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Estudo fenologico de especies arboreas de uma floresta tropical em Linhares, ES

Engel, Vera Lex 29 June 2006 (has links)
Orientador: Fernando Roberto Martins / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia / Made available in DSpace on 2018-07-28T02:51:21Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Engel_VeraLex_D.pdf: 6215769 bytes, checksum: 56ea044a0ccd7f1cc699460efafa21fb (MD5) Previous issue date: 2001 / Resumo: Este trabalho teve o objetivo de descrever os eventos fenológicos reprodutivos (floração e frutificação) e vegetativos (mudança foliar) em árvores do dossel de uma floresta tropical estaciona! (mata de tabuleiros) no nordeste do estado do Espírito Santo e relacioná-los com o clima. Foram feitas observações quinzenais de presença de botões florais, flores, frutos, dispersão de frutos ou sementes, árvores desfolhadas, emissão de brotos com copa madura, árvores com folhagem nova e folhagem madura, em 5 indivíduos de 41 espécies arbóreas, distribuídos em uma área de cerca de 15.000 ha de floresta, no período de maio de 1982 a dezembro de 1992. No mesmo período, dados de clima foram tomados para a área de estudos. Apesar de no mínimo 5% e 10% das espécies produzirem respectivamente flores e frutos em qualquer época do ano, estes eventos predominaram em estações definidas do ano. As fenofases botões florais e floração mostraram curvas bi-modais; um grupo de plantas apresentou botões florais na estação chuvosa, com antese na transição para a seca (máximo em abril), e outro produziu botões na época seca, com floração no início das chuvas (máximo em outubro). A frutificação predominou na época seca (junho - julho), principalmente os frutos secos anemocóricos. A dispersão predominou na transição entre a estação seca e a chuvosa (setembro), mas de abril a maio apenas 1% das espécies dispersou sementes. Embora o clima na região seja estaciona!, com chuvas altamente concentradas de outubro a março, a maioria das espécies (49,7%) foi classificada como sempre-verde; 34% como brevidecíduas e apenas 18,3% como caducifólias. A queda de folhas predominou no fim da estação seca e início da chuvosa, em cerca de 30% das espécies, as quais produziram folhas novas em novembro e dezembro. A brotação das espécies sempre-verdes predominou na estação chuvosa, de dezembro a fevereiro. Variáveis climáticas correlacionaram-se com a fenodinâmica da comunidade. O fotoperíodo correlacionou-se positivamente com a floração, a brotação e a folhagem nova, e negativamente com a frutificação e a folhagem madura. A insolação correlacionou-se positivamente com a frutificação e a folhagem madura, e negativamente com a queda de folhas e a copa constituída por folhagem nova. A evaporação mostrou correlação positiva com a queda de folhas e negativa com a frutificação, a brotação e a folhagem madura. A evapotranspiração real correlacionou-se positivamente com a brotação e negativamente com a queda de folhas. A temperatura média do ar mostrou correlação positiva com a floração e negativa com a brotação. A deficiência hídrica, correlacionou-se negativamente com árvore desfolhada e positivamente com a brotação. A demanda evaporativa do ar mostrou correlação positiva com árvore desfolhada e negativa com a frutificação e a brotação,. A umidade relativa do ar correlacionou-se positivamente com árvore desfolhada. Considerando o conjunto todo de espécies, todas as fenofases foram bastante sazonais e mostraram ciclos semestrais (floração) e anuais (demais fenofases) bem marcados. Em cerca de 65% das espécies, a floração e a frutificação foram anuais, mas em menos da metade das mesmas os ciclos foram regulares. Observou-se floração contínua em uma espécie, supra-anual em quatro e infra-anual em nove espécies, os dois últimos grupos com freqüência na maioria irregular. A amplitude dos ciclos fenológicos também variou muito entre os anos, principalmente para frutificação. Em alguns anos puderam ser detectadas influência de anormalidades climáticas, que levaram à irregularidade na reprodução de muitas espécies, alterando os padrões da comunidade. Observou-se um aumento acentuado da atividade reprodutiva na comunidade de 1990 a 1992, semelhante a episódios de floração gregária e frutificação maciça, acompanhando principalmente o aumento da temperatura mínima absoluta do ar e diminuição na deficiência hídrica do solo. A porcentagem de espécies e indivíduos na fenofase de árvore desfolhada aumentou nos anos com menor insolação e maior evaporação. A partir de 1990 a proporção de árvores e espécies com copa constituída por folhagem madura aumentou consideravelmente, seguindo um aumento da temperatura mínima absoluta do ar e da insolação. Os resultados evidenciam a importância de estudos de longo prazo para uma melhor compreensão dos padrões fenológicos das florestas tropicais. Muitas questões estão ainda abertas à discussão, principalmente aquelas concementes à influência dos fatores bióticos nos padrões observados / Abstract: This paper aims at describing the periodicity of reproductive and vegetative phenologica1 events of canopy trees in a tropical lowland seasonal moist forest at Línhares, northeaster ES, and relating them to climatic seasonality. Every mo weeks, five individuals of 41 species, distributed withín 15.000 ha of forest, were observed for the occurrence of flower OOds, flowering, fruiting, propagules dispersal, leaf shedding, flushing, and periods of canopy dominance by either new leaves and mature leaves, from May 1982 to December 1992. At the same time, climatic data were gathered for the same area. While at least 15% of the species were observed in flower and 10% in fruit at any time of the year, these events predominated in certain defined periods of the year. Bi-modal curves for flowering were observed: one group of trees produced flower buds in the rainy season (January and February) and flowered at the transition to the dry season (April); another produced flower OOds in the dry season (June- Ju1y) and flowered at the beginning of rainy season (October). Fruiting predominated during the dry season (June and Ju1y), mainly as a consequence of strong fruiting seasonality of dry-fruited anemochoric species. Seed dispersal predominated in the transition between the dry and rainy seasons (September), Out from April to May only 1% of the species dispersed their seeds. In spite of the strong rain seasonality , the majority ofthe species (49,7%) were classified as evergreen, 34% were brevideciduous and 18,3% were deciduous. Leaf shedding predominated from September to October, and the new leaf canopy followed this phenophase, from November to December. The flushing of evergreen species occurred during the rainy season, from December to February. Climatic variables were correlated to community phenodynamics. Photoperiod was positively correlated with flowering, flushing and new leaf canopy, and negatively with fruiting and mature canopy. Insolation was positively correlated with fruiting and the mature leaf canopy phases, and negatively correlated with leaf shedding and new leaf phases. Evaporation was positively correlated with leaf shedding and negatively correlated with fruiting, flushing and mature canopy. Actua1 evapotranspiration correlated positively with flushing and negatively with leaf shedding. Average air temperature correlated positively with flowering and negatively with flushing. Water deficit, showed positive correlatino with flushíng and negative with leaf shedding. All phenophases showed a high seasonality considering the whole set of species, and two ,phenorythms were distinguished; semestral cycles (flowering) and annual cycles (other phenophases). Although the majority of the species (65%) have flowered and fruited annua1ly, only less than the half had regular cycles with a well defined timing. Continuous (1 species), supra-annual (4 species) and infra-annual (9 species) flowering cycles were detected, the latter groups in the majority being very irregular. The amplitude of the cycles was much variable between years, mainly for the fruiting and mature leaf phases. In some years the influence of climatic abnonnalities resulted in irregularity of reproduction in many species, altering the patterns of the community. It was observed an increase of the reproductive activity at the community from 1990 to 1992, similar to gregarious flowering and massive fruiting episodes, following an increase in the absolute minimum air temperature and decrease in the soil water deficit. The percentage of species and individuals with leafless trees increased in the drier years, influenced mainly by an increase in evaporation and not direct1y by the soil water deficit. After 1990, the proportion of trees and species with mature canopy leaves increased considerably, following an increase in absolute air temperature, insolation and relative humidity. The results indicated that short tenn studies do not yield a clear picture of phenological rhythms in tropical forests, especially when the objective is to understand the relationship between phenodynamics and a biotic factors in tropical forests with different degrees of climatic seasonality. Many questions are sti1l open to discussion, among them those related to the importance of the biotic factors on the observed patters / Doutorado / Doutor em Ecologia
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Estrutura do dossel e sazonalidade do índice de área foliar em ambientes de terra firme na Amazônia Central, com uso do LiDAR portátil terrestre

Rosa, Diogo Martins 13 June 2016 (has links)
Submitted by Gizele Lima (gizele.lima@inpa.gov.br) on 2017-02-13T19:56:09Z No. of bitstreams: 2 dissertacao_diogorosa_CFT-INPA_vFINAL_ATA.pdf: 2457370 bytes, checksum: 46f25127228559590ba550bc46553215 (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) / Made available in DSpace on 2017-02-13T19:56:09Z (GMT). No. of bitstreams: 2 dissertacao_diogorosa_CFT-INPA_vFINAL_ATA.pdf: 2457370 bytes, checksum: 46f25127228559590ba550bc46553215 (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Previous issue date: 2016-06-13 / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas - FAPEAM / The objective of this study was to investigate the structural differences of the canopy and its seasonal variation in four environments of terra firme in the Central Amazon. Structural attributes of the forest canopy were obtained, using a rangefinder LiDAR, which provides the distance to the last return for each of 1,000 pulses per second. The sensor was aimed upwards and held 1m above the forest floor to obtain 150m long forest canopy profiles at a constant walking speed. Each of four different forest types that comprise a toposequence (catena) was profiled, with six replicates (total 900m of transect per type) at monthly intervals for a full year. From the highest to the lowest, the catena compartments were: plateau on well drained clay-loam; upper slope on well drained clay-loam; gentle lower slope on white sand (tall campinarana forest); and seasonally waterlogged riparian zone on white sand (baixio forest). For each 150m transect, the canopy structure profile was represented by a 2D point cloud containing the positions (x, z) of ~ 345,000 LiDAR last-returns. The main features extracted were: (1) top-of-canopy height in each 1m horizontal interval; (2) the mean and standard deviation (roughness) of these 150 maximum heights per transect; (3) canopy openness; (4) vertical profiles of leaf area density (LAD); (5) the fraction of the total leaf area index (LAI) contained in the highest 5m and in the highest 10m of the canopy and in the highest 6m and in highest 11m of the understory; and (6) the average LAI per transect and the LAI of each 1m horizontal interval, the latter used to construct frequency histograms. From the baser of the catena toward the plateau, top-of-canopy height and top-of-canopy roughness both increase. Vertical profiles of the leaf area density are bimodal in all four forest types, with higher concentrations of leaves in the lower understory and in the upper canopy. The upper canopy leaf density mode gradually decreases from the riparian forest toward the plateau, as expected from the increasingly irregular topof-canopy surface. The lower understory´s leaf density is greatest in the waterlogged riparian forest and lowest in the tall white-sand forest. The first 5m of upper canopy (below the highest return at each horizontal transect interval of 1m) contains 54-60% of the leaf area of the forest. The first 10m of upper canopy contain 79-86% of the leaf area. Canopy openness and the LAI (using six transect averages per forest type) do not vary between the four forest types. Over the full year, three significant changes in LAI were detected when all four forest types were lumped (repeated-measures analysis of the 24 transects per month). First, there was an LAI increase of 2.9% from 15/Mar to 15/Aug/2015 (wettest month to first dry month); then a drop of 2.0% from 15/Aug to 15/Oct (two driest months of the 2015 El Niño); and finally there was an LAI increase of 3.7% as precipitation gradually increased from 15/Oct/2015 to 15/Jan/2016. Over the full year (15/Mar/2015- 15/Mar/2016) there was a small but significant increase in the LAI (3% ± 2%). There was no seasonal change of the LAI in the understory (1 to 5/11m above the ground). When lumping all forest types, seasonal amplitude of LAI (between the smallest and largest of the 13 monthly averages) was only 4.8%, indicating that LAI alone should have little influence on the seasonality of the forest canopy photosynthetic capacity, even in a severe El Niño year. However, the frequency histograms of the LAI classes, obtained for 900 intervals of 1m from the six transects of each of the four forest types, had a truncated upper tail in every month, indicating saturation in the detectability of high values of LAI. Therefore, the seasonal variation of LAI was probably underestimated. Saturation may also impede detecting LAI differences between the forest types / O objetivo deste estudo foi investigar as diferenças estruturais do dossel e sua variação sazonal em quatro ambientes de terra firme na Amazônia Central. Foram obtidos atributos estruturais do dossel florestal, utilizando um LiDAR tipo rangefinder, que fornece a distância até o último retorno de cada pulso, na frequência de 1.000 pulsos por segundo. O sensor foi orientado para cima e mantido 1m acima do chão. Foram percorridos mensalmente, em velocidade constante, seis transectos de 150m em cada um de quatro ambientes florestais (total de 900m de transecto por tipologia). Do mais alto para o mais baixo na topossequência, estes foram: platô argiloso e bem drenado; vertente superior argiloso e bem drenado; vertente inferior com areia branca (campinarana); e faixa ripária sazonalmente encharcada sobre areia branca (baixio). O perfil de estrutura de cada transecto foi representado por uma nuvem bidimensional contendo a posição (x, z) de ~345.000 últimos retornos. Os principais atributos extraídos foram: (1) a altura máxima em cada intervalo de 1m horizontal; (2) a média e o desvio padrão (rugosidade) destas 150 alturas máximas por transecto; (3) a abertura do dossel; (4) perfis verticais da densidade de área foliar (LAD); (5) a fração do índice de área foliar (LAI) que é contida nos 5m e nos 10m de dossel superior e nos 6m e 11m de altura no sub-bosque; e (6) o LAI médio de cada transecto e de cada intervalo de 1m horizontal, este último para avaliar histogramas de frequência. Do ambiente ripário em direção ao platô, a altura e a rugosidade do dossel aumentam. O perfil vertical da densidade de área foliar mostrou-se bimodal em todos os ambientes, com uma concentração de folhas no subbosque e outra no dossel superior. A concentração das folhas em uma faixa específica de altura no dossel superior se atenua gradualmente do baixio para o platô, o que é consistente com o aumento de rugosidade. O sub-bosque é mais denso no baixio e menos denso na campinarana alta. Os primeiros 5m de dossel superior (abaixo do retorno mais alto em cada incremento horizontal de 1m) contêm 54-60% da área foliar da floresta. Os primeiros 10m de dossel superior contêm 79-86% da área foliar. A abertura do dossel e o LAI (médias por transecto de 150m) não variam entre os quatro ambientes. Ao longo do ano, ocorreram três mudanças significativas no LAI quando os ambientes foram analisados em conjunto. Primeiro, houve aumento de 2,9% de 15/Mar a 15/Ago/2015 (mês mais chuvoso até o primeiro mês seco); depois houve queda de 2,0% de 15/Ago a 15/Out/2015 (os meses mais secos do El Niño de 2015); e finalmente houve aumento de 3,7% durante a retomada das chuvas no período 15/Out/2015 a 15/Jan/2016. Entre março de 2015 e março de 2016 houve um aumento pequeno, mas significativo do LAI (3% ±2%). Não houve mudança sazonal do LAI no sub-bosque (1 a 6m e 1 a 11m do chão). O conjunto dos 24 transectos dos quatro ambientes, a amplitude temporal do LAI entre a menor e a maior das 13 médias mensais foi apenas 4,8%, indicando que o LAI, sozinho, teria pouca influência sobre a sazonalidade da capacidade fotossintética do dossel, mesmo neste ano de El Niño severo. O histograma de frequências de classes de LAI, obtido para os 900 intervalos de 1m ao longo dos seis transectos de cada ambiente, teve cauda superior truncada em todos os ambientes e todos os meses, indicando saturação na detectabilidade de valores altos de LAI. Portanto, a variação sazonal de LAI foi provavelmente subestimada. Esta saturação também pode impedir a detecção de diferenças LAI entre os ambientes.
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Demografia e fenologia reprodutiva de Butia capitata (Mart.) Becc. (Arecaceae) em Arambaré, Rio Grande do Sul / Demography and reproductive phenology of Butia Capitata (Mart.) Becc. (Arecaceae) in Arambaré county, Rio Grande Do Sul

Azambuja, Augusto Cruz de January 2009 (has links)
Considerando o uso de Butia capitata (Mart.) Becc. pela fauna da restinga e populações humanas e o fato das restingas serem ambientes extremamente ameaçados pela especulação imobiliária e intensa pressão da silvicultura e agropecuária, este estudo teve como objetivos caracterizar a demografia de Butia capitata, a regeneração natural, fenologia reprodutiva e correlacioná-la à variáveis climáticas, além de conhecer o potencial produtivo e reprodutivo da população. A estrutura demográfica foi levantada em quatro parcelas de 2500 m², onde foram registradas todas as plantas com folhas segmentadas, a regeneração natural foi amostrada em 2000 unidades amostrais (1m²) contidas em 40 subparcelas. Os indivíduos amostrados foram classificados por estádios de desenvolvimento. A estrutura demográfica em 1 ha configurou-se na forma de "J" invertido, com 2910 plântulas, 174 jovens, 26 imaturos, 76 adultos reprodutivos I, 52 adultos reprodutivos II e 19 adultos reprodutivos III. A regeneração natural (plântulas e jovens) foi correlacionada à distância da planta reprodutiva mais próxima através de três classes e a associação ou não com plantas lenhosas (ANOVA). Demonstrando diferenças estatísticas significativas (P<0,001), entre o número de plântulas e jovens com o fator distância e entre o número de jovens e o fator associação ou não com lenhosas (P=0,018) e interação entre os dois fatores e o número de jovens (P=0,024). O número de plântulas foi inversamente proporcional à distância da planta reprodutiva, sendo que quando associadas à lenhosas a partir da segunda classe de distância o número foi maior que sem associação. Já o número de jovens aumentou com o aumento da distância quando não associado à lenhosas e quando associado aumentou na última classe de distância. A fenologia reprodutiva foi acompanhada por 20 meses, com registro das fenofases: inflorescências em formação entre setembro de 2007 e março de 2008 com o pico no mês de dezembro de 2007. Inflorescências em floração estaminada e pistilada de dezembro de 2007 a fevereiro de 2008 com o pico em janeiro. Infrutescências com frutos verdes e maduros ocorreram respectivamente entre dezembro de 2007 e julho de 2008 com pico em fevereiro de 2008 e fevereiro a abril de 2008 com pico em março. Houve correlações significativas entre as fenofases e as variáveis climáticas: inflorescências em formação e em floração estaminada e pistilada com a temperatura média e o comprimento do dia; e floração estaminada e pistilada com a precipitação; os frutos verdes com a temperatura média. Os potenciais produtivos (expresso por kg de frutos/2500m²) e reprodutivos (expresso pelo número de sementes potencialmente viáveis/2500m²) foram respectivamente para as parcelas 1, 2, 3 e 4 de 741 kg e 246.924 sementes; 435 kg e 123.556 sementes; 325 kg e 102.010 sementes; 207 kg e 78.496 sementes. / Considering the use of Butia capitata (Mart.) Becc. by the restinga fauna and human populations and the fact that restingas are environments which are highly threatened by real estate speculation and intense pressure from forestry, agriculture and livestock, this study intended to characterize the demography, natural regeneration, reproductive phenology of Butia Capitata and correlate it to climatics variables and learn about the productive and reproductive potential of this population. The demographic structure was surveyed in four plots of 2500 m², in which all plants with segmented leaves were registered, natural regeneration was sampled in 2000 sampling units (1m²) contained in 40 subplots. The sampled plants were sorted by developmental stages. The demographic structure in 1 ha took on a reverted J shape, with 2910 seedlings, 174 young, 26 immature, 76 reproductive adults I, 52 reproductive adults II, and 19 reproductive adults III. Natural regeneration (seedlings and young plants) was correlated with the distance to the nearest reproductive plant through three classes and the association or not with woody plants (ANOVA). Showing significant statistic differences (P<0.001) between the number of seedlings and young plants and the factor distance and between the number of young plants and the factor association or not with woody plants (P=0.018) and the interaction between both factors and the number of young plants (P=0.024), the number of seedlings was inversely proportional to the distance to the reproductive plant, and when associated to the ligneous plants from the second distance class, the number was higher than that without association. The number of young plants increased as the distance increased when not associated to woody plants, and when an association existed, there was an increase in the number in the last distance class. Reproduction phenology was followed for 20 months, with registration of the phenophases: inflorescences being formed between September 2007 and March 2008, with peak in December 2007. Staminate and pistillate inflorescences blooming from December 2007 to February 2008 with peak in January. Infructescences with green and ripe fruit took place from December 2007 to July 2008, respectively, with peak in February 2008, and from February to April 2008, with peak in March. There were significant correlations between phenophases and climatics variables: forming and staminate and pistillate blooming inflorescences correlated with medium temperature and length of the day; staminate and pistillate blooming with precipitation; and green fruits with medium temperature. The productive potentials (expressed by kg of fruit/2500m²) and reproductive potentials (expressed by the number of potentially viable seeds/2500m²) were for the parcels 1, 2, 3 and 4, respectively, 741 kg and 246,924 seeds; 435 kg and 123,556 seeds; 325 kg and 102,010 seeds; 207 kg and 78,496 seeds.
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Avaliação da produtividade da cultura do trigo [Triticum aestivum (L.) Thell], em função da época de semeadura, na região de Dourados, MS / not available

Claudio Lazzarotto 09 March 1992 (has links)
Dados fenológicos e de rendimento, obtidos de cinco cultivares de trigo nos anos de 1986, 1987 e 1988 foram confrontados com as condições meteorológicas ocorridas em cada uma das cinco épocas de semeadura que corresponderam a 20 de marco, 10 e 30 de abril, 20 de maio e 10 de junho. Constatou-se que o fator água e o principal determinante da produção do trigo e que um déficit hídrico, dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas, pode não prejudicar a produção de grãos do trigo. O numero de espigas foi o componente da produção que mostrou-se mais sensível ao estresse hídrico, seguido pelo numero de grãos. Déficits hídricos iniciados logo apos a floração, independente de sua intensidade, não prejudicaram a produção de grãos e nem a qualidade destes. Em condições hídricas adequadas, os melhores rendimentos foram obtidos quando a temperatura esteve entre 20 e 25ºC na fase pré-floral e entre 12 e 20ºC na fase pós-floral. A melhor época foi a segunda (10 de abril) quando a temperatura e a disponibilidade de agua são mais adequadas a cultura / not available
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Avaliação da produtividade da cultura do trigo [Triticum aestivum (L.) Thell], em função da época de semeadura, na região de Dourados, MS / not available

Lazzarotto, Claudio 09 March 1992 (has links)
Dados fenológicos e de rendimento, obtidos de cinco cultivares de trigo nos anos de 1986, 1987 e 1988 foram confrontados com as condições meteorológicas ocorridas em cada uma das cinco épocas de semeadura que corresponderam a 20 de marco, 10 e 30 de abril, 20 de maio e 10 de junho. Constatou-se que o fator água e o principal determinante da produção do trigo e que um déficit hídrico, dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas, pode não prejudicar a produção de grãos do trigo. O numero de espigas foi o componente da produção que mostrou-se mais sensível ao estresse hídrico, seguido pelo numero de grãos. Déficits hídricos iniciados logo apos a floração, independente de sua intensidade, não prejudicaram a produção de grãos e nem a qualidade destes. Em condições hídricas adequadas, os melhores rendimentos foram obtidos quando a temperatura esteve entre 20 e 25ºC na fase pré-floral e entre 12 e 20ºC na fase pós-floral. A melhor época foi a segunda (10 de abril) quando a temperatura e a disponibilidade de agua são mais adequadas a cultura / not available
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Ácido salicílico na qualidade pós-colheita de frutos, hortaliças folhosas e flores

Borsatti, Fabiana Chiamulera 27 February 2014 (has links)
O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do ácido salicílico (AS) aplicado em pós-colheita de amora-preta, acerola, couve manteiga, espinafre e rosas sobre a conservação e a indução de resistência. O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso, com quatro repetições e os tratamentos foram baseados nas concentrações das soluções com AS 0,0; 0,5; 1,0; 1,5; e 2,0 mM. As culturas foram imersas nas soluções com os diferentes tratamentos e após armazenadas a 8°C. Para as frutas (amora-preta e acerola) as avaliações realizadas foram perda de massa da matéria fresca, teores de sólidos solúveis totais (SST), acidez titulável (AT), ácido ascórbico e incidência de podridões. Nos intervalos de 24, 48, 96 e 192 horas após a aplicação dos tratamentos, retirou-se amostras de frutos para determinação de proteínas totais, antocianinas, flavonóides e atividade das enzimas fenilalanina amônia-liase (FAL), quitinases e β-1,3-glucanase. Tais análises foram realizadas para todos os tratamentos, com exceção de quitinase e β-1,3-glucanase, sendo estas avaliações feitas somente para frutos tratados com 2,0 mM e a testemunha. Para as hortaliças (couve manteiga e espinafre) as avaliações foram perda de massa da matéria fresca, podridões, teor de vitamina C e clorofilas. Em intervalos de 24, 48, 96 e 192 horas após a aplicação dos tratamentos, determinou-se o teor de proteínas, fenóis totais, atividade da FAL e peroxidases. Para as rosas foram realizadas análises visuais de curvatura do pedúnculo, turgescência e escurecimento de pétalas. Ao final do experimento, avaliaram-se a perda de massa da matéria fresca, e teor de clorofilas nas folhas. Com intervalos de 24 horas, retirou-se uma amostra das pétalas para determinação de proteínas totais e atividade da FAL e peroxidases. Para amoras-pretas houve aumento do teor de proteínas e ativação da β-1,3-glucanase com a aplicação de AS. Os teores de antocianinas e flavonóides e a atividade da FAL, tiveram alterações no decorrer do experimento em função da aplicação de AS. Os tratamentos não foram significativos para perda de massa da matéria fresca, AT, SST, incidência de podridões, ácido ascórbico e atividade de quitinase para essa fruta. Para acerolas, a AT foi maior e os SST foram menores naquelas tratadas com AS. Os tratamentos não foram significativos para perda de massa da matéria fresca e ácido ascórbico de acerola. Houve redução da incidência de podridões em frutos com aplicação de AS, ativação das enzimas quitinases, β-1,3-glucanase e FAL e, aumento nos teores de antocianinas e flavonoides para acerola. Para couve manteiga a aplicação de AS manteve os teores de proteínas e fenóis totais em níveis mais elevados, e interferiu na atividade das peroxidases. Não houve significância para perda de massa da matéria fresca, teor de vitamina C, clorofilas, podridões e atividade de FAL. Para espinafre as maiores concentrações de AS diminuíram a perda de massa da matéria fresca e mantiveram os teores de proteínas mais elevados. Os tratamentos não interferiram no teor de clorofilas, fenóis totais, e atividade da peroxidases e FAL. Houve efeito nos teores de proteína totais, atividade da FAL e peroxidase nas hastes das rosas com a aplicação de solução contendo AS. As rosas tratadas com a maior concentração de AS mantiveram-se com as notas mais elevadas para curvatura de haste, turgescência e escurecimento de pétalas, ou seja, com melhor aspecto visual. / The aim of this work was to evaluate the salicylic acid (SA) effect applied in the blackberry, acerola, kale, spinach and roses postharvest for the conservation and resistance induction. The experimental design was completely randomized, with four replications and the treatments were based on the solutions concentrations with SA 0.0, 0.5, 1.0, 1.5 and 2.0 mM. The vegetable organs from the cultures were immersed in the solutions with different treatments and after it was stored at 8 °C. For the fruit (blackberry and acerola) the fresh matter weight losses, total soluble solids (TSS), titratable acidity (TA), ascorbic acid and rot incidence were evaluated. During the intervals of 24, 48, 96 and 192 hours after treatment application, fruit samples were separated for total protein, anthocyanins, flavonoids and phenylalanine ammonia lyase (PAL), chitinase and β-1,3-glucanase enzymes activities were determinate. These analyzes were applied for all treatments, with the exception of chitinase and β-1,3-glucanase, which were evaluated only for fruits treated with 2.0 mM concentration and control treatment. For the vegetables (kale and spinach) the fresh mass losses, rot incidence, vitamin C and chlorophyll were evaluated. During the intervals of 24, 48, 96 and 192 hours after treatment application, the total protein, total phenols, phenylalanine ammonia lyase (PAL) and peroxidase enzimes were evaluated. For roses the peduncle curvature, turgescence and petals darkening were visual evaluated. When the experiment time finished, the fresh weight losses and the leaf chlorophyll content were evaluated. During 24 hour intervals, collected a petals sample to determine the total protein and PAL and peroxidase activities. For blackberries there was an increase of protein level and the β-1,3-glucanase activation with the application of SA. The anthocyanins and flavonoids contents and the PAL activity, had changes during the experiment due to the SA application. The treatments were not significant for fresh mass losses, TA, TSS, rot incidence, ascorbic acid and chitinase activities for this fruit. In the acerola, the TA was higher and TSS were lower in the fruit treated with SA. The treatments were not significant for fresh mass losses, of ascorbic acid content. There was a reduction in the fruit rots incidence with application of SA and an activation of chitinase, β-1,3-glucanase and PAL activity enzymes, and it increased anthocyanins and flavonoids contents for acerola. The SA application in the kale kept the protein and total phenol with higher levels and it interfere in the peroxidases activity. There was no significant treatment effect for fresh weight losses, vitamin C, chlorophyll, rot incidence and PAL activity. The highest SA concentrations decreased the fresh weight losses and they kept the higher proteins contents for spinach. The treatments did not affect the chlorophyll content, total phenolics and peroxidase and PAL activities.There wasn't treatment effect about total protein content, PAL and peroxidase activity in the roses stems. The rose treated with the highest SA concentration presented higher grade evaluation for peduncle curvature, turgescence and petals darkening, ie, the best visual aspect.
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Ácido salicílico na qualidade pós-colheita de frutos, hortaliças folhosas e flores

Borsatti, Fabiana Chiamulera 27 February 2014 (has links)
O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do ácido salicílico (AS) aplicado em pós-colheita de amora-preta, acerola, couve manteiga, espinafre e rosas sobre a conservação e a indução de resistência. O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso, com quatro repetições e os tratamentos foram baseados nas concentrações das soluções com AS 0,0; 0,5; 1,0; 1,5; e 2,0 mM. As culturas foram imersas nas soluções com os diferentes tratamentos e após armazenadas a 8°C. Para as frutas (amora-preta e acerola) as avaliações realizadas foram perda de massa da matéria fresca, teores de sólidos solúveis totais (SST), acidez titulável (AT), ácido ascórbico e incidência de podridões. Nos intervalos de 24, 48, 96 e 192 horas após a aplicação dos tratamentos, retirou-se amostras de frutos para determinação de proteínas totais, antocianinas, flavonóides e atividade das enzimas fenilalanina amônia-liase (FAL), quitinases e β-1,3-glucanase. Tais análises foram realizadas para todos os tratamentos, com exceção de quitinase e β-1,3-glucanase, sendo estas avaliações feitas somente para frutos tratados com 2,0 mM e a testemunha. Para as hortaliças (couve manteiga e espinafre) as avaliações foram perda de massa da matéria fresca, podridões, teor de vitamina C e clorofilas. Em intervalos de 24, 48, 96 e 192 horas após a aplicação dos tratamentos, determinou-se o teor de proteínas, fenóis totais, atividade da FAL e peroxidases. Para as rosas foram realizadas análises visuais de curvatura do pedúnculo, turgescência e escurecimento de pétalas. Ao final do experimento, avaliaram-se a perda de massa da matéria fresca, e teor de clorofilas nas folhas. Com intervalos de 24 horas, retirou-se uma amostra das pétalas para determinação de proteínas totais e atividade da FAL e peroxidases. Para amoras-pretas houve aumento do teor de proteínas e ativação da β-1,3-glucanase com a aplicação de AS. Os teores de antocianinas e flavonóides e a atividade da FAL, tiveram alterações no decorrer do experimento em função da aplicação de AS. Os tratamentos não foram significativos para perda de massa da matéria fresca, AT, SST, incidência de podridões, ácido ascórbico e atividade de quitinase para essa fruta. Para acerolas, a AT foi maior e os SST foram menores naquelas tratadas com AS. Os tratamentos não foram significativos para perda de massa da matéria fresca e ácido ascórbico de acerola. Houve redução da incidência de podridões em frutos com aplicação de AS, ativação das enzimas quitinases, β-1,3-glucanase e FAL e, aumento nos teores de antocianinas e flavonoides para acerola. Para couve manteiga a aplicação de AS manteve os teores de proteínas e fenóis totais em níveis mais elevados, e interferiu na atividade das peroxidases. Não houve significância para perda de massa da matéria fresca, teor de vitamina C, clorofilas, podridões e atividade de FAL. Para espinafre as maiores concentrações de AS diminuíram a perda de massa da matéria fresca e mantiveram os teores de proteínas mais elevados. Os tratamentos não interferiram no teor de clorofilas, fenóis totais, e atividade da peroxidases e FAL. Houve efeito nos teores de proteína totais, atividade da FAL e peroxidase nas hastes das rosas com a aplicação de solução contendo AS. As rosas tratadas com a maior concentração de AS mantiveram-se com as notas mais elevadas para curvatura de haste, turgescência e escurecimento de pétalas, ou seja, com melhor aspecto visual. / The aim of this work was to evaluate the salicylic acid (SA) effect applied in the blackberry, acerola, kale, spinach and roses postharvest for the conservation and resistance induction. The experimental design was completely randomized, with four replications and the treatments were based on the solutions concentrations with SA 0.0, 0.5, 1.0, 1.5 and 2.0 mM. The vegetable organs from the cultures were immersed in the solutions with different treatments and after it was stored at 8 °C. For the fruit (blackberry and acerola) the fresh matter weight losses, total soluble solids (TSS), titratable acidity (TA), ascorbic acid and rot incidence were evaluated. During the intervals of 24, 48, 96 and 192 hours after treatment application, fruit samples were separated for total protein, anthocyanins, flavonoids and phenylalanine ammonia lyase (PAL), chitinase and β-1,3-glucanase enzymes activities were determinate. These analyzes were applied for all treatments, with the exception of chitinase and β-1,3-glucanase, which were evaluated only for fruits treated with 2.0 mM concentration and control treatment. For the vegetables (kale and spinach) the fresh mass losses, rot incidence, vitamin C and chlorophyll were evaluated. During the intervals of 24, 48, 96 and 192 hours after treatment application, the total protein, total phenols, phenylalanine ammonia lyase (PAL) and peroxidase enzimes were evaluated. For roses the peduncle curvature, turgescence and petals darkening were visual evaluated. When the experiment time finished, the fresh weight losses and the leaf chlorophyll content were evaluated. During 24 hour intervals, collected a petals sample to determine the total protein and PAL and peroxidase activities. For blackberries there was an increase of protein level and the β-1,3-glucanase activation with the application of SA. The anthocyanins and flavonoids contents and the PAL activity, had changes during the experiment due to the SA application. The treatments were not significant for fresh mass losses, TA, TSS, rot incidence, ascorbic acid and chitinase activities for this fruit. In the acerola, the TA was higher and TSS were lower in the fruit treated with SA. The treatments were not significant for fresh mass losses, of ascorbic acid content. There was a reduction in the fruit rots incidence with application of SA and an activation of chitinase, β-1,3-glucanase and PAL activity enzymes, and it increased anthocyanins and flavonoids contents for acerola. The SA application in the kale kept the protein and total phenol with higher levels and it interfere in the peroxidases activity. There was no significant treatment effect for fresh weight losses, vitamin C, chlorophyll, rot incidence and PAL activity. The highest SA concentrations decreased the fresh weight losses and they kept the higher proteins contents for spinach. The treatments did not affect the chlorophyll content, total phenolics and peroxidase and PAL activities.There wasn't treatment effect about total protein content, PAL and peroxidase activity in the roses stems. The rose treated with the highest SA concentration presented higher grade evaluation for peduncle curvature, turgescence and petals darkening, ie, the best visual aspect.
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Fenologia e variabilidade genética de Ligustrum lucidum W.T.Aiton (Oleaceae) em fragmentos de Floresta Ombrófila Mista

Nogueira, Guilherme de Souza January 2017 (has links)
Orientadora : Profª. Drª. Maria Regina Torres Boeger / Coorientadora : Profª. Drª. Valéria Cunha Muschner / Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação. Defesa: Curitiba, 30/08/2017 / Inclui referências ao final de cada capítulo / Resumo: As plantas invasoras são um importante componente das mudanças ambientais globais, pois causam grandes modificações nos ecossistemas. Ligustrum lucidum (Oleaceae) é uma espécie arbórea nativa da China e invasora em vários países. A espécie apresenta grande potencial invasor na Floresta Ombrófila Mista (FOM), uma das principais formações vegetais do sul do Brasil. A fenologia está relacionada a características importantes envolvendo a competição por recursos e também pode influenciar a variabilidade genética de uma população. Sendo assim, este estudo teve como objetivo investigar o papel da fenologia no processo de invasão de L. lucidum na FOM, discutindo sua importância dentro de um contexto ecológico e evolutivo. O Capítulo 1 descreveu a fenologia das populações de L. lucidum e relacionou-a com as variáveis ambientais locais. As fenofases de L. lucidum relacionadas ao florescimento ocorreram nos meses quentes e às relacionadas à frutificação nos meses frios. A ocorrência de frutos maduros de L. lucidum foi diferente do encontrado para as nativas e representa uma vantagem competitiva para a espécie. Portanto, a fenologia de L. lucidum apresenta um papel importante no processo de invasão da espécie na FOM, pois proporciona a utilização de recursos, como os dispersores de sementes, que não são utilizados pelas espécies nativas, ainda que temporalmente. O comprimento do dia e a temperatura foram as variáveis que mais influenciaram a fenologia da espécie. Isso indica que L. lucidum é eficiente na aquisição e na alocação de recursos, o que também auxilia o seu estabelecimento no ambiente invadido. O Capítulo 2 investigou a variabilidade genética de L. lucidum na região de Curitiba e avaliou o possível papel que a ocorrência das fenofases reprodutivas pode ter na estruturação genética das populações de L. lucidum. A baixa variabilidade genética de L. lucidum não compromete seu potencial invasor. Provavelmente isso é resultado da pré-adaptação da espécie às condições climáticas da FOM, uma vez que as condições ambientais nas áreas nativa e introduzida são semelhantes. As populações de L. lucidum encontram-se estruturadas temporalmente indicando a ocorrência de fluxo gênico e de eventos de dispersão no ambiente invadido. O fluxo gênico entre as populações de L. lucidum é reflexo da sincronia das fenofases reprodutivas e, no futuro, pode refletir na redução da estruturação genética espacial encontrada nos indivíduos adultos das populações. Palavras - chave: alfeneiro, estruturação genética, fenofases, fluxo gênico, plantas invasoras / Abstract:Invasive plants are an important component of global environmental changes, because they cause considerable modifications in the ecosystems. Ligustrum lucidum (Oleaceae) is a woody species native from China and invasive in several countries. The species shows a high invasive potential in the Araucaria Forest (AF), one of the main forest types in Southern Brazil. Phenology is related to important characteristics involving the resource competition and may also influence the genetic variability of a population. Therefore, this study had as objective to investigate the role of phenology in the L. lucidum invasion process at AF, discussing its importance in an ecologic and evolutive context. Chapter 1 described the phenology of L. lucidum populations and related it to the climate variables. The phenophases of L. lucidum related to the flowering occurred in the hottest months and the ones related to the fruiting in the coldest months. The occurrence of ripe fruits of L. lucidum was different from the one found in the native species and represents a competitive advantage to the invasive. Thus, L. lucidum phenology has an important role in the species invasion process at AF, because it provides the resource use, like the seed dispersers, that are not being used by the native species, even if temporarily. The day length and the temperature were the variables that most influenced on L. lucidum phenology. It points L. lucidum is efficient in resource acquisition and allocation, which also helps its establishment in the invaded area. Chapter 2 investigated the genetic variability of L. lucidum in the region of Curitiba and evaluated the potential role that the occurrence of reproductive phenophases might have in the genetic structure of L. lucidum populations. The low genetic variability of L. lucidum does not compromise its invasive potential. Probably, this results from the species pre-adaptation to the AF climatic conditions, since the environmental conditions in the native and invaded area are alike. Ligustrum lucidum populations are temporarily structured indicating the occurrence of gene flow and dispersion events in the invaded area. The gene flow among L. lucidum populations is a consequence of reproductive phenophases synchrony and, in the future, might cause the decrease of spatial genetic structure found in the adult individuals of populations. Keywords: glossy privet, genetic structure, phenophases, gene flow, invasive plants
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Indutores de brotação, fenologia e produção da videira CV. Fiano em Campo Largo - PR

Fowler, João Guilherme January 2016 (has links)
Orientador : Prof. Dr. Luiz Antonio Biasi / Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Agronomia. Defesa: Curitiba, 13/07/2016 / Inclui referências : f. 49-57 / Área de concentração: Produção vegetal / Resumo: Apesar da expansão da viticultura no Brasil, a falta de horas de frio, especialmente as temperaturas abaixo de 15°C, é um fator que obriga o uso de indutores de crescimento para promover a brotação. O Erger® é um produto de baixa toxicidade e eficiente na indução de brotação de macieira, no entanto, há carência de trabalhos testando tal produto com videira. Esta pesquisa foi realizada com o objetivo de avaliar a brotação de gemas, fenologia e a produção da videira ?Fiano' submetida a diferentes concentrações de Erger® combinadas com Nitrato de Cálcio. O experimento foi realizado num parreiral localizado em Campo Largo-PR, conduzido em sistema de espaldeira, com plantas espaçadas em 1,25 x 2,7 metros. O experimento foi delineado em blocos ao acaso, com 4 repetições e 3 plantas por parcela, onde foram testadas diferentes concentrações de Erger® e Nitrato de Cálcio (3%, 5%, 7% e testemunha) comparadas à dose padrão de Dormex® (4%) para induzir a brotação de videiras da cultivar Fiano, além de acompanhar aspectos fenológicos seguindo a escala BBCH. Ao final do ciclo, foi realizado a curva de maturação através do acompanhamento semanal dos teores de sólidos solúveis, acidez titulável e acidez real (pH). Após a colheita, avaliaram-se as características biométricas e qualitativas dos frutos de cada tratamento. Observaram-se taxas de brotação satisfatórias em todos os tratamentos. Nos dois anos de estudo, as plantas tratadas com Erger® sofreram um atraso na brotação, exigindo mais tempo para atingir uma porcentagem satisfatória de gemas abertas. Também foi observada uma antecipação da brotação em todos os tratamentos na segunda safra em virtude de temperaturas mais elevadas em relação ao ano anterior, quando a ocorrência de temperaturas baixas pôde justificar o maior tempo para iniciar a abertura de gemas em decorrência da instalação de uma ecodormência. O ciclo total não diferiu em relação aos tratamentos. Apesar da maior demanda cronológica das plantas tratadas com Erger® no início do ciclo, houve um efeito compensatório deste tratamento, exigindo um menor tempo para a fase de maturação de bagas. Não foram verificadas influência dos indutores de brotação quanto ao tempo total de florescimento e nas características qualitativas e biométricas da cultivar Fiano em relação à testemunha. Palavras-chave: Vitis vinifera, dormência, indutores de crescimento / Abstract: Despite the expansion of viticulture in Brazil, the absence of chilling hours, especially temperatures below 15°C, is a factor that forces the use of growing inductors to promote budbreak. Erger® is a low toxicity product and has shown high efficiency in apple trees budbreak, but there aren't experiments testing this on grapevines. This work was done to evaluate bud spruting, phenology and production of ?Fiano' grapevine after the application of different concentrations of Erger® combinated with Calcium Nitrate. The experiment was carried out in a vineyard in Campo Largo-PR, and the vines were trained to a triple wire trellis and spaced by 1.25 x 2.7 meters. The experiment was designed in randomized blocks, with 4 replicates and 3 plants per plot, where was tested different concentrations of Erger® + Calcium Nitrate (3%, 5%, 7% and control) compared to Dormex® standard concentration (4%) to induce bud sprouting of ?Fiano' grapevine and follow the fenologic behavior according to BBCH scale. At the end of cycle, was held the maturation curve, with weekly evaluation of soluble solids, titratable acidity and real acidity (pH). After harvest, biometric and qualitative characteristics of fruits in each treatment were evaluated too. It was observed satisfactory sprouting rate in all treatments. In the two years of study, the plants treated with Erger® showed a budbreak delay, demanding more time to reach a satisfactory percentage of open buds. An anticipation of budbreak in second crop was observed compared to previous crop due to higher temperatures after the application of dormancy break inductors, when the occurrence of low temperatures could justify the longer time to start opening buds because the installation of ecodormancy. The total cycle did not differ between all treatments. Although the anticipation of plants treated with Erger®'s different concentrations, there was a compensatory effect, demanding a shorter time at maturation stage. There wasn't any influence of treatments in flowering time, biometric and qualitative characteristics of ?Fiano' compared to control. Key-words: Vitis vinifera, dormancy, growth inductors
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Efetividade de dispersão de sementes por aves da palmeira invasora Archontophoenix spp. na Mata Atlântica / Bird-mediated seed dispersal effectiveness of an invasive palm and potential competition with a native palm

Cintra, Ana Laura Pugina [UNESP] 08 April 2016 (has links)
Submitted by ANA LAURA PUGINA CINTRA null (analaurap_cintra@hotmail.com) on 2016-08-08T16:27:31Z No. of bitstreams: 1 Dissertação_VersãoFinal_biblioteca.pdf: 1635784 bytes, checksum: c584b0519727c7249e1ec70b143b6d74 (MD5) / Approved for entry into archive by Ana Paula Grisoto (grisotoana@reitoria.unesp.br) on 2016-08-11T12:49:46Z (GMT) No. of bitstreams: 1 cintra_alp_me_rcla.pdf: 1635784 bytes, checksum: c584b0519727c7249e1ec70b143b6d74 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-08-11T12:49:46Z (GMT). No. of bitstreams: 1 cintra_alp_me_rcla.pdf: 1635784 bytes, checksum: c584b0519727c7249e1ec70b143b6d74 (MD5) Previous issue date: 2016-04-08 / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / O sucesso de estabelecimento de plantas invasoras depende, além de outros fatores, das relações mutualísticas estabelecidas no novo habitat. No presente estudo, nós caracterizamos as relações mutualísticas entre aves frugívoras nativa e uma palmeira invasora (Archontophoenix spp.) e investigamos o potencial de competição por dispersores de sementes com uma palmeira nativa, o palmito juçara (Euterpe edulis), na Mata Atlântica brasileira. As duas palmeiras tem sua dispersão mediada por aves, e ocorrem em florestas tropicais úmidas. Nós registramos 40 espécies de aves consumindo frutos de Archontophoenix spp. e 60 espécies consumindo frutos de E. edulis, com uma sobreposição de 62%. Assim como esperávamos, o palmito juçara apresentou o menor valor do componente quantitativo da efetividade de dispersão de sementes quando em simpatria com a palmeira invasora e sobreposição da frutificação. Nossos resultados indicaram um alto potencial de competição por dispersores entre Archontophoenix spp. e o palmito juçara, mas essa competição variou entre as área devido às diferenças na fenologia das espécies. No entanto, a dispersão de sementes do palmito juçara pode ser negativamente afetada nas áreas onde ela frutifica concomitantemente com Archontophoenix spp. e a população de frugívoros tem sua abundância limitada. No cenário atual, em que a exploração ilegal do palmito juçara vem ameaçando a espécie, diminuindo a abundância natural de suas populações na maioria das áreas da Mata Atlântica, a ausência ou a extinção funcional desta palmeira nativa pode acelerar o processo de invasão de Archontophoenix spp., porque as aves podem utilizar os frutos desta palmeira invasora como um recurso alternativo aos frutos do palmito juçara. / FAPESP: 2014/04938-6

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