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Educação, juventude e homossexualidade: experiências escolares de jovens gays pobres

SANTOS, Júlio César de Oliveira 08 March 2017 (has links)
Submitted by Alice Araujo (alice.caraujo@ufpe.br) on 2018-05-18T22:49:08Z No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO Julio Cesar de Oliveira Santos.pdf: 1769023 bytes, checksum: 6cd397cb806c610efc6cce5a22aae312 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-05-18T22:49:08Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO Julio Cesar de Oliveira Santos.pdf: 1769023 bytes, checksum: 6cd397cb806c610efc6cce5a22aae312 (MD5) Previous issue date: 2017-03-08 / CAPES / Compreendendo a escola como uma arena de disputa e articulação de significados em torno das relações de gênero, sexualidade, raça e classe social, este estudo teve como objetivo analisar, a partir das narrativas de jovens gays, moradores de favela, como a educação escolar tem participado de suas experiências de si e que estratégias de resistência esses jovens têm desenvolvido diante de políticas escolares normalizadoras. Para tanto, construímos um corpus formado por entrevistas em profundidade, com seis jovens homossexuais moradores de favelas/comunidades, com idades entre 17 e 20 anos, estudantes do ensino médio, de escolas públicas de Pernambuco. O corpus foi analisado à luz da Teoria Política do Discurso. Observamos que os processos de assunção da homossexualidade na família foram momentos de muita tensão para todos os entrevistados. Os modos de classificação das diferenças adotados pelos jovens sinalizam disputas em torno de aspectos de gênero, sexualidade, moral e classe social. Destaca-se a recorrência de “brincadeiras” e “piadas” no contexto escolar, que funcionam como tentativas de correção daqueles que se distanciam dos padrões de gênero inteligíveis. Se “assumir como gay” e “entrar” nessas “brincadeiras”, foram estratégias políticas desencadeadas para o enfrentamento de rituais de “heteroterrorismo” e o manejo de situações no cotidiano escolar. Observamos, ainda, a emergência de práticas que interrompem a regularidade discursiva heteronormativa através da constituição de redes de solidariedade e resistência, articuladas em torno da formação de grupos e de atividades como um esporte, uma banda, o teatro e/ou de simples relações de amizade. / Understanding the school as an arena of dispute and articulation of meanings about gender, sexuality, race and social class, this study aimed to analyze, through the narratives of young gay people, favela residents, how school education has played a role in their experiences of the self and what strategies of resistance these young people have developed in the face of regulatory school policies. To do so, we constructed a corpus of interviews with six homosexual High School students from public schools in Pernambuco, all aged 17 to 20 and living in favelas/communities. The interviews were analyzed in the light of the Political Theory of Discourse. We observed that the processes of coming out to the family were moments of great tension for all the interviewees. The ways of classification of differences adopted by young people indicate disputes around questions of gender, sexuality, morality and social class. We highlight the recurrence of “jokes” and “malicious behavior” in the school context, which serve as attempts to correct those who distance themselves from intelligible gender patterns. “Come out as gay" and "go along" with the "jokes" were political strategies developed for the confrontation of rituals of “heterterrorism” and the handling of situations in the school everyday life. We also observe the emergence of practices that interrupt heteronormative discursive regularity through the creation of networks of solidarity and resistance, articulated around the formation of groups and activities such as sports, musical bands, theater and/or simple relations of friendship.
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Uma ala para travestis, gays e seus maridos : pedagogias institucionais da sobrevivência no presídio central de Porto Alegre

Passos, Amilton Gustavo da Silva January 2014 (has links)
Esta pesquisa está situada no campo dos Estudos de Gênero, Sexualidade e Educação, a partir de uma perspectiva pós-estruturalista. O fenômeno tomado como objeto é a criação de uma ala específica para agrupar travestis, gays e seus maridos (ala GBT) no Presídio Central de Porto Alegre (PCPA). Essa instituição foi considerada a pior prisão do Brasil segundo o relatório da CPI do Sistema Carcerário em 2008. Mesmo levando em consideração o estado aparentemente decadente do PCPA, eis que surge um espaço que abriga um grupo considerado, dentro da hierarquia prisional, o de menor valor. Galerias com até 200% de lotação contrastam com ala GBT que nem mesmo atinge o número máximo de apenados. Essa situação aparentemente paradoxal me levou às seguintes questões: como, em uma instituição extremamente heteronormativa, o estigma que o grupo GBT parece carregar passou a conferir benefícios? Como esse espaço se fez possível agora e não em outro momento? Quais os efeitos que a existência desse espaço tem sobre seus moradores? E sobre os outros apenados? A fim de responder tais questionamentos, optei por realizar entrevistas com 11 indivíduos colaboradores, sendo 6 policiais militares responsáveis pela administração prisional, 2 travestis, 2 maridos e a presidenta da ONG Igualdade-RS. As entrevistas foram iniciadas com uma pergunta norteadora, podendo ser feitas outras perguntas pontuais na tentativa de esclarecer pontos imprecisos nas narrativas. Através da uma análise das narrativas pude identificar alguns vetores discursivos que parecem ter contribuído para o surgimento da ala. A construção do acoplamento entre o sujeito travesti e a posição de vítima parece servir de mote para uma prática institucional que torna a ala possível. Através de uma normativa aqui chamada de Gestão de Risco foi possível mobilizar uma série de práticas institucionais que contribuíram para a emergência e permanência da ala. A emergência da ala desencadeou uma série de efeitos sobre os que nela habitam, sobre os outros apenados, bem como sobre a administração prisional. A imagem do indivíduo a ser protegido institui certas regras de acesso à ala ao mesmo tempo em que designa as normas para a permanência nela. Essas práticas institucionais produzidas a partir de um truque performativo funcionam pedagogicamente como uma tecnologia da produção e governo dos sujeitos. A Pedagogia da Sobrevivência se constitui numa série de estratégias pedagógicas que atuam sobre os sujeitos que desejam ter acesso à ala. É preciso aprender a performar o sujeito metafísico que tem legitimidade de habitar a ala. Essa mesma prática pedagógica produz retroativamente um estado panóptico de constante vigilância de conduta fundamental na manutenção do status de sucesso da ala. A história muito singular de emergência da ala GBT do PCPA é o ponto de partida para a formação de um complexo emaranhado jurídico-discursivo que atua de maneira eficiente na pedagogizaçao dos corpos.
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Decolonizando sexualidades : enquadramentos coloniais e homossexualidade indígena no Brasil e nos Estados Unidos

Fernandes, Estevão Rafael 23 October 2015 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Centro de Pesquisa e Pós-Graduação sobre as Américas, Programa de Pós-Graduação em Estudos Comparados sobre as Américas, 2015. / Submitted by Raquel Viana (raquelviana@bce.unb.br) on 2015-11-24T17:10:50Z No. of bitstreams: 1 2015_EstevãoRafaelFernandes.pdf: 6378244 bytes, checksum: 556e9833944ff9d08dc67890dba1ea9b (MD5) / Approved for entry into archive by Marília Freitas(marilia@bce.unb.br) on 2016-01-25T12:53:08Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_EstevãoRafaelFernandes.pdf: 6378244 bytes, checksum: 556e9833944ff9d08dc67890dba1ea9b (MD5) / Made available in DSpace on 2016-01-25T12:53:08Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_EstevãoRafaelFernandes.pdf: 6378244 bytes, checksum: 556e9833944ff9d08dc67890dba1ea9b (MD5) / A partir da comparação entre Brasil e Estados Unidos, esta tese investiga as várias formas de manejo moral dos povos indígenas imbricadas em sua incorporação compulsória ao sistema colonial, bem como as respostas por parte dos povos indígenas nestes dois países. Tal comparação buscou incorporar as perspectivas two-spirit e decolonial a fim de compreender os caminhos a partir dos quais a subalternização da homossexualidade indígena passa a ser parte inerente da colonização. Assim, entendemos que a colonização equivale, necessariamente, à criação de um aparato burocrático-administrativo, político e psicológico (o enquadramento, em suas múltiplas formas) para normalizar as sexualidades indígenas, moldando-as à ordem colonial. Entretanto, tais práticas de disciplinamento não impedem respostas por parte dos indígenas cujas sexualidades operam fora do modelo hegemônico, de modo que tais formas de contestação nos permitem compreender mais sobre os movimentos indígenas, as relações interétnicas, políticas indigenistas e indigenistas, assim como relações de poder nestes dois contextos nacionais. / From the comparison between Brazil and the United States, this thesis investigates various forms of moral management of indigenous peoples intertwined in their compulsory incorporation into the colonial system as well as the responses of the indigenous peoples in these two countries. Such a comparison sought to incorporate the two-spirit and decolonial perspectives in order to understand the paths from which the subordination of indigenous homosexuality become an inherent part of colonization. Thus, we understand that colonization necessarily mean the creation of a bureaucratic-administrative, political and psychological apparatus (straightening, in its many forms) to normalize indigenous sexuality, shaping them to the colonial order. However, such discipline practices do not prevent responses by the natives whose sexuality operates out of the hegemonic model, and such forms of contestation allow us to understand more about indigenous movements, interethnic relations, indigenous and policies, as well as relations power in these two national contexts.
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Sexo entre homens : estudo sobre práticas sexuais e risco para infecção pelo HIV/AIDS, em Fortaleza / Sex between men : study on sexual practices and risk for HIV / AIDS in Fortaleza

Gondim, Rogério Costa January 2011 (has links)
GONDIM, Rogerio Costa. Sexo entre homens : estudo sobre práticas sexuais e risco para infecção pelo HIV/AIDS, em Fortaleza. 1998. 95 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2011. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2014-01-07T16:21:52Z No. of bitstreams: 1 1998_dis_rcgondim.pdf: 17618576 bytes, checksum: 9c9cab069421f0cde8e7296f8fe7d51c (MD5) / Approved for entry into archive by denise santos(denise.santos@ufc.br) on 2014-01-07T16:22:49Z (GMT) No. of bitstreams: 1 1998_dis_rcgondim.pdf: 17618576 bytes, checksum: 9c9cab069421f0cde8e7296f8fe7d51c (MD5) / Made available in DSpace on 2014-01-07T16:22:49Z (GMT). No. of bitstreams: 1 1998_dis_rcgondim.pdf: 17618576 bytes, checksum: 9c9cab069421f0cde8e7296f8fe7d51c (MD5) Previous issue date: 2011 / No período de 1983 a 1996, 54,5% dos casos de AIDS notificados no estado do Ceará foram em decorrência de contatos homo/bissexuais. Trata-se de um estudo transversal com o objetivo de conhecer o comportamento sexual e os fatores de risco associados à prática sexual desprotegida, realizado no período entre maio e agosto de 1995, junto a 400 homens de prática homo/bissexual, residentes na região metropolitana de Fortaleza. Os dados foram coletados através de questionário semiestruturado, aplicado por 10 entrevistadores. Os entrevistados foram agrupados em 5 classes sociais e 4 faixas etárias. Foi realizada uma análise univariada entre a variável dependente (envolvimento com relações sexuais desprotegidas) e os fatores predisponentes a estas, através de teste exato de Fischer. Dentre estes fatores, aqueles que se mostraram significativos (p<0,05) foram incluídos na análise multivariada, através de regressão logística. Quarenta e sete por cento dos entrevistados se envolveram com relações sexuais desprotegidas e os fatores relacionados a este envolvimento foram: não possuir informações básicas sobre transmissão do HIV/AIDS, ter tido uma freqüência de relação sexual com outro homem maior ou igual a 1 vez no mês nos últimos 12 meses, ter tido 1 ou mais contatos sexuais com mulheres nos últimos 12 meses, sentir-se muito excitado com sexo desprotegido, mostrarem atitudes negativas em relação ao sexo mais seguro, não conhecer alguém com AIDS e a não participação em organizações homossexuais. Um contingente ainda grande de homens com prática homo/bissexual se envolve em práticas de risco, necessitando de um aumento do nível de informação, erotização de outras práticas de menor risco e o fortalecimento das relações sociais visando efetivar os programas de prevenção do HIV/AIDS junto a esta população.
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Uma ala para travestis, gays e seus maridos : pedagogias institucionais da sobrevivência no presídio central de Porto Alegre

Passos, Amilton Gustavo da Silva January 2014 (has links)
Esta pesquisa está situada no campo dos Estudos de Gênero, Sexualidade e Educação, a partir de uma perspectiva pós-estruturalista. O fenômeno tomado como objeto é a criação de uma ala específica para agrupar travestis, gays e seus maridos (ala GBT) no Presídio Central de Porto Alegre (PCPA). Essa instituição foi considerada a pior prisão do Brasil segundo o relatório da CPI do Sistema Carcerário em 2008. Mesmo levando em consideração o estado aparentemente decadente do PCPA, eis que surge um espaço que abriga um grupo considerado, dentro da hierarquia prisional, o de menor valor. Galerias com até 200% de lotação contrastam com ala GBT que nem mesmo atinge o número máximo de apenados. Essa situação aparentemente paradoxal me levou às seguintes questões: como, em uma instituição extremamente heteronormativa, o estigma que o grupo GBT parece carregar passou a conferir benefícios? Como esse espaço se fez possível agora e não em outro momento? Quais os efeitos que a existência desse espaço tem sobre seus moradores? E sobre os outros apenados? A fim de responder tais questionamentos, optei por realizar entrevistas com 11 indivíduos colaboradores, sendo 6 policiais militares responsáveis pela administração prisional, 2 travestis, 2 maridos e a presidenta da ONG Igualdade-RS. As entrevistas foram iniciadas com uma pergunta norteadora, podendo ser feitas outras perguntas pontuais na tentativa de esclarecer pontos imprecisos nas narrativas. Através da uma análise das narrativas pude identificar alguns vetores discursivos que parecem ter contribuído para o surgimento da ala. A construção do acoplamento entre o sujeito travesti e a posição de vítima parece servir de mote para uma prática institucional que torna a ala possível. Através de uma normativa aqui chamada de Gestão de Risco foi possível mobilizar uma série de práticas institucionais que contribuíram para a emergência e permanência da ala. A emergência da ala desencadeou uma série de efeitos sobre os que nela habitam, sobre os outros apenados, bem como sobre a administração prisional. A imagem do indivíduo a ser protegido institui certas regras de acesso à ala ao mesmo tempo em que designa as normas para a permanência nela. Essas práticas institucionais produzidas a partir de um truque performativo funcionam pedagogicamente como uma tecnologia da produção e governo dos sujeitos. A Pedagogia da Sobrevivência se constitui numa série de estratégias pedagógicas que atuam sobre os sujeitos que desejam ter acesso à ala. É preciso aprender a performar o sujeito metafísico que tem legitimidade de habitar a ala. Essa mesma prática pedagógica produz retroativamente um estado panóptico de constante vigilância de conduta fundamental na manutenção do status de sucesso da ala. A história muito singular de emergência da ala GBT do PCPA é o ponto de partida para a formação de um complexo emaranhado jurídico-discursivo que atua de maneira eficiente na pedagogizaçao dos corpos.
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A Liga Brasileira de Lésbicas : produção de sentidos na construção do sujeito político lésbica

Selem, Maria Célia Orlato January 2007 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de História, 2007. / Submitted by wesley oliveira leite (leite.wesley@yahoo.com.br) on 2009-10-09T18:48:12Z No. of bitstreams: 1 Dissert_MariaCeliaOrlatoSelem.pdf: 1471717 bytes, checksum: e93807605d247fe82b5eb2630de36260 (MD5) / Approved for entry into archive by Luanna Maia(luanna@bce.unb.br) on 2009-12-01T14:07:37Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissert_MariaCeliaOrlatoSelem.pdf: 1471717 bytes, checksum: e93807605d247fe82b5eb2630de36260 (MD5) / Made available in DSpace on 2009-12-01T14:07:37Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissert_MariaCeliaOrlatoSelem.pdf: 1471717 bytes, checksum: e93807605d247fe82b5eb2630de36260 (MD5) Previous issue date: 2007 / Este trabalho dedica-se à análise das produções discursivas da Liga Brasileira de Lésbicas no período que abrange desde a fundação do movimento até os dias atuais, ou seja: 2003 a 2007. A partir da leitura e seleção de superfícies discursivas de materiais impressos, imagens, entrevistas e depoimentos em vídeodocumentário sobre o movimento de lésbicas no Brasil, levantei matrizes de inteligibilidade que eram particularmente expressivas no que diz respeito às representações sociais e auto-representações das militantes auto-identificadas como lésbicas ou bissexuais na construção de um sujeito político nacional “lésbica”, objeto desse estudo. Por meio dessas matrizes foi possível perceber que as militantes, em suas práticas discursivas, apesar do atrelamento aos signos do presente, realizam dinâmicas de transformação do binário masculino/feminino que informa o imaginário social ancorado na evidência da heterossexualidade, a qual fundamenta as diferenças e a conseqüente subjugação das mulheres na sociedade. __________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / This work provides an analysis of the discursive productions of the Liga Brasileira de Lesbicas in the period that takes since the foundation of the movement to these days, or it is from 2003 to 2007. Starting from the reading and selection of discursive surfaces of pressed materials, images, interviews and video speeches about the lesbians movement in Brazil, I raised intelligibility matrices that were selfrepresentations of the militants self-identified as lesbians or bisexuals in the construction of a national politic subject “lesbian”, this study’s object. By mean of these matrices it was possible to realize that the militants, in its discursive practices, besides the link to the signs of the present, work dynamics of transformation of the binary male/female that informs the social imaginary tied in the evidence of the heterosexuality, which fundaments the differences and the consequent subjugation of the women in the society.
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Entre a regulação e a subversão: o assumir-se enquanto um paradoxo da identidade homossexual

Santana, Roberta Valesca Mota 30 June 2014 (has links)
Submitted by Felipe Lapenda (felipe.lapenda@ufpe.br) on 2015-03-04T13:28:02Z No. of bitstreams: 2 DISSERTAÇÃO Roberta Valesca Mota Santana.pdf: 975443 bytes, checksum: 90bba8e31c9c971aae762c1d101e2079 (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-03-04T13:28:02Z (GMT). No. of bitstreams: 2 DISSERTAÇÃO Roberta Valesca Mota Santana.pdf: 975443 bytes, checksum: 90bba8e31c9c971aae762c1d101e2079 (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) Previous issue date: 2014-06-30 / O presente trabalho analisa fragmentos de histórias de vida de homens jovens com práticas homossexuais, na perspectiva de compreender o modo como constroem suas subjetividades na interface com o estigma às homossexualidades, ainda bastante eloquente na sociedade brasileira. Para isso, foram realizadas entrevistas semiestruturadas, com enfoque biográfico, onde se solicitou a reconstrução da história de vida sexual dos interlocutores. Para fazer falar os dados, nos utilizamos da análise do discurso. Fundamentado no campo teórico construcionista de apreensão da sexualidade, da identidade e da subjetivação, buscamos compreender os sentidos atribuídos às experiências de desejar e/ou ter práticas sexuais com pessoas do mesmo sexo; conhecer os percursos nos circuitos de sociabilidade homossexual; e compreender como a estigmatização às homossexualidades tem afetado homens com práticas homossexuais. O estudo aponta que a sexualidade é constituída pelas interações estabelecidas nos diversos contextos de desenvolvimento e que a identificação do homossexual se dá em função de outros critérios para além da prática sexual com pessoas do mesmo sexo. Neste processo de identificação, a rede de amigos, fundada em novos sentidos atribuídos homossexualidade, ajuda aos sujeitos individuais a lidar com o não canônico da homossexualidade. A análise dos dados também sugere que os discursos da ciência e da religião, fortemente marcados em nossa cultura, de essencialização do biológico e situando a homossexualidade como um desvio, têm contribuído bastante para propagação de atitudes intolerantes. Porém, identificamos que estes jovens são capazes de atualizar estratégias para lidar com o sofrimento causado pela estigmatização das homossexualidades na família, na religião e na sociedade. Estes jovens conseguem compreender, na práxis, o jogo da estigmatização e assim diminuem a necessidade de se dizer homossexuais. Neste sentido, assumir-se deixa de ser uma imposição para tornar-se uma opção. Estas estratégias de manipulação e ocultamento da orientação sexual ocorrem de modo descontínuo e incompleto e se mostram necessárias perante os diversos círculos de sociabilidade, nos quais estes jovens transitam regularmente.
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"Não é opção, isso vem, nasce na pessoa": Percepção de preconceito por homossexuais masculinos idosos nos contextos de família, trabalho e amizades

ALVES, L. S. 17 August 2016 (has links)
Made available in DSpace on 2018-08-01T23:41:49Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_8902_dissertação Larissa Alves.pdf: 1163195 bytes, checksum: 7306e7dfa7b35cad890472c654fbdb29 (MD5) Previous issue date: 2016-08-17 / O objetivo do estudo foi investigar como homossexuais masculinos idosos interpretaram e se portaram em situações nas quais se perceberam alvo de preconceito. Foram entrevistados seis senhores contatados a partir de conhecidos comuns e da técnica bola de neve. Como instrumento de coleta de dados utilizou-se a entrevista semiestruturada, apoiada em roteiro que incluiu indagações: sobre eventuais exposições a situações de preconceito e discriminação ao longo de suas vidas; sobre as estratégias utilizadas pelos entrevistados para lidarem com os fatos ocorridos nessas situações nas quais acreditam terem sido discriminados; e sobre os contextos de ocorrência, o que inclui relações familiares, escolares, amorosas, profissionais, momentos de lazer e interação social, abrangendo qualquer etapa da vida. As respostas fornecidas foram objeto de exame realizado com uso da técnica de análise de conteúdo categorial. Todos os participantes disseram que desde muito jovens perceberam que sentiam atração por pessoas do mesmo sexo, o que foi sempre avaliado por eles como impróprio, gerou receio e jamais foi revelado à família. Foram relatados episódios de preconceitos das mais diversas modalidades vividos pelos entrevistados. A situação atual é avaliada como melhor do que a de épocas anteriores. Vários pontos dos relatos evidenciam que os participantes se desenvolveram em permanente condição de insegurança, o que compõe aspecto interferente na constituição de sua identidade. Tal insegurança é revelada quando falam de sua preferência por atividades nas quais se expõem menos e reconhecem sua limitação de transitar livremente por todos os espaços sociais.
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Representações sociais sobre a maternidade no contexto social heteronormativo construídas por mães lésbicas

LÚCIO, Firley Poliana da Silva 24 November 2016 (has links)
Submitted by Alice Araujo (alice.caraujo@ufpe.br) on 2018-06-08T18:53:43Z No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO Firley poliana da Silva Lúcio.pdf: 2879613 bytes, checksum: d12d736f06c653248df8e5206634e029 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-06-08T18:53:43Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO Firley poliana da Silva Lúcio.pdf: 2879613 bytes, checksum: d12d736f06c653248df8e5206634e029 (MD5) Previous issue date: 2016-11-24 / A maternidade lésbica encontra-se dentre os processos revolucionários que estão sendo construídos e inseridos na infraestrutura da vida cotidiana, provocando novas demandas e anseios. Diante disso, a Teoria das Representações Sociais se apresenta como possibilidade para compreensão do senso comum acerca da maternidade lésbica, assim, este estudo buscou resposta à seguinte questão norteadora: Quais as representações sociais sobre a maternidade no contexto social heteronormativo construídas por lésbicas? Para tanto, esta dissertação objetivou conhecer as representações sociais sobre a maternidade construídas por lésbicas no contexto social heteronormativo. Para subsidiar a pesquisa foi realizado um estudo bibliográfico, tipo revisão integrativa, nas bases de dados SCOPUS, CINAHL, LILACS e BDENF que objetivou analisar a produção científica nacional e internacional da enfermagem sobre a maternidade de mães lésbicas. Os resultados foram submetidos à avaliação metodológica pelo instrumento adaptado do Critical Appraisal Skills Programme, e os artigos que compuseram a amostra descreveram as experiências de três países acerca da maternidade lésbica. A amostra foi composta por cinco artigos, todos na língua inglesa. A revisão evidenciou a precariedade na qualidade da assistência, profissionais da saúde preconceituosos e com questionamentos inadequados acerca da orientação sexual. O artigo original objetivou conhecer as representações sociais sobre a maternidade construídas por lésbicas no contexto social heteronormativo. Trata-se de um estudo descritivo exploratório com abordagem qualitativa, ancorado pela Teoria das Representações Sociais. As participantes do estudo foram mães que se assumem lésbicas. Os dados foram produzidos por meio de entrevistas gravadas a partir de um roteiro semiestruturado. A análise dos dados foi concretizada por meio do software IRAMUTEQ. O mesmo evidenciou os conteúdos representacionais sobre maternidade lésbica e em que se encontram ancorados. A representação social ficou ancorada nas experiências acerca da maternidade estabelecidas a partir da forma como as mães lésbicas integraram-se no contexto social. A amostra foi totalizada por oito mães lésbicas na faixa etária dos 28 aos 46 anos, selecionadas pela técnica em cadeia (Snowball). Os conteúdos representacionais das participantes sobre a maternidade voltaram-se às questões de discriminação, preconceito, invisibilidade e exclusão social. Faz-se necessário que o conhecimento sobre a temática abordada ganhe novos conceitos e os mesmos sejam disseminados no meio social e acadêmico; considerando as demandas, as especificidades e as representações sociais destas mulheres que vivem à margem da dinâmica social. / Lesbian motherhood is among the revolutionary processes that are being constructed and inserted into the daily life infrastructure, provoking new demands and desires. Therefore, the Theory of Social Representations appears as a possibility to understand the common sense about lesbian motherhood, so this study sought to answer the following guiding question: What social representations of motherhood in the heteronormative social context constructed by lesbians? For this, this work dissertation aimed to identify the social representations of motherhood constructed by lesbians in the heteronormative social context. To support the research was conducted a bibliographical study, type integrative review, in SCOPUS, CINAHL, LILACS and BDENF databases. This review aimed to analyze the national and international scientific production of nursing on motherhood lesbian mothers. The results were submitted to a methodological assessment by adapted instrument Critical Appraisal Skills Programme and the articles in the sample described the experiences of three countries about lesbian motherhood. The sample was composed of five articles, all in English. The review highlighted the precariousness in the quality of care, health prejudices professionals and inappropriate questions about sexual orientation. The original article aimed to identify the social representations of motherhood constructed by lesbians in the heteronormative social context. It is an exploratory descriptive study with qualitative approach, conducted by the Theory of Social Representation. Study participants were mothers who assume lesbians. The data were produced through interviews recorded with the aid of semi-structured script. Data analysis was concretized using the software IRAMUTEQ. The same showed the representational contents of lesbian motherhood and in which they are anchored. The social representation was anchored in the experiences of motherhood established from the way lesbian mothers were integrated into the social context. The sample totalized eight lesbian mothers in the age group 28 to 46, selected by the chain technique (snowball). The representational contents of the participants about motherhood turned to discrimination issues, prejudice, invisibility and social exclusion. It is necessary that knowledge about the theme approached get new concepts and these are disseminated in the social and academic environment, considering the demands, the specificities and the social representations of these women living on the margins of social dynamics.
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Uma ala para travestis, gays e seus maridos : pedagogias institucionais da sobrevivência no presídio central de Porto Alegre

Passos, Amilton Gustavo da Silva January 2014 (has links)
Esta pesquisa está situada no campo dos Estudos de Gênero, Sexualidade e Educação, a partir de uma perspectiva pós-estruturalista. O fenômeno tomado como objeto é a criação de uma ala específica para agrupar travestis, gays e seus maridos (ala GBT) no Presídio Central de Porto Alegre (PCPA). Essa instituição foi considerada a pior prisão do Brasil segundo o relatório da CPI do Sistema Carcerário em 2008. Mesmo levando em consideração o estado aparentemente decadente do PCPA, eis que surge um espaço que abriga um grupo considerado, dentro da hierarquia prisional, o de menor valor. Galerias com até 200% de lotação contrastam com ala GBT que nem mesmo atinge o número máximo de apenados. Essa situação aparentemente paradoxal me levou às seguintes questões: como, em uma instituição extremamente heteronormativa, o estigma que o grupo GBT parece carregar passou a conferir benefícios? Como esse espaço se fez possível agora e não em outro momento? Quais os efeitos que a existência desse espaço tem sobre seus moradores? E sobre os outros apenados? A fim de responder tais questionamentos, optei por realizar entrevistas com 11 indivíduos colaboradores, sendo 6 policiais militares responsáveis pela administração prisional, 2 travestis, 2 maridos e a presidenta da ONG Igualdade-RS. As entrevistas foram iniciadas com uma pergunta norteadora, podendo ser feitas outras perguntas pontuais na tentativa de esclarecer pontos imprecisos nas narrativas. Através da uma análise das narrativas pude identificar alguns vetores discursivos que parecem ter contribuído para o surgimento da ala. A construção do acoplamento entre o sujeito travesti e a posição de vítima parece servir de mote para uma prática institucional que torna a ala possível. Através de uma normativa aqui chamada de Gestão de Risco foi possível mobilizar uma série de práticas institucionais que contribuíram para a emergência e permanência da ala. A emergência da ala desencadeou uma série de efeitos sobre os que nela habitam, sobre os outros apenados, bem como sobre a administração prisional. A imagem do indivíduo a ser protegido institui certas regras de acesso à ala ao mesmo tempo em que designa as normas para a permanência nela. Essas práticas institucionais produzidas a partir de um truque performativo funcionam pedagogicamente como uma tecnologia da produção e governo dos sujeitos. A Pedagogia da Sobrevivência se constitui numa série de estratégias pedagógicas que atuam sobre os sujeitos que desejam ter acesso à ala. É preciso aprender a performar o sujeito metafísico que tem legitimidade de habitar a ala. Essa mesma prática pedagógica produz retroativamente um estado panóptico de constante vigilância de conduta fundamental na manutenção do status de sucesso da ala. A história muito singular de emergência da ala GBT do PCPA é o ponto de partida para a formação de um complexo emaranhado jurídico-discursivo que atua de maneira eficiente na pedagogizaçao dos corpos.

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