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Recuperação precoce da disfunção endotelial venosa após compensação clínica na insuficiência cardíaca aguda descompensada

Ruschel, Karen Brasil January 2006 (has links)
Resumo não disponível.
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Prevalência e impacto de fatores metabólicos e nutricionais na insuficiência cardíaca : caquexia, ângulo de fase e miostatina

Alves, Fernanda Donner January 2015 (has links)
Resumo não disponível
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Exercício de baixa intensidade na Insuficiência Cardíaca Grave: segurança, respostas agudas e seguimento em médio prazo / Low-intensity exercise in severe heart failure: safety, the acute responses and medium term follow-up

Yoshimori, Darlene Yuri [UNIFESP] 28 July 2010 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-07-22T20:50:12Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2010-07-28 / Objetivos: estudar o comportamento cardiovascular e segurança, frente a protocolo de exercícios de baixa intensidade em pacientes com Insuficiência Cardíaca (IC) grave, e correlacionar a resposta com variáveis hemodinâmicas, condições cardiorespiratórias e sobrevida. Métodos: foram estudados 21 pacientes com IC grave, inscritos na lista de transplante cardíaco do Hospital Universitário da Unifesp. Após avaliação os pacientes realizaram protocolo de exercício com seis etapas de exercícios (1ª. membros superiores, 2ª. inferiores, 3ª. caminhada 35 m, 4ª. ½ lance de escada, 5ª. caminhada de 200 m e 6ª. 1 lance de escada) com intensidade entre 2 a 6 equivalentes metabólicos. Estes também foram acompanhados por um período médio de 17 meses quanto a complicações clínicas e óbito. Resultados: Dos pacientes estudados, três não foram capazes de realizar o protocolo completo. Durante a realização do protocolo, observamos uma maior elevação da freqüência cardíaca, duplo produto e escala de percepção de esforço de Borg (EP) durante a etapa 5. Valores de pressão arterial apresentaram pouca alteração entre os estágios, e não houve aumento da incidência de arritmias (kappa=0,552) frente ao esforço. Observamos correlação positiva do EP na etapa 5, com pressão arterial sistólica (r=0,4; p=0,02). No geral foram observados valores reduzidos de Pimáx e pressão arterial e maior elevação da freqüência cardíaca em pacientes com desfecho óbito. Conclusão: o comportamento cardiovascular frente ao protocolo de exercícios foi bem tolerado e seguro, mas sugere necessidade de monitoração. Informações obtidas na avaliação clínica inicial estão associadas com a descompensanção e óbito, podendo auxiliar na estratificação destes pacientes. / Objectives: To study the cardiovascular behavior and safety during protocol of lowintensity exercise in patients with severe heart failure (HF), awaiting heart transplantation. Methods: We studied 21 patients with severe HF the list for a heart transplant at the University Hospital of UNIFESP. After evaluation, patients underwent exercise protocol with six stages (1. upper limbs, 2. inferiors, 3. walk 35 m, 4. ½ flight of stairs, 5. walk 200 m 6. a flight of stairs) with intensity between 2-6 metabolic equivalents. These patients also were followed for an average period of 17 months as the clinical complications and death. Results: From the patients studied, three were not able to perform the full protocol, the variables body mass index, maximal inspiratory, expiratory pressure measurement (Pimáx and Pemáx, cmH2O) and number of previous admissions, showed the most divergent behavior of the sample studied. A greater increase in heart rate, double product and scale of perceived exertion during step 5 was observed during the protocol. Blood pressure levels showed little change between stages, and there was no arrhythmias incidence increase (kappa = 0.552) compared to effort. A positive correlation scale was perceived in exertion walking distance of 200m, with systolic blood pressure (r = 0.4, p = 0.02). In general, it was observed lower values of maximal inspiratory pressure and increased blood pressure and elevated heart rate in patients with death outcome. Conclusion: Cardiovascular behavior against exercise protocol was well tolerated and safe, but suggests need for monitoring. Information collected at initial clinical evaluation are associated with decompensation and death, and may help stratify these patients. / TEDE / BV UNIFESP: Teses e dissertações
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Uma sessão isolada de treinamento intervalado de alta intensidade promove aumento subagudo no diâmetro da artéria braquial e redução na pressão arterial em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada

Lima, Juliana Beust de January 2015 (has links)
Resumo não disponível
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MicroRNAs circulantes como biomarcadores da insuficiência cardíaca descompensada

Schneider, Stéfanie Ingrid dos Reis January 2014 (has links)
Resumo não disponível
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Estudo de parâmetros de estresse oxidativo na síndrome pós-parada cardiorrespiratória

Medeiros, Tássia Machado January 2013 (has links)
A Parada Cardiorrespiratória (PCR) é caracterizada pela parada abrupta da ventilação e circulação espontâneas. A Síndrome Pós-parada Cardiorrespiratória (SPCR) surge após a PCR, destacando-se por acarretar disfunção do miocárdio, lesão cerebral, resposta sistêmica inflamatória devido à isquemia/reperfusão, possuindo importante causa de mortalidade em todo o mundo. O processo de isquemia/reperfusão gerado pela PCR contribui para o dano tecidual, em parte pela geração de espécies reativas. A formação de espécies reativas pode tanto gerar dano direto em biomoléculas como lipídeos, DNA e proteínas quanto alterar a composição celular de antioxidantes enzimáticos e não enzimáticos, componentes de diferentes vias celulares como apoptose e necrose e ativar inflamação. O objetivo do estudo (observacional, coorte prospectivo) foi analisar, em humanos, o perfil do processo de estresse oxidativo na SPCR acompanhando os pacientes durante as diferentes fases da síndrome. Foi coletado sangue total de 30 pacientes pós-PCR 6, 12, 36 e 72 horas após a ressuscitação bem sucedida, os quais se encontravam internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Nossa Senhora da Conceição – Grupo Hospitalar Conceição (HNSC-GHC) de Porto Alegre (entre maio de 2011 a novembro de 2012). Excluíram-se pacientes menores de 18 anos, vítimas de trauma, pós-operatório imediato (<7 dias), gestantes e pacientes terminais. O dano em biomoléculas foi analisado através da dosagem de grupos carbonil (proteínas), malondialdeído (MDA) (lipídeos) e nitritos/nitratos, além da dosagem da proteína S100B como um marcador de dano neuronal; os antioxidantes enzimáticos através da atividade das enzimas superóxido dismutase (SOD), glutationa S-tranferase (GsT) e consumo de H2O2; antioxidantes não-enzimáticos através da concentração de glutationa (total (tGSH), reduzida (GSH) e oxidada (GSSG)) e vitamina C. Além disso, dados clínicos e bioquímicos foram fornecidos pelo hospital, como pH, glicose, lactato, hemoglobina, hematócrito, proteína-C reativa e eletrólitos. Dos 30 pacientes, 60% eram homens e apenas 18 sobreviveram durante todo o período de coleta (72h pós-PCR). A análise estatística foi realizada através do teste The Generalized Estimation Equations (GEE). Os pacientes apresentaram em três dos quatro momentos de coleta médias correspondentes à acidose e lactato com valores superiores aos considerados normais em todos os momentos. Os níveis de hemoglobina diminuiram significativamente do primeiro dia para o último. Os níveis de proteína-C reativa aumentaram significativamente do primeiro dia para o último e os valores médios de todos os momentos foram altos comparados com valores normais. Os níveis de nitritos/nitratos em eritrócitos encontraram-se significativamente mais elevados no último momento do que no penúltimo. Os níveis de tGSH, GSH e GSSG diminuíram significativamente do primeiro momento para o terceiro. Também foram realizadas análises desses parâmetros comparando homens e mulheres. A atividade de GsT teve aumento das 6 para 36 h pós-PCR. Mulheres apresentaram variações significativas nos níveis de glicose (relacionado a hiperglicemia), com o valor mais alto nas 72h pós-PCR. Homens tiveram variação nos níveis de GSSG, tendo seu menor valor 36h pós-PCR, bem como diminuição do consumo de H2O2 de 6h para 36h pós-PCR. Concluise que o estresse oxidativo não influencia no processo da SPCR somente nos momentos iniciais deste, mas continua sua influência ao longo de todas as fases. Além disso, homens e mulheres possuem resposta fisiológica diferente à SPCR. Enfatizando que este é o primeiro trabalho comparando as diferenças entre os sexos nesta síndrome em humanos com um número maior de parâmetros analisados. / Cardiac arrest (CA) is characterized by the abrupt stop of spontaneous ventilation and circulation. The Post- Cardiac Arrest Syndrome (Post-CA Syndrome) arises after CA, distinguished by cause myocardial dysfunction, brain injury, systemic inflammatory response due to ischemia/reperfusion, having important cause of mortality worldwide. The process of ischemia/reperfusion generated by CA contributes to tissue injury, in part by generating reactive species. The formation of reactive species can generate both direct damage to biomolecules such as lipids, DNA and proteins and alter the cellular composition of enzymatic and non-enzymatic antioxidants, components of different cellular pathways such as apoptosis and necrosis and activate inflammation. The objective of the study (observational, prospective cohort study) was to analyze, in humans, the profile of the process of oxidative stress in SPCR accompanying patients during different stages of the syndrome. Whole blood of 30 patients post-CA 6, 12, 36 and 72 hours were collected after successful resuscitation, which were admitted to the Intensive Care Unit (ICU) of the Hospital Nossa Senhora da Conceição - Conceição Hospital Group (HNSC - GHC) of Porto Alegre (from May 2011 to November 2012). We excluded patients younger than 18 years, victims of trauma, immediate postoperative period (< 7 days), pregnant and terminally ill patients. The damage to biomolecules was examined through measurement of carbonyl groups (proteins), malondialdehyde (MDA) (lipids) and nitrites/nitrates, dosage of S100B protein as a marker of neuronal damage, through enzymatic activity of antioxidant enzymes superoxide dismutase (SOD), glutathione S-transferase (GST) and consumption of H2O2; non-enzymatic antioxidants through the concentration of glutathione (total (tGSH) , reduced (GSH) and oxidized (GSSG)) and vitamin C. In addition, biochemical and clinical data were provided by the hospital, such as pH, glucose, lactate, hemoglobin, C-reactive protein and electrolytes. Of the 30 patients, 60 % were men and only 18 survived throughout the collection period (72h post- CA). Statistical analysis was performed using Generalized Estimation Equations test (GEE). Patients reported in three of four times average collection corresponding to acidosis and lactate values over that considered normal at all times. Hemoglobin decreased significantly from the first day to the last. The C-reactive protein increased significantly from the first day to the last, and the averages of all times were high compared with normal values. Nitrites/nitrates found in erythrocytes were significantly higher than the last time in the penultimate. tGSH, GSH and GSSG decreased significantly from the first moment to the third. We also did the analysis of these parameters comparing men and women. Women showed significant variations in glucose levels (hyperglycemia associated) with the highest value at 72h post-CA. GsT activity had decreased from 6 to 36 h post-CA. Men had a variation in the levels of GSSG, having its lowest value 36h post-CA as well as reducing the consumption of H2O2 6h for 36h post-CA. We conclude that oxidative stress does not influence the process of SPCR only in the early moments of this, but his influence continues throughout all stages. In addition, men and women have different physiological response to Post-CA Syndrome. Emphasizing this is the first study to compare differences between genders in this syndrome in humans with a greater number of parameters analyzed. Key words: Post cardiac arrest syndrome, cardiac arrest, oxidative stress.
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Determinantes da atividade física habitual na insuficiência cardíaca crônica

Brod, Marta da Silva January 2014 (has links)
Resumo não disponível
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Análise de custo-efetividade do exercício físico na terapêutica da insuficiência cardíaca

Kühr, Eduardo Miguel January 2009 (has links)
Nos últimos anos a orientação para exercício físico em portadores de insuficiência cardíaca passou da contra-indicação absoluta para uma indicação plena em pacientes clinicamente estáveis. Diversas evidências sustentam o treinamento com exercício físico como uma intervenção capaz de atenuar a ativação neuro-humoral que caracteriza a insuficiência cardíaca, diminuindo os sintomas de intolerância ao esforço e aumentando a capacidade funcional. A constatação da segurança desta intervenção possibilitou a incorporação da mesma em diversas diretrizes de insuficiência cardíaca, inclusive no Brasil. Considerando-se as dificuldades metodológicas para realização de estudos envolvendo exercício físico, durante muito tempo as evidências que favoreciam esta intervenção eram provenientes de dados secundários ou compilação de pequenos grupos de pacientes, através de metanálises. Os resultados de um grande estudo randomizado, o HF-ACTION, trouxeram novas perspectivas quanto ao impacto desta intervenção, motivando esta revisão do atual papel do exercício físico na abordagem da insuficiência cardíaca.
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Efeito do treinamento muscular inspiratório na cinética de recuperação do consumo de oxigênio em pacientes com insuficiência cardíaca e fraqueza muscular inspiratória: um ensaio clínico randomizado

Güths, Henrique January 2004 (has links)
Introdução: Pacientes com Insuficiência Cardíaca (IC) apresentam alterada cinética de recuperação do consumo de oxigênio (VO2) bem como reduzida força muscular inspiratória 10 minutos após o teste cardiopulmonar (TCP). Objetivo: Analisar o efeito do treinamento muscular inspiratório sobre a cinética de recuperação do VO2 em pacientes com IC e fraqueza muscular inspiratória. Pacientes e Métodos: Trinta e dois pacientes com IC e fraqueza muscular inspiratória foram convidados a participar de um programa de treinamento muscular inspiratório (TMI) durante 12 semanas, 7 sessões por semana com duração de trinta minutos por sessão, com incremento semanal de 30% da pressão inspiratória máxima (PImax) de repouso. Foram randomizados para um grupo treinamento (TMI, n=16) e um grupo controle (CTL, n=16), ambos os grupos participaram do protocolo utilizando o Treshold Inspiratory Muscle Trainer, mas somente o grupo TMI recebeu carga inspiratória. Antes e após o TMI foram avaliadas a PImax de repouso e 10 minutos após o TCP, a capacidade funcional (VO2 de pico), a cinética de recuperação do VO2 (T1/2VO2 e VO2/t – inclinação), a eficiência ventilatória (VE/VCO2 – inclinação). Resultados: O grupo TMI melhorou a PImax de repouso (60,5±9,4 vs 129,5±11,4 cmH2O, ANOVA p<0,0001) e 10 minutos após o TCP (46,3±1,7 vs 116,2±15 cmH2O, ANOVA p<0,0001), demonstrando a melhora no desempenho dos músculos inspiratórios após o TCP (PImax 10 minutos após TCP 129,5±11,4 vs 116,215 cmH2O, ANOVA p<0,06). A capacidade funcional melhorou somente no grupo TMI (17,2±0,6 vs 20,6±0,7 ml/kg.min, ANOVA p<0,05) assim como a cinética de recuperação do VO2 (T1/2VO2 1,56±0,29 vs 1,04±0,16 min, ANOVA p<0,05; VO2/t – inclinação no primeiro minuto 0,4800,12 vs 0,818±0,27 l/min.min, ANOVA p<0,05). A eficiência ventilatória também melhorou no grupo TMI (34,6±3,5 vs 30,2±3,1, ANOVA p<0,05). Conclusão: Este é o primeiro ensaio clínico randomizado e controlado demonstrando que, o aumento da força e do desempenho dos músculos inspiratórios após o TMI melhora a cinética de recuperação do VO2.
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Análise de custo-efetividade do exercício físico na terapêutica da insuficiência cardíaca

Kühr, Eduardo Miguel January 2009 (has links)
Nos últimos anos a orientação para exercício físico em portadores de insuficiência cardíaca passou da contra-indicação absoluta para uma indicação plena em pacientes clinicamente estáveis. Diversas evidências sustentam o treinamento com exercício físico como uma intervenção capaz de atenuar a ativação neuro-humoral que caracteriza a insuficiência cardíaca, diminuindo os sintomas de intolerância ao esforço e aumentando a capacidade funcional. A constatação da segurança desta intervenção possibilitou a incorporação da mesma em diversas diretrizes de insuficiência cardíaca, inclusive no Brasil. Considerando-se as dificuldades metodológicas para realização de estudos envolvendo exercício físico, durante muito tempo as evidências que favoreciam esta intervenção eram provenientes de dados secundários ou compilação de pequenos grupos de pacientes, através de metanálises. Os resultados de um grande estudo randomizado, o HF-ACTION, trouxeram novas perspectivas quanto ao impacto desta intervenção, motivando esta revisão do atual papel do exercício físico na abordagem da insuficiência cardíaca.

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