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Análise comparativa de métodos de estimativa de altura em adultos e idosos hospitalizados

Melo, Ana Paula Ferreira January 2014 (has links)
Dissertação (mestrado profissional) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação Multidisciplinar em Saúde, Florianópolis, 2014. / Made available in DSpace on 2015-02-05T20:51:13Z (GMT). No. of bitstreams: 1 327733.pdf: 483658 bytes, checksum: 9e8b3a0525844294c1fcd9aa31508d0d (MD5) Previous issue date: 2014 / Trata-se de um estudo clínico, quantitativo, de caráter transversal realizado em um hospital público de ensino de Santa Catarina cujo objetivo foi comparar diferentes métodos de estimativa de altura em pacientes internados. Para tal, foram avaliados 243 pacientes adultos e idosos de ambos os sexos, com capacidade de deambular e que não apresentassem amputação, paralisia de membros ou alteração cognitiva que inviabilizasse a coleta da altura autorreferida. As medidas antropométricas aferidas foram: altura, comprimento do braço, semienvergadura, altura do joelho e altura recumbente, além de ter sido coletada a altura autorreferida. Para comparação entre os métodos de estimativa utilizou-se o teste t pareado. Foi comparada a altura real à altura autorreferida e às alturas estimadas através da medida recumbente, semi-envergadura e fórmulas de estimativa de Chumlea et al. (1994, 1998) e Rabito et al. (2006). Como resultado, três métodos não apresentaram diferença significativa em relação à altura aferida: a altura recumbente para homens idosos e mulheres adultas e idosas; a altura referida para mulheres idosas e a altura estimada pelas fórmulas de Rabito et al. (2006) para homens adultos. Estes foram também os métodos que resultaram em menores diferenças médias em relação à altura aferida para todos os grupos. As demais metodologias resultaram em diferenças significativas, com subestimativa ao utilizar a altura estimada pelas fórmulas de Chumlea et al. (1994, 1998). Os resultados encontrados foram divergentes de acordo com o grupo estudado, o que reforça a dificuldade em se padronizar um único método para estimativa de altura no hospital e sugere a necessidade de se trabalhar com diferentes métodos de acordo com a população de interesse.<br> / Abstract : This is one quantitative, clinical transversal study conducted in a public teaching hospital of Santa Catarina whose aim was to compare different methods for estimating height in hospitalized patients . To this end, we evaluated 243 adult and elderly patients of both sexes, with ability to walk and showed no amputation, limb paralysis or cognitive impairment that would prevent the collection of self-reported height. Anthropometric measurements were measured: height, arm length, demi-span, knee height and recumbent, and has been collected in selfreported height. To compare both methods of estimation used the t test pareado. Was compared the actual height of self-reported height and estimated by measuring recumbent, demi-span and estimate formulas Chumlea et al. heights (1994, 1998) and Rabito et al. (2006). As a result, three methods showed no significant difference compared with the measured height were found: a recumbent height for elderly and adult men and older women; reported height for adult and elderly women and the estimated height of the formulas Rabito et al . (2006) for adult males. These were also the methods that resulted in lower mean differences in relation to height measured for all groups . Other methodologies resulted in significant differences with underestimation when using estimated by formulas Chumlea et al. height (1994, 1998). The results were different according to the studied group , which reinforces the difficulty in standardizing a single method for estimation of time in hospital and suggests the need to work with different methods according to the population of interest .
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Determinantes socioambientais das concentrações séricas de vitamina D em gestantes

Santos, Marcos pereira 07 March 2014 (has links)
Submitted by Hiolanda Rêgo (hiolandarego@gmail.com) on 2016-03-31T15:39:24Z No. of bitstreams: 1 Dissertação_Nut_ Marcos Pereira-Santos.pdf: 1152724 bytes, checksum: 006be99fac27c8381113b9ecb60e3141 (MD5) / Approved for entry into archive by Delba Rosa (delba@ufba.br) on 2016-04-20T12:19:08Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissertação_Nut_ Marcos Pereira-Santos.pdf: 1152724 bytes, checksum: 006be99fac27c8381113b9ecb60e3141 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-04-20T12:19:08Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertação_Nut_ Marcos Pereira-Santos.pdf: 1152724 bytes, checksum: 006be99fac27c8381113b9ecb60e3141 (MD5) / Concentrações séricas deficientes de vitamina D (25OHD) durante a gestação são associadas com condições adversas a saúde materna. Neste sentido, este estudo tem como objetivo analisar as concentrações séricas de vitamina D e identificar os fatores de socioambientais associados a deficiência de vitamina D em gestantes. Para tanto, realizou-se estudo transversal com amostra de 190 gestantes residentes na cidade de Santo Antônio de Jesus-Bahia- Brasil. Foi aplicado questionário contento informações socioambientais, de estilo de vida e biológicas e realizado coleta sanguínea para determinação das concentrações séricas de 25(OH)D. O teste T student e regressão de Poisson foram utilizados para análise dos dados. A média das concentrações de 25(OH)D foi de 78.66 (32,11) nmol/l. Observou-se que 14,21% e 44,74% das gestantes apresentavam deficiência e insuficiente de 25(OH)D, respetivamente. As maiores concentrações desta vitamina foram observadas durante a primavera/verão (89.46, DP: 36.06 nmol/l) e as menores no inverno (66.08-DP: 25.93 nmol/l). Condições elevadas de renda e de escolaridade foram estatisticamente significantes com deficiência de vitamina D. Além disso, gestantes que deslocavam-se para o trabalho com meios automobilísticos apresentaram chance de deficiência de vitamina D em 180% em comparação com aquelas não deficientes; observou-se também que a estação do ano inverno aumentou em 160% a prevalência dessa deficiência. Observou-se também associação estatisticamente significante para as variáveis exposição de apenas mãos e rosto ao sol e estado civil não casado com a deficiência de vitamina D. Estes resultados evidenciam a necessidade de avaliação das concentrações de vitamina D durante a gestação, bem como a necessidade de orientação sobre adequada exposição solar, visto que estação do ano inverno e hábitos de estilo de vida se associam com a deficiência de vitamina D. Estudos longitudinais sobre vitamina D em gestantes brasileiras são necessários para substanciar o conhecimento atual e fornecer subsídios para a prevenção da insuficiência/ deficiência de vitamina D na gestação.
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Sobrepeso e obesidade em estudantes universitários

Sousa, Thiago Ferreira de January 2014 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Florianópolis, 2014. / Made available in DSpace on 2015-09-15T04:02:29Z (GMT). No. of bitstreams: 1 334245.pdf: 3427911 bytes, checksum: 3cdeee3181127c14235b841e3cc3e36e (MD5) Previous issue date: 2014 / O objetivo do estudo foi determinar a prevalência e os fatores associados ao sobrepeso e à obesidade em estudantes universitários de uma instituição pública brasileira em dois inquéritos (2010 e 2012). Esta pesquisa caracteriza-se como inquérito transversal repetido, mediante a análise de dados de dois inquéritos do estudo MONISA (Monitoramento dos indicadores de saúde e qualidade de vida de acadêmicos). Os procedimentos metodológicos foram os mesmos nos dois inquéritos. A amostragem foi estratificada e proporcional aos cursos, ano de ingresso na universidade e período de estudo, e os estudantes escolhidos por seleção aleatória simples. As amostras estimadas foram: 2010 ? 1.232; 2012 ? 1.243. O sobrepeso e a obesidade, estimados pelo índice de massa corporal, calculado com base as medidas referidas da massa corporal e estatura foram investigados neste estudo. As variáveis exploratórias incluíram as sociodemográficas, de vínculo com a universidade e comportamentos relacionados à saúde. Foram empregadas as análises descritivas e a medida de associação foi o Odds Ratio (OR), estimado pela regressão Logística Multinomial. Participaram desta pesquisa, 1.084 e 1.085 estudantes universitários, em 2010 e 2012, respectivamente. Tanto em homens (sobrepeso ? 2010: 23,0% e 2012: 25,1%; obesidade ? 2010: 7,2% e 2012: 6,2%) quanto em mulheres (sobrepeso ? 2010: 12,8% e 2012: 15,2%; obesidade ? 2010: 2,5% e 2012: 2,8%) não foram verificadas diferenças nas prevalências entre os inquéritos, mas, foram maiores em homens. Além disso, em homens do 1º ano de exposição à universidade, as prevalências de sobrepeso e obesidade foram maiores em 2012. Os homens de maior faixa etária nos dois inquéritos, e para aqueles com companheiro em 2012, e que consumiam carnes vermelhas com gordura visível em 2010 apresentaram associação com o sobrepeso; aqueles de maior faixa etária em ambos os inquéritos, e com companheiro no inquérito de 2010, que consumiam hortaliças até 4 dias/semana foram associados à obesidade. Em mulheres, aquelas com companheiro e que praticavam atividades físicas no lazer em intensidade moderada e vigorosa foram associadas ao sobrepeso. As prevalências de sobrepeso e obesidade foram semelhantes nos dois inquéritos, e em homens, a maior faixa etária se associou ao sobrepeso e obesidade nos dois estudos.<br> / Abstract : To determine the prevalence and factors associated with overweight and obesity in Brazilian college students in a public university in two surveys (2010 and 2012). This research is characterized as repeated cross-sectional survey and was conducted through the analysis of data from two surveys of MONISA study (Monitoramento dos indicadores de saúde e qualidade de vida de acadêmicos). The methodological procedures are the same in both surveys, with the process of sampling stratified and proportional to the courses, year of entry into university and study period. College students were chosen by random selection in each stratum. The samples were: 2010 ? 1,232; 2012 ? 1,243. The outcomes of this study were overweight and obesity through the body mass index, obtained by these measures of body mass and height. The explanatory variables included the sociodemographic, link with the university and health-related behaviors. Descriptive analyzes and the measure of association was the Odds Ratio (OR), estimated by multinomial logistic regression. Participated 1,084 and 1,085 college students in surveys of 2010 and 2012, respectively. Both men (overweight ? 2010: 23.0% and 2012: 25.1%; obesity ? 2010: 7.2% and 2012: 6.2%) and women (overweight ? 2010: 12.8% and 2012: 15.2%; obesity ? 2010: 2.5% 2012: 2.8%) was not observed differences in prevalence between the surveys, but were higher in men. Moreover, men in the 1st year of exposure to the university, the prevalence of overweight and obesity were higher in the second study. The men of higher age in both surveys and those with partner in 2012 and who consumed red meat with visible fat in 2010 were associated with the overweight. Furthermore, in men of advanced age in both surveys, and with partner in the 2010 survey, who consumed vegetables up to 4 days/week form associated with obesity. In women, those with a partner and practiced physical activities during leisure-time in moderate and vigorous intensity were associated with overweight. The prevalence of overweight and obesity were similar after two years of research baseline. The men older age was associated with overweight and obesity in both surveys, but in women the same associations were not observed in surveys.
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Níveis de TSH e sintomas depressivos em mulheres acima de 35 anos do Município do Rio de Janeiro / TSH levels and depressive symptoms in women over 35 years in the Rio de Janeiro City.

Joanna Miguez Nery Guimarães 24 April 2007 (has links)
Alguns estudos vêm apontando o hipotireoidismo como um fator de risco para depressão; entretanto, esta associação é ainda controversa. Como objetivo o presente estudo estimou a prevalência de sintomas depressivos numa amostra probabilística de mulheres e investigou se existe uma associação entre níveis de TSH e a presença de sintomas depressivos. Conduzimos um estudo transversal de base populacional onde avaliou-se uma amostra de mulheres com 35 anos ou mais anos de idade, residentes no município do Rio de Janeiro (RJ), que foram entrevistadas e tiveram amostras de sangue coletadas. O desenho de amostra proposto para a pesquisa seguiu um modelo de amostragem probabilística por conglomerado, em três estágios de seleção, tendo por base os setores censitários do município. A função tireoidiana foi medida pelo TSH sérico, a partir das amostras coletadas no domicílio. Para avaliação da presença/ausência de sintomas depressivos utilizou-se um instrumento padronizado e validado (PRIME-MD). Foram também coletados dados sócio demográficos e outras informações de saúde da participante. A prevalência de sintomas depressivos, frequências e associações foram calculadas levando-se em conta o desenho de amostra complexo, utilizando procedimentos específicos do pacote SAS (versão 9.1). Da amostra de 1500 mulheres, 1298 foram entrevistadas, sendo o percentual de não-resposta igual a 13,5%. A amostra final foi composta por 1249 participantes, onde foi encontrada uma prevalência de sintomas depressivos igual a 45,9%. Em relação aos níveis de TSH, 4,8% da amostra apresentaram-se acima do ponto de corte adotado (&#8805;6,0 mUl/ml). Destas, 61,9% apresentaram sintomas depressivos, contra 44,9% entre as mulheres com TSH<6,0 (p=0,04). A análise ajustada mostrou que mulheres com nível de TSH&#8805;6,0 tiveram uma chance duas vezes maior de apresentarem sintomas depressivos do que aquelas com TSH normal (OR=2,04). Ao excluir da análise as participantes que auto-referiram diagnóstico prévio de doença tireoidiana, a associação entre níveis de TSH e sintomas depressivos perdeu a significância. Concluindo, foi observada alta prevalência de sintomas depressivos na amostra, especialmente entre o grupo com níveis elevados de TSH. Os resultados chamam atenção para a importância de se investigar em pacientes deprimidos a comorbidade tireoidiana. / Some studies have been indicating that hypothyroidism is a risk factor for depression; however, this association is still controversial. The present study estimated the prevalence of depressive symptoms in a probabilistic sample of women and investigated whether there was any association between thyroid-stimulating hormone (TSH) levels and the presence of depressive symptoms. A cross-sectional population-based study was carried out and sample of women aged 35 years and over living in the municipality of Rio de Janeiro (RJ) was evaluated. They were interviewed and blood samples were taken. The sample design proposed for this study followed a model of probabilistic sampling by clusters, with three selection stages based on the census tracts of municipality. Thyroid functions was measured from serum TSH levels, using samples collected in the subjects homes. To assess the presence/absence of depressive symptoms, a standardized validated instrument (PRIME-MD) was used. Sociodemographic data and other information on participants health were also gathered. The prevalence of depressive symptoms, frequencies and associations were calculated while taking into account the design of this complex sample, using specific procedures from the SAS statistical package (version 9.1). Out of a sample of 1500 women, 1298 were interviewed. The no-response rate was 13.5%. The final sample was composed of 1249 participants, among whom a prevalence of depressive symptoms of 45.9% was found. Regarding TSH levels, 4.8% of the sample was above the cutoff point adopted (&#8805;6.0 mUl/ml). Of these, 61.9% presented depressive symptoms, versus 44.9% among the women with TSH <6.0 (p=0.04). The adjusted analysis showed that the women with TSH levels &#8805; 6.0 had twice as much chance of presenting depressive symptoms as did those with normal TSH levels (OR= 2.04). when the participants who self-reported a previous diagnosis of thyroid disease were excluded from the analysis, the association between TSH levels and depressive symptoms lost its significance. High prevalence of depressive symptoms was observed in the sample, specially among the group with high TSH levels. The results draw attention towards the importance of investigating thyroid comorbidity in depressed patients.
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Determinantes do déficit antropométrico em crianças menores de 5 anos de idade em Tete- Moçambique. Uma abordagem hierarquizada

Daniel, Jonas Baltazar 19 December 2014 (has links)
Submitted by Hiolanda Rêgo (hiolandarego@gmail.com) on 2016-04-19T15:07:55Z No. of bitstreams: 1 Dissertação_Nut_ Jonas Baltazar Daniel.pdf: 825221 bytes, checksum: 1e3a8dc60431c11847f5024b3f235852 (MD5) / Approved for entry into archive by Delba Rosa (delba@ufba.br) on 2016-04-20T12:44:02Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissertação_Nut_ Jonas Baltazar Daniel.pdf: 825221 bytes, checksum: 1e3a8dc60431c11847f5024b3f235852 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-04-20T12:44:02Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertação_Nut_ Jonas Baltazar Daniel.pdf: 825221 bytes, checksum: 1e3a8dc60431c11847f5024b3f235852 (MD5) / OBJETIVO identificar os fatores determinantes do déficit de crescimento ponderal e linear em crianças menores de 5 anos de idade. MÉTODOS Estudo transversal com dados secundários de estudo realizado em 2012, em quatro distritos Angonia, Tsangano, Magoe e Changara na província de Tete em Moçambique, que envolveu 628 crianças. Utilizou-se a técnica de regressão polinomial e abordagem hierarquizada para determinar os fatores associados aos déficits ponderal e linear. RESULTADOS A prevalência do déficit ponderal moderado e grave foi 19,3% e para altura para a idade foi de 41,9%. No nível básico a posse de 0 a 1 bem material durável se associou com o déficit leve do peso em relação á idade (OR;1,46: IC: 1,02-2,11) e o tercil de posse de 0 a 1 bem aumentou em 2,71 (IC: 1,23-5,96) e em 3,12 vezes (IC: 1,40-7,00) o déficit linear leve e moderado/grave, respectivamente. A falta de acesso á terra pelo agregado familiar aumentou em 98% (IC: 1,02-3,83) a prevalência do déficit leve do indicador peso para a idade. Os fatores situados no nível intermediário da determinação, após o ajuste pelas variáveis do nível básico, revelaram que a ausência de latrina no domicilio elevou em 2,01 vezes (IC: 1,09-3,70) o déficit moderado e grave do peso e ter latrina não melhorada elevou em 2,17 vezes (IC: 1,02-4,61) a forma moderada/grave do déficit da altura/idade. O nível de escolaridade primária materna (OR; 2,38: IC: 1,11-5,10) também se associou com a forma leve da deficiência ponderal. No nível imediato da hierarquia foram identificadas que a desparasitação da criança (OR; 1,91: IC: 1,07-3,40) considerada neste estudo como proxy da morbidade parasitária e a tosse (OR; 2,42: IC: 1,49-3,93) se associaram com os déficits moderado e grave do peso em relação a idade. Registrou-se ainda que as crianças que não consumiam leite materno tiveram déficits 1,91 vezes mais elevado (IC: 1,04-3,52) de deficiência no crescimento linear, quando comparado com aquele de crianças que mamavam ao peito no momento da entrevista. Conclusões: Assim, pode-se concluir que nos países onde as condições precárias de vida marcantes, os fatores determinantes da saúde e nutrição na infância se inter-relacionam em diferentes níveis de hierarquia e, as condições sociais e econômicas determinam o padrão inadequado de acesso e consumo de bens materiais de subsistência que juntos constroem o perfil de risco para o estado de saúde e doença nesta população.
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Transtornos mentais comuns em cuidadores de crianças asmáticas: um estudo transversal

Carmo, Maria Beatriz Barreto do 30 March 2007 (has links)
Submitted by Maria Creuza Silva (mariakreuza@yahoo.com.br) on 2016-08-29T19:33:46Z No. of bitstreams: 1 Dissertação Maria Beatriz Barreto do Carmo. 2007.pdf: 490452 bytes, checksum: d79d2d8fc4ca22750491e4eb74d40693 (MD5) / Approved for entry into archive by Maria Creuza Silva (mariakreuza@yahoo.com.br) on 2016-08-29T19:34:07Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissertação Maria Beatriz Barreto do Carmo. 2007.pdf: 490452 bytes, checksum: d79d2d8fc4ca22750491e4eb74d40693 (MD5) / Approved for entry into archive by Delba Rosa (delba@ufba.br) on 2016-09-02T12:30:37Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissertação Maria Beatriz Barreto do Carmo. 2007.pdf: 490452 bytes, checksum: d79d2d8fc4ca22750491e4eb74d40693 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-09-02T12:30:37Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertação Maria Beatriz Barreto do Carmo. 2007.pdf: 490452 bytes, checksum: d79d2d8fc4ca22750491e4eb74d40693 (MD5) / O presente trabalho consistiu-se numa análise exploratória da relação entre um fator psicossocial do contexto familiar, representado pela saúde mental materna, e gravidade de asma infantil. É muito provável que a relação entre o ajustamento psicológico das mães e a condição asmática da criança reflita um padrão de influencias recíprocas....
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Estilo de vida de acadêmicos de educação física da UFSC

Pacheco, Ricardo Lucas January 2013 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Florianópolis, 2013. / Made available in DSpace on 2014-08-06T17:24:35Z (GMT). No. of bitstreams: 1 322560.pdf: 988941 bytes, checksum: 69165c6d1363ed5245e7d3d5d57cb90c (MD5) Previous issue date: 2013 / O estilo de vida é caracterizado por padrões de comportamentoidentificáveis que podem ter um efeito profundo na saúde dosseres humanos. Objetivou-se analisar o estilo de vida dosacadêmicos dos cursos de Educação Física da UniversidadeFederal de Santa Catarina ? Bacharelado e Licenciatura. Oestudo utilizou dois inquéritos, o primeiro com 236 acadêmicosde educação física, sendo 109 do sexo feminino, 127 domasculino, com 112 acadêmicos do Bacharelado e 124 daLicenciatura e o segundo com 757 acadêmicos de outros centrosde ensino, além dos da educação física. Para a avaliação doestilo de vida foi usado o questionário ?Estilo de Vida Fantástico?.Para a análise dos dados foi empregada a estatística descritiva epara verificar a associação do estilo de vida global e seusdomínios com o sexo e com a habilitação, foram realizados ostestes ?Qui-quadrado? e o teste ?Exato de Fisher?, sendoconsiderado um nível de significância de 5% (p<0,05). Para osegundo inquérito utilizou-se a regressão logística binária,ajustada pelas variáveis exploratórias (sexo, idade, trabalhoremunerado, escolaridade da mãe, turno de estudo e estadocivil), para estimativa do odds ratio e do intervalo de confiança de95%. Observou-se que o estilo de vida global apresentou índicede inadequação baixo, (3,0%), porém quando analisados os seusdomínios, foram encontrados altos valores de inadequação nosdomínios atividade física, (46%), nutrição, (18%), álcool, (44%),comportamento, (40,3%) e introspecção, (26%). Quandocomparado o estilo de vida e seus domínios com o sexo,encontrou-se inadequação do sexo feminino no estilo de vidageral (p= 0,04) e no domínio introspecção (p= 0,02), e do sexomasculino nos domínios álcool, (p= 0,01) e trabalho, (p= 0,01).Na comparação de estilo de vida e seus domínios com ahabilitação dos acadêmicos, foi encontrado índice deinadequação para os da Licenciatura no domínio atividade física,10(p= 0,05) e para os do Bacharelado no domínio sono, cinto desegurança, stress e sexo seguro, (p= 0,05). Na comparaçãodestes acadêmicos com os de outras áreas, acadêmicos do sexomasculino de: ciências exatas, agrárias, da terra e engenharias;ciências sociais aplicadas; e ciências humanas, linguística, letrase artes (p= 0,05) apresentaram maiores chances de inadequaçãono estilo de vida global. Nos domínios, nutrição, (p< 0,01), tabacoe tóxicos, (p< 0,01), e tipo de comportamento (p< 0,01),acadêmicos dos outros cursos apresentaram maior chance deinadequação, já no domínio álcool (p= 0,01), apresentarammenor chance de inadequação. Quanto ao sexo feminino,acadêmicas de outras áreas apresentaram, nos domíniosatividade física, (p< 0,01) e nutrição, (p= 0,02), maior chance deinadequação, ao passo que no domínio álcool, (< 0,01)apresentaram menor chance de inadequação. Tais achadospermitem concluir que existe inadequação no estilo de vidaglobal dos acadêmicos de educação física, mais especificamentenos domínios: atividade física; álcool; sono, cinto de segurança,stress e sexo seguro; introspecção e trabalho. <br> / Abstract : Lifestyle is characterized by identifiable behavior patterns thatmay have a deep effect over human health. The present studyaimed to analyze the Santa Catarina Federal University PhysicalEducation (PE) graduation students? lifestyle ? from both bachelorand teaching degrees. It was employed two investigations: thefirst one, with 236 PE students (109 females and 127 males) frombachelor degree (112) and teaching degree (124). The secondone investigated 757 academics from other university coursesother than the before mentioned PE students. The "FantasticLifestyle" questionnaire was employed in order to assess theacademics? lifestyle. In the data analysis, it was employeddescriptive statistics and, to verify the association between globallifestyle and its domains with sex and university coursehabilitation the ?Qui-square? and ?Fisher?s Exact? tests wereapplied, with a 5% (p<0,05) significance level. In the secondinvestigation, it was used the binary logistic regression, adjustedby the exploratory variables (sex, age, remunerated job, mother?seducation level, classes period and marital status) to estimate theodds ratio and the 95% confidence interval. It was observed thatthe global lifestyle showed low inadequacy levels (3,0%), but,when its dimensions were analyzed, it was found highinadequacy levels in the factors Physical Activity (46%), Nutrition(18%), Alcohol (44%), Behavior (40,3%) and Introspection (26%).When lifestyle and its dimensions were compared according tothe sex variable, women showed both inadequate global lifestyle(p=0.04) and Introspection factor (p=0.02), and men showedinadequate levels in two dimensions: Alcohol (p=0.01) and Work(p=0.01). When comparing lifestyle and its factors according tothe students? habilitation degrees, the teaching degree academicsshowed inadequacy levels in Physical Activity (p=0.05) and thebachelor degree students showed inadequate levels in theSleeping, Seatbelt, Stress and Safe Sex dimensions (p=0.05).When comparing the PE academics with other university12academics, teaching degree students showed inadequacy in thePhysical Activity factor (p=0.05) and bachelor degree academicshad inadequate levels in the Sleeping, Seatbelt, Stress and SafeSex dimensions (p=0.05). When comparing these students withacademics from other university courses, male students fromExact, Agro, Earth and Engineering sciences; Applied SocialSciences; Human, Linguistic, Language and Arts Sciences(p=0.05) showed higher probability of global lifestyle inadequacy.In the dimensions of Nutrition (p<0.01), Tobacco and Narcotics(p<0.01) and Behavior Type (p<0.01), non-PE students showedmore inadequacy probability. The female non-PE studentsshowed higher inadequacy probability in the Physical Activity(p<0.01) and Nutrition (p=0.02) dimensions, and lowerinadequacy probability in the Alcohol factor (p<0.01). Consideringthe present results, it is possible to infer that there is inadequacyin the PE students global lifestyle and also in the followingdimensions: Physical Activity, Alcohol, Sleeping, Seatbelt, Stressand Safe Sex; Introspection and Work.
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Desigualdades socioeconômicas e demográficas na prevalência de doenças crônicas autorreferidas em adultos no município de Florianópolis, Santa Catarina, 2009

Harb, Maria Conceição Schorn January 2011 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva / Made available in DSpace on 2012-10-26T04:24:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 299936.pdf: 931171 bytes, checksum: 8f64af5f5133d4fe37e3d50067ed7070 (MD5) / Objetivos:Testar a associação entre a carga de doenças crônicas e as condições socioeconômicas e demográficas, através da descrição e análise referente à prevalência das doenças. Métodos: Entrevistou-seamostra probabilística (n= 1581) da população de 20 a 59 anos, residentes na área urbana de Florianópolis, SC em 2009. A amostragem foi por conglomerados formados por setores censitários e domicílios estratificados em decis em ordem crescente de renda. Para analisar a carga de doenças crônicas foram coletados informações sobre a existência de 12 diferentes doenças, conforme edições da PNAD. O desfecho foi conformado em ausência de qualquer doença crônica ou presença de ao menos uma doença.Resultados: A prevalência de doenças crônicas se distribuiu de maneira desigual entre as variáveis: sexo, idade, cor/raça, escolaridade e renda. Mais de 45% dos homens apresentaram ausência de alguma doença crônica, 47% de pessoas na faixa etária de 50 a 59 anos referiram ter duas ou mais doenças crônicas, 55% de pessoas de cor preta, obtiveram ausência de alguma doença crônica, na associação com escolaridade, 43% de pessoas com 9 a 11 anos de estudo tinham ausência de doença crônica, 43% de pessoas com menor escolaridade (0 a 4 anos de estudo) com duas ou mais doenças crônicas e 46% da população com renda no quintil 1 referiu ausência de alguma doença crônica. Conclusões: Permitiu traçar um perfil epidemiológico da prevalência de doenças crônicas com significativas desigualdades segundo as variáveis socioeconômicas e demográficas. / Objectives:Test the association between the burden of chronic diseases and the socioeconomic and demographic conditions through the description and analysis on the prevalence of diseases. Methods: A random sample of population between 20 and 59 years old was interviewed (n= 1581) in the urban area of Florianopolis, SC in 2009. The sampling was obtained by conglomerates formed by census tracts and households stratified into deciles in ascending order of income. To analyze the burden of chronic diseases were collected information about the existence of 12 different diseases, according to editions of PNAD. The outcome was resigned to the absence of any chronic disease or the presence of at least one disease. Results: The prevalence of chronic diseases was distributed unevenly among the variables: gender, age, ethnicity / race, education and income. Over 45% of men had no chronic disease, 47% of people aged 50 to 59 reported having two or more chronic diseases, 55% of black people had no chronic disease in the association with schooling, 43% of people with 9 to 11 years of study had no chronic disease, 43% of people with less education (0-4 years of study) with two or more chronic diseases and 46% of the population with income quintile 1 referred to the absence of chronic disease. Conclusions: It allowed one to trace the epidemiological profile of the prevalence of chronic diseases with significant disparities according to socioeconomic and demographic variables.
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Aptidão física relacionada à saúde associada a fatores sociodemográficos e maturação sexual em adolescentes brasileiros de origem étnica germânica

Minatto, Giseli January 2012 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos. Programa de Pós-Graduação em Educação Física. / Made available in DSpace on 2012-10-26T12:26:15Z (GMT). No. of bitstreams: 0 / A aptidão física é um importante marcador de saúde desde a infância e adolescência. Nesse sentido, o objetivo deste estudo foi verificar o perfil da aptidão física relacionada à saúde (composição corporal, aptidão muscular e aptidão cardiorrespiratória) de acordo com a idade cronológica e biológica (maturação sexual) e estimar a prevalência da baixa aptidão física e sua associação com os indicadores sociodemográficos (idade, zona de domicílio e nível econômico) controlados pela maturação sexual em adolescentes residentes em uma cidade de pequeno porte e de colonização germânica. Estudo epidemiológico seccional, de base escolar realizado com os adolescentes (10 a 17 anos) da rede pública de ensino de São Bonifácio, SC (n=277; 145 rapazes e 132 moças). Utilizou-se a bateria de testes FITNESSGRAM® para a mensuração e avaliação da composição corporal (percentual de gordura), flexibilidade (teste de senta e alcança modificado), força/resistência muscular (teste de abdominal e flexão de braços em suspensão modificado) e aptidão cardiorrespiratória (Vaivém # consumo máximo de oxigênio - VO2max). Sexo, idade cronológica, nível econômico e zona de domicílio foram coletados como variáveis independentes. A maturação sexual foi auto-avaliada por meio das pranchas de desenvolvimento dos pelos púbicos. Aplicaram-se os testes t de Student, ANOVA one-way e two-way, teste post hoc de Bonferroni e os equivalentes não paramétricos, teste U de Mann-Witney e Kruskal-Wallis. Foram estimadas as razões de chances (OR) e seus respectivos intervalos de confiança (IC95%) nos testes de regressão logística binária e multinomial. As freqüências relativas foram testadas por meio do teste de duas proporções. A prevalência de adolescentes com baixa aptidão física em todos os componentes simultaneamente foi de 74,6% para os rapazes e 88,5% para as moças (p=0,01). As moças apresentaram maiores médias de percentual de gordura corporal e de flexibilidade (p<0,01), enquanto os rapazes apresentaram melhor (p<0,01) desempenho nos testes de flexão de braços e vaivém. O percentual de gordura corporal, nos rapazes, diferiu entre os estágios maturacionais, sendo a diferença de 11,4% no estágio P1 (p=0,04) e de 10,2% no P3 (p<0,01) em relação ao estágio P5. Na aptidão muscular, a flexibilidade no estágio P2 foi menor em 5,1cm comparado a P5 (p=0,03) e diferenças foram encontradas no teste de abominais (p=0,02) e para aptidão cardiorrespiratória (p<0,01). Nas moças, médias de VO2max foram mais baixas para as adolescentes nos estágios finais de maturação. Nas associações, as moças de 10-13 anos estiveram menos expostas a combinação do excesso de gordura corporal com a aptidão cardiorrespiratória baixa (OR=0,17; IC95%=0,07-0,46) em relação às de 14-17 anos e a baixos níveis de aptidão física nos três componentes comparadas aquelas com níveis satisfatórios (OR=0,09; IC95%=0,01-0,72). As adolescentes residentes na zona rural apresentaram maiores chances de ter as combinações do excesso de gordura corporal com a aptidão muscular baixa (OR=5,08; IC95%=1,31-19,80) e da aptidão muscular baixa com a aptidão cardiorrespiratória baixa (OR=5,49; IC95%=1,24-24,36) e maior exposição a dois (OR=9,53; IC95%=1,68-54,09) componentes baixos independentemente da combinação. Programas efetivos de intervenção são necessários para a promoção de mudanças no perfil da aptidão física relacionada à saúde dos adolescentes de São Bonifácio, SC, com especial atenção às moças de 14-17 anos e as residentes na zona rural.
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Indicadores antropométricos de obesidade e fatores sociodemográficos e de saúde associados à pressão arterial elevada em adultos de Florianópolis, Santa Catarina, Brasil

Silva, Diego Augusto Santos January 2012 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos. Programa de Pós-Graduação em Educação Física / Made available in DSpace on 2013-03-04T18:36:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 308804.pdf: 2308579 bytes, checksum: 199fb38d0f8e1885e5fdef57886df000 (MD5) / Este estudo teve como objetivo analisar a associação de indicadores antropométricos de obesidade generalizada e central e fatores individuais sociodemográficos e de saúde com níveis pressóricos elevados em adultos de Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. Esta pesquisa faz parte do projeto EpiFloripa Adultos 2009, caracteriza-se como transversal, de base populacional com amostra de 1.720 adultos (20 a 59 anos de idade), de ambos os sexos, residentes na cidade de Florianópolis. A coleta de dados foi domiciliar e ocorreu entre setembro de 2009 e janeiro de 2010. As pressões arteriais, sistólica e diastólica, foram avaliadas por meio de um aparelho digital de pulso, devidamente calibrado. Os indicadores antropométricos de obesidade analisados foram o índice de massa corporal (IMC), circunferência da cintura, razão circunferência da cintura-estatura (RCest), índice de conicidade (índice-C), percentual de gordura corporal (%G) estimado por meio de equações que consideram o IMC e a circunferência da cintura. Todos os indicadores antropométricos apresentaram boa capacidade preditiva para hipertensão, sendo que o IMC, a circunferência da cintura e a RCest foram os melhores indicadores. Valores elevados de %G e dos demais indicadores foram associados com a hipertensão. Os homens, sujeitos com cor de pele preta, faixa etária acima de 40 anos, tercil intermediário de renda per capita, escolaridade menor que 12 anos, inativos fisicamente, IMC > 25 kg/m², circunferência da cintura elevada e com percepção negativa do estado de saúde foram os grupos mais vulneráveis a apresentar hipertensão. O presente estudo sugere que indicadores antropométricos de obesidade generalizada e central apresentam poder discriminatório e magnitude de associação semelhante para hipertensão em adultos, e que fatores individuais passíveis de modificação microestruturais e macroestruturais estão fortemente associados à hipertensão arterial. / This study aimed to analyze the association between anthropometric indicators of general and central obesity and individual sociodemographic and health factors with high blood pressure among adults from Florianopolis, Santa Catarina, Brazil. This research is part of a project entitled EpiFloripa Adultos 2009, which is a cross-sectional population-based study with a sample composed of 1,720 adults (20-59 years) from both sexes living in the city of Florianopolis, SC, Brazil. Data were collected at home and occurred between September 2009 and January 2010. Systolic and diastolic blood pressure was evaluated by means of a digital pulse device, properly calibrated. Anthropometric indicators of obesity were analyzed using body mass index (BMI), waist circumference, waist-to-height ratio (WHtR), conicity index (C-index), body fat percentage (% BF) estimated by equations that consider BMI and waist circumference. All anthropometric indicators showed good predictive capacity for hypertension, and BMI, waist circumference and WHtR were the best indicators. High %BF values and other indicators were associated with hypertension. Men, subjects with black skin color, aged over 40 years, intermediate tertile of per capita income, educational level lower than 12 years, physical inactivity, BMI > 25 kg / m², high waist circumference and negative health state perception were the groups most vulnerable to show hypertension. The present study suggests that anthropometric indicators of general and central obesity have similar discriminatory power and magnitude of association for hypertension in adults, and that individual factors that can be micro structurally and macro structurally changed are strongly associated with hypertension.

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