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Concealment as a Moderator of Anticipated Stigma and Psychiatric Symptoms

Brooks, Byron D., Job, Sarah A., Clark, Emily A., Todd, Emerson A., Williams, Stacey L. 02 July 2020 (has links)
Sexual minorities are at risk for poorer mental health outcomes due to unique minority stressors. Anticipated stigma and concealment are documented as predictors of worse outcomes among this population; however, limited research has examined how interactions between minority stressors contribute to health outcomes. This study of sexual minorities (n = 147) recruited through social media examined the moderating role of concealment on the relationship between anticipated stigma and psychiatric symptoms (e.g., anxiety, depressive symptoms). Moderation analyses revealed concealment significantly moderated the relationship between anticipated stigma and anxiety symptoms, but not depressive symptoms. Clinically addressing minority stress may reduce psychiatric symptoms.
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Translating Online Positive Psychology Interventions to Sexual and Gender Minorities: A Systematic Review

Job, Sarah A., Williams, Stacey L. 01 January 2020 (has links)
Sexual and gender minorities (SGM) often face worse health outcomes in comparison with their heterosexual and cisgender counterparts. Positive psychology interventions (PPIs) have the potential to improve these outcomes. In this article we review 130 articles containing online positive psychology interventions and evaluate them based on effect size, length of follow-up, and sample characteristics. Based on these findings applied to the psychological mediation framework (Hatzenbuehler, 2009), we recommend the following interventions be tested in SGM samples: self-compassion, optimism, love, forgiveness, humor, and spirituality. Future research that tailors existing positive psychology interventions to the lived experiences of SGM individuals could ameliorate health disparities.
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Using LGBT Campus Climate Research as a Vehicle for Social Change

Williams, Stacey L., Fredrick, Emma G., Job, Sarah A., McKee, K. M. 03 August 2017 (has links)
No description available.
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Mobilizing Intergroup Relations and Stigma Researchers Around LGBT Health Disparities

Williams, Stacey L. 01 November 2017 (has links)
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Using LGBT Campus Climate Research as a Vehicle for Social Change

Williams, Stacey L., Fredrick, Emma G., Job, Sarah A., McKee, Kaitlyn M. 03 August 2017 (has links)
No description available.
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LGBT Health Disparities: Rallying Stigma and Intergroup Relations Researchers

Williams, Stacey L. 01 June 2014 (has links)
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O lugar do silêncio na violência homofóbica: o dizível e o indizível nas narrativas de sofrimento / The place of silence on homophobic violence: the sayable and unsayable in the narratives of suffering

Adriana Maria Shad e Balthazar 26 April 2012 (has links)
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / O presente estudo tem por objetivo analisar o lugar ocupado pelo silêncio na narrativa de pessoas que sofreram violência homofóbica e que são acompanhadas pelos dispositivos públicos de atenção e cuidado a lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais implantados no estado do Rio de Janeiro. Utiliza-se neste trabalho o conceito de homofobia como violência motivada pelo preconceito sexual, que se origina do processo histórico que produziu a separação entre homo e heterossexualidade e estabeleceu a última como norma. O trabalho de campo realizado em dois Centros de Referência e num dispositivo público de saúde incluiu entrevistas semiestruturadas com 11 usuários e 25 profissionais, no período de junho a novembro de 2011. A análise do material indica que o silêncio constitui-se como um discurso legítimo sobre a dor, servindo de proteção para a manutenção de determinadas relações, preenchendo, portanto, um espaço de fala. Reconhecer o lugar do silêncio, mesmo em dispositivos que se propõe a acolher denúncias de violência, pode facilitar o fortalecimento do encontro entre profissionais e usuários dos serviços voltados para pessoas LGBT.
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Desejo, preconceito e morte: assassinatos de LGBT em Segipe 1980 a 2010

Oliveira, Jose Marcelo Domingos de 28 February 2012 (has links)
Made available in DSpace on 2014-12-17T14:20:25Z (GMT). No. of bitstreams: 1 JoseMDO_TESE.pdf: 1800794 bytes, checksum: 74e184e4cbad017f7b4cf0142038489c (MD5) Previous issue date: 2012-02-28 / This study examines the phenomenon of the murders of LGBT in Sergipe, between 1980 and 2010. Data were collected from newspapers, police, and judicial proceedings in the Courts with family members and friends of victims. The data show that despite the existence of death for involvement with drugs (crack), crimes of passion, among others, homophobia is one of its most characteristic elements. The victim profile also differs greatly from the aggressor, while the first is made up of individuals aged 25 to 44 years, the offender is between 15 and 29 years. Added to this the sensationalism of the press, the limits of police and justice in dealing with such events. The results seem to be forgetting some of the cases that do not reach the jury. It is an extensive study that combines statistical and qualitative data with a view to offering a closer look at the issue. The result is a mapping of brutal crimes, which, in part, has homophobia as the primary cause for its implementation / O presente estudo analisa o fen?meno dos assassinatos de LGBT em Sergipe, entre 1980 e 2010. Os dados foram coletados em jornais, delegacias de pol?cia, processos nas Varas judiciais e junto a familiares e amigos das v?timas. As informa??es demonstram que apesar da exist?ncia de mortes por envolvimento com drogas (crack), crimes passionais, entre outros, a homofobia ? um dos seus elementos mais caracter?sticos. O perfil da v?tima tamb?m difere muito do agressor, enquanto o primeiro ? formado por indiv?duos na faixa dos 25 aos 44 anos, o agressor est? entre 15 e 29 anos. Somam-se a isso o sensacionalismo da imprensa, os limites da pol?cia e da Justi?a em lidar com eventos desta natureza. O resultado tende a ser o esquecimento de uma parcela dos casos que n?o alcan?am o Tribunal do J?ri. ? um estudo extensivo que mescla dados estat?sticos e qualitativos na perspectiva de oferecer um olhar mais aprofundado sobre o tema. O resultado ? uma cartografia de crimes brutais, que, em parte, tem a homofobia como causa prim?ria para a sua execu??o
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O movimento LGBT em Mato Grosso : trajetória, agenda e estratégias na luta por direitos

Freire, Suzi Mayara da Costa 30 September 2014 (has links)
Submitted by Jordan (jordanbiblio@gmail.com) on 2018-08-22T15:57:13Z No. of bitstreams: 1 DISS_2014_Suzi Mayara da Costa Freire.pdf: 1036210 bytes, checksum: e3e113820da31ba35b20df8f5347dc9d (MD5) / Approved for entry into archive by Jordan (jordanbiblio@gmail.com) on 2018-08-22T16:25:07Z (GMT) No. of bitstreams: 1 DISS_2014_Suzi Mayara da Costa Freire.pdf: 1036210 bytes, checksum: e3e113820da31ba35b20df8f5347dc9d (MD5) / Made available in DSpace on 2018-08-22T16:25:07Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DISS_2014_Suzi Mayara da Costa Freire.pdf: 1036210 bytes, checksum: e3e113820da31ba35b20df8f5347dc9d (MD5) Previous issue date: 2014-09-30 / CAPES / A presente dissertação buscou analisar a trajetória sócio-histórica do Movimento LGBT em Mato Grosso procurando identificar: os principais acontecimentos que motivaram sua emergência na cena pública, os (as) sujeitos (as) envolvidos na sua constituição, as questões contidas na sua agenda, suas principais reivindicações e estratégias de luta. Gênero e movimentos sociais foram as categorias teóricas delimitadas para subsidiar a análise do Movimento. A pesquisa recorreu a entrevistas semi-estruturadas com militantes do Movimento, consultas a fontes documentais e consultas na internet para levantamento das organizações LGBT existentes no estado. A análise dos dados revelou que as primeiras manifestações do Movimento LGBT em Mato Grosso ocorrem a partir de meados da década de 1990, com a criação da primeira organização LGBT. Na reconstituição da trajetória Movimento foi possível identificar vários espaços/formas a partir dos quais se organizam a população LGBT. Desde espaços mais formais como as ONGs a espaços mais informais como os coletivos LGBT. A partir de 2004 observamos a segmentação do Movimento por identidades. A agenda do Movimento se modificou no decorrer do período analisado. Nos anos iniciais, a luta contra a AIDS e a organização política de população LGBT têm centralidade na sua agenda. Contudo, a partir da primeira década do século XXI, a luta por direitos e pela implementação de políticas públicas de proteção e promoção dos direitos humanos da população LGBT passam a ter hegemonia na agenda. Não se trata, porém, de um processo linear e cumulativo, muitas das questões iniciais ainda permanecem da agenda do Movimento, como a luta contra a violência, que atualmente se expressa através da luta contra a homofobia. Pontuamos as conquistas e desafios do Movimento, e por fim, apresentamos perspectivas para a efetivação de direitos, destacando a relevância da articulação de lutas pelo reconhecimento as diferenças com as lutas pela universalização dos direitos. / This dissertation sought to analyze the socio-historical trajectory of the LGBT Movement in Mato Grosso seeking to identify: the main events that led to their emergence on the public scene, the individuals (those) involved in its formation, the matters contained in his book, their main demands and control strategies. Gender and social movements were defined to support the analysis of the Movement theoretical categories. The research relied on semi-structured interviews with militants of the Movement, the documentary sources consultations and consultations on the Internet to survey existing LGBT organizations in the state. Data analysis revealed that the first manifestations of the LGBT Movement in Mato Grosso occur from mid-1990s with the creation of the first LGBT organization. In reconstructing the trajectory Movement was possible to identify several spaces / shapes from which to organize the LGBT population. Since more formal settings such as NGOs to more informal spaces as LGBT collectives. From 2004 shows the segmentation of the Movement for identities. The agenda of the Movement has changed during the period. In the early years, the fight against AIDS and the political organization of LGBT people have centrality in its agenda. However, from the first decade of this century, the struggle for rights and the implementation of public policies for the protection and promotion of human rights of LGBT people now have hegemony on the agenda. It is not, however, a linear and cumulative process, many of the initial questions still remain of the Movement agenda, such as the fight against violence, which is currently expressed through the fight against homophobia. We pointed out the achievements and challenges of the Movement, and finally, we present prospects for the realization of rights, highlighting the relevance of the joint struggles for recognition of the differences with the struggle for universal rights.
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A trajetória do Movimento LGBT: a luta por reconhecimento e cidadania no contexto brasileiro e baiano

Ribeiro, Renata Lucia Camarotti Camara e 14 August 2009 (has links)
Submitted by Oliveira Santos Dilzaná (dilznana@yahoo.com.br) on 2016-07-08T15:01:23Z No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO RENATA CAMAROTTI.pdf: 981722 bytes, checksum: 5003d6dfa7581724fc5fa877cd2c0d16 (MD5) / Approved for entry into archive by Oliveira Santos Dilzaná (dilznana@yahoo.com.br) on 2016-07-25T15:40:26Z (GMT) No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO RENATA CAMAROTTI.pdf: 981722 bytes, checksum: 5003d6dfa7581724fc5fa877cd2c0d16 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-07-25T15:40:26Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO RENATA CAMAROTTI.pdf: 981722 bytes, checksum: 5003d6dfa7581724fc5fa877cd2c0d16 (MD5) / Desde a reabertura política constituíram-se no Brasil diversos movimentos sociais, os quais, em sua maioria, têm reivindicações por redistribuição. O contexto brasileiro, entretanto, compõe-se, também, de movimentos que reivindicam “novos direitos”, concernentes a uma “nova cidadania”. Dentre esses, o Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) que, apenas recentemente, alcançou visibilidade e passou a compor o cenário das lutas políticas. Considerando a trajetória do movimento e o lançamento, em âmbito federal, do Programa Brasil Sem Homofobia no ano de 2004, o presente trabalho analisa as relações estabelecidas entre o Estado e o movimento LGBT. O objeto empírico é a atuação do movimento baiano, no período compreendido entre 2004 e 2008, tendo como pano de fundo os cenários sociopolíticos nacional e internacional. Considerou-se, para a análise, as transformações na relação entre Estado e sociedade civil e a consolidação dos movimentos que demandam por reconhecimento, a partir do paradigma dos Novos Movimentos Sociais, da teoria crítica do Reconhecimento, e das novas noções de direitos e cidadania. A pesquisa é um estudo de caso que privilegiou dados produzidos por meio da comunicação informal e formal. A partir dos dois eixos de análise estabelecidos – internacionalização / interiorização e sociedade civil / Estado – identificou-se quatro tipos de repertórios de ação: de visibilidade; de denúncia; de presença no campo político formal; e de articulação. Os dados evidenciaram dois processos distintos: de estagnação, no que se refere à aprovação de leis federais; e de ganhos parciais, no que se refere à implementação de políticas públicas. Apesar da “disposição favorável” do Estado para programar tais políticas, os dados sugerem que foi somente em 2006 que os objetivos do Programa tornaram-se mais palpáveis, sobretudo nos campos da educação, cultura e direito humanos. A despeito das dificuldades encontradas pelo movimento, pode-se dizer que tem havido uma maior legitimação de suas demandas, e que a idéia de reconhecimento tem, progressivamente, adentrado a esfera pública estatal. As estratégias adotadas têm representado um avanço, e buscam, simultaneamente, a afirmação (em curto prazo), e a transformação (em longo prazo). Conclui-se, entretanto, que há, ainda, um longo caminho a ser percorrido para a efetivação do Programa Brasil Sem Homofobia, tanto em nível federal quanto estadual. Ever since the reopening up of politics in Brazil in the 1980‟s, a number of social movements have been campaigning in their majority for a realignment of income distribution. Within the Brazilian context, however, there are also movements claiming "new rights", relating to a "new citizenship". Among them is the Lesbian, Gay, Bisexual, Transvestite and Transgender (LGBT) Movement, which only recently has come to the fore and become part of the setting of political struggle in Brazil. Considering the path this movement has taken, and the launch within the federal ambit of the Brazil Without Homophobia Program in 2004, this work examines the relationship between the State and the LGBT movement. The object of study is the performance of the movement in Bahia, in the period between 2004 and 2008, against the backdrop of the national and international sociopolitical scenarios. Changes in the relationship between state and civil society and the consolidation of movements that demand recognition are analyzed for, from the standpoint of the paradigm of the New Social Movements, the critical theory of Recognition, and new notions of rights and citizenship. The research is a case study that focuses on data generated through formal and informal communication. From the focal points of two established forms of analysis - internationalization / internalization and civil society / State - four types of action repertoires are identified: visibility, denunciation, presence in the field of formal policy, and articulation. The data show two distinct processes: stagnation in regard to the approval of federal laws, and partial gains regarding the implementation of public policies. Despite the State looking on favorably to the setting up of such policies, the data suggest that only in 2006 did the objectives of the Program become more evident, especially in the fields of education, culture and human rights. In the face of the difficulties encountered by the movement, it can be said that there has been a greater legitimization of their demands, and that the idea of recognition has gradually gained ground in the sphere of the public state. The strategies adopted have represented a step forward and aim at, simultaneously, an assertion (in the short term) and a transformation (in the long term). It can be concluded, however, that there is still a long way to go to the putting into effect of the Brazil Without Homophobia Program, both at the federal and state levels.

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