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Impacto da idade no tratamento da síndrome coronariana aguda em dois hospitais de Porto Alegre

Costa, Patrícia de Moraes January 2007 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T19:04:31Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000392658-Texto+Completo-0.pdf: 485492 bytes, checksum: e081837c0ce4a1672bbbac784d274229 (MD5) Previous issue date: 2007 / Background – With populational aging there is a marked increase in the prevalence of cardiovascular diseases and the Acute Coronary Syndromes (ACS) unfold as a big public health problem due to high costs in its treatment and its high morbimortality. The ACS prevalence increases gradually with the increase of aging, however, there are only few studies involving elderly populations, besides, there are also evidences that the elderly tend to receive less invasive and guideline-based treatments. Objective – To evaluate the impact of age in the treatment of non-ST-segment elevation acute coronary syndromes (NSTE ACS) and ST-elevation myocardial infarction (STEMI) in two hospitals in Porto Alegre city, Rio Grande do Sul State, Brazil. Population and Methods – A total of 1922 patients at the minimum age of 20 years, 938 with STEMI and 984 with NSTE ACS, admitted to the Intensive Care Units, in the period of January/2004 – December/2005, who were retrospectively evaluated. Logistic regression with models adjusted for patients, hospital and provider factors were used to compare the guideline-based treatment. Results – Male gender was predominant in the earlier etary levels and female gender was prevalent beyond 75 years of age. The elderly patients had more risk factors and comorbidities than younger adults. The elderly with STEMI and NSTE ACS were more critical at admission and those with STEMI had a later arrival time relation to the beginning of the symptoms compared to young adults. Elderly patients presented more intrahospital complications, required more mechanic ventilation and mortality increased with the increasing age. In the initial treatment of all forms of ACS elderly patients received less betablockers and statins, in STEMI less trombolithics were used and in NSTE ACS less invasive procedures were performed. Age had its major impact in the betablockers use. During discharge the elderly received less aspirin, betablockers and angiotensin converting enzime inhibitors / angiotensin II receptor blockers. Conclusion – Age had influence in ACS treatment related to early use of medication, early invasive therapy and discharge prescription, with elderly patients receiving less guideline-based updated treatments. / Introdução – Com o envelhecimento populacional a prevalência das doenças cardiovasculares vem aumentando e as síndromes coronarianas agudas (SCA) despontam como um grande problema de saúde pública pelo alto custo de seu tratamento e sua alta morbimortalidade. A prevalência das SCA aumenta progressivamente com o aumento das faixas etárias, porém há poucos estudos envolvendo populações idosas e há evidências de que os idosos recebem tratamentos menos invasivos e deixam de receber tratamentos indicados pelas diretrizes vigentes. Objetivo - Avaliar o impacto da idade no tratamento da síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento de segmento ST (SCASSST) e do infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento de segmento ST (IAMCSST) em dois hospitais da cidade de Porto Alegre, estado do Rio Grande do Sul, Brasil. População e Métodos – Foram avaliados retrospectivamente 1922 pacientes com idade mínima de 20 anos, 938 com IAMCSST e 984 com SCASSST, internados em unidades de tratamento intensivo em dois hospitais da cidade de Porto Alegre – RS - Brasil no período de janeiro de 2004 a dezembro de 2005. Para a comparação do uso das recomendações das diretrizes foi utilizada regressão logística com modelos ajustados para características dos pacientes, hospital e provedor da internação. Resultados – O gênero masculino predominou nas faixas etárias mais precoces, havendo predomínio de mulheres a partir dos 75 anos. Os pacientes mais idosos apresentaram mais fatores de risco e comorbidades que os adultos jovens. Os idosos com IAMCSST e SCASSST apresentaram mais critérios de gravidade no momento da admissão que os adultos jovens e os com IAMCSST tiveram um tempo 43 de chegada mais tardio em relação ao início dos sintomas que os menores de 65 anos. Os idosos apresentaram mais complicações intra-hospitalares, necessitaram mais ventilação mecânica e a mortalidade aumentou progressivamente com o avançar das faixas etárias. No tratamento hospitalar precoce em todas as SCA os idosos receberam menos betabloqueadores e estatina, e no IAMCSST menos trombolíticos e na SCASSST realizaram menos tratamentos invasivos. A idade teve seu maior impacto no menor uso dos betabloqueadores. Na alta hospitalar os idosos receberam menos ácido acetil salicílico (AAS), betabloqueadores e inibidores da enzima conversora da angiotensina/antagonistas do receptor da angiotensina II (IECA/ARAII). Conclusão – A idade influenciou o tratamento das SCA com relação ao tratamento medicamentoso precoce, uso de terapêuticas invasivas precoces e medicações prescritas na alta hospitalar, com os idosos recebendo menos tratamentos recomendados pelas diretrizes vigentes.
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Síndrome malnutrição, inflamação e aterosclerose em pacientes coronariopatas com doença renal crônica

LORDSLEEM, Andréa Bezerra de Melo da Silveira 31 January 2010 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T15:51:54Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo2916_1.pdf: 1087622 bytes, checksum: ae8ab660983d9509bfff32d83791522d (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2010 / Fundamento: Pacientes com doença renal crônica (DRC) apresentam sinergismo entre os fatores de risco tradicionais para aterosclerose e os emergentes como desnutrição, inflamação, estresse oxidativo, anemia, alteração do metabolismo de cálcio, fósforo e paratormônio (PTH). Objetivos: Determinar a frequência da síndrome malnutrição, inflamação e aterosclerose nos renais crônicos coronariopatas e calcular seu escore de Framingham. Métodos: os pacientes foram submetidos à bioquímica sanguínea, radiografia de tórax, eletrocardiograma e cálculo do índice tíbio-braquial (ITB). Pacientes com sintomas de insuficiência coronariana obstrutiva (ICO), isquemia em cintilografia miocárdica e/ou presença de disfunção sistólica (fração de ejeção de ventrículo esquerdo (FEVE) inferior a 45%) no ecocardiograma de repouso, idade maior que 50 anos e diabete melito (DM) como causa da DRC ou dois ou mais fatores de risco, realizaram cineangiocoronariografia. Assintomáticos, não diabéticos, sem fatores de risco, foram investigados com ecocardiograma e com único fator de risco com ecocardiograma e cintilografia. Resultados: Foram selecionados 46 pacientes, 58,7% homens. A média de idade foi 50,70 ± 11,7 anos; 82,6% hemodialíticos. Tempo médio de hemodiálise 61,96 ± 55,1 meses. No ecocardiograma a FEVE foi 63 ± 9% (n = 44). Na amostra, 28 pacientes (60,9%) foram submetidos à cineangiocoronariografia, dos quais 53,6% (n = 15) apresentaram ICO e 39,1% (n = 18) não se submeteram à cineangiocoronariografia. Não ocorreram associações significativas entre presença ou não de ICO e características clínicas, uso de drogas cardioprotetoras, situação pré-paratiroidectomia ou pré-transplante renal, sintomas, médias do ITB, albumina sérica e da proteína C reativa (PCR). A média de idade dos pacientes sem ICO foi 55,5 ± 8,6 anos, significativamente maior que no grupo sem cineangiocoronariografia (46,4 ± 13,3 p = 0,041). No grupo com ICO, 53,3% estavam pré-paratiroidectomia, com média de PTH 1.060,0 ± 939,5 pg/mL. Não houve diferença significativa em relação ao grupo de pacientes sem ICO (15,4% p = 0,055 pré-paratiroidectomia) com média de PTH 529,2 ± 429,6 pg/mL (p = 0,063), possivelmente pela limitação do tamanho da amostra. A ocorrência de PCR alterada foi de 40% no grupo com ICO. Conclusão: A frequência da síndrome malnutrição, inflamação e aterosclerose no grupo de coronariopatas com DRC não foi maior do que no grupo sem ICO. Essa população não apresentou maiores escores de Framingham, reforçando o efeito sinérgico de fatores de risco emergentes, dependentes da uremia e dos processos dialíticos
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Estudo associativo entre três polimorfismos (-786T>C, 894G>T e VNTR INTRON 4 a/b) no gene que sintetiza para óxido nítrico sintase endotelial e síndrome coronariana aguda

Piccoli, Jacqueline da Costa Escobar January 2007 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T18:41:47Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000392209-Texto+Completo-0.pdf: 426995 bytes, checksum: 609202380687c41a2d2de632a69b5931 (MD5) Previous issue date: 2007 / Endothelial nitric oxide (NO) is an important factor for the regulation of vascular tonus and it was suggested to be involved in many events of the atherogenic process. The endothelial rupture of coronary plaque can represent the pathomorphological substratum of the acute coronary syndrome (ACS). The polymorphisms in the gene that code the eNOS (NOS3) -786T>C (in the promoter region), 894G>T (exon 7) and intron 4 a/b VNTR, can be associated with a higher susceptibility to ACS. The present study investigated the interaction of these polymorphisms (allelic frequencies, genotypes and haplotypes) and cardiovascular risk factors in 135 patients with ACS and 115 control subjects. We did not find statistical association between genotypic and allelic frequencies between the studied groups. We did find association to TT genotype (894G>T) compared to GT+GG (OR 1,4; 95% ci 1,0-1,8). No significant interactions were found among cardiovascular risk factors and both -786T>C and intron 4 a/b polymorphisms. Subjects without dyslipidemia and Intron 4 a/b genotype presented a lower chance to ACS development. Subjects without diabetes and 894TT genotype showed higher risk to ACS (OR 1. 64, 95% CI 1. 18-2. 26). Patients without dyslipidemia and 894GG genotype shows a tendency to act as a protector factor to ACS (OR 0. 77, 95% CI 0. 59-1. 00). Also, the GG genotype was a protective factor against ACS in females (OR 0. 48, 95% CI 0. 24-0. 94). Our results suggest that eNOS polymorphisms are not independent risk factor, but that act as an additional risk factor in development of ACS. / O óxido nítrico endotelial (NO) é um importante fator para a regulação do tônus vascular e foi sugerido que o mesmo está envolvido em muitos eventos de processos aterogênicos. A ruptura da placa endotelial pode representar o substrato patomorfológico da síndrome coronariana aguda (SCA). Os polimorfismos no gene que codifica para eNOS (NOS3) -786T>C (na região promotora), 894G>T (exon 7) e o VNTR no Intron 4, podem estar envolvidos com uma maior suscetibilidade a SCA. O presente estudo investigou a interação destes polimorfismos (freqüências alélicas, genotípicas e haplótipos) e fatores de risco cardiovascular em 135 pacientes com SCA e 115 controles. Não encontramos associação estatística entre as freqüências alélicas e genotípicas entre os grupos estudados. Encontramos associação para o genótipo TT (894G>T) comparado ao GT+GG (OR 1,4; IC 95% 1,0-1,8).Nenhuma interação significativa foi encontrada entre os fatores de risco cardiovascular e os polimorfismos -786T>C e VNTR intron 4 a/b. Indivíduos sem dislipidemia e com o genótipo intron 4 a/b apresentaram menores chances de desenvolver SCA. Indivíduos sem diabetes e com genótipo 894TT demonstraram maior risco para SCA (OR 1. 64, IC 95% 1. 18-2. 26). Pacientes sem dislipidemia e com genótipo 894GG tiveram uma tendência a ser fator protetor para SCA (OR 0. 77, IC 95% 0. 59-1. 00). Também, o genótipo 894GG foi fator protetor contra SCA no sexo feminino (OR 0. 48, IC 95% 0. 24-0. 94). Os resultados sugerem que os polimorfismos de eNOS estudados não são fatores de risco independente, mas que eles atuam como um fator de risco adicional no desenvolvimento de SCA.
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Diferenças no efeito da fluvastatina na distribuição de subclasses de lipoproteínas em pacientes dislipidêmicos com doença arterial coronariana normo e hipertrigliceridêmicos

Zamboni, Ana Paula January 2006 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T19:04:20Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000386776-Texto+Completo-0.pdf: 317335 bytes, checksum: a71ba48b24cbe5afa61689aa038f5f43 (MD5) Previous issue date: 2006 / Background – Studies on the effects of statins on lipoprotein structure have given controversial results. One of the causes of these negative findings might be due to the fact that the majority of those studies stratified the participants only on the basis of cholesterol levels and not on the triglyceride levels that reflect better the composition of the lipoproteins. This study evaluated the effect of fluvastatin on lipoprotein subclass distribution pattern in coronary heart disease (CHD) patients with hypercholesterolemia stratified by triglyceride levels < or 150mg/dL. Methods – Fluvastatin 40 to 80mg was administered to 19 CHD patients with plasma LDL-cholesterol (LDL-C) concentration above 130mg/dL, 13 with plasma TG concentrations below and 6 equal or above 150mg/dL. Nuclear magnetic resonance spectroscopy (NMR) of plasma was used to assess lipid concentrations and lipoprotein subclasses distribution. Two-way ANOVA was used for statistical analysis. Results - At the start of the trial, the low TG group and high TG group presented similar total cholesterol (TC) and LDL-C levels, showing differences only in TG and HDL-C levels. After 24 weeks of fluvastatin, TC and LDL-C levels were similarly and significantly reduced in both groups. Significant reduction in TG and increase in HDL-C levels were observed only in the high TG group. Cholesterol in small and dense LDL particles (L1) reduced (from 105±67 to 19±8mg/dL, p=0. 002) and cholesterol in large HDL particles (H4 corresponding to HDL2a) increased (from 6±4 to 15±5mg/dL, p=0. 01) only in the high TG group. Conclusion - Fluvastatin can have favorable impact beyond the lipids reduction, reestablishing the normal lipoprotein subclass distribution only for those with TG above 150mg/dL. / Introdução - Os estudos sobre o efeito das estatinas na estrutura das lipoproteínas trazem resultados controversos. Uma das causas dos resultados negativos pode ser o fato de que a maioria dos estudos estratifica seus participantes apenas com base nos níveis de colesterol e não nos níveis de triglicerídeos (TG), os quais refletem melhor a composição basal das lipoproteínas. Objetivos - O presente estudo tem por objetivo avaliar o efeito da fluvastina nas subclasses de lipoproteínas em pacientes com doença arterial coronariana (DAC) e dislipidemia, estratificados pelos níveis de TG basal abaixo ou igual ou acima de 150 mg/dL. População e Métodos - Fluvastatina foi administrada na dose de 40 a 80mg a 19 pacientes com DAC e níveis de LDL-colesterol (LDL-C) acima de 130mg/dL, 13 com níveis de TG < 150 mg/dL (grupo TG<150) e 6 com TG 150 mg/dL (grupo TG 150). Ressonância nuclear magnética por emissão de prótons (RNM) foi utilizada para avaliar a concentração de lipídios e a distribuição das subclasses de lipoproteínas. A análise do efeito da fluvastatina e a comparação entre os grupos foi feita por ANOVA para medidas repetidas. Resultados - No início do estudo, os dois grupos apresentaram níveis de colesterol total (CT) e LDL-C semelhantes, mostrando diferenças apenas nos níveis de TG e HDL-colesterol (HDL-C). Após 24 semanas de fluvastatina, os níveis de CT e LDL-C foram significativamente reduzidos em ambos os grupos. Redução significativa nos níveis de TG e aumento nos níveis de HDL foram observados apenas no grupo TG 150. O colesterol das partículas de LDL pequenas e densas (L1) foi reduzido (de 105 ±67 para 19 ±8 mg/dL, p=0. 002) e o colesterol das partículas grandes de HDL (H4 correspondendo a HDL2a) aumentou (de 6 ±4 para 15 ±5 mg/dL, p=0. 01) apenas no grupo TG 150dL. Conclusão - A fluvastatina pode ter impacto favorável além da redução de lipídios, restabelecendo a distribuição normal de subclasses de lipoproteínas apenas nos pacientes com TG 150 mg/dL.
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Avaliação do efeito agudo do exercício físico sobre a hiperlipidemia pós-prandial em indivíduos sedentários com obesidade central

Wagmacker, Djeyne Silveira January 2013 (has links)
Submitted by Edileide Reis (leyde-landy@hotmail.com) on 2015-04-13T21:20:35Z No. of bitstreams: 1 Djeyne Silveira Wagmacker.pdf: 645223 bytes, checksum: a22529d7fd05a1cc6dd1719f1bbb4942 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-04-13T21:20:35Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Djeyne Silveira Wagmacker.pdf: 645223 bytes, checksum: a22529d7fd05a1cc6dd1719f1bbb4942 (MD5) Previous issue date: 2013 / Nível elevado de triglicerídeos pós-prandial e obesidade estão associados à coronariopatia, influenciando na patogênese e progressão da aterosclerose. Estudos demonstram que uma única sessão de exercício é capaz de reduzir a disfunção endotelial gerada pela hiperlipemia pós-prandial Objetivo: Avaliar o efeito do exercício físico agudo imediato na hiperlipemia pós-prandial em indivíduos sedentários com obesidade central. Métodos: Indivíduos com idade entre 18-30 anos, com circunferência de cintura > 80 cm para mulheres e > 94 para homens, sedentários, normolipidêmicos e normoglicêmicos passaram por duas etapas de avaliação: etapa 1 onde foi feita a sobrecarga lipídica padronizada considerada dia controle e na etapa 2 o exercício físico seguido de sobrecarga lipídica considerado dia experimento. O exercício físico foi realizado durante 45 minutos com 55-60% da freqüência cardíaca de reserva. A dosagem de triglicerídeos foi realizada em jejum, 1h e 3h após sobrecarga lipídica, uma semana antes (dia controle) e imediatamente após uma sessão de exercício físico (dia experimento). Resultados: Foram avaliados 36 indivíduos com idade média de 23,7±4,0 anos, 88,2% mulheres, IMC=28,4±3,4kg/m2. Os valores de triglicerídeos em jejum (95,2±41,7 mg/dL vs 95,7±44,6 mg/dL), na 1ª hora (107,2±45,6 mg/dL vs 111,0±52,5 mg/dL) e no pico (138,6±63,9 mg/dL vs 140,1±55,0 mg/dL) pós-prandial foram semelhantes antes e após o exercício (p=0,89). Foi observada uma menor elevação dos triglicerídeos na 1ª hora nos indivíduos com obesidade (5%) comparado aos indivíduos com sobrepeso (21%) p=0,001. Conclusão: Em indivíduos com obesidade central o exercício físico de moderada intensidade realizado imediatamente antes a sobrecarga lipídica não reduz o pico hiperlipêmico. Indivíduos com obesos apresentam retardo na elevação dos triglicerídeos na 1ª hora pós sobrecarga lipídica.
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Análise comparativa da hiperplasia intimal após o implante de stents com e sem sirolimus em artérias coronárias de pequeno calibre / Intimal hiperplasia analysis in patients with small vessels after coronary artery stenting with sirolimus-eluting stents or thin-strut-thickness stents

Fernando Stuchi Devito 02 May 2005 (has links)
FUNDAMENTOS: A reestenose após intervenção coronária percutânea é maior nos pacientes com vasos de pequeno calibre em comparação aos vasos grandes. Os stents com sirolimus demonstraram importante redução da reestenose em vasos maiores que 3,0mm. O desempenho destes stents nos vasos pequenos deve ser investigado. MATERAIS E MÉTODOS: O propósito deste estudo foi avaliar a redução do volume de hiperplasia intimal após angioplastia com stents com sirolimus (Cypher®) comparados com os stents não recobertos de estrutura metálica fina (Pixel®), em pacientes com vasos pequenos. Oitenta pacientes com doença arterial coronária foram prospectivamente incluídos em duas séries consecutivas de tratamento, sendo a primeira empregando stents com sirolimus (50) e a segunda stents não recobertos de estrutura metálica fina (30). Os resultados foram: menor porcentual de obstrução da prótese através da análise volumétrica do ultrasom intracoronário [5,0% (EP=0,77) versus 39,0% (EP=4,72), p<0,001], menor perda tardia intra-stent [0,25mm (EP=0,03) versus 1,11mm (EP=0,13), p<0,001] e no segmento do vaso-alvo [0,30mm (EP=0,04) versus 0,83mm (EP=0,11), p<0,001], e também menor reestenose intra-stent (0% versus 33,3%, p<0,001) e no segmento do vaso (4% versus 36,7%, p<0,001) com os stents com sirolimus. A sobrevivência livre de eventos aos oito meses de evolução foi de 96% com os stents com sirolimus versus 86,7% com os stents não recobertos (p=0,190). CONCLUSÃO: Os pacientes com vasos de pequeno calibre após o implante de stents com sirolimus evoluem com menor hiperplasia intimal (menor porcentual de obstrução intra-stent e menor perda tardia) do que quando são utilizados stents não recobertos de estrutura metálica fina. Isto resulta em redução significativa da reestenose angiográfica aos oito meses de evolução / BACKGROUND: Patients with small vessels treated with percutaneous coronary interventions are at high risk of restenosis. Sirolimus-eluting stents has proved safety and effectiveness in reducing restenosis in large vessels. The outcomes after sirolimus-eluting stents in small vessels have not been adequately investigated. METHODS: We conducted a prospective study in 80 patients with small vessels treated with percutaneous intervention with sirolimus-eluting stents (Cypher(TM)) compared to thin-strut-thickness stents (Pixel(TM)). The primary end point was the reduction in intimal hyperplasia volume after coronary stenting accessed by intravascular ultrasound. OUTCOMES: the use of sirolimus-eluting stents compared with the use of the thin-strut-thickness stents reduced in-stent obstruction as a percent of volume [5,0% (EP=0,77) versus 39,0% (EP=4,72), p<0,001], in-stent lateloss [0,25mm (EP=0,03) versus 1,11mm (EP=0,13), p<0,001], in-segment late-loss [0,30mm (EP=0,04) versus 0,83mm (EP=0,11), p<0,001], and instent and in-segment restenosis [0% versus 33,3%, (p<0,001); 4% versus 36,7%, p<0,001), respectively]. The event-free-survival at 8 months was 96% for sirolimus-eluting stents and 86,7% for the thin-strut-thickness stents (p=0,190). CONCLUSIONS: In this study, the use of sirolimus eluting stents in patients with small vessels reduce intimal hyperplasia, in-stent and insegment late-loss, and in-stent and in-segment restenosis in comparison to thin-strut-thickness stents
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Análise comparativa da hiperplasia intimal após o implante de stents com e sem sirolimus em artérias coronárias de pequeno calibre / Intimal hiperplasia analysis in patients with small vessels after coronary artery stenting with sirolimus-eluting stents or thin-strut-thickness stents

Devito, Fernando Stuchi 02 May 2005 (has links)
FUNDAMENTOS: A reestenose após intervenção coronária percutânea é maior nos pacientes com vasos de pequeno calibre em comparação aos vasos grandes. Os stents com sirolimus demonstraram importante redução da reestenose em vasos maiores que 3,0mm. O desempenho destes stents nos vasos pequenos deve ser investigado. MATERAIS E MÉTODOS: O propósito deste estudo foi avaliar a redução do volume de hiperplasia intimal após angioplastia com stents com sirolimus (Cypher®) comparados com os stents não recobertos de estrutura metálica fina (Pixel®), em pacientes com vasos pequenos. Oitenta pacientes com doença arterial coronária foram prospectivamente incluídos em duas séries consecutivas de tratamento, sendo a primeira empregando stents com sirolimus (50) e a segunda stents não recobertos de estrutura metálica fina (30). Os resultados foram: menor porcentual de obstrução da prótese através da análise volumétrica do ultrasom intracoronário [5,0% (EP=0,77) versus 39,0% (EP=4,72), p<0,001], menor perda tardia intra-stent [0,25mm (EP=0,03) versus 1,11mm (EP=0,13), p<0,001] e no segmento do vaso-alvo [0,30mm (EP=0,04) versus 0,83mm (EP=0,11), p<0,001], e também menor reestenose intra-stent (0% versus 33,3%, p<0,001) e no segmento do vaso (4% versus 36,7%, p<0,001) com os stents com sirolimus. A sobrevivência livre de eventos aos oito meses de evolução foi de 96% com os stents com sirolimus versus 86,7% com os stents não recobertos (p=0,190). CONCLUSÃO: Os pacientes com vasos de pequeno calibre após o implante de stents com sirolimus evoluem com menor hiperplasia intimal (menor porcentual de obstrução intra-stent e menor perda tardia) do que quando são utilizados stents não recobertos de estrutura metálica fina. Isto resulta em redução significativa da reestenose angiográfica aos oito meses de evolução / BACKGROUND: Patients with small vessels treated with percutaneous coronary interventions are at high risk of restenosis. Sirolimus-eluting stents has proved safety and effectiveness in reducing restenosis in large vessels. The outcomes after sirolimus-eluting stents in small vessels have not been adequately investigated. METHODS: We conducted a prospective study in 80 patients with small vessels treated with percutaneous intervention with sirolimus-eluting stents (Cypher(TM)) compared to thin-strut-thickness stents (Pixel(TM)). The primary end point was the reduction in intimal hyperplasia volume after coronary stenting accessed by intravascular ultrasound. OUTCOMES: the use of sirolimus-eluting stents compared with the use of the thin-strut-thickness stents reduced in-stent obstruction as a percent of volume [5,0% (EP=0,77) versus 39,0% (EP=4,72), p<0,001], in-stent lateloss [0,25mm (EP=0,03) versus 1,11mm (EP=0,13), p<0,001], in-segment late-loss [0,30mm (EP=0,04) versus 0,83mm (EP=0,11), p<0,001], and instent and in-segment restenosis [0% versus 33,3%, (p<0,001); 4% versus 36,7%, p<0,001), respectively]. The event-free-survival at 8 months was 96% for sirolimus-eluting stents and 86,7% for the thin-strut-thickness stents (p=0,190). CONCLUSIONS: In this study, the use of sirolimus eluting stents in patients with small vessels reduce intimal hyperplasia, in-stent and insegment late-loss, and in-stent and in-segment restenosis in comparison to thin-strut-thickness stents
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Coronariopatia assintomática em pacientes com cardiomiopatia chagásica em insuficiência cardíaca grave: prevalência e fatores de risco.

CARVALHO, Gustavo 21 March 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2014-07-29T15:29:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Gustavo Carvalho.pdf: 688659 bytes, checksum: 64c90851349790785086b6829b1f9537 (MD5) Previous issue date: 2011-03-21 / Background: The concomitance of asymptomatic coronary heart disease in patients with Chagas cardiomyopathy with heart failure is not well known in medical literature, and both are very prevalent in some regions of Brazil. Objective: Determine the prevalence of coronary disease (lesion>50%) in a specific group of patients with Chagas cardiomyopathy and heart failure, in functional class III and IV, with no previous symptoms or diagnosis of coronaryopathy. Methods: Coronary angiography was performed in 61 consecutive patients with Chagas cardiomyopathy with heart failure, functional class III and IV, to exclude coronary heart disease. These patients were part of study protocol of cell therapy in heart disease, which required the implementation of coronary angiography before injecting stem cells. Risk factors for atherosclerosis also analyzed in this population were: age, hypertension, diabetes, dyslipidemia, smoking and overweight. Results: ages 51.6 + 9.6 years 65.5%(n = 40) men. The prevalence of coronary disease found in this population was 1.6%(1). The prevalence of risk factors were: hypertension 18%(11), smoking 59%(36), diabetes 1.6%(1) and dyslipidemia 6.5%(4). Conclusion: The prevalence of asymptomatic coronary disease in patients with chagasic etiology severe heart failure is low and among the risk factors for coronary heart disease, smoking was the most prevalent. / Fundamento: A concomitância da doença arterial coronária assintomática em pacientes com cardiomiopatia chagásica em IC não é bem definida na literatura médica, sendo ambas muito prevalentes em algumas regiões do Brasil. Objetivo: Determinar a prevalência da coronariopatia(lesões > 50%) em uma população específica de pacientes com cardiomiopatia chagásica e IC em classe funcional III e IV, que não apresentavam clínica ou diagnóstico prévio de coronariopatia. Métodos: Foi realizada a cineangiocoronariografia em 61 pacientes consecutivos, portadores de cardiomiopatia chagásica, em IC classe funcional III e IV, para se excluir coronariopatia. Estes pacientes faziam parte do protocolo do Estudo de Terapia Celular em Cardiopatias, que exigia a realização da cineangiocoronariografia antes de se injetar as células-tronco. Os fatores de risco para aterosclerose, também analisados nesta população, foram: idade, hipertensão arterial, diabetes, dislipidemia, tabagismo e sobrepeso. Resultados: Idade média 51,6 + 9,6 anos, 65,5%(n=40) homens. A prevalência de coronariopatia encontrada nesta população foi de 1,6%(1). As prevalências dos fatores de risco foram: hipertensão arterial 18%(11), tabagismo 59%(36), diabetes 1,6%(1) e dislipidemia 6,5%(4). Conclusão: A prevalência da coronariopatia assintomática em pacientes com IC grave de etiologia chagásica é baixa e entre os fatores de risco para doença coronária o tabagismo foi o mais prevalente.
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PREVALÊNCIA DA ANGINA DE PEITO EM UMA POPULAÇÃO DA ZONA URBANA DA CIDADE DE PELOTAS

Gastal, Carlos Edmundo Darley 27 April 2006 (has links)
Made available in DSpace on 2016-03-22T17:26:38Z (GMT). No. of bitstreams: 1 cgastal.pdf: 441050 bytes, checksum: 2ab4710370a83491db4b19261a1beeae (MD5) Previous issue date: 2006-04-27 / Objectives To estimate the prevalence of angina and its associated factors among residents living in the urban area of the city of Pelotas. Materials and Method A transversal study was carried out among 1327 people aged 40 and above who lived in the urban area of Pelotas. The diagnosis of angina was based on the answers to a cardiovascular questionnaire provided by the World Health Organisation (the Rose Questionnaire). Socioeconomic situations, demographics, physical exercise, alcohol use, smoking habits and antropometric information were obtained for use in the associated factors study. Results Possible Rose Angina was found in 21.7% of the population under scrutiny while angina was detected in 11.5%. The variables that showed a significant association with angina were as follows: the female sex, colour (not white), widowhood, low level of education, lower socioeconomic class, obesity, increased abdominal girth, smoking, diabetes and systemic arterial hypertension. There was no association with age, the number of cigarettes smoked per day or the use of alcohol.Conclusions The results presented a prevalence of diagnosed angina according to the Rose Questionnaire and associated risk factors that were similar to those stated in the literature. / Objetivos Estimar a prevalência de angina de peito e fatores a ela associados em moradores da zona urbana da cidade de Pelotas. Material e Método Realizado um estudo transversal que incluiu 1327 pessoas com idade igual ou superior a quarenta anos, moradoras na zona urbana de Pelotas. O diagnóstico de angina baseou-se nas respostas ao questionário cardiovascular da Organização Mundial da Saúde (Questionário de Rose). Dados das situações socioeconômicas, demográficas, realização de exercícios físicos, uso de álcool e tabagismo e informações antropométricas foram obtidos para o estudo de associações. Resultados A Angina de Rose possível foi encontrada em 21,7 % da população estudada e angina definida em 11,5%. As variáveis que mostraram associação significativa com angina foram: sexo feminino, cor (não branca), viuvez, menor escolaridade, menor classe socioeconômica, obesidade, circunferência abdominal aumentada, tabagismo, diabete e hipertensão arterial sistêmica. Não houve associação com a idade, número de cigarros consumidos por dia ou uso de bebidas alcoólicas.Conclusões Os resultados mostram uma prevalência de angina diagnosticada pelo questionário de Rose e associação com fatores de risco similares aos relatados na literatura.
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Angiografia coronária não-invasiva por meio de tomografia computadorizada: determinação da acurácia de sistema isotrópico com 32 colunas de detectores em pacientes com doença arterial coronariana avançada / Noninvasive coronary angiography by computed tomography: assessment of the accuracy of an isotropic system with 32 detector rows in patients with advanced coronary artery disease

Marco Aurelio Santos Cordeiro 11 July 2005 (has links)
A doença arterial coronária (DAC) avançada caracteriza-se pela presença de vasos calcificados e difusamente estenosados, o que reduz a acurácia da angiografia coronária não-invasiva por meio dos atuais aparelhos de tomografia computadorizada (CT) com 16 colunas de detectores (16-MDCTA). O principal objetivo deste estudo foi tentar demonstrar uma acurácia diagnóstica global de pelo menos 90% para a detecção de estenoses coronárias >= 50% em pacientes com DAC avançada e alta probabilidade de possuírem escores de cálcio coronário elevados, mediante a utilização de um sistema de CT com 32 colunas de detectores, todas capazes de adquirir simultaneamente cortes com 0,5 mm de espessura (32x0,5-MDCTA). Angiografias coronárias sincronizadas ao traçado de ECG foram obtidas por meio da 32x0,5-MDCTA (32 cortes de 0,5 mm, voxels isotrópicos de 0,35x0,35x0,35 mm³, rotação do gantry a 400 ms) em 30 pacientes consecutivos (25 do sexo masculino, com idade média igual a 59±13 anos e índice de massa corpórea médio de 26,2±4,9 Kg/m²) e portadores de DAC avançada. As principais artérias nativas, incluindo seus ramos de primeira ordem com diâmetro >= 1,5 mm bem como os enxertos coronários existentes, foram avaliados de forma independente quanto à presença de estenoses >= 50%. Os stents foram excluídos. As angiografias coronarianas convencionais (realizadas em média 18±12 dias antes das respectivas 32x0,5-MDCTAs) foram analisadas de maneira quantitativa (angiografia coronária quantitativa). A mediana do escore de cálcio de Agatston foi igual a 510 (variação entre 3 e 5066). A sensibilidade, a especificidade e os valores preditivos positivo e negativo para a detecção de estenoses >= 50% nas artérias coronárias nativas foram seguintes: 76% (29/38), 94% (190/202), 71% (29/41), e 96% (190/199), respectivamente. A acurácia diagnóstica global foi de 91% (219/240). Do total de vasos analisados, 20% (69/352) foram excluídos devido à existência de um dos seguintes artefatos: movimento, ruído e baixo realce do contraste radiológico isoladamente ou em conjunto (45/69 ou 65%), distorção da imagem secundária à presença de eletrodo de desfibrilador ou marcapasso (18/69 ou26%), e calcificação arterial excessiva (6/69 ou 9%). Conclui-se que a 32x0,5-MDCTA exclui com precisão as estenoses coronarianas >= 50% em pacientes com DAC avançada e escore de cálcio coronário elevado, com acurácia diagnóstica global de 91% / Advanced coronary artery disease (CAD) is characterized by calcified and diffusely stenotic vessels, hampering accuracy of noninvasive coronary angiography with current 16-detector computed tomography (CT) scanners. The main purpose of this study was to try to demonstrate an overall diagnostic accuracy of at least 90% for detection of coronary stenoses >= 50% by half-millimeter 32-detector CT angiography (32x0.5-MDCTA) in patients with advanced CAD and a high likelihood of having elevated coronary calcium scores. ECG-gated coronary 32x0.5-MDCTA (32x0.5 mm cross-sections, 0.35x0.35x0.35 mm³ isotropic voxels, 400 ms gantry rotation) was performed in 30 consecutive patients (25 male, 59±13 years-old, 26.2±4.9 Kg/m²) with advanced CAD. Major coronary arteries, including >=1.5-mm first order branches, and bypass grafts were independently evaluated for >= 50% stenoses. Stents were excluded. Conventional coronary angiography (performed on average 18±12 days before their corresponding 32x0.5-MDCTAs) was analyzed by quantitative coronary angiography. Median Agatston calcium score was 510 (3-5066 range). Sensitivity, specificity, positive and negative predictive values for detection of >= 50% stenoses in the native coronary arteries were: 76% (29/38), 94% (190/202), 71% (29/41), and 96% (190/199), respectively. Overall diagnostic accuracy was 91% (219/240). Twenty percent (69/352) of the vessels were excluded from the analysis due to one of the following artifacts: motion, noise, and low contrast enhancement isolated or in combination (45/69 or 65%), image distortion secondary to an ICD or pacemaker lead (18/69 or 26%), and severe arterial calcification (6/69 or 9%). We concluded that 32x0.5-MDCTA accurately excludes >= 50% coronary stenoses in patients with advanced CAD and high calcium scores, showing an overall diagnostic accuracy of 91%

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