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Taxocenose de serpentes em ambientes aquáticos de áreas de altitude em Roraima (Squamata:serpentes) / Taxocenosis of snakes in aquatic environment of altitudinal areas in roraima (squamata: serpentes)

Farias, Raimundo Erasmo Souza 03 October 2016 (has links)
Submitted by Inácio de Oliveira Lima Neto (inacio.neto@inpa.gov.br) on 2018-02-01T12:56:14Z No. of bitstreams: 2 Raimundo Erasmo Souza Farias.pdf: 3666794 bytes, checksum: e96be7454a9ed0686ba5638ee3f76933 (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) / Made available in DSpace on 2018-02-01T12:56:14Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Raimundo Erasmo Souza Farias.pdf: 3666794 bytes, checksum: e96be7454a9ed0686ba5638ee3f76933 (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Previous issue date: 2016-10-03 / Instituto de Amparo a Ciência, Tecnologia e Inovação de Roraima - IACTI-RR / In studies on faunal distribution it is coherent to adopt naturally delimited regions, because allow us to interpret the results with better biogeographic accuracy, and generate more secure data on biological differentiation. In all Roraima region such studies can, depending on the question, to insert their geographic units of work into the Guiana Shield, an old geologic formation comprising part of Colombia, Venezuela, French Guiana and North Amazonia – Roraima is inserted in the central area of the Shield. In this study on snakes distribution, in regional and general scale comprising various vegetal formations, the geographic unit refers to the headwaters of the rivers Samã and Miang, both located in altitudinal areas of the Guiana Shield in Roraima (04o25', 61o08'W), region that makes the transition between the Brasilian Boa Vista Basin, region of lavrado, and the Venezuelan Gran Sabana, region of the tepuyes. The operational hypothesis is that as the geographic unit of the study is inserted into Guiana Shield, its ofiofauna is endemic to this formation – most of the species, more than 50%, will have restricted occurrence to that geologic formation. It was registered in the geographic unit of the study 42 species of snakes, included in 6 families: Leptotyphlopidae 1 genera and 1 species, Boidae 2 genera and 2 species, Colubridae 8 genera and 12 species, Dipsadidae 11 genera and 20 species, Elapidae 1 genera and 3 species and Viperidae 3 genera and 4 species. In the Guiana Shield region occur 149 species of snakes, 17 are said to be endemic to the geological formation. At least 10 species registered at BV-8 in Roraima are restricted to the Amazonian domain and North of South America: Trilepida macrolepis, Chironius multiventris, Phrynonax poecilonotus, Dipsas pavonina, Dipsas variegata, Erythrolamprus breviceps, Pseudoboa neuwiedii, Xenodon severus, Micrurus hemprichii and Bothrops atrox. Two species, Dipsas copei and Erythrolamprus trebbaui have localized distribution, occurring only in some Amazon regions; 29 species have wide distribution and only Micrurus pacaraimae can be considered endemic to the study are, so far. Although the 42 registered species occur in Shield area, the distribution is wider, therefore it can be concluded that there is no such endemic Guiana Shield ofiofauna in the geographic unit of this study. With respect to the natural history, four guilds of snakes are present into the geographic unit of study, prevailing batracophagy and saurivory, followed by those that predate birds and mammals. In respect to the reproduction most species have some link to the rain season, some with more than one reproductive cycle, most of them are oviparous. The most frequent species in this study and with more specimens collected was Bothrops bilineata, which is not common in herpetological reports. Most of the species leaving in the headwaters of the rivers Samã and Miang use forested areas to survive, showing the importance of the microhabitats associated to the headwaters of these rivers. / Nos estudos sobre distribuições faunísticas é coerente adotarmos regiões naturalmente delimitadas, porque nos permite interpretar os resultados com mais acurácia biogeográfica, além de gerar dados mais seguros sobre diferenciações biológicas. Em toda a região de Roraima estudos desta natureza podem, a depender da pergunta da pesquisa, inserir as respectivas unidades geográficas do trabalho no Escudo da Guiana, uma formação geológica antiga que ocupa parte da Colômbia, Venezuela, Guiana Francesa e norte da Amazônia – Roraima está inserido na parte central do Escudo. Neste estudo sobre distribuição de serpentes, em escala regional e geral abrangendo várias formações vegetais, a unidade geográfica de trabalho refere-se às nascentes dos rios Samã e Miang, ambos situados em áreas de altitude do Escudo da Guiana em Roraima (04o25', 61o08'W), região que faz a transição entre a brasileira Bacia de Boa Vista, região do lavrado, e a Gran Sabana venezuelana, região dos tepuyes. A hipótese de trabalho é que como a unidade geográfica do estudo está inserida no Escudo da Guiana, a sua ofiofauna é endêmica a esta formação – a maioria das espécies, mais de 50%, terá ocorrência restrita a esta formação geológica. Foram registradas na unidade geográfica de trabalho 42 espécies de serpentes incluídas em 6 famílias: Leptotyphlopidae 1 gênero e 1 espécie, Boidae 2 gêneros e 2 espécies, Colubridae 8 gêneros e 12 espécies, Dipsadidae 11 gêneros e 20 espécies, Elapidae 1 gênero e 3 espécies e Viperidae 3 gêneros e 4 espécies. Na região do Escudo da Guiana ocorrem 149 espécies de serpentes, 17 são ditas endêmicas a esta formação geológica. Ao menos 10 espécies registradas no BV-8 em Roraima estão restritas ao domínio da Amazônia e norte da América do Sul: Trilepida macrolepis, Chironius multiventris, Phrynonax poecilonotus, Dipsas pavonina, Dipsas variegata, Erythrolamprus breviceps, Pseudoboa neuwiedii, Xenodon severus, Micrurus hemprichii e Bothrops atrox. Duas espécies, Dipsas copei e Erythrolamprus trebbaui têm distribuição localizada, ocorrem em apenas algumas regiões amazônicas; 29 espécies têm ampla distribuição e apenas Micrurus pacaraimae pode ser considerada endêmica na região estudada, até o momento. Embora as 42 espécies registradas ocorram na área do Escudo, a distribuição é mais ampla, portanto conclui-se que não há uma ofiofauna endêmica do Escudo da Guiana na unidade geográfica deste estudo. Com relação à história natural, quatro guildas de cobras estão presentes na unidade geográfica do estudo, com predominância de espécies batracófagas e saurívoras, seguidas pelas que predam aves e mamíferos. Com relação à reprodução a maioria das espécies tem algum vínculo com o período chuvoso, algumas com mais de um ciclo reprodutivo, a maioria ovípara. A espécie mais frequente neste estudo e com o maior número de exemplares coletados foi Bothrops bilineata, o que não é frequente nos relatos herpetológicos. A maioria das espécies que vivem nas cabeceiras dos rios Samã e Miang utilizam as áreas de mata para sobreviverem, evidenciando a importância dos microhábitats associados às cabeceiras destes rios.
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Uso da tetraciclina na neutralização das ações enzimáticas causadores de hemorragia, necrose e inflamação induzidos pela peçonha de Bothropoides erythromelas

Santos, João Victor de Almeida January 2013 (has links)
SANTOS, João Victor de Almeida. Uso da tetraciclina na neutralização das ações enzimáticas causadores de hemorragia, necrose e inflamação induzidos pela peçonha de Bothropoides erythromelas. 2013. 70 f. Dissertação (Mestrado em Farmacologia) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2013. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2014-01-16T14:02:41Z No. of bitstreams: 1 2013_dis_jvasantos.pdf: 1469674 bytes, checksum: b8474f504a65cd942b4357c94e4aa782 (MD5) / Approved for entry into archive by denise santos(denise.santos@ufc.br) on 2014-01-16T14:03:28Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2013_dis_jvasantos.pdf: 1469674 bytes, checksum: b8474f504a65cd942b4357c94e4aa782 (MD5) / Made available in DSpace on 2014-01-16T14:03:28Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2013_dis_jvasantos.pdf: 1469674 bytes, checksum: b8474f504a65cd942b4357c94e4aa782 (MD5) Previous issue date: 2013 / Snake envenoming is a common medical emergency in the countryside of tropical countries. In Brazil, botropic snakes are the major responsible for the ophidian accidents related in that country. In Northeastern Brazil, Bothropoidess erythromelas, popularly known as “jararaca-da-seca”, can be found. Botropic venoms cause tissue damage at the bitesite, such as pain, edema, hemorrhage and necrosis. Traditional serum therapy has no efficacy against these effects, which stimulate the research for neutralizer agents. Several studies showed the neutralizing action of tetracyclines against snake venom local tissue effects. This work aimed to evaluate the effect of tetracycline, when preincubated, against in vitro proteolytic and phospholipase A2 activities, and hemorrhagic, necrotic and inflammatory actions in mice skin induced by B. erythromelas venom, besides investigating gene transcription of the inflammatory mediators involved. Results showed that proteolytic activity (101,2 ± 2,56%) was reduced to 6,59 ± 0,92%. Phospholipase A2 activity was reduced from 0,04 ± 0,001 to 0,02 ± 0,003, in absorbance values. The halo area of hemorrhagic (117,3 ± 7,005 mm2) and necrotic (20,79 ± 0,003 mm2) activities was totally abolished when tetracycline concentration was 10-fold the venom concentration. The neutrophil migration kinetics presented two peaks in 2h (19,977 ± 3,054 neutrophils/mg) and 72h times (115,265 ± 20,106 neutrophils/mg). These values were reduced by tetracycline treatment to 2.020 ± 210,2 neutrophils/mg and 16,506 ± 5.412 neutrophils/mg, respectively. Investigation of the inflammatory mediators involved showed increase in gene transcription levels IL-1β and IL-6 cytokines 30 minutes after envenomation. It was suggested that these effects are due, in part, to the chelation property of tetracycline on venom metalloproteinases enzymes, which are involved in the local tissue effects observed. In conclusion, tetracycline prevents proteolytic, phospholipase A2, hemorrhagic and necrotic activities, and neutrophil migration induced by B. erythromelas venom. / Envenenamentos por serpentes peçonhentas são uma emergência médica comum em zonas rurais de países tropicais. No Brasil, as serpentes botrópicas são as maiores responsáveis pelos acidentes ofídicos notificados no país. Na região Nordeste brasileira, encontra-se a serpente Bothropoides erythromelas, conhecida como jararaca-da-seca. Os venenos botrópicos causam dor, edema, hemorragia e necrose no local da picada. Tais efeitos não são revertidos pela soroterapia tradicional, o que incita a pesquisa por agentes neutralizantes. Vários estudos demonstraram a ação neutralizante das tetraciclinas contra os efeitos teciduais locais induzidos pela peçonha de serpentes. Neste trabalho, objetivou-se avaliar o efeito da tetraciclina, quando pré-incubada, contra as atividades proteolítica e fosfolipásica A2 in vitro, e as ações hemorrágica, necrosante e inflamatória induzidas pela peçonha de B. erythromelas em tecido de pele de camundongos, além de investigar a transcrição gênica dos mediadores inflamatórios envolvidos. Os resultados mostraram que a atividade proteolítica da peçonha (101,2 ± 2,56%) foi reduzida para o percentual de 6,59 ± 0,92%. A atividade fosfolipásica A2 sofreu redução de 0,04 ± 0,001 para 0,02 ± 0,003, em valores de absorbância. A formação dos halos hemorrágico (117,3 ± 7,005 mm2) e necrótico (20,79 ± 0,003 mm2) foi totalmente abolida quando a concentração da tetraciclina foi superior à da peçonha na razão 10. A cinética da migração neutrofílica induzida pela peçonha obteve dois picos nos tempos 2 horas (19,977 ± 3,054 neutrófilos/mg) e 72 horas (115,265 ± 20,106 neutrófilos/mg). Tais valores foram reduzidos pelo tratamento com tetraciclina para 2.020 ± 210,2 neutrófilos/mg e 16.506 ± 5.142 neutrófilos/mg, respectivamente. A investigação dos mediadores inflamatórios envolvidos mostrou aumento dos níveis de transcrição gênica das citocinas IL-1β e IL-6 30 minutos após o envenenamento. Sugere-se que estes efeitos foram, em parte, devidos a ação quelante da tetraciclina sobre as metaloproteinases e fosfolipases A2 presentes no veneno, enzimas envolvidas nos efeitos teciduais locais observados. Em conclusão, a tetraciclina previne as atividades proteolítica, fosfolipásica A2, hemorrágica, necrosante e a migração neutrofílica induzidas pela peçonha de B. erythromelas.
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Padrões de distribuição e conservação de serpentes do bioma Caatinga

Rocha, Wáldima Alves da 31 March 2017 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Zoologia, 2017. / Texto parcialmente liberado pelo autor. Conteúdo restrito: Capítulos 1, 2 e 3. / Submitted by Raquel Almeida (raquel.df13@gmail.com) on 2017-12-07T15:59:55Z No. of bitstreams: 1 2017_WáldimaAlvesdaRocha _PARCIAL.pdf: 909938 bytes, checksum: bb8b75fa69d24df92140a745e10bdf80 (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana (raquelviana@bce.unb.br) on 2018-02-08T21:38:40Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2017_WáldimaAlvesdaRocha _PARCIAL.pdf: 909938 bytes, checksum: bb8b75fa69d24df92140a745e10bdf80 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-02-08T21:38:40Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2017_WáldimaAlvesdaRocha _PARCIAL.pdf: 909938 bytes, checksum: bb8b75fa69d24df92140a745e10bdf80 (MD5) Previous issue date: 2018-01-08 / O bioma Caatinga foi durante anos uma das regiões de menor interesse científico no Brasil. A ideia de uma fauna depauperada e pobre em endemismos contribuiu com essa falta de interesse até o início da década de 90. Atualmente, sabemos que a Caatinga possui uma fauna relativamente rica e caracterizada por uma expressiva presença de elementos endêmicos. No entanto, muito de seu território, principalmente sua área central, continua apresentando uma amostragem deficiente para a herpetofauna em geral. A Caatinga apresenta um baixo número de reservas de proteção integral, com isso poucas espécies estão sob proteção e correm risco de perda hábitat por desmatamento, queimadas e avanço da monocultura. Diante da necessidade de avançar no conhecimento das serpentes deste bioma, este estudo teve como objetivos principais entender os padrões de distribuição das serpentes da Caatinga e que fatores explicam esses padrões, avaliar o estado atual de conservação deste grupo e identificar áreas prioritárias para a conservação. No Capítulo 1, observamos padrões de distribuição das serpentes da Caatinga e suas relações com as subdivisões de ecorregiões do bioma, e utilizando modelagem de distribuição potencial da ocorrência das espécies, nós identificamos áreas de expressiva diversidade dentro do bioma e identificamos as variáveis bioclimáticas mais relevantes para explicar essas áreas de alta diversidade. No Capítulo 2, usamos a distribuição das serpentes associadas a uma árvore filogenética para identificar áreas de endemismo filogenético. No Capítulo 3, utilizamos a distribuição das espécies endêmicas da Caatinga, para identificar áreas prioritárias para a conservação das espécies, através do planejamento sistemático para a conservação. / The Caatinga biome has been for years one of the least studied regions in Brazil. The idea that the region has a poor fauna and is poor in endemisms contributed to this lack of interest until the early 90's. Nowadays, we know that the Caatinga has a relatively rich fauna and is characterized by an expressive presence of endemic elements. However, much of its territory, mainly its central area, is still poorly sampled for the herpetofauna in general. The Caatinga presents a low number of integral protection reserves, and few species are under protection, which puts them under risk of loss habitat by deforestation, burnings and monocultures. Faced with the need to advance the knowledge on the snakes of this biome, this study had as main objectives to: 1) understand the distribution patterns of the Caatinga snakes and which factors explain the observed patterns; 2) evaluate the present conservation state of this group, and 3) identify priority areas for conservation. In Chapter 1, we identified distribution patterns of the Caatinga snakes and their relationships to the ecoregion subdivisions of the biome, using ecological niche modelling of potential distribution of species occurrence, we identified areas of expressive diversity within the biome and identified the most relevant bioclimatic variables for high diversity areas. In Chapter 2, we used the distribution of snakes associated with a phylogenetic tree to identify areas of phylogenetic endemism. In Chapter 3, we used the distribution of endemic Caatinga species to identify priority areas for species conservation through systematic planning for conservation.
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Determinantes do aumento metabólico pós-prandial em urutus, Bothrops alternatus (Serpentes, Viperidae)

Gavira, Rodrigo Samuel Bueno [UNESP] 07 October 2011 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:30:15Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2011-10-07Bitstream added on 2014-06-13T20:40:03Z : No. of bitstreams: 1 gavira_rsb_me_rcla.pdf: 847914 bytes, checksum: 30801f5783f8efbfaed2c1c9ebf88cd8 (MD5) / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / O grupo das serpentes é formado por animais estritamente carnívoros que ingerem suas presas inteiras, sem mastigação. Algumas espécies podem tolerar períodos prolongados de jejum intercalados com ingestão ocasional de presas muito grandes em relação à sua massa corpórea. Tais serpentes apresentam, dentre todos os vertebrados, algumas das mais dramáticas especializações morfológicas, comportamentais e fisiológicas associadas à alimentação. Uma das consequências da ingestão de grandes massas de alimento é o excepcional aumento da taxa metabólica pós-prandial, referido como Ação Dinâmica Específica (ADE). A magnitude dessa resposta metabólica pós-prandial depende essencialmente do tamanho e da natureza do alimento, associado a fatores como o tamanho corpóreo e a temperatura do ambiente. No entanto, raros são os trabalhos que caracterizaram a ADE de espécies de serpentes neotropicais e examinaram os fatores que potencialmente poderiam afetar esta resposta. Deste modo, ao longo dos dois capítulos que compõem a presente dissertação, investiguei alguns dos determinantes proximais do aumento metabólico pós-prandial da urutu-cruzeiro, Bothrops alternatus (Serpentes, Viperidae). O capítulo I foi dedicado à investigação dos efeitos da temperatura e do termoperíodo sobre a ADE de Bothrops alternatus (Serpentes, Viperidae). O capítulo II foi dedicado ao estudo dos efeitos do tamanho da presa sobre a ADE de Bothrops alternatus (Serpentes, Viperidae). Nossos resultados mostraram que o aumento da temperatura corpórea é acompanhado por uma aceleração do processo digestivo às custas de um maior incremento metabólico. A variação destes parâmetros ocorre de maneira inteiramente proporcional de forma que a energética da ADE não foi afetada pela variação da temperatura... / Not available
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Microdermatografia do estrato córneo das escamas de Pseudoboini Jenner e Dowling, 1985 (serpentes, colubridae, xenodontinae)

Ribeiro, Síria Lisandra de Barcelos January 2005 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T19:12:42Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000383110-Texto+Completo-0.pdf: 14093201 bytes, checksum: 16d73dc2236702a5ae712932688cd50e (MD5) Previous issue date: 2005 / Samples of stratum corneum and epidermic strate of dorsal scale of 205 specimens of Pseudoboini Jenner e Dowling, 1985, Tropidodryas Fitzinger, 1843 and Philodryas patagoniensis (Girard, 1857) have been microscopically analized. The objective of this study was to verify the existence of variation in the micro-ornamentation of different types of scales, to describe the microdermatoglyphic patterns of epidermic layer (P. patagoniensis) and the different micro-ornamentation of taxa of Pseudoboini. Based on the results, it is possible to state the variations of the micro-ornamentation of stratum corneum of Pseudoboini: a) it varies in five parts of the scale: medium, apex (posterior), lateral, basis (previous) and apical pits; b) it varies in different regions of the trunk and in the different types of scale; c) it does not present ontogenetic variation, except in the apical pits; d) it not present sexual dimorphism. It was observed absence of ornamentation in the deep stratum of the epidermis and microdermatoglyphic variation between the corneum stratum and shedding in P. patagoniensis epidermic stratum. The micro-ornamentation of the stratum corneum of the scales of Pseudoboini presented in the medial portion an echinate pattern, differing táxons enters in: lowered, prominent, prominent pseudocristate, prominent pseudopapillate and prominent plaited. In the apex (posterior) part it kept the echinate pattern, with more dispersed projections and less salient in relation to the substratum, characterizing the lowered pattern. In the basis (previous) part echinate-reticulate standard was observed, varying irregularly between taxa. In the apical pits the ornamentation were greatly changeable, not revealing a fixed pattern. The micro-ornamentation of the stratum corneum of the scales of Pseudoboini presented diminutive variations between the genera analysed, as well as significant interespecific variations. / Foram analisadas microscopicamente amostras de estratos córneos de escamas dorsais de 205 espécimes de Pseudoboini Jenner e Dowling, 1985 e Tropidodryas Fitzinger, 1843, e estratos epidérmicos de Philodryas patagoniensis (Girard, 1857). O objetivo deste estudo foi verificar a existência de variação na micro-ornamentação de diferentes tipos de escamas, e descrever os padrões microdermatográficos dos estratos epidérmicos (P. patagoniensis) e a micro-ornamentação dos diferentes táxons de Pseudoboini. Com base nos resultados obtidos, pode-se fazer as seguintes afirmações quanto às variações da micro-ornamentação dos estratos córneos de Pseudoboini: a) varia em cinco porções da escama: mediana, apicilar (posterior), lateral, basal (anterior) e fossetas apicilares; b) varia em diferentes regiões do tronco e nos diferentes tipos de escama; c) não apresenta variação ontogenética, exceto nas fossetas; d) não apresenta dimorfismos sexual. Nos estratos epidérmicos de P. patagoniensis observou-se ausência de ornamentação no estrato profundo da epiderme e variação microdermatográfica entre o estrato córneo e a exúvia. A micro-ornamentação do estrato córneo das escamas de espécies de Pseudoboini apresentou na porção mediana padrão equinado, diferindo entre os táxons em: rebaixado e proeminente (proeminente pseudocristado, proeminente pseudopapilado e proeminente pregueado). Na porção apicilar manteve-se o padrão equinado, com projeções mais dispersas e menos saliente em relação ao substrato, caracterizando o padrão rebaixado. Na porção basal observou-se padrão equinoreticulado, variando irregularmente entre os táxons. Nas fossetas as ornamentações mostraram-se muito variáveis, não havendo um padrão específico. A micro-ornamentação do estrato córneo de Pseudoboini apresentou poucas variações, inter-genéricas e inter-específicas significativas.
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Revisão taxonômica de um grupo de serpentes da mata atlântica: Tropidodryas Fitzinger, 1843 (serpentes, Dipsadidae)

Silva, Eduardo Polanczyk da January 2010 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T19:12:14Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000426044-Texto+Completo-0.pdf: 13879463 bytes, checksum: 7cadf2be799d9a40ddce460b696d076e (MD5) Previous issue date: 2010 / The snakes included in Tropidodryas Fitzniger, 1843 are distributed in the Atlantic Forest and are currently recognized as two species: T. serra (Schlegel, 1837) and T. striaticeps (Cope, 1870). The objectives of these work were to test species boundaries, determine the existence (or not) of undescribed species, and evaluate intraspecific variation. The species boundaries were tested by multivariate analysis and additional comparisons among the groups identified by that analysis. The tests was performed using morphometric and meristic variables observed in 218 specimens of Tropidodryas, and these sample was segregated by sex. Principal components analyses (PCA) identified three groups, wth further among group analysis performed using Kruskall-Wallis Anova and comparison of the frequencies of qualitative variables. For all groups skulls were prepared and analyzed, everted hemipenial organs were completely inflated, and four organs were prepared and analyzed. Despite the identification of three groups by PCA, we did detect any character to diagnose them without overlap. However, one group could be distinguished of the others by (1) keeled dorsal scales rolls; (2) larger number of ventral scales (219–235 in males, 225–234 in females) and (3) two rows of large spines in the intersulcar area (directed one row to each lobe of organ), whereas the other groups possess (1) smooth dorsal scales rolls (2) lower number of ventral scales (183–194 in males, 193–206 in females); and (3) four rows of larger spines located in the intersulcar area (directed two rows to each lobe of organ).Based on these results and comparison with type specimens data available in the original descriptions, we associated one group with T. serra and considered the other two groups to represent intraspecific variation within T. striaticeps. These species were so characterized according to coloration (shape and disposition of body blotches), morphometry and scutellation, and their skulls and hemipenises were described and figured. Both T. serra and T. striaticeps presented a posterior process on the internal surface of the prefrontal bone. T. serra differs from T. striaticeps by possessing two rows of large spines located in the intersulcar area (one row directed along each lobe), compared to four rows of large spines located in the intersulcar area (two rows directed along each lobe). / As serpentes inclusas em Tropidodryas Fitzniger, 1843 distribuem-se nas áreas de influência da Mata Atlântica, e são classificadas como T. serra (Schlegel, 1837) e T. striaticeps (Cope, 1870). Os objetivos deste trabalho são testar os limites destas espécies, a existência, ou não, de espécies ainda não descritas e também aferir a variação intra-específica das características analisadas. Os limites das espécies foram testados através de ferramentas de análises multivariadas (análise de componentes principais [ACP]) e comparações entre os grupos resultantes destas análises. Os testes foram desenvolvidos com variáveis morfométricas e merísticas observadas em 218 exemplares de Tropidodryas, separados de acordo com o sexo. A análise de componentes principais indicou a existência de três grupos. Estes grupos foram posteriormente comparados por meio de ANOVA de Kruskal-Wallis, e por comparações entre as freqüências das variáveis qualitativas, sendo que Nós não encontramos caracteres diagnósticos entre estes grupos, sem sobreposição. Porém, um grupo pôde ser distinguido dos outros dois por (1) portar escamas dorsais carenadas, (2) maior número de escamas ventrais (219–235 para machos e 225–234 para fêmeas) e (3) duas colunas de espinhos intra-sulcares (uma coluna direcionada à cada lobo do hemipênis); ao passo que os outros grupos apresentaram (1) escamas dorsais lisas, (2) menor número de escamas ventrais (183–194 para machos e 193–206 para fêmeas, sendo que estas amplitudes englobam ambos grupos), e (3) por portarem quatro colunas de espinhos intra-sulcares (duas direcionadas para cada lobo do hemipênis).Baseado nestes resultados e em comparações com dados dos espécimes-tipo, disponíveis nas descrições originais, associamos um grupo á T. serra e consideramos os outros dois grupos como representantes da variação intra-específica de T. striaticeps. Estas espécies foram então caracterizadas quanto aos padrões de disposição das manchas no corpo, morfometria e folidose, e tiveram seus crânios e hemipênis descritos e representados. Tanto T. serra quanto T. striaticeps apresentaram processo com sentido posterioranterior na face interna do pré-frontal. Os hemipênis de T. serra diferem dos de T. striaticeps por possuírem, respectivamente duas fileiras de espinhos intra-sulcares (uma fileira direcionada para cada lobo) e quatro fileiras de espinhos intra-sulcares (duas fileiras para cada lobo).
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Revisão taxonômica do grupo de taeniophallus occipitalis e o relacionamento filogenético da tribo echinantherini (serpentes, dipsadidae, xenodontinae)

Santos Junior, Alfredo Pedroso dos January 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T19:12:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000422339-Texto+Completo-0.pdf: 8258255 bytes, checksum: 39b3a077af73929c6c9e936558f81673 (MD5) Previous issue date: 2009 / The Echinantherini tribe has recently been proposed to allocate the South American Echinanthera and Taeniophallus genera, which are represented by six and eight species, respectively. The need for a systematic study in order to assess the phylogenetic relationship and the taxonomy was stressed by the existence of a probable complex of species under the name T. occipitalis, the disagreement among researchers as for the taxonomic positioning of the species belonging to the early “brevirostris” group, the possible polyphiletism of Taeniophallus, and the hypothetical monophyletic relationship between the genera of the tribe. In the present study the aim was characterize the T. occipitalis group and propose a phylogenetic relationship for the Echinantherini species drawing on phenotypic characters. After the analysis of the external morphological characters (scaling, coloring and scale ultrastructure) and internal (hemypenis) of several specimens of T. occipitalis, including specimens type, we have identified the presence of further taxons under this name. As a result of the present study, five species are currently acknowledged for the T. occipitalis group: Taeniophallus sp. nov. 1, Taeniophallus sp. nov. 2, T. miolepis (revalidated), T. occipitalis and T. quadriocellatus. A significant sexual dimorphism was found (P < 0. 05) in the number of ventrals (VE), subcaudal (SC), snout-vent length (SVL) and the relative tail length (TL/SVL) in the species of the group. Significant differences among the five species were found in the number of VE, SC, SVL and TL/SVL. In a multivariate analysis using 16 body measures, including the cephalic shields, we have found that the species of the T. occipitalis group are partially discriminated. However, when comparing the gross data of the species, the majority of these differences are not perceptible. In the present paper, a phylogenetic study of the Echinantherini tribe is presented based on phenotypic characters. The anatomical and biological studies resulted in a data matrix of 57 characters scored for 34 terminal taxa: 19 of Echinantehrini tribe, 14 the others tribes of the Xenondontinae (Alsophiini, Hydrodynastini, Hydropsini, Philodryadini, Pseudoboini, and Xenodontini) and one species of Dipsadinae subfamily. Parsimony analysis resulted in two equally parsimony trees with 231 steps, consistency index of 37 and retention index of 62. The only terminals that presented conflict between the two topologies found were species of the Echinanthera genus. The topology of the strict consensus tree of the most parsimonic trees was: (T. nebularis ((T. brevirostris, T. nicagus) ((E. amoena, E. cephalomaculata, E. cephalostriata, E. cyanoleura, E. melanostigma e E. undulata) ((T. bilineatus (T. affinis (T. persimilis, T. poecilopogon))) (T. miolepis (Taeniophallus sp. nov. 1 “imaculado”, T. quadriocellatus (Taeniophallus sp. nov. 1 “maculado” (Taeniophallus sp. nov. 2, T. occipitalis)))))))). We have proposed a classification for Echinatherini consistent with the phylogenetic hypothesis obtained in this study. The following changes were made for the new taxonomic proposal: (1) Taeniophallus is redefined as circumscribed to T. brevirostris and T. nicagus; (2) a new genus is proposed for T. nebularis; (3) a new genus is proposed for the species of the T. affinis group; and (4) a new genus is proposed for the species of the T. occipitalis group. The genus Echinanthera is maintained according to the current taxonomy. / A tribo Echinantherini foi recentemente proposta para alocar os gêneros Sul-americanos Echinanthera e Taeniophallus, os quais estão representados por seis e oito espécies, respectivamente. A necessidade de um estudo sistemático a fim de avaliar o status taxonômico desses gêneros foi acentuda com a existência de um provável complexo de espécies sob o nome T. occipitalis, as discordâncias entre pesquisadores quanto à posição taxonômica das espécies do antigo grupo “brevirostris”, o possível polifiletismo de Taeniophallus e o hipotético relacionamento monofilético dos gêneros da tribo. No presente estudo objetivou-se caracterizar o grupo de T. occipitalis e propor um relacionamento filogenético para as espécies de Echinantherini baseado em caracteres fenotípicos. Após a análise de caracteres da morfologia externa (escamação, coloração e ultra-estrutura das escamas) e interna (hemipênis) de vários espécimes de T. occipitalis, incluindo espécimes tipo, identificamos a presença de outros táxons sob esse nome. Como resultados do presente estudo cinco espécies são atualmente reconhecidas para o grupo de T. occipitalis: Taeniophallus sp. nov. 1, Taeniophallus sp. nov. 2, T. miolepis (revalidada), T. occipitalis e T. quadriocellatus. Foi observado dimorfismo sexual significante (P < 0,05) no número de ventral (VE), subcaudal (SC), comprimento rostrocloacal (CRC) e comprimento relativo da cauda (CCA/CRC) nas espécies do grupo. Diferenças significativas entre as cinco espécies foram observadas no número de VE, SC, CRC e CCA/CRC. Em uma análise multivariada utilizando 16 medidas corpóreas, inclusive de escudos cefálicos, constatamos que as espécies do grupo de T. occipitalis são parcialmente discriminadas. No entanto, quando comparamos os dados brutos das espécies, a maioria dessas diferenças não é perceptível. No estudo filogenético uma análise de máxima parcimônia foi realizada utilizando 57 caracteres fenotípicos e 33 táxons terminais: 19 pertencentes à tribo Echinantherini, 14 de outras tribos de Xenodontinae (Alsophiini, Hydrodynastini, Hydropsini, Philodryadini, Pseudoboini e Xenodontini) e uma espécie de Dipsadinae. Como resultado obteve-se duas árvores igualmente parcimoniosas com 231 passos, índice de consistência de 37 e índice de retenção de 62. Os únicos terminais que apresentaram conflitos entre as duas topologias encontradas foram as espécies do gênero Echinanthera. A topologia da árvore de consenso estrito das duas árvores mais parcimoniosas foi: (T. nebularis ((T. brevirostris, T. nicagus) ((E. amoena, E. cephalomaculata, E. cephalostriata, E. cyanoleura, E. melanostigma e E. undulata) ((T. bilineatus (T. affinis (T. persimilis, T. poecilopogon))) (T. miolepis (Taeniophallus sp. nov. 1 “imaculado”, T. quadriocellatus (Taeniophallus sp. nov. 1 “maculado” (Taeniophallus sp. nov. 2, T. occipitalis)))))))). Baseados na topologia encontrada mudanças taxonômicas para os membros de Echinantherini foram propostas. Foram realizadas as seguintes mudanças: (1) Taeniophallus é redefinido sendo restito para T. brevirostris e T. nicagus; (2) um novo gênero é proposto para T. nebularis; (3) um novo gênero é proposto para as espécies do grupo de T. affinis; e (4) um novo gênero é proposto para as espécies do grupo de T. occipitalis. O gênero Echinanthera é mantido conforme a atual taxonomia.
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Revisão taxonômica das subespécies de Leptophis ahaetulla (Linnaeus, 1758) (serpentes, colubridae)

Albuquerque, Nelson Rufino de January 2008 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T19:12:35Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000400347-Texto+Completo-0.pdf: 3051809 bytes, checksum: 9271c560826d6f32e418231939e504c0 (MD5) Previous issue date: 2008 / The snake genus Leptophis comprises a group of semiarboreal, elongate, diurnal snakes with head distinct from neck distributed in Central and South America. Members of the genus Leptophis are distinguished by coloration pattern predominantly green or copper, with or without longitudinal stripes and narrow transversal bands. Among the taxa recognized in Leptophis, L. ahaetulla is the most wide-ranging and polymorphic species, with 12 recognized subspecies: L. a. ahaetulla, L. a. bocourti, L. a. bolivianus, L. a. coeruleodorsus. L. a. copei, L. a. liocercus, L. a. marginatus, L. a. nigromarginatus, L. a. occidentalis, L. a. ortoni, L. a. praestans and L. a. urostictus. As in other Leptophis, subspecies of L. ahaetulla are defined mainly by dorsal coloration. Despite the extensive revision previously published, a new taxonomic revision of L. ahaetulla, analyzing intra- and interpopulational variation among the characters used for the recognition of lhe subspecies, and including additional specimens and statistical methods not available to previous revision was necessary. The main purpose of the present study was to assess the validity of the subspecies of L. ahaetulla as well as provide variation on meristic characters, external and hemipenial morphology, coloration, distribution, and a dichotomous key to the taxa considered to be valid. The study of hemipenial and osteological morphology, geographic distribution and variation intra- and interpopulacional of the characters used for the recognition of the subspecies was employed before taxonomic decisions. This thesis is divided into four articles. In the first, “A new species of Leptophis (Serpentes, Colubridae) from Northeastern Brazil”, 42 of 271 specimens from northeastern Brazil could not be allocated te any of the known species of Leptophis, representing a previously unrecognized species named L. caatingensis. The coloration pattern, external and hemipenial morphology of new species were compared te parapatric taxa L. a ahaetulla and L. a. liocercus. In the second article, “A taxonomie revision of tree snakes of the Leptophis ahaetulla complex (Serpentes, Colubridae)”, 10 subspecies of L. ahaetulla were elevated te species status, whereas L. a. copei and L. a. ortoni were placed in the synonymy of L. ahaetulla and L. nigromarginatus, respectively. For each species, a diagnosis, description, and distribution were provided based on examination of 1573 specimens and data from the literature. Notes on color in life and ecology were included for most species. A dichotomous key to assist in the identification of specimens was provided. Additionally, a phylogeny of the genus Leptophis based on 31 morphological, ecological and color characters was presented. One more parsimonious tree was obtained, with a total length of 53 steps, a consistency index (CI) of 96, and a retention index (RI) of 97. In the third article, “Redescription of Leptophis cupreus, a rare South America colubrine snake”, L. cupreus was redescribed based on nine specimens, including its holotype, which was considered as lost. Further, a comparative analysis among L. cupreus and sympatric taxa L. a. copei, L. a. nigromarginatus, L. a. occidentalis, and L. riveti was presented. Photos of holotype and a living specimen of L. cupreus, description and illustrations of the everted hemipenis are presented. In the last article, “Diet and feeding behaviour of the Neotropical parrot snake (Leptophis ahaetulla) in northern Brazil”, 289 specimens of L. ahaetulla from northern Brazil were examined for the composition of stomach contents. Most prey items were tree frogs of the family Hylidae (90%). Most of the anurans identified belong te the Scinax ruber species group (27%). / O gênero Leptophis constitui um grupo de serpentes de hábitos semi-arborícolas, diurnas, com corpo delgado e longo e cabeça distinta do pescoço; distribuído na América Central e América do Sul. Serpentes deste gênero são diagnosticadas pelo padrão de coloração predominante verde ou cobre, com ou sem faixas longitudinais e bandas transversais estreitas. Dentre os táxons reconhecidos no gênero Leptophis, L. ahaetulla é o de distribuição geográfica mais ampla e o mais polimórfico, devido à extrema variação no padrão de coloração, morfologia externa e dentição, com 12 subespécies reconhecidas: L. a. ahaetulla, L. a. bocourti, L. a. bolivianus, L. a. coeruleodorsus, L. a. copei, L. a. liocercus, L. a. marginatus, L. a. nigromarginatus, L. a. occidentalis, L. a. ortoni, L. a. praestans e L. a. urostictus. Como os demais táxons do gênero, as subespécies de L. ahaetulla são diagnosticadas principalmente com base no padrão de coloração dorsal. Apesar da extensa revisão já realizada, fez-se necessária uma nova revisão sistemática de L. ahaetulla, enfocando-se aspectos da variação intra e interpopulacional dos caracteres utilizados para o reconhecimento das subespécies, e incluindo novos espécimes além de métodos estatísticos mais elaborados do que os disponíveis na última revisão. O presente estudo teve como objetivo avaliar a validade das subespécies de L. ahaetulla, assim como apresentar a variação nos caracteres referentes à morfologia externa e hemipeniana, coloração, distribuição, e uma chave de identificação para os táxons considerados válidos. Para o auxílio nas decisões taxonômicas, foi priorizado o estudo da morfologia hemipeniana e osteológica, da distribuição geográfica, e da variação intra e interpopulacional dos caracteres previamente utilizados para o reconhecimento das subespécies. Esta tese está dividida em quatro artigos. No primeiro, “A new species of Leptophis (Serpentes, Colubridae) from Northeastern Brazil”, foram analisados 271 espécimes coletados no nordeste do Brasil. Destes, 42 espécimes não puderam ser alocados a nenhuma das espécies conhecidas de Leptophis, e representam uma nova espécie descrita como L. caatingensis. O padrão de coloração, a morfologia externa e a morfologia do hemipênis da espécie nova foram comparados com os táxons parapátricos L. a. ahaetulla e L. a. liocercus. No segundo artigo, “A taxonomic revision of tree snakes of the Leptophis ahaetulla complex (Serpentes, Colubridae)”, 10 subespécies de L. ahaetulla foram elevadas ao status de espécie; L. a. copei e L. a. ortoni foram consideradas como sinônimos júnior de L. ahaetulla e L. nigromarginatus, respectivamente. Para cada espécie, uma diagnose, descrição, e distribuição foram providenciadas, baseado na análise de 1573 espécimes e dados de literatura. Notas sobre a coloração das espécies em vida e dados referentes à ecologia foram incluídas para a maioria das espécies. Uma chave dicotômica para auxiliar na identificação foi providenciada. Adicionalmente, foi feita uma análise filogenética de parcimônia, baseada em 31 caracteres morfológicos, ecológicos, e de coloracão. A análise resultou em nove árvores igualmente parcimoniosas, com 50 passos, índice de consistência (IC) de 96, e índice de retenção (IR) de 97. No terceiro artigo, “Redescription of Leptophis cupreus, a rare South America colubrine snake”, L. cupreus foi redescrita através da análise de nove exemplares, incluindo o holótipo, que havia sido considerado como perdido. Neste trabalho, foi feita uma análise comparativa de L. cupreus com os táxons simpátricos L. a. copei, L. a. nigromarginatus, L. a. occidentalis, e L. riveti, além da inclusão de fotos do holótipo e descrição do hemipênis. No último artigo, “Diet and feeding behaviour of the Neotropical parrot snake (Leptophis ahaetulla) in northern Brazil”, 289 espécimes de Leptophis ahaetulla coletados no norte do Brasil foram examinados para a composição dos conteúdos estomacais. A maioria das presas foi identificada como anfíbios arborícolas da família Hylidae (90%), com 27% desses sendo identificados como Scinax gr. ruber.
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Biologia reprodutiva e dieta de liophis jaegeri jaegeri (Günther, 1858) (serpentes, colubridae, xenodontinae)

Frota, Jossehan Galúcio da January 2005 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T19:13:11Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000341103-Texto+Completo-0.pdf: 382099 bytes, checksum: 3462727a5a5cd9a14ce2bd41ec6e7f84 (MD5) Previous issue date: 2005 / Liophis j. jaegeri is a small Neotropical colubrid snake of the Tribe Xenodontini that occurs in southeastern and southern Brazil (including southeastern Mato Grosso do Sul), and Uruguay. To access data on its reproductive biology and diet, we analyzed the developmental stages of the gonads, and the prey items of 313 specimens from all its geographical range of occurrence. The snout-vent length (SVL) varied from 195. 0 to 430. 0 mm (x = 309. 9; dp = 51. 4; n = 84) in mature males, and from 291. 0 to 527. 0 mm (x = 360. 2; dp = 38. 0; n = 107) in mature females. Males and females reached the sexual maturity with SVLs 75. 0% and 161. 0% greater than the mean SVL of the newborns, respectively, with 195. 0 and 291. 0 mm of SVL and 8-10 and 10-12 months of age. The number of vitellogenic follicles varied from one to 12 (x = 4,9; dp = 2,5; n = 48), and the number of oviductal eggs varied from three to 10 (x = 5,4; dp = 2,2; n = 16). There was no significative relation between the female SVL and the number of eggs. The reproductive cycle is seasonal: vitellogenic follicles were found from August to March, and oviductal eggs from September to January. Based on the seasonal distribution of females with vitellogenic follicles or oviductal eggs, and in records of clutches and hatchlings observed in captivity or presented in the literature, it is possible to infer that mating start in August, the cluthes have three to 13 eggs and occur from October to February, and that the recruitment occur from December to April after 56-84 days of incubation. Liophis j. jaegeri feeds almost exclusively on anurans, mainly leptodactylids.From the dissected stomachs, 30 (9. 6%) contained 50 items: 47 anurans (94. 0% of the items, being 42. 0% Leptodactylidae, 20. 0% Hylidae, 8. 0% Bufonidae, and 24. 0% unidentified anurans), two fishof the family Characidae (4. 0%), and one unidentified vertebrate (2. 0%). Within 38 prey items, 25 (65. 8%) were ingested headfirst. Fourteen prey items were measured (total length, TL) and varied from 2. 0% to 8. 0% of the snout-vent length (SVL) of the predator snake. The relation between the snake SVL and the prey TL was not significant. We conclude that Liophis j. jaegeri is an anurophagic specialist snake that eats only very small prey, which do not need to be manipulated and headfirst oriented before swallowing. The small size of the head of L. j. jaegeri, in relation to its SVL, appears to be the main factor restraining its capacity of swallowing large prey. / Liophis j. jaegeri é um colubrídeo neotropical da Tribo Xenodontini que ocorre desde o sudeste e sul do Brasil (incluindo o sudeste do Mato Grosso do Sul) até o sul do Uruguai. Este trabalho tem por objetivo conhecer a biologia reprodutiva e a dieta de L. j. jaegeri, com base na análise de 313 espécimes procedentes de toda sua área de distribuição. O comprimento rostro-cloacal (CRC) de L. j. jaegeri variou de 195,0 a 430,0 mm ( x = 309,9; dp = 51,4; n = 84) nos machos maduros, e de 291,0 a 527,0 mm ( x = 360,2; dp = 38,0; n = 107) nas fêmeas maduras. Machos e fêmeas atingem a maturidade sexual com CRC 75,0% e 161,0% maior que a média do CRC dos recémnascidos, respectivamente. O número de folículos vitelogênicos e ovos no oviduto variou de 1 a 12 ( x = 4. 9; dp = 2,5; n = 48) e 3 a 10 ( x = 5,4; dp = 2,2; n = 16), respectivamente. A relação entre o CRC das fêmeas e o número de ovos não foi significativa. O ciclo reprodutivo é sazonal: folículos vitelogênicos foram encontrados nos meses de agosto a março e ovos nos ovidutos de setembro a janeiro. Com base na distribuição sazonal de fêmeas com folículos vitelogênicos ou ovos nos ovidutos, e no registro de desovas e nascimentos ocorridos em cativeiro ou documentados na literatura, presume-se que os acasalamentos iniciem em agosto, as desovas sejam compostas por 3-13 ovos e ocorram de outubro a fevereiro, e os nascimentos de dezembro a abril, após um período de incubação de 56-84 dias. Liophis j. jaegeri se alimenta quase que exclusivamente de anuros, primariamente leptodactilídeos. Dos estômagos analisados, 30 (9,6%) apresentaram 50 itens: 47 anuros (94,0% dos itens, sendo 42,0% Leptodactylidae, 20,0% Hylidae, 8,0% Bufonidae, e 24,0% anuros de famílias não identificadas), dois peixes da família Characidae (4,0%), e um vertebrado não identificado (2,0%).Dentre 38 presas analisadas, 25 (65,8%) foram ingeridas pela região anterior do corpo. Quatorze presas foram medidas, apresentando o comprimento total variando entre 2,0% e 8,0% do comprimento rostro-cloacal das serpentes que as ingeriram. A relação entre o comprimento rostro-cloacal das serpentes e o comprimento total de suas presas não foi significativa. Liophis j. jaegeri é anurófaga especialista, alimentando-se apenas de presas proporcionalmente pequenas, não prevalecendo o caráter oportunista condicionado pelo encontro de presas de diversos tamanhos. Nesta serpente, o pequeno tamanho da cabeça, em relação ao CRC, parece impedir a ingestão de presas proporcionalmente grandes.
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Estudo filogeográfico de Bothrops jararaca (WIED, 1824) baseado no DNA mitocondrial (squamata: serpentes: viperidae)

Grazziotin, Felipe Gobbi January 2004 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T19:13:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000321320-Texto+Completo-0.pdf: 907276 bytes, checksum: a0226a07cabe2f0bbd6b7f25bfb0b2fa (MD5) Previous issue date: 2004 / Bothrops jararaca is a pitviper distributed across the Brazilian Atlantic Forest, manly in the south and southeastern regions of Brazil, being one of the main causes of the more than 10,000 registered snakebites in Brazil. Large variation in color and drawn patterns has been described, however noting is known about the population genetic and evolutionary history. We analyzed the sequence variation at the mitochondrial gene cytocrome b in 154 individuals from 96 localities and five specimens from two closely related insular species (B. insularis and B. alcatraz). Phylogenetic and network analyses reveled the existence of a southern and a southeastern clade with high support for all methods. The boundary between the two clades is near to where is today the Paranapanema River, between the São Paulo and the Paraná State, although its seems that this river is not a dispersion barrier to this species. The divergence time for these two clades was estimated at 3. 5 to 1. 0 millions years BP at the late Pliocene or early Pleistocene, when the tropical rain forest was fragmented by large climatic changes. Our data suggest that the SOC subclade underwent a moderate bottleneck followed by a large size expansion while SEC showed signals of range and size expansion, and absence of a strong bottleneck. The origin of the insular B. alcatraz and B. insularis occurred in the Late Pleistocene by individuals from the actual B. jararaca species, and its origins may be associated with the fluctuation of the sea level at that period. / Bothrops jararaca distribui-se na região da Mata Atlântica, concentrando-se nos estados do sul e sudeste do Brasil. Possui grande variação nos padrões de desenho e cor, entretanto sua história evolutiva é desconhecida. Visando avaliar a variabilidade do gene mitocondrial cyt-b sequenciamos aproximadamente 700pb de 154 exemplares de 96 localidades (abrangendo sete estados brasileiros) mais cinco espécimes insulares (duas B. insularis e três B. alcatraz). As relações filogenéticas foram estimadas utilizando três métodos: Máxima-Parcimônia; Neighbor-Joining e Maximum-likelihood com seqüências de B. atrox e B. erythromelas como grupos externos. Estas análises demonstram, com alto suporte, a formação de dois clados: um majoritariamente composto de indivíduos do sudeste (SEC) e outro com indivíduos do sul (SC). Comparativamente a diversidade média dentro de B. jararaca (2,9%) é maior que as espécies de Bothrops até o momento avaliadas. SEC possui 30 haplótipos e diversidade nucleotídica de 0,01, SC possui 14 haplótipos e diversidade nucleotídica de 0,007. Nas análises baseadas em simulaçôes de anelamento (SAMOVA) não foi possível encontrar o agrupamento com o maior FCT, pois este aumentou em função do número de grupos selecionados. Contudo foram definidos dois grupos populacionais: sudeste e sul, baseado nas árvores filogenéticas e nos networks inferidos utilizando Median-joining e Parcimônia Estatística. Em todas as análises os grupos mantiveram-se com apenas dois indivíduos migrantes, sendo que sua estruturação apresentou FST de 0,70 e Nm de 0,21. O limite aproximado da divisão entre os grupos relaciona-se com o leito do Rio Paranapanema, entretanto não existe fundamentação para afirmar que este rio tenha sido a barreira para o fluxo gênico.O tempo de divergência entre os dois grupos foi estimado entre 3,6 e 1,0 milhões de anos o que situaria o evento cladogênico no final do Plioceno e inicio do Peistoceno, período de grandes mudanças climáticas que poderiam ter fragmentado a população ancestral. Os resultados do NCA (Nested Clade Analisys) confirmam uma fragmentação passada como explicação para a estruturação entre os dois grandes clados, além de fluxo gênico restrito para a formação da maioria dos subclados. Análises de Aucorrelação espacial contrariamente indicam com alta significância uma variação clinal, contudo este padrão poderia ser gerado pela grande diferença entre os clados. Testes de neutralidade foram significantes apenas para os subclados do SC, assim como, o padrão unimodal nas análises de mismatch distrution, sugerindo um bottleneck moderado seguido de uma expansão populacional para SC. As espécies insulares: B. alcatraz e B. insularis agrupam-se no SEC e possuem haplótipos continentais. Contudo provem de subclados distintos dentro de SEC. Estes dados sugerem que a colonização das ilhas ocorreu a poucos milhares de anos, e podem estar associados a flutuação do mar durante o Pleistoceno.

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