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Unveiling the "Teacher Look": An Analysis of White Spatiality and Disciplinary Exile in the American ClassroomFolds, Caroline G. 01 May 2024 (has links) (PDF)
This thesis seeks to properly identify and illuminate the disciplinary practices of the K-12 classroom that necessitate, cultivate, and perpetrate colonial violence to maintain the established order (anti-Black racism) of our modern American society. To accomplish this, the relationship between the white teacher and non-white student is problematized by combining the conceptual frameworks of George Yancy’s white gaze and Maria Lugones’ racist/colonial gaze. This analysis highlights the ulterior motives of the “teacher look,” an action that utilizes shame to instruct students on how to behave properly in the classroom, through the authoritative role of whiteness in managing knowledge, understanding, and subjectivity. From these conclusions, it is shown that whiteness is granted perceptual authority over the Other through the rhetoric of modernity. This rhetoric disillusions the public of the ideological structures that ensure white supremacy and the white subject as a self-contained substance existing independent of some Black qua inferior. In attempting to overcome this disillusioned state, multiple decolonial avenues and pedagogical practices are employed to dismantle the authoritative role of whiteness and the instrumentality of shame in the disciplinary prospects of the “teacher look.” By approaching the problem of race in America through the disciplinary mechanism of its education system, this project seeks not only to ascertain the institutional and systematic ways that white teachers and white students uphold and inscribe racist ideology through their social practices and relationships, but also to empower students of color to resist and transcend the limitations imposed upon them from the white world.
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Transgredir para educar: das "mulatas" de Di Cavalcanti às propostas pedagógicas engajadas e decoloniais / Transgress to educate: from the "mulatas" of Di Cavalcanti to the pedagogical proposals engaged and decoloniaisMaria, Mirella Aparecida dos Santos [UNESP] 29 June 2018 (has links)
Submitted by Mirella Aparecida dos Santos Maria (mirellaia@hotmail.com) on 2018-09-24T23:47:57Z
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Previous issue date: 2018-06-29 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Por meio deste trabalho propõe-se uma análise pedagógica a partir das concepções engajada de bell hooks e decolonial de Catherine Walsh para a obra Mulatas (1927) do artista visual Di Cavalcanti. Além disso, complementa-se com visualidades positivas para a representação de mulheres negras nas artes visuais. / This work proposes a pedagogical analysis from Catherine Walsh's engaging conceptions of bell hooks and decolonial for the work Mulatas (1927) by the visual artist Di Cavalcanti. In addition, it complements itself with positive visuals for the representation of black women in the visual arts .
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Theorizing a Settlers' Approach to Decolonial Pedagogy: Storying as Methodologies, Humbled, Rhetorical Listening and Awareness of EmbodimentDonelson, Danielle E. 16 August 2018 (has links)
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A experiência do Cursinho Popular Mirna Elisa Bonazzi, da Rede Emancipa: reflexões em torno da educação popular como pedagogia descolonial / The Experience of the Mirna Elisa Bonazzi Pre-University Popular Course of the Emancipa Network: reflections on the popular education as decolonial pedagogyCuaspa Ropaín, Julián David 14 November 2018 (has links)
Este projeto de pesquisa tem como objetivo analisar o caso do Cursinho Popular Mirna Elisa Bonazzi (Taboão da Serra, SP, Brasil) que faz parte da Rede Emancipa. Para isso, propõe-se uma experiência em campo de caráter etnográfico e fundamentada na Investigação-ação Participativa e uma análise que se enquadre em, mas não se limite a, o que é denominado perspectiva ou pensamento descolonial. Isto com o fim de abordar a pedagogia descolonial nos processos de educação popular, que permanecem no percurso da proposta de Paulo Freire. O caso particular do cursinho é relevante no contexto onde está localizado, Taboão da Serra, pois ao pertencer a uma organização de caráter nacional, a Rede Emancipa, consegue articular-se com organizações de base nos territórios, trabalhar na formação de lideranças, debater sobre as opressões concretas e subjetivas, assim como conceber projetos de emancipação. Fazer uma análise do caso, a partir de uma revisão teórica e trabalho de campo, permite contribuir ao debate da pedagogia descolonial, com base em uma fundamentação empírica / This research aims to analyze the case of the Mirna Elisa Bonazzi Pre-University Popular Course (Taboao da Serra, Brazil), which makes part of the Emancipa Network. The proposal consists of an ethnographic field research based on Participatory Action-Research and an analysis framed into, but not limited to the decolonial perspective or thought. The purpose of the above is to approach the decolonial pedagogy in the popular education processes that remain in the path of Paulo Freires proposal. The particular case of the Pre-University Popular Course is relevant in its context, Taboao da Serra, because belonging to a national organization, the Emancipa Network, it articulates with grassroots organizations, and it develops leaderships, debates regarding concrete and subjective oppressions and contributions to the emancipation projects. This case analysis, based on theoretical and field research, permits a contribution to the decolonial debate with an empirical basis
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A experiência do Cursinho Popular Mirna Elisa Bonazzi, da Rede Emancipa: reflexões em torno da educação popular como pedagogia descolonial / The Experience of the Mirna Elisa Bonazzi Pre-University Popular Course of the Emancipa Network: reflections on the popular education as decolonial pedagogyJulián David Cuaspa Ropaín 14 November 2018 (has links)
Este projeto de pesquisa tem como objetivo analisar o caso do Cursinho Popular Mirna Elisa Bonazzi (Taboão da Serra, SP, Brasil) que faz parte da Rede Emancipa. Para isso, propõe-se uma experiência em campo de caráter etnográfico e fundamentada na Investigação-ação Participativa e uma análise que se enquadre em, mas não se limite a, o que é denominado perspectiva ou pensamento descolonial. Isto com o fim de abordar a pedagogia descolonial nos processos de educação popular, que permanecem no percurso da proposta de Paulo Freire. O caso particular do cursinho é relevante no contexto onde está localizado, Taboão da Serra, pois ao pertencer a uma organização de caráter nacional, a Rede Emancipa, consegue articular-se com organizações de base nos territórios, trabalhar na formação de lideranças, debater sobre as opressões concretas e subjetivas, assim como conceber projetos de emancipação. Fazer uma análise do caso, a partir de uma revisão teórica e trabalho de campo, permite contribuir ao debate da pedagogia descolonial, com base em uma fundamentação empírica / This research aims to analyze the case of the Mirna Elisa Bonazzi Pre-University Popular Course (Taboao da Serra, Brazil), which makes part of the Emancipa Network. The proposal consists of an ethnographic field research based on Participatory Action-Research and an analysis framed into, but not limited to the decolonial perspective or thought. The purpose of the above is to approach the decolonial pedagogy in the popular education processes that remain in the path of Paulo Freires proposal. The particular case of the Pre-University Popular Course is relevant in its context, Taboao da Serra, because belonging to a national organization, the Emancipa Network, it articulates with grassroots organizations, and it develops leaderships, debates regarding concrete and subjective oppressions and contributions to the emancipation projects. This case analysis, based on theoretical and field research, permits a contribution to the decolonial debate with an empirical basis
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Longe demais das capitais: distâncias e desigualdadesQuartiero, Eliana Teresinha January 2014 (has links)
Nesta pesquisa realizamos um exercício de problematização acerca das verdades que demarcam processos de diferença/desigualdade presentes na implantação de uma formação de professoras/es nas temáticas de gênero, sexualidade, orientação sexual e relações étnico-raciais. Tomamos o trabalho de problematização como a tarefa de levantar as questões colocadas no campo e, também, as soluções que estão sendo propostas, considerando que, tanto as perguntas quanto as respostas, são elaboradas dentro de uma rede de poder/saber que determina as respostas possíveis. Com esta abordagem buscamos contribuir com o debate sobre a necessária transformação do cotidiano escolar, que se apresenta como discriminatório e pouco permeável às diferenças. Propomos discutir como o funcionamento de verdades acerca da diferenciação do humano normatiza e conforma o fazer pedagógico e vai se apresentar como desafio quando buscamos ensinar de outras formas ou ensinar valores alinhados aos direitos humanos. Utilizamos como campo de pesquisa a implantação do curso Gênero e Diversidade na Escola, oferecido pelo Ministério da Educação (MEC) como formação continuada para professoras/es da rede pública de ensino, que tem como objetivo modificar preconceitos, condições desiguais, divulgar uma concepção de direitos humanos. Exploramos as naturalizações de verdades que, neste processo, constroem as subjetividades e identidades, através de demarcação de diferenças que servem de base para desigualdades. Buscamos compreender como se reapresentam as lógicas de verdades/preconceitos estabelecidas no campo da educação neste contexto de implantação de uma política pública direcionada a provocar mudanças na atuação docente. Entendemos que no momento em que se busca transformar uma rotina escolar entram em cena as difíceis negociações com o já estabelecido, a possibilidade de outras/novas intervenções pedagógicas serem colocadas em movimento necessita do deslocamento de posições cristalizadas. A proposta do curso, no formato de educação à distância (EAD), coloca em pauta a questão da distância, toda uma série de enunciados acerca de como pensamos as distâncias geográficas e como estas configuram subjetividades e geram classificações hierárquicas. Percebemos que a concepção de centro/periferia presente neste contexto não remete somente a uma posição geográfica, longe das capitais, mas está referida a uma série de classificações que atribuem valores diferenciados a diferentes sujeitos conforme estes se posicionam numa localização em relação a um centro. Encontramos uma série de desafios para a tarefa que esta formação se coloca, transformar o ambiente escolar instituindo relações mais igualitárias. Percebemos que este processo foi determinado por redes de poder relacionadas às formas como compreendemos os processos de escolarização, às posições atribuídas aos docentes e às diferentes legitimidades que estão colocadas para os locais de enunciação: de centro ou de periferia. A diferença está relacionada a um extensivo processo de categorização dos indivíduos e dentro deste processo não há igualdade possível, a intervenção necessária seria da ordem de contestar o modelo de categorias e burlar/transformar as normas que o definem. Portanto, nossas estratégias não podem apenas afirmar identidades subjugadas, mas também problematizar constantemente as configurações de identidades. / In this research we carried out an exercise in questioning about the truths that demarcate processes of difference/inequality present in the implementation of a teacher training about gender, sexuality , sexual orientation and ethnic-racial relations. We take the problematization as the task of raising the questions in the field and also the solutions that are being proposed, considering that both the questions and the responses are created in a network of power/knowledge that determines the possible answers. With this approach we seek to contribute to the debate about the necessary transformation of the school routine , which presents itself as discriminatory and not very open to differences. We propose to discuss how the functioning of truths about the human differentiation regulates and conforms the pedagogical actions and will present a challenge when we seek other ways to teach, or to teach values aligned to human rights. We used as a research field the implementation of the course Gênero e Diversidade na Escola (Gender and Diversity in School), hosted by the Ministério da Educação (Ministry of Education) as continuing education for teachers of the public school system, which aims to modify prejudices, unequal conditions, promote a conception of human rights. We explore the naturalization of truths that, in this process, construct subjectivities and identities, through demarcation of differences that support inequalities. We seek to understand how are presented the logics of truths/prejudices established in the field of education in this context of implementing a public policy aimed at bringing about change in teaching practice. We understand that when one seeks to transform a school routine come into play the difficult negotiations with the already established, the possibility of other/new pedagogical interventions being put in motion requires the displacement of hardened positions. The proposed format of the course, in distance education (ODL), brings forth the question of distance, a series of statements about how we think the geographical distances and how these shape subjectivities and generate hierarchical classifications. We realized that the idea of center/periphery present in this context refers not only to a geographical position away from the capital, but is referred to a series of classifications that assign different values to different subjects as they position themselves in a location relative to a center. We found a number of challenges for the task this training proposes, transforming the school environment by instituting more egalitarian relationships. We realize that this process was determined by power networks related to the ways we understand the processes of education, the positions assigned to teachers and the different legitimacy that is placed for places of enunciation: of center or of periphery. The difference is related to an extensive process of categorization of individuals and within this process there is no equality possible, the necessary intervention would be about challenging the categories model and bypass/change the rules that define it. Therefore, our strategies can not only assert subjugated identities, but also constantly question the identities settings.
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Longe demais das capitais: distâncias e desigualdadesQuartiero, Eliana Teresinha January 2014 (has links)
Nesta pesquisa realizamos um exercício de problematização acerca das verdades que demarcam processos de diferença/desigualdade presentes na implantação de uma formação de professoras/es nas temáticas de gênero, sexualidade, orientação sexual e relações étnico-raciais. Tomamos o trabalho de problematização como a tarefa de levantar as questões colocadas no campo e, também, as soluções que estão sendo propostas, considerando que, tanto as perguntas quanto as respostas, são elaboradas dentro de uma rede de poder/saber que determina as respostas possíveis. Com esta abordagem buscamos contribuir com o debate sobre a necessária transformação do cotidiano escolar, que se apresenta como discriminatório e pouco permeável às diferenças. Propomos discutir como o funcionamento de verdades acerca da diferenciação do humano normatiza e conforma o fazer pedagógico e vai se apresentar como desafio quando buscamos ensinar de outras formas ou ensinar valores alinhados aos direitos humanos. Utilizamos como campo de pesquisa a implantação do curso Gênero e Diversidade na Escola, oferecido pelo Ministério da Educação (MEC) como formação continuada para professoras/es da rede pública de ensino, que tem como objetivo modificar preconceitos, condições desiguais, divulgar uma concepção de direitos humanos. Exploramos as naturalizações de verdades que, neste processo, constroem as subjetividades e identidades, através de demarcação de diferenças que servem de base para desigualdades. Buscamos compreender como se reapresentam as lógicas de verdades/preconceitos estabelecidas no campo da educação neste contexto de implantação de uma política pública direcionada a provocar mudanças na atuação docente. Entendemos que no momento em que se busca transformar uma rotina escolar entram em cena as difíceis negociações com o já estabelecido, a possibilidade de outras/novas intervenções pedagógicas serem colocadas em movimento necessita do deslocamento de posições cristalizadas. A proposta do curso, no formato de educação à distância (EAD), coloca em pauta a questão da distância, toda uma série de enunciados acerca de como pensamos as distâncias geográficas e como estas configuram subjetividades e geram classificações hierárquicas. Percebemos que a concepção de centro/periferia presente neste contexto não remete somente a uma posição geográfica, longe das capitais, mas está referida a uma série de classificações que atribuem valores diferenciados a diferentes sujeitos conforme estes se posicionam numa localização em relação a um centro. Encontramos uma série de desafios para a tarefa que esta formação se coloca, transformar o ambiente escolar instituindo relações mais igualitárias. Percebemos que este processo foi determinado por redes de poder relacionadas às formas como compreendemos os processos de escolarização, às posições atribuídas aos docentes e às diferentes legitimidades que estão colocadas para os locais de enunciação: de centro ou de periferia. A diferença está relacionada a um extensivo processo de categorização dos indivíduos e dentro deste processo não há igualdade possível, a intervenção necessária seria da ordem de contestar o modelo de categorias e burlar/transformar as normas que o definem. Portanto, nossas estratégias não podem apenas afirmar identidades subjugadas, mas também problematizar constantemente as configurações de identidades. / In this research we carried out an exercise in questioning about the truths that demarcate processes of difference/inequality present in the implementation of a teacher training about gender, sexuality , sexual orientation and ethnic-racial relations. We take the problematization as the task of raising the questions in the field and also the solutions that are being proposed, considering that both the questions and the responses are created in a network of power/knowledge that determines the possible answers. With this approach we seek to contribute to the debate about the necessary transformation of the school routine , which presents itself as discriminatory and not very open to differences. We propose to discuss how the functioning of truths about the human differentiation regulates and conforms the pedagogical actions and will present a challenge when we seek other ways to teach, or to teach values aligned to human rights. We used as a research field the implementation of the course Gênero e Diversidade na Escola (Gender and Diversity in School), hosted by the Ministério da Educação (Ministry of Education) as continuing education for teachers of the public school system, which aims to modify prejudices, unequal conditions, promote a conception of human rights. We explore the naturalization of truths that, in this process, construct subjectivities and identities, through demarcation of differences that support inequalities. We seek to understand how are presented the logics of truths/prejudices established in the field of education in this context of implementing a public policy aimed at bringing about change in teaching practice. We understand that when one seeks to transform a school routine come into play the difficult negotiations with the already established, the possibility of other/new pedagogical interventions being put in motion requires the displacement of hardened positions. The proposed format of the course, in distance education (ODL), brings forth the question of distance, a series of statements about how we think the geographical distances and how these shape subjectivities and generate hierarchical classifications. We realized that the idea of center/periphery present in this context refers not only to a geographical position away from the capital, but is referred to a series of classifications that assign different values to different subjects as they position themselves in a location relative to a center. We found a number of challenges for the task this training proposes, transforming the school environment by instituting more egalitarian relationships. We realize that this process was determined by power networks related to the ways we understand the processes of education, the positions assigned to teachers and the different legitimacy that is placed for places of enunciation: of center or of periphery. The difference is related to an extensive process of categorization of individuals and within this process there is no equality possible, the necessary intervention would be about challenging the categories model and bypass/change the rules that define it. Therefore, our strategies can not only assert subjugated identities, but also constantly question the identities settings.
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A cultura material no ensino da história e da cultura afro-brasileira e africana: por uma pedagogia decolonialUlhoa, Clarissa Adjuto 11 May 2018 (has links)
Submitted by Luciana Ferreira (lucgeral@gmail.com) on 2018-09-17T10:47:15Z
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Previous issue date: 2018-05-11 / This academic work has the intention to contribute to the implementation process of the law
10639/2003, witch became indispensable the teach of history and the afro-brazilian and
african culture in schools, proposing the use of afro-brazilian and african material culture as a
source to teach themes predicted in the mentioned law and the others documents related to
it. Therefore, it was considered necessary to evaluate in which way this same material culture
has been englobed (or ignored) among the curriculum and didactics books, as well as in the
students’ representations. By and concomitantly to those datas debate, the material culture
will be presented as a privileged source to the history teach and the afro-brazilian and african
culture. Unlikely to what happens in the case of the writtens fonts, almost always elaborated
by an eurocentric perspective, the most diverse examples of the material universe were
thought of, constructed, used, and traded by Africans themselves and their descendants. In
this sense, englobe this material culture can be faced as a way out to question the colonialists
speeches. / Este trabalho tem o intuito de contribuir para o processo de implementação da Lei
10639/2003, que tornou indispensável o ensino da história e da cultura afro-brasileira e
africana nas escolas, propondo o uso da cultura material afro-brasileira e africana como fonte
para o ensino dos temas previstos na mencionada lei e nos demais documentos a ela
relacionados. Para tanto, se considerou necessário avaliar de que maneira essa mesma
cultura material tem sido abarcada (ou ignorada) no âmbito dos currículos e dos livros
didáticos, bem como nas representações dos estudantes. Por meio e concomitantemente ao
debate desses dados, a cultura material será apresentada como fonte privilegiada para o
ensino da história e da cultura afro-brasileira e africana. Diferentemente do que ocorre no
caso das fontes escritas, quase sempre elaboradas a partir da perspectiva eurocêntrica, os
mais diversos exemplares do universo material foram pensados, construídos, usados e
comerciados pelos próprios africanos e por seus descendentes. Nesse sentido, o ato de se
abarcar esta cultura material pode ser encarado como uma saída para se questionar os
limitadores discursos colonialistas.
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Longe demais das capitais: distâncias e desigualdadesQuartiero, Eliana Teresinha January 2014 (has links)
Nesta pesquisa realizamos um exercício de problematização acerca das verdades que demarcam processos de diferença/desigualdade presentes na implantação de uma formação de professoras/es nas temáticas de gênero, sexualidade, orientação sexual e relações étnico-raciais. Tomamos o trabalho de problematização como a tarefa de levantar as questões colocadas no campo e, também, as soluções que estão sendo propostas, considerando que, tanto as perguntas quanto as respostas, são elaboradas dentro de uma rede de poder/saber que determina as respostas possíveis. Com esta abordagem buscamos contribuir com o debate sobre a necessária transformação do cotidiano escolar, que se apresenta como discriminatório e pouco permeável às diferenças. Propomos discutir como o funcionamento de verdades acerca da diferenciação do humano normatiza e conforma o fazer pedagógico e vai se apresentar como desafio quando buscamos ensinar de outras formas ou ensinar valores alinhados aos direitos humanos. Utilizamos como campo de pesquisa a implantação do curso Gênero e Diversidade na Escola, oferecido pelo Ministério da Educação (MEC) como formação continuada para professoras/es da rede pública de ensino, que tem como objetivo modificar preconceitos, condições desiguais, divulgar uma concepção de direitos humanos. Exploramos as naturalizações de verdades que, neste processo, constroem as subjetividades e identidades, através de demarcação de diferenças que servem de base para desigualdades. Buscamos compreender como se reapresentam as lógicas de verdades/preconceitos estabelecidas no campo da educação neste contexto de implantação de uma política pública direcionada a provocar mudanças na atuação docente. Entendemos que no momento em que se busca transformar uma rotina escolar entram em cena as difíceis negociações com o já estabelecido, a possibilidade de outras/novas intervenções pedagógicas serem colocadas em movimento necessita do deslocamento de posições cristalizadas. A proposta do curso, no formato de educação à distância (EAD), coloca em pauta a questão da distância, toda uma série de enunciados acerca de como pensamos as distâncias geográficas e como estas configuram subjetividades e geram classificações hierárquicas. Percebemos que a concepção de centro/periferia presente neste contexto não remete somente a uma posição geográfica, longe das capitais, mas está referida a uma série de classificações que atribuem valores diferenciados a diferentes sujeitos conforme estes se posicionam numa localização em relação a um centro. Encontramos uma série de desafios para a tarefa que esta formação se coloca, transformar o ambiente escolar instituindo relações mais igualitárias. Percebemos que este processo foi determinado por redes de poder relacionadas às formas como compreendemos os processos de escolarização, às posições atribuídas aos docentes e às diferentes legitimidades que estão colocadas para os locais de enunciação: de centro ou de periferia. A diferença está relacionada a um extensivo processo de categorização dos indivíduos e dentro deste processo não há igualdade possível, a intervenção necessária seria da ordem de contestar o modelo de categorias e burlar/transformar as normas que o definem. Portanto, nossas estratégias não podem apenas afirmar identidades subjugadas, mas também problematizar constantemente as configurações de identidades. / In this research we carried out an exercise in questioning about the truths that demarcate processes of difference/inequality present in the implementation of a teacher training about gender, sexuality , sexual orientation and ethnic-racial relations. We take the problematization as the task of raising the questions in the field and also the solutions that are being proposed, considering that both the questions and the responses are created in a network of power/knowledge that determines the possible answers. With this approach we seek to contribute to the debate about the necessary transformation of the school routine , which presents itself as discriminatory and not very open to differences. We propose to discuss how the functioning of truths about the human differentiation regulates and conforms the pedagogical actions and will present a challenge when we seek other ways to teach, or to teach values aligned to human rights. We used as a research field the implementation of the course Gênero e Diversidade na Escola (Gender and Diversity in School), hosted by the Ministério da Educação (Ministry of Education) as continuing education for teachers of the public school system, which aims to modify prejudices, unequal conditions, promote a conception of human rights. We explore the naturalization of truths that, in this process, construct subjectivities and identities, through demarcation of differences that support inequalities. We seek to understand how are presented the logics of truths/prejudices established in the field of education in this context of implementing a public policy aimed at bringing about change in teaching practice. We understand that when one seeks to transform a school routine come into play the difficult negotiations with the already established, the possibility of other/new pedagogical interventions being put in motion requires the displacement of hardened positions. The proposed format of the course, in distance education (ODL), brings forth the question of distance, a series of statements about how we think the geographical distances and how these shape subjectivities and generate hierarchical classifications. We realized that the idea of center/periphery present in this context refers not only to a geographical position away from the capital, but is referred to a series of classifications that assign different values to different subjects as they position themselves in a location relative to a center. We found a number of challenges for the task this training proposes, transforming the school environment by instituting more egalitarian relationships. We realize that this process was determined by power networks related to the ways we understand the processes of education, the positions assigned to teachers and the different legitimacy that is placed for places of enunciation: of center or of periphery. The difference is related to an extensive process of categorization of individuals and within this process there is no equality possible, the necessary intervention would be about challenging the categories model and bypass/change the rules that define it. Therefore, our strategies can not only assert subjugated identities, but also constantly question the identities settings.
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