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Efeitos de um programa de intervenção cognitivo-comportamental em grupo para crianças obesas / Effects of a group cognitive-behavioral intervention program for obese childrenLuiz, Andreia Mara Angelo Gonçalves 14 March 2011 (has links)
A obesidade infantil é considerada um grave problema de saúde pública, tem aumentado de forma significativa e resulta em complicações físicas e psicológicas. O presente trabalho teve como objetivo verificar efeitos de um programa de intervenção cognitivo-comportamental em grupo com crianças obesas sobre a qualidade de vida, depressão, ansiedade, comportamento alimentar e índice de massa corpórea, quando comparados com um grupo controle. Participaram do estudo 65 crianças e suas mães, divididas em grupo experimental (n=35) e grupo controle (n=30) que foram avaliadas em três momentos: avaliação inicial, reavaliação (após 10 semanas) e seguimento (após de seis meses). Nas avaliações as mães responderam ao Questionário do Comportamento Alimentar em Crianças (CEBQ) e nas crianças foram aplicados o Questionário de Avaliação de Qualidade de Vida em Crianças e Adolescentes (AUQEI), o Inventário de Depressão Infantil (CDI) e a escala de ansiedade O Que Penso e Sinto (OQPS). O grupo experimental foi submetido a um programa de intervenção psicológica baseado no modelo da Terapia Cognitivo - Comportamental. Este programa constou de 10 sessões semanais com duas horas de duração cada. Durante o programa foram utilizadas as técnicas: formulação e psicoeducação, registro de pensamentos disfuncionais, balões de pensamento, reestruturação cognitiva, \"role-play\", controle de estímulos, relaxamento, respiração, treino em habilidades sociais e em habilidades educativas parentais. O grupo controle recebeu atendimento padrão oferecido pela equipe do Ambulatório de Endocrinologia Pediátrica (médico endocrinologista pediátrico, psicóloga e nutricionista) durante os dias de consultas agendados. Dentre os participantes deste estudo houve predominância do sexo feminino, idade entre sete e nove anos e escolaridade entre a 1ª e 4ª séries. Com relação aos dados sócios demográficos não foram encontradas diferenças significantes entre os grupos. Foi verificada diminuição significante entre os momentos de avaliação do percentil de obesidade no grupo experimental; dos sintomas depressivos e ansiosos e melhora da qualidade de vida, em comparação com o grupo controle. Os dados também indicam mudança significante no comportamento alimentar das crianças do grupo experimental em relação ao grupo controle. Considera-se que o programa de intervenção cognitivo-comportamental apresentou resultados satisfatórios na melhora de aspectos emocionais e comportamentais de crianças obesas, bem como na diminuição da obesidade. Argumenta-se que programas como este deveriam ser amplamente utilizados em ambulatórios de obesidade infantil para melhorar a qualidade de vida das crianças. / Obesity in children is considered a serious public health problem that has been increasing significantly and resulting in a physical and psychological complications. The objective of this paper is to verify the effects of a group cognitive-behavioral intervention with obese children on quality of life, depression, anxiety, eating behavior and body-mass index, when compared to a control group. Sixty-five children and their mothers participated in this study. The children were divided in two groups: an experimental group (n=35) and a control group (n=30) and were evaluated in three stages: initial evaluation, re-evaluation (after 10 weeks) and follow-up (after six months). In these assessments the mothers answered the Children\'s Eating Behavior Questionnaire (CEBQ) and the Quality of Life Evaluation Scale (AUQEI), the Child Depression Inventory (CDI) and the anxiety scale What I Think and Feel (OQPS) were applied on the children. The experimental group was submitted to a psychological intervention program based on the Cognitive Behavioral Therapy model. This program constituted of 10 two-hour weekly sessions. During the program the following techniques were used: formulation and psychoeducation; recording of dysfunctional thoughts; thought balloons; cognitive restructuring; role-playing; stimulus control; relaxation; breathing; practice in social skills and parental education skills. The control group received standard assistance given by the Pediatric Endocrinology Outpatient team (pediatric endocrinologist, psychologist and nutritionist) on the days they had scheduled appointments. In this study there was a predominance of participants of the female sex, between the ages of 7 to 9 and education ranging from 1st to 4th grades. In regards to the socio-demographic data there was no significant difference between the groups. Considerable decrease in the percentage of obesity; in depression and anxiety symptoms and an increase in quality of life was observed in the experimental group between evaluation stages. The data also indicated a significant change in the eating behavior of the children of the experimental group in relation to the control group. We thus consider that the cognitive-behavioral intervention program presented satisfactory results in the emotional and behavioral aspects of obese children, in addition to a decrease in obesity. It has been discussed that programs such as this one should be widely used in out-patient clinics that treat obese children to improve the quality of life of these children.
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Análise de uma intervenção de promoção de saúde com crianças / Analysis of health promotion intervention with children.Ferreira, Isabela Maria Freitas 07 December 2016 (has links)
A prevalência de problemas de saúde mental em crianças vem aumentando ao longo dos anos. Atualmente os transtornos de ansiedade são os mais prevalentes na infância; o estresse tem se tornado um problema cada vez mais frequente na população infantil; e grande parte dos casos de depressão na vida adulta tiveram início na infância. Por todos esses problemas que permeiam o desenvolvimento infantil, é importante a criação de práticas que previnam essas dificuldades e promovam a saúde mental em crianças. As Habilidades Sociais (HS) e para a Vida (HV) são partes importantes do contexto de promoção de saúde infantil, contribuindo para um enfrentamento saudável diante das demandas cotidianas. É nesse contexto que os conhecimentos advindos dos estudos da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) podem ser importantes para o desenvolvimento de programas de promoção de saúde mental e prevenção aos transtornos mentais na infância. O objetivo geral do presente trabalho foi avaliar o Programa de Promoção de Habilidades para a Vida (PRHAVIDA) em grupo de crianças em contexto escolar, visando investigar seus efeitos sobre as medidas de ansiedade, estresse, depressão e HS. O PRHAVIDA tem como principal propósito a promoção de saúde mental para grupo de crianças e adolescentes em contexto escolar, por meio do treinamento de HS e HV, embasado na abordagem Cognitivo-Comportamental. A pesquisa envolveu um delineamento quase-experimental, com uma metodologia pré e pós-teste com grupo lista de espera não equivalente com adição do delineamento cruzado e correlacional preditivo. Utilizou-se de dados secundários. Foram incluídas na amostra os dados referentes a 87 crianças de 8 a 10 anos que participaram do PRHAVIDA entre os anos de 2012 e 2015. Os instrumentos utilizados no estudo foram Spence Childrens Anxiety Scale, Escala de Estresse Infantil, Inventário de Depressão Infantil e Inventário Multimídia de Habilidades Sociais em Crianças. Os resultados evidenciaram que após a intervenção houve redução nos sintomas de depressão, ansiedade generalizada e adequação da agressividade, e aumento da adequação da assertividade. Além disso, foi identificado que a reação psicológica com componente depressivo pode predizer a ausência da assertividade juntamente com sintomas obsessivos-compulsivos que predizem a assertividade e a ausência da adequação da passividade. O estudo apresentou resultados importantes que podem contribuir para o aperfeiçoamento do programa e sugerindo caminhos para novos estudos de promoção de saúde e prevenção de transtornos mentais na infância. / The prevalence of mental health problems in children has increased over the years. Currently anxiety disorders are the most prevalent in childhood; stress has become an increasingly common problem in children; and most cases of depression in adulthood began in childhood. For all these problems that pervade child development, it is important to create practices that prevent these difficulties and promote mental health in children. Social Skills (SS) and Life (LS) are important parts of child health promotion context, contributing to a healthy coping in the face of everyday demands. In this context, the knowledge derived from studies of cognitive-behavioral therapy (CBT) may be important for the development of mental health promotion and prevention of mental disorders in childhood. The aim of this study was to evaluate the Life Skills Promotion Program (PRHAVIDA) in group of children in schools, in order to investigate their effects on measures of anxiety, stress, depression, and HS. The PRHAVIDA has as main purpose the promotion of mental health group of children and adolescents in schools, through the HS and HV training, based on cognitive-behavioral approach. The research involves a quasi-experimental design with methodology pre and post-test with the waiting list group not equivalent with the addition of cross-over design and correlational predictive. Used secondary data. They were included in shows the data for 87 children aged 8 to 10 years who participated in the PRHAVIDA between the years 2012 and 2015. The instruments used in the study were Spence Children\'s Anxiety Scale, Child Stress Scale, Children\'s Depression Inventory and Inventory Multimedia Social Skills in Children. The results showed that after the intervention there was a reduction in symptoms of depression, generalized anxiety and adequacy of aggression, and increase the adequacy of assertiveness. In addition, it was identified that the psychological reaction with depressive component can predict the absence of the assertion along with obsessive-compulsive symptoms that foretell assertiveness and lack of adequacy of passivity. The study showed significant results that can contribute to the improvement of the program and suggesting ways for new health promotion studies and prevention of mental disorders in childhood.
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CONVERSAS SOBRE SENTIMENTOS SEXUAIS NA RELAÇÃO TERAPÊUTICA / CONVERSATIONS WITH BEHAVIORAL AND COGNITIVE BEHAVIORAL THERAPISTS ABOUT SEXUAL FEELINGS IN THE THERAPEUTIC RELATIONSHIPPitanga, Artur Vandré 25 August 2016 (has links)
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Previous issue date: 2016-08-25 / Behavioral and cognitive behavioral psychotherapy have, in recent decades, evolved
in the way they speak, understand and manage the therapist – client relationship.
Three waves of behavioral psychotherapy mark this development, adding to clinical
psychologys, interest in subjective and experiential aspects of the therapist – client
relationship. The psychotherapeutic relationship can provide significant and change
experiences both the patient and the therapist. Various feelings can arise during a
session, including sexual feelings or romantic attraction to the patient by his
psychotherapist. Psychotherapies describe how therapists should understand, use
and manage feelings in the relationship with the patient. Contemporary behavioral
psychotherapies invite psychotherapists to use their own person and their feelings as
a therapeutic tool. This makes it is necessary to know how this requirement works for
the professional person in daily office reality. This thesis seeks to clarify specifically
what involves the sexual feelings of the patient in the therapeutic relationship and
how therapists handle these feelings of the patient. The main objective is to clarify
the impact and implications of sexual feelings of the patient, the therapeutic
relationship in behavioral analytic and cognitive behavioral psychotherapy. The
research is qualitative in nature, exploratory and interpretive, according to a
contextual approach and inductive method, framed on grounded theory analyses. 28
therapists (27 female and 1 male) with at least two years of professional experience,
were intervened about situations experienced in the clinical environment related to attempted sexual involvement and romantic approach by patients. The
semistructured interviews were transcribed and subjected to analytical coding with
the intention of allowing categories that describe the dynamics of sexual feelings of
the patient in view of the therapist who is the object thereof. Patients try to break
boundaries by commenting on the therapist physical characteristics, idealize and
praise the therapist, report sexual fantasies in relation to the therapist, ask the
therapist personal questions, ask the therapist out and try to obtain prolonged
physical contact and intensity breaching the conventional patterns. The impact on the
feelings of therapists are embarrassment, discomfort, guilt, discomfort and
helplessness, bewilderment and shock, shame and feeling disrespected and void.
Behavioral therapists try to manage alliance ruptures by making the relationships
blocking patient problem behavior, seeking external support, or taking advantage of
the sentiments expressed by the patient for the therapeutic process. As a result the
some patients quit therapy, and others remain in treatment and experience benefits
in term behavioral change. / As psicoterapias comportamentais e cognitivo comportamentais apresentam
desenvolvimento nas ultimas décadas na maneira de intervir, compreender e
manejar a relação entre psicoterapeuta e paciente. Três gerações de psicoterapia
comportamental marcam esse desenvolvimento, conferindo ao trabalho de
psicologia clínica interesse sobre aspectos subjetivos e vivenciais da relação entre
psicoterapeuta e paciente. A relação psicoterapêutica pode proporcionar
transformações e vivências significativas tanto para o paciente, quando para o
terapeuta. Vários sentimentos podem surgir durante uma sessão, entre eles os
sentimentos sexuais ou aproximação romântica do paciente por seu psicoterapeuta.
As psicoterapias descrevem como os terapeutas devem entende, usar e manejar
sentimentos na relação com o paciente. As psicoterapias comportamentais
contemporâneas convidam o psicoterapeuta a usar sua própria pessoa e seus
sentimentos como ferramenta terapêutica, faz-se necessário saber como essa
exigência funciona para a pessoa do profissional na realidade do consultório. A
presente tese procura esclarecer, especificamente, o que envolvem os sentimentos
sexuais do paciente na relação psicoterapêutica e como os terapeutas manejam
esses sentimentos do paciente. O objetivo principal é esclarecer sobre o impacto e
as implicações dos sentimentos sexuais do paciente, no relacionamento terapêutico
na psicoterapia analítico comportamental e cognitivo comportamental. A pesquisa
tem cunho qualitativo, exploratória e interpretativa, de acordo com uma abordagem contextualista e método indutivo, tendo como base a teoria fundamentada nos dados
(grounded theory). Foram entrevistados 28 terapeutas, (27 do sexo feminino e 1 do
sexo masculino) com no mínimo dois anos de atuação profissional, convidados a
relatar situações vivenciadas em ambiente clínico relacionadas à tentativa de
pacientes de envolvimento sexual e aproximação romântica. As entrevistas
semiestruturadas realizadas foram transcritas e submetidas a codificação analítica
com a intenção de permitir a emergência de categorias que descrevem as dinâmicas
dos sentimentos sexuais do paciente na perspectiva do terapeuta que é objeto
destes. Pacientes tentam romper limites na relação ao comentar características
físicas que a terapeuta possui, idealizar e elogiar a terapeuta de forma sedutora,
relatar fantasias sexuais em relação à terapeuta, fazer perguntas pessoais à
terapeuta, convidar a terapeuta para sair e tentar obter o contato físico prolongado e
com intensidade fora do padrão convencional. O impacto sobre os sentimentos dos
terapeutas: constrangimento, desconforto, culpa, incomodo e impotência, espanto e
susto, vergonha e sentir-se desrespeitado e invalidado. Terapeutas
comportamentais tentam manejar as rupturas do quadro clínico tentando tornar a
relação mais profissional, bloqueando comportamento do paciente, buscam apoio
externo, ou aproveitam os sentimentos expressos pelo paciente para o processo
terapêutico. Como consequência do manejo dos terapeutas alguns pacientes
desistem, sendo que outros permanecem na terapia e experimentam benefícios em
termo de mudança comportamental.
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Traços de personalidade e resposta ao tratamento em pacientes com transtorno de estresse pós-traumático / Personality traits and response to treatment of patients with posttraumatic stress disorderFrancez, Paula de Vitto 21 September 2015 (has links)
O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) tem um impacto negativo na vida de seus portadores. Conhecer os traços de personalidade mais preponderantes nas pessoas com TEPT pode auxiliar no sucesso do tratamento, tornando possível planejar intervenções mais adequadas. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é considerada um dos tratamentos mais eficazes para este transtorno; entretanto, nem todos aqueles que completam a terapia evoluem para uma melhora significativa. Uma das razões pode ser encontrada nas características individuais de personalidade de cada pessoa. Portanto, o presente estudo busca explorar a relação existente entre os domínios e traços de personalidade que estão associados à melhora do paciente que realizou a TCC. Método: 66 pacientes com diagnóstico de TEPT, segundo o DSM-IV-TR, com idade entre 18 e 60 anos participaram do estudo. Instrumentos: Para avaliar os traços de personalidade foi utilizado o instrumento NEO-PI-R. Para avaliar a gravidade e melhora da doença foi utilizada a escala de Impressão Clínica Global (CGI). Procedimento: Os pacientes passaram por avaliação psiquiátrica para assegurar o diagnóstico de TEPT. Após aceitarem participar do estudo, responderam ao NEO-PI-R e foram avaliados por médicos quanto a gravidade da doença, utilizando o CGI. Os participantes passaram por 13 sessões de TCC realizadas por profissionais devidamente treinados. Ao final, foram reavaliados para verificar se houve melhora após tratamento. Resultados: Quanto ao perfil de personalidade 71,2% apresentaram neuroticismo (N) alto, 75,8% relataram escore elevado em extroversão (E) e 45,5% eram baixos em conscienciosidade (C). Já os traços amabilidade (A) e abertura para experiência (O) apresentaram pontuações na média. As análises também demonstraram que os participantes que apresentavam o domínio de personalidade denominado consicienciosidade (C) foram associados ao resultado favorável do tratamento. Estima-se que a chance de melhora cresça 3,77 vezes se o paciente apresentar esse traço, quando comparado com os demais que não possuem essa característica. Duas facetas (assertividade e ações variadas) também foram correlacionadas com a melhora no tratamento. Conclusão: Embora a amostra do presente estudo seja limitada, os resultados apontam para a importância de se avaliar a personalidade do paciente. Acessar a personalidade é importante com a finalidade de tentar predizer qual o melhor tipo de tratamento terapêutico para cada um. As terapias breves (frequentemente administradas nos hospitais públicos) possuem um tempo limitado de tratamento, de modo que informações sobre as variáveis de personalidade podem ser particularmente muito útil / The Post-Traumatic Stress Disorder (PTSD) has a negative impact on the patients lives. Get to know their personality traits can help on the treatment success, by making possible to plan most appropriate interventions. Cognitive-Behavioral Therapy (CBT) is considered a first line treatment for PTSD. However, treatment response is not universal. One reason may be found in personality characteristics. The present study aims at investigating the association between personality dimensions and traits associated with improvement of patients who underwent CBT. Method - 66 PTSD patients diagnosed according to the DSM-IV-TR criteria were included in the study. The patients included were aged 18 to 60 years old. Instruments - We employed the NEO-PI-R instrument for the evaluation of personality dimensions and the Clinical Global Impressions Scale (CGI) for evaluation of clinical outcome. Procedure - Patients were assessed by Psychiatrists to ensure the diagnosis of PTSD. After accepting to participate of the study, they answered the NEO-PI-R Scale and were assessed by doctors to know the disease severity, using the CGI scale. Participants underwent 13 CBT sessions and were reassessed at the end of treatment. Results - The personality profile showed that 71.2% were high in neuroticism (N) and 75.8 reported low Extraversion. 45.5 were low in conscientiouness and the Agreableness (A) and openess (O) factors presented average scores. The analysis also showed that patients presenting the Conscientiousness (C) personality dimension showed a higher chance of improvement (OR=3.77). Two facets other dimensions (Assertiveness and Varied Actions) were also associated with better clinical outcome. Conclusion - determining predictors of outcome such as a patient\'s personality dimensions may point to the use of therapeutic treatment options with the higher odds of success, without too much therapeutic treatment experimentation. As therapies become briefer, information on personality variables may be particularly useful
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Desenvolvimento e usabilidade de uma intervenção computadorizada de psicoeducação sobre transtorno obsessivo-compulsivoSiegmund, Gerson January 2014 (has links)
Este trabalho apresenta o processo iterativo de criação, desenvolvimento e avaliação de um programa de computador para psicoeducação sobre Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Na primeira fase foi criado um protótipo interativo e autoadministrado. A segunda fase consistiu em avaliações com experts, que levaram a importantes alterações no protótipo. O resultado dessas etapas gerou um programa com 3 módulos de psicoeducação. A terceira fase foi um ensaio com usuários, do qual participaram 21 sujeitos entre 19 e 55 anos. Os instrumentos utilizados foram o Y-BOCS, escalas subjetivas para avaliação da intensidade dos sintomas de TOC, humor e ansiedade, questões de usabilidade e log do programa. Os participantes levaram em média 8 dias para completar o programa, e o tempo médio de uso totalizou 2 horas e 14 minutos. Apenas uma questão dos quizzes teve frequência de acertos abaixo de 70%. O nível médio de satisfação foi de 8,33 no primeiro módulo, 8,71 no segundo e 9,00 no terceiro. Foi encontrada diferença nos escores obsessivos do Y-BOCS entre os dois momentos de avaliação e diferença estatisticamente significativa na escala subjetiva de sintomas do TOC entre os módulos 1 e 2, e 1 e 3. O programa obteve um bom nível de satisfação dos usuários e apresenta potencial efeito de redução de sintomas percebidos. O modelo de desenvolvimento do programa é aplicável a outros contextos em Psicologia e o protótipo desenvolvido pode ser utilizado como matriz para intervenções semelhantes. / This study presents the iterative process of creating, developing and evaluating a psychoeducational software addressed at Obsessive-Compulsive Disorder (OCD). In stage 1, an interative and self-administered prototype was created. Second stage consisted of evaluations with experts, which led to important changes in the prototype. The results of these steps generated a three-module psychoeducational software. Third stage was a usability trial with users, 21 participants, ranging from 19 to 55 years old. Measures used were Y-BOCS, subjective scales to assess OCD symptoms intensity, humor and anxiety, usability questions, and the system log. Participants took an average of 8 days to complete the intervention, and the average time of software usage was 2 hours and 14 minutes. Only one quiz question showed less than 70% correct answers. Mean level of satisfaction was 8,33 for the first module, 8,71 for the second and 9,00 for the third. A difference was found on obsessive scores of Y-BOCS at the two evaluation times, and a statistically significant difference was found on the scale of OCD symptoms intensity, between modules 1 e 2, and 1 and 3. The software reached a good level of satisfaction among users and shows a potential effect in reduction of perceived symptoms. The model of development may be used with other psychological applications, and the prototype may be used as a strucutral matrix for similar interventions.
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Therapist adherence in individual cognitive-behavioral therapy for binge-eating disorderBrauhardt, Anne, de Zwaan, Martina, Herpertz, Stephan, Zipfel, Stephan, Svaldi, Jennifer, Friederich, Hans-Christoph, Hilbert, Anja 13 January 2017 (has links) (PDF)
While cognitive-behavioral therapy (CBT) is the most well-established treatment for binge-eating disorder (BED), little is known about process factors influencing its outcome. The present study sought to explore the assessment of therapist adherence, its course over treatment, and its associations with patient and therapist characteristics, and the therapeutic alliance.
In a prospective multicenter randomized-controlled trial comparing CBT to internet-based guided self-help (INTERBED-study), therapist adherence using the newly developed Adherence Control Form (ACF) was determined by trained raters in randomly selected 418 audio-taped CBT sessions of 89 patients (25% of all sessions). Observer-rated therapeutic alliance, interview-based and self-reported patient and therapist characteristics were assessed. Three-level multilevel modeling was applied.
The ACF showed adequate psychometric properties. Therapist adherence was excellent. While significant between-therapist variability in therapist adherence was found, within-therapist variability was non-significant. Patient and therapist characteristics did not predict the therapist adherence. The therapist adherence positively predicted the therapeutic alliance.
The ACF demonstrated its utility to assess therapist adherence in CBT for BED. The excellent levels of therapist adherence point to the internal validity of the CBT within the INTERBED-study serving as a prerequisite for empirical comparisons between treatments. Variability between therapists should be addressed in therapist trainings and dissemination trials.
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Aceitando ou mudando pensamentos? Como práticas de mindfulness são integradas no Mindfulness-Based Cognitive Therapy (MBCT) / Accepting or changing thoughts? As practices of mindfulness are integrated in Mindfulness-Based Cognitive Therapy (MBCT)COSTA NETA, Ana Alves de Sousa 25 May 2017 (has links)
Submitted by Daniella Santos (daniella.santos@ufma.br) on 2017-09-12T14:52:30Z
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Previous issue date: 2017-05-25 / Mindfulness practices have been used in the treatment of clinical problems, for some
time, with the use of the pioneer program of Kabat-Zinn, Mindfulness-based Stress
Reductions (MBSR), program that served as a prototype for the development of other
mindfulness-based, among them the of Segal, Williams and Teasdale, MindfulnessBased Cognitive Therapy (MBCT), which integrates mindfulness practices with
strategies of Cognitive Therapy. From these integrations mindfulness practices have
been inserted in the process of Cognitive Behavioral Therapy (CBT) increasingly, even
the two clinical models showing-philosophical and theoretical principles of methods
different interventions. Therefore, this study aimed to discuss how the theoretical
fundaments of MBSR and CBT are integrated in MBCT, as well as possible reasons and
implications of the inclusion of mindfulness strategies in CBT. For this we used articles
available on the internet, books and chapters of books on the subject, in English,
Portuguese and Spanish, without restriction to year of publication. The theoretical
comparison was accomplished through four conceptions that supports the theoretical
models: cognition, behavior, and environment of pathology. In addition, he likened
himself, through the analysis of two sections, the interventions carried out in TCC and
MBCT. Overall, they identified some similarities and compatibilities between the
theoretical assumptions of CBT and MBCT, MBSR programs and being a significant
difference how understand the cognitions, because while in TCC she is seen as
deterministic and causal, MBSR programs and MBCT is just another mental event. It
appeared also, controversies clear when one considers the classical cognitive model of
Aaron Beck. / As práticas de mindfulness vêm sendo utilizadas no tratamento complementar de problemas clínicos, há algum tempo, com o uso do programa pioneiro de Kabat-Zinn, o Mindfulness-Basead Stress Reductions (MBSR), programa que serviu de protótipo para o desenvolvimento de outros baseados em mindfulness, dentre eles o de Segal, Williams e Teasdale, o Mindfulness-Based Cognitive Therapy (MBCT), que integra práticas de
mindfulness com estratégias da Terapia Cognitiva. A partir dessas integrações as práticas de mindfulness vêm sendo inseridas no processo da Terapia CognitivoComportamental (TCC) de modo crescente, mesmo os dois modelos clínicos apresentando princípios teóricos-filosóficos e métodos de intervenções diferentes.Diante disso, este estudo objetivou discutir como os fundamentos teóricos do MBSR e
da TCC são integrados no MBCT, bem como possíveis razões e implicações da inclusão de estratégias mindfulness na TCC. Para isso foram utilizados artigos disponibilizados na internet, livros e capítulos de livros sobre a temática, no idioma inglês, português e espanhol, sem restrição de ano de publicação. A comparação teórica foi realizada por meio de quatro concepções: cognição, comportamento, ambiente e visão de patologia.
Além disso, comparou-se, por meio da análise de dois trechos de sessão, as intervenções realizadas na TCC e no MBCT. De modo geral, foram identificadas algumas semelhanças e compatibilidades entre os pressupostos teóricos da TCC e dos programas MBSR e MBCT, sendo a diferença significativa o modo como entendem as cognições, pois enquanto na TCC ela é vista como causal e determinista, nos programas MBSR e
MBCT é apenas mais um evento mental. Verificou-se também, controvérsias claras quando se considera o modelo cognitivo clássico de Aaron Beck.
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Exposição à realidade virtual no tratamento da fobia social: um estudo aberto / Virtual reality exposure in the treatment of social phobia: an open clinical trialCristiane Maluhy Gibara 13 May 2014 (has links)
Objetivo: Construir um programa de Exposição à Realidade Virtual para tratar Fobia Social, avaliá-lo e aperfeiçoá-lo por meio de uma análise quantitativa e qualitativa. Método: Finalizaram o tratamento 21 sujeitos (11 homens e 10 mulheres) entre 18 e 63 anos diagnosticados pelo Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais 4a edição- texto revisado (DSM -IV- TR) para fobia social. Foram excluídos os sujeitos com depressão grave, com risco de suicídio, transtornos psicóticos e abuso de substância. Principais medidas de avaliação quantitativa: Escala de Ansiedade Social de Liebowitz - LSAS; Escala de Impressão Clínica Global - CGI; Escala para Incapacitação de Sheehan; Escala de Adequação Social - EAS; e Questionário de Pensamentos Automáticos - ATQ 30. Avaliação qualitativa: Questionário Metodológico Qualitativo de Avaliação de Ansiedade Social. Procedimento: as Escalas e os Instrumentos foram aplicados no pré-tratamento, no pós-tratamento e no seguimento após seis meses de tratamento. O Questionário Metodológico Qualitativo de Avaliação de Ansiedade Social foi aplicado no pós-tratamento. O tratamento consistiu em até 12 sessões de 50 minutos cada de exposição à Realidade Virtual. Resultados: Observou-se redução significativa no escore pós-tratamento que se manteve no seguimento, nas escalas que avaliaram ansiedade, fobia e disfunções cognitivas (LSAS, ATQ e EAS). Na CGI, houve redução na gravidade da doença após o tratamento e isto se manteve no seguimento. Os pacientes apresentaram melhora do transtorno que também se manteve no período do seguimento. A Escala de Incapacitação de Sheehan mostrou melhora significativa da vida profissional, social e familiar. O número médio de sessões para a diminuição da ansiedade social foi de 7. Conclusão: O tratamento utilizado neste estudo teve boa aceitação, boa adesão, auxilia na diminuição da ansiedade social como também no enfrentamento das situações temidas. Estudos controlados ulteriores deverão ser realizados para verificar se ratificam estes resultados preliminares / Objectives: To build a Virtual Reality Exposure software for the treatment of Social Phobia, to evaluate and improve it based on quantitative and qualitative analysis. Method: The treatment was completed by 21 subjects (11 men and 10 women) aged between 18 and 63, diagnosed with social phobia by the Diagnostic Statistical Manual of Mental Disorders 4th edition - revised text (DSM - IV-TR). Subjects were excluded on account of deep depression, suicide risk, psychotic disorders or substance abuse. The main measurement instruments for quantitative evaluation were: Liebowitz Social Anxiety Scale - LSAS, Clinical Global Impression Scale - CGI, Sheehan Disability Scale, Social Adjustment Scale - SAS, Automatic Thoughts Questionnaire - ATQ 30. Qualitative evaluation: Methodological Qualitative Questionnaire for the Evaluation of Social Anxiety. Procedure: The Scales and Instruments were applied in the pre-treatment and post-treatment phases and in the follow-up assessment six months after treatment. The Methodological Qualitative Questionnaire for the Evaluation of Social Anxiety was applied in the post-treatment phase. The treatment consisted of twelve 50-minute sessions of exposure to Virtual Reality. Results: A significant decrease in the score in scales that measure anxiety, phobia and cognitive dysfunctions (LSAS, ATQ and SAS) was observed after treatment and it was maintained on follow-up. Patients have shown improvement of the disorder that was also preserved on follow-up. The Sheehan Disability Scale has shown significant improvement in professional, social and family life. The average number of sessions to achieve a reduction of social anxiety was seven. Conclusion: The treatment used in this study has been well received; patients have shown adherence to it and it has helped them to reduce their social anxiety and deal with situations they feared. Further controlled trials should be undertaken to endorse these preliminary results
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Approaches to Tinnitus Management and TreatmentFagelson, Marc A. 29 April 2014 (has links)
Tinnitus continues to challenge patients from all walks of life and clinicians from a variety of disciplines. The lack of an evidence base to support a specific treatment confounds efforts to provide consistent benefit to patients and in many instances creates in the patient the impression that nothing can be done to improve their situation. Part of the problem is that although patients rarely experience complete elimination of a tinnitus signal, they often experience relief when receiving effective counseling, specific coping strategies, and sound therapy. Although in most clinical activities the tinnitus remains (i.e., it is not cured), its influence may wane as the patient learns to manage their environment, activities, and ultimately their response to tinnitus. At the same time, several medical interventions target reduction of the tinnitus sound, an approach more consistent with what patients expect as a cure. Therefore, the majority of clinical activity directed at care for patients with tinnitus typically targets either elimination of the tinnitus sound (tinnitus treatment) or modification of the patient's response to the sound (tinnitus management). This review distinguishes and offers examples of both treatment and management programs employed clinically for patients with tinnitus.
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THE EFFECT OF A SINGLE-SESSION GROUP SONGWRITING INTERVENTION ON GRIEF PROCESSING IN HOSPICE CLINICIANSDeaton, Melissa 01 January 2018 (has links)
The purpose of this study was to determine the effect of a single-session group music therapy songwriting session on grief processing in hospice clinicians. The study design was quasi-experimental. Participants were cluster randomized into a control group and a treatment group. The researcher led a 50-minute songwriting session focused on sharing and processing experiences of grief-related stress and burnout in hospice work. Grief processing was measured using a self-report survey for n=25. Overall differences between control and treatment groups were not found to be statistically significant. Significant differences were also not found in treatment score differences for type of hospice clinician or years of experience. For future research with hospice clinicians, a new measurement tool should be developed that is more specific to measuring an actual difference before and after a treatment. The current measurement tool is best used as an inventory for stress and grief levels that result from caregiving. Any new measurement tool should be kept under twenty questions. A single-session, though convenient for busy hospice clinicians, may not provide a complete treatment for grief and stress. Further research with hospice clinicians may require several treatment sessions to achieve a more complete grief processing experience.
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