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A ambiguidade do discurso ret?rico: caminhos e descaminhos da persuas?o (Peith?) como instrumento para a filosofia no G?rgias, de Plat?o

Bezerra J?nior, Mauricio Alves 15 December 2016 (has links)
Submitted by Automa??o e Estat?stica (sst@bczm.ufrn.br) on 2017-04-03T21:33:40Z No. of bitstreams: 1 MauricioAlvesBezerraJunior_DISSERT.pdf: 1013357 bytes, checksum: f168e1d5e7cf4a831ae44cd78bae2bca (MD5) / Approved for entry into archive by Arlan Eloi Leite Silva (eloihistoriador@yahoo.com.br) on 2017-04-10T19:02:32Z (GMT) No. of bitstreams: 1 MauricioAlvesBezerraJunior_DISSERT.pdf: 1013357 bytes, checksum: f168e1d5e7cf4a831ae44cd78bae2bca (MD5) / Made available in DSpace on 2017-04-10T19:02:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 MauricioAlvesBezerraJunior_DISSERT.pdf: 1013357 bytes, checksum: f168e1d5e7cf4a831ae44cd78bae2bca (MD5) Previous issue date: 2016-12-15 / Esta disserta??o apresenta um estudo sobre o di?logo G?rgias, de Plat?o, interpretandoque essa obra ? uma reflex?o sobre a cr?tica plat?nica ? ret?rica sof?stica, desenvolvendoa ideia de que ela ? empeiria, produtora de lisonja (???????????). Encontramos elementos amb?guos que revelam que, apesar de criticar a persuas?o (?????), S?crates a reconhece como um requisito essencial para conduzir oelenchos(???????). No di?logo, S?crates v?-se diante de tr?s interlocutores, G?rgias, Polo e C?cicles. Este ?ltimo sendo o seu algoz principal. Reconhecemos o di?logo em seu contexto hist?rico-cultural, visto que a Ret?rica, e seu elemento de persuas?o, eram insumos constitutivos da cultura grega. Consideramos que o intuito de Plat?o ? repensar os elementos ret?ricos e persuasivos dos sofistas a fim de alhures, expor a ?verdadeira ret?rica?, ou seja, a Filosofia. Para isso, Plat?o faz uma an?lise da ret?rica persuasiva, colocando frente ao seu mestre um expoente da sof?stica, G?rgias; e procura desvelar suaarte (?????). Contudo, apesar de podermos reconhecer nele os elementos necess?rios, o di?logo finaliza sem di?logo, uma vez que n?o h? persuas?ode nenhumdos lados. Consideramos que todos esses pontos ser?o relevantes para compreendermos a persuas?o (?????) como um dos elementos basilares na oralidade grega e da dial?tica plat?nica. / This essay presents a study about the Gorgiasdialogue, by Plato, expounding that this piece is a reflection on the Platonic criticism to sophist Rhetoric, developing the idea that it is empeiria, producer of flattery (???????????). We find ambiguous elements that show that despite criticizing persuasion (?????), Socrates recognizes it as an essential requisite to conduct the elenchos (???????). In the dialogue, Socrates sees himself before three interlocutors, Gorgias, Polo and Callicles. The latter being his one chief tormentor. We acknowledge the dialogue in its historical-cultural context, since Rhetoric and its element of persuasion were Greek culture's constitutive inputs. We consider that Plato's intent is to rethink the sophists rhetorical and persuasive elements in order to expose the "true rhetoric", that it, Philosophy. For this, Plato makes an analysis of the persuasive rhetoric, placing before his master an exponent of the sophistry, Gorgias; and seeks to unveil its art (?????). However, although we can recognize in it the necessary elements, the dialogue ends without a dialogue, since there is no persuasion on either sides. We consider that all these points will be relevant to understand persuasion (?????) as one of the basic elements of Greek orality and Platonic dialectics.
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Conveni?ncia e plausibilidade da proposi??o de que justi?a ? harmonia n A Rep?blica de Plat?o

Lima, Jorge dos Santos 05 November 2013 (has links)
Made available in DSpace on 2014-12-17T15:12:10Z (GMT). No. of bitstreams: 1 JorgeSL_TESE.pdf: 1029067 bytes, checksum: ae8e1e06cf2d03b47d093d83cb9179fc (MD5) Previous issue date: 2013-11-05 / Coordena??o de Aperfei?oamento de Pessoal de N?vel Superior / This thesis endorses the interpretation that in Plato`s Republic the argument made by Thrasymachus in which justice is the convenience of the most powerful one is implicitly accepted by Socrates. Although Thrasymachus? discussion does not show any similarity with the argument of Socrates, it proposes a sarcastic and ironic comment on political life. Socrates accepts this comment to develop a more refined notion of the category of the most powerful ones. While Thrasymachus assumes that the convenience of the most powerful ones includes the power to subordinate all and everything to their individual pleasures, Socrates admits that the most powerful ones are defined only by their characteristic of being able to hold power in perpetuity. In this context, the main theme of The Republic is that the harmony between the functional classes of the city is convenient for perpetual power. For preservation of harmony, the functional class of the most powerful considers the convenience of forsaking a possible monopoly on pleasure towards a redistribution that promotes harmony, which also makes it convenient for the other classes. Thus, we can explicitly say that the most powerful ones believe in a sense of justice as convenience for everyone, but implicitly believe only in the argument that justice is what is convenient for themselves. Since convenience is what promotes harmony between functional classes, it becomes convenient to Socrates to believe that the understanding justice that the most powerful ones have is not publicly disclosed. The notion that all the speculation of the dialogue between the characters cannot be true, but, at best, only plausible and convenient is also part of the central argument in The Republic. Socrates needs to modify the nature of the functional classes through a targeted program of sexual reproduction and a program of ideological indoctrination so that the proposal to promote harmony through the elements of the city, declaring that justice is in favor of the weakest becomes a more plausible and convenient speech. To make the new system more plausible, Socrates develops a metaphysics based on the mathematical notion of harmony, such metaphysics serving the official rhetoric of the political regime presented by Socrates / Essa tese de doutorado defende a interpreta??o de que n A Rep?blica de Plat?o o argumento elaborado por Tras?maco, no qual justi?a ? a conveni?ncia do mais forte, est? implicitamente aceito por S?crates. Apesar da defesa enfatizada por Tras?maco n?o demonstrar nenhuma afinidade com o argumento de S?crates, ela prop?e um coment?rio ir?nico e sarc?stico sobre vida pol?tica. S?crates aceita esse coment?rio para derivar dele uma no??o mais refinada da categoria dos mais poderosos. Enquanto Tras?maco assume que a conveni?ncia dos mais poderosos inclui o poder de submeter todos e tudo a seus prazeres individuais, S?crates admite que os mais poderosos estejam definidos apenas pela sua caracter?stica de ser capaz de manter o poder em perpetuidade. Nesse contexto, o tema principal d A Rep?blica ? que a harmonia entre as classes funcionais da cidade ? conveniente para poder perp?tuo. Para conserva??o dessa harmonia, a classe funcional dos mais poderosos v? como conveniente renunciar um poss?vel monop?lio sobre prazer em prol de uma redistribui??o que promova a harmonia, o que tamb?m se torna conveniente para as demais classes. Assim, pode-se dizer que os mais poderosos divulgam o sentido de justi?a como sendo a conveni?ncia de todos, mas que implicitamente acreditam somente no argumento de que a justi?a ? o que lhes ? conveniente. Uma vez que a conveni?ncia ? o que promove a harmonia entre as classes funcionais, torna-se conveniente para S?crates a cren?a de que a compreens?o de justi?a dos mais poderosos n?o seja divulgada publicamente. Tamb?m faz parte do argumento central d A Rep?blica a no??o de que toda a especula??o presente no di?logo entre seus personagens n?o pode ser verdadeira, mas, na melhor das hip?teses, apenas plaus?vel e conveniente. S?crates precisa modificar a natureza das classes funcionais atrav?s de um programa direcionado de reprodu??o sexual e um programa de doutrina??o ideol?gica para que a proposta de promover a harmonia atrav?s dos elementos da cidade, sob a alega??o de que a justi?a est? a favor do mais fraco, torne-se o discurso mais plaus?vel e conveniente. Para fazer o novo regime mais plaus?vel, S?crates desenvolve uma metaf?sica fundamentada na no??o matem?tica de harmonia, tal metaf?sica a servi?o da ret?rica oficial do regime pol?tico apresentado por S?crates
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A virtude socr?tica como fundamento de uma ?tica do cuidado de si

Santos, Romualdo Monteiro dos 27 November 2014 (has links)
Made available in DSpace on 2015-04-14T13:55:25Z (GMT). No. of bitstreams: 1 465049.pdf: 547577 bytes, checksum: 02db0fc88e9eb27a12b53f67fd845e52 (MD5) Previous issue date: 2014-11-27 / This study aims at understanding how ethics of The Care of the Self by Socrates would instigate men to self-examination. How did The Care of the Self contribute for improvement of the soul. Socrates everlasting search for self-knowledge by men, consequently achieving virtue knowledge science. Psyche (soul) suffered an enormous transformation in comparison with the concepts of the word before Socrates. However, the main change consisted that the soul was the essence of men, with several consequences, such as search for human interior improvement. For Socrates, soul and body were distinct elements, however are part of unity and not something dual. The subject of the destiny of the soul was a platonic discovery, since Socrates did not have a metaphysical conception of the world, such as Platon suggested. Objectively, Socrates did not have interest in knowing what would be the destiny of the soul, since his ethics was centered in the integral man. The ethics of The Care of the Self made the individual capable, improved to face the major challenges in life. This would happen since he would be innerly capable to his self-examination. Hadot and Foucault studied the concept of epim?leia heauto? and in both there is the link of The Care of the Self with the practice of spiritual exercise. Nietzsche critics the Socratic morality and every form of religiosity. However, Hadot deals with the lovely hate of Nietzsche and Socrates. Also, from Nietzsche comes the nihilism, treated in the last chapter, when the traditional values lose their references; life loses meaning; there is no explanation of why? The present study tries to examine how Socratic ethics may be relevant for contemporary society. / Esta pesquisa visa compreender como a ?tica do Cuidado de Si em S?crates incitava aos homens que se auto-examinassem a si mesmos. Como o cuidado de si contribuiu para que o homem atingisse o aperfei?oamento da alma. A busca incessante de S?crates para que o homem se conhecesse a si mesmo, consequentemente, chegasse ? virtude - conhecimento, ci?ncia. A psyche (alma) sofreu uma enorme transforma??o na compara??o com a conceitua??o do termo antes de S?crates. Entretanto, a principal mudan?a consistia que a alma era a ess?ncia do homem, isto gerava muitas consequ?ncias, como a busca pelo aperfei?oamento do interior humano. Para S?crates, a alma e o corpo eram elementos distintos, com fun??es distintas, mas sempre fizeram parte de unidade e n?o de um dualismo. A quest?o do destino da alma foi uma descoberta plat?nica, visto S?crates n?o uma concep??o metaf?sica de mundo, conforme aquela criada por Plat?o. Objetivamente, S?crates n?o tinha interesse em saber qual seria o destino da alma, pois sua ?tica centrava-se no homem integral. A ?tica do cuidado de si tornava o indiv?duo plenamente preparado para enfrentar os maiores desafios proporcionado pela vida. Pois ele estaria habilitado interiormente devido ao seu autoexame. Hadot e Foucault pesquisaram sobre o conceito de epim?leia heauto? e em ambos existe a vincula??o do cuidado de si com a pr?tica dos exerc?cios espirituais. Nietzsche critica a moralidade socr?tica e toda forma de religiosidade. Mas existe algo trabalhado por Hadot, que ? ?dio amoroso de Nietzsche por S?crates. Tamb?m de Nietzsche vem a quest?o do niilismo tratado no ?ltimo cap?tulo, quando os valores tradicionais perdem os seus referenciais; a vida perde o sentido; n?o se tem uma explica??o do por qu?? Enfim, a pesquisa busca examinar como a ?tica socr?tica pode ser relevante na sociedade contempor?nea.
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S?crates m?dico / Medical Socrates

SERRA, Luciano Torcione 04 March 2016 (has links)
Submitted by Jorge Silva (jorgelmsilva@ufrrj.br) on 2017-02-15T17:19:23Z No. of bitstreams: 1 2016 - Luciano Torcione Serra.pdf: 1627999 bytes, checksum: ef4988a80c87ad0118dca214851fb2f1 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-02-15T17:19:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2016 - Luciano Torcione Serra.pdf: 1627999 bytes, checksum: ef4988a80c87ad0118dca214851fb2f1 (MD5) Previous issue date: 2016-03-04 / This study went on the medical aspects in socratic action, by following part of the platonic opera combined with twentieth century specialists that have explored the field of science in Plato, remarkably showing his attention towards medical arts of his contemporanity. Moving forward to Epictetus, Galen and Sextus, and back to Empedocles and Zeno from Eleia, the search for medicine in the platonic Socrates concerns altogether with that one on minimum Socrates, spread among these authors, that reveals as most significant characteristics either a fisicality that remains although the supposed abdication in favor of the concepts, and related do pratical ativities, as well as a special kind of visuality attained to discourse, that together seems to make singularly plausible that method of him. In connection to this, Epictetus and Empedocles let us know a negative skeptical conception related to natural sepsis and to peptical assimilation, exposing thus the words of the eps theme, in parallel to their respective prevalent aspects of negative skepticism, induced sepsis and noetical assimilation. This connection, seeming now surprisingly, ensures that one between the logical-discursive medium usually associated to philosophy and the experimental one equally usually associated to medicine. Plato operates on technical words from crafts doing operatory terms with properly philosophical character, enabled and activated to use in notions such as homoi?sis, analogy assimilation and others, upon a variety of themes, beyond a political-clinical attitude compromised with man-city unity in such a clinical enterprise, that debates with and encloses resources from the peste, war, and theatrological drama, worlds for whose transitions into the third century shows himself as a major catalizer through Socratic attitude. Methodical insistance on visuality provides the the following and reellaboration of Zeno arguments, of skema generalized notion, of a convenient proximity of c?tharsis to refutation and anamnesis, of empedoclitian conception of negative skepticism connected to natural sepsis that make summing to skopic distinction, as rethorical and skeptic, the positive skeptical division of unexamined humours and gases, now diagnostical. / Investigamos as caracter?sticas m?dicas na a??o socr?tica, seguindo parte da obra plat?nica e recorrendo a especialistas que ao longo do s?culo XX exploraram o campo novo da ci?ncia em Plat?o, notadamente seu acompanhamento atento ? arte m?dica de sua contemporaneidade. Com avan?os a Epiteto, Galeno e Sexto Emp?rico, e retornos a Emp?docles e Zen?o de El?ia, a pesquisa pela medicina no S?crates plat?nico coincide em parte com a pesquisa pelo S?crates m?nimo, espalhado no seu m?todo por estes autores que revelam como caracter?sticas principais uma fisicalidade permanente ? suposta abdica??o em favor do estudo do conceito e relacionada ?s pr?ticas dos of?cios, bem como uma visualidade especial ligada ao discurso, que numa composi??o singular parecem tornar seu m?todo cl?nico fact?vel. Em conex?o, Epiteto e Emp?docles fazem perceber uma concep??o de ceticismo positivo que se relaciona ? sepse natural e ? assimila??o p?ptica, expondo as palavras deste mesmo tema ?ps, em paralelo a seus respectivos aspectos prevalentes de ceticismo negativo, sepse induzida e assimila??o no?tica. Esse v?nculo, agora surpreendente, garante a conex?o entre o meio l?gico-discursivo usualmente associado ? filosofia e o meio experimental usualmente associados ? medicina. Plat?o opera sobre os jarg?es t?cnicos dos of?cios fazendo termos operat?rios de car?ter propriamente filos?fico, aptos e ativados para aplica??o de no??es como homoi?sis, assimila??o por analogia, e outras, sobre uma diversidade de temas, dentro de atitude pol?tico-diagn?stica comprometida com o par homem-cidade numa empreita cl?nica, que debate e incorpora recursos da guerra, da peste e da trag?dia, ?mbitos para cujas transi??es ao quarto s?culo ele se mostra um principal catalizador atrav?s da a??o socr?tica. O investimento met?dico na visualidade enseja o acompanhamento e reelabora??o dos argumentos de Zen?o, da no??o generalizada de esquema, de uma conveni?ncia da c?tharsis concomitante ? refuta??o e anamnese, da concep??o empedocl?tica de ceticismo negativo ligado ? sepse natural que faz somar ? distin??o esc?pica, antes ret?rica e c?tica, a divis?o s?ptica positiva dos humores e ventos inexaminados, agora diagn?stica.
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Cuidado de si e hermen?utica do sujeito em Michel Foucault

Oliveira, Gilberto Benedito de 07 December 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2014-12-17T15:12:15Z (GMT). No. of bitstreams: 1 GilbertoBO_DISSERT.pdf: 1123549 bytes, checksum: bb1ea048d72b5dc112eb9e938ec8e0ee (MD5) Previous issue date: 2011-12-07 / Coordena??o de Aperfei?oamento de Pessoal de N?vel Superior / The work, here present, has as its objective to present in a clear and distinct manner the object of study of Michel Foucault in his last years of teaching at the College de France, namely, the care of the self. We present the care of the self in its birth, in its origin, from the character Socrates and its development until the beginning of the Christian age. With a keen eye, we present Foucault with a work of return and rescue of the care of the self to the personal and academic discussions; we propose, from the self care, to the contemporary subject a problematization of their life so that from this questioning he creates for herself ways of life that are coherence, knowledge and care with which he has of must particular, his himself. Passing by the sources that served as the source of study for Foucault to sketch the birth of care of the self, we design the form with which Foucault has dealt with the documents that speak of the care of self. We present Socrates as one who by excellence ensures that the other will give birth to the forms of knowledge and care of the self or, in other words, we present the care of the self socratic-foucauldian as a constant worry of the other to pay attention to ways in which he conducts her life, it creates for themselves ways of being and, therefore, creates ethics of existence. We present, finally, the care of the self as the cause of continuous immanence of modes of subjectivation of the subject that configure themselves in a non-accepting a determined essence, but a continually updated form . The care of the self leads to a single relationship and educator of modes of subjectivation of the subject; he creates, on the dynamics of temporality, ethical ways of living, which are sustained by an internal coherence of the subject with herself; he admits no stationary nature in the training of the subject, always wants a more beautiful work of himself; he is not isolation, he needs and is made with the other. The care of the self is the principle and the telos of battles and conquests of the subject within his temporality and existence / O trabalho, aqui desenvolvido, tem por objetivo apresentar o objeto de estudo de Michel Foucault em seus ?ltimos anos de ensino no Coll?ge de France, a saber, o cuidado de si. Apresentamos o cuidado de si em seu nascer, em sua origem, a partir do personagem S?crates e seu desenvolvimento at? o in?cio da era crist?. Com um olhar atento, apresentamos com Foucault um trabalho de retorno e resgate do cuidado de si ?s discuss?es pessoais e acad?micas; propomos, a partir do cuidado de si, ao sujeito contempor?neo uma problematiza??o de sua vida para que desta problematiza??o ele crie para si mesmo modos de vida que sejam coer?ncia, conhecimento e cuidado com o que ele tem de mais particular, seu si mesmo. Passando pelas fontes que serviram de fonte de estudo para Foucault esbo?ar o nascimento do cuidado de si, vamos desenhando a forma com a qual Foucault tratou os documentos que falam do cuidado de si. Apresentamos S?crates como aquele que por excel?ncia faz com que os outros d?em ? luz a formas de conhecimento e cuidado pr?prios ou, em outras palavras, apresentamos o cuidado de si socr?tico-foucaultiano como um constante inquietar o outro a prestar aten??o aos modos como ele conduz sua vida, cria para si modos de ser e, consequentemente, cria ?ticas de exist?ncia. Apresentamos, enfim, o cuidado de si como causa de cont?nua iman?ncia de modos de subjetiva??o do sujeito que se configuram em um n?o aceitar uma ess?ncia determinada, mas uma forma continuamente atualizada. O cuidado de si conduz a uma rela??o ?nica e formadora de modos de subjetiva??o do sujeito; ele cria, na din?mica da temporalidade, formas ?ticas de viver que se sustentam por uma coer?ncia interna do sujeito com ele mesmo; ele n?o admite estaticidade na forma??o do sujeito, deseja sempre uma obra de si mais bela; ele n?o ? isolamento, necessita e se faz com o outro. O cuidado de si ? o princ?pio e o telos das batalhas e conquistas do sujeito dentro de sua temporalidade e exist?ncia

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