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The proposal of a ethic of responsibility for a technological civilization in Hans Jonas / A proposta de uma Ãtica da responsabilidade para a civilizaÃÃo tecnolÃgica em Hans Jonas

ValÃria Cassandra Oliveira de Lima 21 December 2009 (has links)
nÃo hà / A presente pesquisa analisa a proposta de uma Ãtica da responsabilidade em Hans Jonas e a constitui como um norte na consolidaÃÃo de um valor crucial à Ãtica. No contexto atual instaurou-se uma crise fundacionista da moral e, ao mesmo tempo, uma necessidade de fundamentaÃÃo dos juÃzos morais, haja vista o vazio Ãtico vigente na humanidade pluralista e secularizada. Nessa perspectiva, a busca de um valor em si deve constituir o carÃter mais fundamental de uma proposta Ãtica. Jonas identifica este valor em si na vida, ou seja, na existÃncia de uma vida autÃntica no futuro. Uma Ãtica para a civilizaÃÃo tecnolÃgica deve diferenciar-se da visÃo da natureza como um objeto indiferente ao posicionamento Ãtico. Sendo assim, faz-se urgente um novo comportamento Ãtico conforme o carÃter modificado das aÃÃes humanas. A ameaÃa de um nÃo-existir pode vir a constituir-se como bÃssola para esse novo campo Ãtico. Este malum constitui o que Hans Jonas denomina de heurÃstica do temor, e esta deflagra que o que està em jogo à a integridade da prÃpria essÃncia humana. A ideia de dever e da conduta humana orienta propriamente a moral, porÃm nÃo se pode falar em moral e conduta humana sem a presenÃa do homem no mundo como um dado primÃrio e primordial. A presenÃa da vida no mundo tornou-se um dever. A justificativa para tal Ãtica à a aclamaÃÃo de um imperativo incondicional que à a existÃncia autÃntica no futuro, bem como a busca de uma fundamentaÃÃo Ãtica no Ser e no valor da vida em seu aspecto geral. O objetivo com tal feito à superar o subjetivismo dos valores e implementar uma Ãtica que transponha o espaÃo intersubjetivo. Para tanto, introduz-se de forma mais efetiva o conceito de responsabilidade dentro da esfera da moralidade. Divergindo o aspecto Ãtico do ato momentÃneo em si, à estabelecida a Ãtica nas aÃÃes e em suas projeÃÃes causais para o futuro, levando em consideraÃÃo impactos a longo prazo e atos irreversÃveis. / This study examines the proposal for an ethics of responsibility in Hans Jonas, and constitutes it as a north in the solution to the problem of ethical proposal. In the present context, it was established a foundational crisis of moral and, at the same time, a need of reasoning of the moral judgments, considering the existing ethical vacuum in the pluralistic and secularized humanity. In this perspective, the search for a value in itself should constitute the most fundamental character of an ethical proposal. Jonas identifies this value in itself in life, that is, the existence of an authentic life in the future. An ethics for the technological civilization must differentiate itself from the view of nature as an object indifferent to the ethical positioning, thus it is urgent a new ethical posture according to the modifying character of human actions. The threat of an absence of existence is likely to be constituted as a compass for this new in the field of ethics, this malum is what Hans Jonas calls the "heuristic of fear" and this unleashes that what is at stake is the integrity of the human essence itself. The idea of duty and of human conduct properly guides the moral, but one can not talk about moral and human conduct without the presence of the man in the world as a primary and primordial datum. The presence of life in the world has become a duty. The justification for such ethics is the acclaim of an unconditional imperative that is the authentic existence in the future, as well as search for an ethical reasoning in the Being and in the value of life in its general appearance. The goal with this feat is to overcome the subjectivism of values and to implement an ethics beyond the intersubjective space. For this to occur, it is introduced more effectively the concept of responsibility within the sphere of morality. Diverting the ethical aspect from the momentary act itself, ethics is established in the actions and their causal projections for the future, taking into account long-term impact and irreversible acts.
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A ética como ciência em Thomas Hobbes

Secco, Márcio January 2015 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Florianópolis, 2015. / Made available in DSpace on 2015-10-27T03:07:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 335660.pdf: 1303616 bytes, checksum: 32ef3722095065b043e92eaf6a2b031e (MD5) Previous issue date: 2015 / Thomas Hobbes apresenta em seu Leviatã a ética como um ramo da Filosofia Natural. Ela é concebida com uma investigação das ?consequências das paixões?. A classificação da investigação moral como uma ciência que é parte da física foi tomada por alguns comentadores como um sinal do caráter descritivo da teoria moral hobbesiana. Algumas interpretações que propuseram uma teoria moral com conteúdo prescritivo viram a necessidade de tomarem a moralidade como uma investigação independente da filosofia natural. Alguns intérpretes tentaram tomar a sério a ideia de que a ética está vinculada às ciências naturais e defenderam a teoria moral hobbesiana como sendo uma vertente do naturalismo moral. A presente tese parte da possibilidade de se afirmar a ética como uma investigação que segue um padrão científico na perspectiva hobbesiana, e ao mesmo tempo tenta mostrar que ela é uma teoria prescritiva com uma normatividade moral em sentido forte. A ética é tomada neste trabalho não como uma descrição das paixões e suas consequências como podem ser vistas na realidade e nas condutas particulares, mas como a construção de um modelo racional de ação que toma a natureza humana de um ponto de vista universal. Ciência é o trabalho da razão. A razão articula nomes e proposições em teorias. Nomes e proposições assim articulados podem causar em nossa mente um arranjo diferente de nossas ideias. A razão é capaz de corrigir nossas concepções de várias maneiras. Estas correções são feitas através da linguagem, concebida como ?signos? ou ?marcas sensíveis? de nossos pensamentos. Nomes e proposições articulados em uma teoria ética compõem o que podemos tomar como a forma racional de conceber a ação humana. Todas as ações ou paixões que aparecem sem uma organização racional ou não são racionalmente justificáveis não podem ser aceitas como ?boas? e nem ?corretas?. Assim, a ética não apenas uma tentativa de compreender quais são as paixões e quais são as ações que os homens empreendem normalmente, mas quais são as conexões necessárias de nossas crenças. O modelo racional da natureza humana e da ação humana não pode engendrar contradições. A investigação das consequências das paixões humanas é a investigação do modelo coerente da natureza humana, das paixões não contraditórias e das contradições que devem ser evitadas. Uma teoria coerentista daverdade é apresentada como a melhor interpretação do conceito de ciência verdadeira na teoria hobbesiana.<br> / Abstract : Thomas Hobbes presents, in his Leviathan, Ethics as a branch of Natural Philosophy. It is conceived as an investigation of the ?consequences of the passions?. The classification of the moral investigation as a science that is part of physics was taken by some commentators as a sign of the descriptive character of Hobbes?s moral theory. Some interpretations that tried to defend a prescriptive content in Hobbes?s ethics saw the necessity of taking the morality as an independent investigation. There are others that tried to make sense of the relation between natural science and ethics and defended Hobbes?s moral theory as a kind of naturalism. The present thesis investigates the possibility of affirming ethics as an investigation that has a scientific pattern in Hobbes?s view, and at the same time tries to show that it is a prescriptive theory with a very strong sense of moral normativity. Ethics is taken in this work not as a description of the passions and the consequences as they are seen in reality, but as the construction of a rational model of action that takes human nature in a universal sense. Science is the work of reason. Reason articulates names and propositions in theories. Names and propositions so articulated are able to cause in our mind a different composition of ideas. Reason is able to correct our senses in many ways. These corrections are made through language, conceived as the ?signs? or ?sensible marks? of our thoughts. Names and propositions articulated in an ethical theory compound what we could take as the rational way of conceiving human action. All the actions or passions that arise without a rational organization or is not rational justifiable cannot be accepted as good or right. So, ethics is not just the attempt to understand what are the passions and what are the actions human beings currently perform, but what are the necessary rational connections of our believes. The rational model of human nature and of human action cannot bear contradictions. The investigation of the consequences of the human passions is the investigation of the coherent model of human nature, of the non contradictory passions and the contradictions that need to beavoided. A coherence theory of truth is presented as the best interpretation of the concept of true science in Hobbes?s theory.
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La recherche de la verité sa genèse idéale et son fondement.

Anglès d'Auriac, Jean. January 1954 (has links)
Thesis--Paris. / Published also without thesis note, as vol. 1 of his "Essai de philosophie générale."
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La recherche de la verité sa genèse idéale et son fondement.

Anglès d'Auriac, Jean. January 1954 (has links)
Thesis--Paris. / Published also without thesis note, as vol. 1 of his "Essai de philosophie générale."
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La naturalización de la Ética: su posibilidad e importancia

Cruzado Torre, Mike Christian January 2016 (has links)
El objetivo de esta tesis es defender el proyecto de naturalización de la ética, los términos éticos como justicia, altruismo, bondad, etc. son, emergen o pueden ser reducidos a términos naturales (no morales), y mostrar la legitimidad del naturalismo ético, tesis metaética la cual sostiene que existen propiedades o hechos morales objetivos, y que tales hechos o propiedades forman parte de nuestro mundo natural. No obstante, los anti-naturalistas éticos sostienen que no hay propiedades o hechos morales reducibles o analizables en términos de propiedades naturales. Además, suelen enfatizar la autonomía de la ética respecto de cualquier investigación empírica. Las pretensiones de las éticas naturalistas se ven socavadas desde un principio, afirman, pues caen en la falacia naturalista. El método empleado para neutralizar y hacerle frente a tal acusación se centrará en los avances y en los datos científicos actuales (colocando un énfasis especial en la biología evolutiva y las neurociencias), en la argumentación y la contra-argumentación, en el análisis y las clarificaciones conceptuales, y en ciertos casos, la cuantificación o la formalización de oraciones y argumentos para su mejor entendimiento. Mi influencia filosófica se inscribe dentro de la tradición de la filosofía analítica.
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Los valores éticos de la democracia y el rol de la juventud

Bernales Ballesteros, Enrique 25 September 2017 (has links)
No description available.
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A Ética trágica e a prática clínica da psicanalíse

Ghisi, Valéria de Angelo January 2012 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Psicologia. / Made available in DSpace on 2012-10-26T09:03:49Z (GMT). No. of bitstreams: 1 302349.pdf: 921562 bytes, checksum: 5aa70fca88e20e29c14705083c105b61 (MD5) / A valorização do inconsciente e do conflito pulsional, bem como a consideração do homem enquanto produto de forças em combate, aproximam os discursos freudiano e nietzscheano. Entretanto, é a consideração de que o conflito não pode nem deve ser eliminado, mas sim suportado mediante a possibilidade de representações, que os implica em uma mesma ética. Torna-se então possível sustentar a tese de que a prática psicanalítica se orienta a partir dos mesmos pressupostos da ética trágica proposta por Nietzsche de forma que tal orientação ética determina os objetivos e procedimentos da psicanálise. Podemos considerar, então, a psicanálise como uma teoria psicológica e uma prática clínica que possibilita o renascimento do pensamento trágico na contemporaneidade
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Eficacia y ética

Consejo Permanente, Consejo Permanente 10 April 2018 (has links)
No description available.
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A Ética em Ser e Tempo e no Tractatus Logico-philosophicus

Bilibio, Evandro January 2010 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Florianópolis, 2010 / Made available in DSpace on 2013-07-16T03:58:33Z (GMT). No. of bitstreams: 0 / Esta tese trata da ética em Ser e Tempo e no Tractatus Logico-Philosophicus, de M. Heidegger e L. Wittgenstein, respectivamente. E procura mostrar que não há nessas obras uma ética de caráter normativa. Em outras palavras, o objetivo do estudo é argumentar que os seus autores não apresentam regras ou normas que possam ser utilizadas como critérios orientadores para uma existência feliz. Outro objetivo desse estudo é contribuir para uma compreensão das possíveis relações e semelhanças entre Wittgenstein e Heidegger. O ponto de contato que torna possível a aproximação e a comparação entre esses dois filósofos é a ética. A epígrafe desse estudo é a bem conhecida lembrança de Wittgenstein a dois temas heideggeriano em 29, "ser" e "angústia". Por outro lado, é conhecido o famoso artigo de Loparic, no qual sugere não somente uma aproximação entre ambos via ética, mas também sustenta a importância que esse tema teve para ambos. Nesse mesmo artigo Loparic argumenta para a possibilidade da existência de uma ética originária, tal qual Heidegger sugere em sua obra Carta Sobre o Humanismo, na qual é mencionada como uma possibilidade real e a ser realizada. Em Ser e Tempo a voz da consciência exige que o Dasein assuma o modo de ser mais próprio. Invocação que é silenciosa e não dá nada a dizer. No Tractatus o sétimo aforismo dá a entender que deve haver um critério orientador daquele que investiga, o qual somente pode ser mostrado, em outras palavras, não pode ser expresso proposicionalmente. Na sua Conferências sobre Ética está claro que a ética determina a existência humana. Então, por caminhos diferentes, ambos os autores chegaram a conclusões semelhantes o que denota a importância da ética para Heidegger e Wittgenstein. e um possível ponto comum em seus pensamentos. Todavia, o horizonte de originalidade deve ser buscado na visão de cada autor, não reduzindo ou lendo um pelo outro.
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Sobre a possibilidade do cognitivismo moral nas investigações filosóficas de Wittgenstein

Petry, Franciele Bete January 2007 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Filosofia / Made available in DSpace on 2012-10-23T08:34:20Z (GMT). No. of bitstreams: 1 239004.pdf: 1127093 bytes, checksum: 68fe3386bff611ca47ad2567c4098f27 (MD5) / O presente trabalho tem como objetivo discutir a possibilidade de considerar as observações de Wittgenstein sobre seguir uma regra nas Investigações filosóficas a partir do cognitivismo moral. Para isso, pretendemos mostrar que no Tractatus Logico-philosophicus as proposições da ética, na medida em que não pertenciam à esfera do dizível, foram restringidas quanto à possibilidade de serem verdadeiras ou falsas e de expressarem conhecimento, pois o valor, que é o objeto da ética, não é um fato e, por isso, sobre ele nada pode ser dito. Além disso, as "proposições" da ética não respeitam os limites do dizível e, assim, pertencem ao domínio do inefável. Mostraremos que essa posição é abandonada na obra tardia do filósofo e a ética passa a constituir um jogo de linguagem em que as proposições podem ser ditas verdadeiras ou falsas. Explicitaremos como os conceitos de "jogos de linguagem", "forma de vida", "compreensão", entre outros, sustentam a possibilidade das regras morais serem objetivas e universais. Antes de defendermos essa posição, discutiremos duas concepções opostas que interpretam as considerações sobre seguir uma regra de Wittgenstein: a primeira sustentada por John McDowell, que defende um cognitivismo moral comprometido com o realismo moral, e a segunda de Simon Blackburn, o qual propõe uma leitura não-cognitivista das Investigações. Analisaremos detalhadamente cada uma delas e avaliaremos se elas podem ser consideradas adequadas em relação às observações de Wittgenstein.

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