologicamente distinguível das amostras associadas ao nome G. musteloides de localidades a oeste e sul da Bolívia acima de 2.000 m e deve ser considerada um sinônimo júnior desta. O gênero Galea Meyen, 1832 inclui quatro espécies recentes atualmente reconhecidas, G. spixii (Wagler, 1831), G. musteloides Meyen, 1832, G. flavidens (Brandt, 1935) e G. monasteriensis Salmsdorff et al., 2004, e erigidas com base em poucos espécimes. A nomenclatura desse gênero é confusa devido à dificuldade da delimitação morfológica das espécies. Assim, vários táxons são hoje considerados sinônimos, enquanto as espécies atuais foram fundamentadas em revisões não muito abrangentes ou na composição de catálogos de espécies. Assim, com o objetivo de reavaliar os caracteres utilizados para erigir as espécies e de conhecer a real variabilidade morfológica do gênero, foram empregadas duas abordagens metodológicas para as inferências taxonômicas: 1) a análise da morfometria linear de caracteres crânio-dentários e 2) a análise da morfometria geométrica do crânio, representando quase toda a distribuição do gênero Galea. As evidências morfológicas sugerem que: 1. O gênero Galea pode ser dividido em dois grandes grupos morfológicos, um localizado geograficamente a leste e mais ao norte, incluindo indivíduos provenientes de localidades do Brasil e chamado aqui de grupo ‘spixii’, e o outro à oeste e ao sul e composto por indivíduos provenientes de localidades da Bolívia acima dos 2.000 m de altitude, da Argentina e do Peru e chamado aqui de grupo ‘musteloides’; 2. A amostra composta por indivíduos de Santa Cruz, na Bolívia, até 600 m de altitude, apresentou-se como um agrupamento divergente de ambos os grupos anteriormente referidos e trata-se de uma entidade taxonômica distinta, sendo o nome Galea demissa (Thomas, 1921) disponível, considerando que esta como sinônimo sênior de Galea spixii campicola Doutt, 1938; 3. O nome Galea spixii (Wagler, 1831), segundo os resultados aqui apresentados, deve ser utilizado para as populações do estado da Bahia, sendo sua localidade tipo em São Felipe, estado da Bahia, em acordo com Osgood (1915); 4. Galea flavidens (Brandt, 1935) não pôde ser morfologicamente delimitada em função de importantes fatores como descrição insuficientemente detalhada, ausência de um holótipo e da definição exata da localidade tipo, sendo um sinônimo de Galea spixii; 5. Populações do estado de Minas Gerais e do estados do norte do Nordeste do Brasil formam dois grupos morfológicos distintos de G. spixii que devem ser formalmente redescritos; 6. Galea musteloides como atualmente proposto inclui mais de um táxon que, de acordo com os resultados, pode incluir três espécies para a Argentina, Galea comes Thomas, 1919, G. leucoblephara (Burmeister, 1979), G. littoralis (Thomas, 1901), 7. Galea monasteriensis Salmsdorff et al., 2004 não foi morfologicamente distinguível das amostras associadas ao nome G. musteloides de localidades a oeste e sul da Bolívia acima de 2.000 m e deve ser considerada um sinônimo júnior desta. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT / The genus Galea Meyen, 1832 includes four currently recognized living species, G. spixii (Wagler, 1831), G. musteloides Meyen, 1832, G. flavidens (Brandt, 1935) and G. monasteriensis Salmsdorff et al., 2004, and erected on the basis of few specimens. The nomenclature of this genus is confused due to difficulty on the morphologic delimitation of the species. Thus, several taxa are considered synonymous, while the current species had been based on geographically and numerically limited revisions or on the species catalogue composition. Thus, with the objective to revaluate the used characters to erect the species and to know the actual morphological variability of this genus, two metodological approachs had been used: 1)the analysis of linear morphometry on craniodental characters, and 2) the analysis of the geometric morphometry of the skull, representing almost all the distribution of the genus Galea. The morphological evidences suggest that: 1. The genus Galea can be divided in two large groups, one located geographically east and more to the north, including individuals proceeding from localities of Brazil and here denominated group `spixii'. The other, to the west and south, composed by individuals proceeding from localities of Bolivia above the altitude 2,000 m, Argentina and Peru and here denominated ‘musteloides’ group; 2. The composed sample for individuals of Santa Cruz, in Bolivia, up to 600 m altitude was considered as divergent to both the groups previously related, and is a distinct taxonomic entity for which the name Galea demissa (Thomas, 1921) is available, considering that this is a senior synonymous of Galea spixii campicola Doutt, 1938; 3. The name Galea spixii, according to the results presented here,must be used for the populations of Bahia state, being its type locality at São Felipe, Bahia state,in agreement with Osgood (1915); 4. A number of reasons made it impossible to define morphologically Galea flavidens (Brandt, 1935): its poorly detailed description, the absence of holotype and inaccurate definition of the type locality, being this a synonym of Galea spixii; 5.Populations of the state of Minas Gerais and the states of the north Northeast of Brazil form two distinct morphologic groups that should formally be described; 6. Galea musteloides as currently considered includes more than one taxon, that in accordance with the results, may include three distinct taxa for Argentina: Galea comes Thomas, 1919, G. leucoblephara (Burmeister, 1979),G. littoralis (Thomas, 1901); 7. Galea monasteriensis was no clearly distinguishable of G.musteloides of the Bolivia above the altitude 2,000 m, being a junior synonym.
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Evolução dos tipos de comportamentos sociais em Trinomys (Rodentia:Echimyidae)

Saldanha Filho, Albérico José de Moura 21 August 2013 (has links)
Submitted by Mendes Eduardo (dasilva@ufba.br) on 2013-08-21T16:05:58Z No. of bitstreams: 1 DissertaçãoAlbérico.pdf: 511506 bytes, checksum: 40014ed4bd8e4267bbdc00044491ba07 (MD5) / Approved for entry into archive by Vilma Conceição(vilmagc@ufba.br) on 2013-08-21T19:27:04Z (GMT) No. of bitstreams: 1 DissertaçãoAlbérico.pdf: 511506 bytes, checksum: 40014ed4bd8e4267bbdc00044491ba07 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-08-21T19:27:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DissertaçãoAlbérico.pdf: 511506 bytes, checksum: 40014ed4bd8e4267bbdc00044491ba07 (MD5) / Fapesb / Pouco se sabe a respeito de como mudanças evolutivas do repertório comportamental das espécies se relaciona com alterações de sua socialidade. Neste trabalho, comparamos a expressão de tipos de comportamentos sociais em três espécies de roedores do gênero Trinomys (T. yonenagae, T. iheringi denigratus e T. minor) e em Thrichomys apereoides e discutimos a evolução dessas características em Trinomys. Para cada espécie registramos de 8 a 12 encontros inter-sexuais de díades em uma arena neutra (50% entre machos e 50% entre fêmeas) e quantificamos a freqüência de exibição de comportamentos sociais afiliativos e agonísticos. Para detectar diferenças do repertório comportamental entre espécies e entre sexos, utilizamos uma análise de variância de dois fatores multivariada seguida por teste de comparações múltiplas, usando os tipos mais comuns de comportamentos. Interpretamos evolutivamente os dados de Trinomys com base na metodologia de polarização por comparação com o grupo externo (Thrichomys apereoides). Nossos resultados indicam que: (1) a maior socialidade de Trinomys yonenagae evoluiu através da perda e diminuição na freqüência de comportamentos agonísticos (comportamentos de locomoção para ataque e fuga e de luta), acompanhada do surgimento e aumento na freqüência de comportamentos afiliativos relacionados com coesão e estabilidade do grupo (comportamentos de limpeza social; de contato físico não-agressivo e potencial reconhecimento olfatório); (2) a menor afiliação em Trinomys minor está relacionada com a perda evolutiva de comportamentos e freqüências afiliativas (comportamentos de contato físico não agressivo e de potencial reconhecimento olfatório) e com o surgimento e aumento na freqüência de comportamentos agonísticos (comportamento de locomoção para ataque e fuga e exibição de agressividade sem contato). A afiliação intermediária de T. iheringi denigratus se deve ao fato dessa espécie ser mais tolerante a co-específicos do que Thrichomys apereoides (grupo externo) e Trinomys minor. / Salvador, Bahia.
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Filogenia, datação molecular e biogeografia de roedores tetralofodontes da tribo oryzomyini (cricetidae: sigmodontinae)

Machado, Leonardo Ferreira 29 July 2012 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Programa de Pós-graduação em Biologia Animal, 2012. / Submitted by Albânia Cézar de Melo (albania@bce.unb.br) on 2012-06-08T15:55:30Z No. of bitstreams: 1 LeonardoFerreiraMachado.pdf: 9351753 bytes, checksum: a6626d2c196586f8a37235fe0c4bb877 (MD5) / Approved for entry into archive by Jaqueline Ferreira de Souza(jaquefs.braz@gmail.com) on 2012-06-15T15:26:02Z (GMT) No. of bitstreams: 1 LeonardoFerreiraMachado.pdf: 9351753 bytes, checksum: a6626d2c196586f8a37235fe0c4bb877 (MD5) / Made available in DSpace on 2012-06-15T15:26:02Z (GMT). No. of bitstreams: 1 LeonardoFerreiraMachado.pdf: 9351753 bytes, checksum: a6626d2c196586f8a37235fe0c4bb877 (MD5) / Os objetivos da presente dissertação foram construir árvores filogenéticas e aplicar técnicas de datação molecular e reconstrução de áreas ancestrais para os roedores Oryzomyini do Clado “D”, com ênfase nas formas tetralofodontes, um grupo pouco compreendido na literatura especializada. Métodos de máxima parcimônia, máxima verossimilhança e inferências bayesianas foram aplicados em 98 caracteres morfológicos e 4515 pares de bases de cinco fragmentos de DNA. As análises mostraram que táxons tetralofodontes não formam um grupo monofilético. Dentre os táxons viventes, Pseudoryzomys é irmão de Holochilus e Lundomys mais basal em relação à maioria das espécies do clado “D”. Análises de parcimônia e bayesiana demonstraram que o fóssil H. primigenus não agrupa com os demais Holochilus e é basal em relação aos fósseis Carletonomys e Noronhomys, fazendo com que Holochilus seja parafilético. A maioria das divergências entre os táxons estudados ocorreram durante o Plioceno e em menor número no Pleistoceno e Mioceno. O ancestral comum mais recente do clado “D” possuía distribuição Cis e Trans-Andina e gêneros com distribuição atual ao norte do Panamá possuem ancestrais com distribuição Cis-Andina. Propomos que a identidade taxonômica de H. primigenus deve ser revista e que molares tetralofodontes surgiram mais de uma vez no clado “D”. Alternativamente, discutimos que caracteres morfológicos tradicionalmente tidos como homólogos entre os tetralofodontes devem ser reavaliados. As divergências estimadas indicam que as grandes planícies da América do Sul durante o Plioceno foram favoráveis à diversificação principalmente dos gêneros tetralofodontes do clado “D”. Além disso, eventos de soerguimento da porção norte dos Andes podem ter desempenhado um papel vicariante na diversificação das espécies dos gêneros estudados, ou que estes se diversificaram na América do Sul e migraram para a América do Norte após a formação do istmo do Panamá. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT / Our objectives were to construct phylogenetic trees, to apply molecular dating techniques and ancestral area analyses to Oryzomyini clade “D”, emphasizing the poorly known tetralophodont forms. We applied maximum parsimony, maximum likelihood and Bayesian inference to 98 morphological characters and 4,515 base pairs from five DNA fragments. We found that tetralophodont genera do not form a monophyletic group. Among living taxa, Pseudoryzomys is sister to Holochilus, and Lundomysis basal to most species in clade “D”. The fossil H. primigenus does not group with living Holochilus and is basal to the fossils Carletonomys and Noronhomys, making Holochilus paraphyletic. Most divergences occurred during the Pliocene, and others during the Miocene and Pleistocene. The most recent common ancestor of clade “D” had Cis and Trans-Andean distribution, while genera currently distributed to the north of Panama show ancestral Cis-Andean distribution. We propose that the taxonomic identity of H. primigenus should be reviewed, and that tetralophodont molars appeared more than once in clade “D”. Alternatively, molar characters traditionally identified as homologies among tetralophodont genera should be reassessed. The most estimated divergences were placed in the Pliocene. Therefore, we hypothesized that great Plains in South America during the Pliocene may have especially favored the diversification of tetralophodont genera from clade “D”. In addition, uplift events in northern Andes may have played a vicariant role in the diversification of the species in the studied genera, or that the lineages diversified in the South America ant dispersed to North and Central America after the Panama land bridge formation.

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