• Refine Query
  • Source
  • Publication year
  • to
  • Language
  • 136
  • 66
  • 26
  • 20
  • 14
  • 12
  • 12
  • 12
  • 12
  • 12
  • 12
  • 12
  • 5
  • 3
  • 2
  • Tagged with
  • 354
  • 64
  • 53
  • 52
  • 38
  • 32
  • 25
  • 25
  • 24
  • 22
  • 21
  • 20
  • 19
  • 19
  • 19
  • About
  • The Global ETD Search service is a free service for researchers to find electronic theses and dissertations. This service is provided by the Networked Digital Library of Theses and Dissertations.
    Our metadata is collected from universities around the world. If you manage a university/consortium/country archive and want to be added, details can be found on the NDLTD website.
231

Comparação dos efeitos do cloridrato de ropivacaína e do sulfato de morfina pela via intra-articular em eqüinos submetidos à sinovite experimentalmente induzida / Effects of intraarticular ropiraccine and morphine on LPS-induced synovitis in horses

Santos, Luiz César Pereira 05 September 2007 (has links)
Made available in DSpace on 2016-12-08T16:24:03Z (GMT). No. of bitstreams: 1 PGCV07MA020.pdf: 443765 bytes, checksum: d530474b1e56085bd807f9be2a864e05 (MD5) Previous issue date: 2007-09-05 / The musculoskeletal lesions that involve the joints of horses are still the major cause of fall in performance of athletic horses. Thus, the use of intraarticular anesthesia is an easy method of relieving articular pain. The promotion of an intra-synovial analgesia to the patient accelerates its recovery period at the hospital, promoting a comfort period mainly after arthroscopic surgeries, as well as controls pain coming from joint diseases. Purpose: The purpose of this study was to compare the intraarticular analgesic effects and systemic effects of ropivacaine and morphine in horses submitted to experimentally induced synovitis. Methods: Twelve healthy horses, without specific breed, males and females, between 8 and 15 years were used in this study; each animal was used twice with an interval period of 30 days, totalizing 24 treatments. The synovitis was induced using 0.5ng/joint of LPS from E. coli 055:B5 on the left radio-carpal joint. Six hours after LPS injection it was given 0.01 ml/kg of saline (control group/n=6); 0.1mg/kg of ropivacaine 1% (ROP group/n=6); 0.1 mg/kg of morphine 1% group (MORF group/n=6) and 0.05 of ropivacaine 1% added to 0.05 mg/kg of morphine (ROP+MORF/n=6). The intraarticular anesthesia was subjectively measured using a lameness score evaluation, numerical rating scale (NRS) and a single descriptive scale (SDS), and by the range of motion of the affected joint. The hematological and sinovial variables were analyzed right before LPS injection (M0), 6h after LPS injection (M6) and at the end of the evaluation period (M1440). Clinical variables were analyzed on the following intervals: just before LPS injection; 360 minutes after LPS injection or at the moment where treatments were injected (M0); 30 minutes after treatment (M30); 90 minutes (M90); 150 minutes (M150); 210 minutes (M210); 360 minutes (M360); 720 minutes (M720) and 1440 minutes (M1440). Results: Ropivacaine injection promoted an analgesic effect with fast onset of action. Its effects lasted for approximately 150 minutes in inflamed tissue. Morphine, despite of a slower onset of action showed a longer analgesic effect than ropivacaine. When used together promoted an additive analgesia, with fast onset of action and analgesia covering the whole post-injection period (24hours). There was a significant decrease on TNC in all groups when comparing to placebo (G-SAL) at M1440. Conclusions: Intraarticular morphine and ropivacaine is an analgesic complementary treatment option and represent a good pain relief on primary synovitis. The absence of side effects by this rout of administration suggests that opioids, like morphine can be a new and promise class of agents administered intraarticularly in joint diseases and that can take us to the development of a new generation of analgesic drugs with possible anti-inflammatory effects. / As lesões músculo esqueléticas que envolvem as articulações podais dos cavalos permanecem sendo a maior causa da queda na performance atlética de cavalos de corrida. Desta forma, o uso intra-articular de analgésicos é um meio útil e efetivo de aliviar os estímulos nociceptivos causados pelas patologias articulares ou ainda causadas no póscirúrgico. Objetivos: Comparar os efeitos analgésicos e reações sistêmicas do cloridrato de ropivacaína e do sulfato de morfina pela via intra-articular em eqüinos submetidos à sinovite experimentalmente induzida. Métodos: Foram utilizados doze (12) eqüinos hígidos, sem padrão racial, machos ou fêmeas, com idade entre 8 a 15 anos; cada animal foi utilizado 2 vezes com intervalos de 30 dias, totalizando 24 animais. A sinovite foi induzida através da administração intra-articular (articulação rádio-cárpica) de 0,5 ng de lipopolissacarídeo (LPS) de Escherichia coli 055:B5. Decorridos 360 minutos da administração de LPS foram administrados 0,01 mL/kg de solução salina 0,9% (grupo controle) constituindo o grupo SAL (n=06); 0,1 mg/kg de cloridrato de ropivacaína (1%) no grupo ROPI (n=06); 0,1 mg/kg de sulfato de morfina (1%) no grupo MORF (n=06) e 0,05 mg/kg de ropivacaína (0,2%) associado à 0,05 mg/kg de morfina (1%) no grupo RM (n=06). A avaliação da analgesia intraarticular foi descrita através da visualização do grau de claudicação (1-5), utilizando-se a escala visual numérica (EVN), bem como a escala descritiva de dor (ED). Os parâmetros hematológicos e sinoviais foram analisados imediatamente antes da administração do LPS (M0), 6h após a injeção do LPS (M6) e ao final das avaliações (M1440). Os parâmetros clínicos foram avaliados nos seguintes intervalos de tempo: imediatamente antes da administração de LPS (T-360); 6h após a administração de LPS (M0), 30 minutos após a administração da solução salina ou ropivacaína e/ou morfina (M30), 90 minutos (M90), 150 minutos (M150), 210 minutos (M210), 360 minutos (M360), 720 minutos (M720), 1440 minutos (M1440) após a administração da solução salina ou ropivacaína e/ou morfina. Resultados: A aplicação da ropivacaína promoveu analgesia com rápido inicio de ação, cujos efeitos perduram em média por 150 minutos em tecidos inflamados. A morfina apesar de um início de ação mais lento mostrou um prolongamento dos efeitos analgésicos quando comparado a ropivacaína. Quando em combinação com a ropivacaína promoveu uma analgesia intra-articular aditiva, com rápido inicio de ação e analgesia de até 24h em cavalos submetidos à sinovite experimental. Houve uma diminuição significativa dos valores de células nucleadas totais (CNT) dos grupos em estudo quando comparados ao G-SAL ao final das avaliações (M1440). Conclusões: A administração concomitante da ropivacaína e da morfina pela via intra-articular é uma opção complementar de tratamento analgésico, e representam uma opção viável no alívio da dor proveniente das sinovites agudas. A ausência de efeitos colaterais por esta via sugere que os opióides, como a morfina, podem ser uma nova e promissora classe de agentes aplicados pela via intra-articular em doenças articulares e que podem nos levar ao desenvolvimento de uma nova geração de drogas analgésicas com possíveis potenciais antiinflamatórios.
232

Administração de morfina durante o período neonatal : avaliação de sistemas de neurotransmissão, parâmetros comportamentais e bioquímicos

Oliveira, Carla de January 2017 (has links)
Dor em pediatria tem sido o foco de muitos estudos nas últimas décadas devido ao fato de que neonatos apresentam menor limiar a estímulos nocivos e inócuos em relação aos adultos. Desta forma, o uso de analgésicos é frequente para sedação e analgesia em UTIs pediátricas, e entre os opioides, a morfina é um dos mais utilizados. Adicionalmente, exposição a estímulos estressantes como a deprivação materna está entre os fatores ambientais relacionados a alterações no desenvolvimento neural. O estresse social ou a negligência do cuidado parental, e mais precisamente do cuidado materno em ratos, está associado a importantes alterações comportamentais na vida adulta. Entre estas alterações apresentadas ao longo da vida estão alterações na resposta ao estresse, e à alteração na sensibilidade a estímulos dolorosos, indexadas por hiperalgesia. Consquentemente, o estresse social gerado pela deprivação materna está relacionado a prejuízos cognitivos, emocionais e sociais, além de alterações neuroquímicas de longo prazo. Deste modo, é necessário atenção, prevenção e tratamento a esses eventos físicos, emocionais e comportamentais no período neonatal e durante a infância, uma vez que as bases neurobiológicas envolvidas nestes fenômenos ainda não foram completamente elucidadas. Considerando a relevância do tema, o objetivo deste estudo foi verificar os efeitos do tratamento com 5 μg de morfina, uma vez ao dia, do P8 ao P14 e a exposição a deprivação materna por 3 horas durante os primeiros 10 dias de vida em curto (P16), médio (P30) e longo prazo (P60), sobre o desenvolvimento dos reflexos neuromotores da prole por meio do Reflexo de Endireitamento, Geotaxia Negativa e Marcha; comportamento nociceptivo por meio dos testes Tail-Flick e Placa Quente, respectivamente. Um total de 58 filhotes foi utilizado. Os animais foram divididos em 5 grupos: controle total (C), que não recebeu nenhuma intervenção; salina (S), que recebeu solução salina; morfina (M), que recebeu morfina; deprivado salina (DS), que foram submetidos a deprivação maternal e receberam solução salina; e deprivado morfina (DM), que foram submetidos a deprivação maternal e receberam morfina. Em relação aos testes neuroquímicos, foram analisados níveis de BDNF, NGF, IL-1β e IL-4 em tronco e córtex cerebral que estão relacionados a fenômenos modulatórios em sistemas nervoso e imune. Os animais que receberam morfina e os deprivados maternos que receberam morfina apresentaram atraso no desenvolvimento dos reflexos iniciais. Alterações neuroquímicas também foram observadas. Os níveis de BDNF no tronco encefálico foram diminuídos em animais que receberam morfina e deprivação materna. Animais deprivados apresentaram um aumento nos níveis de NGF no tronco encefálico. Além disso, observou-se um aumento nos níveis de NGF do córtex cerebral em animais que receberam morfina, deprivados maternos e deprivados maternos que receberam morfina. Uma diminuição no limiar nociceptivo foi observada em animais que receberam morfina, deprivados maternos e os deprivados maternos que receberam morfina. Também houve interações em tronco encefálico e córtex cerebral nos níveis de BDNF, IL-1β e IL-4 entre as variáveis independentes: tratamento, deprivação e tempo, o que levou à modificação nos níveis centrais dos neuroimunomoduladores avaliados. Estes dados demonstram a importância de estudos focados nos efeitos do tratamento com morfina no período neonatal ao longo da vida, assim como na busca por alternativas terapêuticas que possam reverter possíveis alterações decorrentes da separação materna no período neonatal. / Pediatric pain has been the focus of many studies in the last decades due to the fact that neonates have a lower threshold for innocuous and noxious stimuli than for adults. Thus, the use of analgesics is frequent for sedation and analgesia in pediatric intensive care units, and among opioids, morphine is one of the most used. Additionally, exposure to stressful stimuli such as maternal deprivation is among the environmental factors related to changes in neural development. The social stress or neglect of parental care, and more precisely maternal care in rats, is associated with important behavioral changes in adult life. Among these changes presented throughout life are changes in the response to stress, and the change in sensitivity to painful stimuli, indexed by hyperalgesia. Consequently, the social stress generated by maternal deprivation is related to cognitive, emotional and social impairments, further to long-term neurochemical changes. Thus, attention, prevention and treatment are necessary to these physical, emotional and behavioral events in the neonatal period and during childhood, since the neurobiological bases involved in these phenomena have not yet been fully elucidated. Considering the relevance of the subject, the objective of this study was to verify the effects of treatment with 5 μg of morphine once a day from P8 to P14 and exposure to maternal deprivation for 3 hours during the first 10 days of short (P16), medium (P30) and long- term (P60), on the development of neuromotor reflexes of offspring through the righting Reflex, Negative Geotaxis and Gait; nociceptive behavior through the Tail-Flick and Hot Plate tests, respectively. A total of 58 puppies were utilized. The animals were divided in 5 groups: the total control group (C), which did not receive any intervention; saline group (S), which receive saline solution; morphine group (M), which receive morphine; deprived saline (DS), which were subjected to maternal deprivation and receive saline solution; and deprived morphine group (DM), which were subjected to maternal deprivation and receive morphine. In relation to the neurochemical tests, levels of BDNF, NGF, IL-1β and IL-4 were analyzed in the brainsteam and cerebral cortex and are related to modulatory phenomena of the nervous and immune systems. Animals that received morphine and deprived animais that received morphine showed a delay in the development of early reflexes. Neurochemical changes were also observed. BDNF levels in the brainstem were decreased in animals receiving morphine and maternal deprivation. Deprived animals had an increase in NGF levels in the brainstem. Besides, an increase in NGF levels of the cerebral cortex was observed in animals receiving morphine, maternal deprivation and maternal deprivation receiving morphine. A decrease in the nociceptive threshold was observed in animals receiving morphine, maternal deprivation, and maternal deprivation receiving morphine. There were also interactions in the brainstem and cerebral cortex in the levels of BDNF, IL-1β and IL-4 among the independent variables: treatment, deprivation and time, which led to the modification in the central levels of the neuroimmunomodulators evaluated. These data demonstrate the importance of studies focused on the effects of treatment with morphine in the neonatal period throughout life, as well as on the search for therapeutic alternatives that may reverse possible changes due to maternal deprivation in the neonatal period.
233

Avaliação da dor no pós-operatório de artroscopia em eqüinos / Evaluation of post-operative pain in equine arthroscopic surgery

Mariana Chaparro Borja 01 December 2008 (has links)
Durante muito tempo a dor nos animais foi subestimada, pensando-se que não sentiam dor ou que seu limiar era alto. As manifestações de dor eram mal interpretadas ou ignoradas, e por este motivo não existia uma justificativa para a prevenção ou tratamento adequado da dor. Existem sinais de dor nos animais que podem passar desapercebidos, como sons e mudanças comportamentais ou gestuais que necessitam ser tomado em conta. Devemos observar tanto as variações de conduta como as fisiológicas, que nos indicam dor, para conseguir tratá-la adequada e oportunamente. Neste estudo foram utilizados 20 eqüinos encaminhados para cirurgia artroscópica junto ao Serviço de Cirurgia de Grandes Animais da FMVZ/USP, estabelecendo-se protocolos de avaliação de dor dos pacientes associados a tratamento da dor pós-operatória. Os animais foram divididos aleatoriamente em dois grupos, sendo que no grupo 1 foi aplicada morfina na dosagem 0,1 mg/kg, por via intra-articular ao término do procedimento artroscópico, e no grupo 2 administrou-se fenilbutazona na dose de 4.4 mg/kg, uma vez ao dia, durante três dias, sendo a primeira aplicação realizada imediatamente antes ao procedimento cirúrgico. Dez eqüinos, pertencentes aos Departamentos de Clínica Médica e de Cirurgia da FMVZ / USP, formaram o grupo controle para valores séricos de cortisol, que também foi mensurado nos grupos 1 e 2. Nestes animais não foi realizado procedimento artroscópico. Os animais operados que apresentaram dor acentuada, não controlada com o protocolo do experimento, receberam terapia analgésica adicional e foram então retirados da avaliação nos momentos seguintes. Os parâmetros observados para avaliação da dor foram: grau de claudicação, resposta à palpação local, escala numérica visual (ENV), escala facial de dor e mensuração de freqüência cardíaca, freqüência respiratória e cortisol sérico. Onze momentos foram avaliados durante cinco dias pela manhã e à tarde, e as duas, quatro e seis horas após o procedimento cirúrgico. A análise dos resultados baseou-se na comparação entre os grupos e entre os diferentes momentos. Os resultados analisados demonstraram que a avaliação comportamental e a mensuração da concentração de cortisol foram essenciais para complementar o exame habitualmente realizado através dos parâmetros fisiológicos, como freqüência cardíaca e respiratória. Para esta avaliação comportamental é necessário o uso de escalas que permitam fazer uma avaliação mais especifica para a espécie, portanto, a escala numérica visual e em especial a escala de dor pela face são uma boa maneira de avaliar a dor em cavalos e podem ser utilizadas rotineiramente para a determinação clínica de dor na espécie eqüina.Também pudemos observar que a utilização de fenilbutazona sistêmica foi mais efetiva no tratamento da dor após cirurgia artroscópica que a administração de morfina intra-articular, nas doses empregadas. / For a long time the pain in animals was underestimated, thought that they didnt feel pain or that its threshold was high. Demonstrations of pain were misinterpreted or ignored, for that reason there wasnt a justification for its prevention or adequate treatment. There are signs of pain in animals that can pass unnoticed, like sounds and behavioral or gesture changes that most be taken into account. We must to observe behavioral and physiological variations that would indicate existence of pain in animals in order to manage and treat it adequate and opportunely. In this study were used 20 horses referred for arthroscopic surgery to the Veterinary Hospital at FMVZ/USP, and were established protocols for the patient evaluation and treatment of postoperative pain. Horses were divided randomly in two groups: in the group 1, it was performed the intra-articular administration of morphine in a dose of 0,1mg/kg at the end of the arthroscopic procedure and in the group 2 It was administered phenilbutazone in a dose of 4.4mg/kg once a day for three days, being carried out the first application immediately before the surgical procedure. Ten horses, which belong to the Departments of Clinics and Surgery at FMVZ/USP, formed the control group for the seric cortisol levels determination that was also measured in groups 1 and 2. In these animals wasnt carried out any arthroscopic procedure. In specific cases when the horse presented intense pain that couldnt be controlled with the experimental protocol, it was instituted additional analgesia and the animal withdrawn of the subsequent evaluations. Parameters observed for pain evaluation were: degree of lameness, response to local palpation, numeric rating scale (NRS), scale of pain determined by the facial expression, measurement of respiratory and cardiac rate, and seric cortisol measurement. Eleven moments were evaluated during 5 days, in the morning and in the afternoon and at two, four and six hours after the surgical procedure. Results analysis was based on the comparison between the groups and among the different moments. Results of analysis showed that the behavioral evaluation and measurement of cortisol concentrations were essential to complement the routine exam carried out to obtain physiological parameters, as respiratory and cardiac rate. For the behavioral testing it is necessary the use of scales that allow to perform a more specific pain evaluation for the specie, for that purpose the visual analog scale and especially the scale of pain determined by the facial expression are a good way to evaluate the level of pain in horses, and they can be used in a routine way for the clinical pain assessment in horses. Also we could observe that the use of systemic phenilbutazone was more effective in the pain control after arthroscopic surgery that intra-articular administration of morphine at the end of the arthroscopic procedure in the doses used in the present study.
234

Morfina endovenosa para analgesia de crianças submetidas a tonsilectomias: ensaio clínico / Endovenous morphine for analgesia of children submitted to tonsilectomia: clinical trial

Araújo, Marcus Cavalcante de Oliveira 16 August 2017 (has links)
Submitted by JÚLIO HEBER SILVA (julioheber@yahoo.com.br) on 2017-08-25T17:44:39Z No. of bitstreams: 2 Dissertação - Marcus Cavalcante de Oliveira Araújo - 2017.pdf: 5070283 bytes, checksum: fe80dd4118b1b88c12a8af5c53335ff4 (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) / Approved for entry into archive by Luciana Ferreira (lucgeral@gmail.com) on 2017-09-15T12:51:13Z (GMT) No. of bitstreams: 2 Dissertação - Marcus Cavalcante de Oliveira Araújo - 2017.pdf: 5070283 bytes, checksum: fe80dd4118b1b88c12a8af5c53335ff4 (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) / Made available in DSpace on 2017-09-15T12:51:13Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Dissertação - Marcus Cavalcante de Oliveira Araújo - 2017.pdf: 5070283 bytes, checksum: fe80dd4118b1b88c12a8af5c53335ff4 (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Previous issue date: 2017-08-16 / This dissertation was carried out in the form of two articles. The first one had the objective conduct a systematic reviewof about intravenous and intraoperative administration of morphine for the analgesia of children submitted to palatine tonsillectomy. These surgeries may have significant perioperative morbidity, with the possibility of nausea, vomiting and respiratory events such as hypoxia, especially in pediatric patients, in addition to postoperative pain, which is considered intense and can be difficult to evaluate and treat. Morphine is an opioid drug that can be used as an analgesic in these patients, but it also has the potential to lead to some of these adverse events, which makes its use infrequent in these procedures. Thus, a bibliographic review was performed in the electronic databases Pubmed, Cochrane, Lilacs, Scielo and ClinicalKey, searching for studies written in English, Portuguese or Spanish, published until June 2017. The selected uniterms were "morphine", "opioid", "analgesia", "tonsillectomy" and "tonsillectomies" and the keyword "tonsillectomy", separated by the AND and OR interlocutors. Randomized, prospective clinical trials with patients up to the age of 18 years who underwent tonsillectomy and who used intravenous morphine administered intravenously with postoperative pain evaluation were included. The research was complemented by a review of the bibliographic references of each relevant article found. In the results found, the total number of children evaluated was 1076, with physical status ASA I to III, and the postoperative pain intensity evaluation was variable, being performed through numerical pain scales (NRS), behavioral (FLACC, Hannallah, CHEOPS and modified CHEOPS), by nursing assessment in the recovery room or by simple patient complaint. Only one of the studies was placebocontrolled and eight were double-blind. Pre-anesthetic medication was administered in 6 studies and the main one was paracetamol (acetaminophen). Morphine was used as the main analgesic, with pain reduction, as well as analgesia recovery, and there were adverse effects in the postoperative period, with variable incidence of nausea, vomiting, Abstract xxi pruritus, sedation and oxygen desaturation, but without reports of gravity. The conclusion was that intravenous morphine can be successfully used to treat pain in children after tonsillectomy, despite the need for rigorous postoperative monitoring, mainly breathing, and addition of prevention of nausea and vomiting. The second article was a prospective randomized clinical trial aimed at evaluating the use of intravenous morphine for postoperative analgesia in children submitted to tonsillectomy. It includes fifty-seven children 5 to 12 years old, ASA I, submitted to elective tonsillectomy, with or without adenoidectomy, under standardized general anesthesia and distributed in two groups to receive intraoperative analgesia. One group received 0.1mg / kg morphine intravenously shortly after intubation and another group did not. Postoperative pain was assessed independently by parents / guardians and children through the Face Pain Scale at 30, 60, 120, 180 and 240 minutes. In addition, the time of awakening of the anesthesia, the need for rescue analgesics and the possible adverse effects were observed. The results showed that the group that used morphine had a lower level of pain both in the evaluation by the children, at the moment of 30 min after awakening, and by the parents / guardians, in the moments of 30, 60 and 180 minutes in relation to the other group, without increase the awakening time of anesthesia and without significant adverse effects. There was a greater need for rescue analgesics in the group that did not use morphine. The conclusion was that administration of intravenous morphine during surgery reduced the intensity of pain in the immediate postoperative period, both in the reports of the children and the parents / guardians, without increasing the time of awakening from general anesthesia or adverse effects. / Esta dissertação foi realizada sob a forma de dois artigos. O primeiro teve como objetivo realizar uma revisão sistemática sobre administração via endovenosa e intra-operatória de morfina para a analgesia de crianças submetidas à tonsilectomia palatina. Estas cirurgias podem ter significativa morbidade peri-operatória, com possibilidade de náuseas, vômitos e eventos respiratórios como hipóxia, especialmente em pacientes pediátricos, além da dor pós-operatória, considerada intensa e que pode ser de difícil avaliação e tratamento. A morfina é uma droga opioide que pode ser utilizada como analgésico nestes pacientes, mas também tem o potencial de levar a alguns destes eventos adversos, o que torna seu uso pouco frequente nestes procedimentos. Assim, foi realizada revisão bibliográfica nas bases de dados eletrônicas Pubmed, Cochrane, Lilacs, Scielo e ClinicalKey, com busca de estudos escritos em inglês, português ou espanhol, publicados até junho de 2017. Os unitermos selecionados foram “morphine”, “opioid”, “analgesia”, “tonsillectomy” e “tonsillectomies” e a palavra-chave “amigdalectomia”, separados pelos interlocutores AND e OR. Foram incluídos ensaios clínicos randomizados, prospectivos, com pacientes até 18 anos de idade, submetidos a tonsilectomia com utilização no intra-operatório de morfina administrada via endovenosa e com avaliação da dor pós-operatória. A pesquisa foi complementada pela revisão das referências bibliográficas de cada artigo relevante encontrado. Nos resultados encontrados, o total de crianças selecionadas foi de 1076, com estado físico ASA I a III, e a avaliação da intensidade da dor pós-operatório foi variável, sendo realizada através de escalas numérica de dor (NRS), comportamentais (FLACC, Hannallah, CHEOPS e CHEOPS modificada), por avaliação da enfermagem na sala de recuperação ou ainda pela simples queixa dolorosa do paciente. Apenas um dos estudos foi controlado com placebo e oito foram duplocegos. Medicação pré-anestésica foi administrada em 6 estudos, sendo a principal o paracetamol (acetaminofeno). A morfina foi utilizada como analgésico principal, com redução da dor, e também para resgate da analgesia, e houve presença de efeitos adversos no pós-operatório, com Resumo xix incidências variáveis de náuseas, vômitos, prurido, sedação e dessaturação do oxigênio, mas sem relatos de gravidade. A conclusão foi que a morfina via endovenosa administrada no intraoperatório pode ser utilizada com sucesso para tratamento de dor em crianças após tonsilectomia, apesar da necessidade de monitorização pós-operatória rigorosa, principalmente da respiração, além também da prevenção de náuseas e vômitos. Já o segundo artigo trata-se de um ensaio clínico randomizado prospectivo, com o objetivo de avaliar o uso de morfina endovenosa para analgesia pós-operatória de crianças submetidas à tonsilectomia. Ele inclui cinquenta e sete crianças de 5 a 12 anos, ASA I, submetidas à cirurgia eletiva de tonsilectomia, com ou sem adenoidectomia, sob anestesia geral padronizada e distribuídas em dois grupos para receberem analgesia intraoperatória. Um grupo recebeu morfina 0,1mg/kg via endovenosa logo após a intubação e outro grupo não. A dor pós-operatória foi avaliada de forma independente por pais/responsáveis e pelas crianças através da Escala de Dor pela Face nos momentos de 30, 60, 120, 180 e 240 minutos. Além disto, observou-se o tempo de despertar da anestesia, a necessidade de analgésicos de resgate e os possíveis efeitos adversos. Os resultados demostraram que o grupo que utilizou morfina apresentou menor nível de dor tanto na avaliação pelas crianças, no momento de 30 min após despertar, quanto pelos pais/responsáveis, nos momentos de 30, 60 e 180 minutos em relação ao outro grupo, sem aumentar o tempo de despertar da anestesia e sem efeitos adversos significativos. Houve maior necessidade de analgésico de resgate no grupo que não utilizou morfina. A conclusão foi que a administração de morfina via endovenosa durante a cirurgia reduziu a intensidade da dor no pós-operatório imediato, tanto no relato das crianças quanto no dos pais/responsáveis, sem aumentar o tempo de despertar da anestesia geral ou os efeitos adversos.
235

Extracellular N-acetylaspartylglutamate released in the nucleus accumbens modulates the pain sensation: Analysis using a microdialysis/mass spectrometry integrated system

Watanabe, Moe, Sugiura, Yuki, Sugiyama, Eiji, Narita, Michiko, Navratilova, Edita, Kondo, Takashige, Uchiyama, Naohiko, Yamanaka, Akihiro, Kuzumaki, Naoko, Porreca, Frank, Narita, Minoru 08 January 2018 (has links)
Various small molecules act as neurotransmitters and orchestrate neural communication. Growing evidence suggests that not only classical neurotransmitters but also several small molecules, including amino acid derivatives, modulate synaptic transmission. As conditions of acute and chronic pain alter neuronal excitability in the nucleus accumbens, we hypothesized that small molecules released in the nucleus accumbens might play important roles in modulating the pain sensation. However, it is not easy to identify possible pain modulators owing to the absence of a method for comprehensively measuring extracellular small molecules in the brain. In this study, through the use of an emerging metabolomics technique, namely ion chromatography coupled with high-resolution mass spectrometry, we simultaneously analyzed the dynamics of more than 60 small molecules in brain fluids collected by microdialysis, under both the application of pain stimuli and the administration of analgesics. We identified N-acetylaspartylglutamate as a potential pain modulator that is endogenously released in the nucleus accumbens. Infusion of N-acetylaspartylglutamate into the nucleus accumbens significantly attenuated the pain induced by the activation of sensory nerves through optical stimulation. These findings suggest that N-acetylaspartylglutamate released in the nucleus accumbens could modulate pain sensation.
236

The effect of music after hip or knee replacement on morphine consumption

Mohr, Dwayne 03 May 2010 (has links)
Introduction Alternative medicine has been employed in the treatment of several diseases. Listening to music after minor surgery has been beneficial regarding pain control. Aim The aim of this study was to determine the effect of music on intravenous patient-controlled (PCA) morphine consumption after hip or knee replacement. Methods This was an open label, randomized controlled trial. Forty (twenty per group) consecutive patients scheduled for arthroplasty were included. A standardized anaesthetic technique was used, consisting of propofol, sufentanil, rocuronium, and isoflurane. Postoperatively patients were allocated to one of two groups: Group M listened to music during the first 24 postoperative hours, while Group C did not listen to music. The PCA dose consisted of morphine 1.5 mg and droperidol 83.3 ìg with a lockout time on seven minutes. Rescue doses of morphine 15 ìg/kg intravenously every one-minute until the patient was pain free was administered by a nurse according to a visual descriptive pain score. Both groups received paracetamol 1 g intravenously six hourly. After 24 hours the total (PCA plus rescue) morphine dose was recorded. Morphine consumption in groups was analysed using the one-sided Student two-sample t test. The significance level was 0.05 and the power 0.95. Results Neither the PCA usage (p = 0.4138) nor the rescue doses of morphine (p = 0.9163) differed significantly between the groups. Conclusion Although a statistical difference could not be shown in this study, music during the postoperative period does offer a pleasant distraction from this overall undesirable experience. AFRIKAANS : Inleiding Alternatiewe medisyne word dikwels gebruik vir die hantering van verskeie siektetoestande. Daar is al aangetoon dat deur na musiek te luister voordelig is na geringer chirurgie ten opsigte van pynbeheer. Doel Die studie het ten doel gehad om die effek van musiek na heup- of knievervanging op intraveneuse pasiënt- beheerde morfienverbruik (PBA) te bepaal. Metodes Hierdie was ʼn enkel-blinde gerandomiseerde gekontroleerde studie. Veertig (twintig per groep) agtereenvolgende pasiënte geskeduleer vir gewrigsvervanging is by die studie ingesluit. ʼn Standaard narkosetegniek is gebruik, bestaande uit propofol, sufentaniel, rokuronium en isofluraan. Die pasiënte is postoperatief aan een van twee groepe toegedeel: Groep M het gedurende die eerste postoperatiewe 24 uur na musiek geluister terwyl Groep K nie na musiek geluister het nie. Die PBA-dosis het bestaan uit morfien 1.5 mg en droperidol 83.3 μg met ‘n uitsluitingstyd van sewe minute. Addisionele dosisse morfien is toegelaat. Dit is intraveneus deur die verpleegkundige volgens ʼn verbaal beskrewe pynskaal toegedien en het bestaan uit 15 μg/kg IV elke een minuut totdat die pasiënt volgens haar oordeel pynvry was. Beide groepe het ook sesuurliks parasetamol 1 g intraveneus ontvang. Vier en twintig uur na die operasie is die totale morfienverbruik (PBA plus bykomende dosisse) aangeteken. Die morfienverbruik in groepe is geanaliseer met behulp van die eenkantige tweesteekproef-t-toets. Die beduidenheidspeil was 0.05 en die onderskeidingsvermoë 0.90. Resultate Daar was tussen groepe geen beduidende verskil ten opsigte van die PBA (p = 0.4138) en die bykomende dosisse (p = 0.9613) morfien nie. Gevolgtrekking Alhoewel daar geen statisties beduidende verskil tussen groepe aangetoon is nie, bied musiek gedurende die postoperatiewe fase ʼn aangename afleiding van die andersins onaangename ondervinding. Copyright / Dissertation (MMed)--University of Pretoria, 2010. / Anaesthesiology / unrestricted
237

Covalent Protein Adduction by Drugs of Abuse

Schneider, Kevin 27 February 2013 (has links)
Recreational abuse of the drugs cocaine, methamphetamine, and morphine continues to be prevalent in the United States of America and around the world. While numerous methods of detection exist for each drug, they are generally limited by the lifetime of the parent drug and its metabolites in the body. However, the covalent modification of endogenous proteins by these drugs of abuse may act as biomarkers of exposure and allow for extension of detection windows for these drugs beyond the lifetime of parent molecules or metabolites in the free fraction. Additionally, existence of covalently bound molecules arising from drug ingestion can offer insight into downstream toxicities associated with each of these drugs. This research investigated the metabolism of cocaine, methamphetamine, and morphine in common in vitro assay systems, specifically focusing on the generation of reactive intermediates and metabolites that have the potential to form covalent protein adducts. Results demonstrated the formation of covalent adduction products between biological cysteine thiols and reactive moieties on cocaine and morphine metabolites. Rigorous mass spectrometric analysis in conjunction with in vitro metabolic activation, pharmacogenetic reaction phenotyping, and computational modeling were utilized to characterize structures and mechanisms of formation for each resultant thiol adduction product. For cocaine, data collected demonstrated the formation of adduction products from a reactive arene epoxide intermediate, designating a novel metabolic pathway for cocaine. In the case of morphine, data expanded on known adduct-forming pathways using sensitive and selective analysis techniques, following the known reactive metabolite, morphinone, and a proposed novel metabolite, morphine quinone methide. Data collected in this study describe novel metabolic events for multiple important drugs of abuse, culminating in detection methods and mechanistic descriptors useful to both medical and forensic investigators when examining the toxicology associated with cocaine, methamphetamine, and morphine.
238

Gabapentina como adjuvante no controle da dor pós-operatória em cadelas submetidas à mastectomia / Gabapentin as adjuvant in the control of postoperative pain in female dogs undergoing mastectomy

Crociolli, Giulianne Carla 31 March 2014 (has links)
Made available in DSpace on 2016-01-26T18:55:39Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Giulianne.pdf: 642952 bytes, checksum: b1065f2a240f35cc8466ace402a0ed40 (MD5) Previous issue date: 2014-03-31 / The aim of this study was to evaluate the analgesic effects of gabapentin as an adjunct in the control of postoperative pain in dogs undergoing mastectomy. In a blinded study, 20 female dogs (10.5±5 kg body weight) were randomly assigned to 2 groups of 10 animals each and received 60 min prior of the surgery, by oral route: 10mg kg-1 of gabapentin (Gabapentin) or placebo (Control). Pre-anesthetic medication was intramuscular (IM) acepromazine (0.03mg kg-1) in combination with morphine (0.3mg kg-1). Anesthesia was induced with intravenously (IV) propofol (dose effect) and maintained with isoflurane. Meloxicam (0.2 mg kg-1, IV) was administered five minutes before the surgical incision. The analgesic intra-operative support was provided by IV continuous rate morphine (0.1mg kg-1h-1). Heart rate, respiratory rate, systolic arterial blood pressure, oxycapnography and end-tidal concentration of isoflurane were evaluated during the surgery. Postoperative analgesia was assessed during the first 72 hours after the tracheal extubation using a Dinamic and Interative Visual Analog Scale (DIVAS) and modified Glasgow Composite Measure Pain Scale (modified-GCMPS). Rescue analgesia with morphine (0.5mg kg-1 IM) was performed if the evaluation score exceeded 50% of DIVAS and/or 33% of GCMPS during the postoperative period. The cardiopulmonary variables, pain and sedation scores did not differ between groups. However, rescue analgesia was 40% less frequently for Gabapentin (6 of 10 dogs needs rescue analgesic, total of 9 rescued doses in the Gabapentin group) than in the Control group (8 of 10 dogs, total of 15 rescued doses in the Control group). It was concluded that the adjuvant gabapentin administration reduce the requirement for rescue opioid in dogs undergoing mastectomy / Objetivou-se avaliar a ação da gabapentina como adjuvante do controle da dor pós-operatória em cadelas encaminhadas à mastectomia. Foram avaliadas 20 cadelas, com peso médio de 10,5±5, distribuídas em dois grupos de dez animais cada: Gabapentina: tratamento com gabapentina (10mg kg-1) por via oral, 60 minutos antes da cirurgia, seguindo-se a administração da mesma dose a cada 24 horas, durante três dias subsequentes à cirurgia; Controle: tratamento placebo, administrado conforme descrito para o tratamento Gabapentina. Todos os animais foram tranquilizados com acepromazina (0,03mg kg-1), em associação à morfina (0,5mg kg-1), por via intramuscular. Vinte minutos após, foi iniciada a infusão contínua intravenosa (IV) de morfina (0,1mg kg-1 h-1), que foi mantida até o término do procedimento cirúrgico. A indução e manutenção anestésicas foram realizadas com propofol (dose efeito, IV) e isofluorano, respectivamente. Meloxicam (0,2mg kg-1, IV), foi administrado cinco minutos antes da incisão cirúrgica. Durante o procedimento anestésico foram avaliados: frequência cardíaca e respiratória, pressão arterial sistólica, oxicapnografia, temperatura retal, concentração final inspirada e expirada de isofluorano. No período pós-operatório o grau de analgesia foi mensurado 30 minutos, 1, 2, 4, 8, 12, 18, 24, 32, 40, 48, 56, 64 e 72 horas após extubação traqueal utilizando-se a Escala Analógica Visual Interativa e Dinâmica (EAVID) e a Escala Composta de Glasgow Modificada (ECGM). Analgesia de resgate foi feita com morfina (0,5mg kg-1 IM) em casos do escore de dor ser superior a 50% do EAVID e/ou 33% do ECGM. O grau de sedação foi avaliado por sistema de escore. As variáveis cardiorrespiratórias e os escores de dor e de sedação não diferiram entre os tratamentos. Porém, no período pós-operatório, analgesia de resgate foi 40% menos frequente no grupo Gabapentina (6 de 10 cães necessitaram de resgate analgésico, totalizando 9 resgates no grupo Gabapentina) em relação ao Controle (8 de 10 cães necessitaram de resgate analgésico, totalizando 15 resgates no grupo Controle). Conclui-se que a administração adjuvante da gabapentina reduziu o requerimento de morfina para controle da dor no período pós-operatório em cadelas pós-mastectomia
239

Gabapentina como adjuvante no controle da dor pós-operatória em cadelas submetidas à mastectomia / Gabapentin as adjuvant in the control of postoperative pain in female dogs undergoing mastectomy

Crociolli, Giulianne Carla 31 March 2014 (has links)
Made available in DSpace on 2016-07-18T17:53:12Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Giulianne.pdf: 642952 bytes, checksum: b1065f2a240f35cc8466ace402a0ed40 (MD5) Previous issue date: 2014-03-31 / The aim of this study was to evaluate the analgesic effects of gabapentin as an adjunct in the control of postoperative pain in dogs undergoing mastectomy. In a blinded study, 20 female dogs (10.5±5 kg body weight) were randomly assigned to 2 groups of 10 animals each and received 60 min prior of the surgery, by oral route: 10mg kg-1 of gabapentin (Gabapentin) or placebo (Control). Pre-anesthetic medication was intramuscular (IM) acepromazine (0.03mg kg-1) in combination with morphine (0.3mg kg-1). Anesthesia was induced with intravenously (IV) propofol (dose effect) and maintained with isoflurane. Meloxicam (0.2 mg kg-1, IV) was administered five minutes before the surgical incision. The analgesic intra-operative support was provided by IV continuous rate morphine (0.1mg kg-1h-1). Heart rate, respiratory rate, systolic arterial blood pressure, oxycapnography and end-tidal concentration of isoflurane were evaluated during the surgery. Postoperative analgesia was assessed during the first 72 hours after the tracheal extubation using a Dinamic and Interative Visual Analog Scale (DIVAS) and modified Glasgow Composite Measure Pain Scale (modified-GCMPS). Rescue analgesia with morphine (0.5mg kg-1 IM) was performed if the evaluation score exceeded 50% of DIVAS and/or 33% of GCMPS during the postoperative period. The cardiopulmonary variables, pain and sedation scores did not differ between groups. However, rescue analgesia was 40% less frequently for Gabapentin (6 of 10 dogs needs rescue analgesic, total of 9 rescued doses in the Gabapentin group) than in the Control group (8 of 10 dogs, total of 15 rescued doses in the Control group). It was concluded that the adjuvant gabapentin administration reduce the requirement for rescue opioid in dogs undergoing mastectomy / Objetivou-se avaliar a ação da gabapentina como adjuvante do controle da dor pós-operatória em cadelas encaminhadas à mastectomia. Foram avaliadas 20 cadelas, com peso médio de 10,5±5, distribuídas em dois grupos de dez animais cada: Gabapentina: tratamento com gabapentina (10mg kg-1) por via oral, 60 minutos antes da cirurgia, seguindo-se a administração da mesma dose a cada 24 horas, durante três dias subsequentes à cirurgia; Controle: tratamento placebo, administrado conforme descrito para o tratamento Gabapentina. Todos os animais foram tranquilizados com acepromazina (0,03mg kg-1), em associação à morfina (0,5mg kg-1), por via intramuscular. Vinte minutos após, foi iniciada a infusão contínua intravenosa (IV) de morfina (0,1mg kg-1 h-1), que foi mantida até o término do procedimento cirúrgico. A indução e manutenção anestésicas foram realizadas com propofol (dose efeito, IV) e isofluorano, respectivamente. Meloxicam (0,2mg kg-1, IV), foi administrado cinco minutos antes da incisão cirúrgica. Durante o procedimento anestésico foram avaliados: frequência cardíaca e respiratória, pressão arterial sistólica, oxicapnografia, temperatura retal, concentração final inspirada e expirada de isofluorano. No período pós-operatório o grau de analgesia foi mensurado 30 minutos, 1, 2, 4, 8, 12, 18, 24, 32, 40, 48, 56, 64 e 72 horas após extubação traqueal utilizando-se a Escala Analógica Visual Interativa e Dinâmica (EAVID) e a Escala Composta de Glasgow Modificada (ECGM). Analgesia de resgate foi feita com morfina (0,5mg kg-1 IM) em casos do escore de dor ser superior a 50% do EAVID e/ou 33% do ECGM. O grau de sedação foi avaliado por sistema de escore. As variáveis cardiorrespiratórias e os escores de dor e de sedação não diferiram entre os tratamentos. Porém, no período pós-operatório, analgesia de resgate foi 40% menos frequente no grupo Gabapentina (6 de 10 cães necessitaram de resgate analgésico, totalizando 9 resgates no grupo Gabapentina) em relação ao Controle (8 de 10 cães necessitaram de resgate analgésico, totalizando 15 resgates no grupo Controle). Conclui-se que a administração adjuvante da gabapentina reduziu o requerimento de morfina para controle da dor no período pós-operatório em cadelas pós-mastectomia
240

Ação de opióides, isquemia intermitente e treinamento físico na redução da área de infarto do miocárdio experimental em ratos / Effects of opioids, transient ischemia, and exercise training on reduction of myocardial infarction area in rats

Tatiana de Fatima Gonçalves Galvão 08 August 2007 (has links)
INTRODUÇÃO: Baseados em estudo que evidenciou menor área de infarto do miocárdio (IM) em ratos submetidos a treinamento físico (TF),na ausência de reperfusão; e na liberação de endorfinas que ocorre durante o TF, nossos objetivos são: demonstrar se não só TF, mas também opióides e isquemia/reperfusão (IR) intermitente são capazes de reduzir área de IM, na ausência de reperfusão; se TF e opióides exibem efeito sinérgico e se o mecanismo de redução da área de IM pelo TF envolve receptores opióides. MATERIAIS E MÉTODOS: Ratos Wistar machos (n=76) foram divididos em 7 grupos:1- controle;2- TF (esteira elétrica,1 hora/dia,5 vezes/semana,por 12 semanas), antes do IM; 3- morfina antes do IM; 4- morfina+TF; 5- grupo com 3 ciclos de IR antes do IM; 6- naloxone antes da morfina; 7- naloxone antes de cada dia de TF. Todos os ratos foram submetidos à mensuração da pressão diastólica final (PDF) e a IM através da oclusão da artéria descendente anterior. A eficácia do TF foi avaliada através do consumo de oxigênio (VO2) e da distância máxima percorrida. Os ratos foram sacrificados no 8o pós-IM e a área de IM mensurada por planimetria. RESULTADOS: Não houve diferença no peso inicial (p=0,94), mortalidade (p=0,99), e relação peso cardíaco/peso corporal (p=0,29) entre os grupos. Entretanto, houve aumento do deltaVO2 (VO2 pico - VO2repouso) (p=0,0001)e da distância máxima percorrida (p=0,0001), nos grupos treinados. A PDF aumentou no pós-IM, em todos os grupos (p=0,0001). Os grupos tratados tiveram menor área de IM (p=0,0001), com exceção dos grupos morfina + naloxone e TF+ naloxone sendo que não houve maior redução no grupo TF+morfina. Os grupos TF e TF+morfina apresentaram maior espessura do septo inter-ventricular, em relação ao grupo controle (p=0,0008). Já o grupo TF + naloxone não apresentou maior espessura do septo IV, em relação aos outros grupos. Também não houve diferença na densidade capilar (p=0,88). CONCLUSÃO: Não só TF, mas também morfina e IR reduzem a área de IM, na ausência de reperfusão, sendo que não há efeito sinérgico entre TF e morfina. Esta redução não ocorre através do aumento da densidade capilar. Além disto, a ação do TF sobre a área de IM provavelmente ocorre através do estímulo de receptores opióides, visto que seu bloqueio anulou o efeito cardioprotetor do TF / BACKGROUND AND OBJECTIVES: Studies have shown a decrease in infarcted area in rats submitted to exercise training (ET), in the absence of reperfusion. Based on that, we tested four hypotheses: 1- not only ET but also another stimulus that causes myocardial protection, like opioid infusion and brief periods of ischemia-reperfusion (IR) before irreversible left anterior descending (LAD) coronary occlusion could reduce infarct area, 2- ET plus opioid infusion could have additive effects in reducing infarct size, 3- blocking the opioid system we could lose the myocardial protection caused by ET, 4-myocardial protection given by different strategies could occur due to the increase in capillary density. METHODS: Male Wistar rats (n=76) were randomly assigned to 7 groups: control (n=11); ET (n=12); morphine infusion before myocardial infarction (MI) (n=14); ET plus morphine (n=11); naloxone (a non selective opioid receptor blocker) plus morphin (n=9); intermittent IR (n=12) before MI; naloxone before each ET session (n=7). All groups were submitted to MI by LAD ligation technique and to measurement of left ventricular end-diastolic pressure (LVEDP) before and 5 min after MI. ET was performed on a treadmill for 60 min, 5 times/week for 12 weeks at 60% peak oxygen (peak VO2). To evaluate the efficacy of ET, we tested the exercise capacity and the peak VO2 before and after experimental period. Seven days after MI induction, rats were killed and hearts were harvested. Infarct size was expressed by evaluation of necrotic area, expressed as a % of the risk region (total left ventricle area). RESULTS: There were no differences in initial weight, cardiac/animal weight or mortality among groups. Exercise training increased exercise capacity (p=0.0001) and delta VO2 (VO2 peak-VO2 rest) (p=0.0001). Inter-ventricular septum thickness was higher in the ET and ET plus morphine groups, compared to the control group (p=0.0008). The LVEDP increased in the post-MI period, for all groups (p=0.0001). All treatment groups but not morphine plus naloxone and ET plus naloxone showed a decrease in infarcted area (p=0.0001). There was no additional decrease in infarct size in the ET+ morphine group, comparing with each group alone . There was no difference in capillary density for all groups. CONCLUSION: Not only ET, but also morphine and IR decrease infarcted area, in the absence of reperfusion. There is no additional effect between ET and morphine. Moreover, this reduction is not due to an increase in capillary density. The effect of ET in decreasing infarct size might occur by opioid receptor stimulus

Page generated in 0.0323 seconds