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91 DaysGreathouse, Candice M 01 May 2012 (has links)
91 Days is a multi-channel video installation composed over a period of ninety-one days, and comprised of thousands of photographs. The photographs create a visual archive of the daily experiences of the home. The corresponding text discusses the link between privacy and self-representation, specifically in relation to the family album.
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Silent Screams: Trajectory and Meanings of Family Album in a Housing Complex. / Silent Screams: Trajectory and Meanings of Family Album in a Housing Complex. / Gritos Silenciosos: TrajetÃria e Significados do Ãlbum de FamÃlia em um Conjunto Habitacional. / Gritos Silenciosos: TrajetÃria e Significados do Ãlbum de FamÃlia em um Conjunto Habitacional.Bruno Sampaio Sales 10 August 2012 (has links)
CoordenaÃÃo de AperfeiÃoamento de Pessoal de NÃvel Superior / Fotografias carregam consigo e em torno de si, pessoas, lugares onde estiveram, momentos que as atravessaram. A imagem excede Ãlbuns e ganha vida na memÃria e imaginaÃÃo dos observadores e todos que fizeram parte do contexto em que ela foi produzida. Faz-se entÃo necessÃrio que a utilizaÃÃo dessas imagens em pesquisas sociais opere num circuito mais amplo formado por esses indivÃduos, seu ambiente e sua rede de relaÃÃes. Partindo desse pressuposto, o presente trabalho tem por objetivo construir um compÃndio de palavras e imagens que busca mapear e analisar a gama das dimensÃes, significados e papÃis sociais da fotografia em uma famÃlia de classe popular, a partir de estudo de caso no Conjunto Habitacional SÃo Vicente de Paulo, localizada na cidade de Fortaleza. Ã perceptÃvel uma multiplicidade de papÃis e afetos que essas imagens mobilizam dentro de tais grupos. Quais entÃo seriam esses sentidos do arquivamento de imagens para uma famÃlia? Na intenÃÃo de conhecer o outro, observando e tentando compreender seus registros visuais de ritos, cotidiano e diferenÃas - aprofundando-se em vidas - Ã necessÃrio tambÃm olhar em volta. Sentir e perceber instantes que nÃo se revelam nem se escrevem em papÃis, pois transbordam deles e alcanÃam um campo mais complexo. Ã importante entÃo perceber que buscando compreender fotografias, podemos alcanÃar tambÃm visÃes de mundo e imagens da alma. SÃo essas as mais fortes e potentes que encontrei junto de algumas pessoas e que pretendo aqui analisar e compartilhar. / Fotografias carregam consigo e em torno de si, pessoas, lugares onde estiveram, momentos que as atravessaram. A imagem excede Ãlbuns e ganha vida na memÃria e imaginaÃÃo dos observadores e todos que fizeram parte do contexto em que ela foi produzida. Faz-se entÃo necessÃrio que a utilizaÃÃo dessas imagens em pesquisas sociais opere num circuito mais amplo formado por esses indivÃduos, seu ambiente e sua rede de relaÃÃes. Partindo desse pressuposto, o presente trabalho tem por objetivo construir um compÃndio de palavras e imagens que busca mapear e analisar a gama das dimensÃes, significados e papÃis sociais da fotografia em uma famÃlia de classe popular, a partir de estudo de caso no Conjunto Habitacional SÃo Vicente de Paulo, localizada na cidade de Fortaleza. Ã perceptÃvel uma multiplicidade de papÃis e afetos que essas imagens mobilizam dentro de tais grupos. Quais entÃo seriam esses sentidos do arquivamento de imagens para uma famÃlia? Na intenÃÃo de conhecer o outro, observando e tentando compreender seus registros visuais de ritos, cotidiano e diferenÃas - aprofundando-se em vidas - Ã necessÃrio tambÃm olhar em volta. Sentir e perceber instantes que nÃo se revelam nem se escrevem em papÃis, pois transbordam deles e alcanÃam um campo mais complexo. Ã importante entÃo perceber que buscando compreender fotografias, podemos alcanÃar tambÃm visÃes de mundo e imagens da alma. SÃo essas as mais fortes e potentes que encontrei junto de algumas pessoas e que pretendo aqui analisar e compartilhar.
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Exegesis.Brown, Christopher Shawne 03 May 2008 (has links)
The photographer discusses the work in Exegesis, his Master of Fine Arts exhibition held at Slocumb Galleries, East Tennessee State University, Johnson City, Tennessee from October 29 through November 2, 2007. The exhibition consists of 19 large format color photographs representing and edited from a body of work that visually negotiates the photographer's home in East Tennessee.
The formulation of a web of influence is explored with a focus on artists who continue to pertain to Brown's work formally and conceptually. Included are photographers Eugene Atget, Walker Evans, William Eggleston, and Mike Smith as well as the artist Joseph Cornell, the painter Robert Motherwell, and the poet Charles Wright. Other topics include a discussion of place, particularly one's home, as a resource and an envelope for a body of work.
Included are images of the photographer's earlier work and a catalogue of the exhibition.
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As cores violetas: a construÃÃo da memÃria afetiva atravÃs da autoetnografia visual / The violet colors: the construct of afetive memory through a visual autoethnograph.Fernanda Cunha Oliveira 21 September 2012 (has links)
nÃo hà / Este trabalho à resultado de um processo de autoetnografia, realizado a partir da experiÃncia de construÃÃo de uma auto-narrativa fotogrÃfica como forma ensaÃstica e que vai discutir questÃes que vem desse processo relacionados à memÃria como uma questÃo fundamental, oferecendo um convite à reflexÃo sobre a construÃÃo da minha memÃria afetiva como indivÃduo na sociedade e sua representaÃÃo nos Ãlbuns de famÃlia. A pesquisa questiona como os Ãlbuns podem representar os valores de ritos estabelecidos na cultura ocidental e de que maneira a fotografia ocupa um lugar privilegiado na histÃria das sociedades. TambÃm investigo de que maneira a minha subjetividade e a minha heranÃa antropolÃgica e sociocultural definem a formaÃÃo das imagens em minha mente e a construÃÃo da minha memÃria. E esta nÃo à uma questÃo sà minha, mas como o trabalho de todo artista que està dentro de sua obra. Utilizo-me da minha experiÃncia como artista para pensar uma questÃo que me ultrapassa. NÃo à uma questÃo do outro apenas, mas uma questÃo que me ultrapassa em direÃÃo ao outro. Assim, proponho um percurso metodolÃgico autoetnogrÃfico visual em que a realidade estudada à o universo do pesquisador. O projeto constrÃi uma narrativa visual ao final do trabalho tendo como resultado um Ãlbum de famÃlia, mas para isto desenvolvo esta dissertaÃÃo fundamentada em trÃs bases correlacionadas: a imagem, a memÃria e a autoetnografia. A imagem como uma forma de diÃlogo e escrita à o pilar deste trabalho. / This work is the result of an autoethnography process, realized from the experience of building a photographic self-narrative as an essay that will discuss issues which comes from this process related to memory as a key issue, offering an invitation to a reflection on the construction of my affective memory as a man in society and his representation in family albums. This research questions how the albums can represent the values of established rites in western culture and how the photography has a special place in the history of societies. It also investigates how my subjectivity and my anthropological and sociocultural heritage define the formation of images on my mind and the construction of my memory. And this is not only a question of my own, but as the work of every artist that is within his work. I use my experience as an artist to think about an issue beyond me. It is not a matter of just another one, but a matter that goes beyond me towards the other. Thus, we propose a visual autoethnographic methodological route in which the reality is the researcherâs universe. The project constructs a visual narrative at the end of the work resulting in a family album, but for that I develop this dissertation based on three correlated bases: image, memory and autoethnography. The picture as a form of dialogue and writing is the cornerstone of this work.
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Narrador escafandrista: um estudo sobre fotografia e rememoração na cultura das redes / The diver narrador: a study about photography and rememoration at network cultureGarcia, Camila Lopes 01 December 2016 (has links)
Submitted by Marlene Aparecida de Souza Cardozo (mcardozo@pucsp.br) on 2016-12-20T10:54:43Z
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Previous issue date: 2016-12-01 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Because of the technology transition from analogue to digital, domestic photographies
lost their shape and were immersed in the virtual environment (D. Kamper), or more
specifically, on smartphones and social networks. That was what triggered the need of a
new line of thought, either philosophical or anthropology of the fundaments of a "nodimensional
technical image" (V. Flusser) or "post-photographic" (J. Fontcuberta). Thus,
this research has as scope to investigate how to feature the memoralistic narrative in
photographies, and seek a greater understanding of the "healing" process (W. Benjamin)
and regeneration of affective bonds present in the autobiographical oral narratives. The
question that motivated the research is: in the network culture, who is the narrator, or
the speaker, of the personal stories? The initial hypothesis focuses on the idea that this
communicational environment based on the concepts of "acceleration, global space and
continuous time", developed by Lucrécia Ferrara, what commands the narrative memoirs
is the program or simply "the machine". As an unfold, was also presented the "diver", a
metaphorical image that attempts to translate the violence generated by the conditions
imposed by an environment that favors the sense of distance, vision, subduing the body
senses of proximity. The theoretical research used in this paper as a conceptual
foundation are the tools proposed by Norval Baitello Jr. about "communication
environments", "sedation" and "human extremophile". Malena Contrera contributes to
the concept with "hypnogenic consciousness" and the powerful metaphor of "zombie" to
represent individuals in the media society. Flusser contributes with his "general theory of
gestures" and Walter Benjamin, a guide to the thesis, is assisting with the concepts of
"experience", "rememoration" and "authentic narrator." / Em virtude da migração tecnológica do analógico para o digital, as fotografias domésticas
perderam sua fisicalidade e passaram a flutuar no virtual (D. Kamper), ou, mais
especificamente, nos smartphones e nas redes sociais digitais online. Isto foi o que
desencadeou a necessidade de um novo pensar, tanto filosófico quanto antropológico
acerca dos fundamentos da “imagem técnica nulodimensional” (V. Flusser) ou “pósfotográfica”
(J. Fontcuberta). Deste modo, a presente pesquisa tem por escopo investigar
como se configuram as narrativas memorialísticas que envolvem estas fotografias, além
de buscar um maior entendimento sobre os processos de "cura" (W. Benjamin) e de
regeneração dos vínculos afetivos presentes nas narrativas orais autobiográficas. A
pergunta que motivou a pesquisa foi: Na cultura das redes, quem é o narrador, ou o
enunciador, das histórias pessoais? A hipótese inicial concentra-se na ideia de que neste
ambiente comunicacional, fundamentado nos conceitos de “aceleração, espaço global e
tempo contínuo”, pensados por Lucrécia Ferrara, quem assume o leme da narrativa
memorialística é o programa ou, simplesmente, "a máquina". Como desdobramento,
apresentou-se a figura de um novo narrador, o "escafandrista”, uma imagem metafórica
que tenta traduzir a violência gerada pelas condições impostas por um ambiente que
privilegia o sentido de distância, a visão, subjugando os sentidos corporais de
proximidade. O referencial teórico da pesquisa utiliza como alicerce conceitual as
ferramentas propostas por Norval Baitello Jr. acerca dos "ambientes comunicacionais",
"sedação" e "extremófilo humano". Malena Contrera contribui com o conceito de
“consciência hipnógena” e a potente metáfora do “zumbi” a fim de representar os
indivíduos na sociedade midiática. Vilém Flusser aporta com sua “teoria geral dos gestos”
e Walter Benjamin, eixo norteador da tese, vem auxiliar com os conceitos de
"experiência", "rememoração" e "narrador autêntico"
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ÁLBUM DE FAMÍLIA LÍQUIDA: CONVERSAÇÕES POSSÍVEIS PARA A (DES) CONSTRUÇÃO DA MARCA DEFICIÊNCIA MENTAL / LIQUID FAMILY ALBUM: POSSIBLE CONVERSATIONS TO THE (DIS) CONSTRUCTION OF THE MARK MENTAL DISABILITYGai, Daniele Noal 31 March 2008 (has links)
This text talks about a family invited to face their family album. To do that, it was
considered this time, in which families relation nets are (re) configured and
established in another manner. In this way, due to the complexity of this theme,
this album was considered as a liquid family album. These facts are pointed in
order to cause curiosity about a family album and then reflect about it as a
reason for other senses and knowledge as well as a dispositive of conversation
in investigations related to education. From this perspective, it was done some
inferences about a liquid family album that has among its
images/senses/characters a subject with mental disability. This is because the
main objective of this study consists in asking about the liquid family
configuration and also about the place and non-place of the subject who has the
mark mental disability in this relation net. With this investigation, it is proposed
the (de) construction of the mark mental disability based on the configuration of
the liquid family and the studies about this liquid time (ephemeral, volatile, in
bitter (de) construction of concepts, marks, values, tendencies ), described by
some scholars, specially by Zygmunt Bauman. Thus, it was talked about
something that has been produced, that is product and produces contemporary time. / Este texto disserta a respeito de uma família convidada a um enfrentamento
com o seu álbum de família. Para isso, levou-se em consideração este tempo,
em que as redes de relações familiares (re) configuram-se e se estabelecem de
outra maneira. Sendo assim, devido à complexidade dessa temática,
considerou-se esse álbum como sendo um álbum de família líquida. Esses
elementos são considerados a fim de curiosear um álbum de família, e,
assim, problematizá-lo como disparador de sentidos outros e de conhecimento,
bem como um dispositivo de conversação na investigação em educação. A
partir dessa perspectiva, fizeram-se algumas inferências acerca de um álbum
de família líquida que tem, dentre as/os suas/seus
imagens/sentidos/personagens, um sujeito que carrega a marca deficiência
mental. Isso porque, o propósito deste estudo consiste em se perguntar sobre a
configuração de família líquida e o lugar ou não-lugar do sujeito que carrega a
marca deficiência mental nesta rede de relações. Com esta investigação,
propõe-se a (des) construção da marca deficiência mental, tendo em vista a
configuração de família líquida e os estudos sobre este tempo líquido (efêmero,
volátil, em crônica (des) construção de conceitos, marcas, valores,
tendências...), descrito por alguns teóricos, especialmente por Zygmunt
Bauman. Desse modo, dissertou-se acerca de algo que está sendo produzido,
é produto e produz a contemporaneidade.
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[en] THE RESSIGNIFICATION OF FAMILY IMAGES: COLLAGE AND DESIGN IN CONTEMPORARY AUTOBIOGRAPHICAL DOCUMENTARY FILM / [pt] A RESSIGNIFICAÇÃO DAS IMAGENS DE FAMÍLIA: COLLAGE E O DESIGN NO DOCUMENTÁRIO AUTOBIOGRÁFICO CONTEMPORÂNEOCANDIDA MARIA MONTEIRO 08 April 2019 (has links)
[pt] O estudo se volta sobre as teorias críticas da imagem nos âmbitos
filosófico e artístico, conduzindo o debate a respeito de distintas imagens
para focar as representações autobiográficas audiovisuais. As narrativas do
eu buscam produzir duplos, evocando o passado e promovendo a
reciclagem das imagens de arquivo de família. Uma avant garde
contemporânea coloca em prática a ressignificação das imagens da
intimidade familiar como recurso de fazer emergir a subjetividade. A collage
molda a estética dessas expressões, construindo a ponte entre cinema e
design. O autodocumentário rompe com o paradigma da objetividade,
revelando múltiplas identidades que, ao descortinarem singularidades,
tornam-se universais. / [en] The study highlights critical theories of images in the philosophical
and artistic areas, centering the question on different images in order to
focus on individual autobiographic representations. The narratives of the
self aim to produce Doppelgänger, evoking the past and promoting the
recycling of family archives. A contemporary avant garde puts in motion
the ressignification of images of family intimacy as means to make
subjectivity surface. The collage shapes the aesthetics of these expressions,
thus creating a bridge between film and design. Self-documentary breaks
the paradigm of objectivity, and brings to light multiple identities that
become universal through the unveiling of individual characteristics.
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