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Prevalência e fatores associados às geohelmintíases em crianças do norte/nordeste do Brasil.

Fonseca, Eduardo Oyama Lins January 2008 (has links)
p. 1-35 / Submitted by Santiago Fabio (fabio.ssantiago@hotmail.com) on 2013-04-25T19:35:47Z No. of bitstreams: 1 44444444.pdf: 407582 bytes, checksum: 87a6fe724f6ec0c651df5f9687081e92 (MD5) / Approved for entry into archive by Maria Creuza Silva(mariakreuza@yahoo.com.br) on 2013-05-04T17:36:58Z (GMT) No. of bitstreams: 1 44444444.pdf: 407582 bytes, checksum: 87a6fe724f6ec0c651df5f9687081e92 (MD5) / Made available in DSpace on 2013-05-04T17:36:58Z (GMT). No. of bitstreams: 1 44444444.pdf: 407582 bytes, checksum: 87a6fe724f6ec0c651df5f9687081e92 (MD5) Previous issue date: 2008 / Para determinar a prevalência de geohelmintíases e identificar fatores associados a sua ocorrência, realizou-se inquéritos coprológicos em amostra de crianças residentes em municípios com baixo IDH. Aplicou-se questionário aos responsáveis obtendo-se informações socioeconômicas e ambientais e foi feita coleta de fezes. Calculou-se prevalências de geohelmintos segundo variáveis de interesse e avaliou-se os fatores de risco mediante Regressão Logística Multinível. Das 2.523 crianças estudadas, 36,5% eram portadoras de um ou mais geohelmintos (Ascaris lumbricoides 25,1%; Ancilostomideos 15,3%, Trichuris trichiura 12,2%). A prevalência para o conjunto de geohelmintos na zona rural foi 45,7% e na urbana 32,2%. Baixa renda familiar (ÔR =1,75; 1,38–2,23), baixa escolaridade materna (ÔR =1,69; 1,39–2,06), presença de lixo próximo ao domicílio (ÔR =1,50; 1,22–1,84) e maior número de pessoas no domicílio (ÔR 1,41; 1,17–1,71) mostraram-se associadas a estas infecções. Conclui-se que a ocorrência destas parasitoses está relacionada às condições socioeconômicas evidenciando a importância de intervenções públicas direcionadas à melhoria das condições de vida para sua prevenção. / Salvador
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Aspectos epidemiológicos da erliquiose canina no Brasil / Epidemiological aspects of canine ehrlichiosis in Brazil

Daniel Moura de Aguiar 09 June 2006 (has links)
O presente estudo visou obter informações sobre a epidemiologia da erliquiose canina no Brasil, a partir da caracterização molecular de isolados nacionais e de estudo de prevalência da infecção em cães (Canis familiaris) e carrapatos Rhipicephalus sanguineus. Inicialmente, padronizou-se o isolamento de Ehrlichia canis em cultivo de células DH82, a partir de um cão inoculado com a cepa Jaboticabal, seguida da identificação do isolado pelo sequenciamento de DNA de um fragmento do gene dsb de Ehrlichia. Posteriormente, realizou-se o isolamento de E. canis de um cão naturalmente infectado, atendido no Hospital Veterinário (HOVET) da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo. Este novo isolado foi geneticamente caracterizado a partir da PCR almejando fragmentos dos genes dsb, 16S rRNA e P28. Com o estabelecimento do isolado Jaboticabal em cultivo celular, padronizou-se a Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI), utilizando-a em amostras de soros de 314 cães de áreas urbana e rural do Município de Monte Negro, RO. Finalmente, avaliou-se pela PCR do gene dsb, a freqüência de carrapatos infectados e de cães oriundos de quatro populações de R. sanguineus, uma do município de Monte Negro, RO. e três do estado de São Paulo. Do cão inoculado com o isolado Jaboticabal, constatou-se o crescimento de E. canis em cultivo celular, no 27o dia pós-inoculação, confirmado pela PCR e citologia. Após o seqüenciamento de DNA, o fragmento amplificado a partir do isolado apresentou-se 100% similar a seqüência correspondente ao gene dsb de E. canis depositada no GenBank. O isolamento de E. canis, a partir do cão atendido no HOVET, foi obtido no 14o dia pós-inoculação. Esta nova cepa, designada como isolado São Paulo, apresentou-se idêntica às seqüências do gene dsb e similares às seqüências dos genes 16S r RNA e P28, de outros isolados de E. canis disponíveis no GenBank. Dos soros testados pela RIFI, observou-se prevalência (títulos &plusmn; 40) de 31,2% (98/314), sendo 37,9% (58/153) em cães urbanos e 24,8% (40/161) em cães rurais (P < 0,05) de Monte Negro, Estado de Rondônia. A prevalência de carrapatos infectados (dada como freqüência mínima de infecção) foi de 2,3, 6,2, e 3,7% para as populações 1 (Monte Negro), 2 (Jundiaí, SP), e 3 (São Paulo I, SP), respectivamente (P > 0,05). Nenhum carrapato infectado foi detectado na população 4 (São Paulo II, SP). Os produtos da PCR dos carrapatos e de cães das populações 1, 2 e 3 foram idênticos entre si e à seqüência de E. canis disponível no GenBank. Estes resultados reforçam estudos anteriores, que relataram a infecção por E. canis em cães do Brasil, contudo descreve pela primeira vez no Brasil a infecção natural por E. canis em carrapatos R. sanguineus, tido como o principal carrapatos de cães no país. / The present study was conducted to investigate the canine ehrlichiosis epidemiology in Brazil, through molecular characterization of indigenous isolates and prevalence of infection in dogs (Canis familiaris) and Rhipicephalus sanguineus ticks. Firstly, it was performed the isolation of the Jaboticabal strain of Ehrlichia canis in DH82 cells from an experimentally infected dog, followed by molecular identification of the isolate by sequencing a fragment of the Ehrlichia dsb gene. After that, a new strain of E. canis was isolated from a naturally infected dog, assisted in the Veterinarian Hospital (HOVET) of the Faculty of Veterinary Medicine, University of São Paulo. This isolate was characterized by obtaining dsb, 16S rRNA and P28 nucleotide partial sequences. After the establishment of Jaboticabal strain in DH82 cells, an Indirect Immunofluorescence Test (IFAT) was developed, and 314 urban and rural dogs from Monte Negro Municipality were tested by this technique. Finally the prevalence of E. canis was determined in four different populations of Rhipicephalus sanguineus ticks, being one population from Monte Negro, RO. and three from different areas from São Paulo state using a PCR targeting an erlichial dsb gene fragment. Culture of E. canis Jaboticabal presented positive results by PCR on day 27. The dsb sequence was identical to other E. canis sequences available in GenBank. Cell culture inoculated with material from the dog assisted in the HOVET became positive by day 14 when dsb PCR was positive. This new strain was designated as isolate São Paulo of E. canis and showed to contain identical dsb and high similar partial sequences of 16S rRNA and P28 genes with others E. canis strains available in GenBank. Antibodies Anti-E. canis (titers &plusmn; 40) were detected in 31.2% (98/314) of the dogs, being 37.9% (58/153) in urban and 24.8% (40/161) in rural dogs of Monte Negro; these values were significantly different (P<0.05). The prevalence of infected ticks (given as minimal infection rate) was 2.3, 6.2, and 3.7% for populations 1 (Monte Negro), 2 (Jundiaí, SP), and 3 (São Paulo I, SP), respectively, which were statistically similar (P>0.05). In contrast, no infected tick was detected in population 4 (São Paulo II, SP). DNA sequences were determined for some of the PCR products generated from ticks and dogs from populations 1-3, being all identical to each other and to available sequences of E. canis. These results reinforce previous studies that reported E. canis infecting dogs in Brazil, but report for the first time in Brazil the natural infection of E. canis in its vector, R. sanguineus, which is the commonest tick infesting dog in this country.
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Situação epidemiológica da leptospirose bovina, canina e humana na área rural do município de Pirassununga, SP / Epidemiologic situation of bovine, canine and human leptospirosis in rural area of Pirassununga municipality, SP

Luciana Sutti Martins 01 December 2005 (has links)
Com o objetivo de estudar a situação epidemiológica da leptospirose bovina, canina e humana nas propriedades rurais do município de Pirassununga, SP, partiu-se de um banco de soros e um banco de dados já estruturados de 86 propriedades amostradas. Através da técnica de soroaglutinação microscópica, 2259 soros de bovinos, 273 de cães e 445 de humanos foram examinados, empregando-se uma coleção de antígenos vivos de 24 sorovares de leptospiras. As prevalências aparentes de focos de leptospirose nas propriedades rurais de Pirassununga, segundo as espécies examinadas foram: 88,4% [79,7-94,3] para os bovinos, sendo Hardjo o sorovar mais provável, com 43,4% [32,1-55,3], seguido do Wolffi com 11,8% [5,6-21,3], Autumnalis e Patoc empatados em 5,3% [1,5-12,9], Australis com 3,9% [0,8-11,1], Hebdomadis com 2,6% [0,3-9,2] e Shermani com 1,3% [0-7,1]; 14,3% [7,4-24,1] para os cães, sendo Bratislava o sorovar mais provável, com 54,5% [23,4-83,3], seguido do Australis,Autumnalis e Pyrogenes empatados com 9,1% [0,2-41,3]; 14,1% [7,5-23,4] para os humanos, sendo Patoc o sorovar mais provável, com 58,3% [27,7-84,8], seguido pelo Pyrogenes com 16,7% [2,1-48,4] e empate entre os sorovares Bratislava, Autumnalis e Icterohaemorragiae com 8,3% [0,2-38,5] cada. A prevalência aparente da leptospirose nos bovinos da área rural do município de Pirassununga foi de 30,3% [28,4-32,2], nos cães de 5,1% [2,8-8,5] e nos humanos de 2,9% [1,6-4,9]. Os fatores de risco associados à condição de foco de leptospirose bovina para qualquer sorovar foram ter mais de 21 cabeças no rebanho, OR =14,354 [1,535-134,215] e presença de cocho para sal mineral, OR = 6,995 [1,180-41,470]. Os fatores de risco associados à condição de foco para os sorovares Hardjo e/ou Wolffi foram ter mais de 21 cabeças no rebanho, OR =15,750 [1,264- 196,269] e presença de cocho para sal mineral, OR = 6,537 [1,008-42,397]. Foram discutidas as implicações destes resultados para o entendimento da epidemiologia da leptospirose na área rural de Pirassununga e também foram feitas recomendações para o controle da doença no rebanho bovino. / With the aim of studying the epidemiologic situation of bovine, canine and human leptospirosis in rural area of Pirassununga, SP, it was used a serologic and data bank already structured of 86 sampled farms. Through the microscopic agglutination test, serum of 2259 bovines, 273 dogs e 445 humans were analyzed for the microscopic agglutination test, using a collection of 24 serovars of Leptospira. The prevalence of infected farms for leptospirosis, according to examined species, were: 88,4% [79,7-94,3] for cattle, where serotype Hardjo was the most often observed - 43,4% [32,1-55,3], followed by Wolffi with 11,8% [5,6-21,3], Autumnalis and Patoc with 5,3% [1,5-12,9] each, Australis with 3,9% [0,8-11,1],Hebdomadis with 2,6% [0,3-9,2] and Shermani with 1,3% [0-7,1].; 14,3% [7,4-24,1] for dogs, where serovar Bratislava was the most often observed with 54,5% [23,4-83,3], followed by Australis, Autumnalis and Pyrogenes with 9,1% [0,2-41,3] each and 14,1% [7,5-23,4] for humans, where serotype Patoc was the most often observed with 58,3% [27,7-84,8], followed by Pyrogenes with 16,7% [2,1-48,4] and Bratislava, Autumnalis and Icterohaemorragiae with 8,3% [0,2-38,5] each. The serologic prevalence of bovine leptospirosis in rural area of Pirassununga, SP, was 30,3% [28,4-32,2], canine leptospirosis was 5,1% [2,8-8,5] and human leptospirosis was 2,9% [1,6-4,9]. The study of risk factors showed that bovine leptospirosis caused by any serovar was associated with herds with more than 21 animals - OR =14,354 [1,535-134,215] ? and presence of mineralized salt feeder - OR = 6,995 [1,180-41,470]. The final model of logistic regression pointed as risk factors of bovine leptospirosis caused by serovars Hardjo and/or Wolffi herds with more than 21 animals - OR =15,750 [1,264-196,269] - and presence of mineralized salt feeder - OR = 6,537 [1,008-42,397]. The impact of these results was discussed in relation to the epidemiology of leptospirosis in rural area of Pirassununga and suggestions were also made in order to control this disease in cattle.

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