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Analgesia pós-operatória em gatas submetidas à ovariohisterectomia tratadas com buprenorfina por diferentes vias de administração /

Giodarno, Tatiana. January 2009 (has links)
Orientador: Stelio Pacca Loureiro Luna / Banca: Juliana Tabarelli Brondani / Banca: Suzane Lilian Beier / Resumo: A via de administração de um fármaco pode influenciar sobejamente na latência e duração do efeito analgésico. Objetivou-se avaliar a sedação e a analgesia de 0,01 mg/kg de buprenorfina administrada pelas vias intravenosa (IV), intramuscular (IM), transmucosa (TM) ou subcutânea (SC) em gatas submetidas à ovariohisterectomia. Cem gatas 100 de diversas raças, com idade de quatro meses a seis anos de idade foram divididas de forma aleatória em 4 grupos de acordo com as vias de administração citadas anteriormente. Os animais foram avaliados quanto a presença dor pós-operatória e sedação antes e 1, 2, 3, 4, 6, 8, 12, e 24 h após o término do procedimento cirúrgico, por meio das escalas analógica visual interativa e dinâmica (EAVID) e descritiva simples (EDS). Realizou-se analgesia resgate com 0,02 mg/kg de buprenorfina IM quando o escore de dor foi igual ou superior a 50% da EDS ou EAVID. Para um segundo resgate analgésico foi administrado 4,4 mg/kg de carprofeno SC. Os dados paramétricos foram analisados pela ANOVA, seguida do teste de Tukey e os não paramétricos pelo teste de Kruskal-Wallis, seguido do teste de Dunn. Diferenças ao longo do tempo dentro de cada grupo foram avaliadas pelo teste de Friedman, seguido do teste de Dunn. Imediatamente após cirurgia os escores de sedação da EAVID e EDS aumentaram significantemente quando comparado ao pré-operatório, reduzindo para zero 24 horas após cirurgia. Para os escores de dor da EAVID não se observou diferença significante entre GTM e GSC e entre GIM e GIV. Os valores de GTM foram significantemente maiores quando comparados à GIV à 1h e à GIM às 3,4,6,8 e 12 h. Os valores de GSC foram significantemente maiores quando comparados à GIV às 2 h e à GIM às 2,3,4,8,12 e 24 h. No total, quatro animais do GIM (16%), seis do GIV (24%), treze do GSC (52%) e dezessete do GTM (68%) necessitaram de analgesia... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: The route of administration of a drug may influence the onset and duration of analgesic effect. The aim of this study was to investigate the degree of sedation and analgesia of 0.01 mg/kg of buprenorphine administered by intravenous (IV), intramuscular (IM), transmucosal (TM) or subcutaneous (SC) route in cats subjected to ovariohysterectomy. One hundred cats from different breeds, aging from four months to six years of age were randomly divided into four groups according to the above routes of administration. The animals were evaluated for the presence of postoperative pain and sedation before and 1, 2, 3, 4, 6, 8, 12, and 24 h after the surgical procedure, using dynamic interactive visual analogue scale (DIVAS) and simple descriptive scale (SDS). Rescue analgesia was performed with 0.02 mg/kg of buprenorphine IM when the pain score was more than 50% of the SDS or DIVAS. A second rescue analgesia was performed with 4.4 mg/kg of carprofen SC. The parametric data were analyzed by ANOVA followed by Tukey's test and the non-parametric data by Kruskal-Wallis, followed by Dunn's test. Differences over time within each group were evaluated by Friedman's test, followed by the Dunn's test. The SDS and DIVAS sedation scores increased significantly immediately after surgery when compared to pre-operative values, reducing to zero, 24 h after surgery. There was no significant difference for the DIVAS pain scores between GTM and GSC and between GIM and GIV. The values of GTM were significantly greater when compared to the GIV at 1h and to GIM at 3, 4, 6, 8 and 12 h. The values of GSC were significantly higher when compared to GIV at 2 h and to the GIM at 2, 3, 4, 8, 12 and 24 h. In total, four animals from GIM (16%), six from GIV (24%), thirteen from GSC (52%) and seventeen from GTM (68%) needed rescue analgesia. The total number of rescue analgesic in GTM was significantly higher than... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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Morfina em diferentes doses associadas à levobupivacaína ou à ropivacaína pela via peridural em cadelas para realização de ovariossalpingohisterectomia eletiva /

Albuquerque, Verônica Batista da. January 2012 (has links)
Orientador: Valéria Nobre Leal de Souza Oliva / Banca: Paulo Sérgio Patto dos Santos / Banca: Fernando Ibañez / Banca: Stélio Pacca Loureiro Luna / Banca: Celina Tie Duque Nishimori / Resumo: Objetivou-se investigar a utilização da morfina em diferentes doses associada à ropivacaína ou à levobupivacaína pela via peridural de cadelas submetidas à OSH eletiva. Utilizou-se 48 cadelas hígidas, adultas, de diferentes raças e com peso médio de 9,8±4,1kg. Decorridos 20 minutos da pré-medicação com acepromazina (0,05mg/kg) e midazolam (0,2mg/kg) os animais foram submetidos à anestesia peridural e distribuídos aleatoriamente em seis grupos distintos, sendo: GRM0,15= ropivacaína + morfina (0,15 mg/kg), GRM0,2= ropivacaína + morfina (0,2 mg/kg), GL= levobupivacaína (0,3mL/kg), GLM0,1= levobupivacaína + morfina (0,1 mg/kg), GLM0,15= levobupivacaína + morfina (0,15 mg/kg) e GLM0,2= levobupivacaína + morfina (0,2 mg/kg). Em cada momento experimental foram aferidos os parâmetros: frequência e ritmo cardíaco; frequência e variáveis respiratórias; variáveis hemogasométricas obtidas de amostras de sangue arterial, glicemia e lactato sanguíneos; índice biespectral; pressão arterial sistólica, média e diastólica; temperatura retal; dosagem sérica de cortisol, morfina, levobupivacaína e ropivacaína; além da avaliação não-paramétrica do período de latência e duração da levobupivacaína e escores de analgesia pós-operatória. Os dados foram submetidos à ANOVA e comparados pelos testes de Kruskal-Wallis, Friedman, Dunn e Tukey (p< 0,05). Concluiu-se que o incremento na dose de morfina pela via peridural permitiu a realização de cirurgias de OSH eletivas, com mínimos efeitos sobre as variáveis cardíacas, respiratórias, hemogasométricas e do cortisol sérico em cadelas sob infusão contínua de propofol; os efeitos colaterais observados foram mínimos e sem comprometimento clínico das pacientes, tendo desaparecido até o momento da alta dos animais. As curvas séricas acompanharam o período hábil dos fármacos, sendo suas concentrações praticamente nulas ao ... / Abstract: The aim of this study was to investigate the use of morphine in various doses associated with ropivacaine or levobupivacaine for epidural in bitches undergoing elective ovariohysterectomy. Were used 48 healthy dogs, adults, of different breeds and average weight of 9.8 ± 4.1 kg. After 20 minutes of premedication with acepromazine (0.05 mg / kg) and midazolam (0.2 mg / kg) the animals underwent epidural anesthesia and randomized into six distinct groups, as follows: GRM0,15 ropivacaine + morphine = 15 (0.15 mg / kg), GRM0, 2 = ropivacaine + morphine (0.2 mg / kg), GL = levobupivacaine (0.3 mL / kg), GLM0, 1 = levobupivacaine + morphine (0.1 mg / kg), GLM0 , 15 = levobupivacaine + morphine (0.15 mg / kg) and GLM0, 2 = levobupivacaine + morphine (0.2 mg / kg). At each experimental time parameters were measured: heart rate and rhythm, rate and variable respiratory; haemogasometric variables obtained from arterial blood samples, blood glucose and lactate, bispectral index, systolic, mean and diastolic pressure, rectal temperature, serum concentrations of cortisol, morphine, bupivacaine and ropivacaine; beyond he evaluation of the latency period and duration of levobupivacaine and scores of postoperative analgesia. Data were submitted to ANOVA and compared by Kruskal-Wallis, Friedman, Tukey and Dunn (p<0.05). It was concluded that the increase in the dose of epidural morphine allowed for OSH elective surgery, with minimal effects on cardiac variables, respiratory, blood gas and serum concentrations of cortisol in dogs under continuous rate infusion of propofol; the side effects were observed minimum and no clinical consequences of patients, and disappeared by the time of higher animals. The serum curves followed the reasonable period of drugs, their concentrations near zero at the end of the epidural block. Levobupivacaine, when used alone for epidural in bitches, had sensory block (463 ± 173 minutes) ... / Doutor
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Efeitos da dipirona, do meloxicam e da associação dipirona e meloxicam sobre a hemostasia em cães conscientes e sobre o controle da dor pós-operatória em cadelas submetidas à ovariosalpingohisterectomia /

Zanuzzo, Felipe Sabbadin. January 2014 (has links)
Orientador: Francisco José Teixeira Neto / Banca: Carlos Augusto Araújo Valadão / Banca: Renata Navarro Cassu / Resumo: Em humanos a dipirona apresenta efeito inibitório sobre a enzima COX-1, podendo inibir a agregação plaquetária por até 6 horas (1). Devido parte da sua ação analgésica estar associada ao sistema nervoso central (2), este fármaco vem sendo associado a outros anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), como o meloxicam, para o tratamento da dor crônica em cães (3). Apesar do uso da dipirona isolada ou associada ao meloxicam ser teoricamente justificável, os benefícios analgésicos desta associação e os potenciais efeitos adversos sobre a hemostasia devem ser investigados para que seu emprego clínico seja validado. Com isso o presente trabalho envolveu 2 fases. Na primeira fase (CAPÍTULO 1) objetivou-se comparar os efeitos da dose única de dipirona, meloxicam e da associação de dipirona com meloxicam sobre a hemostasia em cães. Nesta etapa empregaram-se seis cães adultos, em um estudo prospectivo, aleatório, cruzado e controlado por placebo. Os animais receberam 4 tratamentos pela via intravenosa com intervalo de 15 dias entre si: controle (0,1 mL/kg de solução fisiológica), meloxicam (0,2 mg/kg), dipirona (25 mg/kg) e dipirona-meloxicam (25 e 0,2 mg/kg, respectivamente). As amostras de sangue foram coletadas antes e após 1, 2, 3, 5, e 8 horas da administração dos tratamentos para a avaliação da agregação plaquetária em sangue total e tromboelastometria. O tempo de sangramento de mucosa oral foi avaliado antes e após 1, 3 e 5 horas da administração dos tratamentos. Na segunda fase (CAPITULO 2), objetivou-se avaliar o controle da dor pós-operatória de dose única de dipirona, meloxicam e da associação dipirona-meloxicam em cadelas submetidas a ovariosalpingohisterectomia em um estudo prospectivo, aleatório, duplo cego e controlado por placebo. Quarenta cadelas foram divididas aleatoriamente em 4 grupos (10 animais por grupo) e receberam os mesmos tratamentos descritos na fase anterior. A dor ... / Abstract: In humans, dipyrone acts as a non-selective COX inhibitor and can inhibit platelet aggregation for up to 6 hours (1). Because dipyrone-induced analgesia may be attributable not only to its anti-inflammatory action, but also to its central nervous system mediated effects (2), this drug has been combined with other non steroid antinflammatories (NSAIDs), such as meloxicam, for the control of chronic pain in canine patients (3). Although the use of dipyrone alone or combined with meloxicam is theoretically justifiable, the analgesic benefits of this association and the potential adverse effects on hemostasis should be investigated before its clinical use is validated. In order to investigate the effects of dipyrone, meloxicam, and of the combination of these two drugs, the present study was carried out in 2 phases. During phase 1, presented in Chapter 1, the effects of a single dose administration of dipyrone, meloxicam, and of the combination of these two NSAIDs were evaluated on the hemostasis of conscious dogs. Six adult dogs were used in a prospective, randomized, crossover study. The animals received 4 treatments intravenously with 15-day washout intervals: control (0.1 mL/kg saline), meloxicam (0.2 mg/kg) dipyrone (25 mg/kg) and dipyrone combined with meloxicam (25 and 0.2 mg/kg respectively). Blood samples were collected for assessment of platelet aggregation in whole blood and thromboelastometry before, and 1, 2, 3, 5, and 8 hours after treatment administration. Buccal mucosal bleeding time was evaluated before and at 1, 3, and 5 hours of treatment administration. During phase 2 (Chapter 2), the postoperative analgesic effects promoted by a single dose of dipyrone, meloxicam, and of the drug combination were evaluated in bitches undergoing ovariohysterectomy in a prospective, randomized , double-blinded, placebo controlled study design. Forty healthy bitches selected for ovariohysterectomy were ... / Mestre
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Comparação da dor pós-operatória em cães versus gatos após orquiectomia versus ovariohisterectomia /

Quarterone, Carolina. January 2014 (has links)
Orientador: Stélio Pacca Loureiro Luna / Coorientador: Antonio José de Araújo Aguiar / Banca: Juliany Gomes Quitzan / Banca: Marilda Onghero Taffarel / Resumo: Historicamente os profissionais veterinários atribuem escores mais altos de dor e maior emprego de analgésicos na espécie canina em relação à felina e fêmeas em relação aos machos. O objetivo deste foi comparar a expressão da dor entre orquiectomia e ovariohisterectomia na mesma espécie e entre as espécies canina e felina submetidos à cirurgia contraceptiva. Utilizaram-se 48 animais, 12 machos e 12 fêmeas da espécie felina de raças variadas, com idade média 12 ± 4,32 e 8 ± 2,54 meses e massa corpórea de 3,9 ± 0,96 e 2,58 ± 0, 41 kg respectivamente, e 12 machos e 12 fêmeas da espécie canina, de raças variadas, com idade média de 20,8 ± 13,7 e 44 ± 23,6 meses e massa corpórea 20,3 ± 12,2 e 14,8 ± 8,6 kg respectivamente. Administrou-se meloxicam 0,1 mg/kg via oral (VO) duas horas antes do procedimento. Avaliou-se a dor antes (basal) e 1, 2, 4, 8 e 24 horas após a cirurgia. Para determinar os escores de dor em cães utilizou-se a Escala de Dor de Glasgow Modificada (EDGM) e da Universidade de Melbourne (EDUM). Para os gatos empregou-se a Escala de Dor Multidimensional da Unesp-Botucatu (EDMUB). Utilizaram-se a escala analógica visual para dor (EAV) e escala de sedação em ambas as espécies. Quando a pontuação era maior que 33% e 27% do valor total da EDGM e EDMUB respectivamente, realizava-se resgate analgésico com morfina. Como as variáveis não apresentaram distribuição normal, empregou-se o teste de Friedman e Mann-Whitney, para comparar as diferenças ao longo do tempo e entre os grupos em cada momento, respectivamente. Para comparação entre mais de dois grupos, utilizou-se o teste Kruskall-Wallis, seguido do teste de Dunn. Para diferenças de frequência de resgates analgésicos entre os grupos utilizou-se o teste exato de Fisher. Consideraram-se as diferenças significantes quando P < 0,05. As fêmeas de ambas as espécies apresentaram aumento da EAV de 1 a 4 h, os cães de 1 a 8 h e os gatos de... / Abstract: Veterinarians attribute a higher pain scores and give more analgesics to dogs compared to cats. Both female dogs and cats receive more analgesia than males for the same surgical procedures. This study aimed to compare the expression of pain after orquiectomy and ovariohisterectomy of the same species and between the canine and feline species undergoing contraceptive surgery. Cats (24) and dogs (24) were enrolled in the study, with the same number of males and females. The animals were admitted 24 hours prior to the study for adaptation to the hospital environment and the observer. Meloxicam (0.1 mg/kg P.O.) was administered two hours before the surgical procedure. Pain scales were applied before (basal) and 1, 2, 4, 8 and 24 hours after surgery (M1, M2, M4, M8 and M24 respectively). Glasgow Composite Measure Pain Scale (GCMS) and Melbourne pain scale (MPS) were used in dogs, and UNESP-Botucatu Multidimensional Composite Pain Scale (UBMCP) in cats. When the score was above 33% for GCMS or 27% for MPS, analgesic rescue was given (morphine, 0.5 mg/kg for dogs and 0.3 mg/kg for cats). In both species the visual analogue pain scale (VAS) and sedation were recorded. Mann-Whitney was used to compare data between male and female (P < 0.05). Kruskall-Wallis was used to compare differences among groups, followed by Dunn test (P < 0.05). Friedman test compared differences along time (P < 0.05). When compared to baseline female dogs and cats had greater VAS from 1 to 4 h, male dogs and cats from 1 to 8 h and from 1 to 2 h after surgery, respectively. VAS values were higher in female dogs from 1 to 8 h than in male ones, and in female cats this value were higher at 4 h, compared to male cats. In GCMS, scores were greater compared to baseline for females between 1 and 4 h after surgery and at 1 h compared to males. There was no difference for MPS. For UBMCP, greater scores were observed in females compared to males between 1 and 2 h and at 2 h ... / Mestre
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Comparação da dor pós-operatória em cães versus gatos após orquiectomia versus ovariohisterectomia

Quarterone, Carolina [UNESP] 26 February 2014 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-08-13T14:50:57Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2014-02-26Bitstream added on 2014-08-13T17:59:53Z : No. of bitstreams: 1 000770883.pdf: 630793 bytes, checksum: 313b951107b8d0e26fb759607886f816 (MD5) / Historicamente os profissionais veterinários atribuem escores mais altos de dor e maior emprego de analgésicos na espécie canina em relação à felina e fêmeas em relação aos machos. O objetivo deste foi comparar a expressão da dor entre orquiectomia e ovariohisterectomia na mesma espécie e entre as espécies canina e felina submetidos à cirurgia contraceptiva. Utilizaram-se 48 animais, 12 machos e 12 fêmeas da espécie felina de raças variadas, com idade média 12 ± 4,32 e 8 ± 2,54 meses e massa corpórea de 3,9 ± 0,96 e 2,58 ± 0, 41 kg respectivamente, e 12 machos e 12 fêmeas da espécie canina, de raças variadas, com idade média de 20,8 ± 13,7 e 44 ± 23,6 meses e massa corpórea 20,3 ± 12,2 e 14,8 ± 8,6 kg respectivamente. Administrou-se meloxicam 0,1 mg/kg via oral (VO) duas horas antes do procedimento. Avaliou-se a dor antes (basal) e 1, 2, 4, 8 e 24 horas após a cirurgia. Para determinar os escores de dor em cães utilizou-se a Escala de Dor de Glasgow Modificada (EDGM) e da Universidade de Melbourne (EDUM). Para os gatos empregou-se a Escala de Dor Multidimensional da Unesp-Botucatu (EDMUB). Utilizaram-se a escala analógica visual para dor (EAV) e escala de sedação em ambas as espécies. Quando a pontuação era maior que 33% e 27% do valor total da EDGM e EDMUB respectivamente, realizava-se resgate analgésico com morfina. Como as variáveis não apresentaram distribuição normal, empregou-se o teste de Friedman e Mann-Whitney, para comparar as diferenças ao longo do tempo e entre os grupos em cada momento, respectivamente. Para comparação entre mais de dois grupos, utilizou-se o teste Kruskall-Wallis, seguido do teste de Dunn. Para diferenças de frequência de resgates analgésicos entre os grupos utilizou-se o teste exato de Fisher. Consideraram-se as diferenças significantes quando P < 0,05. As fêmeas de ambas as espécies apresentaram aumento da EAV de 1 a 4 h, os cães de 1 a 8 h e os gatos de ... / Veterinarians attribute a higher pain scores and give more analgesics to dogs compared to cats. Both female dogs and cats receive more analgesia than males for the same surgical procedures. This study aimed to compare the expression of pain after orquiectomy and ovariohisterectomy of the same species and between the canine and feline species undergoing contraceptive surgery. Cats (24) and dogs (24) were enrolled in the study, with the same number of males and females. The animals were admitted 24 hours prior to the study for adaptation to the hospital environment and the observer. Meloxicam (0.1 mg/kg P.O.) was administered two hours before the surgical procedure. Pain scales were applied before (basal) and 1, 2, 4, 8 and 24 hours after surgery (M1, M2, M4, M8 and M24 respectively). Glasgow Composite Measure Pain Scale (GCMS) and Melbourne pain scale (MPS) were used in dogs, and UNESP-Botucatu Multidimensional Composite Pain Scale (UBMCP) in cats. When the score was above 33% for GCMS or 27% for MPS, analgesic rescue was given (morphine, 0.5 mg/kg for dogs and 0.3 mg/kg for cats). In both species the visual analogue pain scale (VAS) and sedation were recorded. Mann-Whitney was used to compare data between male and female (P < 0.05). Kruskall-Wallis was used to compare differences among groups, followed by Dunn test (P < 0.05). Friedman test compared differences along time (P < 0.05). When compared to baseline female dogs and cats had greater VAS from 1 to 4 h, male dogs and cats from 1 to 8 h and from 1 to 2 h after surgery, respectively. VAS values were higher in female dogs from 1 to 8 h than in male ones, and in female cats this value were higher at 4 h, compared to male cats. In GCMS, scores were greater compared to baseline for females between 1 and 4 h after surgery and at 1 h compared to males. There was no difference for MPS. For UBMCP, greater scores were observed in females compared to males between 1 and 2 h and at 2 h ...
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Efeitos da dipirona, do meloxicam e da associação dipirona e meloxicam sobre a hemostasia em cães conscientes e sobre o controle da dor pós-operatória em cadelas submetidas à ovariosalpingohisterectomia

Zanuzzo, Felipe Sabbadin [UNESP] 24 February 2014 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-11-10T11:09:44Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2014-02-24Bitstream added on 2014-11-10T11:58:33Z : No. of bitstreams: 1 000782784.pdf: 752501 bytes, checksum: d801a641e97a2fbc972dcfeb448843ef (MD5) / Em humanos a dipirona apresenta efeito inibitório sobre a enzima COX-1, podendo inibir a agregação plaquetária por até 6 horas (1). Devido parte da sua ação analgésica estar associada ao sistema nervoso central (2), este fármaco vem sendo associado a outros anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), como o meloxicam, para o tratamento da dor crônica em cães (3). Apesar do uso da dipirona isolada ou associada ao meloxicam ser teoricamente justificável, os benefícios analgésicos desta associação e os potenciais efeitos adversos sobre a hemostasia devem ser investigados para que seu emprego clínico seja validado. Com isso o presente trabalho envolveu 2 fases. Na primeira fase (CAPÍTULO 1) objetivou-se comparar os efeitos da dose única de dipirona, meloxicam e da associação de dipirona com meloxicam sobre a hemostasia em cães. Nesta etapa empregaram-se seis cães adultos, em um estudo prospectivo, aleatório, cruzado e controlado por placebo. Os animais receberam 4 tratamentos pela via intravenosa com intervalo de 15 dias entre si: controle (0,1 mL/kg de solução fisiológica), meloxicam (0,2 mg/kg), dipirona (25 mg/kg) e dipirona-meloxicam (25 e 0,2 mg/kg, respectivamente). As amostras de sangue foram coletadas antes e após 1, 2, 3, 5, e 8 horas da administração dos tratamentos para a avaliação da agregação plaquetária em sangue total e tromboelastometria. O tempo de sangramento de mucosa oral foi avaliado antes e após 1, 3 e 5 horas da administração dos tratamentos. Na segunda fase (CAPITULO 2), objetivou-se avaliar o controle da dor pós-operatória de dose única de dipirona, meloxicam e da associação dipirona-meloxicam em cadelas submetidas a ovariosalpingohisterectomia em um estudo prospectivo, aleatório, duplo cego e controlado por placebo. Quarenta cadelas foram divididas aleatoriamente em 4 grupos (10 animais por grupo) e receberam os mesmos tratamentos descritos na fase anterior. A dor ... / In humans, dipyrone acts as a non-selective COX inhibitor and can inhibit platelet aggregation for up to 6 hours (1). Because dipyrone-induced analgesia may be attributable not only to its anti-inflammatory action, but also to its central nervous system mediated effects (2), this drug has been combined with other non steroid antinflammatories (NSAIDs), such as meloxicam, for the control of chronic pain in canine patients (3). Although the use of dipyrone alone or combined with meloxicam is theoretically justifiable, the analgesic benefits of this association and the potential adverse effects on hemostasis should be investigated before its clinical use is validated. In order to investigate the effects of dipyrone, meloxicam, and of the combination of these two drugs, the present study was carried out in 2 phases. During phase 1, presented in Chapter 1, the effects of a single dose administration of dipyrone, meloxicam, and of the combination of these two NSAIDs were evaluated on the hemostasis of conscious dogs. Six adult dogs were used in a prospective, randomized, crossover study. The animals received 4 treatments intravenously with 15-day washout intervals: control (0.1 mL/kg saline), meloxicam (0.2 mg/kg) dipyrone (25 mg/kg) and dipyrone combined with meloxicam (25 and 0.2 mg/kg respectively). Blood samples were collected for assessment of platelet aggregation in whole blood and thromboelastometry before, and 1, 2, 3, 5, and 8 hours after treatment administration. Buccal mucosal bleeding time was evaluated before and at 1, 3, and 5 hours of treatment administration. During phase 2 (Chapter 2), the postoperative analgesic effects promoted by a single dose of dipyrone, meloxicam, and of the drug combination were evaluated in bitches undergoing ovariohysterectomy in a prospective, randomized , double-blinded, placebo controlled study design. Forty healthy bitches selected for ovariohysterectomy were ...
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Processos de enfrentamento e repercussões psicossociais em pacientes submetidos à cirurgia de histerectomia

Santos, Lúcia Robertta Matos Silva dos 26 February 2008 (has links)
Made available in DSpace on 2015-05-14T13:16:36Z (GMT). No. of bitstreams: 1 arquivototal.pdf: 901873 bytes, checksum: d2f876e8032e989e3e8d8d8aa8b622bb (MD5) Previous issue date: 2008-02-26 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES / Hysterectomy is a gynecological surgery of uterus remotion and it consists, nowadays, on one of the most frequent female surgeries at the occidental world, affecting the woman's condition physical, social and emotional that, front to the events unchained stressors, makes use of coping strategies with the intention of adapting to the new situations and life context. Through the theoric referential of Coping, this study had the objective of investigating the coping constructions and psychosocial repercussions of hysterectomy surgery. The sample was made of 10 women, aging 44 years old, belonging to less favored social class, with diagnosis time varying from 5 months to 2 years. For the data collecting was used the Scale of Mode to Coping Problems (EMEP) and semi-structures interviews. This was a longitudinal, descriptive study in pré and powder-surgical. For data analysis was realized descriptive statistics, besides bivarying tests between scores of the EMEP and variables relating to the socialdemographic and clinical characterization oh the patients. The Statistical Package for Social Sciences (SPSS) was used at the quantitative analysis of data and the interviews were submitted to the Content Analysis form emergent categories. The statistic results concerning the EMEP indicated distinct media for the four factors of the scale, whose results showed that the most used coping method was the search for religious practicing/fanciful thinking, followed by problem focusing coping. The strategies focused on the search of social support and on emotion were related with less frequency. From the results if the interview at the pre-surgical time, it was observed the arisement of a fear of loss of feminity, feelings of fear, anxiety and insecurity, negative thoughts about the hospitalization, negative self-perception and great misinformation about the surgery. On the interviews at the 6 months after the post-surgical time it was observed the arisement of guilting and reliefing feelings, positive evaluation of the hospitalization, female identity preserved and some secondary gains with the surgery, more attention from family, start of self-care and improved self-esteem. The results show that the hysterectomy surgery is a stressor event that disturbs the feminity, mobilize fear feeling about the hospitalization and also affect family issues, with repercussion on emotional aspects of women. Such results show psychosocial issues and difficulties that affect these women on the pre-surgical time, causing a re-meaning of their lives, including questions related to sexuality and that could be attenuated with a work focused on the pre-surgical care, indicating the importance of the prevalence of communication as humanized attention. / A histerectomia é uma cirurgia ginecológica de retirada do útero e constitui, atualmente, uma das cirurgias femininas mais freqüentes no mundo ocidental, afetando a condição física, social e emocional da mulher que, frente aos eventos estressores desencadeados, faz uso de estratégias de enfrentamento com o intuito de se adaptar às novas situações e contexto de vida. Através do referencial teórico do Enfrentamento (Coping), este estudo teve como objetivo investigar as construções de enfrentamento e repercussões psicossociais da cirurgia de histerectomia. A amostra foi composta por 10 mulheres, com faixa etária de 46 anos, classe pertencentes à classe social menos favorecida, com tempo de diagnóstico variando de 5 meses a 2 anos. Para a coleta de dados foi utilizada a Escala de Modo de Enfrentamento de Problemas (EMEP) e entrevistas semi-estruturadas. Tratou-se de um estudo descritivo, longitudinal em pré e pós-cirúrgico. Para análise dos dados, foram realizadas estatísticas descritivas, além de testes bivariados entre escores da EMEP e variáveis relativas à caracterização sociodemográfica e clínica das pacientes. O pacote estatístico SPSS (Statistical Package for Social Sciences), foi utilizado na análise quantitativa de dados e as entrevistas submetidas à análise de conteúdo a partir de categorias emergentes. Os resultados estatísticos concernentes à EMEP indicaram que a modalidade de enfrentamento mais usada foi busca de práticas religiosas/pensamento fantasioso, seguida de enfrentamento focalizado no problema. As estratégias focalizadas na no suporte social e na emoção foram relatadas em menor freqüência. A partir dos resultados das entrevistas em pré-operatório, observou-se o surgimento de um temor quanto a perda da feminilidade, sentimentos de medo, ansiedade e insegurança, pensamento negativo quanto a hospitalização, percepção de si negativa e falta de informação quanto a cirurgia. Nas entrevistas aos 6 meses do pós-operatório, observou-se o sentimento de culpa e de alívio, avaliação positiva frente à hospitalização, identidade feminina preservada e ganhos secundários com cirurgia, maior atenção de familiares, ativação do auto-cuidado e auto-estima. Os resultados evidenciam que a cirurgia de histerectomia é um evento estressor que abala a feminilidade, mobiliza sentimentos de temor quanto à hospitalização e afeta questões familiares, com repercussão no aspecto emocional das mulheres. Tais resultados evidenciam questões psicossociais e dificuldades que afetam estas mulheres no pré-cirúrgico, provocando uma ressignificação de suas vidas, inclusive ligadas à sexualidade e que poderiam ser resolvido com atendimentos pré-cirúrgicos, indicando a importância da comunicação como atenção humanizada.
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Morfina em diferentes doses associadas à levobupivacaína ou à ropivacaína pela via peridural em cadelas para realização de ovariossalpingohisterectomia eletiva

Albuquerque, Verônica Batista da [UNESP] 23 February 2012 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:32:55Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2012-02-23Bitstream added on 2014-06-13T19:43:47Z : No. of bitstreams: 1 albuquerque_vb_dr_botfm.pdf: 1170783 bytes, checksum: 22ffeeb5255c44c090a0b2b369ecc8db (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Objetivou-se investigar a utilização da morfina em diferentes doses associada à ropivacaína ou à levobupivacaína pela via peridural de cadelas submetidas à OSH eletiva. Utilizou-se 48 cadelas hígidas, adultas, de diferentes raças e com peso médio de 9,8±4,1kg. Decorridos 20 minutos da pré-medicação com acepromazina (0,05mg/kg) e midazolam (0,2mg/kg) os animais foram submetidos à anestesia peridural e distribuídos aleatoriamente em seis grupos distintos, sendo: GRM0,15= ropivacaína + morfina (0,15 mg/kg), GRM0,2= ropivacaína + morfina (0,2 mg/kg), GL= levobupivacaína (0,3mL/kg), GLM0,1= levobupivacaína + morfina (0,1 mg/kg), GLM0,15= levobupivacaína + morfina (0,15 mg/kg) e GLM0,2= levobupivacaína + morfina (0,2 mg/kg). Em cada momento experimental foram aferidos os parâmetros: frequência e ritmo cardíaco; frequência e variáveis respiratórias; variáveis hemogasométricas obtidas de amostras de sangue arterial, glicemia e lactato sanguíneos; índice biespectral; pressão arterial sistólica, média e diastólica; temperatura retal; dosagem sérica de cortisol, morfina, levobupivacaína e ropivacaína; além da avaliação não-paramétrica do período de latência e duração da levobupivacaína e escores de analgesia pós-operatória. Os dados foram submetidos à ANOVA e comparados pelos testes de Kruskal-Wallis, Friedman, Dunn e Tukey (p< 0,05). Concluiu-se que o incremento na dose de morfina pela via peridural permitiu a realização de cirurgias de OSH eletivas, com mínimos efeitos sobre as variáveis cardíacas, respiratórias, hemogasométricas e do cortisol sérico em cadelas sob infusão contínua de propofol; os efeitos colaterais observados foram mínimos e sem comprometimento clínico das pacientes, tendo desaparecido até o momento da alta dos animais. As curvas séricas acompanharam o período hábil dos fármacos, sendo suas concentrações praticamente nulas ao... / The aim of this study was to investigate the use of morphine in various doses associated with ropivacaine or levobupivacaine for epidural in bitches undergoing elective ovariohysterectomy. Were used 48 healthy dogs, adults, of different breeds and average weight of 9.8 ± 4.1 kg. After 20 minutes of premedication with acepromazine (0.05 mg / kg) and midazolam (0.2 mg / kg) the animals underwent epidural anesthesia and randomized into six distinct groups, as follows: GRM0,15 ropivacaine + morphine = 15 (0.15 mg / kg), GRM0, 2 = ropivacaine + morphine (0.2 mg / kg), GL = levobupivacaine (0.3 mL / kg), GLM0, 1 = levobupivacaine + morphine (0.1 mg / kg), GLM0 , 15 = levobupivacaine + morphine (0.15 mg / kg) and GLM0, 2 = levobupivacaine + morphine (0.2 mg / kg). At each experimental time parameters were measured: heart rate and rhythm, rate and variable respiratory; haemogasometric variables obtained from arterial blood samples, blood glucose and lactate, bispectral index, systolic, mean and diastolic pressure, rectal temperature, serum concentrations of cortisol, morphine, bupivacaine and ropivacaine; beyond he evaluation of the latency period and duration of levobupivacaine and scores of postoperative analgesia. Data were submitted to ANOVA and compared by Kruskal-Wallis, Friedman, Tukey and Dunn (p<0.05). It was concluded that the increase in the dose of epidural morphine allowed for OSH elective surgery, with minimal effects on cardiac variables, respiratory, blood gas and serum concentrations of cortisol in dogs under continuous rate infusion of propofol; the side effects were observed minimum and no clinical consequences of patients, and disappeared by the time of higher animals. The serum curves followed the reasonable period of drugs, their concentrations near zero at the end of the epidural block. Levobupivacaine, when used alone for epidural in bitches, had sensory block (463 ± 173 minutes) ...
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Efeitos cardiorrespiratórios e perfil analgésico da metadona, pela via intramuscular e intravenosa, em cadelas submetidas à ovariossalpingohisterectomia

Pereira, Daniele Amaro [UNESP] 17 December 2010 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:31:08Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2010-12-17Bitstream added on 2014-06-13T19:20:10Z : No. of bitstreams: 1 pereira_da_dr_jabo.pdf: 1782082 bytes, checksum: 77e52685e1f96a8aa8b16c4ad7bfc7f8 (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / A metadona é um opioide pouco utilizado na prática veterinária, sendo que existem ainda, questionamentos quanto ao seu uso. Dessa maneira, objetivou-se comparar o emprego da metadona, administrada por via intramuscular e intravenosa e seus efeitos sobre os parâmetros cardiorrespiratórios e profundidade anestésica em cadelas submetidas à ovariossalpingohisterectomia. Utilizaram-se 16 cadelas (103 kg), pré-medicadas com levomepromazina (0,5 mg/kg, IM). Transcorridos 20 minutos, a indução anestésica foi realizada com propofol (5 mg/kg, IV) e a manutenção com isofluorano. Após 10 minutos, os animais receberam metadona pelas vias IM (GIM) e IV (GIV), na dose de 0,3 mg/kg, diluídos em solução fisiológica (volume total=1ml/5kg). As mensurações das variáveis frequências cardíaca (FC) e respiratória (f), pressões arteriais (PAS, PAD e PAM), eletrocardiografia (ECG), temperatura esofágica (TE), pressão parcial de dióxido de carbono no final da expiração (EtCO2), saturação da oxihemoglobina (SpO2) e índice biespectral (BIS) iniciaram-se antes da administração do opioide (M0), 20 minutos após M0 (M1) e a cada 10 minutos (M2 a M5). As mensurações do cortisol foram obtidas em M0 (antes do opioide), M2, M5 (30, 60 minutos após a metadona), M6, M7 e M8 (1, 3 e 6 horas após OSH). A análise estatística utilizada foi a de Perfil, testes t, de Tuckey, e Kruskal-Wallis (5%). Foram observados tempos de extubação e recuperação maiores no GIV. Com relação à f, FC, PAM, TE, EtCO2, SpO2 e BIS não foram observadas diferenças significativas entre grupos e momentos. Não foi observada diferença entre grupos para os níveis de cortisol. Entre momentos, no GIM, as concentrações de cortisol em M0 foram menores do que em M7. Para a escala descritiva (escores) não foram observadas diferenças entre grupos e momentos / Methadone is an opioid little used in veterinary practice, and there are still questions about its use.Thus, the aim of this study was to compare the effects of intramuscular (IMG) and intravenous (IVG) administration of methadone on cardiopulmonary parameters, biespectral index and analgesic requirements in female dogs submitted to ovariohysterectomy. Sixteen female dogs were used (10±3 kg), premedicated with levomepromazine (0,5 mg/kg, IM). After 20 minutes, propofol (5 mg/kg) was used for induction and the anesthesia was maintained with isoflurane. After 10 minutes, methadone at 0.3 mg/kg was administered intravenously in IVG and intramuscularly in IMG, diluted in physiological saline (total volume of 1ml/5kg). The initial measurement of heart ( HR) and respiratory rates (RR), arterial pressures (SAP, DAP and MAP), electrocardiogram (ECG), body temperature (BT), concentration of end-tidal carbon dioxide (PECO2), peripheral oxygen saturation (SpO2) and biespectral index (BIS) was performed immediately before the administration of opioid (M0), after 20 minutes (M1) and then at 10-minute intervals (M2, M3, M4 and M5). Serum cortisol concentrations (Sc) were measured at M0, M2, M5 (30 and 60 minutes after opioid, and 1(M6), 3 (M7) and 6 (M8) hours after the end of surgery. The statistical analysis used was profile and tests “t”, Tuckey and Kruskal-Wallis (5%). Times of extubation and recovery were higher in IVG. HR, RR, APM, BT, PECO2, SpO2 and BIS did not differ significantly among times or between groups at any time. No differences were observed between groups for Sc. Between moments, in IMG, Sc at M0 were lower than at M7. For the descriptive scale (scores), no differences between groups or among times were observed
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Avaliação das repercussões do tratamento para câncer invasor do colo uterino no assoalho pélvico

Noronha, Alessandra Ferreira de [UNESP] 31 August 2007 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:26:18Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2007-08-31Bitstream added on 2014-06-13T18:54:34Z : No. of bitstreams: 1 noronha_af_me_botfm.pdf: 252791 bytes, checksum: c5cc71429a0a70b1c137589b43b42506 (MD5) / Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (Famesp) / Avaliar a prevalência de disfunções do assoalho pélvico após o tratamento de carcinoma invasor de colo uterino. Uma amostra de sessenta mulheres submetidas á histerectomia radical (n=20), radioterapia exclusiva (n=20) ou quimiorradiação (n=20) foram incluídas para análise. As funções de assoalho pélvico foram avaliadas por meio de questionários e avaliação física após, pelo menos, 6 meses do final do tratamento. A análise estatística realizada foram os testes de Mann-Whitney, kruskal-Wallis, Wilcoxon, Qui-quadrado quando apropriados. O p<0,05 foi considerado significativo. A idade variou de 28 a 75 anos (52,5 l 9,3 anos). O estádio clínico do tumor (FIGO) foi I em 25 casos (41,67%), II em 12 (20%), III em 22 (36,67%) and IV em 1 caso (1,67%). Os grupos foram semelhantes em relação a idade, paridade, menopausa e IMC. O comprimento vaginal foi menor em pacientes submetidas à radioterapia ou quimiorradiação quando comparadas com o grupo de histerectomia radical (5,5l1,9, 5,3l1,5 versus 7,4l1,1 cm, respectivamente; p<0,001). Não houve diferença em relação à incontinência urinária de esforço (p=0,56), urgência (p=0,44), urgeincontinência (p=0,54) e noctúria (p=0,53). Vida sexual ativa foi mais freqüente nas mulheres submetidas à cirurgia (90%) quando comparadas com o grupo da radioterapia (50%) e quimiorradiação (50%) (p=0,01). A dispareunia foi maior no grupo da radioterapia exclusiva, seguida da quimiorradiação e da histerectomia radical (p=0.021). O grupo da quimiorradiação apresentou maior freqüência evacuatória/dia (p<0.001) e a presença de diarréia foi menor no grupo da histerectomia radical (p=0.025), nos outros dois grupos foi semelhante. As disfunções do assoalho pélvico são comuns após o tratamento para carcinoma invasor de colo uterino. A radioterapia e a quimiorradiação são mais associadas às limitações... / This study was undertaken to evaluate the prevalence of pelvic floor dysfunction following treatment for invasive carcinoma of the cervix. Sixty patients submitted to radical hysterectomy (n=20), radiotherapy (n=20) or chemoradiation (n=20) were included for analysis. Pelvic floor function was assessed by questionnaires and physical examination at least 6 months after the treatment has finished. Main outcome measures were urinary, intestinal and sexual functions and vaginal length. Data of patients were collected prospectively. Statistical analysis was performed using oe2 , Mann- Whitney, Kruskal-Wallis and Wilcoxon as appropriate. P-value< 0.05 was significantly. The age of patients ranged from 28 to 75 years old (52.5 l 9.3 years). Tumor staging (FIGO) was I in 25 cases (41.67%), II in 12 (20%), III in 22 (36.67%) and IV in 1 case (1.67%). Vaginal length was shorter in the patients submitted to radiotherapy or chemoradiation compared to radical hysterectomy group (5.5l1.9, 5.3l1.5 versus 7.4l1.1 cm; p<0.001). There were no differences regarding stress incontinence (p=0.56), urgency (p=0.44), urgeincontinence(p=0.54) and nocturia (p=0.53). Active sexual life was significantly higher in women submitted to surgical treatment (p=0.01), and dyspareunia was higher in the group of radiotherapy (p=0.021). The bowel frequency was higher in group of patients submitted to chemoradiation (p=0.025). Pelvic floor dysfunctions are common after treatment for invasive cervical carcinoma. Radiotherapy and chemoradiaiton are more associated to a limitation in sexual activity and bowel dysfunction than surgery.

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