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Genomas, sexualidade, seleção de parceiros, anomalias, defeitos, aborto, seleção de embriões : educando e governando vidas e sujeitos pelo determinismo biológico enunciado genes na revista ciência hoje

Arnt, Ana de Medeiros January 2013 (has links)
Discursos do campo das Ciências Biológicas têm centrado suas explicações acerca do ser humano e demais seres vivos como meros produtos dos genes. Na delimitação molecular dos fenômenos, formas e comportamentos dos seres vivos encontra-se as explicações para suas existências. Diversas instâncias integram a constituição do pensamento de que a verdade dos seres encontra-se nos seus genes, como escola, mídia, cursos de formação docente, livros didáticos, etc. Destacado papel pedagógico, nessa direção, tem sido exercido pelas as revistas de Divulgação Científica, enquanto veículos que apresentam “notícias” científicas em uma linguagem acessível. Nesta tese de doutorado, busquei analisar como enunciados vinculados ao determinismo genético posicionam o ser humano na revista Ciência Hoje, no período entre 1990 e 2010. A pesquisa, fundamenta-se na análise de enunciados, na conexão com os estudos de Michel Foucault, usando como ferramentas analíticas os conceitos de enunciado, enunciação e governamentalidade, para pensar a mídia, neste caso a Ciência Hoje, como uma pedagogia que participa da constituição de sujeitos e do governo dos corpos e da população. Na análise das revistas destaquei quatro enunciados: Prole saudável e seleção sexual: expressão de nosso genoma; Anômalos e defeituosos: os corpos que não se quer, os corpos que se intervêm; Aconselhamento Genético: minimizando riscos e possibilitando nascimentos saudáveis?; Desenvolvendo produtos comercializáveis para produzir sujeitos saudáveis. A partir destes enunciados, discuto as relações entre os saberes produzidos pelo campo da biologia, nas páginas da revista e questões políticas, sociais, econômicas e culturais, procurando mostrar como se articulam e constituem as verdades que nos tomam como produto delimitado e definido pelos nossos genes.
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Genomas, sexualidade, seleção de parceiros, anomalias, defeitos, aborto, seleção de embriões : educando e governando vidas e sujeitos pelo determinismo biológico enunciado genes na revista ciência hoje

Arnt, Ana de Medeiros January 2013 (has links)
Discursos do campo das Ciências Biológicas têm centrado suas explicações acerca do ser humano e demais seres vivos como meros produtos dos genes. Na delimitação molecular dos fenômenos, formas e comportamentos dos seres vivos encontra-se as explicações para suas existências. Diversas instâncias integram a constituição do pensamento de que a verdade dos seres encontra-se nos seus genes, como escola, mídia, cursos de formação docente, livros didáticos, etc. Destacado papel pedagógico, nessa direção, tem sido exercido pelas as revistas de Divulgação Científica, enquanto veículos que apresentam “notícias” científicas em uma linguagem acessível. Nesta tese de doutorado, busquei analisar como enunciados vinculados ao determinismo genético posicionam o ser humano na revista Ciência Hoje, no período entre 1990 e 2010. A pesquisa, fundamenta-se na análise de enunciados, na conexão com os estudos de Michel Foucault, usando como ferramentas analíticas os conceitos de enunciado, enunciação e governamentalidade, para pensar a mídia, neste caso a Ciência Hoje, como uma pedagogia que participa da constituição de sujeitos e do governo dos corpos e da população. Na análise das revistas destaquei quatro enunciados: Prole saudável e seleção sexual: expressão de nosso genoma; Anômalos e defeituosos: os corpos que não se quer, os corpos que se intervêm; Aconselhamento Genético: minimizando riscos e possibilitando nascimentos saudáveis?; Desenvolvendo produtos comercializáveis para produzir sujeitos saudáveis. A partir destes enunciados, discuto as relações entre os saberes produzidos pelo campo da biologia, nas páginas da revista e questões políticas, sociais, econômicas e culturais, procurando mostrar como se articulam e constituem as verdades que nos tomam como produto delimitado e definido pelos nossos genes.
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Genomas, sexualidade, seleção de parceiros, anomalias, defeitos, aborto, seleção de embriões : educando e governando vidas e sujeitos pelo determinismo biológico enunciado genes na revista ciência hoje

Arnt, Ana de Medeiros January 2013 (has links)
Discursos do campo das Ciências Biológicas têm centrado suas explicações acerca do ser humano e demais seres vivos como meros produtos dos genes. Na delimitação molecular dos fenômenos, formas e comportamentos dos seres vivos encontra-se as explicações para suas existências. Diversas instâncias integram a constituição do pensamento de que a verdade dos seres encontra-se nos seus genes, como escola, mídia, cursos de formação docente, livros didáticos, etc. Destacado papel pedagógico, nessa direção, tem sido exercido pelas as revistas de Divulgação Científica, enquanto veículos que apresentam “notícias” científicas em uma linguagem acessível. Nesta tese de doutorado, busquei analisar como enunciados vinculados ao determinismo genético posicionam o ser humano na revista Ciência Hoje, no período entre 1990 e 2010. A pesquisa, fundamenta-se na análise de enunciados, na conexão com os estudos de Michel Foucault, usando como ferramentas analíticas os conceitos de enunciado, enunciação e governamentalidade, para pensar a mídia, neste caso a Ciência Hoje, como uma pedagogia que participa da constituição de sujeitos e do governo dos corpos e da população. Na análise das revistas destaquei quatro enunciados: Prole saudável e seleção sexual: expressão de nosso genoma; Anômalos e defeituosos: os corpos que não se quer, os corpos que se intervêm; Aconselhamento Genético: minimizando riscos e possibilitando nascimentos saudáveis?; Desenvolvendo produtos comercializáveis para produzir sujeitos saudáveis. A partir destes enunciados, discuto as relações entre os saberes produzidos pelo campo da biologia, nas páginas da revista e questões políticas, sociais, econômicas e culturais, procurando mostrar como se articulam e constituem as verdades que nos tomam como produto delimitado e definido pelos nossos genes.
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Nem tudo que se diz é verdade e nem tudo que é verdade é dito: uma análise crítica da difusão do pensamento genético e evolucionário na contemporaneidade

Mauro Fraga Paiva 30 April 2009 (has links)
Nos últimos séculos a Ciência vem produzindo uma série de respostas para problemas que afligem a humanidade. São descobertas que procuraram mudar e continuam mudando a relação do ser humano com a Natureza, a divindade e com ele próprio. Mas é inegável que em momentos passados, a crença excessiva no poder da ciência e da razão conduziu a ideias e argumentos de cientificidade questionável, como o darwinismo social, a sociobiologia, o eugenismo e tantas outras. Outros problemas também podem provir de insinuações de estudiosos proeminentes de que os seres humanos são apenas um monte de neurônios ou apenas veículos para a propagação de genes, ou ainda, que somos somente máquinas. Parece que esse tipo de reducionismo presta um desserviço aos seres humanos, à sociedade e à ciência. Como tentaremos mostrar no decorrer desta tese, a propagação do conhecimento científico para o senso comum, nos parece impregnada desta concepção determinista de se pensar e fazer ciência. Encontramos nos mais diferentes campos de saber científico, da psicologia à sociologia, da economia à engenharia, uma série de argumentos comuns, baseados na Biologia genética e evolucionária e que, nas últimas duas décadas, vêm ganhando um espaço surpreendente de argumentação nos saberes acima. É como se houvesse uma determinação biológica para tudo e para todos. Foi da análise do material informativo e formativo circulante no senso comum, e da posterior constatação desta impregnação, que surgiu a necessidade e a inquietação em produzir um estudo crítico e mais aprofundado sobre estas questões, buscando ouvir alguns dos mais reconhecidos pesquisadores do campo para saber se há algum fundamento no que é noticiado e, muitas vezes, publicado oficialmente sobre o tema.
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Nem tudo que se diz é verdade e nem tudo que é verdade é dito: uma análise crítica da difusão do pensamento genético e evolucionário na contemporaneidade

Mauro Fraga Paiva 30 April 2009 (has links)
Nos últimos séculos a Ciência vem produzindo uma série de respostas para problemas que afligem a humanidade. São descobertas que procuraram mudar e continuam mudando a relação do ser humano com a Natureza, a divindade e com ele próprio. Mas é inegável que em momentos passados, a crença excessiva no poder da ciência e da razão conduziu a ideias e argumentos de cientificidade questionável, como o darwinismo social, a sociobiologia, o eugenismo e tantas outras. Outros problemas também podem provir de insinuações de estudiosos proeminentes de que os seres humanos são apenas um monte de neurônios ou apenas veículos para a propagação de genes, ou ainda, que somos somente máquinas. Parece que esse tipo de reducionismo presta um desserviço aos seres humanos, à sociedade e à ciência. Como tentaremos mostrar no decorrer desta tese, a propagação do conhecimento científico para o senso comum, nos parece impregnada desta concepção determinista de se pensar e fazer ciência. Encontramos nos mais diferentes campos de saber científico, da psicologia à sociologia, da economia à engenharia, uma série de argumentos comuns, baseados na Biologia genética e evolucionária e que, nas últimas duas décadas, vêm ganhando um espaço surpreendente de argumentação nos saberes acima. É como se houvesse uma determinação biológica para tudo e para todos. Foi da análise do material informativo e formativo circulante no senso comum, e da posterior constatação desta impregnação, que surgiu a necessidade e a inquietação em produzir um estudo crítico e mais aprofundado sobre estas questões, buscando ouvir alguns dos mais reconhecidos pesquisadores do campo para saber se há algum fundamento no que é noticiado e, muitas vezes, publicado oficialmente sobre o tema.
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\"Feios, sujos e malvados sob medida - do crime ao trabalho, a utopia médica do biodeterminismo em São Paulo (1920-1945)\"

Luis Antonio Coelho Ferla 08 April 2005 (has links)
A presente pesquisa trata da influência das idéias do determinismo biológico na medicina legal e na criminologia praticadas em São Paulo, no período de 1920 a 1945. No interior dessas disciplinas, as teses científicas que relacionavam corpo e comportamento expressavam-se por meio de um discurso médico de patologização do ato anti-social. Desde essa perspectiva, o indivíduo ?desviante? deveria ser identificado, cientificamente estudado, e por fim encaminhado a ?tratamento? adequado. Para a viabilização dessa estratégia, todo um projeto de intervenção social foi concebido, pretensamente voltado ao aprimoramento dos mecanismos de ?defesa da sociedade?. Dessa forma, a pesquisa procurou conhecer não apenas o conteúdo do discurso médico biodeterminista e seus principais veiculadores, como também as conseqüências concretas na realidade que dele se originaram.

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