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Avaliação clínico-patológica da intoxicação crônica experimental pela Palicourea marcgravii e Palicourea aeneofusca em ovinos no Distrito Federal

Barbosa, Edson de Figueiredo Gaudêncio 06 December 2016 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Agronomia e Veterinária, Programa de Pós-Graduação em Saúde Animal, 2016. / Submitted by Fernanda Percia França (fernandafranca@bce.unb.br) on 2017-02-13T14:37:09Z No. of bitstreams: 1 2016_EdsondeFigueiredoGaudêncioBarbosa.pdf: 2841652 bytes, checksum: 06b6b7b8e4656c402686131dbabd4ddc (MD5) / Approved for entry into archive by Ruthléa Nascimento(ruthleanascimento@bce.unb.br) on 2017-03-09T14:58:49Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2016_EdsondeFigueiredoGaudêncioBarbosa.pdf: 2841652 bytes, checksum: 06b6b7b8e4656c402686131dbabd4ddc (MD5) / Made available in DSpace on 2017-03-09T14:58:49Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2016_EdsondeFigueiredoGaudêncioBarbosa.pdf: 2841652 bytes, checksum: 06b6b7b8e4656c402686131dbabd4ddc (MD5) / A Palicourea marcgravii e a Palicourea aeneofusca estão entre as principais plantas tóxicas de interesse pecuário no Brasil por causarem a morte aguda de ruminantes. Devido a elevada toxicidade dessas plantas, existem evidências que a ingestão crônica de pequenas doses seja capaz de produzir cardiotoxicidade e morte dos animais. O presente estudo avaliou o efeito tóxico da administração por até 30 dias de folhas secas de P. marcgravii e de P. aeneofusca para ovinos na dose de 0,05g/kg de peso vivo. As principais alterações clínicas nos animais intoxicados pelas plantas foram anorexia, apatia, taquicardia, taquipnéia, tremores musculares, relutância em andar e pulso jugular positivo. Esses animais apresentaram áreas de palidez, congestão e hemorragia no miocárdio com vários focos de necrose de cardiomiócitos. Nos rins e sistema nervoso, foram detectadas alterações degenerativo-necróticas no epitélio tubular e neuronal respectivamente. As alterações observadas em animais intoxicados cronicamente por Palicourea marcgravii e a Palicourea aeneofusca demonstram quadro clínico-patológico distinto da forma aguda da intoxicação, que deve ser considerado no diagnóstico das enfermidades de ruminantes criados extensivamente. / Palicourea marcgravii and Palicourea aeneofusca are among the principal toxic plants of cattle interest in Brazil because they cause the acute death of ruminants. Due to the high toxicity of these plants, there is evidence that chronic ingestion of small doses is capable of producing cardiotoxicity and death of the animals. The present study evaluated the toxic effect of up to 30 days of dry leaves of P. marcgravii and P. aenefusca on sheep at a dose of 0.05 g / kg body weight. The main clinical alterations in the animals intoxicated by the plants were anorexia, apathy, tachycardia, tachypnea, muscle tremors, reluctance to walk and positive jugular pulse. These animals presented areas of pallor, congestion and hemorrhage in the myocardium with various foci of cardiomyocyte necrosis. In the kidneys and nervous system, degenerative-necrotic changes were detected in the tubular and neuronal epithelium, respectively. The changes observed in chronically intoxicated animals by Palicourea marcgravii and Palicourea aenefusca demonstrate a clinico-pathological picture distinct from the acute form of intoxication, which should be considered in the diagnosis of ruminant diseases created extensively.
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Características Epidemiológicas e Clínicas das Intoxicações Provocadas por Espécies Vegetais em Seres Humanos no Estado de Pernambuco - Brasil

BALTAR, Solma Lúcia Souto Maior de Araújo 15 February 2013 (has links)
Submitted by Daniella Sodre (daniella.sodre@ufpe.br) on 2015-04-15T15:18:14Z No. of bitstreams: 2 Tese SOLMA BALTAR.pdf: 6047755 bytes, checksum: 96834aa7ed174c77d9c98e452502c4f1 (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-04-15T15:18:14Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Tese SOLMA BALTAR.pdf: 6047755 bytes, checksum: 96834aa7ed174c77d9c98e452502c4f1 (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) Previous issue date: 2013-02-15 / As intoxicações por espécies vegetais são motivo de atendimentos médicos emergenciais, tornando-se um problema de saúde pública em Pernambuco. Face à escassez de informações clínico-epidemiológicas que possam auxiliar no diagnóstico, tratamento e/ou prevenção das mesmas, este estudo teve como objetivos: i) identificar e catalogar as espécies vegetais tóxicas relatadas nos prontuários médicos do Centro de Assistência Toxicológica de Pernambuco (CEATOX) de 1992 a 2009; ii) verificar as características epidemiológicas e clínicas das intoxicações humanas ocasionadas por essas espécies e, iii) investigar os aspectos clínicos destas intoxicações relacionando os compostos bioativos presentes e a parte tóxica das espécies utilizadas. O estudo é transversal, retrospectivo, com abordagem quantitativa e descritiva, sendo o protocolo experimental aprovado pelo Comitê de Ética do Hospital da Restauração (HR-PE). Para elaboração do artigo 1, considerou-se a amostragem total das intoxicações (214 casos) e para o artigo 2, apenas as famílias de maior ocorrência (140 casos). De acordo com os prontuários analisados no CEATOX, foram identificados 214 casos de intoxicação por plantas tóxicas no Estado de Pernambuco. Estas plantas foram catalogadas e distribuídas em 10 famílias botânicas (Apocynaceae, Araceae, Caesalpiniaceae, Cucurbitaceae, Euphorbiaceae, Poaceae, Leguminosae, Oxalidaceae, Moraceae, Solanaceae) e 24 espécies. Dentre estas, destacaram-se as Araceae (35,98%) - Dieffenbachia amoena Bull.; Calocasia antiquorum L.; Aglaonema commutatum Schott; Anthurium andraeanum L.; Zantedeschia aethiopica L. Spreng e Caladium bicolor Schott; Euphorbiaceae (23,83%)- Jatropha curcas L.; Jatropha gossypiifolia L.; Euphorbia tirucalli L.; Euphorbia millii L.; Ricinus communis L. e Manihot esculenta Crantz, seguida das Solanaceae (5,60%) – (Nicotiana glauca Graham; Brugmansia suaveolens (Willd.) Bercht. & J. Presl. As subnotificações representaram 13,08% dos casos investigados. As características epidemiológicas e clínicas dos pacientes revelaram predomínio de intoxicação no sexo feminino (52,34%), na faixa etária entre 1 a 4 anos (42,52%). Os acidentes ocorreram predominantemente em residências (72,90%) situadas na área urbana (74,30%) da região metropolitana do Recife. A maioria das intoxicações ocorreu nos meses de fevereiro, agosto e outubro, motivados pelo uso de plantas tóxicas em brincadeiras infantis (55,14%), com intenção terapêutica (18,23%), tentativa de aborto (9,81%) e de suicídio (6,07%) e alimentícia (7,94%). Os sintomas clínicos revelaram necessidade de internação (85,94%) e de observação clínica (45,31%) para os pacientes. De acordo com o Protocolo de Urgência e Emergência consultado, a maioria das intoxicações foi classificada como aguda moderada (66,35%) e os pacientes evoluíram para cura. Em crianças, dentre as manifestações clínicas geradas pela ingestão de folhas e caules de D.amoena constatou-se: náusea, diarreia e edema de lábio e língua e por frutos e folhas de J.curcas e raiz de M.esculenta, dor abdominal, vômito e diarreia. Os resultados gerados a partir deste estudo representaram as primeiras informações clínico-epidemiológicas a serem publicadas referentes às intoxicações causadas por espécies vegetais, em Pernambuco.
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Etnobotânica nordestina: plantas medicinais da comunidade Muribeca ( Jaboatão dos Guararapes PE, Brasil)

Lopes de Oliveira, Gisele January 2007 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T15:06:38Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo4854_1.pdf: 817793 bytes, checksum: ee9074ad94f148b7e994cd972ea956b2 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2007 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / Na comunidade Muribeca, localizada na periferia de Jaboatão dos Guararapes-PE, efetuou-se um estudo sobre o conhecimento tradicional junto a dois grupos conhecedores de plantas medicinais, seis moradoras que possuem treinamento sobre o uso e manipulação das plantas e 20 moradores, sem treinamento, indicados através da técnica Bola de Neve. Durante 10 meses foram realizadas entrevistas semi-estruturadas e conversas informais junto às seis mulheres que compõem o Centro de Saúde Alternativa de Muribeca (CESAM), importante ponto de apoio à saúde primária da população local, com tratamento de doenças a partir de plantas, e com os 20 moradores da comunidade. São cultivadas no CESAM 44 espécies medicinais, distribuídas em 29 famílias, destacando-se Lamiaceae (8 spp.) e Asteraceae (6 spp.). Dezenove espécies são manipuladas e comercializadas como fitoterápicos. As plantas citadas na maioria (25) são originárias da América Tropical ou América do Sul e apenas 12 são nativas do Brasil. Os usos mais relatados estão relacionados aos sistemas respiratório, gastrintestinal e nervoso. Petiveria alliacea L. (2,0) e Ocimum selloi Benth. (1,6) apresentaram os maiores valores de Importância Relativa. Dez espécies foram indicadas como tóxicas se não usadas corretamente; destas, Xanthosoma sagittifolium Schoot (Araceae) e Laportea aestuans (L.) Chew. (Urticaceae), utilizadas na prevenção e tratamento de doenças dos ossos, como a osteoporose, foram selecionadas para analisar a concentração de cálcio livre (Ca++), a fim de confirmar a indicação popular. As entrevistadas relataram as formas de manipulação necessárias para o uso das duas espécies como medicinais, além de ensinarem como manipulá-las para evitar efeitos indesejáveis. As folhas de X. sagittifolium e L. aestuans apresentaram quantidade significante de Ca++ na forma aproveitável pelo organismo humano. No grupo das seis entrevistadas, um total de 70 espécies botânicas foram citadas e as que apresentaram os maiores valores de Importância Relativa (IR) foram Petiveria alliacea L. (2,0) seguida por Ocimum selloi Benth. (1,6); os sistemas corporais mais indicados, através do fator consenso do informante (FCI), foram doenças infecciosas (1,0), doenças das glândulas endócrinas, da nutrição e metabolismo (0,9) e doenças do sistema osteomuscular e tecido conjuntivo (0,89). No grupo dos 20 entrevistados, um total de 56 espécies botânicas foram citadas. As espécies com os maiores valores de Importância Relativa (IR) foram Cymbopogon citratus (DC) Stapf (2,0), Lippia alba (Mill.) N.E.Br (2,0) e Mentha x villosa Huds. (1,8), e os valores mais altos para o FCI foram observados para doenças parasitárias (1,0), transtornos do sistema nervoso (0,79) e transtornos do sistema gastrintestinal (0,72)
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Estudios clínicos, anatomopatológicos y enzimáticos sobre la toxicidad de hojas y frutos de Melia azedarach para bovinos, ovinos y cerdos

Méndez González, María del Carmen January 2003 (has links)
Hojas y frutos de Melia Azedarach (M.Azedarach) fueron administrados a bovinos y ovinos y solo frutos a cerdos, para determinar su toxicidad, estudiar los signos clínicos que estos inducen y las lesiones inducidas por la intoxicación en esas especies. Los frutos y las hojas fueron tóxicos para los bovinos. Dosis de 25 g/kg. de hojaras fueron letales. Los signos clínicos se caracterizaron por apatía, atonía ruminal, tremores musculares, incoordinación e hipotermia. Se observaron signos de diarrea en los bovinos intoxicados con frutos y en los bovinos que ingirieron dosis no letales de hojas, mientras que los animales intoxicados con dosis letales de hojas presentaron heces secas y sanguinolientas. En los ovinos los principales signos fueron apatía, atonía ruminal y diarrea. No se observaron signos nerviosos. Los frutos fueron letales en dosis de 35 g/kg. y las hojas no causaron la muerte del animal ni aún con dosis de 30 g/kg. En los cerdos los principales signos clínicos inducidos por los frutos fueron incoordinación, tremores musculares, dificultad de mantenerse en pie o para levantarse, decúbito esternal e hipotermia. La diarrea sólo se observó en 3 cerdos que consumieron dosis de 5 y 15 g/kg. La dosis letal fue de 20 g/kg. de frutos.
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Avaliação do perfil químico do extrato metanólico de folhas de Niedenzuella multiglandulosa (Malpighiaceae): isolamento, caracterização e identificação dos constituintes bioativos / Evaluation of the chemical profile of the methanolic extract of Niedenzuella multiglandulosa leaves: isolation, characterization and identification of the bioactive compounds

Russo, Helena Mannochio 02 March 2018 (has links)
Submitted by HELENA MANNOCHIO RUSSO null (helenamrusso@gmail.com) on 2018-03-20T18:22:07Z No. of bitstreams: 1 Dissertação Helena M Russo.pdf: 9145473 bytes, checksum: 2f4fdbd123ab5e669c33fc38d6613f35 (MD5) / Approved for entry into archive by Ana Carolina Gonçalves Bet null (abet@iq.unesp.br) on 2018-03-23T18:49:14Z (GMT) No. of bitstreams: 1 russo_hm_me_araiq_int.pdf: 9117178 bytes, checksum: 84527f550234fa1c49bf57f9a53f5f71 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-03-23T18:49:14Z (GMT). No. of bitstreams: 1 russo_hm_me_araiq_int.pdf: 9117178 bytes, checksum: 84527f550234fa1c49bf57f9a53f5f71 (MD5) Previous issue date: 2018-03-02 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) / A espécie Tetrapterys mucronata (Malpighiaceae), uma das espécies ocasionalmente utilizados na Ayahuasca, despertou há algum tempo o interesse do grupo de pesquisa NuBBE para a realização do estudo químico e avaliação das atividades biológicas devido a sua utilização nos rituais religiosos conhecidos como “Santo Daime”. Este estudo revelou resultados interessantes nos ensaios preliminares voltados para a identificação de potenciais inibidores de acetilcolinesterase, e mostrou que a espécie T. mucronata tem alcaloides e compostos fenólicos como principais constituintes químicos. Estes resultados levaram ao estudo de outras espécies de Tetrapterys ainda sem estudo químico, incluindo espécies que pertenciam a esse gênero e recentemente foram reclassificados como Niedenzuella, como no caso da Niedenzuella multiglandulosa, espécie selecionada para esta pesquisa de mestrado. Esta espécie é conhecida devido aos efeitos tóxicos que causam a morte de rebanhos bovinos, e de outros mamíferos, em geral, causando prejuízos substanciais na balança comercial brasileira. Este trabalho tem como objetivo a busca de compostos tóxicos presentes nas folhas de Tetrapterys multiglandulosa. Essa espécie foi selecionada por serem relatados na literatura surtos de intoxicação do gado (em 2004 e 2005) em áreas altamente infestadas pela planta, causando morte de vacas e aborto de bezerros no estado do Mato Grosso do Sul. Estudos recentes encontrados na literatura indicam a presença de monofluoracetato (MF), uma substância conhecidamente tóxica, nessa espécie, mas ainda não foram realizados estudos fitoquímicos e de toxicidade para esta espécie e nem mesmo para o gênero Niedenzuella. A partir de folhas coletadas no próprio estado onde os surtos foram relatados, extratos foram preparados utilizando solventes de diferentes polaridades e enviados para ensaio de toxicidade empregando modelo com Zebrafish, cujo resultado mostrou que o extrato metanólico era o único tóxico. O foco do estudo voltou-se para esse extrato, sendo realizado um fracionamento utilizando a técnica de MPLC-UV e, em seguida, uma purificação mais acurada por HPLC em escala preparativa. Foram isoladas 19 substâncias das classes dos alcaloides, flavonoides glicosilados e não glicosilados, compostos glicosilados e 6 esteroides (denominados ecdisteroides), ainda não relatados para esse gênero, incluindo um ecdisteroide inédito (17), que foram identificadas e caracterizadas por UHPLC-TOF-HRMS e NMR. As substâncias isoladas foram identificadas como: trigonelina (1), triptofano (2), 4- hidroxicinamamida (3), ácido (Z)-p-cumárico 4-O-β-D-glicopiranosídeo (4), icarisida F2 (5), luteoforol (6), ácido (E)-4-hidroxicinâmico (7), ácido (Z)-4-hidroxicinâmico (8), integristerona A (9), epiecdisterona (11), kaempferol triglicosilado (12), ecdisterona (13), isorhamnetina triglicosilada (14), ácido cinâmico (16), multiglandisterona (17), calonisterona (18) e podecdisona B (19). O esteroide majoritário (13) foi testado novamente para toxicidade utilizando modelo de Zebrafish e se mostrou tóxico, também um dado inédito para a espécie em estudo. Além disso, as moléculas isoladas são bastante diferentes das já identificadas para os gêneros de Tetrapterys, o que corroboram para a diferenciação dessas espécies em dois gêneros distintos. Análises de NMR 19F e LC-MS foram realizadas para tentar identificar a presença de MF nos extratos e frações polares, no entanto, não foi possível. Os resultados obtidos corroboram para um maior entendimento de espécies tóxicas para gado presentes no Brasil, e apresentam dados complementares aos publicados recentemente. / Tetrapterys mucronata (Malpighiaceae) species, one of the species occasionally used in Ayahuasca, has become of interest of NuBBE research group to perform a chemical study for an evaluation of the biological activities due to its use in religious rituals known as “Santo Daime”. This study revealed interesting results in preliminary assays aiming to identify acetylcholinesterase potential inhibitors, and that this species has alkaloids and phenolic compounds as its major chemical compounds. These results led our research group to study other species from Tetrapterys genus without further chemical studies, including species that used to belong to this genus and that recently has changed to Niedenzuella genus, such as Niedenzuella multiglandulosa, the selected species for this master’s research. This species is known for causing toxic effects that may cause death in cattle and other mammals in general, causing substantial losses in Brazilian trade balance. The objective of this research is to search for toxic compounds in Niedenzuella multiglandulosa leaves. This species was chosen for having reports in the literature of outbreaks of cattle intoxication (in 2004 and 2005) in which the pasture was highly infested with it, causing death of cows and led to abortion of calves in Mato Grosso do Sul state. Recent studies found in the literature indicate the presence of monofluoracetate (MFA), a well-known toxic substance, in this species, but so far there were no phytochemical and toxicity assay study regarding this species, and not even for the genus Niedenzuella. From the leaves collected in the same state where there were the outbreaks were reported, extracts were prepared using different polarity solvents and sent to Zebrafish toxicity assay, whose result showed that the methanolic extract was the only toxic one. The focus of this study turned to this extract, performing a fractionation using MPLC-UV, and then a more accurate purification using preparative HPLC. 19 substances were isolated such as alkaloids, glycosylated and non- glycosylated flavonoids, glycosylated compounds and 6 steroids (also called ecdysteroids), including a new ecdysteroid (17) that were identified and elucidated by UHPLC-TOF-HRMS and NMR. The isolated substances were identified as: trigonelline (1), tryptophan (2), 4-hydroxycinnamamide (3), p- Coumaric acid 4-O-β-D-glucopyranoside (4), icariside F2 (5), luteoforol (6), (E)-4- Hydroxycinnamic acid (7), (Z)-4-Hydroxycinnamic acid (8), integristerone A (9), epiecdysterone (11), kaempferol triglucoside (12) ecdysterone (13), isorhamnetin triglycoside (14), cinnamic acid (16), multiglandysterone (17), calonysterone (18) e Podecdysone B (19). The major steroid (13) was tested again for toxicity using Zebrafish model and showed toxicity, also a new data for the species in study. Additionally, the isolated compounds are quite different from the isolated previously from Tetrapterys genus, which corroborate to the fact that these species belong to different genera. 19F NMR and LC-MS analysis were performed attempting to identify the presence of MFA in polar extracts and fractions, however it wasn’t possible to identify it. The obtained results corroborate to a better understanding of toxic / 152341/2015-2
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Plantas tóxicas no Norte Baiano. / Toxic plants in the North in the State of Bahia - Brazil.

PIMENTEL, Luciano da Anunciação. 05 September 2018 (has links)
Submitted by Johnny Rodrigues (johnnyrodrigues@ufcg.edu.br) on 2018-09-05T22:59:21Z No. of bitstreams: 1 LUCIANO DA ANUNCIAÇÃO PIMENTEL - TESE PPGMV 2012..pdf: 2258457 bytes, checksum: 8a6c23af2c1d50a8ceb94d496e6e8878 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-09-05T22:59:21Z (GMT). No. of bitstreams: 1 LUCIANO DA ANUNCIAÇÃO PIMENTEL - TESE PPGMV 2012..pdf: 2258457 bytes, checksum: 8a6c23af2c1d50a8ceb94d496e6e8878 (MD5) Previous issue date: 2012-03-02 / Intoxicações acidentais por espécies de Jatropha já foram descritas em humanos, e em animais, por fornecimento dos subprodutos da planta. Além disso, a intoxicação tem sido reproduzida experimentalmente em diferentes espécies animais. Ainda não foram descritos casos de intoxicação por Jatropha spp. em animais a campo Descreve-se surtos de intoxicação espontânea por J. ribifolia na região semiárida do Nordeste Brasileiro em caprinos a pastejo, na época de seca. A mortalidade variou entre 6% e 40%. Clinicamente os animais apresentavam apatia, anorexia, adipsia, fezes amolecidas, perda de peso e severa desidratação. Os caprinos apresentavam manchas avermelhadas (nódoas), devido a um pigmento presente em J. ribifolia, na pele do focinho, rima labial, dentes e chifres. Na necropsia de um caprino foram observados, principalmente, sinais característicos de emaciação. Na reprodução experimental, dois dos três caprinos que receberam doses únicas de 10 e 20 g da planta por kg de peso vivo (g/kg), apresentaram desidratação leve e fezes amolecidas. A planta foi também administrada a dois caprinos que receberam doses diárias durante 8 dias. Um caprino recebeu 10 g/kg, e outro a dose 20 g/kg por dia e apresentaram sinais clínicos após 4 e 3 dias do início do consumo, respectivamente. Um caprino recuperouse espontaneamente e o outro foi eutanasiado. Os sinais clínicos e lesões observadas foram semelhantes aos observados nos casos espontâneos. Este é o primeiro caso de intoxicação por Jatropha spp. em caprinos a pastoreio que ingeriram a planta espontaneamente. / Human poisoning by Jatropha species and poisoning when livestock have been fed processed plant material has been described. Additionally, poisoning has been experimentally reproduced in various animal models. But, no cases of poisoning in livestock grazing standing and unprocessed Jatropha spp. have been reported. This study reports the poisoning of goats with Jatropha ribifolia in the semiarid region of northeastern Brazil during the dry season. The mortality of the goats ranged from 6% to 40%. The main clinical signs were apathy, anorexia, soft feces, weight loss, and severe dehydration. The skin, lips, horns, and teeth of the affected goats were stained with a reddish pigment that is present in the J. ribifolia plant. Emaciation was the main lesion observed in one necropsied goat. In 2 out of 3 goats that ingested a single dose of J. ribifolia, 10 g or 20 g of leaves of the plant per kg body weight (g/kg), mild dehydration and soft feces were observed. The plant was also administered daily to two goats for 8 days. One animal received 10 g/kg per day, and the other received 20 g/kg per day and the goats showed clinical signs after 4 and 3 days, respectively. The goat that received 10 g/kg daily recovered, and the other was euthanized. The clinical signs and lesions that were observed were similar to those observed in the spontaneous cases. This is the first case of Jatropha spp. poisoning in grazing animals that ingested the plant spontaneously.
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Estudo sobre a toxicidade da Aspidosperma pyrifolium (pereiro) / on the toxicity of Aspidosperma pyrifolium (pereiro)

Lima, Maíra Conceição Jeronimo de Souza 25 February 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-15T20:31:37Z (GMT). No. of bitstreams: 1 MairaCJSL_DISSERT.pdf: 420836 bytes, checksum: 822f4cc895779b5cc7c308d8152a664d (MD5) Previous issue date: 2011-02-25 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / This study aimed to evaluate the spontaneous cases of poisoning in goats, rats and toxicity in vitro cytotoxicity of Aspidospema pyrifolium. In all spontaneous cases studied, the plant is ingested and the abortion cases occurred exclusively in goats. Most cases of abortion occurred during the dry season and early rainy season, and experienced the goats were less affected than the young goats. We used male and female rats of Wistar strain. The extract of the plant A. pyrifolium was administered in females at day 15 of gestation or from the 15th to the 17th day of gestation, which showed reduced fetal weight and strong evidence of maternal toxicity. Rats subjected to intraperitoneal injection of the extract of A. pyrifolium showed motor dysfunction and death, male rats were more resistant than females. The administration of atropine, diazepam and xylazine did not help in preventing the effects of toxicity. The evaluation of osmotic fragility of red blood cells was performed with the plant extract in different concentrations. In addition, we used larvae from a day of brine shrimp, which were incubated with different concentrations of the extract. It was found that the extract of A. pyrifolium promoted hemolysis and was lethal to A. saline. These in vitro tests may be useful as adjunct tests for further studies with this plant. / O presente trabalho teve por objetivo avaliar casos espontâneos de intoxicação em caprinos, toxicidade em ratos e citotoxicidade in vitro da Aspidospema pyrifolium. Em todos os casos espontâneos estudados, a ingestão da planta e os casos de aborto ocorreram exclusivamente em caprinos. A maioria dos casos de aborto ocorreu durante a estação seca e início da estação chuvosa, e as cabras experientes eram menos afetadas do que as cabras jovens. Foram utilizados ratos machos e fêmeas da linhagem Wistar. O extrato obtido da planta A. pyrifolium foi administrado nas fêmeas no 15º dia de gestação ou a partir do 15º ao 17º dia de gestação, que apresentaram redução do peso fetal e fortes indícios de toxicidade materna. Ratas submetidas a injeção intraperitoneal do extrato da A. pyrifolium apresentaram distúrbios motores e morte; ratos machos foram mais resistentes do que as fêmeas. A administração de atropina, xilazina e diazepam não auxiliou na prevenção dos efeitos de toxicidade. A avaliação da fragilidade osmótica das células vermelhas do sangue foi realizada com o extrato da planta em diferentes concentrações. Além disso, utilizou-se larva de um dia de Artemia salina, que foram incubadas com diferentes concentrações do extrato. Verificou-se que o extrato de A. pyrifolium promoveu hemólise e foi letal para A. salina. Estes testes in vitro podem ser úteis como testes adjuntos de mais estudos com esta planta.
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Intoxicação por Trema micrantha em ovinos

Wouters, Flademir January 2013 (has links)
Trema micrantha é uma árvore nativa do Brasil que apresenta folhas palatáveis para herbívoros, é conhecida como natural e/ou experimentalmente tóxica para caprinos, equinos, coelhos e bovinos. Casos de intoxicação espontânea em ovinos indicaram mecanismos patogenéticos diferentes na intoxicação nessa espécie, com quadro clínico e patológico respiratório na maioria dos casos. Este estudo resultou em dois artigos científicos, o primeiro descreve os achados clinicopatológicos de dois casos de intoxicação espontânea e dois casos de intoxicação experimental. No segundo artigo é descrita a intoxicação experimental por Trema micrantha em cinco ovinos, dos quais quatro tiveram sinais clínicos respiratórios acentuados e morte após ingestão da terceira dose de folhas da planta, com verificação de dose tóxica de 20 a 50g/kg de folhas de T. micrantha. Na necropsia foram constatados mucosas cianóticas, pulmões não colabados, pesados, com impressão das costelas na superfície e conteúdo espumoso vermelho em traqueia e brônquios, além de múltiplas petéquias subpleurais, enfisema subcutâneo em região cervical ventral ou porção mediastinal dorsal. Os achados histológicos foram principalmente pulmonares, com espessamento de septos alveolares por proliferação difusa de pneumócitos tipo II, conferindo aspecto adenomatoso a algumas áreas. Os pneumócitos apresentavam alterações morfológicas e, em algumas áreas, estavam descamados para a luz alveolar, ora formando sincícios. Havia também hiperplasia do epitélio bronquiolar, com células com núcleo hipercromático e volumoso e redução na quantidade de cílios. Imunomarcação para epitélio (anti-citoqueratina), proliferação celular (anti-Ki-67) e histiócitos (MAC 387), bem como microscopia eletrônica de transmissão foram empregadas para a caracterização das alterações pulmonares, evidentes em pneumócitos e epitélio bronquiolar. / Trema micrantha is a native Brazilian tree which has leaves palatable for herbivores. The plant is known to be toxic to goats, horses, rabbits, and experimentally to cattle. Spontaneous poisoning occurred in sheep, in which atipical pathogenetic mechanisms associated with respiratory clinical signs and pathological findings where observed in most cases. This study resulted in two papers. The first describes the clinical and pathological findings of two cases of spontaneous and two cases of experimental poisoning by T. micrantha. The second article describe the experimental poisoning by T. micrantha in five sheep; four of which had marked respiratory clinical signs and death after the third dose of the plant. Illness was induced with 20 to 50g/kg of T . micrantha leaves. At necropsy, there were cyanotic mucous membranes; red, heavy and collapsed lungs with rib markings, red foamy contents in trachea and bronchi, and multiple subpleural petechiae, subcutaneous emphysema in the ventral cervical area or in the mediastinic dorsal portion. Histological findings were seen mainly in lungs, and included alveolar septa thickening by diffuse proliferation of type II pneumocytes, resulting in areas of adenomatous aspect; pneumocytes showed morphological changes and, in some areas, were loosed to the alveolar lumen, sometimes forming syncytia. There also was hyperplasia of bronchial epithelium with hyperchromatic nucleus and considerable loss of cilia. To characterize the pulmonary changes, anti-cytokeratin, anti-Ki-67 and anti-myeloid/histiocyte immunostaining apart of transmission electron microscopy, were employed and demonstrated relevant changes of pneumocytes and bronchiolar epithelium.
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Intoxicação por Trema micrantha em ovinos

Wouters, Flademir January 2013 (has links)
Trema micrantha é uma árvore nativa do Brasil que apresenta folhas palatáveis para herbívoros, é conhecida como natural e/ou experimentalmente tóxica para caprinos, equinos, coelhos e bovinos. Casos de intoxicação espontânea em ovinos indicaram mecanismos patogenéticos diferentes na intoxicação nessa espécie, com quadro clínico e patológico respiratório na maioria dos casos. Este estudo resultou em dois artigos científicos, o primeiro descreve os achados clinicopatológicos de dois casos de intoxicação espontânea e dois casos de intoxicação experimental. No segundo artigo é descrita a intoxicação experimental por Trema micrantha em cinco ovinos, dos quais quatro tiveram sinais clínicos respiratórios acentuados e morte após ingestão da terceira dose de folhas da planta, com verificação de dose tóxica de 20 a 50g/kg de folhas de T. micrantha. Na necropsia foram constatados mucosas cianóticas, pulmões não colabados, pesados, com impressão das costelas na superfície e conteúdo espumoso vermelho em traqueia e brônquios, além de múltiplas petéquias subpleurais, enfisema subcutâneo em região cervical ventral ou porção mediastinal dorsal. Os achados histológicos foram principalmente pulmonares, com espessamento de septos alveolares por proliferação difusa de pneumócitos tipo II, conferindo aspecto adenomatoso a algumas áreas. Os pneumócitos apresentavam alterações morfológicas e, em algumas áreas, estavam descamados para a luz alveolar, ora formando sincícios. Havia também hiperplasia do epitélio bronquiolar, com células com núcleo hipercromático e volumoso e redução na quantidade de cílios. Imunomarcação para epitélio (anti-citoqueratina), proliferação celular (anti-Ki-67) e histiócitos (MAC 387), bem como microscopia eletrônica de transmissão foram empregadas para a caracterização das alterações pulmonares, evidentes em pneumócitos e epitélio bronquiolar. / Trema micrantha is a native Brazilian tree which has leaves palatable for herbivores. The plant is known to be toxic to goats, horses, rabbits, and experimentally to cattle. Spontaneous poisoning occurred in sheep, in which atipical pathogenetic mechanisms associated with respiratory clinical signs and pathological findings where observed in most cases. This study resulted in two papers. The first describes the clinical and pathological findings of two cases of spontaneous and two cases of experimental poisoning by T. micrantha. The second article describe the experimental poisoning by T. micrantha in five sheep; four of which had marked respiratory clinical signs and death after the third dose of the plant. Illness was induced with 20 to 50g/kg of T . micrantha leaves. At necropsy, there were cyanotic mucous membranes; red, heavy and collapsed lungs with rib markings, red foamy contents in trachea and bronchi, and multiple subpleural petechiae, subcutaneous emphysema in the ventral cervical area or in the mediastinic dorsal portion. Histological findings were seen mainly in lungs, and included alveolar septa thickening by diffuse proliferation of type II pneumocytes, resulting in areas of adenomatous aspect; pneumocytes showed morphological changes and, in some areas, were loosed to the alveolar lumen, sometimes forming syncytia. There also was hyperplasia of bronchial epithelium with hyperchromatic nucleus and considerable loss of cilia. To characterize the pulmonary changes, anti-cytokeratin, anti-Ki-67 and anti-myeloid/histiocyte immunostaining apart of transmission electron microscopy, were employed and demonstrated relevant changes of pneumocytes and bronchiolar epithelium.
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Avaliação dos efeitos tóxicos da Senna occidentalis em ratos. Parâmetros: bioquímicos, hematológicos, anatomopatológicos e inflamatórios / Evaluation of toxic effects of Senna occidentalis in rats. Biochemical, hematological, anatomopatological and inflammatory parameters

Domenica Palomaris Mariano-Souza 11 March 2005 (has links)
Tanto no Brasil como em vários outros países, a Senna occidentalis é uma planta de interesse agropecuário, pois é encontrada em pastos ou como contaminante de cereais, podendo, causar intoxicação na criação animal. Além disto, vem sendo utilizada, empiricamente, na Medicina Humana, para o tratamento de várias afecções. Em estudo recente, verificou-se que frangos tratados com sementes de S. occidentalis apresentavam, além das lesões musculares, alterações em órgãos linfóides. Assim, o presente trabalho procurou verificar se as sementes de S. occidentalis poderiam produzir efeitos tóxicos nos órgãos linfóides de mamíferos, utilizando, para tal, ratos como modelo experimental. As sementes de S. occidentalis foram administradas, durante 14 dias, a ratos Wistar (150-200g), em diferentes concentrações de sementes desta planta na ração: 1% (So1), 2% (So2) e 4%(So4). Os animais do grupo peer-feeding (PF) receberam a mesma quantidade de ração consumida pelos animais tratados com So4, porém isentas da planta. Foram avaliados os seguintes parâmetros: consumo de água e ração e ganho de peso, avaliação hematológica e bioquímica, além da histopatologia, morfometria e de ensaios preconizados para o estudo da resposta imunológica não específica. Todos os ratos pertencentes aos diferentes grupos experimentais apresentaram diminuição no consumo de ração e água e no ganho de peso. A avaliação hematológica revelou anemia microcítica e hipocrômica nos animais que receberam 4% da planta. Além disso, todos os animais dos grupos So2 e So4 apresentaram depleção de células linfóides e redução da polpa branca do baço. Os ratos pertencentes ao grupo So4 apresentaram redução significante no peso relativo do timo e diminuição significante na região cortical e também no diâmetro dos folículos medulares deste órgão. Estes mesmos animais apresentaram diminuição da produção de água oxigenada e óxido nítrico. Em relação à resposta inflamatória, todos os animais dos grupos experimentais, apresentaram redução na evolução do edema inflamatório agudo e crônico. Assim, a presente pesquisa mostrou que, também em mamíferos, a S. occidentalis pode comprometer o sistema imunológico, haja vista as alterações encontradas no timo e baço dos ratos expostos à planta. Além disso, verificou-se que as sementes desta planta também promovem efeitos tóxicos sobre eritrócitos e alterações na resposta inflamatória. A inclusão do grupo PF permitiu verificar que os efeitos aqui encontrados não são devidos a possíveis alterações nutricionais promovidas pela queda do consumo de alimento e sim relacionados ao efeito tóxico direto da S. occidentalis. / Senna occidentalis is a weed which grows in pasture along fences and fields cultivated with cereals as corn and soybean and many reports have been showing intoxication with this plant in different animal species. The effects of daily administration of S. occidentalis seeds in different concentrations 1% (So1), 2 % (So2) and 4% (So4) in ration was investigated in rats. It was also evaluated the effects of rats that received the same amount of ration to those of So4-group, however free of S. occidentalis seeds, (PF-rats). The experimental period lasted 14 days and the effects were evaluated on the basis of food consumption, weight gain, hematological and biochemical parameters, inflammatory and immunological responses, as well as histopathology, relative organ weight and morphometric analysis. All experimental animals, showed significant decrease in ration and water consumption and body weight gain. The hematological parameters revealed microcytic and hypochromic anemia in those animals treated with the higher concentration S. occidentalis seeds. Morphometric analysis of the spleen from So2 and So4-animals displayed a significant decrease in the cortical thickness. The thymus from So4-rats showed reduction in the organ size, and the morphometry revealed thickness and reduction of the diameter of the follicles at the cortical area. The same animals presented reduction in hydrogen peroxide and nitric oxide production. In inflammatory response all experimental animals, showed significant decrease in the evolution of acute and chronic edema. These results showed that the alterations found in this present study are related to the poisonous effects of the S. occidentalis and not to the malnutrition.

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