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Prevalência e fatores associados para refluxo gastroesofágico em pacientes com sintomas respiratórios em centro de referência na cidade de São Luis (MA)

Serra, Humberto Oliveira 02 February 2011 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2011. / Submitted by wiliam de oliveira aguiar (wiliam@bce.unb.br) on 2011-06-28T15:25:20Z No. of bitstreams: 1 2011_HumbertoOliveiraSerra.pdf: 819225 bytes, checksum: 8b9738574bdbc701be28a69815ac1c74 (MD5) / Approved for entry into archive by Guilherme Lourenço Machado(gui.admin@gmail.com) on 2011-06-30T12:43:06Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2011_HumbertoOliveiraSerra.pdf: 819225 bytes, checksum: 8b9738574bdbc701be28a69815ac1c74 (MD5) / Made available in DSpace on 2011-06-30T12:43:06Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2011_HumbertoOliveiraSerra.pdf: 819225 bytes, checksum: 8b9738574bdbc701be28a69815ac1c74 (MD5) / A doença refluxo gastroesofágico é uma afecção crônica decorrente do refluxo retrógrado de parte do conteúdo gastroduodenal para o esôfago e / ou órgãos adjacentes a ele, acarretando um espectro variável de sintomas e / ou sinais esofagianos e / ou extraesofagianos, associados ou não a lesões teciduais. Pode manifestar-se de forma típica cujos sintomas predominantes são a pirose e a regurgitação ou de forma atípica podendo apresentar tosse, rouquidão, pigarro, globo faríngeo e outros. O diagnóstico de doença refluxo gastroesofágico é feito pela história clínica e pelos exames complementares, sendo a pHmetria intraesofágica contínua de 24 horas com sonda de dois canais considerada o ―padrão ouro‖. A manometria esofágica é de fundamental importância para a localização dos esfíncteres do esôfago. Objetivo: Estudar prevalência e fatores associados para refluxo gastroesofágico em pacientes com sintomas respiratórios. Método – Trata-se de um estudo epidemiológico do tipo transversal descritivo e analítico. Cento e sete pacientes foram avaliados prospectivamente por meio de entrevista, esofagoscopia, manometria e pHmetria. Para as variáveis quantitativas, utilizaram-se o teste t de Student, de Mann-Whitney para verificar as diferenças; o teste de correlação de Spearman,para verificar as associações. As diferenças entres as proporções foram avaliadas pelo teste do Qui-quadrado. Os riscos pela odds-ratio. O nível de significância foi 0,05. Resultados - Os sintomas que motivaram a investigação da doença do refluxo gastroesofágico foram: tosse 43 (40,2%); pigarro 25 (23,4%); globo faríngeo 23 (21,5%) e rouquidão 16 (14,9%). O sintoma respiratório associado à doença do refluxo gastroesofágico mais prevalente foi tosse. Esofagoscopia - 22 (27,2%) apresentaram esofagite, 14 (14,75%) hérnia de hiato. Os pacientes com hérnia de hiato apresentaram risco 3,3 vezes maior de apresentarem refluxo distal(OR= 3,3 IC 95% = 1,98 a 11,54p=0,05). Manometria - 11 (10,8%) apresentaram hipotonia do esfíncter inferior do esôfago. O risco de um paciente com hipotonia do EIE apresentar refluxo patológico distal é 5,6 maior (OR=5,6 IC 95% = 1,52 a 20,71p=0,009). A média do comprimento do esôfago foi 24,3 (± 1,9) cm, variando de 20 a 30 cm. Não foi encontrada correlação significante entre o comprimento do esôfago e a presença de refluxo proximal. Phmetria – 23 pessoas (21,5%) apresentaram refluxo distal patológico e 12 (11,2%) apresentaram refluxo proximal. Os portadores de refluxo patológico distal apresentam risco 4,6 vezes maior de apresentarem refluxo proximal (OR=4,59 IC 95% 1,32 a 15,97p=0,01). Conclusões – A tosse foi o sintoma mais prevalente associado à doença do refluxo gastroesofágico.O comprimento do esôfago não esteve associado com a presença de refluxo proximal. Pacientes com hipotonia do esfíncter inferior do esôfago ou com hérnia de hiato têm risco aumentado para apresentarem refluxo distal. Pacientes que apresentaram refluxo gastroesofágico dista tiveram risco aumentado de 4,6 vezes para apresentarem refluxo proximal. _____________________________________________________________________________ ABSTRACT / The gastroesophageal reflux disease is a chronic disorder related to the retrograde flow of gastroduodenal contents into the esophagus and/or adjacent organs, resulting in a variable spectrum of symptoms, with or without tissue damage. It can manifest itself in typical form whose predominant symptoms are heartburn and regurgitation or atypically form as cough, hoarseness, throat clearing, pharyngeal globe and others. The diagnosis of gastroesophageal reflux disease is based on clinical history and the exams. The continuous esophageal pH monitoring for 24 hours with two channels probe is considered the "gold standard". Esophageal manometry is of fundamental importance for the location of the esophageal sphincter. Objective: To study prevalence and risk factors for gastroesophageal reflux in patients with respiratory symptoms. Methods – Method - This was an epidemiological cross-sectional descriptive and analytical study. 107 patients were prospectively evaluated through interviews, esophagoscopy, manometry and pH monitoring. For quantitative variables, we used the Student t test, Mann-Whitney test to detect differences, the Spearman correlation test to assess associations. The differences between proportions were assessed by chi-square. The risks was detect by odds ratio. Significance level was set at 0.05. Results –Results - Respiratory symptoms that motivated the search for gastroesophageal reflux disease were: cough 43 (40.2%); 25 throat clearing (23.4%), pharyngeal globe 23 (21.5%) and hoarseness 16 (14.9%). The cough was the respiratory symptoms more prevalent associated with gastroesophageal reflux disease. Esophagoscopy - 22 (27.2%) had esophagitis, 14 (14.75%) hiatal hernia. Patients with hiatal hernia had 3.3 times greater risk of presenting distal reflux (OR = 3.3 95% CI = 1.98 to 11.54 p = 0.05). Manometry - 11 (10.8%) had hypotonia of the lower esophageal sphincter. The risk of a patient with hypotonia of the LES presenting pathological reflux distal 5.6 is higher (OR = 5.6 95% CI = 1.52 to 20.71 p = 0.009). The average length of the esophagus was 24.3 (± 1.9) cm, ranging from 20 to 30 cm. No significant correlation was found between the length of the esophagus and the presence of proximal reflux. PH monitoring - 23 people (21.5%) had pathologic distal reflux and 12 (11.2%) had proximal reflux. Patients with pathological reflux distal had a risk 4.6 times higher to make the proximal reflux (OR = 4.59 95% CI 1.32 to 15.97 p = 0.01). Conclusion - Cough was the most prevalent symptoms associated with gastroesophageal reflux disease. The length of the esophagus was not associated with the presence of proximal reflux. Patients with hypotonic lower esophageal sphincter or with hiatal hernia had increased risk for to present distal reflux. Patients who had distal reflux were had a increased risk (4.6 times) to present proximal reflux.
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Tosse crônica : análise da simultaneidade entre os principais fatores causais

Gouveia, Maria Carolina Maciel de Azevedo January 2005 (has links)
A tosse crônica é definida quando persiste por um período de, no mínimo, três semanas. Estudos prévios com indivíduos adultos, imunocompetentes, com Rx de tórax sem lesões pleuro-pulmonares ostensivas, mostraram que as principais causas de tosse crônica (acima de 90,0% dos casos) são gotejamento pós-nasal (GPN), asma e doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE). Segundo a literatura, essas causas ocorrem simultaneamente em até 61,0% dos casos. Entretanto, não está estabelecido se há entre elas uma relação de dependência, ou se ocorrem associadas ao acaso. Algumas teorias têm sido postuladas para explicar possíveis mecanismos fisiopatogênicos que justificariam uma associação causal entre GPN e/ou asma e/ou DRGE. O presente estudo teve como objetivo principal avaliar a força de associação entre GPN, asma e DRGE como causas de tosse crônica em 114 pacientes adultos, imunocompetentes, incluindo tabagistas e ex-tabagistas. Os dados foram coletados nos prontuários dos pacientes, usando-se protocolo já previamente testado na literatura. Os pacientes incluídos no estudo realizaram Rx de tórax; Rx de seios paranasais (SPN) e/ou TC de SPN, e/ou rinoscopia; espirometria e/ou teste de broncoprovocação com carbacol; e pHmetria esofágica de 24 horas. O diagnóstico foi estabelecido conforme o resultados desses exames. A presença de GPN e/ou asma e/ou DRGE, como causas de tosse crônica, ocorreu em 113 pacientes (99,0%), nas seguintes frequências: GPN (80,7%), asma (74,6%) e DRGE (52,6%). Bronquiectasias (9,6%), doença pulmonar obstrutiva crônica (5,2%) e tosse induzida por inibidores da enzima conversora de angiotensina (2,6%) foram causas menos freqüentes. Em 81,0% dos casos mostrou-se a presença de causas simultâneas, com 2 causas em 54,0% e três causas em 27,0% dos casos. As causas associadas foram: asma e GPN em 30,0%; asma, GPN e DRGE em 27,0%; GPN e DRGE em 14,0%; e asma e DRGE em 9,6% dos casos. No presente trabalho, a prevalência de causas simultâneas de tosse crônica foi elevada. Entretanto, a combinação de dois ou mais elementos da tríade – GPN e/ou asma e/ou DRGE – se deu ao acaso, não havendo relação de dependência significativa entre as mesmas (P>0,05). / Chronic cough has been defined as persistent cough for over a minimum period of three weeks. In previous studies with immunocompetent adults whose chest X-rays were free of ostensive pleuropulmonary lesions, the main causes for chronic cough (more than 90% of the cases) are postnasal drip (PND), asthma, and gastroesophageal reflux disease (GERD). These causes are simultaneously present in up to 61.0% of the cases. However, it has not yet been established whether there is an actual relation of dependence between them or they occur in random association. Some hypotheses have been put forward in order to explain possible physiopathogenic mechanisms that could justify a causal association between PND and/or asthma and/or GERD. The present study aimed at evaluating the probability of an causal association between PND, asthma and GERD in 114 adult immunocompetent patients with chronic cough, smokers and former smokers inclusive. Data were collected through a review of the patients’ medical records, using a previously tested protocol. The patients who were included in the study had chest X-ray; X-ray of paranasal sinuses (PNS) and/or CT scan of the PNS; spirometry and/or carbachol inhalation challenge; and 24-h esophageal pH monitoring. Diagnosis was established in accordance with the results of those exams. PND, asthma and/or GERD were present in 113 patients (99.0%) as causes of chronic cough in the following frequencies: PND (80.7%), asthma (74.6%), and GERD (52.6%). Bronchiectasis (9.6%), chronic obstructive pulmonary disease (5.2%) and cough induced by angiotensin converting enzyme inhibitors (2.6%) were the less frequent causes. In 81.0% of the cases, simultaneous causes were present – two causes in 54.0% and three causes in 27.0% of the cases. The associated causes were asthma and PND (30.0%), asthma, PND and GERD (27.0%), PND and GERD (14.0%), and asthma and GERD (9.6%). In the present study, a high prevalence could be observed of simultaneous causes for chronic cough. However, the combination of two or more elements of the triad – PND and/or asthma and/or GERD – as a cause of chronic cough occurred randomly, showing no significant relation of dependence between them (p > 0,05).
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Avaliação do refluxo gastroesofágico e da barreira antirrefluxo em repouso e após manobras inspiratórias padronizadas em pacientes com asma controlada / Evaluation of gastroesophageal reflux and antireflux barrier at rest and after standard inspiratory maneuvers in patients with controlled asthma

Oliveira, Esther Cristina Arruda January 2015 (has links)
OLIVEIRA, Esther Cristina Arruda. Avaliação do refluxo gastroesofágico e da barreira antirrefluxo em repouso e após manobras inspiratórias padronizadas em pacientes com asma controlada. 2015. 85 f. Dissertação (Mestrado em Cirurgia) - Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2015. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2016-03-07T11:34:56Z No. of bitstreams: 1 2015_dis_ecaoliveira.pdf: 1501110 bytes, checksum: c960749feeb607cba8219a2043808d7d (MD5) / Approved for entry into archive by denise santos(denise.santos@ufc.br) on 2016-03-07T13:03:55Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_dis_ecaoliveira.pdf: 1501110 bytes, checksum: c960749feeb607cba8219a2043808d7d (MD5) / Made available in DSpace on 2016-03-07T13:03:56Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_dis_ecaoliveira.pdf: 1501110 bytes, checksum: c960749feeb607cba8219a2043808d7d (MD5) Previous issue date: 2015 / Background: The antireflux barrier, located in the gastroesophageal junction (EGJ), is primarily responsible for preventing the development of GERD. It is an anatomically complex area where the antireflux function depends on the intrinsic pressure of the lower esophageal sphincter (LES) and extrinsic compression of the crural diaphragm, besides the integrity of phreno-esophageal ligament and maintaining the angle of His. The GERD can induce symptoms in patients with asthma using proximal GERD causing bronchoconstriction and vagal reflexes. Objective: To evaluate gastroesophageal reflux and the antireflux barrier at rest and after standard inspiratory maneuvers in patients with controlled asthma. Methods: This was a quantitative, descriptive study in 15 volunteers with controlled asthma presenting symptoms of GERD and 10 clinically asymptomatic volunteers without symptoms of GERD and asthma. All patients underwent clinical evaluation (questionnaire), spirometry, high resolution manometry (HRM), manovacuometry (IPmax) and pH monitoring. Results: The sample consisted of 25 female volunteers divided into 2 groups: Group A, consisting of 15 patients with asthma controlled with a mean age of 46.1 and standard deviation(SD) 8.41; and group C, Control, composed of 10 healthy volunteers with a mean age of 36.2 and standard deviation 12.61. Patients undergoing high-resolution manometry at rest and during sinus arrhythmia maneuvers had mean baseline pressures in group A was 19.58; standard deviation 6.87 and group C basal medium pressure 30.61; standard deviation of 8.01 (p = 0.001). The contractility index in group A had a mean of 49.58; standard deviation 63.50 and average group C 121.58; standard deviation of 95.40 (p = 0.021) which was statistically significant. Baseline mean pressures before sinus arrhythmia maneuver and resistive loads through threeshold 12 and 48 in controlled asthma were ASR: 19.58; SD: 6.87 (p = 0.001); Th 12: 23.273; SD: 7.41 (p = 0.028); Th 24: 26.78; SD: 14.50 (p: 0.267); Th 48: 24.773; SD: 5.94 (p = 0.009). The results were statistically significant lower than the control group. Mean baseline pressures before performing the ASR and resistive loads maneuvers in controlled group of asthmatic patients showed significant statistical increase between the basal medium pressure before performing ASR maneuver and the mean baseline pressure prior to TH 24 (p <0.001). Conclusion: The mean baseline pressure within the gastroesophageal junction and contractility index were significantly lower, as well as before performing respiratory sinus arrhythmia maneuver and resistive loads of threshould 12 and 48 in controlled asthmatic volunteers compared with control group. The mean baseline pressure before performing ASR maneuver and the mean baseline pressure before performing TH 24 observed in the study in controlled asthma had a statistically significant increase. / Contextualização: A barreira anti-refluxo, localizada na junção esofagogástrica (JEG), é a principal responsável para impedir o desenvolvimento da DRGE. É uma zona anatomicamente complexa cuja função antirrefluxo depende da pressão intrínseca do esfíncter esofagiano inferior (EEI) e compressão extrínseca do diafragma crural, além da integridade do ligamento freno-esofágico e manutenção do ângulo de His. A DRGE pode induzir sintomas em pacientes com asma através RGE proximal provocando broncoconstrição e reflexos vagais. Objetivo: Avaliar o refluxo gastroesofágico e a barreira anti-refluxo em repouso e após manobras inspiratórias padronizadas em pacientes com asma controlada. Métodos: Tratou-se de um estudo quantitativo, transversal e descritivo em 15 voluntários com diagnóstico de asma controlada que apresentaram sintomas de DRGE e 10 voluntários assintomáticos clinicamente sem sintomas de DRGE e asma. Todos foram submetidos à avaliação clínica (questionário), espirometria, manometria alta resolução (MAR), manovacuometria (PImáx) e pHmetria 24h. Resultados: A amostra foi constituída por 25 voluntários do sexo feminino divididos em 2 grupos: o grupo A, composto por 15 portadores de asma controlada com idade média de 46,1 e desvio padrão 8,41; e o grupo C, Controle, composto por 10 voluntários saudáveis com idade média de 36,2 e desvio padrão 12,61. Os pacientes submetidos à manometria de alta resolução em repouso e durante manobras de arritmia sinusal apresentaram pressões média basal no grupo A foi de 19,58; desvio padrão 6,87 e grupo C pressão média basal de 30,61; desvio padrão 8,01 (p= 0,001). O índice de contratilidade no grupo A apresentou média de 49,58; desvio padrão 63,50 e grupo C média 121,58; desvio padrão 95,40, (p=0,021) significante estatisticamente. As pressões média basais antes de manobra de arritmia sinusal e com cargas resistivas através de threeshold 12 e 48 em asmáticos controlados foram ASR: 19,58; desvio padrão: 6,87 (p=0,001); Th 12: 23,273; desvio padrão: 7,41 (p=0,028); Th 24: 26,78; desvio padrão: 14,50 (p:0,267); Th 48:24,773; desvio padrão: 5,94 (p=0,009). Os resultados apresentados foram menores estatisticamente significantes em relação ao grupo controle. As pressões médias basais antes da realização das manobras de ASR e com cargas resistivas no grupo de pacientes asmáticos controlados apresentou aumento significante estatístico entre a pressão média basal antes da realização da manobra de ASR e a pressão média basal antes da realização de TH 24 (p< 0,001). Conclusão: A pressão média basal a nível da junção esofagogástrica e índice de contratilidade foram significantemente menores, assim como antes da realização de manobras respiratórias de arritmia sinusal e com cargas resistivas de threshould 12 e 48 em voluntários asmáticos controlados comparados com grupo controle. A pressão média basal antes da realização da manobra de ASR e a pressão média basal antes da realização de TH 24 observado no estudo em asmáticos controlados teve aumento estatisticamente significante.
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Pressão inspiratória máxima e sua relação com sintomas e fatores associados a doença de refluxo gastroesofágico / Inspiratory pressure maximum and its relationship with symptoms and factors associated with reflux disease gastroesophageal

Borja, Ezana Sandrina Almada Fernandes de January 2015 (has links)
BORJA, Ezana Sandrina Almada Fernandes de. Pressão inspiratória máxima e sua relação com sintomas e fatores associados a doença de refluxo gastroesofágico. 2015. 93 f. Dissertação (Mestrado em Cirurgia) - Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2015. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2016-03-07T11:42:21Z No. of bitstreams: 1 2015_dis_esafborja.pdf: 1057349 bytes, checksum: 54dadcb3af89a293e5909e1445d6a83c (MD5) / Approved for entry into archive by denise santos(denise.santos@ufc.br) on 2016-03-07T13:05:27Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_dis_esafborja.pdf: 1057349 bytes, checksum: 54dadcb3af89a293e5909e1445d6a83c (MD5) / Made available in DSpace on 2016-03-07T13:05:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_dis_esafborja.pdf: 1057349 bytes, checksum: 54dadcb3af89a293e5909e1445d6a83c (MD5) Previous issue date: 2015 / The gastroesophageal reflux disease is the return of gastric contents through the lower esophageal sphincter regardless of etiology, manifesting itself by symptoms (typical or atypical) or tissue damage. The diaphragm is the main respiratory muscle and its crural part one of the fundamental components of the antireflux barrier. Contractions of this are related to changes in pressure of the gastroesophageal junction that are usually related to breathing. Studies show evidence of diaphragmatic weakness in gastroesophageal reflux disease that can be improved with diaphragmatic training. The maximal inspiratory pressure is a simple method to evaluate the inspiratory force determined by diaphragm. From this context, the hypothesis that the symptoms of gastroesophageal reflux disease may be associated with the maximal inspiratory pressure. Objective: to measure maximal inspiratory pressure and relate it to the symptoms and factors associated with gastroesophageal reflux disease. Methodology: it is a cross-sectional study in humans, where 404 patients were recruited in accordance with the inclusion and exclusion criteria. They underwent a clinical evaluation, measurement of maximal inspiratory pressure and upper endoscopy. Results: We studied 269 women and 135 men, mean age 44.4 ± 13.7 years and 40.4 ± 13.3 years for patients with and without deficit of maximal inspiratory pressure respectively. The weight averaged 72.4 ± 21.8 kg for patients without deficit of maximal inspiratory pressure, and 66.4 ± 15.5 kg for patients with deficit of maximal inspiratory pressure. In relation to the average height was 161 ± 0.9 cm for patients without deficit of maximal inspiratory pressure and 157 ± 0.1 cm for patients with a deficit of maximal inspiratory pressure. This difference was statistically significant for age, weight and height respectively (p=0.005, p=0.002, p=0.0293). The mean maximal inspiratory pressure was 69.2 ± 22.8 cm H2O, with 210 (51.98%) patients had a deficit of maximal inspiratory pressure. Two hundred and sixty-six (65.8%) patients had comorbidities. Sixty-seven (16.6%) patients had erosive esophagitis. There was statistical significance in the prediction of deficit of maximal inspiratory pressure from symptoms of dysphagia and excess mucus in the throat or nose, with p=0.0357 and p=0.0207, respectively. On the other hand, there was no statistical significance when the variable considered was esophagitis (p=0.38). Females have higher scores to the scores Reflux Disease Questionnaire (p=0.006) and Reflux Symptoms Index (p=0.001), with statistical significance. Conclusions: maximal inspiratory pressure was influenced by the age, weight and height significantly; there was no association of maximal inspiratory pressure deficit with esophagitis; heartburn and regurgitation had no association with deficit of maximal inspiratory pressure; some atypical symptoms such as dysphagia and excess mucus in the throat or nose showed a statistically significant relationship with the deficit of maximal inspiratory pressure; there was no association of maximal inspiratory pressure deficit with direct related symptoms or indirectly to the upper gastrointestinal tract. / A doença do refluxo gastroesofágico é o retorno do conteúdo gástrico através do esfíncter esofágico inferior independentemente da sua etiologia, manifestando-se por sintomas (típicos ou atípicos) ou dano tecidual. O diafragma é o principal músculo respiratório e a sua parte crural um dos componentes fundamentais da barreira antirefluxo. As contrações deste são relacionadas às mudanças na pressão da junção esofagogástrica que normalmente são relacionadas com a respiração. Estudos apontam evidências de déficit diafragmático na doença de refluxo gastroesofágico que pode ser melhorado com treinamento diafragmático. A pressão inspiratória máxima é um método simples de avaliar a força inspiratória determinada pelo diafragma. A partir deste contexto, surgiu a hipótese de que os sintomas da doença de refluxo gastroesofágico podem se associar à pressão inspiratória máxima. Objetivo: medir a pressão inspiratória máxima e relacioná-la com os sintomas e fatores associados a doença de refluxo gastroesofágico. Metodologia: trata-se de um estudo transversal em humanos, onde 404 pacientes foram recrutados de acordo com os critérios de inclusão e exclusão. Foram submetidos a uma avaliação clínica, à mensuração da pressão inspiratória máxima e endoscopia digestiva alta. Resultados: foram estudados 269 mulheres e 135 homens, com média de idade 44,4 ± 13,7 anos e 40,4 ±13,3 anos para os pacientes com e sem déficit da pressão inspiratória máxima respectivamente. O peso apresentou média de 72,4 ± 21,8 kg para pacientes sem déficit da pressão inspiratória máxima e 66,4 ± 15,5 kg para pacientes com déficit da pressão inspiratória máxima. Em relação à altura a média foi de 161 ± 0,9 cm para os pacientes sem déficit da Pimax e 157 ± 0,1 cm para os pacientes com déficit da Pimax. Essa diferença foi significante estatisticamente para a idade, peso e altura respectivamente (p=0,005, p=0,002, p=0,0293). A média da pressão inspiratória máxima foi 69,2 ± 22,8 cmH2O, sendo que 210 (51,98%) pacientes apresentaram déficit da pressão inspiratória máxima. Duzentos e sessenta e seis (65,8%) pacientes eram portadores de comorbidades. Sessenta e sete (16,6%) pacientes apresentaram esofagite erosiva. Houve significância estatística na previsão do déficit da pressão inspiratória máxima a partir dos sintomas disfagia e excesso de muco na garganta ou nariz, com p=0,0357 e p=0,0207, respectivamente. Por outro lado, não houve significância estatística quando a variável considerada foi esofagite (p=0,38). O gênero feminino teve maior pontuação para os escores Questionário de Doença de Refluxo (p=0,006) e Índice de Sintomas de Refluxo (p=0,001), com significância estatística. Conclusões: A pressão inspiratória máxima sofreu influência da idade, peso e altura de forma significativa; não houve associação do déficit da pressão inspiratória máxima com esofagite; pirose e regurgitação não tiveram associação com déficit da pressão inspiratória máxima; alguns sintomas atípicos como disfagia e excesso de muco na garganta ou nariz apresentaram relação estatisticamente significante com o déficit da pressão inspiratória máxima; não houve associação do déficit da pressão inspiratória máxima com sintomas relacionados direta ou indiretamente ao trato gastrointestinal alto.
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Tosse crônica : análise da simultaneidade entre os principais fatores causais

Gouveia, Maria Carolina Maciel de Azevedo January 2005 (has links)
A tosse crônica é definida quando persiste por um período de, no mínimo, três semanas. Estudos prévios com indivíduos adultos, imunocompetentes, com Rx de tórax sem lesões pleuro-pulmonares ostensivas, mostraram que as principais causas de tosse crônica (acima de 90,0% dos casos) são gotejamento pós-nasal (GPN), asma e doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE). Segundo a literatura, essas causas ocorrem simultaneamente em até 61,0% dos casos. Entretanto, não está estabelecido se há entre elas uma relação de dependência, ou se ocorrem associadas ao acaso. Algumas teorias têm sido postuladas para explicar possíveis mecanismos fisiopatogênicos que justificariam uma associação causal entre GPN e/ou asma e/ou DRGE. O presente estudo teve como objetivo principal avaliar a força de associação entre GPN, asma e DRGE como causas de tosse crônica em 114 pacientes adultos, imunocompetentes, incluindo tabagistas e ex-tabagistas. Os dados foram coletados nos prontuários dos pacientes, usando-se protocolo já previamente testado na literatura. Os pacientes incluídos no estudo realizaram Rx de tórax; Rx de seios paranasais (SPN) e/ou TC de SPN, e/ou rinoscopia; espirometria e/ou teste de broncoprovocação com carbacol; e pHmetria esofágica de 24 horas. O diagnóstico foi estabelecido conforme o resultados desses exames. A presença de GPN e/ou asma e/ou DRGE, como causas de tosse crônica, ocorreu em 113 pacientes (99,0%), nas seguintes frequências: GPN (80,7%), asma (74,6%) e DRGE (52,6%). Bronquiectasias (9,6%), doença pulmonar obstrutiva crônica (5,2%) e tosse induzida por inibidores da enzima conversora de angiotensina (2,6%) foram causas menos freqüentes. Em 81,0% dos casos mostrou-se a presença de causas simultâneas, com 2 causas em 54,0% e três causas em 27,0% dos casos. As causas associadas foram: asma e GPN em 30,0%; asma, GPN e DRGE em 27,0%; GPN e DRGE em 14,0%; e asma e DRGE em 9,6% dos casos. No presente trabalho, a prevalência de causas simultâneas de tosse crônica foi elevada. Entretanto, a combinação de dois ou mais elementos da tríade – GPN e/ou asma e/ou DRGE – se deu ao acaso, não havendo relação de dependência significativa entre as mesmas (P>0,05). / Chronic cough has been defined as persistent cough for over a minimum period of three weeks. In previous studies with immunocompetent adults whose chest X-rays were free of ostensive pleuropulmonary lesions, the main causes for chronic cough (more than 90% of the cases) are postnasal drip (PND), asthma, and gastroesophageal reflux disease (GERD). These causes are simultaneously present in up to 61.0% of the cases. However, it has not yet been established whether there is an actual relation of dependence between them or they occur in random association. Some hypotheses have been put forward in order to explain possible physiopathogenic mechanisms that could justify a causal association between PND and/or asthma and/or GERD. The present study aimed at evaluating the probability of an causal association between PND, asthma and GERD in 114 adult immunocompetent patients with chronic cough, smokers and former smokers inclusive. Data were collected through a review of the patients’ medical records, using a previously tested protocol. The patients who were included in the study had chest X-ray; X-ray of paranasal sinuses (PNS) and/or CT scan of the PNS; spirometry and/or carbachol inhalation challenge; and 24-h esophageal pH monitoring. Diagnosis was established in accordance with the results of those exams. PND, asthma and/or GERD were present in 113 patients (99.0%) as causes of chronic cough in the following frequencies: PND (80.7%), asthma (74.6%), and GERD (52.6%). Bronchiectasis (9.6%), chronic obstructive pulmonary disease (5.2%) and cough induced by angiotensin converting enzyme inhibitors (2.6%) were the less frequent causes. In 81.0% of the cases, simultaneous causes were present – two causes in 54.0% and three causes in 27.0% of the cases. The associated causes were asthma and PND (30.0%), asthma, PND and GERD (27.0%), PND and GERD (14.0%), and asthma and GERD (9.6%). In the present study, a high prevalence could be observed of simultaneous causes for chronic cough. However, the combination of two or more elements of the triad – PND and/or asthma and/or GERD – as a cause of chronic cough occurred randomly, showing no significant relation of dependence between them (p > 0,05).
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Medida da espessura e ecogenicidade do ramo direito do diafragma crural em pacientes com doença do refluxo gastroesofágico / Width and ecogenicity of the diaphragm right crus in patients with gastroesophageal reflux disease

Nobre, Rivianny Arrais January 2014 (has links)
NOBRE, Rivianny Arrais. Medida da espessura e ecogenicidade do ramo direito do diafragma crural em pacientes com doença do refluxo gastroesofágico. 2014. 97 f. Tese (Doutorado em Ciências Médicas) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2014. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2014-10-30T16:08:09Z No. of bitstreams: 1 2014_tese_ranobre.pdf: 2123261 bytes, checksum: b0ec2ab1cf96b53ba9a719027c6af22c (MD5) / Approved for entry into archive by denise santos(denise.santos@ufc.br) on 2014-10-30T16:10:16Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2014_tese_ranobre.pdf: 2123261 bytes, checksum: b0ec2ab1cf96b53ba9a719027c6af22c (MD5) / Made available in DSpace on 2014-10-30T16:10:16Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2014_tese_ranobre.pdf: 2123261 bytes, checksum: b0ec2ab1cf96b53ba9a719027c6af22c (MD5) Previous issue date: 2014 / Width and ecogenicity of the diaphragm right crus in patients with gastroesophageal reflux disease. RIVIANNY ARRAIS NOBRE. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências Médicas. Orientador: Professor Doutor Miguel Ângelo Nobre e Souza. Gastroesophageal reflux disease (GERD) patients may be better identified by the inspiratory pressure of the lower esophageal sphincter (LES), which is lower, than the expiratory one, and symptoms may be alleviated by inspiratory muscle training. Three groups of human volunteers were selected for this study. Twenty patients with reflux esophagitis (ESOPHAGITIS), nine patients with symptoms of GERD but no esophagitis (NES), and eleven asymptomatic volunteers (Control Group). The volunteers answered GERD and quality-of-life related questionnaires, and underwent endoscopic ultrasound examination and high resolution manometry. The main goal was to study the gastroesophageal junction (GEJ) and the crural diaphragm (CD) in particular (right crus). The width of the CD right crus was measured in millimeters. A standard segment of the CD was analyzed for the average grey intensity of its pixels, and this was taken for ecogenicity. The CD width was thinner in the ESOPHAGITIS group relative to Controls (CD width mean: 3.45 ± 0.24 mm versus 5.19 ± 0.48 mm, p = 0.0077). CD ecogenicity was greater in the ESOPHAGITIS patients relative to Controls (mean ecogenicity: 32.38 ± 2.45 versus 18.35 ± 2.53, p = 0.0009). These findings suggest that some ESOPHAGITIS patients may have an atrophic CD with a greater fat or fibrosis content. There is a decreasing CD width across the ESOPHAGITIS, NES, and control groups. However, this finding was only significant between the ESOPHAGITIS and the Controls. The LES average pressure during resting was similar between the ESOPHAGITIS and Control groups. However, the LES minimal respiratory pressure, IRP, the LES maximal residual pressure, the mean wave amplitude at 3 and 7 cm above the LES, and the maximal DCI were smaller in the ESOPHAGITIS patients relative to controls. The more heartburn bothered the ESOPHAGITIS patients the thinner was the CD width (r = -0.5559, p = 0.0166). The findings of this study point to a possible CD atrophy in some patients with reflux esophagitis. These are in accordance with previous functional studies and set the stage for new studies about GERD physiopathology and the relationship between the diaphragm and esophageal diseases. / Medida da espessura e ecogenicidade do ramo direito do diafragma crural em pacientes com doença do refluxo gastroesofágico. RIVIANNY ARRAIS NOBRE. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências Médicas. Orientador: Professor Doutor Miguel Ângelo Nobre e Souza. Pacientes com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) podem ser melhor diferenciados pela pressão inspiratória do esfíncter esofágico inferior (EEI), que é menor, que pela expiratória, e seus sintomas podem ser aliviados pelo treinamento muscular inspiratório. Neste estudo em seres humanos, foram selecionados três grupos de voluntários. Um com DRGE com esofagite composto de 20 pacientes, outro com sintomas de RGE sem esofagite (NES), com 9 pacientes e outro de pessoas assintomáticos (Grupo Controle), com n=11. Os voluntários responderam questionários de sintomas e de qualidade de vida relacionados a DRGE, e se submeteram a ecoendoscopia e manometria de alta resolução, com o objetivo principal de estudar a junção esofagogástrica (JEG), em particular o diafragma crural (DC). A espessura do ramo direito do DC foi medida em milímetros. A intensidade média de cinzas dos pixel de um segmento padronizado do DC foi considerado como a ecogenicidade. A espessura do ramo direito do diafragma crural foi menor no grupo ESOFAGITE que nos controles (média do diafragma crural = 3,45 ± 0,24 mm no grupo ESOFAGITE e 5,19 ± 0,48 mm no grupo controle com p=0,0077). A ecogenicidade do DC foi maior no grupo ESOFAGITE que nos controles (média desta medida neste grupo foi 32,38 ± 2,45 e 18,35 ± 2,53 no grupo controle, p=0,0009). Estes achados sugerem um músculo atrófico e com maior teor de outros tecidos como gordura ou fibrose em alguns voluntários com DRGE e esofagite associada. Quando os três grupos de estudo foram comparados (ESOFAGITE, NES e Controle) observou-se diminuição progressiva na espessura, porém, mantendo-se diferença significante somente entre o grupo ESOFAGITE e controle. Na manometria esofágica, a pressão basal média do esfíncter esofagiano inferior não teve diferença estatística, porém isto foi observado na pressão respiratória mínima do EEI, no IRP, na pressão residual máxima do EEI, na amplitude distal e no DCI máximo entre os grupos ESOFAGITE e controle, sendo menores nos primeiros. Com relação aos sintomas, o grau de incômodo da pirose correlacionou-se negativamente com a espessura do diafragma crural (r = -0,5559, p = 0,0166). Os achados deste estudo indicam uma possível atrofia do diafragma crural em alguns pacientes com esofagite de refluxo. Isto está de acordo com estudos funcionais prévios e abre uma ampla perspectiva de estudo da fisiopatologia da DRGE e a influência do diafragma em doenças esofágicas.
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Efeito do treinamento diafragmático na barreira antirrefluxo e nos sintomas de pacientes com esofagite de refluxo / Effect of training on diaphragmatic thegastroesophageal barrier and symptoms in patients with reflux esophagitis

Lima, Maria Josire Vitorino January 2011 (has links)
LIMA, Maria Josire Vitorino. Efeito do treinamento diafragmático na barreira antirrefluxo e nos sintomas de pacientes com esofagite de refluxo. 2011. 75 f. Dissertação (Mestrado Ciências Médicas) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2011. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2015-01-27T16:08:34Z No. of bitstreams: 1 2011_dis_mjvlima.pdf: 1315886 bytes, checksum: d193c7962286863e0bc3a79867e2db26 (MD5) / Approved for entry into archive by denise santos(denise.santos@ufc.br) on 2015-01-27T16:09:47Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2011_dis_mjvlima.pdf: 1315886 bytes, checksum: d193c7962286863e0bc3a79867e2db26 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-01-27T16:09:47Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2011_dis_mjvlima.pdf: 1315886 bytes, checksum: d193c7962286863e0bc3a79867e2db26 (MD5) Previous issue date: 2011 / The Gastroesophageal Reflux Disease (GERD) is a syndrome wicth one of the causes is a functional or anatomical change in the barrier mechanisms of gastric contents. It is a chronic disorder with a high and changeable estimated prevalence (from 10 to 50% of the population). Interventions in respiratory function, such as the use of CPAP (Continuous Positive Airway Pressure), can alter the occurrence of GERD, improving basal pressure and the rate of spontaneous relaxations of the Lower Esophageal Sphincter (LES). The main respiratory muscle is the diaphragm, whose crural part forms the anti-reflux barrier. The crural diaphragm is a skeletal muscle and hence it can be trained. Therefore, the main question is whether we could improve the anti-reflux barrier through physical therapy training of the diaphragm. OBJECTIVE: To show the training diaphragm may have significant effect on the antireflux barrier and symptoms in patients with reflux esophagitis. METHODS: Intervencional study it was measured the Baseline pressures (Bp) and the inspiratory pressures from the LES, both in mmHg. These measurements were done during the maneuvers of Respiratory Sinus Arrhythmia (RSA) and with inspiratory load (Threshold ® IMT) of 17 (Pth17), 35 (Pth35) and 70cmH2O (Pth70).We used a system of low-compliance perfusion manometry, and a sonde with a "dentsleeve" of 6cm. The diaphragmatic training was conducted during eight weeks with initial load of 30% of Maximal Inspiratory Pressure (MIP), with weekly increments of 5%. Each training session consisted of 10 series of 15 inspiratory incursions, with a pause from 30s to 60s between the series, and aberage of 30 minutes duration. RESULTS: Intervencion study with twelve patients carried GERD without hiatal hernia, of both genders (18-50 years old) The study has showed that the Bp increased significantly after the diaphragmatic training (19.7 ± 2.4 versus 28.5 ± 2.1, p = 0.0009, n = 12), as well as the RSA pressure (95,87,8 versus 122,512,7, p=0,0218). The LES pressure, during the maneuver with a resistive load of 17 cmH20, was higher after diaphragmatic training (117,312,8 versus 138,810,8, p=0,0308), white with a resistive load of 35 cmH20 it was similar (130,713,4 versus 138,810,8, p=0,5085). The LES pressure, during the maneuver with a resistive load of 70 cmH20, was higher after diaphragmatic training, although not statistically significant (127,314,0 versus 146,19,5, p=0,0909). The number of transient lower esophageal sphincter relaxations (tLESR), during one hour, decreased significantly after diaphragmatic training [20.00 (18.0 to 30.3) versus 13.5 (10.7 to 19.5), p = 0.0059)]. The scores of heartburn and regurgitation, based on the frequency of symptoms, were significantly lower after diaphragmatic training [3.0 (1.0 to 4.0) versus 0 (from 0.0 to 1.0), p = 0.0035] and [2.5 (0.0 to 4.0) versus 0 (from 0.0 to 4.0), p = 0.0084, respectively]. CONCLUSION: The diaphragmatic training improves the baseline pressure, decreases the tLESR and the symptoms of the GERD. / Doença do Refluxo Gastresofágico (DRGE) é uma síndrome cuja uma das causas é uma alteração funcional ou anatômica dos mecanismos de contenção do conteúdo gástrico. É uma desordem crônica com estimativa de prevalência alta e variável (10 a 50% da população). Intervenções na mecânica respiratória, como o uso de CPAP, podem modificar a ocorrência de RGE, melhorando a pressão basal e a taxa de relaxamento espontâneo do EEI. O principal músculo respiratório é o diafragma, cuja parte crural compõe a barreira antirrefluxo. O diafragma crural é um músculo esquelético, e como tal, passível de treinamento. Assim, pergunta-se se seria possível melhorar a barreira antirrefluxo através do treinamento fisioterapêutico do diafragma. OBJETIVO: Mostrar que o treinamento diafragmático pode ter efeito significativo na barreira antirrefluxo e nos sintomas de pacientes com esofagite de refluxo. MÉTODO: Estudo intervencional onde foram medidas as pressões (em mmHg) basal (Pb), e a pressão inspiratória do esfíncter esofágico inferior (EEI) durante as manobras de arritmia sinusal respiratória (Pasr), e com carga inspiratória (Threshold IMT®) de 17 (Pth17), 35 (Pth35) e 70cmH2O (Pth70). Utilizou-se um sistema de manometria de baixa complacência, perfusional e uma sonda com “dentsleeve” de 6 cm. O treinamento diafragmático foi realizado durante oito semanas com carga inicial de 30% da pressão inspiratória máxima (Pimáx), com acréscimos semanais de 5%. Cada intervenção de treinamento consistia em 10 séries de 15 incursões inspiratórias, com repouso de 30s a 60s entre as séries, e duração em média de 30 min. RESULTADOS: Foram selecionados doze pacientes com DRGE sem hérnia hiatal, de ambos os gêneros (18-50 anos). O estudo demonstrou que a Pb aumentou significativamente após o treinamento diafragmático (19,7 ± 2,4 versus 28,5 ± 2,1; p = 0,0009; n = 12), assim como a Pasr (95,87,8 versus 122,512,7, p=0,0218). A pressão inspiratória do esfíncter esofágico inferior (EEI) durante a manobra com carga resistiva de 17 cmH20 foi maior após o treinamento diafragmático (117,312,8 versus 138,810,8, p=0,0308). A pressão inspiratória do EEI durante a manobra com carga resistiva de 35 cmH20 foi semelhante após o treinamento diafragmático (130,713,4 versus 138,810,8, p=0,5085). A pressão inspiratória do EEI durante a manobra com carga resistiva de 70 cmH20 foi maior após o treinamento diafragmático, apesar de não alcançar significância estatística (127,314,0 versus 146,19,5, p=0,0909). O número de relaxamento transitório do esfíncter esofágico inferior (RTEEI) durante uma hora diminuiu significativamente após o treinamento diafragmático [20,00 (18,0 - 30,3) versus 13,5 (10,7 - 19,5); p = 0,0059)]. Os escores de pirose e regurgitação, baseados na frequência de sintomas, foram significativamente menores após o treinamento diafragmático [3,0 (1,0-4,0) versus 0 (0,0-1,0); p = 0,0035;] e [2,5 (0,0-4,0) versus 0 (0,0-4,0); p = 0,0084, respectivamente]. CONCLUSÃO: O treinamento diafragmático inspiratório aumenta a pressão basal e inspiratória do EEI, diminui a taxa de RETEEI e a sintomatologia na doença do refluxo gastresofágico.
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Avaliação da influencia da fisioterapia respiratoria no refluxo gastrofaringeo de dieta enteral em pacientes sob ventilação mecanica

Godoy, Armando Carlos Franco de 26 February 2002 (has links)
Orientadores : Maria Isabel Pedreira de Freitas Ceribelli, Izilda Esmenia Muglia Araujo / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciências Médicas / Made available in DSpace on 2018-08-02T06:33:33Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Godoy_ArmandoCarlosFrancode_M.pdf: 16079773 bytes, checksum: b553455af796f1f762e7e37c8737676a (MD5) Previous issue date: 2002 / Resumo: Foi estudada a performance de sete marcas de ressuscitadores manuais auto-infláveis fabricados e/ou comercializados no Brasil utilizando um pulmã-teste e um mensurador analógico quanto aos quesitos: FiO2 ofertada por fluxo de O2 recebido, oferta de fluxo de O2 sem manipulação da unidade compressível, funcionamento das válvulas do ressuscitador quando este recebe fluxo de O2 de 35 l/min, vedação da válvula do paciente, danos provocados pela queda ao solo, resistência ao fluxo inspiratório e expiratório, facilidade de limpeza e informações contidas no aparelho. Os ressuscitadores que possuem a opção de acoplagem do reservatório de O2 forneceram maiores FiO2 com este acessório conectado. Os ressuscitadores que não têm a opção de acoplagem do reservatório de O2 apresentaram maiores oferta de fluxo de O2 sem a manipulação da unidade compressível. Os ressuscitadores que recebem fluxo de O2 no interior da unidade compressível tiveram a válvula do paciente presa quando receberam fluxo de O2 a partir de 5 l/min, alterando a pressão de pico, o volume corrente e os fluxos inspiratório e expiratório. Os ressuscitadores, quando utilizados como fonte de oferta de O2 sem a manipulação da unidade compressível devem estar com reservatório de O2 acoplado e recebendo 10 a 15 l/min de O2. Três ressuscitadores recebendo 35 l/min de O2 ficaram impossibilitados de ventilar o pulmão teste. Um ressuscitador apresentou falha na vedação da válvula do paciente. As mais altas resistências ao fluxo inspiratório foram de 8 e 7 cmH2O e a mais alta resistência ao fluxo expiratório foi de 7 cmH2O. Todos os ressuscitadores passaram no teste de vômito e queda. Nenhum dos ressuscitadores trouxe informações sobre qual o fluxo de O2 seguro a ser ofertado à unidade compressível e à FiO2 ofertada. Os diferentes modelos de ressuscitadores podem ter diferentes performance / Abstract: The performance of seven marks of autoinflated resuscitator bag manufactured and/or commercialized in Brazil was studied using a lung-test and an analyzer analogical about: FiO2 offered for O2 flow received, O2 flow offered without manipulation of the compressible unit, patient valve lock-up when resuscitator receives na O2 flow of 35 l/min, patient valve backward leakage, drop test, inspiratory and expiratory flow resistance, valve function after contamination by vomitus, easy cleaning and information contained in the device. The resuscitators that possess the option for attached the reservoir of O2 had supplied to a best concentration of FiO2 with this accessory. The resuscitator that does not have the option of attached of the reservoir of O2 had presented greater offers of O2 flow without the manipulation of the compressible unit. The resuscitator that receive O2 flow from in the interior of the compressible unit, had the valve of the patient fixed when they had received O2 flow higher than 5 l/min, modifying the peak pressure, the tidal volume and inspiratory and expiratory flow. The resuscitator when used as source of offering O2 flow without the manipulation of the compressible unit must be with reservoir of O2 connected and receiving 15 l/min of O2. Three resuscitators receiving 35 l/min had been disabled to ventilate the lung test because patient valve lock-up. One resuctitator presented imperfection in the patient valve backward leakage. The highest resistance to the inspiratory flow had been of 7 and 8 cmH2O and the highest resistance to the expiratory flow was of 7 cmH2O. All resuctitators had passed in the test of valve function after contamination by vomitus and drop test. Any resuctitators offered information about to the flow of safe O2 to the compressible unit and the offered FiO2. The different models of resuctitators can get different performances / Mestrado / Mestre em Enfermagem
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Efeito da cisaprida e da fisioterapia respiratoria sobre o refluxo gastroesofagico de lactentes chiadores segundo avaliação cintilografica

Ribeiro, Maria Angela Gonçalves de Oliveira 06 July 2000 (has links)
Orientador: Antonio Condino Neto / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciências Médicas / Made available in DSpace on 2018-08-12T01:42:49Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Ribeiro_MariaAngelaGoncalvesdeOliveira_M.pdf: 2777951 bytes, checksum: 803eba802b4f95999f07c172572f0fa3 (MD5) Previous issue date: 2000 / Resumo: Com o objetivo de analisar o efeito da cisaprida e dos estímulos físicos utilizados pela fisioterapia respiratória em pacientes com síndrome do lactente chiador (SLC), portadores de refluxo gastroesofágico (RGE), avaliamos prospectivamente a densidade nuclear em diferentes topografías esofágicas (distal, média e superior) por meio de cintilografía, em 13 lactentes, com idade média de 9,8 meses, submetidos à manobra de aceleração de fluxo expiratório (AFE), antes e após tratamento com cisaprida, por via oral, na dose de O,3mg/kg,três vezes ao dia. O tempo de tratamento com cisaprida variou de 4 a 8 meses. Os pacientes portadores de SLC sem RGE constituíram o grupo comparativo (n=12) com idade média de 8,7 meses e não receberam tratamento farmacológico. Todos foram submetidos a investigação clínica, incluindo história e exame físico, exames laboratoriais, radiológicos e cintilográfícos para investigação etiológica da SLC. Os episódiosde RGEforam analisadossegundoa topografia esofágicaatingida durante os dois períodos. sucessivos de observação: cintilografia basal (15 minutos) e fisioterapia respiratória (15 minutos). O tempo dos episódios de RGE foi somado para cada topografia esofágica, e os resultados expressos como tempo total (segundos) de RGE observado nos terços esofágicos distal, médio e superior para cada paciente estudado. O tratamento com cisaprida resultou na diminuição do tempo total de RGE nas três topografias esofágicas, com significância estatística somente em terço superior (p<O,05) porém, não influenciou no tempo total de RGE nas topografias esofágicas quando os pacientes estavam sob a ação da fisioterapia. Após tratamento com cisaprida, observamos tendência de aumento do tempo total de RGE nas topografias esofágicas média e superior durante manobra de fisioterapia, porém sem significância estatística. Nos pacientes com RGE durante a cintilografia basal, antes do tratamento com cisaprida, observou-se menor tempo de RGE em esôfago distal durante a fisioterapia (15 minutos após cintilografia basal) (p<O,05). Atribuímos este fenômeno ao esvaziamento gástrico. Após o tratamento com cisaprida essa significância estatística deixou de existir. Os pacientes do grupo comparativo também apresentaram menor tempo total de RGE em esôfago distal durante a fisioterapia (p<0,05). A comparação do tempo total de RGE em esôfago distal dos pacientes com RGE (n=13) com o grupo comparativo (n=12), antes e após tratamento com cisaprida, mostrou que os pacientes que apresentam RGE (n=13) somam maior tempo total de RGE em esôfago distal (p<O,05)em comparação com o grupo sem RGE (n=12), quer seja durante o tempo da cintilografia basal ou durante a fisioterapia. Desta maneira, nossos resultados mostram que a cisaprida apresenta efeito benéfico no tratamento de RGE, principalmente no terço superior do esôfago, e que a fisioterapia respiratória foi potencialmente refluxogênica. Sugerimos investigar os efeitos da fisioterapia segundo posições corporais e submetidos a outros métodos diagnósticos conjuntamente com a cintilografia / Abstract: OBJECTlVE: The aim of this study was to evaluate the effect of the cisapride and chest physical therapy on the gastroesophageal reflux (GER) ofwheezing babies. lvIETHODS: We assessed prospectively by scintigraphy, the presence of technetium e9Tc) in the upper, middle, and lower esophagus in 25 wheezing babies (13 with GER and 12 without GER). Both groups underwent clinical investigation, incIuding laboratory,X-ray and scintigraphytests, for the etiology of the wheezingbaby syndrome (WBS) and GER. Expiratory Flow Acceleration (EFA) was performed before and after treatment with cisapride. During scintigraphy, the total time of the GER episodes was accounted for each esophageal topography, before and after cisapride therapy, with and without EFA. RESULTS: Cisapride significantIy diminished the total time of GER (TTGER) in the upper esophagus (p<O.05). After cisapride therapy, EFA increased the TTGER in the upper and medium esoph~s, although without reaching statistical significance. WBS with GER presented a longer TTGER in lower esophagus (p<0.05)before and after the treatment with cisapride even during EFA, when compared to WBS without GER (p<O.05). CONCLUSIONS: Cisapride was effective in decreasing the TTRGE, mainly in the .upper esophagus and EFA apparentIy increased the number of episodes of GER, but without reaching statistical significance. Other studies are necessary to investigate the effects of chest physical therapy according to corporal positions / Mestrado / Farmacologia / Mestre em Ciências Médicas
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Tosse crônica : análise da simultaneidade entre os principais fatores causais

Gouveia, Maria Carolina Maciel de Azevedo January 2005 (has links)
A tosse crônica é definida quando persiste por um período de, no mínimo, três semanas. Estudos prévios com indivíduos adultos, imunocompetentes, com Rx de tórax sem lesões pleuro-pulmonares ostensivas, mostraram que as principais causas de tosse crônica (acima de 90,0% dos casos) são gotejamento pós-nasal (GPN), asma e doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE). Segundo a literatura, essas causas ocorrem simultaneamente em até 61,0% dos casos. Entretanto, não está estabelecido se há entre elas uma relação de dependência, ou se ocorrem associadas ao acaso. Algumas teorias têm sido postuladas para explicar possíveis mecanismos fisiopatogênicos que justificariam uma associação causal entre GPN e/ou asma e/ou DRGE. O presente estudo teve como objetivo principal avaliar a força de associação entre GPN, asma e DRGE como causas de tosse crônica em 114 pacientes adultos, imunocompetentes, incluindo tabagistas e ex-tabagistas. Os dados foram coletados nos prontuários dos pacientes, usando-se protocolo já previamente testado na literatura. Os pacientes incluídos no estudo realizaram Rx de tórax; Rx de seios paranasais (SPN) e/ou TC de SPN, e/ou rinoscopia; espirometria e/ou teste de broncoprovocação com carbacol; e pHmetria esofágica de 24 horas. O diagnóstico foi estabelecido conforme o resultados desses exames. A presença de GPN e/ou asma e/ou DRGE, como causas de tosse crônica, ocorreu em 113 pacientes (99,0%), nas seguintes frequências: GPN (80,7%), asma (74,6%) e DRGE (52,6%). Bronquiectasias (9,6%), doença pulmonar obstrutiva crônica (5,2%) e tosse induzida por inibidores da enzima conversora de angiotensina (2,6%) foram causas menos freqüentes. Em 81,0% dos casos mostrou-se a presença de causas simultâneas, com 2 causas em 54,0% e três causas em 27,0% dos casos. As causas associadas foram: asma e GPN em 30,0%; asma, GPN e DRGE em 27,0%; GPN e DRGE em 14,0%; e asma e DRGE em 9,6% dos casos. No presente trabalho, a prevalência de causas simultâneas de tosse crônica foi elevada. Entretanto, a combinação de dois ou mais elementos da tríade – GPN e/ou asma e/ou DRGE – se deu ao acaso, não havendo relação de dependência significativa entre as mesmas (P>0,05). / Chronic cough has been defined as persistent cough for over a minimum period of three weeks. In previous studies with immunocompetent adults whose chest X-rays were free of ostensive pleuropulmonary lesions, the main causes for chronic cough (more than 90% of the cases) are postnasal drip (PND), asthma, and gastroesophageal reflux disease (GERD). These causes are simultaneously present in up to 61.0% of the cases. However, it has not yet been established whether there is an actual relation of dependence between them or they occur in random association. Some hypotheses have been put forward in order to explain possible physiopathogenic mechanisms that could justify a causal association between PND and/or asthma and/or GERD. The present study aimed at evaluating the probability of an causal association between PND, asthma and GERD in 114 adult immunocompetent patients with chronic cough, smokers and former smokers inclusive. Data were collected through a review of the patients’ medical records, using a previously tested protocol. The patients who were included in the study had chest X-ray; X-ray of paranasal sinuses (PNS) and/or CT scan of the PNS; spirometry and/or carbachol inhalation challenge; and 24-h esophageal pH monitoring. Diagnosis was established in accordance with the results of those exams. PND, asthma and/or GERD were present in 113 patients (99.0%) as causes of chronic cough in the following frequencies: PND (80.7%), asthma (74.6%), and GERD (52.6%). Bronchiectasis (9.6%), chronic obstructive pulmonary disease (5.2%) and cough induced by angiotensin converting enzyme inhibitors (2.6%) were the less frequent causes. In 81.0% of the cases, simultaneous causes were present – two causes in 54.0% and three causes in 27.0% of the cases. The associated causes were asthma and PND (30.0%), asthma, PND and GERD (27.0%), PND and GERD (14.0%), and asthma and GERD (9.6%). In the present study, a high prevalence could be observed of simultaneous causes for chronic cough. However, the combination of two or more elements of the triad – PND and/or asthma and/or GERD – as a cause of chronic cough occurred randomly, showing no significant relation of dependence between them (p > 0,05).

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