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O uso de agentes condroprotetores em osteoartrite da articulação temporomandibular: revisão sistemática

Lombardo, Eduardo Madruga January 2016 (has links)
Made available in DSpace on 2018-05-09T12:03:28Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000488692-Texto+Confidencial-0.pdf: 320476 bytes, checksum: cb65aac813661fdecfd42259f8776e29 (MD5) Previous issue date: 2016
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Comparação da função muscular, marcha e funcionalidade entre idosas com e sem osteoartrite de joelho

Wolf, Renata January 2015 (has links)
Orientador : Prof. Dr. Paulo Cesar Barauce Bento / Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Educação Física. Defesa: Curitiba, 20/03/2015 / Inclui referências : f. 68-81 / Área de concentração: Exercício e esporte / Resumo: O objetivo deste estudo foi avaliar e comparar a função muscular, a marcha e a funcionalidade entre idosas com diagnóstico de osteoartrite de joelho e idosas assintomáticas. Trinta idosas voluntárias do estudo foram alocadas em dois grupos, o grupo osteoartrite (GOA) (n=16, 66,9±5,5 anos, 74,7±10 kg, 1,57±0,09 m) e o grupo assintomático (GAS) (n=14, 68,8±5,8 anos, 68,9±10,5 kg, 1,58±0,06 m). A função muscular foi avaliada pelo pico de torque (PT) e da taxa de desenvolvimento de torque (TDT) nas velocidades de 60º/s e 180º/s por meio de um dinamômetro isocinético. A análise cinemática e cinética da marcha foi realizada por um sistema tridimensional dos membros inferiores e de uma plataforma de força. A funcionalidade foi avaliada com a bateria de testes funcionais Short Physical Performance Battery (SPPB), do Timed Up and Go Test (TUG) e do Teste de Caminhada de 6 Minutos (TC6). A qualidade de vida foi avaliada pelo questionário de saúde geral (SF-36) para ambos os grupos e do Western Ontario and McMaster Universities Osteoarthritis Index (WOMAC), somente para o GOA. O Teste t-Student foi aplicado para comparar as médias das variáveis de distribuição normal entre os grupos e entre o membro inferior sintomático e assintomático do grupo com osteoartrite. O teste U de Mann-Whitney foi aplicado na variável discreta SF-36. Os dados do questionário WOMAC foram apresentados por mediana e intervalo interquartil. Foi utilizada a correlação de Pearson para correlacionar as variáveis PT e TDT com as variáveis cinemáticas e cinéticas da marcha e com a funcionalidade, além de correlacionar o deslocamento angular do joelho e a cinética. Os testes estatísticos assumiram significância de p<0,05. O PT foi menor para o GOA em relação ao GAS nas duas velocidades (p<0,05), porém não houve diferença na TDT entre os grupos nas duas velocidades (p>0,05). Foram encontradas diferenças entre o GOA e o GAS nas variáveis espaço-temporais da marcha (p<0,05). O deslocamento angular do joelho e a força de reação do solo vertical não diferiram entre os grupos (p>0,05). O GOA apresentou pior desempenho funcional em todos os testes quando comparado ao GAS (p>0,05). A qualidade de vida foi pior para o GOA nos domínios de capacidade funcional, limitações de aspectos físicos, dor e saúde mental do questionário SF-36 (p<0,05). O PT e a TDT nas duas velocidades foram menores no membro inferior sintomático em relação ao assintomático do GOA (p<0,05). O deslocamento angular do joelho e a força de reação do solo vertical não diferiram entre o membro inferior sintomático e assintomático do GOA (p>0,05). Não foi identificada correlação entre as variáveis espaço-temporais da marcha e o PT e a TDT no GOA (p>0,05), porém no GAS houve correlação entre a TDT na velocidade de 180º/s com as variáveis espaço-temporais da marcha (p<0,05) Não houve correlação entre o PT e a TDT e a funcionalidade nos dois grupos testados (p>0,05). Não foi observada correlação entre o deslocamento angular do joelho e o pico da força de reação solo em ambos os grupos (p>0,05). Portanto, as idosas com osteoartrite de joelho leve a moderada apresentaram declínio na função muscular, na marcha e na funcionalidade quando comparadas às idosas assintomáticas para a doença. Além disso, as idosas com osteoartrite de joelho apresentaram assimetria de função muscular entre o membro sintomático e assintomático. / Abstract: The aim of this study was to compare muscular function, gait parameters and physical function in older women with knee osteoarthritis and asymptomatic for this disease. Thirty older women were allocated in two groups, the osteoarthritis group (GOA) (n=16, 66,9±5,5 years, 74,7±10 kg, 1,57±0,09 m) and the asymptomatic group (GAS) (n=14, 68,8±5,8 years, 68,9±10,5 kg, 1,58±0,06 m). The muscular function was evaluated with an isokinetic dynamometer at the velocities of 60º/s and 180º/s of both legs. The kinematic and kinetic analysis of gait was made with a threedimensional system and a force platform. Physical function was assessed by a battery of functional tasks Short Physical Performance Battery (SPPB), the Timed Up and Go Test (TUG) and 6-minute Walking Test (TC6). Quality of life was measured with an questionnaire about general healthy in both groups and a the Western Ontario and McMaster Universities Osteoarthritis Index (WOMAC) was applied only for GOA. T-student's test was applied to compare muscular function, gait variables and physical function between groups and between the symptomatic and asymptomatic limb. Mann-Whitney U test was applied for SF-36. WOMAC data were presented as median and interquartile range. Pearson's correlation was used to correlate PT and TDT with gait parameters and physical function, knee angular displacement with ground reaction force. PT at both velocities were different between groups (p<0,05), however TDT was not different between GOA and GAS (p>0.05). Differences between GOA and GAS were found in all gait parameters (p<0,05). Knee angular displacement and ground reaction force were not different between groups (p>0,05). The GOA presented worst physical function in all tests compared with GAS (p<0,05). Quality of life was worst for GOA in four domains of SF-36 questionnaire (p<0,05). PT and TDT in both velocities were smaller on the symptomatic limb of GOA (p<0,05). Knee angular displacement and ground reaction force did not differ between the symptomatic and asymptomatic limb (p>0,05). There was no correlations between PT and TDT with gait parameters in GOA (0>0,05), however there were correlations between TDT at both velocities and gait parameter in GAS (p<0,05). There was no correlation between PT and TDT and physical function for both groups (p>0,05). There was no correlation between knee angular displacement and ground reaction force for both groups (p>0,05). Therefore, older women with mild to moderate knee osteoarthritis showed decline in muscle function, gait and physical function when were compared to older women asymptomatic for the disease, also older women with knee osteoarthritis showed asymmetry between the symptomatic and asymptomatic limb.
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Tradução e validação do questionário de qualidade de vida específico para osteoartrose WOMAC (Western Ontario McMaster Universities) para a língua portuguesa / Translation and validation of the specific quality of life questionnaire for osteoarthritis WOMAC (Western Ontario McMaster Universities) for portuguese language

Fernandes, Marcus Ivanovith [UNIFESP] January 2003 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-12-06T23:03:51Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2003 / BV UNIFESP: Teses e dissertações
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Terapia celular autóloga para lesões osteo-condrais : estudo em um modelo animal em coelhos

Melendez, Matias Eliseo January 2006 (has links)
Resumo não disponível.
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Osteoartrite experimental efeito analgésico e condroprotetor de um polissacarídeo de elevado peso molecular / Experimental osteoarthritis analgesic effect and condroprotetor of a high molecular weight polysaccharide

Silva, Christine Maria Muniz 28 November 2016 (has links)
SILVA, C. M. M. Osteoartrite experimental efeito analgésico e condroprotetor de um polissacarídeo de elevado peso molecular. 2016. 71 f. Dissertação (Mestrado em Cirurgia) - Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2016. / Submitted by Erika Fernandes (erikaleitefernandes@gmail.com) on 2017-03-22T11:43:21Z No. of bitstreams: 1 2017_dis_cmmsilva.pdf: 5834915 bytes, checksum: f0dbc8863a8b488136b2676183995123 (MD5) / Approved for entry into archive by Erika Fernandes (erikaleitefernandes@gmail.com) on 2017-03-22T11:43:29Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2017_dis_cmmsilva.pdf: 5834915 bytes, checksum: f0dbc8863a8b488136b2676183995123 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-03-22T11:43:29Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2017_dis_cmmsilva.pdf: 5834915 bytes, checksum: f0dbc8863a8b488136b2676183995123 (MD5) Previous issue date: 2016-11-28 / Osteoarthritis is the leading cause of joint pain in the world. Although there are many treatment modalities, there is no drug able to reduce or recover structural damage. With the purpose of investigate if a protein-free guar gum (DGG) polyssacharide could promote chondral protection and or analgesic effects from osteoarthritis, even after molecular modifications, it was oxidized (DGGOX) or sulfated (DGGSU) by insertion of new groups in C-6 (manose) and C-6 (galactose), for DGGOX and DGGSU, respectively. Pain and chondral damage were evaluated. The new molecules were tested to confirm its alterations. Then, rats were subjected to anterior cruciate ligament transection (ACLT) of the rigth knee, were submted to a treatment with intraarticular 100 µg DGG, DGGOX or DGGSU solutions and saline. The joint pain was evaluated using the articular incapacitation test, at days 4–7 after ACLT and joint damage was assessed using histology and biochemistry as the chondroitin sulfate (CS) content of cartilage. The molar mass of CS samples was obtained by comparing their relative electrophoretic mobility to standard CS. Another two groups that were done to investigate joint damage, undergone ACLT, received a solution of 100µg DGG or saline weekly, from days 7 to 70. DGG administration, but not DGGOX or DGGSU, significantly inhibited joint pain. DGG significantly reversed the increase in CS, its reduced electrophoretic mobility, and histological changes following ACLT, as compared to vehicle. Structural integrity accounts for DGG benefits in experimental osteoarthritis. / Osteoartrite é a principal causa de dor articular no mundo. Embora existam diversas modalidades terapêuticas, ainda não há uma droga capaz de reduzir ou recuperar os danos estruturais causados pela doença. Com o objetivo de investigar se um polissarídeo de goma guar (GG) desproteinado (DGG) promoveria analgesia e ou obteria efeito de minimização nas alterações da cartilagem decorrentes da osteoartrite, mesmo após alteração molecular. A DGG foi oxidado (DGGOX) ou sulfatado (DGGSU) através da inserção de novos grupos no C6 da manose ou C6 da galactose para se obter oxidação e sulfatação, respectivamente. As novas moléculas foram submetidas a testes químicos a fim de confirmar suas modificações. A seguir, foram avaliados quanto a dois parâmetros: dor e dano condral. Então, ratos, que foram submetidos a um modelo experimental de osteoartrite através da transecção do ligamento cruzado anterior (TLCA) do joelho direito, foram tratados por via intraarticular com salina ou com uma solução de 100µg de DGG, DGGOX ou DGGSU. Para inferir dor, usou-se o teste de incapacitação articular entre 4 e 7 dias após a TLCA e para estimar o dano estrutural foi feito histologia e bioquímica através da quantificação do sulfato de condroitina (CS) na cartilagem. A avaliação da massa molar do CS das amostras foi feita comparando sua mobilidade eletroforética relativa com um padrão de CS. Nos grupos destinados a investigação do grau de lesão articular, submetidos à TLCA, os animais receberam uma solução de 100µg DGG ou salina semanalmente do dia 7 ao dia 70. A administração de DGG promoveu analgesia significante, ao passo que DGGOX e DGGSU não promoveram analgesia. O tratamento com DGG reverteu significantemente o aumento de CS, restarando a mobilidade eletroforética similar à normal do CS e preveniu as alterações histológicas secundárias à TLCA, quando comparado ao grupo tratado com salina. Em coclusão, podemos dizer que o efeito terapêutico obtido pelo composto DGG em osteoartrite experimental depende da estrutura da molécula.
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Padronização do modelo de incapacitação articular induzida por monoiodoacetado de sódio para estudo pré-clínico da osteoartrite

Mascarin, Lucas Zanon January 2015 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Farmacologia, Florianópolis, 2015. / Made available in DSpace on 2015-10-27T03:08:16Z (GMT). No. of bitstreams: 1 335766.pdf: 4587257 bytes, checksum: ad3fb1ce878cd48c0f53eee0e52e1f93 (MD5) Previous issue date: 2015 / A osteoartrite (OA) é uma doença crônica e gradativa queacomete as articulações, resultando em sensação dolorosa eperda gradativa das funções articulares. Muitas linhas depesquisa procuram avaliar experimentalmente as alteraçõesnociceptivas decorrentes desta patologia. Porém, não abordam aprincipal complicação que é a incapacitação articular. Nopresente estudo a OA foi induzida por duas injeções deMonossódio Iodoacetato (MIA; 3 mg) no joelho direito de ratosseparadas por um intervalo de 3 dias e a incapacitação articularfoi mensurada através do tempo de elevação de pata (TEP; s)durante o período de 1 minuto de caminhada estimulada, emseções diárias. Paralelamente, a sensibilidade plantar ao testede von Frey, bem como analise comportamental visual desessões registradas em vídeo, foram também realizadas . O MIAevocou incapacitação por 5 dias (P < 0,05), acompanhado deaumento do diâmetro articular (DA), enquanto o limiar de reaçãoao teste de von Frey persistiu baixo por 15 dias (P < 0,05). Aanálise do TEP demonstrou-se valida também na avaliação dedrogas clássicas para o tratamento da OA. A administraçãosistêmica única de Morfina (3 mg/kg) reverteu a incapacitação ,porém a aplicação intratecal (37 nmol) teve um efeito maisduradouro (P < 0,05). Administração sistêmica de Diclofenaco,reverteu a incapacitação por 24 horas aproximadamente (10 e 30mg/kg). Nenhum dos tratamentos foram efetivos em diminuir oDA. Esses resultados sugerem que o teste de incapacitaçãoarticular é eficaz na mensuração da ação de medicamentosneste aspecto da lesão articular evocada pelo MIA.<br> / Abstract : Osteoarthritis (OA) is a chronic and gradual disease that affectsthe joints, resulting in soreness and gradual loss of joint function.Many lines of research aimed to experimentally evaluate thenociceptive alterations in such condition, however, they usuallydo not address the main complication that is the articularincapacitation. In the present study OA was induced by twoinjections, 3 days apart, of monosodium iodoacetate (MIA; 3 mg)in the right knee-joint of rats, and the incapacitation wasmeasured by the paw elevation time (TEP; s) in daily sessions of1-min periods of stimulated walk. In parallel, the ipsilateralplantar sensitivity to Von Frey test, and a visual behavioralanalysis of recorded sessions, were also held. MIA evokedincapacitation over 5 days (P < 0.05), accompanied by increasein the joint diameter (DA) while a low threshold response to VonFrey testing persisted for 15 days (P <0.05). The analysis of PETshowed to be sensitive for evaluating classic drugs for thetreatment of OA. A single systemic administration of morphine (3mg / kg) reversed the incapacitation, but intrathecal injection (37nmoles) had a longer lasting effect (P <0.05). Furthermore,systemic administration of diclofenac was able to reverse theincapacitation for approximately 24 hours (10 and 30 mg / kg).None of the treatments were effective in reducing the DA. Theseresults suggest that the incapacitation test can be an effectiveway to evaluate the effects of drugs in this aspect of joint damageevoked by the MIA.
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Análise farmacológica e comportamental de um modelo de osteoartrite por injeção de iodoacetato monossódico na articulação temporomandibular de ratos

Barbosa, Daniel Tiago January 2015 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Farmacologia, Florianópolis, 2015. / Made available in DSpace on 2015-11-10T03:09:51Z (GMT). No. of bitstreams: 1 335902.pdf: 2687568 bytes, checksum: e03093465c18cbe2c270a6e5604b628f (MD5) Previous issue date: 2015 / Entre as patologias que acometem a articulação temporomandibular (ATM), a doença articular degenerativa, ou osteoartrite (OA), constitui-se a mais comum. Estima-se que 10% da população mundial com idade acima de 60 anos sofre de algum tipo de dor associada à OA, sendo considerada uma doença relacionada à idade. Entre gêneros, sua prevalência apresenta proporções acima de 2:1 para mulheres. Dessa maneira, o presente trabalho teve por objetivo avaliar comportamental e farmacologicamente a eficácia do composto iodoacetato monossódico (MIA) injetado na ATM de ratos. A injeção bilateral (50 µl) de MIA foi aplicada no compartimento superior da ATM dos animais. Para avaliar alterações nociceptivas e funcionais, procederam-se testes de observação comportamental nociceptiva (OCN) e ingesta alimentar (IA). Inicialmente, realizou-se uma curva dose-resposta do MIA (doses de 0,5; 1; 2 e 3 mg) para padronização da dose capaz de reproduzir alterações nociceptivas e funcionais na articulação durante 21 dias. A dose de 0,5 mg de MIA foi a menor dose responsiva capaz de sustentar as alterações durante todo o protocolo e demonstrar características crônicas do modelo. Para validação farmacológica do modelo, tratamentos utilizando fármacos mais comuns para dor da OA temporomandibular foram realizados no sétimo dia após injeção do MIA: dexametasona (2,5; 4 e 6 mg/kg, i.p.); naproxeno (30,9 e 61,8 mg/kg, v.o.); celecoxibe (6,3; 12,6 e 25,1 mg/kg, v.o.); paracetamol (30 e 45 mg/kg, v.o.); morfina (1, 2 e 4 mg/kg, i.p.); amitriptilina (1,5 e 10,8 mg/kg, i.p.). Além destes, como proposta experimental, avaliou-se a tripsina (0,75; 1,5; 2,95 e 6 mg/kg, v.o.). Os mesmos foram testados quanto a sua capacidade analgésica nos testes de OCN e IA. Os fármacos dexametasona (4,6 mg/kg), paracetamol (30 mg/kg), morfina (4 mg/kg), amitriptilina (10,8 mg/kg) e tripsina (1,5 mg/kg) foram capazes de alterar para padrões positivos todos os comportamentos observados (coçar com a pata traseira, chacoalhar de cabeça, repousar/dormir e mastigar). Contudo, os AINES celecoxibe (12,6 mg/kg) e naproxeno (30,9 mg/kg) foram capazes de reduzir apenas o tempo do comportamento de mastigar e o número de chacoalhadas de cabeça. Em relação ao teste de IA, somente a dexametasona e o paracetamol não elevaram a quantidade de ração ingerida pelos animais. Ainda, a vagotomia subdiafragmática foi capaz de inibir a ação da tripsina (1,5 mg/kg, v.o.) sobre os testes nociceptivos, sugerindo uma relação entre nervo vago e a atividade da protease. Em suma, a injeção de MIA na ATM levou a alterações comportamentais nociceptivas, bem como prejuízo funcional da articulação durante 21 dias, além de responder à abordagem farmacológica comum da OA, revelando perfil semelhante à patologia humana e, dessa forma, constituindo-se promissor e consistente modelo para estudo da OA na ATM.<br> / Abstract : The degenerative joint disease, also known as osteoarthritis (OA), is among the most common pathologies affecting the temporomandibular joint (TMJ). Around 10% of worldwide people over 60 years suffer from some pain related to OA and, therefore, it is considered an age-related disease. Among genders, its prevalence shows ratios over 2:1 for women. Therefore, this study aimed to evaluate pharmacological and behaviorally the effectiveness of monosodium iodoacetate compound (MIA) injection into TMJ of rats. Bilateral MIA-injection (50 µl) was applied into the TMJ upper compartment. To assess nociceptive and functional changes, nociceptive behavioral observation (NBO) and food intake (FI) tests were conducted. Initially, to evaluate the lowest dose capable of reproducing joint nociceptive and functional changes, a dose-response curve (0.5, 1, 2 e 3 mg/kg) was performed throughout 21 days. MIA 0.5 mg dose was the lowest responsive dose, holding the changes throughout entire protocol and demonstrating chronic features of the model. Thus, for pharmacological validation of the MIA model as TMJ-OA inducer, the most common drugs to OA pain treatment were assessed on day 7th after MIA injection: dexamethasone (2.5, 4 e 6 mg/kg, i.p.); naproxen (30.9 e 61.8 mg/kg, p.o.); celecoxib (6.3, 12.6 e 25.1 mg/kg, p.o.); paracetamol (30 e 45 mg/kg, p.o.); morphine (1, 2 e 4 mg/kg, i.p.); amitriptyline (1.5 e 10.8 mg/kg, i.p.). Addition to these, as an experimental proposal, trypsin (0.75, 1.5, 2.95 e 6 mg/kg, p.o.) was assayed. The drugs were assessed regarding their analgesic power in the NBO and FI tests. The drugs dexamethasone (4.6 mg/kg) paracetamol (30 mg/kg), morphine (4 mg/kg), amitriptyline (10.8 mg/kg) and trypsin (1.5 mg/kg) were able to change to positive patterns all observed behaviors (scratching, head flinching, rest/sleep and chewing-like). However, NSAID celecoxib (12.6 mg/kg) and naproxen (30.9 mg/kg) were able to reduce only chewing-like behavior and the number of head flinchings. Regarding the FI test, only acetaminophen and dexamethasone did not improve the amount of food taken by animals. Furthermore, the subdiaphragmatic vagotomy was capable of inhibiting the trypsin action on nociceptive tests, suggesting a relationship between vagus nerve and trypsin activity. In summary, TMJ MIA-injection led to nociceptive behavioral changes, as well as joint functional impairment throughout 21 days, besides of answering to common pharmacological approach of OA, revealing similar profile to human pathology and, thereby, becoming a promising and consistent model for TMJ-OA study.
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Terapia celular autóloga para lesões osteo-condrais : estudo em um modelo animal em coelhos

Melendez, Matias Eliseo January 2006 (has links)
Resumo não disponível.
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Efeitos da estimulação elétrica neuromuscular sobre a inibição muscular, produção de torque, capacidade funcional e qualidade de vida de idosas com osteoartrite de joelho

Fröhlich, Matias January 2012 (has links)
A maior característica de pessoas com osteoartrite (OA) de joelho é a fraqueza muscular causada pela inibição muscular. A estimulação elétrica neuromuscular (EEN) é uma forma alternativa de tratamento. O problema da sua utilização com a população de idosos com OA é a necessidade de engajamento dos idosos em programas de reabilitação em clínicas e hospitais, o que envolveria um custo elevado com sessões de fisioterapia, transporte até o local de tratamento, além das dificuldades associadas ao deslocamento. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito de um programa domiciliar de 12 semanas de EEN sobre a inibição muscular, capacidade de produção de torque, capacidade funcional, nível de atividade física e qualidade de vida de idosas com OA de joelho. Materiais e Métodos: Oito mulheres com 64,1 ± 8 anos foram submetidas a um programa domiciliar de 12 semanas de EEN. Para a avaliação da IM foi utilizada a técnica de interpolação de abalo. Avaliouse o torque isométrico e dinâmico por meio de dianamometria isocinética. Para avaliar a capacidade funcional aplicou-se o teste Time Up-and-Go. A qualidade de vida e o nível de atividade física foram avaliados por meio dos questionários WOMAC e IPAQ, respectivamente. Todos os testes foram realizados antes e imediatamente após as 12 semanas de EEN. Resultados: Observou-se uma diminuição de 55,1% da IM após as 12 semanas de tratamento em comparação com o período pré-treinamento (p=0,028). Não foram observadas mudanças nos valores de torque isométrico nos ângulos avaliados (p=0,857) e tampouco nos torque dinâmicos nas diferentes velocidades angulares (p=0,857). Observou-se uma melhora na capacidade funcional (p=0,008) enquanto não houve diferença no nível de atividade física (p=0,871). Não houve alterações nos domínios dor (p=0,117) e rigidez (p=0,190) enquanto houve melhora na incapacidade física (p=0,049) avaliadas no questionário. Embora não tenha sido possível observar o aumento na capacidade de produção de força de idosas com OA, o programa domiciliar progressivo de fortalecimento por meio de EEN foi capaz de reduzir a IM e a incapacidade física, enquanto aumentou a capacidade funcional.
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Efeitos da estimulação elétrica neuromuscular sobre a inibição muscular, produção de torque, capacidade funcional e qualidade de vida de idosas com osteoartrite de joelho

Fröhlich, Matias January 2012 (has links)
A maior característica de pessoas com osteoartrite (OA) de joelho é a fraqueza muscular causada pela inibição muscular. A estimulação elétrica neuromuscular (EEN) é uma forma alternativa de tratamento. O problema da sua utilização com a população de idosos com OA é a necessidade de engajamento dos idosos em programas de reabilitação em clínicas e hospitais, o que envolveria um custo elevado com sessões de fisioterapia, transporte até o local de tratamento, além das dificuldades associadas ao deslocamento. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito de um programa domiciliar de 12 semanas de EEN sobre a inibição muscular, capacidade de produção de torque, capacidade funcional, nível de atividade física e qualidade de vida de idosas com OA de joelho. Materiais e Métodos: Oito mulheres com 64,1 ± 8 anos foram submetidas a um programa domiciliar de 12 semanas de EEN. Para a avaliação da IM foi utilizada a técnica de interpolação de abalo. Avaliouse o torque isométrico e dinâmico por meio de dianamometria isocinética. Para avaliar a capacidade funcional aplicou-se o teste Time Up-and-Go. A qualidade de vida e o nível de atividade física foram avaliados por meio dos questionários WOMAC e IPAQ, respectivamente. Todos os testes foram realizados antes e imediatamente após as 12 semanas de EEN. Resultados: Observou-se uma diminuição de 55,1% da IM após as 12 semanas de tratamento em comparação com o período pré-treinamento (p=0,028). Não foram observadas mudanças nos valores de torque isométrico nos ângulos avaliados (p=0,857) e tampouco nos torque dinâmicos nas diferentes velocidades angulares (p=0,857). Observou-se uma melhora na capacidade funcional (p=0,008) enquanto não houve diferença no nível de atividade física (p=0,871). Não houve alterações nos domínios dor (p=0,117) e rigidez (p=0,190) enquanto houve melhora na incapacidade física (p=0,049) avaliadas no questionário. Embora não tenha sido possível observar o aumento na capacidade de produção de força de idosas com OA, o programa domiciliar progressivo de fortalecimento por meio de EEN foi capaz de reduzir a IM e a incapacidade física, enquanto aumentou a capacidade funcional.

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