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Multidão como classe social depois do humanismo em Antonio Negri

Pirola, Émerson dos Santos January 2018 (has links)
Made available in DSpace on 2018-06-13T12:03:17Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000489662-Texto+Completo-0.pdf: 1174846 bytes, checksum: 1752816cc94e9c18225940fa7a52e082 (MD5) Previous issue date: 2018 / The present work focuses on problematizing the concept of multitude, developed by the philosophers Antonio Negri and Michael Hardt, focusing the investigation in its constitution as a concept of social class in a Marxist sense. For this, since a class thought has to deal with the problematic of the "subject", we take as a starting point the criticisms made, especially by Althusser, to the modern notion of the Subject and to the humanism thought, seeking an endeavor that consists in thinking what would be an anti and post-humanist social class. Negri claims that his work uses the Marxian method, although he is more influenced by Foucault and Deleuze & Guattari than by the Marxist orthodoxy as such, which already indicates his precautions against the subject and humanism, which doesn’t prevents him, however, from insisting on a Marxism that prays for the space of subjectivity. In this way he proposes an update of class discourse using what he claims to be the Marxian method for criticizing the capitalist mode of production and, in the face of the characteristics of a transformed capitalism, rescues or creates new concepts for it – such as multitude, Empire, immaterial labor, common, biopolitics and real subsumption. The present research, therefore, tries to analyze Negri’s work in order to verify how the concepts are articulated in a movement of thought that differs from the object of criticism of the anti and the post-humanist thought, although Negri declares himself as a humanist – a humanism of a different kind, naturally. / O presente trabalho se concentra em problematizar o conceito de multidão, dos filósofos Antonio Negri e Michael Hardt, focando a investigação na sua constituição enquanto conceito de classe social em um sentido marxista. Para tanto, visto que um pensamento de classe tem de se haver com a problemática do “sujeito”, tomamos como ponto de partida as críticas efetuadas, sobretudo por Althusser, ao Sujeito moderno e ao humanismo para uma empreitada que consiste em pensar o que seria uma classe social anti e pós-humanista. Negri afirma que sua obra utiliza o método marxiano, ainda que ele se coloque mais influenciado por Foucault e Deleuze & Guattari do que pela ortodoxia marxista enquanto tal, o que já nos indica suas precauções em relação ao Sujeito e ao humanismo, o que não o impede, entretanto, de insistir em um marxismo que preze pelo espaço da subjetividade. Dessa forma, ele propõe uma atualização do discurso de classe utilizando o que alega ser o método marxiano para a crítica do modo de produção capitalista e, diante das características de um capitalismo transformado, resgata ou cria novos conceitos para a mesma – como os de multidão, Império, trabalho imaterial, comum, biopolítica e subsunção real. A presente pesquisa, portanto, intenta analisar a obra de Negri a fim de verificar como os conceitos se articulam em um movimento de pensamento que difere do objeto de crítica do anti e do pós-humanismo, ainda que Negri ele mesmo se declare um humanista – um humanismo de outro tipo, por suposto.
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O sujeito na gestão paradoxante em Organismos Internacionais

Salimon, Mário Ibraim 12 April 2016 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Programa de Pós-Graduação em Administração, 2016. / Submitted by Fernanda Percia França (fernandafranca@bce.unb.br) on 2016-07-04T13:46:17Z No. of bitstreams: 1 2016_MárioIbraimSalimon.pdf: 1950625 bytes, checksum: 41d523595773d321a707303e3303d953 (MD5) / Approved for entry into archive by Ruthléa Nascimento(ruthleanascimento@bce.unb.br) on 2017-03-21T14:34:22Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2016_MárioIbraimSalimon.pdf: 1950625 bytes, checksum: 41d523595773d321a707303e3303d953 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-03-21T14:34:22Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2016_MárioIbraimSalimon.pdf: 1950625 bytes, checksum: 41d523595773d321a707303e3303d953 (MD5) / Este estudo analisa relações de trabalho em Organismos Internacionais (OI) e busca, como objetivo geral, entender que tipos de sujeito emergem no presente contexto, em que trabalhadores são chamados a inovar e ser eficientes em organizações gerencialistas com condições cada vez mais precárias de trabalho. Para atender aos objetivos específicos, o autor caracteriza os OI em função das representações deles formadas pelos trabalhadores e das relações de trabalho neles vigentes; identifica, no discurso dos sujeitos, indicadores da ideologia gerencialista e de gestão paradoxante; e busca manifestações que caracterizem os tipos de sujeito produzidos pela gestão paradoxante. Realizou-se pesquisa qualitativa e descritiva, baseada em estudo transversal de casos. A abordagem foi construtivista e o modo de análise indutivo. O estudo se vale de análises de discurso baseadas em pesquisa documental, entrevistas e anotações de campo. Onze sujeitos associados a 20 diferentes OI foram ouvidos, sendo os resultados analisados a partir de três categorias, baseadas nos objetivos específicos. Constatou-se que a maioria dos entrevistados se frustrou ao adentrar uma dessas organizações, trocando a visão idealizada que tinham por uma imagem de agências que trabalham em função delas próprias, a um custo incompatível com o benefício que geram. Confirmaram-se práticas de precarização laboral orientada à viabilização da instrumentalização mútua entre governo local e OI. As análises indicam que o gerencialismo foi amplamente assimilado pelos OI e que as formações discursivas próprias da ideologia que o embasa estão profundamente imbricadas no pensamento e na ação dos atores desse setor. Encontraram-se indicadores dos sete paradoxos de gestão propostos por Gaulejac. Os sujeitos emergentes da gestão paradoxante são predominantemente defensivos, adotando tanto estratégias coletivas como individuais. No primeiro caso, encontraram-se indicadores de cinismo viril e de recurso ao realismo econômico. As defesas individuais incluem racionalização por meio de discurso teleológico, recalque e clivagem. Também emergiram sujeitos de transgressão, como decorrência da incompatibilidade entre as metas culturais propostas pelas organizações e os meios disponíveis para seu alcance. / This study analyses labor relations in International Development Agencies (IDA) and aims at understanding the types of subject that emerge from the present managerialist organization, marked by pressures for efficiency and innovation in a context of growing precarization and scarcity. In order to attain specific objectives, the research defines IDAs in terms of their representations in the subjects’ psyches and the labor relations developed therein; identifies indicators of managerialist ideology and paradoxal management; and searches for manifestations that would characterize the types of subject emerging from paradoxal management. The study is qualitative and descriptive in nature. The approach was constructivist and the analytical mode, inductive, based on critical discourse analysis. 11 subjects associated with 20 different organizations have been interviewed, with results being organized in three different categories based on the specific objectives of this research. Findings show that most of the interviewees have been frustrated after entering an IDA, changing their positive views of such organizations for one that portrays them as self-oriented and too costly for the value they are able to return to society. Labor precarization and mutual instrumentalization between government and IDAs have been confirmed, as well as the embedding of managerialist discourse in subjects’ verbalizations and practice. Indicators of Gaulejac’s seven management paradoxes have also been found. The subject that emerges from paradoxal management is predominantly defensive, adopting both collective and individual defense strategies. In the first case, findings show indicators of virile cynicism and the resource to economic realism. Individual defense strategies found in the study include rationalization via teleological discourse, repression and splitting of the Ego. Transgressive subjects also emerged in the interviews as a result of incompatibilities between cultural goals proposed by the organization and the available means for their attainment.
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O processo da escrita e reescrita em língua inglesa : uma perspectiva sócio-cognitivista

Vasconcelos Lopes, Diana January 2004 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T18:37:25Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo8267_1.pdf: 797323 bytes, checksum: 1e45282340a31a57b6e8454ef0c9b5c9 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2004 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / A pesquisa científica sobre a escrita tem evoluído de uma visão centrada no produto para um enfoque nos processos individuais do sujeito cognitivo que produz o texto. Mais recentemente, os estudos incorporaram características de interatividade em que os modos de participação do outro revestem-se de suma importância, orientando o processo de construção e de reconstrução textual do indivíduo. O propósito central desta pesquisa é averiguar o grau de aprimoramento na habilidade de produção textual escrita em língua inglesa de alunos em uma instituição particular de ensino de línguas no Recife. Para tanto, os alunos foram submetidos a práticas de interação e mediação em sala de aula, procedendo-se, em seguida, às observações e análises dos processos lingüístico-cognitivos e sócio-interativos, envolvidos na escrita e na reescrita de narrativas de aventura e de textos de opinião. O trabalho está fundamentado, entre outros, nos pressupostos teóricos de Vygotsky (1998), Bakhtin (1992) e Bronckart (1999). O corpus foi constituído a partir de um questionário sociocultural, das produções escritas dos alunos, além das entrevistas e dos processos discursivos gravados em vídeo. Os resultados da pesquisa revelaram a necessidade de buscar alternativas para os procedimentos didático-metodológicos vigentes na prática de ensino da escrita em língua inglesa. Espera-se, assim, poder contribuir para investir o processo de ensino-aprendizagem de um caráter sociointeracional, no qual a mediação do outro se consagra como fator determinante para o desenvolvimento do aluno como leitor e produtor textual
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A criança como "sujeito de direito" no cotidiano da Educação Infantil

MARCHIORI, A. F. 19 September 2012 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-29T11:11:42Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_6174_Alexandre Freitas Marchiori.pdf: 2294320 bytes, checksum: def1893827f92badd4e908e700ac9b81 (MD5) Previous issue date: 2012-09-19 / A presente pesquisa foi desenvolvida no município de Vitória (ES), no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Darcy Vargas. A metodologia se caracteriza como um estudo do tipo etnográfico, utilizando-se de observação participante, registro sistemático em diário de campo e registro fotográfico. A permanência no campo de pesquisa abrangeu um período entre setembro a dezembro de 2011. Objetivou-se compreender o processo de apropriação do discurso referente à criança como sujeito de direitos e suas implicações nas práticas pedagógicas da Educação Infantil, nesta experiência e permanência de crianças em tempo integral. Especificamente corresponderam a: investigar os processos históricos produzidos em torno da ideia da criança como sujeito de direitos; analisar a apropriação da concepção de criança como sujeito de direitos pelo campo da Educação Infantil; e investigar as implicações do reconhecimento da criança como sujeito de direitos no cotidiano da educação infantil. Os sujeitos da pesquisa foram as crianças, os professores e os assistentes de Educação Infantil de uma Turma Mista, composta por crianças de diferentes grupos e faixas etárias variadas entre 4 anos a 6 anos, do turno matutino do CMEI Darcy Vargas. Diante das discussões da área do direito, do contexto histórico da criança como sujeito de direito e, especificamente, do direito ao acesso e à permanência na educação infantil, tensionou-se as implicações do reconhecimento da criança como sujeito de direitos em um contexto no qual crianças são atendidas pelo Programa de Educação em Tempo Integral. A hipótese levantada, de que o reconhecimento da criança como sujeito de direitos gera mudanças no conceito de infância e nas concepções de criança, é legítima. As práticas educativas acompanham esse movimento no campo da educação infantil. Os resultados indicaram que a existência do Programa de Educação em Tempo Integral, no cotidiano da educação infantil, pressupõe o reconhecimento da criança como sujeito de direito, contudo, nas práticas instituídas sobressaem os direitos dos adultos, deixando transparecer uma contradição das diretrizes do Programa, destinadas, sobretudo, às crianças em situação de risco e/ou vulnerabilidade social.
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Impactos da virtualização da sociedade no mundo jurídico: modificações no conceito de sujeito de direito

Lourenço da Silva Filho, Jaziel 31 January 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T17:22:43Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo6703_1.pdf: 946761 bytes, checksum: 9e44d354a85962d79bc0baf0fc0177de (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2011 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / A Internet extrapolou sua destinação original, transformando-se de um meio de comunicação ubíqua para uma forma de convivência sociocultural. Nesse contexto, identificamos a ocorrência de um fenômeno, ao qual chamamos de virtualização. Como reflexo da globalização, o fenômeno da virtualização caracteriza-se por ser um processo gradual trifásico. Entendemos a Sociedade Virtual como todo e qualquer sistema digital conectado que possibilite a interação, dotada de sentido, entre duas ou mais personalidades, dentro de um único contexto cultural, favorecendo, assim, o surgimento de um fenômeno sociocultural. A Sociedade Virtual, composta por sujeitos que passaram pelo processo da virtualização, se organiza através de um sistema de regras e normas próprio que pode ser considerado um ordenamento jurídico autônomo. Mas será que os sujeitos que participam da Sociedade Virtual podem ser considerados sujeitos de direito? Com base em uma concepção contemporânea de ciência, que inclui o homem como observador e a reflexão como método, estudamos o fenômeno da virtualização da sociedade com o foco nos seus elementos subjetivos, buscando encontrar respostas, ou ao menos suscitar dúvidas, através de análises não reducionistas do sistema de conceitos jurídicos fundamentais e pautadas em um critério de validação compartilhado pela comunidade acadêmico-jurídica. Percebemos que a reprodução acrítica do conceito lógico-jurídico de sujeito de direito pela doutrina civilística brasileira ignorou as recentes transformações sociais pelas quais passou a humanidade, o que trouxe até aos dias atuais consequências desastrosas, como a confusão entre os conceitos jurídicos fundamentais do sujeito de direito, da pessoa e da capacidade. Porém, nada impede que, a exemplo de outros entes desprovidos de personalidade, os avatares (sujeitos virtuais) sejam reconhecidos pelo ordenamento jurídico nacional como sujeitos de direito. Caso isso ocorra, a teoria da dupla imputação de Hans Kelsen pode ser adaptada para atribuir aos avatares a titularidade dos direitos e deveres reconhecidos pelo ordenamento jurídico
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Processos de Subjetivação em colunas de João Silvério Trevisan / Processus de subjectivité dans les colonnes de João Silvério Trevisan

Felipe Barbosa Dezerto 19 March 2008 (has links)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Le travail que lon vous présente a comme objectif lobservation de la matérialisation des processus de subjectivation autour de lhomossexualité dans les colonnes Olho no olho, signées par João Silvério Trevisan, dans le magazine gay brésilien G magazine. Les réflexion proposées partent de lanalise du discous française (Pêcheux et Orlandi) vers la compréhension de comment se constituent les processus de production de subjectivité et la façon dont se matérialisent ces subjectivités dans les textes de la colonne Olho no olho. On a comme préssupposé que la langue, en tant quun champ de matérialisation du discours, fonctionne parce quelle est touchée par lidéologie. Cest, donc, lobservation des processus idélogiques, qui guident le fonctionnement lingüistique et manisfestent des subjectivités, le principal objectif de ce travail. Les marques lingüistiques avec lesquelles on a travaillé pour arriver aux processus idéologiques ont été les dénominations et les expressions et syntagmes de référence à lhomossexuel. A partir de ces formes de référence, on a observé quels sujets figurent dans cet espace médiatique de conflits qui regroupe de différentes subjectivités / O trabalho que aqui se apresenta tem por objetivo a observação da materialização dos processos de subjetivação em torno da homossexualidade nas colunas Olho no olho, da revista G magazine, assinadas por João Silvério Trevisan. As reflexões propostas aqui partem do lugar teórico da análise do discurso francesa (Pêcheux e Orlandi) para o entendimento de como se efetuam os processos de produção de subjetividade e a forma como essas subjetividades se materializam nos textos da coluna Olho no olho. Toma-se como pressuposto que a língua, enquanto espaço de materialização do discurso, funciona porque é afetada pela ideologia. É, então, a observação dos processos ideológicos que arregimentam o funcionamento lingüístico e manifestam subjetividades o principal objetivo deste trabalho. As marcas lingüísticas com as quais se trabalhou para se chegar aos referidos processos ideológicos foram as denominações, além de expressões e sintagmas que funcionam nas formas de referência ao homossexual. Por meio dessas formas de referir, observa-se que sujeitos são esses que comparecem nesse espaço midiático de conflitos que comporta diferentes subjetividades
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Um ensaio psicanalítico sobre as toxicomanias e sua relação com o sujeito do inconsciente

Teixeira, André Magalhães 17 July 2006 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, 2006. / Submitted by Kathryn Cardim Araujo (kathryn.cardim@gmail.com) on 2009-10-31T13:53:14Z No. of bitstreams: 1 2006_André Magalhães teixeira.pdf: 387861 bytes, checksum: 678d843aca0dc5139bef2dacbf4fbb2b (MD5) / Approved for entry into archive by Gomes Neide(nagomes2005@gmail.com) on 2010-10-20T13:19:46Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2006_André Magalhães teixeira.pdf: 387861 bytes, checksum: 678d843aca0dc5139bef2dacbf4fbb2b (MD5) / Made available in DSpace on 2010-10-20T13:19:46Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2006_André Magalhães teixeira.pdf: 387861 bytes, checksum: 678d843aca0dc5139bef2dacbf4fbb2b (MD5) Previous issue date: 2006-07-17 / Este trabalho dedica-se ao estudo psicanalítico das toxicomanias. Toma como base as elaborações de Freud e Lacan sobre o sujeito do inconsciente e suas interações com as substâncias intoxicantes. Como estes dois autores não consagraram nenhum texto psicanalítico exclusivamente às toxicomanias, recolhem-se ao longo dos primeiros capítulos as referências necessárias para a constituição do sujeito, de sua divisão, para por fim, desenvolver o que estaria envolvido na relação do toxicômano com sua droga: uma recusa radical do falo, da castração e das formações do inconsciente. Esta operação retoma a indicação freudiana de que a droga seria uma saída para o mal-estar na civilização. Saída esta que constitui uma ética distinta da ética do desejo, necessariamente vinculada à falta e a castração. Uma ética do celibatário, cínica por definição, na medida que não passa pelo Outro. Neste ponto é introduzida a principal referência lacaniana de que a droga é uma ruptura com o falo. Assim, localiza-se a toxicomania como uma nova forma do sintoma, distinta das formações clássicas descritas por Freud. _____________________________________________________________________________ ABSTRACT / This essay is dedicated to a psychoanalysis study of drug addictions. It takes as base the elaborations of Freud and Lacan on the subject of unconscious and the interactions with substances intoxicants. As these authors haven’t made any essay specifically about drug addictions, the first chapters contains the necessary references for the constitution of the subject and its division. Then, the focus is aimed at what is evolved in the relation of the addicted and his drug: an radical refusal of the speech, castration and the formations of the unconscious. This operation retakes the Freud´s indication which states that the drug would be an exit for the malaise in the civilization. This exit constitutes distinct ethics of the ethics of the desire, necessarily tied with the lack and the castration. Ethics of the bachelor, cynical for definition, as it doesn’t pass for the Other. In this point the main Lacan´s reference is introduced stating that the drug is a rupture with the phallus. Thus, this study situate the drug addiction as a new form of the symptom, distinct of classic formations described by Freud.
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Predicados inacusativos no PB

Souza, Carla Verônica D'Amato de January 2017 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Linguística, Florianópolis, 2017. / Made available in DSpace on 2018-01-23T03:20:03Z (GMT). No. of bitstreams: 1 349641.pdf: 1617780 bytes, checksum: ee8d9dc4c39fcbdb0c49950f49551353 (MD5) Previous issue date: 2017 / Esta dissertação tem por objetivo propor uma subdivisão na classe dos predicados inacusativos a partir do comportamento heterogêneo dos membros dessa classe em construções que se pressupõe um argumento agentivo. Inacusativos são verbos monoargumentais que selecionam apenas argumento interno (PERLMUTTER 1976; BURZIO 1986). Não seria esperado, portanto, que figurassem em construção pseudoclivada do tipo O que X fez foi; nem com advérbios , como deliberadamente, cautelosamente e cuidadosamente; ou sob o escopo de modais deônticos; assim como seria esperada também uma restrição desses predicados à flexão no imperativo Nossa hipótese, baseadas nos estudos de Rothstein (2004), Pires de Oliveira e Rech (2016) e Rech e Varaschin (2017), é de que a possibilidade de um inacusativo figurar em construções que pressupõe um participante agentivo, como as citadas acima, está relacionada ao controle que o argumento do inacusativo pode exercer sobre as fases preparatórias do evento descrito pelo VP. Desta maneira, fundamentamos nossa proposta de subdivisão da classe dos inacusativos entre aqueles que permitem e os que não permitem um controle por parte de um participante com a mesma referência do argumento do inacusativo. Em um grupo, inserimos inacusativos que são achievements incrementados, nos quais um participante correferente ao argumento tema do inacusativo pode controlar as fases preparatórias do evento descrito pelo VP: emagrecer, chegar e entrar; em outro, inserimos os inacusativos não passíveis de controle, tais como florescer, sobreviver, cair. / Abstract : This dissertation aims to propose a subdivision in the class of unaccusatives predicates from the heterogeneous behavior of class subjects in constructions that assumes an agentive argument. unaccusatives are monoargumentary verbs that select only internal argument (Perlmutter 1976; BURZIO 1986). It would not be expected, therefore, that they appear in pseudoclivada construction of type O que X fez foi; Nor with adverbs, as deliberadamente, cautelosamente e cuidadosamente; Or under the scope of deontic modes; As would be expected also a restriction of these predicates to flexion in the imperative. Our hypothesis, based on studies of Rothstein (2004), Pires de Oliveira and Rech (2016) and Rech and Varaschin (2017), is that the possibility of an unaccusative figure in constructions that presupposes an agentive participant, as mentioned above, is related to the control that argument of unaccusative can exert on preparatory phases of the event described by the VP. In this way, we base our proposal of class subdivision of unaccusatives between those that allow and those that do not allow a control by the participant with the same reference of the unaccusative argument. In a group, we insert unaccusatives that are incremental achievements, in which a correferent participant to theme argument of unaccusative can control the preparatory phases of the event described by the VP: emagrecer, chegar and entrar; in another, we insert non-controllable unaccusatives, such as, florescer, sobreviver, cair.
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O sujeito como operador de uma indeterminação: dialética, psicanálise e ato educativo / The subject as operator of an indeterminacy: dialectic, psychoanalysis and educational, act

CARVALHO, Mayara Pinho de January 2015 (has links)
CARVALHO, Mayara Pinho de. O sujeito como operador de uma indeterminação: dialética, psicanálise e ato educativo. 2015. 117f. – Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós-graduação em Educação Brasileira, Fortaleza (CE), 2015. / Submitted by Márcia Araújo (marcia_m_bezerra@yahoo.com.br) on 2016-04-25T11:30:46Z No. of bitstreams: 1 2015_dis_mpcarvalho.pdf: 827996 bytes, checksum: 6d2c1e944b3c1d9e2a2cc09dab12498e (MD5) / Approved for entry into archive by Márcia Araújo (marcia_m_bezerra@yahoo.com.br) on 2016-04-26T14:45:44Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_dis_mpcarvalho.pdf: 827996 bytes, checksum: 6d2c1e944b3c1d9e2a2cc09dab12498e (MD5) / Made available in DSpace on 2016-04-26T14:45:44Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_dis_mpcarvalho.pdf: 827996 bytes, checksum: 6d2c1e944b3c1d9e2a2cc09dab12498e (MD5) Previous issue date: 2015 / The experience of modernity enables a comprehension of the subject based on regularities on the way of being, acting, judging and so on. There is a normativity that regulates social life, and the subject exists as this possibility of setting up its own field of experience. A theory of the subject, from this perspective, corresponds to an understanding that the human founds his ground of experience as a process of unity and self-identity, lying there the core of normativity that organizes social life. Criticising the category of the subject corresponds to grounding a theorisation that is not compromised with identitary modes of determination of the subject, but that understands how the field of experience structures itself through events from a negativity. In Žižek, we can find the problem of the subject as the main core of his thought, but he operates an inversion from the tradition that contains a fundamental passage from a metaphysics of identity to a negative ontology. This way, the main problem of this paper is to develop alternatives in relation to a theory of the subject committed with the idea of human finitude, chained to an identitary principle: thinking the ways of comprehending the humane beyond representation. In opposition to a philosophy of identity, Žižek’s work has been directed on the problem of excess/lack in the order of being, and it is through the relation between German idealism and psychoanalysis that he developed his reflections. This perspective opens a fundamental political field, because the power of dismission of structural modes of subjetivation guards the possibility of new modes of subjectivation. Thus, the subject is the one who carries the transcendental condition of possibility and impossibility of the ways of being. A politics aiming at emancipation must break with the comprehension of man based on identitary figures. In face of these problemes, it is necessary to establish an humanity freed from the category of the “human”, that allows new political arrangements. The “inhuman”, then, would be precisely this dimension of the impersonal and depersonalized, that which cannot be singled out through the recognition of individual psychological processes. Thus, the critical pedagogical-political act institutes its own legality, suspending the Law of the prevailing oppressive power, opening up spaces for creativity and the establishment of a process of socioeconomic, cultural and political emancipation. / A modernidade possibilita uma compreensão da experiência do sujeito a partir de regularidades dos modos de ser, agir, julgar etc. Há uma normatividade que regula a vida social, e o sujeito existe enquanto essa possibilidade de fundar seu próprio campo de experiência. Uma teoria do sujeito, a partir dessa perspectiva, corresponde a uma elaboração do modo como o humano funda seu lugar enquanto processo de unidade e autoidentidade, estando aí o cerne de normatividade que organiza a vida social. Diante desse problema, criticar a categoria de sujeito corresponde a fundamentar uma teorização que não se comprometa com modos de determinação identitária do sujeito, mas que compreenda como o campo de experiência se estrutura através de acontecimentos a partir de uma negatividade. Em Žižek, podemos encontrar o problema do sujeito como o núcleo central de seu pensamento, mas esse realiza uma inversão da tradição que articula a passagem fundamental de uma metafísica da identidade para uma ontologia negativa. Dessa forma, o problema fundamental desse trabalho é desenvolver alternativas em relação a uma teoria do sujeito comprometida com a ideia de finitude humana, atrelada a um princípio identitário: pensar modos de compreensão do humano para além dos reconhecidos pela representação. Em contraponto a uma filosofia da identidade, o trabalho de Žižek tem se direcionado sobre a questão do excesso/falta na ordem do Ser, e é pela relação entre idealismo alemão e psicanálise que ele elabora suas reflexões. Essa perspectiva abre um campo político fundamental, pois a potência de desligamento de modos estruturais de subjetivação guarda a possibilidade de novas formas de subjetivação. Assim, o sujeito é isso que carrega a condição transcendental de possibilidade e impossibilidade dos modos de ser. Uma política que tem por horizonte a emancipação deve fazer um tipo de ruptura na compreensão do homem a partir de figuras identitárias. Diante desses problemas, é necessário estabelecer uma humanidade liberada da categoria "humano" e que possibilite novos rearranjos políticos. O “inumano”, então, seria precisamente essa dimensão do impessoal e do despersonalizado, o que não pode ser singularizado através do reconhecimento dos processos psicológicos individuais. A partir dessas reflexões sobre processos que acontecem para além dessa categoria de humano, o ato político-pedagógico crítico instaura sua própria legalidade, suspendendo a Lei do poder, abrindo espaços para a criatividade e a instauração de um processo de emancipação econômico-social, cultural e político.
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A questão do sujeiro nos antecedentes lacanianos

Kaszubowski, Erikson 25 October 2012 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Florianópolis, 2010 / Made available in DSpace on 2012-10-25T05:02:10Z (GMT). No. of bitstreams: 1 278380.pdf: 1149562 bytes, checksum: 631c3db22d60e62634b9c2ed75a78cba (MD5) / O sujeito não está presente na obra freudiana, ao menos não como um conceito formalizado. É Lacan quem o introduz e o formaliza na psicanálise, reconhecendo, contudo, que todos os desenvolvimentos freudianos acerca do recalque e do retorno do recalcado não tinham outro objetivo senão formalizar um campo peculiar, o do inconsciente, no qual Lacan irá erigir o seu conceito de sujeito. Porém, o que leva Lacan a tomar um conceito fortemente arraigado na metafísica ocidental - poder-se-ia dizer, existente desde o nascimento da filosofia - para conformar aquilo que em sua doutrina é o mais fundamental? E mais: como ele formaliza este conceito num período em que seu ensino se encontra fortemente influenciado pelo estruturalismo, corrente teórica na qual o sujeito é duramente criticado? Para que essas perguntas possam ser respondidas, é necessário examinar o movimento do pensamento de Lacan a partir do momento em que ele começa a tomar consistência, em seus escritos ditos antecedentes, sobre a teoria do imaginário e o estádio do espelho, até o momento em que, influenciado pelas leituras de Lévi-Strauss e outros autores considerados estruturalistas, declara a primazia do simbólico e, juntamente com ela, formaliza a função do sujeito. Contudo, uma leitura linear não basta - é necessário, depois de percorrer os textos na ordem cronológica, voltar aos seus inícios para ali encontrar, a posteriori, nachträglich, o conceito de sujeito em seu estado nascente, e, com isso, desembaraçar os fios discursivos que impelem Lacan em direção a esse termo e a sua formalização como conceito fundamental. Tal movimento retrospectivo permite verificar o quanto dois dos principais predicados do sujeito - o fato de ele ser causado no campo do Outro, ou seja, ser determinado pela lógica do significante; e manter, em seu seio, um índice de indeterminação impossível de ser objetivado, uma falta em ser que constitui o desejo - estão presentes nos questionamentos de Lacan pelo menos desde sua tese de doutorado. Se a vertente da determinação do sujeito é primeiramente elaborada em sua captura por imagens num eu, posteriormente o estruturalismo permite abordar mais especificamente como o sujeito é causado por uma ordem Outra. Ainda assim, permanece patente, já nos antecedentes lacanianos, a impossibilidade de se objetivar o sujeito, seja em termos de imagens ou em termos de significantes, restando um ponto de impossibilidade em torno do qual Lacan erige sua conceituação singular, na esteira da tradição metafísica, mas admitindo essa impossibilidade como um ponto paradoxal.

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