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Avaliação do impacto clínico e financeiro da modificação de protocolo de profilaxia de tromboembolismo venoso em pacientes com lesão medular traumática e não traumática em um centro de reabilitação de referência no Brasil / Evaluation of the clinical and financial impact of the modification of a protocol for the prophylaxis of venous thromboembolism in patients with traumatic and nontraumatic spinal cord injury in a tertiary rehabilitation center in Brazil

Almeida, Rodrigo Lanna de 12 August 2018 (has links)
O tromboembolismo venoso (TEV) é condição frequente e pode se apresentar com amplo espectro desde pequenos episódios de trombose venosa até quadros fatais de embolia pulmonar maciça. A paresia ou plegia de membros inferiores são consideradas fatores de risco maiores para a ocorrência deste evento. Assim, pacientes com lesão medular são uma população com risco aumentado para este desfecho. A profilaxia do tromboembolismo venoso, em ambiente hospitalar, pode envolver estratégias de mobilização de membros inferiores, uso de sistemas de compressão pneumática intermitente ou uso de fármacos. Existem diversos protocolos de avaliação de risco de TEV em pacientes internos clínicos e cirúrgicos, poucos deles, porém abordam especificamente os pacientes com lesão medular. Alguns estudos indicam que após a fase de choque medular o risco de complicações tromboembólicas reduzem de forma tal, que o uso de profilaxia farmacológica não estaria mais justificado. Expor pacientes ao uso de heparinas, sem uma indicação adequada, significa também exposição ao risco de sangramentos iatrogênicos, além de aumentar os custos. O objetivo do presente estudo foi avaliar o impacto clínico e financeiro da modificação de um protocolo de profilaxia de TEV em pacientes com lesão medular traumática e não traumática em um centro de reabilitação no Brasil. Foi realizada a comparação de duas coortes de pacientes internados para reabilitação submetidas a dois protocolos distintos de indicação de tromboprofilaxia medicamentosa, um baseado apenas no déficit motor e o outro baseado em fatores de risco para TEV. O uso de protocolo baseado em fatores de risco foi capaz de reduzir em 73,2% o consumo médio de doses de enoxaparina profilática, bem como o custo com este insumo e com menor variância no consumo mensal médio. Foi identificada a ocorrência de um episódio de TEV e duas ocorrências de sangramento na primeira coorte e nenhum destes eventos na segunda coorte. A adoção de protocolo de profilaxia farmacológica baseado em fatores de risco foi capaz de reduzir os custos com profilaxia farmacológica, sem aumentar o risco de desfechos negativos para o paciente. / Venous thromboembolism (VTE) is a frequent condition with a broad range of manifestations, from a mild episode of deep vein thrombosis to fatal episodes of massive pulmonary embolism. Both partial and total loss of motor function of lower limbs is considered a major risk factor for the occurrence of this event. Thus, patients with spinal cord injury represent a population with a possible increased risk for this outcome. Prophylaxis of venous thromboembolism in inpatients may involve lower limb mobilization strategies, use of intermittent pneumatic compression systems, or pharmacological prophylaxis. There are several protocols for assessing VTE risk in clinical and surgical internal patients, but few specifically address patients with spinal cord injury. Some studies indicate that after the spinal cord shock phase the risk of thromboembolic complications would be reduced in such a way that the use of pharmacological prophylaxis would no longer be justified. Exposing patients to the use of heparins, without an adequate indication, may increase the risk of iatrogenic bleeding, in addition to increasing costs. The present study evaluated the clinical and financial impact of altering a VTE prophylaxis protocol in patients with traumatic and non-traumatic spinal cord injury in a tertiary rehabilitation center in Brazil. A comparison of two cohorts of patients admitted for rehabilitation submitted to two distinct protocols for indication of drug thromboprophylaxis, one based only on a motor deficit and the other based on risk factors for VTE, was performed. The use of a protocol based on risk factors was able to reduce the monthly average dose use of prophylactic enoxaparin by 73.24%, with lower variance in the mean monthly consumption. One episode of VTE and two episodes of major bleeding in the first cohort and none of these events in the second cohort were identified. The adoption of a pharmacological prophylaxis protocol based on risk factors was able to reduce costs with pharmacological prophylaxis, apparently without increasing the risk of adverse outcomes for the patient.
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Características da dor neuropática em pessoas com lesão medular traumática

Silva, Viviana Gonçalves 31 August 2015 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, 2015. / Submitted by Guimaraes Jacqueline (jacqueline.guimaraes@bce.unb.br) on 2015-10-28T14:29:59Z No. of bitstreams: 1 2015_VivianaGoncalvesSilva.pdf: 2398775 bytes, checksum: 43e27a4bfb07b9573aea705df15845a6 (MD5) / Approved for entry into archive by Patrícia Nunes da Silva(patricia@bce.unb.br) on 2015-12-04T15:31:24Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_VivianaGoncalvesSilva.pdf: 2398775 bytes, checksum: 43e27a4bfb07b9573aea705df15845a6 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-12-04T15:31:24Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_VivianaGoncalvesSilva.pdf: 2398775 bytes, checksum: 43e27a4bfb07b9573aea705df15845a6 (MD5) / Introdução: A lesão medular traumática é uma alteração nas estruturas do canal medular, podendo ocasionar modificações motoras, sensitivas, autonômicas e psicoafetivas. É geralmente decorrente de acidentes de trânsito, mergulhos, quedas e arma de fogo. A dor crônica é um dos maiores problemas nas pessoas com lesão medular, sendo a dor neuropática a mais frequente. Os mecanismos de desenvolvimento da dor neuropática são pouco compreendidos, sendo seu manejo considerado difícil. Objetivo: Conhecer as características da dor neuropática em pessoas com lesão medular traumática. Método: Foram realizados dois estudos: um preliminar tipo série de casos, em um hospital de referência em reabilitação com pessoas com lesão medular traumática e dor neuropática; e um segundo estudo, descritivo-comparativo, por aplicação de questionário on-line, com pessoas com lesão medular traumática, independente de terem ou não a dor neuropática. Foram selecionadas 13 pessoas para a série de casos e 124 pessoas para o estudo descritivo-comparativo. O instrumento de coleta de dados do estudo descritivo-comparativo teve como base o do estudo série de casos que utilizou o Questionário DN4 (Douleur Neuropatique en 4 questions) e o Inventário Breve da Dor, acrescidos de dados sociodemográficos. Para a análise dos dados foram utilizados o programa SPSS 18.0 associado a outros métodos estatísticos. Resultados: Na série de casos, todos os pacientes tinham dor neuropática; no inquérito on line, a dor neuropática foi encontrada em 62,1% dos participantes. Em ambos estudos, a maioria foi de homens, com idade entre 26 a 40 anos, solteiros, praticantes de alguma religião, aposentados, ensino médio completo, renda entre R$ 1.001,00 e R$ 3.000,00, índice de massa corporal ideal, com lesão medular incompleta por acidente de carro. Os dois estudos indicaram que o clima frio, permanecer muito tempo na mesma posição e as infecções urinárias influenciaram mais no aumento da dor. A atividade física ou fisioterapia e as atividades de lazer tiveram maior influência na diminuição da dor. O tratamento medicamentoso com o uso de anticonvulsivantes e antidepressivos foi predominante. A pouca efetividade foi o principal motivo para o abandono deste tratamento. A dor neuropática interferiu mais na atividade geral, no sono e no humor. Houve diferença com relevância estatística nas comparações: Os residentes da região Centro-Oeste apresentaram intensidade da dor maior em relação aos da região Nordeste. Houve relação positiva entre o sobrepeso e a intensidade da dor. A intensidade forte da dor foi maior nos grupos com dor mista que naqueles com dor no nível da lesão e acima da lesão medular. A descrição formigamento apresentou relação positiva para a dor mista e dor abaixo do nível da lesão. A dor foi considerada mais intensa pelas pessoas que apresentaram a de tipo intermitente, em queimação e cortante. Quem usa dipirona classificou a dor como menos intensa. Quem utiliza a Gabapentina e Baclofeno classificou a dor como mais intensa. A interferência da dor foi considerada menor na variável ‘relacionamento com outras pessoas’ em relação às outras variáveis. Conclusões: A dor neuropática associada à lesão medular traumática foi relatada pela maioria dos participantes. Foi identificada como de difícil controle com interferência em atividades diversas na vida destas pessoas. Os resultados indicam a complexidade da dor neuropática em pessoas com lesão medular traumática evidenciando a importância de se conhecer os aspectos dessa dor nessa clientela. ______________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / Introduction: Traumatic spinal cord injury is a change in the spinal canal structures, which may cause motor, sensory, autonomic and psycho affective disorders. Traumatic injuries are generally resulting from traffic accidents, dives, falls and firearm wounds. Chronic pain is considered a major problem in people with spinal cord injury, being the neuropathic pain the most common. This type of pain may take disabling aspects and cause great impact on the rehabilitation and the lives of these people. The development of neuropathic pain mechanisms is poorly understood and it’s difficult to handle both by patients and health professionals. Objective: To know the characteristics of neuropathic pain in people with spinal cord injury. Methods: Two studies were conducted: a preliminary case report study, in hospital of reference for rehabilitation of people with spinal cord injury and neuropathic pain; and a second descriptive-comparative study, with people with spinal cord injury, through on-line questionnaire, regardless of whether neuropathic pain was present or not. Thirteen people were selected for the case report study and 124 people to the descriptive-comparative study. In the case report study, data was collected through the DN4 Questionnaire and the Brief Pain Inventory, added to sociodemographic data. In the descriptive and comparative study, the instrument of data collection was based on the first study. For the analysis of data SPSS 18.0 associated with other statistical methods were used. Results: in the case report study, all patients had neuropathic pain. Most of them were from the Southeast region, average age of 41 years old. In the on-line questionnaire, neuropathic pain was found in 62.1% of participants. In both studies, mostly were men, 26-40 years old, unmarried, practitioners of some religion, retired, with high school education, income between R $ 1,001.00 and R $ 3,000 00, ideal BMI, with spinal cord injury by car accident with cervical level, incomplete. Both studies have indicated that the increase of the pain was most influenced by the cold weather, staying too long in one position and urinary infections. Physical activity or physical therapy and recreational activities had the greatest influence in the decrease of pain. Drug treatment with the use of anticonvulsants and antidepressants was predominant. The poor efficiency of this type of treatment was the main reason for its abandonment. Neuropathic pain interfered more in general activity, sleep and mood. There were significant statistical differences in the comparisons: residents of the Midwest region showed greater intensity of pain compared to the Northeast. There was a positive relationship between overweight patients and the intensity of pain. The strong intensity of pain was higher in groups with mixed pain than in those with neuropathic pain, at the level of the lesion and above the spinal cord injury. The tingling description showed a positive relation to the joint pain and pain below the level of injury. Pain was considered intense by people who had the kind of pain described as intermittent, burning and biting. Patients who used dipirona rated the pain as less intense. The ones who used Gabapentin and Baclofen rated the pain as more intense. The interference of pain was considered a minor in the variable 'relationship with others', in relation to other variables. Conclusions: Neuropathic pain associated with spinal cord injury was reported, in this study, by the majority of participants. It was identified as a difficult pain to control, which interferes in various activities of these people lives. The results indicate the complexity of neuropathic pain in people affected by traumatic spinal cord injury, showing the importance of knowing its aspects in this group. ______________________________________________________________________________________________ RESUMEN / Introducción: La lesión traumática de la médula espinal es un cambio en las estructuras del canal espinal, que pueden causar trastornos motores, sensoriales, autonómicas y psicoafectivas. Son generalmente resultan de accidentes de tráfico, inmersiones, caídas y arma de fuego. El dolor crónico se considera un problema importante en las personas con lesión de la médula espinal, el dolor neuropático es el más común, y pueden causar un gran impacto en la vida de estas personas. El desarrollo de los mecanismos del dolor neuropático son poco conocidos y son de difícil de manejo tanto para los pacientes com para los profesionales de la salud. Objetivo: Conocer las características del dolor neuropático en pacientes con lesión de la médula espinal. Métodos: Se realizaron dos estudios: un estudio preliminar serie de caso, en un hospital de referencia para la rehabilitación de personas con lesión de la médula espinal y dolor neuropático; y un segundo estudio, descriptivo-comparativo, por cuestionario en internet, con personas con lesión de la médula espinal, independientemente de la manifestación del dolor neuropático o no. 13 personas fueron seleccionadas para la serie de casos y 124 personas al estudio descriptivo-comparativo. Para recoger los datos se utilizaron en la serie de estudios de casos, el Cuestionario DN4 y el Brief Pain Inventory, además de los datos sociodemográficos. El estudio descriptivo y comparativo del instrumento de recolección de datos se basa en el primer estudio. Para el se utilizó el análisis de los datos SPSS 18.0 asociado con otros métodos estadísticos. Resultados: En la serie de casos, todos los pacientes tenían dolor neuropático, la mayoría de la región sudeste, con edad media de 41 años. En el Cuestionario online, el dolor neuropático se encontró en el 62,1% de los participantes. En los dos estúdios, la mayoría fue de hombres, 26 a 40 años de edad, solteros, practicantes de alguna religión, jubilados, con educación secundaria, los ingresos entre R $ 1,001.00 y R $ 3,000 00, IMC ideal, con lesión de la médula espinal por accidente de coche, nivel cervical, incompleta. Los dos estudios indicaron que el clima frío, permanecer demasiado tiempo en la misma posición y las infecciones urinarias más influyeron en el aumento del dolor. La actividad física o la terapia física y actividades recreativas tuvieron la mayor influencia en la disminución del dolor. El tratamiento farmacológico con el uso de anticonvulsivos y antidepresivos fue predominante. La baja eficiencia fue la principal razón para el abandono de este tratamiento. El dolor neuropático interfería más en general la actividad, sueño y estado de ánimo. Hubo diferencias con significación estadística en las comparaciones: Los residentes de la región del Medio Oeste mostraron una mayor intensidad del dolor en comparación con los de la región Noreste. Hubo una relación positiva entre el sobrepeso y la intensidad del dolor. La fuerte intensidad del dolor fue mayor en los grupos con dolor mixto que en aquellos con dolor neuropático en el nivel de la lesión y por encima de la lesión de la médula espinal. La descripción hormigueo mostró una relación positiva con el dolor de las articulaciones y el dolor por debajo del nivel de la lesión. El dolor se considera intensa por las personas que tenían el tipo de intermitente, ardor y morder. Quién utiliza dipirona tiene el dolor menos intenso. Quién utiliza gabapentina y baclofeno ha clasificado el dolor como más intenso. La interferencia del dolor fue considerado menor en la variable 'relación con los demás' en relación con otras variables. Conclusiones: El dolor neuropático asociado con lesiones de la médula espinal se informó en este estúdio en la mayoría de los participantes. Fue identificado como un dolor de dificil control con injerencia en diversas actividades en la vida de estas personas. Los resultados indican que la complexidad del dolor neuropático en personas con lesión medular traumática, evidenciando la importancia de se conocer los aspectos de ese dolor en esta clientela.
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Descrição das variáveis eletromiográficas e parâmetros de estimulação elétrica funcional da tosse em indíviduos com lesão medular – uma revisão sistemática / Description of the variables electromyographic and parameters of functional electrical stimulation during the cough of individuals with spinal cord injury – a systematic review

Macedo, Felipe Soares 30 April 2014 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade do Gama, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Biomédica, 2014. / Submitted by Marina Lima (marinalm34@gmail.com) on 2014-09-12T13:34:48Z No. of bitstreams: 1 2014_FelipeSoaresMacedo.pdf: 2988670 bytes, checksum: 40b213454e113be7c8609b130c8a92f2 (MD5) / Approved for entry into archive by Guimaraes Jacqueline(jacqueline.guimaraes@bce.unb.br) on 2014-09-12T13:49:47Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2014_FelipeSoaresMacedo.pdf: 2988670 bytes, checksum: 40b213454e113be7c8609b130c8a92f2 (MD5) / Made available in DSpace on 2014-09-12T13:49:47Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2014_FelipeSoaresMacedo.pdf: 2988670 bytes, checksum: 40b213454e113be7c8609b130c8a92f2 (MD5) / Introdução: Recursos terapêuticos são utilizados para minimizar ou tratar as complicações respiratórias decorrentes da fraqueza muscular respiratória após lesão medular espinhal. Atualmente, a estimulação elétrica funcional (FES) de superfície tem sido uma alternativa viável para a tosse eletricamente assistida por melhorar variáveis de função pulmonar como o pico de fluxo expiratório (PFE), a capacidade vital (CV), o pico de fluxo de tosse (PFT). Objetivo: Investigar a FES de superfície na assistência a tosse e descrever as variáveis eletromiográficas durante a tosse voluntária. Material e Métodos: Foi realizada uma revisão sistemática da literatura, nas bases de dados: PubMed, PEDro, SciELO, Science Direct, com descritores nos idiomas espanhol, inglês e português. As seguintes palavras-chave: estimulação elétrica funcional, eletroestimulação, estimulação elétrica, tosse, higiene brônquica, quadriplegia, lesão medular espinhal, tetraplegia, sujeito com tetraplegia foram utilizadas na busca de evidências de FES na tosse. A busca das variáveis eletromiográficas compreendeu as palavras-chave: eletromiografia, eletromiograma, EMG, tosse, higiene brônquica e reflexo defensivo pulmonar. Foram incluídos artigos científicos com amostra de indivíduos com lesão medular espinhal assistidos por FES de superfície com variáveis de desfecho relacionadas ao sistema respiratório. Apesar do número restrito de publicações, também foram avaliados os artigos que investigaram o sinal de EMG durante a tosse voluntária nos indivíduos hígidos e/ou com lesão medular. Resultados: A análise da FES de superfície para assistência à tosse incluiu 10 artigos científicos, publicados entre 1993 e 2010. Os parâmetros encontrados mostram frequência de 50 Hz associada com largura de pulso de até 400 μs e amplitude de corrente frequentemente estimada pela percepção do paciente. Aplicado por até oito eletrodos distribuídos nos músculos expiratórios e no músculo peitoral maior. A descrição de variáveis eletromiográficas durante a tosse abrangeu 5 artigos incluídos para análise e sumarização dos dados. Após a análise destes artigos, evidenciou-se a existência de sinal eletromiográfico nos músculos expiratórios e acessórios em sujeito hígidos, enquanto indivíduos com lesão medular cervical, a evidência do sinal eletromiográfico está restrita à porção clavicular do músculo peitoral maior. Conclusão: A FES de superfície aplicada em músculos expiratórios e no peitoral maior foi eficaz na alteração de variáveis de função pulmonar preditoras de tosse, como o pico de fluxo tosse. O estudo do sinal eletromiográfico revelou comportamento expiratório do músculo peitoral maior durante a tosse. ______________________________________________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / Introduction: Therapeutic Resources are used to minimize or treat respiratory complications resulting from respiratory muscle weakness after spinal cord injury. Currently, functional electrical stimulation (FES) surface has been a viable alternative to the electrically assisted cough for improving pulmonary function variables, such as peak expiratory flow (PEF), vital capacity (VC), peak cough flow (PCF). Objective: To investigate the FES of surface in assisting cough and describe the electromyographic variables during voluntary cough. Material and Methods: A systematic literature review was performed in the databases PubMed, PEDro, SciELO, Science Direct, with descriptors in Spanish, English and Portuguese languages. The following key words: functional electrical stimulation, electrostimulation, electrical stimulation, cough, bronchial hygiene, quadriplegia, spinal cord injury, tetraplegia, tetraplegic subject in search of evidence of FES in cough. The pursuit of electromyographic variables comprised the following keywords: electromyography, electromyogram, EMG, cough, bronchial hygiene and pulmonary defensive reflex. With scientific sample of individuals with spinal cord injury assisted by FES of surface with outcome variables related to the respiratory system articles were included. Despite the limited number of publications, also articles that investigated the EMG signal during voluntary cough in healthy individuals and / or spinal cord injury were evaluated. Results: The analysis of surface FES for assisted cough included 10 scientific articles, published between 1993 and 2010 found parameters show frequency of 50 Hz associated with a pulse width of up to 400 μs and current amplitude often estimated by the patient's perception. Applied for up to eight electrodes distributed in the expiratory muscles and the pectoralis major muscle. The description of electromyographic variables during cough covered 5 articles included for analysis and summarization of data. After analysis of these items revealed, the existence of electromyographic signal of expiratory muscles and accessories in healthy subject, while individuals with cervical spinal cord injury, evidence of the electromyographic signal is restricted to the clavicular portion of the pectoralis major muscle. Conclusion: FES of surface applied in expiratory muscles and the pectoralis major was effective in altering predictive of cough lung function variables such as peak flow coughing. The study revealed expiratory electromyographic signal behavior of the pectoralis major during cough.
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Proposta de otimização de um sistema de lesão medular experimental / Luiz Rodrigo Grochocki ; orientador, Percy Nohama ; co-orientador, Luiz Roberto Gomes Vialle

Grochocki, Luiz Rodrigo January 2006 (has links)
Dissertação (mestrado) - Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, 2006 / Bibliografia: p. 81-89 / Uma das grandes dificuldades encontradas no estudo da lesão medular traumática consiste no método científico para se obter em laboratório a lesão medular traumática padronizada. Apesar de diversos laboratórios buscarem uma solução, há carência por uma sol / One of the great difficulties found in the study of spinal cord injury consists of the scientific method to get in laboratory standardized traumatic medular contusion. Although diverse laboratories are searching a solution, has lack for a solution that is
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Resiliência, enfrentamento e qualidade de vida na reabilitação de indivíduos com lesão medular

Vera, Renata Santinoni 01 February 2012 (has links)
Tese (doutorado)-Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Programa de Pós-Graduação em Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde, 2012. / Submitted by Patrícia Nunes da Silva (patricia@bce.unb.br) on 2012-04-23T20:17:56Z No. of bitstreams: 1 2012_RenataSantinoniVera.pdf: 2143310 bytes, checksum: d7d066f2ae7233281df854050253d058 (MD5) / Approved for entry into archive by Patrícia Nunes da Silva(patricia@bce.unb.br) on 2012-04-23T20:18:23Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2012_RenataSantinoniVera.pdf: 2143310 bytes, checksum: d7d066f2ae7233281df854050253d058 (MD5) / Made available in DSpace on 2012-04-23T20:18:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2012_RenataSantinoniVera.pdf: 2143310 bytes, checksum: d7d066f2ae7233281df854050253d058 (MD5) / Estudos mostram que pessoas mais resilientes apresentam estratégias de enfrentamento que reduzem o estresse, em condições adversas e, consequentemente, podem ter uma melhor percepção da qualidade de vida. O presente estudo teve como objetivo investigar resiliência, qualidade de vida e estratégias de enfrentamento em pessoas com lesão medular, com intuito de identificar recursos promotores de saúde que possam subsidiar práticas em reabilitação. É neste contexto que a pesquisa realizada torna-se relevante para profissionais que trabalham em reabilitação, pessoas com lesão medular e seus familiares. Participaram da investigação 52 indivíduos, com escolaridade equivalente ou superior ao ensino médio, média de 30 anos de idade (DP = 6,6), homens (n = 36; 69%) e mulheres (n = 16; 31%), com lesão medular traumática há, no mínimo, um ano (M = 4 anos; DP = 2,9), com diagnósticos de paraplegia (n = 31; 60%) e tetraplegia (n = 21; 40%), sendo que a etiologia de maior prevalência foi trauma veicular (n = 35; 67%). Características da lesão medular e medidas de independência funcional foram obtidas do prontuário médico dos participantes. Foi realizada entrevista semiestruturada e aplicados os seguintes instrumentos: Questionário Genérico de Qualidade de Vida (SF-36), Escala de Resiliência Wagnild e Young, Inventário de Resiliência (IR) e Escala Modos de Enfrentamento de Problemas (EMEP). Os dados da entrevista foram submetidos à análise de conteúdo temático e realizou-se estatística descritiva e inferencial dos dados quantitativos. Os resultados mostraram que focalização no problema (M = 3,96) foi a estratégia de enfrentamento mais utilizada, enquanto a focalização na emoção obteve a menor média (M = 1,92) de utilização. De acordo com a Escala de Resiliência, a maioria (92%) dos participantes foi avaliada mais resiliente. Todos os participantes, acentuadamente aqueles com maior tempo de lesão medular, apresentaram características de resiliência compatíveis com o fator satisfação no trabalho (IR), e 98,1% (n = 51) compatibilizaram-se com o fator sensibilidade emocional (IR). A análise de regressão indicou que inovação e tenacidade (IR) parecem prevalecer entre aqueles com paraplegia (p < 0,05). A qualidade de vida (SF-36) revelou-se mais comprometida nos domínios físicos: capacidade funcional (M = 33,3) e aspectos físicos (M = 51,4). O domínio de qualidade de vida capacidade funcional correlacionou-se (p < 0,01) positivamente com fatores de resiliência e saúde mental: Vitalidade (rho = 0,51), Escala de Resiliência (rho = 0,49), Saúde Mental (rho = 0,40), Tenacidade e Inovação (rho = 0,37), destacando-se a relevância da abordagem de aspectos psicossociais na reabilitação. As entrevistas indicaram as seguintes modalidades de enfrentamento promotoras de resiliência: acesso à informação, percepção positiva da capacidade de replanejar e conduzir a própria vida, habilidades sociais, independência e autoestima. Esses resultados revelaram alguns fatores individuais de proteção como essenciais à adaptação após a ocorrência de uma lesão medular. Práticas em reabilitação seriam aprimoradas através da adoção de condutas terapêuticas que pudessem favorecer o desenvolvimento desses recursos protetores. Sugere-se que pesquisas futuras investiguem resiliência, enfrentamento, qualidade de vida e nível de independência funcional também em pessoas com escolaridade mais baixa. Ressalta-se que a reabilitação de pessoas com lesão medular é potencialmente mais efetiva a partir de intervenções em equipes multiprofissionais, que incluam também aspectos biopsicossociais. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT / Studies have shown that resilient individuals have coping abilities that reduce stress, derived from adverse circumstances, consequently have better perceptions of quality of life. Considering these aspects, the present study aims at exploring quality of life, resilience, and coping in spinal cord injury, with the purpose of subsidizing practice in rehabilitation with health promoting resources. It is precisely this setting that reinforces the relevance of the research to the benefit of rehabilitation professionals, spinal cord injured individuals and their families. Fifty two individuals, with high school or above educational level, aged between 19 and 45 years (M = 30 years, SD = 6.6), men (n = 36; 69%) and women (n = 16; 31%), participated in the research, having at least one year (M = 4 years, SD = 2.9) elapsed since the traumatic spinal cord injury, diagnosed with paraplegia (n=31; 60%) or tetraplegia (n = 21; 40%). Traffic accident was the most prevalent etiology (n=35. 67%). Injury characteristics and Functional Independence Measures (FIM) were taken from medical records. The assessment included the following instruments: a semi-structured interview, the Short-Form 36 Health Survey (SF-36), a Resilience Scale, a Resilience Inventory, and the Ways of Coping Checklist (WCC). With regard to the interviews, a content analysis was applied. The quantitative data was approached by descriptive and inferential statistical analysis. The most applied coping strategy was task-oriented (M = 3.96) and the least applied was emotional-oriented (M = 1.92). According to the Resilience Scale, 92% of the participants are mostly resilient. As indicated by the Resilience Inventory, all individuals were considered resilient for job satisfaction, and 51 subjects (98.1%) were considered resilient for emotional sensibility. According to the regression analysis, innovation and tenacity showed to prevail among paraplegic individuals (p < 0.05). Quality of life revealed larger impairments in both physical functioning (M = 33.3) and role physical (M = 51.4). The study showed that the physical functioning was directly correlated (p < 0.01) to factors in resilience and to the mental quality of life domain: vitality (rho = 0.51), Resilience Scale (rho = 0.49), mental health (rho = 0.40), tenacity and innovation (rho = 0.37). This result points to the relevance of approaching psychosocial aspects in rehabilitation. The interviews indicated coping strategies that help in promoting resilience, among which are: access to information, a positive perception of the ability to re-plan and have control over life, social abilities, independency, and self-esteem. All results indicate personal protecting factors which appear to be essential in adapting to a spinal cord injury. Professional practice in rehabilitation would gain from adopting therapeutic procedures which could buildup these protecting resources. Suggestions are made to encourage future research in resiliency, quality of life and functional independence with individuals with less formal education. These findings reinforce that practices in rehabilitation with SCI individuals are more effective when based on multi-professional teamwork and the consideration of biopsychosocial aspects.
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Implicações da estomia urinária continente na qualidade de vida de pessoas com lesão medular

Araújo, Carla Andréia 18 December 2014 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, 2014. / Submitted by Ana Cristina Barbosa da Silva (annabds@hotmail.com) on 2015-03-06T15:40:58Z No. of bitstreams: 1 2014_CarlaAndreiaAraújo.pdf: 2135757 bytes, checksum: 87b4b034ead31bf321fb72cb9003c224 (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana(raquelviana@bce.unb.br) on 2015-03-06T20:16:52Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2014_CarlaAndreiaAraújo.pdf: 2135757 bytes, checksum: 87b4b034ead31bf321fb72cb9003c224 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-03-06T20:16:52Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2014_CarlaAndreiaAraújo.pdf: 2135757 bytes, checksum: 87b4b034ead31bf321fb72cb9003c224 (MD5) / A derivação urinária continente é um conduto confeccionado cirurgicamente com partes do intestino na parede inferior do abdome com o objetivo de tornar possível o esvaziamento vesical naquelas pessoas em que o cateterismo intermitente limpo (CIL) não é viável pela uretra. A lesão medular é um evento catastrófico na vida das pessoas e compromete o controle da micção, uma vez que o funcionamento da bexiga está alterado: bexiga neurogênica. Nesses casos, o manejo para o esvaziamento da bexiga acontece pelo autocateterismo intermitente limpo; no entanto, para algumas pessoas com lesão medular e alto grau de comprometimento físico-funcional faz-se necessária a assistência de uma pessoa para os cuidados de vida diária, entre eles, o CIL assistido, comprometendo a autonomia e a privacidade dessas pessoas. Este estudo, uma pesquisa qualitativa fenomenológica, teve como objetivo avaliar a implicação da estomia urinária continente na qualidade de vida das pessoas com lesão medular. A amostra deste estudo se constituiu de 15 pessoas com lesão medular de etiologia traumática ou congênita (tetraplegia, paraplegia e mielomeningocele) com dificuldade de autocateterização por meio da uretra nativa ou por situações de dificuldades apresentadas pelo cuidador em realizar o CIL. Os procedimentos para a coleta dos dados foram: a) a aplicação de questionário específico para se conhecer os dados sociodemográficos e clínicos e a percepção sobre qualidade de vida e a estomia urinária continente; b) a realização de entrevista virtual ou presencial, semiestruturada; e c) revisão em prontuário eletrônico. Foi efetuada estatística descritiva e Análise de Conteúdo conforme proposição de Bardin, para análise das verbalizações dos participantes. Os resultados demonstraram que houve predominância de pessoas do sexo feminino, na faixa etária entre 16 e 48 anos, com baixa escolaridade. O subgrupo mais representativo de injúrias medulares foi o de pessoas com tetraplegia, seguido de mielomeningocele. A maioria dos participantes tornou-se independente para o manejo do esvaziamento vesical, e o número de infecções urinárias após a confecção da derivação e ampliação vesical diminuiu. Pode-se inferir que a maioria dos respondentes (14) se sente satisfeita com a derivação urinária e que, com relação à melhoria da qualidade de vida, 12 participantes fizeram correlação de forte intensidade (boa e muito boa) com a qualidade de vida. A Análise de Conteúdo de Bardin apontou dez categorias teóricas: “eu tenho mais independência”; “não ficar perdendo xixi”; “minha lesão”; “qualidade de vida pra mim é...”; “falta acessibilidade”; “eu tinha uma vida muito ativa”; “não ligo pra estética”; “não entendem sobre isso”; “um pouco a reclamar”; e “o sexo diminuiu”. Na série de casos estudada, confirmou-se que existem implicações positivas da estomia urinária continente na qualidade de vida das pessoas com lesão medular e alto grau de comprometimento físico-funcional, bem como naquelas com inviabilidade de CIL pela uretra nativa. __________________________________________________________________________________ ABSTRACT / Continent urinary diversion is a tube surgically designed with parts of the bowel in the lower wall of the abdomen with the aim of making possible the vesical emptying in people whose clean intermittent catheterization (CIC) is not feasible through the urethra. Spinal cord injury is a catastrophic event in people’s lives and compromises urination control, since the bladder functioning is altered: neurogenic bladder. In these cases, bladder emptying management happens by clean intermittent self-catheterization; however, for some people with spinal cord injury and high degree of physical-functional compromise, it is necessary the help of a person for daily life care, among them the assisted CIC , which ends up compromising these people’s autonomy and privacy. This study, a phenomenological qualitative research, aimed at evaluating the effect of continent urinary stoma in the quality of life of subjects with spinal cord injury. The sampling of this study was composed of 15 subjects with spinal cord injury of traumatic or congenital etiology (tetraplegia, paraplegia or myelomeningocele), with difficulties of self-catheterization through the native urethra or difficulty situations presented by the caregiver when performing the CIC. Procedures for data collection were: a) use of a specific questionnaire to find what are the sociodemographic and clinical data and the perception about quality of life and continent urinary stoma; b) performance of online or present semi-structured interviews; and c) electronic record review. Descriptive statistics and content analysis were carried out according to Bardin’s proposal in order to analyze the participants’ verbalizations. Results showed predominance of the female gender, from 16 to 48 years old, with low educational level. The most representative subgroup of spinal cord injury was of tetraplegia subjects, followed by myelomeningocele ones. Most participants became independent for management of vesical emptying, and the number of urinary infections after the vesical diversion and amplification confection decreased. We can state that most respondents (14) is satisfied with urinary diversion and that, according to quality of life improvement, 12 participants made a strong correlation (good and very good) with the quality of life. Bardin’s content analysis pointed out ten theoretical categories: “I am more independent”; “I don’t lose my willingness to pee”; “my lesion”; “quality of life for me is…”, “lack of accessibility”; “I had a very active life”; “I don’t care about esthetics”; “do not understand this”; “a little to complain” and “sex decreased”. In the cases studied, positive implication of continent urinary stoma in the quality of life of subjects with spinal cord injury and high degree of physical-functional compromise were confirmed, as well as CIC impracticability due to native urethra. __________________________________________________________________________________ RESUMEN / Derivación urinaria continente es un conducto hecho por medio de cirugía con partes del intestino en la pared más baja del abdomen, con el objetivo de tornar posible el vaciamiento vesical en las personas en las cuales el cateterismo intermitente limpio (CIL) no es viable por la uretra. La lesión medular es un evento catastrófico en la vida de personas y compromete el control de micción, ya que el funcionamiento de vejiga es alterado: vejiga neurógena. En esos casos, el manejo para el vaciamiento de la vejiga ocurre por el auto-cateterismo intermitente limpio; aunque para algunas personas con lesión medular y alto grado de comprometimiento físico-funcional, es necesaria la asistencia de un cuidador para los tratamientos de vida diaria como el CIL asistido, lo que compromete la autonomía y privacidad de esos individuos. El presente estudio, una investigación cualitativa fenomenológica, tuvo como objetivo la evaluación de la implicación de ostomía urinaria continente en la calidad de vida de personas con lesión medular. El muestreo de eso estudio se constituyó de 15 sujetos con lesión medular de etiología traumática o congénita (tetraplejía, paraplejía y mielomeningocele) con dificultad de auto-cateterismo por medio de la uretra nativa o por situaciones de dificultades presentadas por el cuidador al realizar el CIL. Los procedimientos para la coleta de datos fueron: a) la aplicación de un cuestionario específico para conocerse los datos sociodemográficos y clínicos y la percepción a respeto de calidad de vida y ostomía urinaria continente; b) la realización de entrevistas semiestructuradas virtuales o presenciales; y c) la revisión en prontuario electrónico. Fueron conducidos estadística descriptiva y análisis de contenido siguiendo la proposición de Bardin para análisis de verbalizaciones de los participantes. Los resultados mostraron que hubo predominancia del género femenino, entre 16 y 48 años de edad, con bajo nivel educacional. El subgrupo más representativo de lesiones medulares fue lo de personas con tetraplejía, seguido del mielomeningocele. La mayoría de los participantes se tornaron independientes para el manejo del vaciamiento vesical, y la cantidad de infecciones urinarias después de la confección de derivación y amplificación vesical se disminuyó. Es posible inferir que la mayoría de los respondientes (14) están satisfechos con la derivación urinaria y que con relación a la mejoría de la calidad de vida, 12 participantes hicieron una fuerte correlación (buena y muy buena) con la calidad de vida. El análisis de contenido de Bardin apuntó diez categorías teóricas: “Yo tengo más independencia”; “no dejo de hacer pipí”; “mi lesión”; “cualidad de vida para mi es…”; “no hay accesibilidad”; “yo tenía una vida muy activa”; “no me importo con estética”; “no entienden de eso”; “un poco a reclamar”; y “el sexo disminuyó”. En los casos estudiados, se confirmó que hay una implicación positiva del ostomía urinaria continente en la calidad de vida de personas con lesión medular y alto grado de comprometimiento físico-funcional, así como en las personas con inviabilidad de CIL por la uretra nativa.
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Percepção de qualidade de vida de pessoas com lesão medular traumática : uma forma de estudar a experiência da deficiência

Bampi, Luciana Neves da Silva 08 1900 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2007. / Submitted by Natália Cristina Ramos dos Santos (nataliaguilera3@hotmail.com) on 2009-10-08T12:25:14Z No. of bitstreams: 1 TeseDoutoradoLucianaBampi.pdf: 983226 bytes, checksum: ed8291da4778c42edd5d0a57f89143ac (MD5) / Approved for entry into archive by Gomes Neide(nagomes2005@gmail.com) on 2010-11-03T15:00:56Z (GMT) No. of bitstreams: 1 TeseDoutoradoLucianaBampi.pdf: 983226 bytes, checksum: ed8291da4778c42edd5d0a57f89143ac (MD5) / Made available in DSpace on 2010-11-03T15:00:57Z (GMT). No. of bitstreams: 1 TeseDoutoradoLucianaBampi.pdf: 983226 bytes, checksum: ed8291da4778c42edd5d0a57f89143ac (MD5) Previous issue date: 2007-08 / A experiência da deficiência faz parte da vida de pessoas que têm uma lesão traumática da medula espinhal. A deficiência, ainda, é compreendida como um fato de má sorte pessoal e, do ponto de vista social e político, os deficientes são vistos como uma minoria. Este estudo teve como objetivo principal conhecer a percepção de qualidade de vida de pessoas com lesão traumática da medula espinhal, buscando, por meio desse conhecimento, compreender os fatores que contribuem para que essas pessoas experimentem a deficiência. O entendimento dessa realidade tornou-se possível pela realização de estudo que tomou como ponto de partida a percepção de qualidade de vida de 111 indivíduos com paraplegia, entrevistados no momento de sua admissão no Hospital Sarah Brasília - unidade centro. A experiência desse grupo poderia ser abordada por meio do modelo médico de estudo da deficiência. No entanto, tal modelo reconhece na lesão a causa primeira da desigualdade social e das desvantagens vivenciadas pelos deficientes, ignorando o papel da exclusão social na produção da deficiência. Assim, adotou-se o modelo social como referência teórica, o qual aponta que a causa da deficiência está na estrutura social. O estudo utilizou duas ferramentas para a coleta de dados: o protocolo de avaliação de Qualidade de Vida da Organização Mundial da Saúde (WHOQOL - bref) e uma entrevista aberta para identificar fatos ou experiências que influenciam, de forma positiva ou negativa, a vida e a qualidade de vida dos entrevistados. Os resultados da entrevista e os dados obtidos com a aplicação do WHOQOL-bref foram congruentes e complementares, permitindo assim conhecer os fatores que contribuem para que as pessoas com lesão medular experimentem a deficiência. As dimensões mais fortemente envolvidas foram relacionadas a questões sociais, como o preconceito e a discriminação, as dificuldades relacionadas ao trabalho e ao estudo, a falta de acessibilidade e as barreiras arquitetônicas, a falta de recursos financeiros, a falta de oportunidade de recreação e lazer e a falta de oportunidade para obter novas informações e habilidades. O estudo demonstrou que as dificuldades e barreiras impostas pela sociedade brasileira às pessoas consideradas diferentes tornam a deficiência uma realidade para os entrevistados. ____________________________________________________________________________ ABSTRACT / The experience of disability is part of the daily live of people who have a traumatic spinal cord injury. This disability is understood to be some sort of personal bad luck and, from the social and political point of view, the disabled are seen as a minority. This study had the aim of investigating the perception of the quality of life of people with traumatic spinal cord injuries, and through this, understanding the factors that contribute to these peoples experience of disability. This understanding was made possible with a study that began with the perception of the quality of life of 111 individuals with paraplegia, who were interviewed at the time of admission into the main branch of the Sarah Hospital in Brasília. The experience of this group could be dealt with using the medical model of disability. Nonetheless, this model recognizes the lesion as the primary cause of the social inequality and the disadvantages experienced by disabled, ignoring the role of social exclusion in the production of disability. As such, the social model of disability was adopted as a theoretical reference because it indicates the cause of disability as being in the social structure. This study used two tools for data collection: the World Health Organization Quality of Life evaluation protocol (WHOQOL-Bref) and an open interview to identify facts or negatively, of the people who were application of the WHOQOL-Bref were congruent and complementary, allowing us to identify the factors that contribute to the experience of disability by people with spinal cord injuries. The dimensions that were most strongly difficulties related to work and study, the lack of accessibility and architectural barriers, the lack of financial resources, the lack of opportunity for recreation and leisure activities, and the lack of opportunities for obtaining new information and abilities. The study demonstrated that the difficulties and barriers imposed by the Brazilian society on people who are considered different make disability a reality for those interviewed.
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Determinação de valores de referência da pressões respiratórias estáticas máximas na lesão medular traumática

Mateus, Sérgio Ricardo Menezes January 2006 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, 2006. / Submitted by Priscilla Brito Oliveira (priscilla.b.oliveira@gmail.com) on 2009-11-23T20:16:34Z No. of bitstreams: 1 2006_Sergio Ricardo Menezes Mateus.pdf: 1675027 bytes, checksum: 4b37423d2912a35f96ac5457454c735b (MD5) / Approved for entry into archive by Joanita Pereira(joanita) on 2010-01-13T15:41:28Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2006_Sergio Ricardo Menezes Mateus.pdf: 1675027 bytes, checksum: 4b37423d2912a35f96ac5457454c735b (MD5) / Made available in DSpace on 2010-01-13T15:41:28Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2006_Sergio Ricardo Menezes Mateus.pdf: 1675027 bytes, checksum: 4b37423d2912a35f96ac5457454c735b (MD5) Previous issue date: 2006 / Introdução: As alterações pulmonares nos indivíduos com lesão medular traumática, principalmente tetraplégicos, contribuem para elevação de suas taxas de morbidade e mortalidade. A síndrome restritiva nesses pacientes é conhecida e justifica-se pela fraqueza ou paralisia dos músculos respiratórios. A determinação das pressões respiratórias máximas compõe a caracterização da função pulmonar, além da espirometria e determinação de volumes pulmonares. Objetivo: Descrever as alterações espirométricas; mensurar as pressões inspiratória e expiratória estáticas máximas; correlacionar os valores médios dos percentuais dos previstos das pressões respiratórias estáticas máximas com o nível motor da lesão medular traumática e estabelecer equações dos valores previstos das pressões inspiratória e expiratória estáticas máximas para os indivíduos com lesão medular traumática. Casuística, Material e Métodos: Foram estudados 131 pacientes com lesão medular traumática de nível motor entre C4 e L3. Os pacientes foram agrupados em tetraplégicos (52, 40%, divididos em subgrupos de C4-C5 e C6-C8) e paraplégicos (79, 60%, divididos em subgrupos de T1-T6 e T7-L3). Independentemente do nível da lesão, a amostra foi composta por 90 homens, com idade média de 31±12 anos; tempo médio de lesão de 25±37 meses; 76% com lesão motora completa e 31% com história de tabagismo. A avaliação da função pulmonar foi realizada, por espirometria e por medidas das pressões inspiratória (PIMáx) e expiratória (PEMáx). O registro da pressão foi obtido com oclusão do sistema na capacidade pulmonar total para PEMáx e no volume residual para PIMáx. Conduzida análise de regressão linear simples em 99 pacientes com lesão medular motora completa. Foi realizada a análise de regressão múltipla, com base nas variáveis relacionadas ao indivíduo e clínicas: nível, extensão e tempo de lesão. Resultados: Considerando os percentuais do previsto, a capacidade vital forçada foi diferente entre os subgrupos (P<0,001), com tendência de elevação a partir dos pacientes com lesão cervical alta (49%±25) até os níveis mais baixos (84%±15). A PImáx média variou de 56±28 a 101±34 cmH2O, e a PEmáx média variou de 39±29 a 103±32 cmH2O. A regressão linear simples entre nível motor específico da lesão e os valores médios percentuais dos previstos das pressões respiratórias estáticas máximas foi melhor para PEMáx (r= 0,81, P<0,0001; r2= 0,65), em relação a PIMáx (r= 0,62, P=0,004; r2= 0,38). Os modelos multivariados apresentaram como variável independente o gênero e o nível motor da lesão, para ambas as pressões. Para PIMáx, o peso e a história de tabagismo também foram considerados e para PEMáx, a extensão da lesão. Os coeficientes de determinação ajustados R2 foram de 0,44 e 0,50, respectivamente para PImáx e PEmáx. Conclusão: Os resultados confirmam a restrição pulmonar, principalmente entre os tetraplégicos, com normalidade para os paraplégicos baixos. As equações de previsão obtidas foram baseadas em uma casuística considerável em se tratando de pacientes com lesão medular traumática. A próxima etapa dessa investigação será sua validação em uma população distinta, com lesão medular, quando então teremos a resposta definitiva sobre sua utilidade clínica. ________________________________________________________________________________ ABSTRACT / Introduction: Pulmonary alterations encountered in spinal cord injury individuals, particularly those with tetraplegia, contribute to their increased morbidity and mortality rates. The pulmonary restriction syndrome of these patients is well known. It is caused by weakness or paralysis of the respiratory muscles. The measurement of maximal respiratory pressures, spirometry and pulmonary volumes characterize their pulmonary dysfunction. Objective: To describe the spirometric alterations; to measure the maximal static inspiratory and expiratory pressures; to correlate the mean values of the percentage predicted maximal static respiratory pressures with the spinal cord motor injury level; and to establish predictive equations for maximal static inspiratory and expiratory for the individuals with traumatic spinal cord injury. Subjects, Material, and Methods: One hundred and thirty one individuals with traumatic spinal cord injury, with motor level between C4 and L3, were analyzed. The patients were divided into groups of patients with tetraplegia (52, 40%, subdivided into two groups of injury level: C4-C5 and C6-C8) and a group of patients with paraplegia (79, 60%, subdivided into two groups of injury level: T1-T6 and T7-L3). The sample contained 90 men, had a mean age of 31±12 years, with a mean time post injury of 25±37 months, with complete motor lesion in 76% and 31% were smokers. Pulmonary function evaluation was made by spirometry and the measurement of the inspiratory (MIP) and expiratory (MEP) pressures. The pressure data was obtained with the occlusion of the system at total pulmonary capacity for MEP and at residual volume for MIP. Simple linear regression was conducted in 99 patients with complete motor spinal cord injury. Multiple linear regression was conducted for the individual and clinical variables of level, extension and time post injury and degree of spasticity. Results: the predicted percentage of forced vital capacity varied among the subgroups (P<0,001), with cervical lesion patients showing lowest percentage predicted (49%±25) and patients with paraplegia the highest (84%±15). Mean MIP varied from 56±28 to 101±34 cmH2O, and mean MEP varied from 39±29 to 103±33 cmH2O. The simple linear regression between a specific motor level and the mean percent predicted of maximal respiratory pressures showed a stronger correlation for MEP (r= 0.81, P<0.0001; r2= 0.65) that for MIP (r= 0.62, P=0.004; r2= 0.38). The multiple linear regression identified gender and motor lesion level as independent variables predictive of both MIP and MEP. Weight and smoking factors influenced MIP whereas lesion extension influenced MEP. The coefficient of determination adjusted (R2) were 0.44 and 0.50, respectively for MIP and MEP. Conclusion: the results confirm pulmonary restriction, mainly among patients with tetraplegia, and no restriction in patients with lower lesions (paraplegia). The predicted equations obtained were based on a substantial number of subjects with traumatic spinal cord injury. The next stage of this investigation will be its validation in other populations of patients with spinal cord lesions, to determine its clinical applicability.
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Qualidade de vida e independência funcional de lesados medulares / Quality of life and independence of functional spinal cord injured

Santos, Janaina de Araujo Teixeira 26 February 2010 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, 2010. / Submitted by samara castro (sammy_roberta7@hotmail.com) on 2011-01-20T10:33:06Z No. of bitstreams: 1 2010_JanainaAraujoTeixeraSantos.pdf: 3027758 bytes, checksum: 6b8ac7d22e30ef3bfa34b885d4e8cf22 (MD5) / Approved for entry into archive by Luanna Maia(luanna@bce.unb.br) on 2011-01-24T12:17:59Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2010_JanainaAraujoTeixeraSantos.pdf: 3027758 bytes, checksum: 6b8ac7d22e30ef3bfa34b885d4e8cf22 (MD5) / Made available in DSpace on 2011-01-24T12:17:59Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2010_JanainaAraujoTeixeraSantos.pdf: 3027758 bytes, checksum: 6b8ac7d22e30ef3bfa34b885d4e8cf22 (MD5) / A lesão medular agride fisicamente o corpo do indivíduo e traz consigo a problemática da deficiência. As sequelas desse trauma interferem na qualidade de vida e na capacidade funcional dessas pessoas, caracterizando em uma dependência de cuidados de terceiros e limitações que prosseguem por toda sua vida. O objetivo desta pesquisa foi verificar a correlação das variáveis qualidade de vida e independência funcional em homens com lesão medular traumática que realizam ou não atividade física em instituições do Distrito Federal. Para isto foram coletados dados de 30 homens com lesão medular de etiologia traumática, divididos em praticantes (N=16) e sedentários (N=14), na faixa etária de 20 a 60 anos. Para as coletas dos dados utilizou-se como instrumentos o SF-36 (medical Outcomes study 36-Item short-Form Health Survey), a Medida de Independência Funcional (MIF) e o questionário para diagnostico do nível de atividade física da população alvo (MATSUDO, 2000). No estudo a média de idade foi de 41-50 anos (36,6%) e média de tempo de lesão de 20-30 anos (36,6%); Como causa das lesões a prevalência são as armas de fogo (40%), em sua maioria as lesões são completas (73,3%) com predominância do nível torácico de lesão (76.6%). Indivíduos lesados medulares praticantes de atividade física apresentaram valores de independência funcional maior que os sedentários. O domínio capacidade funcional do SF-36 dos indivíduos que praticam atividade foi significativamente maior em relação aos sedentários. Os resultados mostraram que dentre as variáveis estudadas não houve relação significativa entre a qualidade de vida e a independência funcional. A Lesão medular traz consigo várias perdas aos indivíduos, com relação aos aspectos motores, independência funcional, nas relações sociais e consequentemente na qualidade de vida dos mesmos. Os resultados do estudo mostram que a qualidade de vida esta intimamente ligada ao estilo de vida da pessoa, por conseguinte, intervenções como a atividade física podem promover melhora da independência funcional e qualidade de vida. ________________________________________________________________________________ ABSTRACT / The spinal cord injury damages physically the person´s body and brings with itself the disability issue. The consequences of this trauma interfere with these people´s quality of life and functional capacity becoming a dependence on other people´s care and limitations that go through their whole lives. The objective of this research was to verify the correlation between the quality of life and functional independence in men with traumatic spinal cord injury that practice or not physical activity in institutions in the Federal District. In order to achieve this, data from 30 men with traumatic etiology spinal cord injury were collected, being qualified as active (N=16) and sedentary (n=14) with an age of 20 to 60.To collect data the following instruments were used the SF-36 (medical Outcomes study 36-Item short-Form Health Survey), the Functional Independence Measure (FIM) and the survey for diagnosing the level of physical activity of the study population (MATSUDO, 2000). In this study the age range was 41-50 (36,6%) and the average injury time was 20-30 years (36,6%);As the cause of the injuries the prevalence was guns (40%),in majority full(73,3%)and the predominance of the thoracic level injury(76,6%). The cord injured people that practice physical activity presented the Functional Independence values bigger than the sedentary ones. The domain functional capacity the SF-36 of the individuals that practice physical activity was bigger in relation to the sedentary ones. The results show that among the studied variables there was not a significant relation between the quality of life and the functional independence. The spinal cord injury brings itself lots of losses to the individuals, in relation to the motor aspects, functional independence, in the social relationships and, as a consequence, it affects their quality of life. The results of the study show that the quality of life is closely connected to the person´s life style, and, as result, interventions as the physical activity can provide a better functional independence and quality of life.
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Densidade mineral óssea e qualidade de vida em pessoas com lesão medular

Silva, André Ribeiro da 26 February 2010 (has links)
Dissertação (mestrado)-Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2010. / Submitted by Shayane Marques Zica (marquacizh@uol.com.br) on 2011-02-23T18:27:08Z No. of bitstreams: 1 2010_AndreRibeirodasSilva.pdf: 856058 bytes, checksum: c17b29864ae02003b3ae7957e052e80e (MD5) / Approved for entry into archive by Luanna Maia(luanna@bce.unb.br) on 2011-02-24T13:19:18Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2010_AndreRibeirodasSilva.pdf: 856058 bytes, checksum: c17b29864ae02003b3ae7957e052e80e (MD5) / Made available in DSpace on 2011-02-24T13:19:18Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2010_AndreRibeirodasSilva.pdf: 856058 bytes, checksum: c17b29864ae02003b3ae7957e052e80e (MD5) / Objetivo: Comparar a densidade mineral óssea da coluna e fêmur e os níveis de qualidade de vida em homens praticantes e não praticantes de atividade física, de 20 a 56 anos, com lesão na medula espinhal de origem traumática. Métodos: Estudo analítico transversal. Realizou-se a ANOVA one-way, onde teve diferença o post-hoc Tukey para as variáveis igualmente distribuídas e o post-hoc Games-Howell para as que não estavam. A amostra foi de 53 indivíduos, sendo 26 indivíduos com lesão na medula e 27 indivíduos sem lesão na medula para compor o grupo controle, de etnia branca ou caucasiana de instituições filantrópicas do Distrito Federal. Foram excluídos 14 indivíduos, por impossibilidade de posição correta no DXA, uso de medicação e doença que interfere no metabolismo ósseo, alcoolismo e tabagismo e um indivíduo da raça negra. Foi avaliada a densidade mineral óssea do colo do fêmur e coluna L1-L4, peso corporal, estatura índice de massa corporal (IMC), nível de qualidade de vida através do questionário SF-36. As densidades minerais ósseas do fêmur e coluna L1-L4 foram aferidas por densitômetro de dupla emissão de raios X da marca GE modelo DPX-NT. Resultados: O IMC teve diferença significativa entre os lesados medulares sedentários e controles ativos e sedentários. A DMO da coluna L1-L4 não teve diferença estatisticamente significativa entre os grupos experimentais e controles. A DMO do fêmur não teve diferença significativa entre os lesados medulares ativos e sedentários, mas destes com os controles ativos e sedentários. Os domínios dor, estado geral de saúde, vitalidade, aspectos sociais e emocionais e saúde mental não tiveram diferença estatisticamente significativa entre os lesados medulares e seus controles. A capacidade funcional teve diferença significativa entre os lesados medulares e controles. A limitação por aspectos físicos teve diferença significativa entre lesados medulares e controles ativos. Conclusão: A DMO da coluna L1-L4 dos lesados medulares e seus controles não se diferem. A DMO do fêmur dos lesados medulares é menor comparado com grupo controle. Os níveis de qualidade de vida dos lesados medulares comparados com seus controles são menores significativamente na amostra analisada apenas nos domínios de capacidade funcional e limitação por aspectos físicos. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT / Objective: To compare bone mineral density of spine and femur and the levels of quality of life in men practicing and non-physically active, 20 to 56 years with spinal cord injury of traumatic origin. Methods: A cross-sectional study. We calculated the one-way ANOVA, where he was the difference post-hoc Tukey test for the variables equally distributed and post-hoc Games-Howell for those who were not. The sample consisted of 53 individuals, 26 individuals with spinal cord injuries and 27 individuals with spinal cord injuries to compose the control group were Caucasian or Caucasian philanthropies in the Federal District. We excluded 14 individuals for failure to correct position on the DXA, medication use and disease that interferes with bone metabolism, alcoholism and smoking and an individual of that race. We evaluated the BMD of femoral neck and spine L1-L4, body weight, height, body mass index (BMI), level of quality of life using the SF-36. Bone mineral density of the femur and spine L1-L4 were measured by densitometer dual energy X-ray of a GE DPX-NT. Results: The BMI had a significant difference between sedentary spinal cord injured patients and controls active and sedentary. The BMD of the L1-L4 had no statistically significant difference between the experimental and control groups. BMD of the femur was no significant difference between spinal cord injured patients active and sedentary, but those with the active and sedentary controls. The domains of pain, general health, vitality, social and emotional and mental health had no statistically significant difference between spinal cord injured patients and their controls. Functional capacity was a significant difference between spinal cord injured patients and controls. The limitation of the physical aspects had significant difference between spinal cord injury and active controls. Conclusion: The BMD of the L1-L4 of the spinal cord injury and their controls did not differ. The BMD of the femur of spinal cord injury is minor compared with the control group. The levels of quality of life of spinal cord injuries compared with their control are significantly lower in the sample analyzed only in the areas of functional capacity and limitation of physical aspects.

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