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Mechanical and physical properties assessment of Bulk Fill resin composites / Avaliação das propriedades físico-mecânicas de resinas compostas do tipo Bulk Fill

Fabio Antonio Piola Rizzante 04 May 2018 (has links)
The achievement of predictable and long lasting adhesive restorations in posterior teeth have always been a major objective of studies in the context of materials and techniques development. The use of bulk fill composites could provide better outcomes, but it is important to assess their physico-mechanical properties, responsible for their clinical behavior. The purpose of the present study was to assess the mechanical and physical properties of bulk fill composites. The composites were divided into 2 groups according to their viscosity. For low viscosity composites, the present study assessed: Surefill SDR flow (SDR), X-tra Base (XB), Filtek Bulk Fill Flowable (FBF), and Filtek Z350XT Flow (Z3F- control); and for high viscosity composites: Tetric Evo Ceram Bulk Fill (TBF), X-tra Fil (XF), Filtek Bulk Fill (FBP), Admira Fusion x-tra (ADM) and Filtek Z350 XT (Z3XT- control). Composites were assessed through shrinkage stress test (using 12 and 24mm3 of composite in a custom device adapted in an Universal Testing Machine); volumetric shrinkage (using 64mm3 of composite placed on a Teflon mold and scanned in a micro computed tomography/CT); Youngs modulus (through a 3-point bending test device adapted in an Universal Testing Machine); microhardness and depth of cure tests (using longitudinal Knoop microhardness). All data was evaluated regarding their homogeneity using Shapiro-Wilk test. For polymerization stress, 3-way Variance Analysis (ANOVA) was used. Considering Volumetric Shrinkage, Youngs Modulus, Microhardness and Depth of Cure, one-way ANOVA was used. All ANOVA tests were followed by Tukeys test and 5% was adopted as significance level. Shrinkage stress test with 12mm3 showed SDR, TBF and XF generating the lowest stress after 300s, followed by other high viscosity composites (ADM, FBF, XB and FBP/Z3XT). The regular low viscosity composite (Z3F) generated the highest stress for all assessed times. Considering the same test, with 24mm3, after 300s, SDR, FBP and ADM generated similar stress, followed by TBF and XF. Low viscosity bulk fill composites generated lower stress than Z3F. Considering Youngs modulus, low viscosity composites (SDR, FBF, XB and Z3F) showed the lowest values, followed by ADM and TBF. The other high viscosity composites (Z3XT, FBP and XF) showed the highest values. For microhardness test, all low viscosity composites showed lower values (FBF being the lowest). For high viscosity composites, Z3XT showed the highest values, followed by XF, FBP/TBF and ADM. Assessing depth of cure, regular composites showed lower values when compared with bulk fill composites. All bulk fill composites showed adequate depth of cure over 4.5mm (microhardness 80% of initial reading). SDR and XB showed the highest depth of cure. All high viscosity bulk fill composites generated lower volumetric shrinkage than regular composites. All low viscosity bulk fill composites showed similar volumetric shrinkage when compared to the regular composites (Z3F and Z3XT). Bulk fill composites show characteristics that allow their use in larger increments (i.e. volumetric shrinkage and polymerization stress similar or lower when compared with regular composites). Nonetheless, the mechanical properties of bulk fill composites were widely variable, being important to individually assess each material previously to its clinical application. / A obtenção de restaurações adesivas previsíveis e duradouras em dentes posteriores sempre foi objetivo de estudos na área de desenvolvimento de materiais e técnicas. O uso de resinas compostas do tipo bulk fill pode possibilitar melhores resultados, porém é importante o estudo de suas propriedades físico-mecânicas, responsáveis por seus comportamentos clínicos. O objetivo do presente estudo foi o de avaliar as propriedades físicas e mecânicas das resinas bulk fill. As resinas foram divididas em 2 grupos de acordo com sua viscosidade. Para resinas de baixa viscosidade, o presente estudo avaliou: Surefill SDR flow (SDR), X-tra Base (XB), Filtek Bulk Fill Flowable (FBF) e Filtek Z350XT Flow (Z3F-controle); e, para alta viscosidade: Tetric Evo Ceram Bulk Fill (TBF), X-tra Fil (XF), Filtek Bulk Fill (FBP), Admira Fusion x-tra (ADM) e Filtek Z350 XT (Z3XT-controle). As resinas foram avaliadas em relação à tensão de polimerização (utilizando 12 e 24mm3 de resina adaptadas em um dispositivo adaptado a uma máquina de testes universal); contração volumétrica (utilizando 64mm3 de resina composta inserida em um molde de Teflon e escaneada em um micro-tomógrafo/CT), modulo de Young (através de um dispositivo de flexão em 3 pontos adaptado a uma máquina de testes universal), microdureza e profundidade de polimerização (utilizando microdureza Knoop). Todos os resultados foram avaliados em relação à homogeneidade utilizando o teste de Shapiro-Wilk. Para avaliação da tensão de polimerização, foi empregada a Análise de Variância (ANOVA) a 3 critérios. Para as analyses de contração volumétrica, Módulo de Young, microdureza e profundidade de polimerizaçao, ANOVA a um critério foi empregada. Todas as Análises de Variância foram seguidas pelo teste de Tukey e 5% foi adotado como nível de significância. A tensão de polimerização com 12mm3 demonstrou que SDR, TBF e XF geraram valores significantemente mais baixos após 300s, seguidas por outras resinas de alta viscosidade (ADM, FBF, XB e FBP/Z3XT). A resina convencional de baixa viscosidade (Z3F) gerou valores de tensão significantemente mais elevados para todos os tempos avaliados. Considerando o mesmo teste, com 24mm3, após 300s, SDR, FBP e ADM geraram valores estatisticamente inferiores, seguidas por TBF e XF. As resinas bulk fill de baixa visocidade geraram menor tensão de polimerização que a Z3F. Considerando o modulo de Young, resinas de baixa viscosidade (SDR, FBF, XB e Z3F) apresentaram valores significantemente inferiores, seguidas por ADM e TBF. As outras resinas de alta viscosidade (Z3XT, FBP e XF) apresentaram valores significantemente mais elevados. Para o teste de microdureza, todas as resinas de baixa viscosidade apresentaram valores inferiores (FBF apresentou o menor). Para as resinas de alta viscosidade, Z3XT apresentou os valores mais elevados, seguida por XF, FBP/TBF e ADM. Para profundidade de polimerização, resinas compostas convencionais apresentaram valores signifixantemente mais baixos quando comparadas com resinas bulk fill. Todas as resinas bulk fill apresentaram profundidade de polimerização adequada até pelo menos 4,5mm (microdureza 80% da leitura inicial/superfície). SDR e XB apresentaram os valores mais altos de profundidade de polimerização. Todas as resinas bulk fill de alta viscosidade geraram menor contração volumétrica que resinas compostas convencionais. Todas as resinas bulk fill de baixa viscosidade apresentaram contração volumétrica similar às resinas convencionais (Z3F e Z3XT). Resinas compostas bulk fill apresentaram características que possibilitam sua indicação para serem empregadas em grandes incrementos (contração volumétrica e tensão de polimerização similar ou inferiores às resinas convencionais, além de maior profundidade de polimerização). No entanto, as propriedades mecânicas variaram grandemente entre as resinas estudadas sendo importante uma avaliação individual de cada material previamente ao seu uso clínico.
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Estudo sobre as respostas inflamatórias em modelo experimental de artrite séptica induzida por Staphylococcus aureus e suas vesículas / Study of inflammatory responses in experimental staphylococcal septic arthritis model induced by Staphylococcus aureus and extracellular vesicles

Farah Fatima 06 March 2018 (has links)
A artrite séptica (AS), também chamada de artrite infecciosa, é uma doença inflamatória das articulações iniciada por um agente infeccioso. O agente causal mais comum da SA é Staphylococcus aureus (S. aureus). A patogênese da SA inclui uma resposta inflamatória complexa envolvendo sistema imune inato e adaptativo. As citocinas liberadas a partir de macrófagos, tais como TNF-?, IL-1? e IL-6, foram classicamente apontadas como os principais mediadores da inflamação grave que precede a destruição da cartilagem e osso e a disfunção articular permanente mediante a AS. A evidência radiológica está frequentemente presente, mas não diferencia o afrouxamento mecânico do septo das articulações. Portanto, se houver algum indício de suspeita de infecção, deve ser aspirado para avaliação microbiológica. Recentemente, as tecnologias de imagem como a micro tomografia computadorizada (?CT) foram amplamente utilizadas para modelos pré-clínicos de distúrbios articulares auto-imunes. No entanto, as características radiológicas da AS em camundongos ainda são amplamente desconhecidas. No estudo atual, os camundongos NMRI foram inoculados intravenosamente ou intra-articularmente com a cepas de S. aureus Newman ou LS-1. Os sinais radiológicos e clínicos da artrite séptica foram acompanhados durante 10 dias usando ?CT. Avaliamos as correlações entre alterações radiológicas conjuntas e sinais clínicos, alterações histológicas e níveis séricos de citocinas. Nos dias 5-7 após a infecção intravenosa, a destruição óssea verificada por ?CT tornou-se evidente na maioria das articulações infectadas. Os sinais radiológicos de destruição óssea eram dependentes da dose bacteriana. O local mais comumente afetado pela artrite séptica foi o fêmur distal nos joelhos. A destruição óssea detectada pelo ?CT foi correlacionada positivamente com alterações histológicas na artrite séptica local e hematogênica. Os níveis séricos de IL-6 foram significativamente correlacionados com a gravidade da destruição das articulações. Coletivamente, nossos dados mostram que o ?CT é um método sensível para monitorar a progressão da doença e determinar a gravidade da destruição óssea em um modelo de artrite séptica do mouse; enquanto que a IL-6 é um potencial biomarcador de destruição óssea na artrite séptica. / Extracellular vesicles (EVs) are heterogeneous population of nano- and micro-sized vesicles secreted from almost every cell type. The process of EV secretion seems to be evolutionary conserved across the species kingdoms, ranging from simple prokaryotes to higher eukaryotes including bacteria, viruses, and parasitic protozoa such as leishmania and malarial parasites, fungi, plants and animals. Recent data suggests that Staphylococcus aureus (S. aureus) bacteria secretes EVs that could mediate host-pathogen interactions. EVs have been investigated in various bacterial species which modulate the secretion of immunoregulatory molecules such as cytokines and may have key role in infection. However, their role in S. aureus septic arthritis has not been explored yet. In current study, we postulate novel perspectives for the implementation of S. aureus-derived EVs in vitro as well as in vivo model of septic arthritis. EVs derived from S. aureus were applied to stimulate mice splenocytes in vitro as well as intra-articularly and the cytokine levels were measured. Our results showed that S. aureus derived EVs potentially provoke the production of proinflammatory cytokines. TNF-?, and IL-6 were significantly elevated in splenocytes in vitro after EV-based stimulation. Moreover, NMRI mice were injected with variable doses of EVs intraarticularly and mice were observed for 10 days to examine inflammation and development of septic arthritis. Bone and cartilage destruction was assessed by histochemistry analysis to score the joint erosion. Altogether, our results demonstrate the putative role of S. aureus-derived EVs in provoking inflammation and immunological responses suggesting that these vesicles could induce and disseminate systemic immune response during the development of septic arthritis.
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Efficacy evaluation, through micro-CT, of reciprocating and rotary instruments followed by supplementary irrigant-agitation procedures in the retreatment of curved root canals / Avaliação, por meio da micro-CT, da eficácia de instrumentos reciprocantes e rotatórios seguidos por procedimentos suplementares de agitação de irrigantes no retratamento de canais radiculares curvos

Lincoln de Campos Fruchi 15 August 2018 (has links)
Endodontic retreatments are time-consuming and difficult to perform. Removing the root canal filling material of the original treatment with maximum efficiency and safety is a complex task that requires a good technique, patience and perseverance. This filling material is often contaminated and prevents access to areas of the canal harboring bacteria and remnants of necrotic tissue, especially in the isthmus region and in dentinal tubules. The aim of this study was to use micro-computed tomography to evaluate two protocols for the removal of root canal filling material from curved root canals of the mesial roots of mandibular molars using a reciprocating instrument followed by two different rotary instruments manufactured with different nickel-titanium alloys. The reduction in the volume of the filling material inside the root canals was evaluated. Assessments were also made of the influence of the glide path extension on root canal obturation, the extrusion of filling material after the use of the reciprocating instrument, the volume of filling material after retreatment and its presence in isthmus areas. In addition, the use of a solvent and the agitation of a 2% sodium hypochlorite solution using either passive ultrasonic irrigation (PUI) or a plastic instrument in reciprocating motion were evaluated. A total of 40 mesial roots of mandibular molars with a mean curvature of 25 degrees were selected. The teeth were radiographed digitally in the buccolingual and mesiodistal directions, with a digital Xray system (Schick CDR; Schick Technologies, Long Island, NY), using an exposure time of 0.16 s. This was done in order to select the teeth and then compose two groups with similar characteristics to ensure their anatomic homogeneity. Group homogeneity in terms of anatomy, root canal length, curvature angle, and Vertucci classification type II and IV were confirmed and showed that the study groups were well balanced. Two groups were defined according to the retreatment protocol adopted, namely RHPui (Reciproc + Hyflex + PUI) and RMEasy (Reciproc + Mtwo + EasyClean). The teeth were instrumented with the Reciproc R25 instrument and filled using the single-cone technique and AHPlus cement. Prior to the use of this instrument, canal patency was achieved by creating a glide path with PathFile instruments, throughout the entire extension of the canal in Group RHPui, and up to 1 mm short of the total canal length in Group RMEasy. In both groups, the original filling material was removed with the Reciproc R25 instrument. Xylene was used as a solvent in Group RHPui up to the middle third, but not in the apical area, in the later steps of instrumentation with Reciproc R25. In Group RHPui, the Hyflex 40.04 instrument, made with a CM nickeltitanium alloy, was used. After that, xylene solvent was applied for one minute in the pulp chamber, followed by passive ultrasonic irrigation (PUI) with 2% sodium hypochlorite using an irrisonic instrument, applied up to 2 mm short of the working length. In Group RMEasy, the Mtwo 40.04 instrument, made with a conventional nickeltitanium alloy, was used. Xylene solvent was also used in the pulp chamber for one minute, followed by application of a 2% sodium hypochlorite solution agitated mechanically with an EasyClean plastic instrument in reciprocating motion up to the full working length. The two groups were re-obturated using the warm vertical condensation technique, with a gutta-percha cone corresponding to the final instrument, and with AHPus cement. Micro-CT scans were performed after each procedure to evaluate the volume of the remaining material, the extrusion after the use of the reciprocating instruments, the final volume of the obturation at the end of the retreatment and the filling material volume in the isthmus area, both after the original obturation and after re-obturation. The results showed that the initial filling was significantly closer to the apical foramen in Group RHPui than in Group RMEasy, after the initial treatment. After performing the retreatment protocols, the complete removal of filling material from inside the root canals was not achieved in either study group, with no statistically significant difference (P > 0.05) between groups regarding this variable. In the intra-group evaluation, a statistically significant difference (P < 0.05) was found between the procedural steps regarding the reduction in filling material volume, both in the total canal length and at its different levels, except for the middle third after HyFlex, the cervical third after Mtwo, and the middle third after EasyClean. The volume of the final filling material was significantly higher (P < 0.05) than the volume of the original filling material in both study groups. The volume of filling material in the isthmus region was significantly higher after re-obturation in both groups (P < 0.05), and this increase was greater in the RMEasy Group. There was no statistically significant difference (P > 0.05) between groups regarding the total amount of time expended in the removal of filling material (P > 0.05), namely 209.40 s for the RHPui Group and 227.40 s for the RMEasy Group. There was also no statistically significant difference (P > 0.05) between groups regarding the volume of extruded filling material, namely 0.0258 mm3 (0 0.954) in the RHPui Group and 0.0037 mm3 (0 0.565) in the RMEasy Group. The Shapiro-Wilks, Mann-Whitney, Wilcoxon, Friedman and Dunn tests were used in the data analysis. / Os retratamentos endodônticos demandam tempo e são difíceis de serem executados. Remover o material de obturação do tratamento original com a máxima eficiência e segurança é uma tarefa complexa que necessita de técnica, paciência e perseverança. Esse material de obturação muitas vezes está contaminado, e impede o acesso às áreas do canal onde permaneceram restos de tecido necrótico e microrganismos, especialmente na região do istmo e nos túbulos dentinários. O objetivo deste trabalho foi avaliar, por meio da microtomografia computadorizada, dois protocolos de desobturação de canais radiculares curvos de raízes mesiais de molares inferiores utilizando um instrumento reciprocante seguido de dois diferentes instrumentos rotatórios fabricados com diferentes ligas metálicas de níquel-titânio. Além da redução dos volumes de material obturador no interior dos canais, foram avaliados a influência do comprimento da patência do canal radicular (glide path) na obturação, extrusão de material obturador após o uso do instrumento reciprocante Reciproc R25, o volume do material de obturação após o retratamento e a presença deste em áreas de istmo. Também foi avaliado o uso de um solvente seguido da agitação do hipoclorito de sódio a 2% com ultrassom (PUI) e com um instrumento plástico acionado em movimento reciprocante. Foram selecionadas 40 raízes mesiais de molares inferiores com curvatura média de 25 graus que foram divididos em dois grupos de forma homogênea quanto ao comprimento, à curvatura e à anatomia (classes II e IV de acordo com a classificação de Vertucci) dos canais radiculares. Os dentes foram instrumentados com o instrumento Reciproc R25 e obturados com a técnica do cone único e com cimento AHPlus. Previamente ao uso do instrumento Reciproc R25, obteve-se a patência inicial do canal, ou seja, criou-se um glide path, com os instrumentos PathFile em toda a extensão do canal no Grupo RHPui e 1 mm aquém do comprimento total do canal no Grupo RMEasy. Os dois grupos foram definidos de acordo com o protocolo de retratamento adotado, a saber, RHPui (Reciproc + Hyflex + PUI) e RMEasy (Reciproc + Mtwo + EasyClean). Nos dois grupos, a remoção do material obturador original foi realizada com o instrumento Reciproc R25, sendo que no grupo RHPui foi utilizado o solvente xilol até a proximidade do terço médio, não sendo utilizado solvente no terço apical. No Grupo RHPui, utilizouse, então, o instrumento Hyflex 40.04 feito com liga de niquel-titânio CM (control memory ou de memória controlada) e, por último, utilizou-se o solvente xilol por um minuto na câmara pulpar, seguido de irrigação ultrassônica passiva (PUI) com solução de hipoclorito de sódio a 2% utilizando o instrumento Irrisonic, até o limite de 2 mm aquém do comprimento de trabalho. No Grupo RMEasy, foi utilizado o instrumento Mtwo 40.04 fabricado com liga de níquel-titânio convencional e, a seguir, também se utilizou o solvente xilol por um minuto na câmara pulpar seguido de uma agitação mecânica do hipoclorito de sódio a 2% com o instrumento plástico EasyClean em movimento reciprocante até o limite do comprimento total de trabalho. Os dois grupos foram re-obturados com a técnica de condensação vertical aquecida com cone de guta-percha correspondente ao instrumento final e com cimento AHPus. Foram realizadas microtomografias após cada procedimento para avaliar o volume de material remanescente, a extrusão após o uso dos instrumentos reciprocantes, o volume final da obturação ao final do retratamento e o volume na área de istmo, tanto após a obturação original quanto após a re-obturação. Os resultados obtidos mostraram que, no tratamento inicial, a patência do canal (ou glidepath) realizado com instrumentos Pathfile previamente ao uso dos instrumentos Reciproc R25 possibilitou que a obturação dos canais atingisse um limite significativamente (P < 0,05) mais próximo ao forame apical no grupo RHPui, onde o glidepath foi realizado em toda a extensão do canal. Em relação aos diferentes protocolos de retratamento, não houve remoção completa do material obturador do interior dos canais nos dois grupos estudados em todos os níveis avaliados, sem diferença estatisticamente significativa (P > 0,05) entre os grupos com relação a essa variável. Na avaliação intragrupo, houve uma diferença estatisticamente significativa (P < 0,05) entre os passos do procedimento em relação à redução do volume de material obturador, tanto na extensão total do canal, quanto nos seus diferentes níveis, com exceção do terço médio após o Hyflex, no terço cervical após o Mtwo e no terço médio após o EasyClean. O volume do material obturador final foi significativamente maior (P < 0,05) do que o volume do material obturador original, nos dois grupos estudados. O volume de material obturador na região do istmo foi significativamente maior (P < 0,05) após a re-obturação nos dois grupos, sendo significativamente maior (P < 0,05) no grupo RMEasy do que no grupo RHPui. Não houve diferença estatística (P > 0,05) entre os grupos com relação ao tempo total despendido na remoção do material obturador (P > 0,05), sendo 209,40 s para o Grupo RHPui e 227,40 s para o Grupo RMEasy. Não houve diferença estatística (P > 0,05) entre os grupos com relação ao volume da extrusão de material obturador, sendo 0,0258 mm3 (0 0,954) no Grupo RHPui e 0,0037 mm3 (0 0,565) no Grupo RMEasy. Os testes de Shapiro-Wilks, Mann- Whitney, Wilcoxon, Friedman e Dunn foram utilizados na análise dos dados.
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Estudo sobre as respostas inflamatórias em modelo experimental de artrite séptica induzida por Staphylococcus aureus e suas vesículas / Study of inflammatory responses in experimental staphylococcal septic arthritis model induced by Staphylococcus aureus and extracellular vesicles

Fatima, Farah 06 March 2018 (has links)
A artrite séptica (AS), também chamada de artrite infecciosa, é uma doença inflamatória das articulações iniciada por um agente infeccioso. O agente causal mais comum da SA é Staphylococcus aureus (S. aureus). A patogênese da SA inclui uma resposta inflamatória complexa envolvendo sistema imune inato e adaptativo. As citocinas liberadas a partir de macrófagos, tais como TNF-?, IL-1? e IL-6, foram classicamente apontadas como os principais mediadores da inflamação grave que precede a destruição da cartilagem e osso e a disfunção articular permanente mediante a AS. A evidência radiológica está frequentemente presente, mas não diferencia o afrouxamento mecânico do septo das articulações. Portanto, se houver algum indício de suspeita de infecção, deve ser aspirado para avaliação microbiológica. Recentemente, as tecnologias de imagem como a micro tomografia computadorizada (?CT) foram amplamente utilizadas para modelos pré-clínicos de distúrbios articulares auto-imunes. No entanto, as características radiológicas da AS em camundongos ainda são amplamente desconhecidas. No estudo atual, os camundongos NMRI foram inoculados intravenosamente ou intra-articularmente com a cepas de S. aureus Newman ou LS-1. Os sinais radiológicos e clínicos da artrite séptica foram acompanhados durante 10 dias usando ?CT. Avaliamos as correlações entre alterações radiológicas conjuntas e sinais clínicos, alterações histológicas e níveis séricos de citocinas. Nos dias 5-7 após a infecção intravenosa, a destruição óssea verificada por ?CT tornou-se evidente na maioria das articulações infectadas. Os sinais radiológicos de destruição óssea eram dependentes da dose bacteriana. O local mais comumente afetado pela artrite séptica foi o fêmur distal nos joelhos. A destruição óssea detectada pelo ?CT foi correlacionada positivamente com alterações histológicas na artrite séptica local e hematogênica. Os níveis séricos de IL-6 foram significativamente correlacionados com a gravidade da destruição das articulações. Coletivamente, nossos dados mostram que o ?CT é um método sensível para monitorar a progressão da doença e determinar a gravidade da destruição óssea em um modelo de artrite séptica do mouse; enquanto que a IL-6 é um potencial biomarcador de destruição óssea na artrite séptica. / Extracellular vesicles (EVs) are heterogeneous population of nano- and micro-sized vesicles secreted from almost every cell type. The process of EV secretion seems to be evolutionary conserved across the species kingdoms, ranging from simple prokaryotes to higher eukaryotes including bacteria, viruses, and parasitic protozoa such as leishmania and malarial parasites, fungi, plants and animals. Recent data suggests that Staphylococcus aureus (S. aureus) bacteria secretes EVs that could mediate host-pathogen interactions. EVs have been investigated in various bacterial species which modulate the secretion of immunoregulatory molecules such as cytokines and may have key role in infection. However, their role in S. aureus septic arthritis has not been explored yet. In current study, we postulate novel perspectives for the implementation of S. aureus-derived EVs in vitro as well as in vivo model of septic arthritis. EVs derived from S. aureus were applied to stimulate mice splenocytes in vitro as well as intra-articularly and the cytokine levels were measured. Our results showed that S. aureus derived EVs potentially provoke the production of proinflammatory cytokines. TNF-?, and IL-6 were significantly elevated in splenocytes in vitro after EV-based stimulation. Moreover, NMRI mice were injected with variable doses of EVs intraarticularly and mice were observed for 10 days to examine inflammation and development of septic arthritis. Bone and cartilage destruction was assessed by histochemistry analysis to score the joint erosion. Altogether, our results demonstrate the putative role of S. aureus-derived EVs in provoking inflammation and immunological responses suggesting that these vesicles could induce and disseminate systemic immune response during the development of septic arthritis.
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Estudo de porosidade por processamento de imagens aplicada a patologias do concreto / Computer vision system for identification of alkali aggregate in concrete image

Rodrigo Erthal Wilson 11 August 2015 (has links)
A reação álcali-agregado - RAA é uma patologia de ação lenta que tem sido observada em construções de concreto capaz de comprometer suas estruturas. Sabe-se que a reação álcali-agregado é um fenômeno bastante complexo em virtude da grande variedade de rochas na natureza que são empregadas como agregados no preparo do concreto, podendo cada mineral utilizado afetar de forma distinta a reação ocorrida. Em função dos tipos de estrutura, das suas condições de exposição e dos materiais empregados, a RAA não se comporta sempre da mesma forma, em virtude disto a pesquisa constante neste tema é necessária para o meio técnico e a sociedade. Pesquisas laboratoriais, empíricas e experimentais tem sido rotina em muitos dos estudos da RAA dada ainda à carência de certas definições mais precisas a respeito dos métodos de ensaio, mas também em função da necessidade do melhor conhecimento dos materiais de uso em concretos como os agregados, cimentos, adições, aditivos entre outros e do comportamento da estrutura. Embora técnicas de prevenção possam reduzir significativamente a incidência da RAA, muitas estruturas foram construídas antes que tais medidas fossem conhecidas, havendo no Brasil vários casos de estruturas afetadas, sendo custosos os reparos dessas estruturas. Em estudos recentes sobre o tamanho das partículas de álcali-agregado e sua distribuição foi concluído que o tamanho do agregado está relacionado com o potencial danoso da RAA. Existem ainda indícios de que o tamanho e a distribuição dos poros do concreto também sejam capazes de influenciar o potencial reativo do concreto. Neste trabalho desenvolvemos um Sistema de Visão Artificial (SVA) que, com o uso de técnicas de Processamento de Imagens, é capaz de identificar em imagens de concreto, agregado e poros que atendam em sua forma, às especificações do usuário, possibilitando o cálculo da porosidade e produzindo imagens segmentadas à partir das quais será possível extrair dados relativos à geometria desses elementos. Serão feitas duas abordagens para a obtenção das imagens, uma por Escâner Comercial, que possui vantagens relacionadas à facilidade de aquisição do equipamento, e outra por micro tomógrafo. Uma vez obtidas informações sobre as amostras de concreto, estas podem ser utilizadas para pesquisar a RAA, comparar estruturas de risco com estruturas antigas de forma a melhorar a previsão de risco de ocorrência, bem como serem aplicadas a outras no estudo de outras patologias do concreto menos comuns no nosso país, como o efeito gelo/degelo. / The alkali-aggregate reaction - RAA is a condition of slow action that has been observed in concrete constructions that could affect their structures. It is known that the alkali-aggregate reaction is a very complex phenomenon because of the great variety of rocks in nature that are used as aggregates for concrete, and each mineral used differently affects the reaction occurred. Depending on the type of structure, its exposure conditions and the materials used, this phenomenon does not always behaves the same way, because of this, constant research in this area is needed for the technical means and the society. Laboratory, empirical and experimental research has been routine in many of the RAA studies still given the lack of certain more precise definitions concerning the testing methods, but also because of the need for better understanding of the use of materials in concrete as aggregate, cement, additions, additives etc. and structure behavior. Prevention techniques could significantly reduce the incidence of RAA. Still, many structures were built before such measures were known, several cases of affected structures were discovered in Brazil, all with large spending on repairs of the affected structures. In recent studies on the particle size of the alkaliaggregate and its distribution was concluded that the aggregate size is related to the damaging potential of the RAA. There are also indications that the size and distribution of concrete pores are also capable of influencing the reactive potential of the concrete. In the present work we developed an Artificial Vision System ( VAS ) that uses image processing techniques to identify aggregate and pores in hardened concrete images, enabling the calculation of porosity and producing segmented images that can be used to investigate data about the geometry of these elements. Were made two approaches for obtaining the images, one by Scanner Commercial, which has related advantages will ease the acquisition of equipment, and other micro CT scanner. Once obtained information on the concrete samples, these can be used to search the AAR compared risk structures with old structures so as to enhance the occurrence of risk prediction, as well as be applied to other concrete in the study of other pathologies less common in our country, as ice effect / thaw.
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Estudo de porosidade por processamento de imagens aplicada a patologias do concreto / Computer vision system for identification of alkali aggregate in concrete image

Rodrigo Erthal Wilson 11 August 2015 (has links)
A reação álcali-agregado - RAA é uma patologia de ação lenta que tem sido observada em construções de concreto capaz de comprometer suas estruturas. Sabe-se que a reação álcali-agregado é um fenômeno bastante complexo em virtude da grande variedade de rochas na natureza que são empregadas como agregados no preparo do concreto, podendo cada mineral utilizado afetar de forma distinta a reação ocorrida. Em função dos tipos de estrutura, das suas condições de exposição e dos materiais empregados, a RAA não se comporta sempre da mesma forma, em virtude disto a pesquisa constante neste tema é necessária para o meio técnico e a sociedade. Pesquisas laboratoriais, empíricas e experimentais tem sido rotina em muitos dos estudos da RAA dada ainda à carência de certas definições mais precisas a respeito dos métodos de ensaio, mas também em função da necessidade do melhor conhecimento dos materiais de uso em concretos como os agregados, cimentos, adições, aditivos entre outros e do comportamento da estrutura. Embora técnicas de prevenção possam reduzir significativamente a incidência da RAA, muitas estruturas foram construídas antes que tais medidas fossem conhecidas, havendo no Brasil vários casos de estruturas afetadas, sendo custosos os reparos dessas estruturas. Em estudos recentes sobre o tamanho das partículas de álcali-agregado e sua distribuição foi concluído que o tamanho do agregado está relacionado com o potencial danoso da RAA. Existem ainda indícios de que o tamanho e a distribuição dos poros do concreto também sejam capazes de influenciar o potencial reativo do concreto. Neste trabalho desenvolvemos um Sistema de Visão Artificial (SVA) que, com o uso de técnicas de Processamento de Imagens, é capaz de identificar em imagens de concreto, agregado e poros que atendam em sua forma, às especificações do usuário, possibilitando o cálculo da porosidade e produzindo imagens segmentadas à partir das quais será possível extrair dados relativos à geometria desses elementos. Serão feitas duas abordagens para a obtenção das imagens, uma por Escâner Comercial, que possui vantagens relacionadas à facilidade de aquisição do equipamento, e outra por micro tomógrafo. Uma vez obtidas informações sobre as amostras de concreto, estas podem ser utilizadas para pesquisar a RAA, comparar estruturas de risco com estruturas antigas de forma a melhorar a previsão de risco de ocorrência, bem como serem aplicadas a outras no estudo de outras patologias do concreto menos comuns no nosso país, como o efeito gelo/degelo. / The alkali-aggregate reaction - RAA is a condition of slow action that has been observed in concrete constructions that could affect their structures. It is known that the alkali-aggregate reaction is a very complex phenomenon because of the great variety of rocks in nature that are used as aggregates for concrete, and each mineral used differently affects the reaction occurred. Depending on the type of structure, its exposure conditions and the materials used, this phenomenon does not always behaves the same way, because of this, constant research in this area is needed for the technical means and the society. Laboratory, empirical and experimental research has been routine in many of the RAA studies still given the lack of certain more precise definitions concerning the testing methods, but also because of the need for better understanding of the use of materials in concrete as aggregate, cement, additions, additives etc. and structure behavior. Prevention techniques could significantly reduce the incidence of RAA. Still, many structures were built before such measures were known, several cases of affected structures were discovered in Brazil, all with large spending on repairs of the affected structures. In recent studies on the particle size of the alkaliaggregate and its distribution was concluded that the aggregate size is related to the damaging potential of the RAA. There are also indications that the size and distribution of concrete pores are also capable of influencing the reactive potential of the concrete. In the present work we developed an Artificial Vision System ( VAS ) that uses image processing techniques to identify aggregate and pores in hardened concrete images, enabling the calculation of porosity and producing segmented images that can be used to investigate data about the geometry of these elements. Were made two approaches for obtaining the images, one by Scanner Commercial, which has related advantages will ease the acquisition of equipment, and other micro CT scanner. Once obtained information on the concrete samples, these can be used to search the AAR compared risk structures with old structures so as to enhance the occurrence of risk prediction, as well as be applied to other concrete in the study of other pathologies less common in our country, as ice effect / thaw.

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