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Dor abdominal crônica, dispepsia não ulcerosa e infecção pelo Helicobacter pylori em crianças e adolescentes

Silva, Renato Guilherme Silveira Corrêa. 2014 (has links)
Orientador: Maria Aparecida Marchesan Rodrigues Banca: Gisela Alborghetti Nai Banca: Francisco de Agostinho Júnior Resumo: Objetivo: Investigar através de estudo observacional, se o uso de características clínicas detalhadas de crianças e adolescentes com dor abdominal crônica (DAC) e dispepsia não ulcerosa possa auxiliar na identificação de pacientes infectados pelo Helicobacter pylori (H. pylori). Casuística e Métodos: Foi investigado um total de 721 novos casos consecutivos de crianças e adolescentes com DAC, destes foram incluídos no estudo 240 pacientes com critérios clínicos para dispepsia não ulcerosa e sugestiva de doença orgânica. Os dados foram colhidos utilizando protocolos clínicos, laboratoriais, endoscópicos e histopatológicos padronizados. Resultados: Foram identificadas 123 crianças infectadas pelo H. pylori, sendo 76 com pangastrite (61,7%) e 47 com gastrite antral (38,3%). Crianças com pangastrite apresentaram tempo de evolução da dor maior de 12 meses significantemente mais frequente do que aquelas com gastrite antral (p<0,05). Os sintomas dispépticos não diferiram entre gastrite antral e pangastrite. Foi observada associação positiva entre infecção por H. pylori e náusea (p<0,05). O grupo de pacientes não infectados por H. pylori apresentou dor retroesternal mais frequentemente do que os pacientes infectados por H. pylori (p<0,05). Não houve associação entre as variáveis demográficas e infecção por H. pylori. Conclusões: A prevalência de infecção por H. pylori foi alta entre crianças dispépticas, mas pouco associada a sintomas gastrointestinais específicos Abstract: Aims: To investigate if the use of refined clinical characteristics of chronic abdominal pain can identify patients for further investigation of Helicobacter pylori (H. pylori) infection. An observational study on children and adolescents with chronic non-ulcer dyspepsia was performed to investigate the potential association between specific gastrointestinal symptoms and H. pylori infection. The hypothesis was that the use of demographics and clinical data with defined criteria for chronic abdominal pain (CAP) and dyspeptic syndrome, could be of help in identifying patients with H. pylori infection. Methods: A cohort of 721 consecutive new cases of children and adolescents with CAP were investigated. Of them, 240 with clinical criteria for chronic non-ulcer dyspeptic syndrome and suggestive of organic underlying disease were enrolled into the study. Data were collected by using standardized demographic, clinical laboratory, endoscopic and histopathological protocols. Results: H. pylori infection was identified in 123 children (52%), being 76 with pangastritis (61.7%) and 47 with antral gastritis (38.3%). Symptoms duration longer than 12 months was significantly more frequent in children with pangastritis than in those with antral gastritis (p< 0.05). Dyspeptic symptoms did not differ between antral predominant and pangastritis. A significant association was observed between nausea and H. pylori infection (p<0.03). Retrosternal pain was significantly more frequent in the non-infected group (p<0.05) than in patients with H. pylori infection. No association between demographic variables and H. pylori infection was found. Conclusions: The prevalence of H. pylori infection was high among children with dyspepsia, but poorly associated with specific gastrointestinal symptoms Mestre
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Avaliação clínico-laboratorial e da expressão de metaloproteinases 2 e 9 de equinos com obstrução experimental do cólon menor

Pimenta, Beatriz de Assis. 2016 (has links)
Orientador: José Corrêa de Lacerda Neto Coorientador: Kamila Gravena Banca: Annelise Carla Camplesi dos Santos Banca: Fabiana Garcia Christovão Resumo: A síndrome do abdômen agudo é uma das afecções que mais se destaca no atendimento clínico cirúrgico para a espécie equina. A obstrução do cólon menor é causada principalmente pela compactação de massas ou por enterólitos, acarreta em distensão intraluminal e, consequentemente obstrução dos vasos sanguíneos que irrigam a parede do órgão, desencadeando processo isquêmico. Por conseguinte, ocorrem no organismo alterações metabólicas e enzimáticas, como ativação leucocitária e liberação de enzimas proteolíticas, em direção ao local da injúria. Foram avaliadas as alterações clínicas, hematológicas, celularidade do líquido peritoneal, além da expressão de metaloproteinase 2 e 9 (MMP-2 e MMP-9), em oito equinos, hígidos, adultos, submetidos experimentalmente à obstrução simples de cólon menor, durante 4 horas, por meio de inserção de balão de látex, sob pressão de 80mmHg. Os parâmetros clínicos, hematológicos e o fluido peritoneal foram avaliados antes da obstrução intestinal (M0), imediatamente após a obstrução intestinal (M4) e em intervalos de 12 horas até completarem 72 horas após desobstrução do cólon menor (M72). As atividades gelatinolíticas de MMP-2 e MMP-9, no plasma e líquido peritoneal foram obtidas em M0, M4 e M72, posteriormente submetidas à análise zimográfica. Através do exame físico constatou-se aumento da frequência cardíaca e temperatura retal em M12 e da frequência respiratória em M24. A porção eritrocitária do hemograma não apresentou diferenças significativas, mas evidenciou diminuição discreta de hemácias, hemoglobina, hematócrito e plaquetas em M4. Já o leucograma indicou aumento de leucócitos em M12 e M24 e diminuição na resposta leucocitária a partir de M36 (p≤0,05). Em relação à celularidade do líquido peritoneal verificou-se aumento estatístico dos valores de hemácias, hemoglobina... Abstract: The syndrome of acute abdomen is one of the diseases that most stands out in the surgical clinical care to the equine species. The obstruction of the lower colon is mainly caused by mass or compression for enterólitos, carries on intraluminal distension and, consequently clogging of blood vessels supplying the organ, triggering ischemic process. Therefore, occur in the body and metabolic changes of enzymes, such as leukocyte activation and proteolytic enzymes release, toward the site of the injury. Were evaluated clinical, haematological changes, peritoneal fluid cellularity, beyond the expression of metalloproteinase 2 and 9 (MMP- 2 and MMP-9), in eight horses, healthy adults, subjected experimentally to simple obstruction of colon minor, during 4 hours, through the insertion of latex balloon, under pressure of 80mmHg. Clinical, hematological parameters and the peritoneal fluid were evaluated before the intestinal obstruction (M0), immediately after the bowel obstruction (M4) and at intervals of 12 hours until they reach 72 hours after clearing the lower colon (M72). Gelatinolíticas activities of MMP-2 and MMP-9, plasma and peritoneal fluid were obtained in M0, M4 and M72, subsequently submitted to zimográfica analysis. Through the physical exam found an increase in heart rate and rectal temperature in M12 and the respiratory rate in M24. The portion of the erythrocyte hemogram showed no significant differences, but showed discrete red blood cells, hemoglobin decrease, hematocrit and platelets in M4. Already the WBC indicated increase of leukocytes in M12 and M24 and decreased leukocyte response from M36 (p ≤ 0.05). Regarding the cellularity of peritoneal fluid was found statistical increase of the values of red blood cells, hemoglobin and hematocrit in M4, leukocytes, mononuclear and polymorphonuclear in M12. The analysis of the expression of MMPs showed just expression of MMPs in ... Mestre
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Estudo dos parâmetros de tolerância relacionados à colonoscopia Study of colonoscopy-related tolerance parameters

Vivian Mayumi Ussui 16 February 2011 (has links)
Os exames endoscópicos são considerados procedimentos invasivos, desconfortáveis e estressantes. A colonoscopia, em virtude da necessidade de laxantes para o preparo do cólon, de sua complexidade técnica e do constrangimento devido à maior exposição, causa ansiedade, preocupação e preconceito. No entanto, a colonoscopia é, atualmente, o procedimento de escolha para investigação de enfermidades do intestino grosso de elevada acurácia e possibilidade de realização de procedimentos terapêuticos, mas requer elevada colaboração e tolerância dos pacientes. A tolerância pode ser interpretada de várias maneiras, como aceitação, nível de satisfação e conforto durante o exame, ou disposição para repetir o procedimento. Foi realizado no Centro de Diagnóstico do Serviço de Gastroenterologia Clínica do Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, um estudo observacional prospectivo, longitudinal, com o objetivo de avaliar o nível de tolerância do paciente submetido à colonoscopia e os fatores intervenientes na tolerância. No período de março a dezembro de 2008, foram avaliados 373 pacientes adultos consecutivos, submetidos à colonoscopia eletiva. Foram incluídos pacientes submetidos a exames eletivos, com idade acima de 18 anos, com compreensão e aceitação da entrevista e do procedimento, e que assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido. Um inquérito foi aplicado antes, durante e após o exame, a partir de dois questionários: formulário do paciente, preenchido pelo médico pesquisador; e ficha de avaliação médica, preenchido pelos médicos pesquisador e executante. No presente estudo considerou-se tolerância como a disposição do paciente para repetir o exame. Esse questionamento foi aplicado imediatamente na pré-alta, com o indivíduo desperto e orientado, no mínimo duas horas após o procedimento. Os fatores avaliados no pré-exame, durante o exame e no pós-exame foram comparados entre o grupo de pacientes tolerantes e os não tolerantes. Noventa e um por cento dos pacientes avaliados mostraram-se tolerantes à colonoscopia. Maiores níveis de tolerância foram observados em pacientes do sexo masculino (p=0,005; OR=14,8), com idade entre 41 anos e 60 anos (p=0,003; OR=56,92), colaborativos durante o exame (p=0,013; OR=6,15) e que não apresentaram cólica durante o preparo intestinal (p=0,013; OR=5) ou dor abdominal após o procedimento (p=0,032; OR=3,25). Um dos fatores limitantes do presente estudo foi o desconhecimento da razão pela qual o paciente não faria novamente o exame. A diferente graduação dos médicos colonoscopistas, a inclusão de pacientes ambulatoriais e internados submetidos à cirurgia colorretal tornaram a amostra heterogênea, porém mais representativa da prática clínica. Nessa amostra, a dor abdominal associada à colonoscopia foi o elemento mais significativo na caracterização da tolerância Endoscopic assessments are considered invasive, uncomfortable and stressful procedures. The colonoscopy, due to the need for laxative use for colon preparation, its technical complexity and the embarrassment caused by privacy exposure, results in anxiety, concern and prejudice. However, the colonoscopy is currently the procedure of choice to investigate large bowel disorders, due to its high accuracy and the possibility of performing therapeutic procedures during the examination, but it requires a high degree of collaboration and compliance on the part of the patient. Tolerance can be interpreted in different ways, such as acceptance, level of satisfaction, and comfort during the examination, or willingness to have the procedure repeated. A prospective observational study was carried out at the Diagnostic Center of the Service of Clinical Gastroenterology of Instituto Central of Hospital das Clínicas of the School of Medicine of the University of São Paulo (HCFMUSP), aiming at evaluating the level of tolerance of patients submitted to colonoscopy and the factors that interfere with this tolerance. A total of 373 consecutive adult patients submitted to elective colonoscopy were studied from March to December 2008. The inclusion criteria consisted of patients submitted to elective examinations, aged 18 and older, which understood and agreed with the interview and the procedure and signed the Free and Informed Consent Form. A survey was applied before, during and after the examination, based on two questionnaires: the patients questionnaire, filled out by the medical researcher and the medical assessment file, filled out by the medical researcher and the attending physician. The present study considered the patients tolerance as the willingness to have the procedure repeated. This survey was applied immediately at the pre-hospital discharge, when the patient was conscious and oriented, at least two hours after the procedure. The factors assessed before, during and after the examination were compared between the groups of compliant and non-compliant patients. A total of 91% of the assessed patients showed to be compliant with the colonoscopy. Higher levels of tolerance were observed in male patients (p=0.005; OR=14.8), aged 41 to 60 years (p=0.003; OR=56.92), who collaborated during the examination (p=0.013; OR=6.15) and did not have colic during the intestinal preparation (p=0.013; OR=5) or abdominal pain after the procedure (p=0.032; OR=3.25). One limitation of the present study was the lack of information on why the patient would not have the procedure repeated. The varied degrees of skill presented by colonoscopists, the inclusion of outpatients and inpatients submitted to colorectal surgery made the sample a more heterogeneous one, albeit more representative of clinical practice. In this sample, abdominal pain associated with the colonoscopy was the most significant element in the characterization of tolerance
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Dor abdominal crônica, dispepsia não ulcerosa e infecção pelo Helicobacter pylori em crianças e adolescentes

Silva, Renato Guilherme Silveira Corrêa [UNESP] 21 February 2014 (has links)
Made available in DSpace on 2015-01-26T13:21:19Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2014-02-21Bitstream added on 2015-01-26T13:30:41Z : No. of bitstreams: 1 000795830.pdf: 1301123 bytes, checksum: dd46c160f8713c2ba8ea458e84fbc405 (MD5) Objetivo: Investigar através de estudo observacional, se o uso de características clínicas detalhadas de crianças e adolescentes com dor abdominal crônica (DAC) e dispepsia não ulcerosa possa auxiliar na identificação de pacientes infectados pelo Helicobacter pylori (H. pylori). Casuística e Métodos: Foi investigado um total de 721 novos casos consecutivos de crianças e adolescentes com DAC, destes foram incluídos no estudo 240 pacientes com critérios clínicos para dispepsia não ulcerosa e sugestiva de doença orgânica. Os dados foram colhidos utilizando protocolos clínicos, laboratoriais, endoscópicos e histopatológicos padronizados. Resultados: Foram identificadas 123 crianças infectadas pelo H. pylori, sendo 76 com pangastrite (61,7%) e 47 com gastrite antral (38,3%). Crianças com pangastrite apresentaram tempo de evolução da dor maior de 12 meses significantemente mais frequente do que aquelas com gastrite antral (p<0,05). Os sintomas dispépticos não diferiram entre gastrite antral e pangastrite. Foi observada associação positiva entre infecção por H. pylori e náusea (p<0,05). O grupo de pacientes não infectados por H. pylori apresentou dor retroesternal mais frequentemente do que os pacientes infectados por H. pylori (p<0,05). Não houve associação entre as variáveis demográficas e infecção por H. pylori. Conclusões: A prevalência de infecção por H. pylori foi alta entre crianças dispépticas, mas pouco associada a sintomas gastrointestinais específicos Aims: To investigate if the use of refined clinical characteristics of chronic abdominal pain can identify patients for further investigation of Helicobacter pylori (H. pylori) infection. An observational study on children and adolescents with chronic non-ulcer dyspepsia was performed to investigate the potential association between specific gastrointestinal symptoms and H. pylori infection. The hypothesis was that the use of demographics and clinical data with defined criteria for chronic abdominal pain (CAP) and dyspeptic syndrome, could be of help in identifying patients with H. pylori infection. Methods: A cohort of 721 consecutive new cases of children and adolescents with CAP were investigated. Of them, 240 with clinical criteria for chronic non-ulcer dyspeptic syndrome and suggestive of organic underlying disease were enrolled into the study. Data were collected by using standardized demographic, clinical laboratory, endoscopic and histopathological protocols. Results: H. pylori infection was identified in 123 children (52%), being 76 with pangastritis (61.7%) and 47 with antral gastritis (38.3%). Symptoms duration longer than 12 months was significantly more frequent in children with pangastritis than in those with antral gastritis (p< 0.05). Dyspeptic symptoms did not differ between antral predominant and pangastritis. A significant association was observed between nausea and H. pylori infection (p<0.03). Retrosternal pain was significantly more frequent in the non-infected group (p<0.05) than in patients with H. pylori infection. No association between demographic variables and H. pylori infection was found. Conclusions: The prevalence of H. pylori infection was high among children with dyspepsia, but poorly associated with specific gastrointestinal symptoms

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