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Matemática financeira no cotidiano — um estudo de caso

Caldas Filho, Osmando Barbosa 29 April 2016 (has links)
Submitted by Marcos Samuel (msamjunior@gmail.com) on 2017-06-13T14:36:08Z No. of bitstreams: 1 DissertacaoOsmando.pdf: 1058362 bytes, checksum: cff1546eaa359d4c389e865477fb73e3 (MD5) / Approved for entry into archive by Vanessa Reis (vanessa.jamile@ufba.br) on 2017-06-27T13:06:06Z (GMT) No. of bitstreams: 1 DissertacaoOsmando.pdf: 1058362 bytes, checksum: cff1546eaa359d4c389e865477fb73e3 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-06-27T13:06:06Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DissertacaoOsmando.pdf: 1058362 bytes, checksum: cff1546eaa359d4c389e865477fb73e3 (MD5) / Este Trabalho tem como objetivo caracterizar o quanto o conhecimento matemático financeiro pode facilitar a vida do cidadão comum em seu dia a dia. Desta forma, deseja-se debater se há o entendimento necessário por parte dos alunos concluintes para tomada de decisões adequadas e conscientes diante das situações apresentadas no dia a dia e que poderiam ser facilmente resolvidas com o uso das técnicas dessa disciplina. Na produção desse trabalho utilizou-se como instrumento de coleta de informações questionários, aplicados a alunos concluintes do ensino médio do Colégio Estadual Gentil Paraíso Martins em Valença – Bahia. Foram propostas atividades em sala derivadas de situações apresentadas no comércio daquela cidade em dezembro de 2015. Com base nas constatações obtidas, recomenda-se a que os professores façam cada vez mais a inclusão de situações reais em sala de aula, abandonando aquele tipo de exercício que tem como utilidade apenas a aplicação direta das fórmulas.
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Previsão de volatilidade para os vértices da estrutura a termo de taxa de juros em reais brasileira

Margueron, Felipe Lourenço 06 1900 (has links)
Made available in DSpace on 2008-05-13T13:48:19Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2159.pdf: 328252 bytes, checksum: e273214af87f816a35e925fa98b52d10 (MD5) Previous issue date: 2006-06-28 / Este trabalho compara diferentes metodologias de previsão de volatilidade para vértices da estrutura a termo de juros em reais e propõe um novo modelo, batizado como COPOM-GARCH, para estimação desta. O modelo COPOM-GARCH se utiliza de duas variáveis dummy, uma no dia de divulgação do resultado da Reunião do COPOM e outra no dia seguinte, para fazer uma melhor previsão da volatilidade tanto nestes dois dias quanto nos dias subseqüentes.
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Ensaios em macroeconometria e finanças

Guillen, Osmani Teixeira Carvalho January 2003 (has links)
Made available in DSpace on 2008-05-13T15:53:01Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2003-12-22 / Esta tese de doutorado está composta por quatro ensaios em macroeconometria e finanças com aplicações nas áreas de abertura comercial, custo de bem estar do ciclo de negócios e taxas de juros. No primeiro ensaio analisamos o comportamento da indústria de transformação após as reformas implantadas na década de noventa. Verificamos se o processo de abertura gerou aumentos da produtividade média da indústria de transformação. Adicionalmente, estimamos o mark-up de diferentes setores industriais e testamos se este se modifica após a abertura comercial. Os resultados das estimações indicam a existência de um significativo aumento na produtividade industrial na maior parte dos setores estudados. O canal para este aumento de produtividade, aparentemente, não é o aumento da concorrência, já que não há evidência estatística de redução de mark-up. Este é talvez o resultado mais surpreendente do artigo, o fato de que o mark-up não se modificar significativamente após a abertura comercial. Os setores estimados como não concorrenciais antes da abertura continuaram a ser depois dela. Acesso a insumo importados e uso de novas tecnologias podem ser possíveis canais de aumento de produtividade. Este resultado está em desacordo com Moreira (1999) que constrói diretamente dos dados medidas de mark-up. No segundo ensaio testamos a Hipótese das Expectativas Racionais (HER) para a estrutura a termo brasileira. Examinamos várias combinações de prazos entre 1 dia e 1 ano, seguindo a metodologia adotada pelo Banco Central do Brasil, para o período de Julho de 1996 a Dezembro de 2001. Mostramos que: (i) os coeficientes estimados dos diferenciais de rendimento entre as taxas longa e curta (yield spreads) nas equações de mudança de curto prazo da taxa longa e nas equações de mudança de longo prazo da taxa curta são imprecisos e incapazes de rejeitarem a HER; e (ii) diferenciais de rendimento altamente correlacionados com as previsões de expectativas racionais das futuras mudanças das taxas curtas, mas significativamente mais voláteis que estas últimas, sugerem a rejeição da HER. A hipótese alternativa de reação exagerada (overreaction) do diferencial de rendimento em relação à expectativa das futuras variações da taxa curta parece uma explicação razoável para as evidências, com implicações para a política monetária e para a gestão de investimentos. No terceiro ensaio estudamos o custo de bem-estar dos ciclos de negócios. Robert Lucas (1987) mostrou um resultado surpreendente para a literatura de ciclos de negócios, o custo de bem-estar, por ele calculado, é muito pequeno (US$ 8,50 por ano). Modelamos as preferências por funções com elasticidade de substituição constante e uma forma reduzida para o consumo razoável. Construímos dados seculares para a economia americana e computamos o custo de bem-estar para dois períodos distintos, pré e pós-segunda guerra mundial, usando três formas alternativas de decomposição tendência-ciclo, com foco na decomposição de Beveridge-Nelson. O período pós-guerra foi calmo, com um custo de bem-estar que raramente ultrapassa 1% do consumo per-capita (US$ 200,00 por ano). Para o período pré-guerra há uma alteração drástica nos resultados, se utilizamos a decomposição de Beveridge-Nelson encontramos uma compensação de 5% do consumo per-capita (US$ 1.000,00 por ano) com parâmetros de preferências e desconto intertemporal razoáveis. Mesmo para métodos alternativos, como o modelo com tendência linear, encontramos um custo de bem estar de 2% do consumo per-capita (US$ 400,00 por ano). Deste estudo podemos concluir: (i) olhando para dados pós-guerra, o custo de bem-estar dos ciclos de negócios marginal é pequeno, o que depõe contra a intensificação de políticas anticíclicas, sendo que do ponto de vista do consumidor pré-segunda guerra este custo é considerável; e (ii) o custo de bem-estar dos ciclos de negócios caiu de 5% para 0.3% do consumo per-capita, do período pré para o período pós-guerra, se esta redução é resultado de políticas anticíclicas, estas políticas foram muito bem sucedidas. Por último, no quarto ensaio analisamos o comportamento da taxa de juros livre de risco - cupom cambial - na economia brasileira para o período de 20 de janeiro de 1999 a 30 de julho de 2003. Identificamos os componentes de curto e longo prazo de três medidas de taxa de retorno, as quais foram submetidas aos tratamentos econométricos propostos em Vahid e Engle (1993) e Proietti (1997). Os resultados sugerem a convergência das taxas de retorno para um equilíbrio de longo prazo. Identificamos a dominância do componente de longo prazo na determinação da trajetória do Prêmio do C-BOND e do componente de curto prazo no caso do Prêmio do Swap Cambial. Já para o Prêmio Descoberto de Juros não conseguimos identificar o domínio de qualquer componente. Associando o componente de longo prazo aos fundamentos da economia e os componentes de curto prazo a choques nominais, poderíamos dizer que, em termos relativos, o Prêmio do C-BOND estaria mais fortemente ligado aos fundamentos e o Prêmio do Swap Cambial a choques nominais.
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Imunização de carteiras de renda fixa via um modelo paramétrico exponencial

Lund, Bruno Pereira 12 1900 (has links)
Made available in DSpace on 2008-05-15T19:16:31Z (GMT). No. of bitstreams: 1 063202004_Dissertacao_Bruno_Lund.pdf: 756653 bytes, checksum: dc81c7cf292e2c8f3512a977939d8a73 (MD5) Previous issue date: 2007-12 / Submitted by Carlos Oliveira (carlos.oliveira@fgv.br) on 2008-05-15T19:16:31Z No. of bitstreams: 1 063202004_Dissertacao_Bruno_Lund.pdf: 756653 bytes, checksum: dc81c7cf292e2c8f3512a977939d8a73 (MD5) / Litterman e Scheinkman (1991) mostram que mesmo uma carteira de renda xa duration imunizada (neutra) pode sofrer grandes perdas e, portanto, propõem fazer hedge de carteiras utilizando a análise de componentes principais. O problema é que tal abordagem só é possível quando as taxas de juros são observáveis. Assim, quando as taxas de juros não são observáveis, como é o caso da maior parte dos mercados de dívida externa e interna de diversos países emergentes, o método não é diretamente aplicável. O presente trabalho propõe uma abordagem alternativa: hedge baseado nos fatores de um modelo paramétrico de estrutura a termo. A imunização feita utilizando esta abordagem não só se mostra simples e e ciente, mas também, equivalente ao procedimento de imunização proposto por Litterman e Scheinkman quando as taxas são observáveis. Exemplos do método para operações de hedge e alavancagem no mercado de títulos da dívida pública brasileira indexada a in ação são apresentados. O trabalho ainda discute como montar e apreçar carteiras que replicam fatores de risco, o que permite extrair alguma informação sobre a expectativa dos agentes acerca do comportamento futuro da curva de juros. Por m, faz uma comparação da expectativa de in ação futura implícita nos preços dos títulos públicos da dívida interna brasileira (LTN/NTN-F e NT
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Modelos estatísticos de segmentação da estrutura a Termo: testes empíricos de ajustes e previsões

Simonsen, Axel André 18 September 2008 (has links)
Submitted by Andrea Virginio Machado (andrea.machado@fgv.br) on 2008-09-18T18:29:46Z No. of bitstreams: 1 063202003_Dissertacao_Axel_Simonsen.pdf: 784124 bytes, checksum: 099bb30a0b560e8bd875797b186834d4 (MD5) / Approved for entry into archive by Francisco Terra(francisco.terra@fgv.br) on 2008-09-18T18:58:56Z (GMT) No. of bitstreams: 1 063202003_Dissertacao_Axel_Simonsen.pdf: 784124 bytes, checksum: 099bb30a0b560e8bd875797b186834d4 (MD5) / Made available in DSpace on 2008-09-18T18:58:56Z (GMT). No. of bitstreams: 1 063202003_Dissertacao_Axel_Simonsen.pdf: 784124 bytes, checksum: 099bb30a0b560e8bd875797b186834d4 (MD5) / Neste trabalho é proposta uma classe de modelos paramétricos para estrutura a termo de taxa de juros (ETTJ) em que diferentes segmentos possam ter características próprias, porém não independentes, o que é condizente com a teoria de preferências por Habitat. O modelo baseia-se em Bowsher & Meeks (2006) onde a curva é determinada por um spline cúbico nas yields latentes, mas difere no sentido de permitir diferentes funções de classe C2 entre os segmentos, ao invés de polinômios cúbicos. Em particular usa-se a especi cação de Nelson & Siegel, o que permite recuperar o modelo de Diebold & Li (2006) quando não há diferenciação entre os segmentos da curva. O modelo é testado na previsão da ETTJ americana, para diferentes maturidades da curva e horizontes de previsão, e os resultados fora da amostra são comparados aos modelos de referência nesta literatura. Adicionalmente é proposto um método para avaliar a robustez da capacidade preditiva do modelos. Ao considerar a métrica de erros quadráticos médios , os resultados são superiores à previsão dos modelos Random Walk e Diebold & Li, na maior parte das maturidades, para horizontes de 3, 6 , 9 e 12 meses.
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Determinantes macroeconômicos da estrutura a termo da taxa de juros na América Latina

Andrade, Bruno Ferraz de 12 February 2016 (has links)
Submitted by Bruno Ferraz de Andrade (bruno.ferraz.andrade@gmail.com) on 2016-03-07T15:53:24Z No. of bitstreams: 1 Tese_Bruno_Ferraz_de_Andrade.pdf: 864306 bytes, checksum: 8eedb4e89566c7cbdfe27bb28401c3ab (MD5) / Rejected by Renata de Souza Nascimento (renata.souza@fgv.br), reason: Bruno, boa tarde Por gentileza, retirar a sigla -SP que consta ao lado de São Paulo e retirar o nome Ficha Catalográfica. Após alterações, realizar uma nova submissão. Att. on 2016-03-07T16:46:38Z (GMT) / Submitted by Bruno Ferraz de Andrade (bruno.ferraz.andrade@gmail.com) on 2016-03-07T17:38:15Z No. of bitstreams: 1 Tese_Bruno_Ferraz_de_Andrade.pdf: 863597 bytes, checksum: 5a97d1bb19fc4cce2f436aa990dac5b2 (MD5) / Approved for entry into archive by Renata de Souza Nascimento (renata.souza@fgv.br) on 2016-03-07T18:38:59Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Tese_Bruno_Ferraz_de_Andrade.pdf: 863597 bytes, checksum: 5a97d1bb19fc4cce2f436aa990dac5b2 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-03-08T11:18:06Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Tese_Bruno_Ferraz_de_Andrade.pdf: 863597 bytes, checksum: 5a97d1bb19fc4cce2f436aa990dac5b2 (MD5) Previous issue date: 2016-02-12 / The paper proposes a three-factor model based on Huse (2007) methodology to relate observable macroeconomic and financial variables with the term structure of interest rates in Latin America (Brazil, Chile, Colombia and Mexico). We control for inflation rate, activity growth rate, exchange rate variation, credit default swaps (CDS), unemployment rate, and nominal interest rates as well as global factors such as the slope of the US yield curve and changes in commodity prices. The models explain more than 75% of the movements in the term structure of interest rates of Brazil, Chile and Colombia and 65% of Mexico. Positive changes in real activity and in inflation result in increases in the term structure. With exception to Chile, a rise in CDS leads to increases in the long-term interest rates. Increases in the unemployment rate have different effects on countries. In sum, exchange rate depreciations do not lead to increases in interest rates. This is probably due to central banks considering the effect of exchange rate depreciation on inflation to be transitory. In Mexico, interest rates also increase with the energy and metal prices. Brazilian energy prices are regulated, so it is not surprising that they do not have any impact on interest rates. Positive changes in the slope of the US yield curve affect similarly the slope of the yield curves in Latin America, reducing the short rates at the same time they increase long rates. / O trabalho relaciona, com um modelo de três fatores proposto por Huse (2007), variáveis macroeconômicas e financeiras observáveis com a estrutura a termo da taxa de juros (ETTJ) dos países da América Latina (Brasil, Chile, Colômbia e México). Consideramos os seguintes determinantes macroeconômicos: taxa de inflação, taxa de variação do nível de atividade, variação da taxa de câmbio, nível do credit default swaps (CDS), nível da taxa de desemprego, nível da taxa de juros nominal e fatores globais (inclinação da curva de juros norte-americana e variação de índices de commodities). Os modelos explicam mais do que 75% nos casos do Brasil, Chile e Colômbia e de 68% no caso do México. Variações positivas no nível de atividade e inflação são acompanhadas, em todos os países, de um aumento na ETTJ. Aumentos do CDS, com exceção do Chile, acarretam em aumento das taxas longas. Já crescimentos na taxa de desemprego têm efeitos distintos nos países. Ao mesmo tempo, depreciações cambiais não são acompanhadas de subida de juros, o que pode ser explicado pelos bancos centrais considerarem que depreciações de câmbio tem efeitos transitórios na inflação. No México, aumentos na ETTJ são diretamente relacionados com o índice de commodities de energia e metálicas. Já no caso brasileiro, em que os preços da gasolina são regulados e não impactam a inflação, esse canal não é relevante. Variações positivas na inclinação da curva norte-americana têm efeitos similares nas curvas da América Latina, reduzindo as taxas curtas e aumentando as taxas longas.
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O comportamento do spread bancário em um contexto macroeconômico / The behavior of banking spreads in a macroeconomic context

Cruz, Alexandre Carvalho da 25 February 2015 (has links)
Submitted by Amauri Alves (amauri.alves@ufv.br) on 2015-10-20T09:00:59Z No. of bitstreams: 2 texto completo.pdf: 1034168 bytes, checksum: 7bb97d3771fbcf5eb5bd1a232bf604eb (MD5) apendice_B.pdf: 1382898 bytes, checksum: ef5cbb590018463a9bb7358828c06dae (MD5) / Made available in DSpace on 2015-10-20T09:00:59Z (GMT). No. of bitstreams: 2 texto completo.pdf: 1034168 bytes, checksum: 7bb97d3771fbcf5eb5bd1a232bf604eb (MD5) apendice_B.pdf: 1382898 bytes, checksum: ef5cbb590018463a9bb7358828c06dae (MD5) Previous issue date: 2015-02-25 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / O spread bancário é medido como a diferença entre as taxas de aplicação e de captação dos bancos. Altos spreads estão relacionados a altos custos bancários e a menor oferta de crédito. Ao se relacionar o desenvolvimento do setor financeiro, o qual é responsável pela intermediação entre ofertantes e demandantes de crédito, com o crescimento do setor produtivo, enfatiza-se a importância do crédito para o crescimento econômico. De forma a manter um setor financeiro saudável é necessário que se mantenha um nível de spread que permita a intermediação financeira, mas não a torne proibitiva, impedindo a difusão do crédito. A literatura dos determinantes do spread bancário indica que a estrutura de concorrência dos bancos, entre outros, é um fator que influencia o spread bancário. De forma a captar os efeitos de mercados de depósitos e de crédito bancários com uma estrutura concorrencial monopolisticamente competitiva, modifica-se o modelo de Gerali et al. (2010) para incorporar a preferência pelo lazer das famílias e dos empreendedores. A partir do modelo proposto, são avaliados os efeitos de choques sobre as variáveis macroeconômicas consumo e trabalho das famílias e empreendedores, salário das famílias, índice de preços, produto, investimento, capital, taxa de utilização, crédito, depósitos, taxa básica, taxa de empréstimos, taxa de depósitos, e spread bancário. A estratégia de calibração utilizada permite situar os países quanto ao nível de concorrência bancária condizente com o spread bancário médio apresentado. O nível de concorrência dos países é medido em termos da elasticidade de substituição por depósitos e empréstimos, a qual mede o grau de substitutibilidade desses contratos bancários. Dentre a amostra de países utilizada, o Brasil é o país com o maior spread médio e, portanto, apresenta tanto um mercado de depósitos quanto um mercado de empréstimos com uma estrutura concorrencial próxima a um monopólio. Para o mercado de depósitos de Austrália, Canadá, China, Japão, Coreia do Sul, Espanha e Reino Unido, o nível de spread médio é condizente com uma estrutura de mercado perfeitamente competitiva. Os valores calibrados das elasticidades de substituição de depósitos e empréstimos para o Brasil, − . e . , respectivamente, não possibilitam o cálculo computacional pois, para valores próximos de | |, o problema torna-se indeterminado. De forma a contornar esse problema, são apresentados dois cenários. O primeiro consiste em avaliar a resposta aos choques no caso em que a elasticidade de substituição é a maior possível e o segundo ixconsiste em avaliar a resposta aos choques no caso em que a elasticidade de substituição é a menor possível. Em geral, a resposta do spread bancário aos choques é maior quando a estrutura de mercado dos bancos é mais próxima da concorrência perfeita, com um ajuste mais rápido ao estado estacionário. Já quando a estrutura de mercado dos bancos é mais próxima de um monopólio, as variáveis apresentam um ajuste mais prolongado ao estado estacionário. / The banking spread is measured as the difference between the investment and the funding rates of the banks. High banking spreads are related to high bank charges and to the lower supply of credit. In relating the development of the financial sector, which is responsible for the intermediation between suppliers and demanders of credit, with the growth of the productive sector, is emphasized the importance of credit for economic growth. In order to maintain a healthy financial sector is necessary to maintain a spread level that allows financial intermediation but not turns it prohibitive, preventing the spread of credit. The literature of the determinants of the banking spread indicates that the competitive structure of the banks, among others, is a factor that influences the banking spread. In order to capture the effects of deposit and credit markets in a monopolistically competitive structure, we modify Gerali et al. (2010) model to incorporate a parameter of preference for leisure of families and entrepreneurs. Departing from the proposed model, we evaluate the effects of shocks on the following macroeconomic variables: consumption and work of households and entrepreneurs, household wages, price index, output, investment, capital utilization rate, credit, deposits, base interest rate, loans rate, deposit rate and bank spread. The calibration strategy used allow us to situate the level of banking competition across countries according to the average banking spread presented. The level of competition of countries is measured in terms of the elasticity of substitution for deposits and loans, which measures the degree of substitutability of these bank contracts. Among the sample used countries, Brazil present the highest average spread and thus presents both a deposit market and a loans market with a competitive structure next to a monopoly. For the deposit market of Australia, Canada, China, Japan, South Korea, Spain and the UK, the average spread level is consistent with a perfectly competitive market structure. The calibrated values of the elasticities of substitution for Brazilian deposits and loans markets, − . and . respectively, do not allow the computational calculation because for values close to | |, the problem becomes indeterminate. In order to work around this issue, we present two scenarios. The first is to evaluate the response to shocks in the case where the elasticity of substitution is the highest possible and the second consists of assessing the response to shocks in the case where the elasticity of substitution is the smallest possible. In general, the response of the bank spread to shocks is higher xiwhen the market structure of banks is closer to perfect competition, with a faster adjustment to the steady state. On the other hand, when the market structure of banks is closer to a monopoly, the variables have a longer adjustment to the steady state.
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Comportamento e informação na estrutura a termo das taxas de juros do Brasil

Novy, Luiz Gustavo Guimarães 11 December 2000 (has links)
Made available in DSpace on 2010-04-20T20:54:45Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2000-12-11T00:00:00Z / O comportamento da curva que relaciona o rendimento dos títulos de desconto negociados no sistema financeiro nacional e o seu prazo de vencimento, ou seja, da estrutura a termo das taxas de juros, é minusciosamenteestudado através da análise de componentes. principais. Através de duas equações de regressão busca-se discutir as ·informações implícitas nas taxas de juros a termo sobre as taxas de juros e prêmios esperados para o futuro.
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A determinação da taxa de juros em uma economia financeiramente aberta

Moreno, Roberto January 1985 (has links)
Submitted by Marcia Bacha (marcia.bacha@fgv.br) on 2011-03-24T20:08:38Z No. of bitstreams: 1 000100537.pdf: 3602398 bytes, checksum: 1f20933b500ba44cb85f74b143b73017 (MD5) / Approved for entry into archive by Marcia Bacha(marcia.bacha@fgv.br) on 2011-03-25T12:30:39Z (GMT) No. of bitstreams: 1 000100537.pdf: 3602398 bytes, checksum: 1f20933b500ba44cb85f74b143b73017 (MD5) / Made available in DSpace on 2011-03-25T12:30:49Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000100537.pdf: 3602398 bytes, checksum: 1f20933b500ba44cb85f74b143b73017 (MD5) Previous issue date: 1985
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Marcação a mercado dos fundos de investimento financeiros

Vincensi, Eliana Motta January 2003 (has links)
O tema central deste trabalho é a marcação a mercado das cotas dos fundos de investimento financeiros. Seu objetivo principal é analisar o procedimento da marcação e como ocorrem as oscilações nas cotas dos fundos. Aborda os conceitos teóricos relacionados aos fundos, bem como estudo dos fatores utilizados para a formação das taxas de juros, do risco, que afeta o retorno dos ativos e da rentabilidade das aplicações financeiras. Analisa a performance, o retorno e as variações, através de instrumentos estatísticos, de um fundo de investimento administrado por instituição financeira no período de fevereiro de 1999 a fevereiro de 2003. A conclusão do trabalho mostra que a marcação a mercado veio trazer maior transparência, credibilidade e segurança à indústria dos fundos, gerando maior estabilidade no mercado financeiro.

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