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La passion de l'embarras : l'acheminement à la philosophie chez Martin Heidegger

Gauthier-Marcil, Charles 22 January 2025 (has links)
La pensée de Martin Heidegger ne peut pas être simplement « vérifiée » par les voies de la logique – que celle-ci soit traditionnelle ou contemporaine. L'« argumentation » qui y a cours ne s'y soumet pas. Heidegger a souvent lui-même fait état de cette particularité de son entreprise philosophique tout en prenant soin à chaque fois de la distancier de tout irrationalisme. Lorsque Heidegger tente de persuader son lecteur de philosopher « vraiment », ce qu'il fait de façon récurrente, il faut donc penser que ce n'est pas non plus « en toute logique ». Ce mémoire met à l'épreuve l'hypothèse d'un acheminement à la philosophie qui passerait – en deçà de la raison dominante – par la strate affective de la relation auteur-lecteur, ou orateur-auditeur. La rhétorique qui en découle n'est cependant pas une logique des sentiments de l'individu, elle ne prend pas appui sur une psychologie, mais sur le déploiement de l'être même. Entre cette rhétorique fondée sur le déploiement de l'être et la philosophie comme « pensée de l'être », il y aurait ainsi une proximité d'essence. Loin d'être un expédient fallacieux, la rhétorique serait ici la voie toute désignée. Pour mettre cette hypothèse à l'épreuve, nous en exposerons d'abord la nécessité, puis nous chercherons à débusquer la rhétorique à l'œuvre, d'Être et Temps jusqu'aux temps du rectorat – de 1927 à 1934.
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A verdade enquanto movimento: entre possibilidades e limites segundo o pensamento heideggeriano / The truth as movement: between possibilities e limits according to the heideggerian thought

Perez, José Antonio Mesquita 02 March 2018 (has links)
Submitted by Filipe dos Santos (fsantos@pucsp.br) on 2018-04-03T11:15:45Z No. of bitstreams: 1 José Antonio Mesquita Perez.pdf: 813047 bytes, checksum: 3247753faae8851d0478175f91080b80 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-04-03T11:15:45Z (GMT). No. of bitstreams: 1 José Antonio Mesquita Perez.pdf: 813047 bytes, checksum: 3247753faae8851d0478175f91080b80 (MD5) Previous issue date: 2018-03-02 / The dissertation has the aim to explore the truth as movement in the thought of the philosopher Martin Heidegger. The work it is divides in four parts. First of all, in the Introduction, we contextualize the research and present the questions that will be our guide in the course of the work. It is clarified that the relation between modern science and philosophy is our starting point for thinking the truth, but this isn’t our main focus. In the first chapter, Notions of Truth, we start clarifying the tradicional concept of truth and the tradition in which it is found, namely the metaphysical tradition; posteriorly, we analyze the concept of αλήθεια (alétheia), rescued by Heidegger to understand the essence of truth as unconcealment. In the second chapter, Being, Truth and Mystery, at first we see how the truth is inserted in the context of Being and Time, and then how the so-called turning (Kehre) alters the truth’s understanding, to undertake the task of analyze the truth as movement, taking into consideration the Clearing and the Mystery. The truth isn’t, but it is given, truth essentials itself, that is, truth is a movement that opens a space that allows the entities to be. Dasein essentially corresponds with this space that is open by the truth of Being, however, the truth itself ins’t predicated of human beings. If there is an opening there is also a limit: this is the relation between the Clearing and the Mystery. In a certain way, the truth doesn’t only illuminate (unconcealment), but it is limit as well (concealment). It is perceived that Heidegger’s gaze isn’t aimed to an logic understanding of the truth, but aimed to an ontological understanding of this phenomenon. Lastly, in the third and final chapter, Between possibilities and limits: final considerations, we return to what is at the beginning and trigger of the research subject: the relation between modern science and philosophy. The aim is to carry out some reflections and questionings about this relationship, thinking the possibilities and limits that both have. The truth is a fundamental question because it concerns, if we think in a heideggerian way, to what enables not only the entity but the knowledge itself. This understanding has consequences not only in philosophy, but also in “sciences” / A dissertação tem o intuito de explorar a verdade enquanto movimento no pensamento do filósofo Martin Heidegger. O trabalho se encontra dividido em quatro partes. Em primeiro lugar, na Introdução, fazemos uma contextualização da pesquisa e expomos as questões que serão guia no percurso do trabalho. É esclarecido que relação entre a ciência moderna e a filosofia é o nosso ponto de partida para pensarmos a verdade, mas não é o nosso foco. No primeiro capítulo, Noções de Verdade, iniciamos esclarecendo o conceito tradicional de verdade e a tradição na qual ela se encontra, a saber a tradição metafísica; posteriormente, analisamos o conceito αλήθεια (alétheia), resgatado por Heidegger para compreender a essência da verdade como desocultamento. No segundo capítulo, Ser, Verdade e Mistério, vemos, em um primeiro momento como a verdade se encontra inserida no contexto de Ser e Tempo e depois como a chamada viravolta (Kehre) altera a sua compreensão, para, assim, empreender na tarefa de analisar a verdade enquanto movimento, levando em consideração a Clareira e o Mistério. A verdade não é, mas ela se dá, ela se essencializa, isto é, verdade é um movimentar que abre um espaço que permite que os entes possam ser. Ser-aí corresponde essencialmente com esse espaço aberto pela verdade do Ser, no entanto, a verdade em si não é predicativo do ser humano. Se há uma abertura também há um limite: essa é a relação entre a Clareira e o Mistério. De certa forma, a verdade não só ilumina (desocultamento), mas ela também é limite (ocultamento). Percebe-se que o olhar de Heidegger não está voltado para uma compreensão lógica da verdade, mas para um entendimento ontológico da mesma. Por fim, no terceiro e último capítulo, Entre possibilidades e limites: considerações finais, nos voltamos para aquilo que se encontra no começo e disparador da temática pesquisada: a relação entre a ciência moderna e a filosofia. O intuito é de realizar algumas reflexões e questionamentos sobre essa relação, pensando as possibilidades e limites que ambas possuem. A verdade é uma questão fundamental porque ela diz respeito, se a pensarmos heideggerianamente, àquilo que possibilita não só os entes mas ao próprio conhecimento. Sua compreensão tem consequências não só na filosofia, como também nas “ciências”
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Dasein e linguagem em Heidegger: do discurso ao monólogo / Dasein and language in Heidegger: from discourse to monologue

Silveira, Fillipa Carneiro January 2007 (has links)
SILVEIRA, Fillipa Carneiro. Dasein e linguagem em Heidegger: do discurso ao monólogo. 2007. 146f. – Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós-graduação em Filosofia, Fortaleza (CE), 2007. / Submitted by Márcia Araújo (marcia_m_bezerra@yahoo.com.br) on 2013-11-05T17:53:03Z No. of bitstreams: 1 2007-DIS-FCSILVEIRA.pdf: 761663 bytes, checksum: 92e31a8c335b9767920d593a8ca7367e (MD5) / Approved for entry into archive by Márcia Araújo(marcia_m_bezerra@yahoo.com.br) on 2013-11-05T18:25:14Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2007-DIS-FCSILVEIRA.pdf: 761663 bytes, checksum: 92e31a8c335b9767920d593a8ca7367e (MD5) / Made available in DSpace on 2013-11-05T18:25:14Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2007-DIS-FCSILVEIRA.pdf: 761663 bytes, checksum: 92e31a8c335b9767920d593a8ca7367e (MD5) Previous issue date: 2007 / This work intends to explain the continuity of Heidegger’s thought on the relation between Dasein and language, specifically through the approach of three texts: Sein und Zeit (1927), Über humanismus (1946) and Der Weg zur Sprache (1959). The main objective is approaching this relation before and after the so called turn (Kehre) in Heidegger’s philosophy, emphasizing a new conception of language and human being which results of this movement. Our starting point is an hermeneutical approach of Heidegger and an enlargement of the existential analyses not towards a “philosophic anthropology”, in which we could set up the essence of the human being, of his thinking and acting, but in the sense of an “anthropological philosophy”, if it is possible, which presupposes contingency and facticity. The preponderance of the linguistic turn in the contemporary philosophy, as a way of increasing the “belonging” relation between language and the dimension of “human”, is linked to this context, according to its importance in the philosophical thought that keeps in check the metaphysical thinking. This approach aims to know how far Heidegger’s thought effectively moves towards a transformation or barely unrolls itself starting to presumptions which were already in Being and time. On one hand, when Heidegger leaves the existential analyses of the Dasein as “mediation” on behalf of an ampliation of the sense on sein’s language, he stays apart from the anthropology. On the other hand, if we consider the preponderance of poetry in the thinking of the “history of being” and “truth of being”, we see that Dasein remains as an important reference in other terms, which send us to a possibility of a new anthropology. Criticizing the logical determination of knowledge in the name of hermeneutical feature of comprehension, Heidegger’s thought indicates that “logy” has determine the anthropos to become the central reference of philosophy. Abandoning the “logy” of logos, and this seems to be Heidegger’s orientation since his beginning, the preponderance of the Dasein stays as openness of being and as pole of the ontological difference; the man is in verve instead of the epistemic subject; the logos remains as language. / Este trabalho tem como propósito explicitar a continuidade do pensamento de Heidegger a respeito da relação entre o Dasein e a linguagem, especificamente a partir da abordagem de três textos: Ser e tempo (1927); Sobre o humanismo (1946) e O caminho para a linguagem (1959). O objetivo principal é examinar esta relação antes e depois do que foi considerado uma “virada” (Kehre) na filosofia de Heidegger, destacando uma nova concepção de linguagem e ser humano que resulta desse movimento. Parte-se de uma abordagem hermenêutica de Heidegger e de uma ampliação do contexto da analítica existencial não no sentido de uma “antropologia filosófica”, em que se poderia firmar a essência do homem, de seu pensar e agir, mas no sentido de uma “filosofia antropológica”, se assim for possível propor, que pressupõe a contingência e a faticidade. A centralidade da reviravolta lingüística na filosofia contemporânea, como uma forma de radicalização da relação de “pertença” entre linguagem e “humano”, é atrelada a este contexto em função de sua importância no pensamento filosófico que põe em xeque o pensar metafísico. Neste movimento, busca-se saber até que ponto o pensamento de Heidegger efetivamente se transforma, ou simplesmente se desdobra a partir de pressupostos que já estavam dados desde Ser e tempo. Por um lado, o abandono da analítica existencial do Dasein como “mediação” em favor de uma ampliação do sentido da linguagem do ser distancia Heidegger da “antropologia”, por outro, se consideramos a centralidade da poesia no pensamento da “história do ser” e da “verdade do ser”, vemos que o Dasein permanece uma referência central reconfigurada, e que nos remete a uma nova possibilidade de “antropologia”. Opondo-se à determinação lógica do conhecimento em favor do aspecto hermenêutico da compreensão, o pensamento de Heidegger aponta a “logia” como determinante para que o anthropos tenha se tornado a referência central da filosofia. Abandonando-se a “logia” do logos enquanto lógica, e este parece ser o caminho de Heidegger desde o início, remanesce a centralidade do Dasein como abertura ao ser e como pólo da diferença ontológica; vigora o homem no lugar do sujeito do conhecimento; permanece o logos enquanto linguagem.
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Traducción de Platons lehre von der wahrheit / La doctrina de Platón de la verdad

Abalo Cea, Francisco, Sandoval Villarroel, Pablo January 2000 (has links)
No description available.
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L'interprétation du temps dans Sein und Zeit

Tremblay, Michel 13 April 2021 (has links)
Le but « provisoire » de Sein und Zeit est l’interprétation du temps comme l’horizon possible de toute compréhension de l’être en général. Le chemin que Heidegger choisit de parcourir pour atteindre ce but est celui de l’analytique existentiale du Dasein. Sur ce chemin, Heidegger interprète principalement le temps comme temporalité ekstatique du Dasein. Sein und Zeit est toutefois demeuré inachevé, c’est-à-dire qu’il n’est pas parvenu à expliquer le temps comme horizon transcendantal de la question de l’être. Cela ne signifie pas qu’il renonce dès lors à ce projet, puisque dans les Problèmes fondamentaux de la phénoménologie, l’élaboration de la Temporalité de l’être est tentée, du moins partiellement. Suite au tournant qu’a connu sa pensée, la problématique de la Temporalité de l’être apparaît à Heidegger dans une toute autre perspective qui, loin de l’éloigner, le rapproche de ce qu’il s’était donné à penser dans Sein und Zeit.
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L'herméneutique comme pensée de l'être dans Être et temps

Arrien, Sophie-Jan 24 April 2018 (has links)
L'herméneutique, traditionnellement, ne représentait guère plus qu'une technique de l'interprétation des textes. C'est avec Heidegger, au début des années vingt, qu'elle se trouve investie d'une toute nouvelle dimension philosophique. Dimension qui deviendra plus spécifiquement ontologique dans Être et temps (1927). Le but de ce travail sera de démontrer la contribution essentielle de l'herméneutique à la pensée ontologique qui se déploie dans Etre et temps. Pour ce faire, il nous faudra identifier les différents niveaux (méthodologique, existential et structurel-fondationnel) à travers lesquels se manifeste l'herméneutique dans l'œuvre. Ainsi s'affirmera la nécessité de comprendre la pensée de l'être dans Etre et temps à partir de l'herméneutique et comme herméneutique.
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Métaphysique et ontologie chez Kant et Heidegger

Tremblay, Réjean, Tremblay, Réjean 16 December 2024 (has links)
No description available.
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Language as disclosure in five modernist American works.

Slaughter, Carolyn Overton. January 1987 (has links)
"Language as Disclosure in Five Modernist American Works" comprises a series of Heideggerian readings of James's The Turn of the Screw, Williams's In the American Grain, Faulkner's As I Lay Dying, Hemingway's Death in the Afternoon, and Barth's Lost in the Funhouse. Each text is taken as a single and separate performance of poetic language. The readings do not interpret or explain the texts but attempt to follow them in a thinking, to map what shows up and in what relations. The attempt is to get past the roadblock of "ambiguity" that characterizes modernist texts, not by deciding the undecidable but by exploring it. The dissertation explores the nature or function of language. In James literality works to indicate, to evoke, to found and maintain as well as to violate or subvert a human order. Language borders and opposes the abyss in the story, and it is at this border and in this conflict that reality originates. Williams too revises the notion of origin as he proposes a new "method" of "composition" whereby a poet in the act of asserting and proving himself sets forth not only his own potency but that of his ground, his locality, his period and his time. In the Faulkner story representative language has become disconnected from life, is irrelevant, ineffectual, dysfunctional. However, in spite of its explicit indictment of words, the work discloses a new ontology, a new standard of value, and an originary function for words. In the Hemingway story language or the work of art (the bullfight, here) is the site, the occasion, and the agency in and by which "facts," things that actually happen, rise into appearance upon the horizon of death. In these modernist works we find the function of language to be, in some sense, disclosure. With the Barth story we pass into a milder postmodern atmosphere, but we find the same antagonists, language and not-language. Ostensibly language is impotent; thematically the rational paradigm is overwhelmed by objectivity. I claim, however, that language diminished and exposed is still working by modernist standards to provoke into view the potentiality that representative language cannot express.
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Acerca de la idea de muerte en Heidegger

Flores Cienfuegos, Gerardo January 1997 (has links)
Informe de Seminario para optar al grado de Licenciado en Filosofía
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Nada que decir... O decir la nada, leyendo a Heidegger.

Baño, Paloma January 1999 (has links)
Informe de Seminario para optar al grado de Licenciado en Filosofía / Lo que nos interesa destacar del “nada que decir” no es la expresión “que decir” (la cual podría perfectamente ser reemplazada por “que explicar”, “que escribir”, “que contar”, etc.), sino esa extraña palabra que habitualmente entendemos simplemente en el sentido de “no”. Cuando suponemos que para ser consecuentes con el “nada que decir” habría que dejar las páginas en blanco, estamos pensando el término “nada” en ese sentido que habitualmente solemos asignarle – el de la negación -, por lo cual el “nada que decir” se nos vuelve idéntico a “no decir”. No se trata aquí de rechazar de buenas a primeras ese sentido de la palabra “nada”; se trata más bien de llevar la expresión “nada que decir” a una situación en la cual se la vivencie realmente, en la cual cobre plena significación a causa de sentírsela como verdad. Es cierto que la frase funciona en muchos y muy diversos contextos: podemos replicar “nada que decir” frente a alguien que nos pregunte sobre un tema en particular, donde el tema puede ser cualquiera. Se trata de nada que decir ante alguien que nos pide explicaciones por alguna controvertida decisión nuestra, por ejemplo. En ese caso, puede que repliquemos “nada que decir” porque simplemente no queremos dar explicación alguna al respecto. Los ejemplos podrían ser muy variados, desde luego, pero siempre estarían referidos a un tema particular frente al cual uno decidiera callar, no decir.

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