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[pt] EM DEFESA DE UMA SOLUÇÃO INFERENCIALISTA PARA O PROBLEMA DE SEGUIR UMA REGRA / [en] IN DEFENSE OF AN INFERENTIALIST SOLUTION TO THE RULE-FOLLOWING PROBLEMTAIGON MARQUES GONCALVES 11 November 2021 (has links)
[pt] Esta tese tem por objetivo apresentar, analisar e defender uma solução
inferencialista para o assim chamado problema de seguir uma regra. O primeiro
capítulo serve como uma introdução. No segundo capítulo, traço as linhas gerais
que balizam a discussão ao longo do resto do trabalho: introduzo a ideia de uma
teoria do significado e os seus elementos e mostro que ela pode ser uma base
sistemática para discussões metafísicas e epistemológicas – com destaque para os
temas do realismo e do representacionismo. No terceiro capítulo, abordo em
detalhes o problema de seguir uma regra – apresentando uma reconstrução do
argumento do Wittgenstein de Kripke (baseando-me em Hattigandi) que conduz à
conclusão cética- bem como analiso a viabilidade das possíveis linhas de resposta.
No quarto capítulo, apresento o maquinário teórico-conceitual do inferencialismo
(baseando-me sobretudo na obra de Brandom); esboço a estrutura geral de uma
teoria semântica inferencialista combinando o inferencialismo com duas outras
ideias: o normativismo pragmático e o expressivismo lógico. Por fim, no quinto
capítulo, enfrento o problema cético de seguir uma regra a partir da perspectiva
apresentada no capítulo anterior, e utilizando os elementos introduzido nos outros
três capítulos. / [en] In this dissertation I aim to present, analyze, and defend an inferentialist
solution to the so-called rule-following problem. The first chapter works as an
introduction. The second chapter sets the stage for the discussion throughout the
dissertation. After introducing the very idea of a theory of meaning, I show that it
can serve as a systematic basis for metaphysical and epistemological discussions –
wherein the themes of realism and representationalism take center stage. In the third
chapter, I tackle the rule-following problem. More precisely, drawing on
Hattiangadi s seminal interpretation, I offer a reconstruction of Kripkenstein s
argument leading to the skeptical solution. I also assess the plausibility of the main
lines of response to the problem. In the fourth chapter, I introduce the inferentialist
theoretical-conceptual machinery inspired by Brandom, drawing the general
framework for an inferentialist semantic theory that combines semantic
inferentialism with pragmatic normativism and logical expressivism. The final
chapter tackles the rule-following problem from the perspective set out in the
previous chapter, using at the same time elements brought into play in the other
three chapters.
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Investigações em semânticas construtivas / Investigations on proof-theoretic semanticsOliveira, Hermogenes Hebert Pereira 14 February 2014 (has links)
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Previous issue date: 2014-02-14 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES / Proof-theoretic Semantics provides a new approach to the semantics of logical
constants. It has compelling philosophical motivations which are rooted deeply
in the philosophy of language and the philosophy of mathematics. We investigate
this new approach of logical semantics and its perspective on logical validity in the
light of its own philosophical aspirations, especially as represented by the work
of Dummett (1991). Among our findings, we single out the validity of Peirce’s
rule with respect to a justification procedure based on the introduction rules for
the propositional logical constants. This is an undesirable outcome since Peirce’s
rule is not considered to be constructively acceptable. On the other hand, we also
establish the invalidity of the same inference rule with respect to a justification
procedure based on the elimination rules for the propositional logical constants.
We comment on the implications of this scenario to Dummett’s philosophical programme
and to proof-theoretic semantics in general. / As semânticas construtivas oferecem uma nova abordagem semântica para as
constantes lógicas. Essas semânticas gozam de fortes motivações filosóficas advindas
da filosofia da linguagem e da filosofia da matemática. Nós investigamos
essa nova abordagem semântica da lógica e sua concepção de validade lógica sob
a luz de suas próprias aspirações filosóficas, em especial aquelas representadas
pelo trabalho de Dummett (1991). Dentre nossos resultados, destacamos a validade
da Regra de Peirce em relação ao procedimento justificatório baseado nas
regras de introdução para as constantes lógicas proposicionais. Essa é uma situação
indesejável, pois a Regra de Peirce não é considerada aceitável de um ponto
de vista construtivo. Por outro lado, verificamos que o procedimento justificatório
baseado nas regras de eliminação atesta a invalidade dessa mesma regra. Tecemos
alguns comentários a respeito das consequências desse cenário para o projeto
filosófico de Dummett e para as semânticas construtivas em geral.
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O projeto logicista de FregeRabenschlag, Ricardo Seara January 2002 (has links)
Resumo não disponível.
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O projeto logicista de FregeRabenschlag, Ricardo Seara January 2002 (has links)
Resumo não disponível.
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O projeto logicista de FregeRabenschlag, Ricardo Seara January 2002 (has links)
Resumo não disponível.
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Da linguagem e seus sentidos : um estudo sobre a tese da prioridade analítica da linguagem sobre o pensamentoSilva, Rafael Ribeiro January 2018 (has links)
O presente trabalho apresenta uma discussão sobre a tese da prioridade analítica da linguagem sobre o pensamento. Essa tese, que estabelece que uma explicação filosófica do pensamento – entendido como aquilo que pode ser verdadeiro ou falso – apenas pode ser obtida por meio da análise da linguagem, é formulada e defendida à luz do que Michael Dummett chamou de teoria do significado. Em seguida, duas reações contrárias à tese da prioridade analítica são consideradas. O núcleo da primeira crítica, capitaneada por John McDowell, é a alegada impossibilidade de uma explicação da linguagem que não se ancore em uma explicação dos pensamentos. Diante disso, McDowell defende uma revisão de nossas pretensões explicativas no que diz respeito à linguagem e ao pensamento. A segunda crítica à tese da prioridade analítica da linguagem sobre o pensamento é formulada a partir da filosofia madura de Gareth Evans. Nesse caso, a crítica não é dirigida à ambição explicativa, e sim a ordem pretendida da explicação. Em vez de explicarmos os pensamentos por meio de uma elucidação do significado das expressões, ele propõe que uma explicação do significado das expressões se dê em termos de uma teoria dos pensamentos concebida de forma independente de uma análise dos significados das expressões. Por fim, o presente trabalho conclui que as críticas consideradas não são bem-sucedidas, e que a posição de Dummett merece ser considerada mais seriamente dentro do debate atual sobre metodologia filosófica. / The present work presents a discussion about the thesis of the priority of language over thought in the order of explanation. This thesis, which establishes that a philosophical explanation of thought, understood as that which can be true or false, can only be obtained through the analysis of language, is formulated and defended in the light of what Michael Dummett called the theory of meaning. Then, two reactions contrary to the thesis of the priority are considered. The core of the first criticism, commanded by John McDowell, is the alleged impossibility of an explanation of language that is not based on an explanation of the thoughts. In view of this, he advocates a revision of our explanatory pretensions in regard to language and thought. The second criticism of the thesis of the priority of language over thought is formulated from the mature philosophy of Gareth Evans. In this case, criticism is not directed at explanatory ambition, but at the intended order of explanation. Instead of explaining thoughts by means of an elucidation of the meaning of expressions, he proposes that an explanation of the meaning of expressions be given in terms of a theory of thoughts conceived independently of an analysis of the meanings of expressions. Finally, the present work concludes that the criticisms analyzed are not successful, and that Dummett's position deserves to be considered more seriously in the current debate on philosophical methodology.
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Da linguagem e seus sentidos : um estudo sobre a tese da prioridade analítica da linguagem sobre o pensamentoSilva, Rafael Ribeiro January 2018 (has links)
O presente trabalho apresenta uma discussão sobre a tese da prioridade analítica da linguagem sobre o pensamento. Essa tese, que estabelece que uma explicação filosófica do pensamento – entendido como aquilo que pode ser verdadeiro ou falso – apenas pode ser obtida por meio da análise da linguagem, é formulada e defendida à luz do que Michael Dummett chamou de teoria do significado. Em seguida, duas reações contrárias à tese da prioridade analítica são consideradas. O núcleo da primeira crítica, capitaneada por John McDowell, é a alegada impossibilidade de uma explicação da linguagem que não se ancore em uma explicação dos pensamentos. Diante disso, McDowell defende uma revisão de nossas pretensões explicativas no que diz respeito à linguagem e ao pensamento. A segunda crítica à tese da prioridade analítica da linguagem sobre o pensamento é formulada a partir da filosofia madura de Gareth Evans. Nesse caso, a crítica não é dirigida à ambição explicativa, e sim a ordem pretendida da explicação. Em vez de explicarmos os pensamentos por meio de uma elucidação do significado das expressões, ele propõe que uma explicação do significado das expressões se dê em termos de uma teoria dos pensamentos concebida de forma independente de uma análise dos significados das expressões. Por fim, o presente trabalho conclui que as críticas consideradas não são bem-sucedidas, e que a posição de Dummett merece ser considerada mais seriamente dentro do debate atual sobre metodologia filosófica. / The present work presents a discussion about the thesis of the priority of language over thought in the order of explanation. This thesis, which establishes that a philosophical explanation of thought, understood as that which can be true or false, can only be obtained through the analysis of language, is formulated and defended in the light of what Michael Dummett called the theory of meaning. Then, two reactions contrary to the thesis of the priority are considered. The core of the first criticism, commanded by John McDowell, is the alleged impossibility of an explanation of language that is not based on an explanation of the thoughts. In view of this, he advocates a revision of our explanatory pretensions in regard to language and thought. The second criticism of the thesis of the priority of language over thought is formulated from the mature philosophy of Gareth Evans. In this case, criticism is not directed at explanatory ambition, but at the intended order of explanation. Instead of explaining thoughts by means of an elucidation of the meaning of expressions, he proposes that an explanation of the meaning of expressions be given in terms of a theory of thoughts conceived independently of an analysis of the meanings of expressions. Finally, the present work concludes that the criticisms analyzed are not successful, and that Dummett's position deserves to be considered more seriously in the current debate on philosophical methodology.
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Da linguagem e seus sentidos : um estudo sobre a tese da prioridade analítica da linguagem sobre o pensamentoSilva, Rafael Ribeiro January 2018 (has links)
O presente trabalho apresenta uma discussão sobre a tese da prioridade analítica da linguagem sobre o pensamento. Essa tese, que estabelece que uma explicação filosófica do pensamento – entendido como aquilo que pode ser verdadeiro ou falso – apenas pode ser obtida por meio da análise da linguagem, é formulada e defendida à luz do que Michael Dummett chamou de teoria do significado. Em seguida, duas reações contrárias à tese da prioridade analítica são consideradas. O núcleo da primeira crítica, capitaneada por John McDowell, é a alegada impossibilidade de uma explicação da linguagem que não se ancore em uma explicação dos pensamentos. Diante disso, McDowell defende uma revisão de nossas pretensões explicativas no que diz respeito à linguagem e ao pensamento. A segunda crítica à tese da prioridade analítica da linguagem sobre o pensamento é formulada a partir da filosofia madura de Gareth Evans. Nesse caso, a crítica não é dirigida à ambição explicativa, e sim a ordem pretendida da explicação. Em vez de explicarmos os pensamentos por meio de uma elucidação do significado das expressões, ele propõe que uma explicação do significado das expressões se dê em termos de uma teoria dos pensamentos concebida de forma independente de uma análise dos significados das expressões. Por fim, o presente trabalho conclui que as críticas consideradas não são bem-sucedidas, e que a posição de Dummett merece ser considerada mais seriamente dentro do debate atual sobre metodologia filosófica. / The present work presents a discussion about the thesis of the priority of language over thought in the order of explanation. This thesis, which establishes that a philosophical explanation of thought, understood as that which can be true or false, can only be obtained through the analysis of language, is formulated and defended in the light of what Michael Dummett called the theory of meaning. Then, two reactions contrary to the thesis of the priority are considered. The core of the first criticism, commanded by John McDowell, is the alleged impossibility of an explanation of language that is not based on an explanation of the thoughts. In view of this, he advocates a revision of our explanatory pretensions in regard to language and thought. The second criticism of the thesis of the priority of language over thought is formulated from the mature philosophy of Gareth Evans. In this case, criticism is not directed at explanatory ambition, but at the intended order of explanation. Instead of explaining thoughts by means of an elucidation of the meaning of expressions, he proposes that an explanation of the meaning of expressions be given in terms of a theory of thoughts conceived independently of an analysis of the meanings of expressions. Finally, the present work concludes that the criticisms analyzed are not successful, and that Dummett's position deserves to be considered more seriously in the current debate on philosophical methodology.
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