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Risco osteomioarticular relacionado ao trabalho doméstico

Domingos, Patricia 11 April 2016 (has links)
Submitted by Izabel Franco (izabel-franco@ufscar.br) on 2016-10-25T19:29:34Z No. of bitstreams: 1 DissPD.pdf: 2042259 bytes, checksum: 136e67b54cbb8610af5dfa37eeecad59 (MD5) / Approved for entry into archive by Marina Freitas (marinapf@ufscar.br) on 2016-11-08T19:16:39Z (GMT) No. of bitstreams: 1 DissPD.pdf: 2042259 bytes, checksum: 136e67b54cbb8610af5dfa37eeecad59 (MD5) / Approved for entry into archive by Marina Freitas (marinapf@ufscar.br) on 2016-11-08T19:16:45Z (GMT) No. of bitstreams: 1 DissPD.pdf: 2042259 bytes, checksum: 136e67b54cbb8610af5dfa37eeecad59 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-11-08T19:16:51Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DissPD.pdf: 2042259 bytes, checksum: 136e67b54cbb8610af5dfa37eeecad59 (MD5) Previous issue date: 2016-08-11 / Não recebi financiamento / The Musculoskeletal Diseases (WMSDs) related in this work have been discussed for years in Brazil, but, still cause major problems throughout life of many workers. According to the literature, the housekeepers have no access to adequate security measures within your work environment and there is a lack of supervision and control of this condition. Furthermore, occupational diseases related to domestic work remain neglected. Aiming to identify risk factors for develop musculoskeletal disorders related to domestic work, it was observed the daily work of a housekeeper during a whole working day. The most common were formed by poor posture, many movements with flexion of the spine, prolonged standing positions, poor organization of work and lack of adequate guidance to the employee about these issues. Therefore, it is important the creation of preventive measures to minimize the occurrence of musculoskeletal disorders related to domestic work. In this paper, the researcher highlighted the importance of preventive physiotherapy in improving working conditions in such activities. / As Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho (DORTs) têm sido discutidas há anos no Brasil, mas, ainda são causa de importantes problemas ao longo da vida e do cotidiano de muitos trabalhadores. De acordo com a literatura, os profissionais do lar não têm acesso a medidas de segurança adequadas dentro do seu ambiente de trabalho e falta fiscalização e controle oficial sobre essa condição; além disso, as doenças ocupacionais relacionadas ao trabalho doméstico continuam negligenciadas. A fim de identificar fatores de risco para o desenvolvimento de doenças osteomusculares relacionadas ao trabalho doméstico, observaram-se as atividades cotidianas de uma empregada formal do lar durante um dia completo em sua jornada de trabalho. Os mais comuns constituíram-se por posturas inadequadas, grande número de movimentos com flexão da coluna, tempo prolongado em posição ortostática, má organização do trabalho e falta de adequada orientação ao trabalhador sobre esses problemas. Portanto, é importante que medidas de prevenção sejam criadas para minimizar a ocorrência de doenças osteomusculares relacionadas ao trabalho doméstico. Neste, o pesquisador evidenciou a importância da Fisioterapia Preventiva na melhora das condições de trabalho em tais atividades.
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Impacto previdenciário e ocupacional da incapacidade para o trabalho por doenças osteomusculares em sete ramos de atividade, Brasil, em 2002

Gadelha, Ana Paola Gomes 22 June 2006 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2006. / Submitted by Kathryn Cardim Araujo (kathryn.cardim@gmail.com) on 2009-10-29T09:41:28Z No. of bitstreams: 1 2006_Ana Paola Gomes Gadelha.pdf: 294348 bytes, checksum: 4c133678197900b64d935b6d4b4a374f (MD5) / Approved for entry into archive by Luanna Maia(luanna@bce.unb.br) on 2009-10-29T12:50:01Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2006_Ana Paola Gomes Gadelha.pdf: 294348 bytes, checksum: 4c133678197900b64d935b6d4b4a374f (MD5) / Made available in DSpace on 2009-10-29T12:50:01Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2006_Ana Paola Gomes Gadelha.pdf: 294348 bytes, checksum: 4c133678197900b64d935b6d4b4a374f (MD5) Previous issue date: 2006-06-22 / Objetivo : Avaliar o impacto das doenças osteomusculares (DOM) como fator de incapacidade para o trabalho em sete ramos de atividade no Brasil em 2002. Métodos: Foram estudados os benefícios concedidos pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) por DOM (Cap 13 CID-10) (OMS, 2003) aos trabalhadores celetistas de sete ramos de atividade econômica, CNAE, n=2.838.995, no Brasil em 2002. Avaliou-se tipo, diagnóstico, duração e custo dos benefícios e CNAE. Analisaram-se os dados utilizando-se coeficientes e razão de prevalência, proporções, média e desvio padrão da duração e custo dos benefícios. Os ramos avaliados foram: Fabricação de Produtos Químicos, Metalurgia Básica, Fabricação de Produtos de Metal, Intermediação Financeira, Educação, Transportes Aéreo e Terrestre. Resultados: Em 2002 foram despachados 117.399 benefícios por todas as doenças, sendo 26.550 por DOM (22,6%), resultando em coeficiente de prevalência de 9,4 benefícios por 1.000 vínculos. Quanto ao CNAE, a maior prevalência de benefícios por DOM foi no Transporte Terrestre, 12,9, e a menor no setor Educação, 3,4. Quanto à caracterização do benefício como acidentário, as maiores prevalências foram da Intermediação Financeira, 4,2, e do Transporte Aéreo, 1,8. Os benefícios duraram em média 240,2 dias (±173,1), sendo que esta duração média foi maior no ramo da Educação, 263,9 dias (±210,0). O custo médio por benefício foi de R$7.182,00 (±6.610), sendo os maiores no Transporte Aéreo R$ 10.948,00 (±9.308,00), seguido pela Intermediação Financeira R$ 10.575,00 (±7.747,00). Conclusões: Os trabalhadores do Transporte Terrestre foram os mais incapacitados para o trabalho por DOM. A Intermediação Financeira apresentou a maior relação trabalho-doença, enquanto a Educação demandou o maior tempo de afastamento por DOM. Os ramos da Intermediação Financeira e do Transporte Aéreo foram os que demandaram maior custo médio. ______________________________________________________________________________________ ABSTRACT / Objective: To assess the impact of the musculoskeletal disease (MD) disability in seven branches of labor activity in Brazil in 2002. Methods: The benefits granted by the INSS [National Institute of Social Security] for MD (Chap 13 ICD-10), (WHO, 2003) to selected workers of seven branches of economic activities, NCEA, n= 2.838.995, in Brazil in 2002 were assessed. Data were analyzed using coefficients and ratio of prevalence, proportions, mean and standard deviation of the duration and costs of the benefits. The branches assessed were: Chemical Production, Basic Metallurgy, Metal Products Manufacturing, Financial Intermediation, Education, Airway and Land Transport. Results: 117.399 benefits were issued in 2002 for all diseases, 26.550 for MD (22.6%), resulting in a prevalence coefficient of 9,4 benefits per 1.000 employees. Regarding the NCEA, the highest prevalence of benefits for MD was in Land Transportation, 12,9, and the lowest was in Education, 3,4. As for the characterization of the benefits as accidental, the highest prevalence was found in Financial Intermediation, 4,2. The benefits lasted in average 240,2 days (± 173,1). And the highest average was found in the branch of Education, 263,9 (± 210,0). The average cost of benefits for MD was of R$ 7.182,00 (± 6.610,00). And the highest ones were in the Airway Transport R$ 10.948,00 (± 9.308,00), followed by Financial Intermediation R$ 10.575,00 (± 7.747,00). Conclusions: Land Transportation workers were the most disabled for the work due to MD. Financial Intermediation showed the higher work/disease relation, whereas xiv Education demanded much time of work absence due to MD. Airway Transport and Financial Intermediation were the ones which demanded the highest average cost.
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Morbidade em servidores celetistas no Brasil: agravos em geral e relacionados ao trabalho

Lima, José Roberto Pinho de Andrade January 2012 (has links)
Banca examinadora: Profª. Drª. Vilma Sousa Santana (orientadora); Profª. Drª. Isabela Cardoso de Matos Pinto - ISC-UFBA; Profª. Drª. Marlene Silva - Escola Bahiana de Medicina; Profª. Drª. Tania Maria de Araújo - UEFS; Profº. Drº. Heleno Rodrigues Corrêa Filho. Data de defesa 07 de fevereiro de 2012. / Submitted by Maria Creuza Silva (mariakreuza@yahoo.com.br) on 2012-09-25T13:54:11Z No. of bitstreams: 1 Tese. José Roberto Lima 2012.pdf: 1413162 bytes, checksum: cef85a6e58b92affb05a6346538ae1b1 (MD5) / Approved for entry into archive by Maria Creuza Silva(mariakreuza@yahoo.com.br) on 2012-09-26T12:11:24Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Tese. José Roberto Lima 2012.pdf: 1413162 bytes, checksum: cef85a6e58b92affb05a6346538ae1b1 (MD5) / Made available in DSpace on 2012-09-26T12:11:24Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Tese. José Roberto Lima 2012.pdf: 1413162 bytes, checksum: cef85a6e58b92affb05a6346538ae1b1 (MD5) Previous issue date: 2012 / Contexto: Os servidores públicos compreendem grande contingente de trabalhadores em todo o mundo. No Brasil, em 2007, havia cerca de 10 milhões de servidores e não se conhece estudos de base populacional nacional sobre morbidade em geral entre servidores, especialmente entre aqueles vinculados ao Regime Geral da Previdência Social (RGPS), também denominados celetistas. Objetivos: estimar as prevalências dos agravos mais comuns entre os 2,7 milhões de empregados celetistas da administração pública brasileira (vinculados ao código 8400 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas); a incidência cumulativa anual (IC) de acidentes de trabalho (AT), a prevalência das doenças osteomusculares relacionadas ao trabalho (DORT), o número total e as medianas de gastos previdenciários e dias perdidos de trabalho por AT e DORT, analisando as suas distribuições de acordo com variáveis sócio-demográficas e ocupacionais. Métodos: estudo descritivo, com população de estudo formada pelos trabalhadores do Brasil vinculados ao Seguro de Acidentes de Trabalho (SAT) do RGPS em 2007, composta a partir dos registros do Anuário Estatístico da Previdência Social e da Relação Anual de Informações Sociais. Foram utilizados dados dos diagnósticos subjacentes aos auxílios-doença e auxílios-acidente concedidos pelo Instituto Nacional da Seguridade Social, provenientes do Sistema Único de Benefícios do Ministério da Previdência e Assistência Social. A variável de interesse foi grupo diagnóstico das enfermidades ou lesões mais comuns. As variáveis descritoras foram as sóciodemográficas como sexo, idade, unidade da federação (UF) e renda, e as ocupacionais, como tipo de agravo (ocupacional e não-ocupacional), ramo e sub-ramo de atividade econômica. O sexo foi empregado como descritor fundamental e para algumas análise realizou-se a padronização das prevalências por idade (PPI). Resultados: entre os servidores celetistas do Brasil, a prevalência bruta de agravos em geral foi estimada em 28,3/1.000. Os grupos de diagnósticos mais comuns foram: acidentes, doenças osteomusculares, transtornos mentais, doenças do aparelho digestivo, circulatório, neoplasias, geniturinário, relacionados à gravidez/puerpério, do sistema nervoso, do aparelho respiratório, e de olhos e anexos, nessa ordem. Os dois principais grupos de agravos ocupacionais foram doenças osteomusculares e acidentes de trabalho. A prevalência geral de DORT foi 11,5 / 10.000, maior entre as mulheres, e a IC de acidentes de trabalho foi de 10,9 / 10.000, sendo mais elevada em homens. Para os agravos nãoocupacionais,as PPI foram mais elevadas nas mulheres em comparação com os homens, com os transtornos mentais ocupando o primeiro lugar. As UF das regiões Sudeste e Sul concentram as mais elevadas IC de AT e prevalências de DORT, em ambos os sexos. Conclusões: os servidores celetistas administrativos no Brasil adoecem menos que os demais trabalhadores formais. Observa-se distinção na morbidade segundo variáveis sócio-demográficas e ocupacionais. Ações devem priorizar a prevenção de cânceres e acidentes em homens; transtornos mentais em mulheres; doenças osteomusculares entre servidores com mais de 50 anos e mulheres de renda baixa. Outras investigações mais detalhadas devem elucidar os determinantes dos agravos entre servidores celetistas, principalmente nos pequenos municípios brasileiros. / Salvador
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Capacidade para o trabalho, sintomas osteomusculares e qualidade de vida entre operadores de máquinas agrícolas / Work ability, musculoskeletal symptoms, and quality of life among agricultural machinery operators

Milani, Daniela 11 February 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2016-06-02T19:48:17Z (GMT). No. of bitstreams: 1 3424.pdf: 1203397 bytes, checksum: 7555758ce122660d126a410c3f2511b0 (MD5) Previous issue date: 2011-02-11 / Financiadora de Estudos e Projetos / Introduction: Studies about work ability are relevant specially due to the population aging and the workforce aging in order to avoid early retirement. Those subjects whose employment has physical demands present more frequently injuries than others. The musculoskeletal disorders are the most common disorders among these injuries. These disorders have been important cause for work ability decrease among workers and may have negative impact in their quality of life. The agricultural sector activities include tasks with important physical demands. These tasks may have a negative impact in the workers health. However in Brazil, health-related aspects of these workers are unusual. Objectives: To evaluate the work ability and its association with musculoskeletal symptoms and quality of life aspects in agricultural machinery operators. Methodology: A cross-sectional study was carried out in an industry of the sugarcane sector in Brazil. The subjects (n=204) were agricultural machinery operator. They answered a questionnaire on demographics, work, lifestyle characteristics, Work Ability Index (WAI), The Medical Outcomes Study 36-item Short-Form Health Survey (SF-36) and the Nordic Musculoskeletal Symptoms questionnaire. Results: The mean age of the workers was 32.3 years. The men comprised 99% of the study population and the average duration of work at the institution was 5.4 years. Physical activity was reported by 45.1%. Considering at least one body part, the musculoskeletal symptoms presence over the past 12 months was reported by 47.1% of the workers and the upper back symptoms were most frequents. The SF-36 dimensions presented scores above 79.3 points and a mean WAI score was 45.2 points. The statistical analysis showed that the work ability was associated with age, education and musculoskeletal symptoms. The wrists and hands symptoms were significantly associated with work ability. Those SF-36 dimensions that had most significant with work ability were role physical and bodily pain. Conclusion: Although in this study the workers had been young, important portion have already presented musculoskeletal symptoms and presented signs of work ability reduction. Furthermore, in this study, the musculoskeletal symptoms were significantly associated with WAI reduction and due to this; it is recommended that measures about promotion and improvement of the work ability and quality of life are deployed to base in musculoskeletal disorders prevention. / Introdução: Devido ao envelhecimento da população e da força de trabalho é relevante estudar a capacidade para o trabalho a fim de evitar aposentadoria precoce. Dentre as doenças mais comuns entre os indivíduos que exercem ocupações com exigências físicas citam-se as osteomusculares. Estas têm sido responsáveis pela diminuição da capacidade para o trabalho e podem trazer modificações na qualidade de vida daqueles que são acometidos. As atividades do setor agrícola abrangem tarefas com demandas físicas que podem interferir na saúde dos trabalhadores que as exercem. No entanto, no Brasil, os aspectos relacionados à saúde destes trabalhadores são raros. Objetivos: Avaliar a capacidade para o trabalho e verificar sua relação com a existência de sintomas osteomusculares e com aspectos da qualidade de vida em operadores de máquinas agrícolas. Metodologia: Estudo epidemiológico transversal. A população estudada foi constituída por 204 operadores de máquinas de uma indústria do setor sucroalcooleiro. A coleta dos dados foi feita por meio de um instrumento abrangendo: características sociodemográficas, de trabalho e de estilo de vida, o Índice de Capacidade para o Trabalho (ICT), The Medical Outcomes Study 36-item Short Form Health Survey (SF-36) e o Questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares. Resultados: A população estudada apresentou idade média de 32.3 anos, o gênero predominante foi o masculino (99%) e a média de anos trabalhados na empresa foi de 5.4 anos. Mais da metade (54.9%) dos trabalhadores não praticava atividades físicas. Nos últimos 12 meses, 47.1% destes apresentaram sintomas osteomusculares em pelo menos uma região do corpo. A região mais acometida foi a parte superior das costas. Com relação ao SF-36, todos os domínios apresentaram escores acima de 79.3 pontos. O ICT apresentou média de 45.2 pontos e as análises estatísticas apresentaram associação significativa entre a capacidade para o trabalho, a idade, a escolaridade e a presença de sintomas osteomusculares. A região de punhos e mãos foi aquela que apresentou maior associação com a capacidade para o trabalho. Quanto aos domínios do SF-36, aqueles mais fortemente associados com a capacidade para o trabalho foram os aspectos físicos e a dor. Conclusão: Embora a população estudada seja relativamente jovem, considerável parcela desta população apresenta sintomas osteomusculares e já apresenta indícios de perda de capacidade para o trabalho. Considerando a relação encontrada entre capacidade para o trabalho e presença de sintomas osteomusculares, recomenda-se que medidas de promoção e melhoria da capacidade para o trabalho sejam implantadas com base na prevenção de distúrbios osteomusculares.

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