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Relação entre somatotipo e temperamento de praticantes de musculação de Florianópolis/SC

Mafra Junior, Hudson January 2005 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção. / Made available in DSpace on 2013-07-16T00:02:10Z (GMT). No. of bitstreams: 0 / A imagem corporal evoca nos outros e, em si mesmo, um forte impulso, tanto que é comum nos livros, filmes e peças teatrais, os personagens serem descritos quanto à sua personalidade e estereótipo corporal. Como objetivo do trabalho observaram-se, nos praticantes de musculação da cidade de Florianópolis/SC, a existência de correlação entre corpo pelo somatotipo de Heath e Carter (1990) e, personalidade através de um de seus traços constituintes, o temperamento. Foram avaliados e entrevistados 429 indivíduos, sendo 55,94% do sexo masculino e 44,05% do feminino, na faixa etária de 16 a 45 anos. Os indivíduos foram categorizados em 13 somatotipos e 4 temperamentos, os dados foram cruzados através do Qui-quadrado (c2) e graduados com do Coeficiente de Contingência Modificado (C*), o nível de significância foi de 99,995% (p<0,005), obtendo-se correlações positivas entre coléricos e mesomorfos, fleumáticos com endomorfos e mesoendomorfos, melancólicos com ectomorfos e sangüíneo com central e mesomorfo equilibrado. Com base nos resultados pode-se estabelecer uma associação entre somatotipo e temperamento, mas não significam relação causa e efeito.
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Temperamento e prematuridade: influências sobre a interação mãe-bebê / Temperament and prematurity: influences on mother-infant interaction

Chiodelli, Taís [UNESP] 26 August 2016 (has links)
Submitted by TAIS CHIODELLI null (tais.chiodelli@hotmail.com) on 2016-10-20T16:35:39Z No. of bitstreams: 1 Dissertação Taís Chiodelli.pdf: 939230 bytes, checksum: f99f771800c6b07642f1877ab923caa4 (MD5) / Approved for entry into archive by Juliano Benedito Ferreira (julianoferreira@reitoria.unesp.br) on 2016-10-26T18:31:06Z (GMT) No. of bitstreams: 1 chiodelli_t_me_bauru.pdf: 939230 bytes, checksum: f99f771800c6b07642f1877ab923caa4 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-10-26T18:31:06Z (GMT). No. of bitstreams: 1 chiodelli_t_me_bauru.pdf: 939230 bytes, checksum: f99f771800c6b07642f1877ab923caa4 (MD5) Previous issue date: 2016-08-26 / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / O temperamento e a prematuridade do bebê são apontados pela literatura como variáveis que podem influenciar as interações estabelecidas entre a mãe e o bebê. As interações com um bebê avaliado como mais difícil podem ser menos prazerosas e os que nasceram prematuros podem responder de forma diferente aos estímulos do ambiente, requerendo mais cuidado dos pais. Este trabalho investigou a influência do temperamento e da prematuridade nas interações mãe-bebê no início da vida e organiza-se em três estudos. O primeiro estudo identificou a percepção materna do temperamento de bebês de três a seis meses associando-a a variáveis do bebê, maternas e familiares. Foram observadas correlações positivas entre a idade gestacional, o peso ao nascer e a percepção materna de temperamento difícil do bebê. O segundo estudo investigou os comportamentos interativos do bebê (orientação social positiva, expressão negativa e regulação) e maternos (orientação social positiva e expressão negativa) emitidos durante os episódios do Face-to-Face Still-Face (FFSF), considerando dois grupos: o de bebês prematuros (Grupo PT) e os nascidos a termo (Grupo AT). O FFSF refere-se a um procedimento de filmagem e divide-se em três episódios de três minutos cada. Nos episódios um e três a mãe interagiu com o seu bebê como estava habituada a fazer e, no segundo, interrompeu a interação, manteve contato visual, mas deixou de responder ao bebê. As análises foram conduzidas considerando a amostra total e comparando os dois grupos. Os resultados apontaram que tanto os bebês da amostra total como os dos Grupos PT e AT apresentaram o efeito still-face, isto é, responderam diferentemente na ausência dos comportamentos interativos maternos. Os bebês prematuros emitiram frequências mais altas de comportamentos de orientação social positiva do que os bebês a termo, ainda que as diferenças não tenham sido significativas, diferente de outros estudos da área. Todavia, as mães de bebês prematuros apresentaram médias menores de orientação social positiva do que as mães de bebês nascidos a termo, mas as diferenças também não foram significativas. No terceiro estudo analisou-se a influência do temperamento do bebê, avaliado pela percepção materna, sobre a interação mãe-bebê. As díades foram divididas em grupos de temperamento fácil (G1), moderado (G2) e difícil (G3). Os bebês do G3 diferiram significativamente dos demais grupos em expressão negativa no episódio dois do FFSF. As mães dos bebês do G1 apresentaram menos comportamentos de orientação social positiva do que as mães dos demais grupos. Os resultados podem contribuir para o planejamento de intervenções que visem promover interações saudáveis entre a díade. / FAPESP: 2014/10653-4
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A relação entre temperamento e orientação sexual

Guerim, Laura Dick e Silva January 2015 (has links)
Made available in DSpace on 2015-05-29T12:50:53Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000469461-Texto+Completo-0.pdf: 1452047 bytes, checksum: 97902732722c6a8828450f8869feb2d9 (MD5) Previous issue date: 2015 / The relationship between temperament, emotional traits and sexual orientation has not been deeply investigated in a large population sample. In this study, we used the Affective and Emotional Composite Temperament Scale (AFECTS) to assess such relationship. Data from 16. 571 (mean age = 29. 1 ± 6. 3 yrs, 69. 4% females) subjects was collected through the Internet, in Brazil, using the AFECTS. Sexual orientation groups were named: heterosexuals, heterosexual with homosexual experience, bisexuals with preference for the opposite sex, bisexuals with no preference, bisexual with preference for the same sex and homosexuals. Regarding affective temperaments, male cyclothymics and dysphorics had the lowest percentage of people with heterosexual orientation and the highest percentages of people with bisexual and homosexual orientation, the opposite profile was observed in hyperthymic and euthymic types. Among females, the volatile, cyclothymic, apathetic, disinhibited and euphoric types were less often observed in people with “pure” heterosexual orientation and more often in people with bisexual orientation.In men only, homosexuality was more common among the depressive, cyclothymic and dysphorics temperaments. Emotional trait analysis showed that heterosexual subjects differed statistically from all other groups by having higher scores of coping and stability and lower scores of sensitivity and desire. Overall, the largest differences compared to “pure” heterosexuals were observed in people with bisexual orientation with no gender preference in females and people with bisexual orientation with opposite gender preference in males. Subjects with heterosexual orientation who have had homosexual experience and those with homosexual orientation presented intermediate scores. / A relação entre temperamento e orientação sexual ainda não foi profundamente investigada em uma grande amostra populacional. Neste estudo, utilizamos a Affective and Emotional Composite Temperament Scale (AFECTS) para avaliar essa relação. Dados de 16. 571 participantes (média de idade = 29. 1 ± 6. 3 anos, 69. 4% mulheres) foram coletados anonimamente pela Internet, no Brasil, utilizando o modelo AFECTS. Os grupos de orientação sexual eram denominados: heterossexuais, heterossexuais com experiências homossexuais, bissexuais com preferência pelo sexo oposto, bissexuais sem preferência, bissexuais com preferência pelo mesmo sexo e homossexuais. Os resultados referentes ao temperamento afetivo mostraram que homens ciclotímicos e disfóricos apresentaram a menor porcentagem de heterossexuais e a maior porcentagem de bissexuais e homossexuais, o perfil oposto foi observado em hipertímicos e eutímicos. Entre as mulheres, os tipos de temperamento volátil, ciclotímico, apático e desinibido apresentaram menores porcentagens de heterossexuais e maior em bissexuais.Apenas entre os homens a homossexualidade foi mais comum nos temperamentos depressivos, ciclotímico e disfórico. A análise dos traços emocionais mostrou que indivíduos heterossexuais diferenciam-se estatisticamente de todos os outros grupos por terem maiores escores de Maturidade e Estabilidade e menores escores de Sensibilidade e Desejo. No geral, as maiores diferenças comparadas ao grupo de heterossexuais “puros” foram observadas nos bissexuais sem preferência, entre as mulheres, e nos bissexuais com preferência pelo sexo oposto, entre os homens. Indivíduos heterossexuais com fantasias ou experiências homossexuais e os homossexuais apresentaram escores intermediários.
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Os quatro temperamentos na Antroposofia de Rudolf Steiner

Mutarelli, Sandra Regina Kuka 21 June 2006 (has links)
Made available in DSpace on 2016-04-28T14:16:26Z (GMT). No. of bitstreams: 1 sandra mutarelli.pdf: 3399845 bytes, checksum: c88b4129ab5074cf6590b7b7f9b3c78d (MD5) Previous issue date: 2006-06-21 / Rudolf Steiner (1861-1925) was a philosopher, journalist and educator. Nowadays he is usually associated with lhe Camphill movement of curativa education and its architecture, several studies on religion, lhe biodynamical agricultura and lhe anthroposophical medicina. The aim of this research is to analyse Steiner's ideas concerning lhe four temperaments, taking into account its historical context, trying to check lhe similarities and differences between Steiner's conceptions and lhe concept of lhe four temperaments which is present in some writings belonging to lhe ancient Hippocratic-Galenic tradition. This dissertation contains an introduction and five chapters. Chapter 1 discusses some features of lhe ancient theory of lhe four humours, lhe theory of lhe temperaments and their developments. Chapter 2 providas a general overlook of Steiner's context and deals with his background, career, professional interests as well as some of lhe possible influences he received. Chapter 3 studies Steiner's conception of lhe four temperaments as presented in his work Das Geheimnis der menschlichen Temperamenteas well as olhar works by Steiner. It algo analyses lhe application of lhe conception of lhe four types of temperaments to education. Chapter 4 compares Rudolf Steiner's ideas concerning lhe four temperaments to lhe ideas which are part of lhe Hippocratic-Galenic tradition on this respect. Chapter 5 presents some final remarks on lhe subject. This study lead to lhe conclusion that although there are some similarities between lhe two conceptions in some respects, there are algo wide differences between them. For example, in both cases lhe terminology is lhe sarna. However, whereas in lhe Hippocratic-Galenic tradition, lhe temperament is produced by lhe predominance of one of lhe four humours (blood, yellow bife, phlegm and black bife), in Steiner's conception it is produced by lhe predominance of one of lhe four components of man (the physical body, lhe astral body, lhe ethereal body and lhe selt). Moreover, it was pointed out that Steiner's conception of lhe four temperaments providas a bridge uniting lhe pedagogical knowledge and lhe knowledge of lhe human constitution / Rudolf Steiner (1861-1925) foi um filósofo, jornalista e educador. Atualmente seu nome está associado ao movimento Camphill de educação curativa, sua arquitetura, vários estudos sobre religião, à agricultura biodinâmica e à medicina antroposófica. . O objetivo principal desta pesquisa é analisar as idéias de Steiner acerca dos quatro temperamentos, dentro de seu contexto histórico, procurando verificar até que ponto existem semelhanças e diferenças entre as concepções de Steiner e o conceito dos quatro temperamentos que faz parte da antiga tradição hipocráticogalênica. Esta dissertação contém uma introdução e cinco capítulos. O capítulo 1 discute alguns aspectos da teoria humoral, da teoria dos temperamentos e seus desdobramentos. O capítulo 2 dá uma idéia geral do contexto de Steiner e trata de sua formação, carreira, interesses profissionais, bem como sobre algumas possíveis influências sobre seu pensamento. O capítulo 3 apresenta a concepção dos temperamentos em Steiner que aparece na obra Das Geheimnis der menschlichen Temperamente e suas relações com outros estudos do autor. Discute também a aplicação da concepção dos quatro temperamentos à educação. O capítulo 4 compara as idéias de Rudolf Steiner acerca dos quatro temperamentos com a concepção dos quatro temperamentos na tradição hipocrático-galênica. O capítulo 5 apresenta algumas considerações finais sobre o assunto. Este estudo levou à conclusão de que, embora existam algumas semelhanças entre as duas concepções em relação a alguns pontos, existem também grandes diferenças. Por exemplo, em ambas concepções a terminologia empregada para se referir aos tipos de temperamentos é a mesma. Porém, enquanto na tradição hipocrático-galênica os temperamentos eram determinados pela predominância de um dos quatro humores (sangue, bílis negra, bílis amarela e fleuma), na concepção de Steiner eles eram determinados pela predominância de um dos quatro membros constitutivos do homem (corpo físico, corpo etéreo, corpo astral e o eu). Além disso, verifica-se que a concepção dos quatro temperamentos de Steiner constitui uma ponte de integração entre saberes pedagógicos e os saberes sobre a constituição humana
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O temperamento em pacientes com epilepsia temporal mesial refratária: análise qualitativa e impacto de variáveis epileptiformes

Posenato, Naiara January 2012 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T19:03:58Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000443569-Texto+Completo-0.pdf: 1818330 bytes, checksum: 440d1a0ec56c8d386d2ce13eb489f265 (MD5) Previous issue date: 2012 / Introduction: Although temporal lobe epilepsy is associated with high rates of psychiatric comorbidities, investigations about the temperament of these patients have been neglected. Previous studies have suggested that epileptiform and clinical variables may have a role in this context. Objectives: The present study characterized, through a reliable instrument, the temperament of patients with mesial temporal lobe epilepsy, compared them to controls and established relationships with disease-related variables. Methods: Temperament was assessed in 42 (forty-two) adult patients with unilateral mesial temporal lobe epilepsy and 84 (eighty-four) control, through the questionnaire AFECTS (Affective and Emotional Composite Temperament Scale). Among patients, variables related to epilepsy were collected prospectively as well as the scales of the BDI and BAI. Results: Statistically significant correlations were observed between disease duration and higher BDI against temperaments "Depressive" and "Anxious" and the emotional dimension of temperament "Fear." The number of antiepileptic drugs correlated inversely with the temperament "Obsessive." Regarding laterality, patients with lesion in the left lobe had lower average in the emotional dimension "Sensitivity".Discussion: Even though some findings, such as higher BDI scores in patients with temperament "Depressive" and "Anxious" could be justified by the bigger prevalence of psychiatric disorders in patients with mesial temporal lobe epilepsy, statistically significant correlations were found between affective dimensions and variables, independently. Lower means of "Sensitivity" in patients with left itcal focus were consistent with recent data about neurobiological basis of temperament. Conclusion: While they should be interpreted with caution, the results suggest a possible role of mesial temporal lobe epilepsy, directly and through lesion, as one of the determinants of temperament in these patients. / Introdução: Embora a epilepsia do lobo temporal esteja associada a altas taxas de comorbidades psiquiátricas, investigações acerca do temperamento destes pacientes têm sido negligenciadas. Estudos prévios têm sugerido que variáveis clínicas e epileptiformes possam exercer um papel fundamental neste contexto. Objetivos: O presente estudo caracterizou, através de instrumento confiável, o temperamento de pacientes com epilepsia temporal mesial, comparando-os a controles e estabelecendo relações com variáveis associadas à doença.Métodos: O temperamento foi analisado em 42 adultos, portadores de epilepsia mesial temporal unilateral e 84 controles, através do questionário AFECTS (Affective and Emotional Composite Temperament Scale). Entre os pacientes, as variáveis relacionadas à epilepsia foram coletadas prospectivamente, assim como as escalas de BDI e BAI. Resultados: Correlações estatisticamente significativa foram observadas entre duração da doença e altos índices no BDI aos temperamentos “Depressivo” e “Ansioso” e à dimensão emocional do temperamento “Medo”. O número de drogas antiepilépticas correlacionou-se inversamente ao temperamento “Obsessivo”. Quanto à lateralidade, pacientes com lesão à esquerda apresentaram médias menores na dimensão emocional “Sensibilidade”.Discussão: Mesmo que alguns achados, como os elevados índices no BDI em pacientes com temperamento “Depressivo” e “Ansioso” possam ser justificados pela maior prevalência de distúrbios psiquiátricos em indivíduos com epilepsia temporal mesial, correlações estatisticamente significativas encontradas entre dimensões afetivas e variáveis epileptiformes foram independentes. Menores médias de “Sensibilidade” em pacientes com foco itcal à esquerda foram condizentes com dados recentes sobre as bases neurobiológicas do temperamento. Conclusão: Embora devam ser interpretados com cautela, os resultados sugerem um possível papel da epilepsia mesial temporal, de maneira direta e lesional, como um dos determinantes do temperamento nestes pacientes.
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Temperamento emocional e afetivo em pacientes obesos tabagistas candidatos a cirurgia bariátrica

Mombach, Karin Daniele January 2013 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T19:06:05Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000448169-Texto+Completo-0.pdf: 585932 bytes, checksum: bc32e87177240a56313222cf3240e579 (MD5) Previous issue date: 2013 / Background: The prevalence of smoking habits in the morbidly obese is higher than in the general population. There is some evidence that smokers have different temperaments compared to non-smokers. Methods: We analyzed data on affective and emotional temperament assessed by the AFECTS scale in a cross-sectional survey of bariatric surgery candidates, 18-65 years old, with class II and III obesity, recruited and grouped in smokers, ex-smokers, and non-smokers. Results: No significant differences were detected in affective and emotional temperament with respect to smoking status among 420 bariatric surgery candidates (74. 5% females, 92. 9% Caucasian and mean BMI of 45. 9±7. 6 kg/m2), except in patients without current psychiatric diagnosis or psychiatric medication. In these cases, smokers had higher scores in anxious than ex-smokers (median 3[2-4] percentile; median 2[1-4] percentile; P=0. 007) and non-smokers (median 3[2-4] percentile; median 2[1-4] percentile P=0. 005), and lower scores in control than non-smokers (39,7±11,2; 44,1±9,8; P=0. 032), while ex-smokers scored higher in hyperthymic than non-smokers (median 4[4-5] percentile; median 3[2-4] percentile P=0. 012). When the groups were stratified for BMI of 35-45 kg/m², smokers had higher scores in euphoric than ex-smokers (median 3[2-5] percentile; median 2[1-3] percentile; P=0. 034), while ex-smokers scored higher in dysphoric than non-smokers (median 3[2-4] percentile; median 2[1-4] percentile; P=0. 042). Ex-smokers with BMI >50 kg/m² scored higher on coping (P=0. 034) and control (P=0. 029) than smokers when adjusted for age and sex. Dysphoric and euphoric temperaments was associated with light smokers (median 3[2-4] percentile; median 2[1-3] percentile; P=0,009; median 3[1-4] percentile; median 2[1-3] percentile; P=0. 035).Conclusions: Smoking in bariatric surgery candidates was associated with lower control, higher anxiety and euphoric temperaments. Light smokers were associated with higher dysphoric and euphoric temperaments. Assessment of temperament in bariatric surgery candidates may help in decisions about smoking cessation treatment and prevention of smoking relapse after surgery. / INTRODUÇÃO: Estimativas de prevalência de tabagismo em obesos mórbidos tem sido maiores que na população em geral. Existem algumas evidências de que tabagistas possuem temperamentos distintos de não tabagistas. OBJETIVO: Avaliar a ocorrência de dimensões de temperamentos na população que se candidata a realização de cirurgia bariátrica e verificar se há diferenças entre fumantes, exfumantes e não fumantes. MÉTODOS: Foram analisados dados sobre o temperamento afetivo e emocional através da escala AFECTS em um estudo transversal de candidatos à cirurgia bariátrica entre 18-65 anos de idade, graus II e III de obesidade, recrutados e agrupados de acordo com seu status tabágico (fumantes, ex-fumantes e não fumantes).RESULTADOS: Não foram detectadas diferenças estatisticamente significativas nos temperamentos afetivos e emocionais em relação ao status tabágico entre os 420 candidatos à cirurgia bariátrica (74,5% sexo feminino, 92,9% brancos e média de IMC 45,9±7,6 Kg/m2). Ao se excluir pacientes sem diagnóstico psiquiátrico atual (n=228) e sem medicação psiquiátrica (n= 325), o grupo de fumantes apresentou escores mais altos de temperamento ansioso do que os ex-fumantes (mediana 3[2-4] percentil; mediana 2[1-4] percentil; P=0,007) e os não-fumantes (mediana 3[2-4] percentil; mediana 2[1-4] percentil; P=0,005), e escores mais baixos em Controle do que os não-fumantes (39,7±11,2; 44,1±9,8; P=0,032). Já os exfumantes tiveram escores mais elevados no temperamento hipertímico do que os nãofumantes (mediana 4[4-5] percentil; mediana 3[2-4] percentil; P=0,012). Quando os grupos foram estratificados por IMC, entre 35-45kg/m² os fumantes apresentaram escores mais altos no temperamento eufórico do que os ex-fumantes (mediana 3[2-5] percentil; mediana 2[1-3] percentil; P=0,034), enquanto ex-fumantes tiveram escores mais elevados no temperamento disfórico do que os não-fumantes (mediana 3[2-4] percentil; mediana 2[1-4] percentil; P=0,042). Em pacientes com IMC acima de 50 kg/m², quando ajustado para idade e sexo, exfumantes tiveram escores mais elevados em Enfrentamento (P=0,034) e Controle (P=0,029) do que os fumantes. Os temperamentos disfórico e eufórico foram associados com fumantes leves em relação a fumantes pesados (mediana 3[2-4] percentil; mediana 2[1-3] percentil; P=0,009; mediana 3[1-4] percentil; mediana 2[1-3] percentil; P=0,035, respectivamente).Conclusão: Fumar em obesos candidatos a cirurgia bariátrica foi associado com baixo Controle e escores elevados nos temperamentos ansioso e eufórico. Fumar menos de dez cigarros ao dia foi associado com os temperamentos disfórico e eufórico. A avaliação do temperamento em candidatos a cirurgia bariátrica permite nos ajudar a tomar decisões sobre a individualização do tratamento e prevenção de recaída do tabagismo após a cirurgia.
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Variabilidade na expressão da reatividade de potros brasileiro de hipismo /

Lima, Bruno Nogueira de Oliveira January 2017 (has links)
Orientador: Mateus José Rodrigues Paranhos da Costa / Coorientador: Nedenia Bonvino Stafuzza / Banca: Katia de Oliveira / Banca: José Corrêa de Lacerda Neto / Resumo: Em todos os esportes equestres é comum que os animais sejam testados com grande variação de obstáculos, percursos e ambientes. Essas dificuldades impostas nas provas equestres justificam o foco em um dos aspectos mais importantes do temperamento dos cavalos: sua reatividade ou comportamento de fuga ("flightness"). A reatividade dos potro pode ser caracterizada pela aproximação ou fuga de determinado estímulo. Este estudo teve como objetivo verificar a existência da variabilidade na expressão do comportamento de um grupo de potros Brasileiro de Hipismo (BH) frente à novo objeto e se existe alguma associação entre a reatividade dos animais durante o teste do novo objeto e a presença do polimorfismo de nucleotídeo único (SNP - Single Nucleotide Polymorphism) A758T do gene DBH. O teste do novo objeto (feito com a utilização de um guarda-chuva aberto) foi realizado em 260 potros Brasileiro de Hipismo (BH) sem nenhum treinamento montado. A avaliação da reatividade e rapidez de habituação foi feita por avaliação qualitativa do comportamento (QBA - Qualitative Behavior Analysis) durante o teste de novo objeto. Foi possível observar grande variabilidade fenotípica entre os potros, sendo que os animais foram divididos em um grupo com altos valores para as variáveis RELAXADO, FOCADO, CONFIANTE e POSITIVAMENTE CURIOSO e outro grupo de animais com altos valores para PRECAVIDO, AGITADO, CONFUSO e DESESPERADO. Também foi observado que os criatórios diferiram entre si quanto à adoção de sel... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: In all the equestrian sports it is common that the animals are tested with a great variation of obstacles, courses and environments. These difficulties imposed in the equestrian sports justify the focus in one of the aspects of a horse's temperament: his reactivity or flight behavior ("flightiness"). The horse's reactivity can be characterized by his approach or escape of determined stimulus. This study aimed to verify the existence of behavior variability in Brazilian Sport Horse fillies and colts and if there is any association between that behavior and the presence of the DBH SNP A758T. In order to accomplish this, we tested 260 Brazilian Sport Horse fillies and colts, without any mounted training, in a novel object test using an umbrella. The horse's reactivity and habituation speed was analyzed through a QBA- Qualitative Behavior Analysis during the novel object test. It was possible to observe a great phenotypic variability between the animals and divide them in a group with high values for the variables RELAXED, FOCUSED, CONFIDENT and POSITIVELY CURIOUS and another group of animals with high values for CAUTIOUS, AGITATED, CONFUSED and DESPAIRED. We also observed that the breeders differed with respect to the adoption of a directional selection or not for the animals' reactivity. In spite of this, the presence of animals that can be characterized as "pathologically anxious", shows the need for a greater attention on the part of national breeders in the selection of anim... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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Temperamento afetivo e emocional : desenvolvimento teórico, mensuração e associação com ritmos circadianos / Affective and emotional temperament: theoretical development, measurement and association with circadian rhythms

Ottoni, Gustavo de Lima January 2010 (has links)
As atuais classificações nosológicas em psiquiatria são baseadas em um modelo categorial e fragmentador da atividade mental. Essa abordagem inflaciona a presença de comorbidades, não explica como uma mesma classe de medicações pode ser eficaz em diferentes transtornos, não oferece parâmetros de saúde mental e dificulta a interação com outras áreas como a psicologia e as neurociências. Por outro lado, há evidências de que o temperamento e os traços de personalidade individuais predispõem aos transtornos psiquiátricos manifestados e contribuem para sua alta recorrência e cronicidade. Nesse contexto, foi proposto o modelo de temperamento baseado em traços de Medo e Raiva (Lara e Akiskal, 2006; Lara et al., 2006). Focado em traços emocionais e afetivos, com base em conhecimentos gerados das neurociências, da psicologia e da psicofarmacologia, esse modelo se propõe a ser uma base coerente para o entendimento dos padrões de comorbidades psiquiátricas e das ações dos psicofármacos. Além da natureza emocional, há muitas evidências de alterações em ritmos circadianos entre os acometidos por transtornos mentais, com uma clara tendência a um atraso em seus relógios biológicos internos. Na primeira parte desta tese, a partir do embasamento em diversos modelos de temperamento e personalidade, incrementamos o Modelo de Temperamento baseado em Medo e Raiva, rebatizado como Modelo de Temperamento Afetivo e Emocional (Affective and Emotional Composite Temperament; AFECT). A seguir, apresentamos a validação da primeira versão da escala para avaliação do modelo (Combined Emotional and Affective Temperament Scale; CEATS) em uma amostra com alta prevalência de transtornos psiquiátricos e a validação da segunda e atual versão dessa escala, agora com o nome de Affective and Emotional Composite Temperament Scale (AFECTS). O modelo AFECT propõe que o substrato emocional básico humano funcione como um sistema composto pelas seguintes dimensões: Ativação, Inibição, Sensibilidade, Coping e Controle (AIS2C system). Esse sistema é baseado no princípio de que a Ativação (Vontade e Raiva) e a Inibição (Medo e Cautela) são os vetores emocionais básicos. A forma como esse sistema reage ao ambiente é determinada pelas dimensões de Sensibilidade e Coping. Por último, o Controle monitora o ambiente e faz os ajustes necessários na ativação e inibição. De acordo com a interação dessas dimensões emocionais básicas, um temperamento afetivo resulta em uma matriz tipológica. São propostos 12 temperamentos afetivos: depressivo, ansioso, apático, obsessivo, ciclotímico, disfórico, volátil, eutímico, irritável, desinibido, hipertímico e eufórico, que se aproximam ou distanciam na matriz conforme seus sistemas emocionais básicos. Tanto a CEATS quanto a AFECTS apresentaram boa qualidade psicométrica. Apresentaram alto índice de consistência interna e os perfis emocionais esperados para cada temperamento afetivo. Os temperamentos afetivos propostos compreendem os principais padrões afetivos existentes na população (97 a 99% das pessoas se identificaram com pelo menos um desses temperamentos). Ambas as escalas avaliam as dimensões emocionais de maneira quantitativa, enquanto os temperamentos afetivos são mensurados tanto quantitativa quanto qualitativamente. Além disso, no fim são avaliados os níveis de problemas e vantagens decorrentes do temperamento. Em relação à CEATS, a AFECTS discriminou mais adequadamente os fatores emocionais e recebeu o acréscimo de dois temperamentos emocionais (sensibilidade e coping) e 2 temperamentos afetivos (obsessivo e eufórico). A AFECTS apresenta ainda a mensuração dos seguintes fatores compostos: o índice de Funcionamento Emocional Global (Global Emotional Functioning; GEF); os índices de Internalização, de Externalização e de Instabilidade; e o escore de Adaptação. Na segunda parte da tese, apresentamos uma escala bastante simples para avaliação de preferência circadiana baseada em energia (Circadian Energy Scale; CIRENS). Essa escala apresentou boa correlação (r = - 0.70) com o instrumento mais amplamente utilizado para análise de cronotipos, o Morningness-Eveningness Questionnaire (MEQ). Além disso, seus resultados quanto a parâmetros externos comprovadamente associados à preferência circadiana foram adequados. Na associação dos temperamentos afetivo e emocional (avaliados pela CEATS) com parâmetros subjetivos de sono, encontramos que uma ativação emocional disfuncional (alta raiva com baixo controle e vontade) esteve relacionada a problemas específicos de sono. Um padrão de sono disfuncional foi encontrado naqueles com temperamento depressivo, ciclotímico ou volátil. O estudo da associação entre os temperamentos afetivo e emocional (avaliados pela AFECTS) e a preferência circadiana, demonstrou que a dimensão emocional do Controle foi a mais correlacionada ao cronotipo. O baixo Controle foi a principal diferença daqueles com cronotipo noturno em relação aos matutinos ou aos sem preferência circadiana. Os resultados ampliaram para o nível de temperamento as evidências de preferência pela noite entre os pacientes com transtornos bipolar e de déficit de atenção com hiperatividade. O temperamento se mostrou mais associado aos escores absolutos de energia do que aos cronotipos. Baixa Vontade, Coping e Controle, e alta Sensibilidade foram associados a um perfil de energia baixa e instável ao longo do dia. Nossos resultados sugerem que temperamento e ritmos circadianos estão associados e que a atenção a estes parâmetros pode fornecer importantes informações para uma avaliação global dos pacientes psiquiátricos. / Current nosological classifications in psychiatry are based on a categorical and fragmented model of mental functioning. This approach overestimates the presence of comorbidities, does not explain how the same drug class can be effective in different disorders, offers no parameters of mental health, and hinder the interaction with other areas such as psychology and neuroscience. Moreover, there is abundant evidence that temperament and personality traits predispose individuals to psychiatric disorders and contribute to their high recurrence and chronic evolution. In this context, the Fear and Anger model of temperament (Lara and Akiskal, 2006; Lara et al., 2006) was proposed. Focused on emotional and affective traits, based on knowledge from neurosciences, psychology and psychopharmacology, this model aims to be a coherent basis for understanding patterns of psychiatric comorbidity and actions of psychoactive drugs. Besides temperament, differences in circadian rhythms of those affected by mental disorders have been shown, with great tendency towards a delay in their internal biological clocks. In the first section of this thesis, based on several models of temperament and personality, we revised the Fear and Anger model of temperament, renamed as the Affective and Emotional Composite Temperament (AFECT) model. Then, the validation study for the first version of the scale for emotional and affective temperaments assessment (Combined Emotional and Affective Temperament Scale; CEATS) in a sample with high prevalence of psychiatric disorders is presented. The validation study of the second and current version of this scale, now under the name of Affective and Emotional Composite Temperament Scale (AFECTS), is shown at the end of this first section. The AFECT model proposes that human basic emotional dimensions work as a system composed by Activation, Inhibition, Sensitivity, Coping and Control (AIS2C). This system is based on the principle that Activation (Volition and Anger) and Inhibition (Fear and Caution) are the two main emotional forces or ‗vectors of the mind‘. The way this system reacts to the environment is determined by the dimensions of Sensitivity and Coping. Finally, Control monitors the environment and makes the necessary adjustments in activation and inhibition. According to the interaction of these basic emotional dimensions, affective temperaments result in a typological matrix. Twelve affective temperaments are proposed: depressive, anxious, apathetic, obsessive, cyclothymic, dysphoric, volatile, euthymic, irritable, disinhibited, hyperthymic, and euphoric. Their basic emotional configurations influence their vicinities in the typological matrix. Both CEATS and AFECTS had good psychometric properties. They showed high internal consistency and the expected emotional profiles for each affective temperament. Respectively for CEATS and AFECTS, 97 and 99% of the volunteers were able to ascribe to at least one proposed affective temperament. These scales assess the emotional dimensions quantitatively, whereas the affective temperaments are measured both quantitatively and qualitatively. They also evaluate personal problems and benefits related to temperament. Comparing to the CEATS, the AFECTS discriminated emotional factors better and presented two additional emotional dimensions (Sensitivity and Coping) and 2 new affective temperaments (obsessive and euphoric). The AFECTS presents the following composite factors: the Global Emotional Functioning (GEF) index, the Internalization, Externalizing, and Instability indexes, and the Adaptation score. In the second section of this thesis, we present a simple scale for assessing circadian preference based on energy (Circadian Energy Scale; CIRENS). This scale showed a moderalty high correlation (r = - 0.70) with the most widely used scale to chronotype assessment, the Morningness-Eveningness Questionnaire (MEQ). Moreover, the CIRENS showed the expected results regarding the evaluated external parameters. Using CEATS as the temperament assessment tool, a dysfunctional emotional activation (high anger and low control and volition) was related to specific subjective sleep problems. Sleep problems were found particularly in those with depressive, cyclothymic or volatile temperament. Assessed by the AFECTS, Control was the emotional dimension most correlated to diurnal preference. Low control was the main difference between evening types and other chronotypes. The results extended to the level of temperament the evening preference previously reported for patients with bipolar and attention deficit hyperactivity disorders. Temperaments were more associated with absolute energy levels than with chronotype. Low Volition, Coping and Control, and high Sensitivity were associated with a profile of low and unstable energy throughout the day. Our results suggest the association of temperament and circadian rhythms and that their assessment could provide valuable insights for a more global evaluation of psychiatric patients.
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Temperamento e prematuridade : influências sobre a interação mãe-bebê /

Chiodelli, Taís. January 2016 (has links)
Orientador: Olga Maria Piazentin Rolim Rodrigues / Banca: Pedro Nuno de Azevedo Lopes dos Santos / Banca: Marina Gabriela Gonçalves Fuertes Dionisio / Resumo: O temperamento e a prematuridade do bebê são apontados pela literatura como variáveis que podem influenciar as interações estabelecidas entre a mãe e o bebê. As interações com um bebê avaliado como mais difícil podem ser menos prazerosas e os que nasceram prematuros podem responder de forma diferente aos estímulos do ambiente, requerendo mais cuidado dos pais. Este trabalho investigou a influência do temperamento e da prematuridade nas interações mãe-bebê no início da vida e organiza-se em três estudos. O primeiro estudo identificou a percepção materna do temperamento de bebês de três a seis meses associando-a a variáveis do bebê, maternas e familiares. Foram observadas correlações positivas entre a idade gestacional, o peso ao nascer e a percepção materna de temperamento difícil do bebê. O segundo estudo investigou os comportamentos interativos do bebê (orientação social positiva, expressão negativa e regulação) e maternos (orientação social positiva e expressão negativa) emitidos durante os episódios do Face-to-Face Still-Face (FFSF), considerando dois grupos: o de bebês prematuros (Grupo PT) e os nascidos a termo (Grupo AT). O FFSF refere-se a um procedimento de filmagem e divide-se em três episódios de três minutos cada. Nos episódios um e três a mãe interagiu com o seu bebê como estava habituada a fazer e, no segundo, interrompeu a interação, manteve contato visual, mas deixou de responder ao bebê. As análises foram conduzidas considerando a amostra total e comparando os... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Literature has pointed out infant temperament and prematurity as variables that may influence interactions established between the infant and the mother. Interactions with an infant assessed as more difficult may be less pleasurable, and preterm infants may respond differently to the environmental stimuli, requiring more care of their parents. This study investigated the influence of temperament and prematurity on mother-infant interactions in early life. It is organized into three studies. The first study identified the mother's perception of the temperament of three to six-month-old babies associated it to infant, maternal and family variables. Positive correlations were observed among gestational age, birth weight and mother perception of the infant difficult temperament. The second study investigated the interactive behavior of the infant (positive social orientation, negative expression and regulation) and of the mother (positive social orientation and negative expression) emitted during episodes of Face-to-Face Syill-Face (FFSF) considering two groups: premature infants (PM group) and term birth infants (TB group). FFSF is a video recording procedure divided into three episodes of three minutes long each. In episodes one and three, the mother was oriented to interact with her infant as usual; in episode two, she should stop interacting, keep eye contact, but do not respond to the child. Analysis was performed considering total sample and comparing the two groups. Results showed that infants from total sample as well as PM and TB groups showed still-face effect, i.e., they responded differently in the absence of maternal interactive behaviors. Premature infants emitted higher frequency rates of behavior in a positive social orientation than term infants, although differences are not significant, unlike other studies. However, mothers of pretern infants had lower positive social... (Complete abstract electronic access below) / Mestre
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Determinação de alterações na expressão gênica, fenótipos comportamentais e padrões neurobiológicos em ratos adultos com elevada e baixa atividade exploratória privados de sono paradoxal na adolescência / Determination of alterations in gene expression, behavioral phenotypes and neurobiological patterns in adult rats with high and low exploratory activity deprived of paradoxical sleep in adolescence

Lima, Camila Nayane de Carvalho 09 December 2016 (has links)
LIMA, C. N. C.; Determinação de alterações na expressão gênica, fenótipos comportamentais e padrões neurobiológicos em ratos adultos com elevada e baixa atividade exploratória privados de sono paradoxal na adolescência. 2016.186 f. Tese (Doutorado em Farmacologia) - Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2016. / Submitted by Farmacologia Pós-Graduação (posgfarmacologia@gmail.com) on 2017-05-26T14:23:32Z No. of bitstreams: 1 2016_tese_cnclima.pdf: 4350214 bytes, checksum: 8b2239f6c5fb992701c8fda52c8102cd (MD5) / Approved for entry into archive by Erika Fernandes (erikaleitefernandes@gmail.com) on 2017-05-26T14:32:57Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2016_tese_cnclima.pdf: 4350214 bytes, checksum: 8b2239f6c5fb992701c8fda52c8102cd (MD5) / Made available in DSpace on 2017-05-26T14:32:57Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2016_tese_cnclima.pdf: 4350214 bytes, checksum: 8b2239f6c5fb992701c8fda52c8102cd (MD5) Previous issue date: 2016-12-09 / Temperament can be considered the basis of humor, behavior and personality, they have strong biological basis, early development of the individual. Evidences suggests that temperament and personality traits predispose to the mood disorders. Because of this, it is important to identify biological factors associated with various temperament characteristics, such as differences in gene expression and neurochemical markers to help further evidence related to the etiopathogenesis of mental disorders such as depression and BD. (HE) and low exploratory activity (LE) exposes or not paradoxical sleep deprivation in adolescence. In the evaluation of the neurobiological basis of temperament, HE and LE tests were selected according to their exploratory profile in an open field test, a model of mania induced by temperamental sleep deprivation was used. Behavioral tests for locomotor activity and exploratory analysis, anxiety, cognition, depression, gene expression investigation of the clock genes, oxidative stress and inflammation were evaluated. The results of this study show that as individual behavioral factors, the exploratory patterns can be characterized in rats. By doing a translation for the human being these exploratory patterns reflect temperamental characteristics that influence a variety of behaviors and neurochemical and genetic parameters in response to the environment. Thus, our results for a strong interaction between exploratory patterns in animals and stressful events in adolescence contributing to the development of behavioral control type depression or mania in adulthood, showing that a selection of animals based on their exploratory pattern may be an alternative Interesting for conducting research with models with translational validity in psychiatry. / O temperamento pode ser considerado como a base do humor, do comportamento e da personalidade, tem uma base biológica forte, manifesta-se cedo no desenvolvimento do indivíduo, norteia a formação dos hábitos sendo relativamente estável no decorrer do tempo. Evidências sugerem que o temperamento e os traços de personalidade predispõem aos transtornos de humor. Em função disso, é importante identificar fatores biológicos associados às distintas características do temperamento, como diferenças na expressão gênica e marcadores neuroquímicos para ajudar a dar mais evidências relacionadas à etiopatogenia de transtornos mentais como depressão e TAB. Dessa forma, o presente estudo tem como objetivo determinar alterações geno-fenotípicas em ratos adultos com elevada (HE) e baixa atividade exploratória (LE) expostos ou não à privação de sono paradoxal na adolescência. Na avaliação das bases neurobiológicas do temperamento foram selecionados ratos HE e LE de acordo com o seu perfil exploratório em um teste campo aberto, dessa forma foi utilizado um modelo de mania induzido por privação do sono de base temperamental. Foram avaliados testes comportamentais para atividade locomotora e exploratória, ansiedade, cognição, depressão, investigação de expressão gênica dos genes do relógio, estresse oxidativo e inflamação. Os resultados deste estudo mostraram que as diferenças comportamentais individuais, aqui chamadas padrões exploratórios podem ser caracterizadas em ratos. Fazendo uma translação para o ser humano estes padrões exploratórios refletem características temperamentais que influenciam uma variedade de comportamentos e parâmetros neuroquímicos e genéticos em resposta ao meio ambiente. Dessa forma, nossos resultados apontam para uma forte interação entre padrões exploratórios em animais (associados ao temperamento no ser humano) e eventos estressores na adolescência contribuindo para o desenvolvimento de alterações comportamentais tipo depressão ou mania na idade adulta, mostrando que a seleção de animais com base no seu padrão exploratório pode ser uma alternativa interessante para a condução de pesquisas com modelos animais com validade translacional em psiquiatria.

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