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José Agustín literatura de la Onda en su contexto social

Jiménez, Antonio J. 1994 (has links)
Thesis (Ph. D.)--University of California, Los Angeles, 1994. Vita. Includes bibliographical references (leaves 186-194).
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A história antigua de México de Clavijero e a disputa do novo mundo: configuração de identidades e fundação da consciência de nacionalidade mexicana

2014 (has links)
Submitted by Amanda Silva (amanda.osilva2@ufpe.br) on 2015-04-17T13:41:56Z No. of bitstreams: 2 DISSERTAÇÃO Amanda Brandão Araújo.pdf: 1577073 bytes, checksum: ab7332f12876eb6f2b3ac274d4a37cea (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) Made available in DSpace on 2015-04-17T13:41:56Z (GMT). No. of bitstreams: 2 DISSERTAÇÃO Amanda Brandão Araújo.pdf: 1577073 bytes, checksum: ab7332f12876eb6f2b3ac274d4a37cea (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) Previous issue date: 2014 CNPq O século das Luzes e a Razão Ilustrada demandaram a necessidade de rever conceitos até então disponíveis, alguns deles sacralizados, outros ainda esperando por uma melhor definição. A conquista da América, a natureza de seu espaço físico e de seus habitantes, bem como seu caráter, foram revistos através dos parâmetros de racionalidade europeus. A conclusão a que chegaram naturalistas ilustrados como o Conde de Buffon, Cornelius De Pauw, Guillaume Raynal e William Robertson foi a de que, tanto no campo humano como no natural, o que vinha do Novo Continente era inferior, pueril ou degenerado. Em meio à profusão de textos que tentavam demonstrar sistematicamente o porquê dessa inferioridade, surgiram outros que se propunham a dizer o oposto. É este o caso da obra objeto deste trabalho, a Historia Antigua de México, de Francisco Javier Clavijero, um mexicano jesuíta criollo expulso dos domínios espanhóis em 1767 e exilado na Itália. Privado do direito de exercer seu ofício, expatriado, longe da terra natal, dos familiares e dos amigos e ciente das difamações destinadas à América, não só Clavijero como outros inacianos expulsos pela Coroa espanhola se dedicaram a escrever sobre o lugar onde viviam e a expor um ponto de vista diferente daquele criado pelos antiamericanistas. No caso da Historia, o alvo da obra é não apenas refutar as teorias de inferioridade, mas contar a história das sociedades que habitavam o território mexicano antes da conquista espanhola. Os diálogos em torno da América ficaram conhecidos como “polêmica” ou “disputa” do Novo Mundo e estão relacionados não apenas a definições científicas, mas a imposições de dominação política e econômica. Através da comprovação da inferioridade da América, ficava em aberto a necessidade de algum povo dito superior exercer o papel de “tutor” do povo “desamparado e ignorante”; a pouquidade do Novo Mundo justificaria sua colonização. Neste trabalho expomos as associações entre as teorias demeritórias da América e a necessidade de justificar o domínio europeu sobre ela. Analisamos como a Companhia de Jesus participou desse processo, em especial o envolvimento dos padres exilados, representados pelo autor da obra alvo da nossa análise. Permeiam nossa argumentação as ideias de, entre outros, Aníbal Quijano, Santiago Castro-Gómez, Serge Gruzinski, Jonathan Wright, Adone Agnolin, Antonello Gerbi, José Carlos Chiaramonte, José Luis Romero e Beatriz Helena Domingues. Compreendemos que os escritos de Clavijero não apenas dinamizaram as discussões em torno da “polêmica” como foram responsáveis pela criação de uma identidade nacional e de uma consciência de nacionalidade mexicana que se relacionaram com os movimentos emancipatórios, além de resgatar identidades perdidas de povos que habitavam o México antes da conquista.
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A pedra e a água : uma leitura comparada de Pedro Páramo (1955), de Juan Rulfo, e Como água para chocolate (1989), de Laura Esquivel

Miranda, Kátia Rodrigues Mello. 2013 (has links)
Orientador: Antônio Roberto Esteves Banca: Livia Maria de Freitas Reis Teixeira Banca: Fernanda Aparecida Ribeiro Banca: Cleide Antonia Rapucci Banca: Maria de Fatima Alves de Oliveira Marcari Resumo: O presente trabalho consiste numa leitura comparada dos romances mexicanos Pedro Páramo (1955), de Juan Rulfo (1917-1986), e Como água para chocolate (1989), de Laura Esquivel (1950-), partindo da constatação de que essas narrativas são ambientadas na época da Revolução Mexicana (1910-1940), um dos movimentos sociais mais complexos e importantes da história latino-americana. Em Pedro Páramo, o personagem que dá nome ao romance é um cacique que domina toda uma região à custa de muita violência. Seu fim corresponde ao desmoronamento de uma estrutura social para a qual não havia mais lugar no novo país que estava surgindo com a Revolução. Em Como água para chocolate, impulsionada pelo desejo de romper com uma tradição familiar castradora, que a obrigava a ficar solteira para cuidar da mãe, a protagonista empreende uma trajetória de luta contra a submissão e o silenciamento impostos à mulher pela sociedade patriarcal. Sua luta tem êxito, simbolizando o movimento de conquista da mulher por um maior espaço de atuação social e emissão de sua voz. Dedicamos, em nossa leitura, especial atenção ao contorno dado à figura feminina e à rica simbologia evocada por elementos recorrentes nas narrativas, cuja exploração nos parece de grande importância na conformação do ponto de vista dos autores. Em síntese, nosso objetivo é examinar alguns pontos de aproximação e contraste entre os romances selecionados, a fim de refletir sobre as especificidades da leitura que cada um apresenta do México que emerge de suas páginas. Como resultado da análise, em linhas gerais, é possível constatar que Juan Rulfo configura um ponto de vista mais universalizante e pessimista, e Laura Esquivel, uma visão particularizadora e otimista Abstract: The present work consists of a comparative reading of the Mexican novels Pedro Páramo (1955), by Juan Rulfo (1917-1986), and Like water for chocolate (1989), by Laura Esquivel (1950-), starting from the ascertainment that these narratives are situated at the time of the Mexican Revolution (1910-1940), one of the most complex and important social movements of the Latin America history. In Pedro Páramo, the character that names the novel after himself is a chieftain who dominates an entire region at the expense of much violence. His death corresponds to the collapse of a social structure to which there was no place in the country that was arising with the Revolution. In Like water for chocolate, impelled by the desire of breaking with an emasculating familiar tradition that forced her to remain unmarried to take care of her mother, the female protagonist undertakes a trajectory of struggle against the submission and the silence imposed on the women by the patriarchal society. Her struggle is successful, symbolizing the women's movement for the conquest of a larger space for social actuation and emission of their voices. In our reading we dedicated special attention to the outline of the female figure and the rich symbology evoked by recurrent elements in the narratives, the exploration of those seems to us to be of great importance in the conformation of the authors' point of view. In short, our objective is to examine some points of approach and contrast between the selected novels in order to reflect on the specificities of the reading that each one of them shows about the Mexico that emerges from their pages. As the result of the analysis, in broad outline it is possible to ascertain that Juan Rulfo portrays a more universalizing and pessimistic point view and Laura Esquivel, a particularizing and optimistic view Doutor
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O arquétipo da bruxa : de Aura a Inquieta compañía

Azenha, Jucely Aparecida. 2012 (has links)
Orientador: María Dolores Aybar Ramírez Banca: Ana Luiza Silva Camarani Banca: Antônio Roberto Esteves Resumo: Aura (1962) e Inquieta Compañía (2004) são narrativas de autoria do mexicano Carlos Fuentes. Além de poderem ser consideradas, essencialmente, como narrativas pertencentes ao fantástico ou uma expressão similar, outro aspecto fundamental dos referidos textos é a organização mítica que lhes dá suporte estrutural, somado ainda à presença recorrente da personagem arquetípica da bruxa - à exceção de "Vlad" e "El amante del teatro", de Inquieta Compañía. Quer dizer, nosso corpus é composto de narrativas fantásticas, que se relacionam tanto com a mitologia pré-colombiana, quanto com a universal, especialmente no que diz respeito à organização cíclica/elíptica característica dos mitos, e além disso, traz como recorrência a personagem arquetípica cuja feminilidade é negativizada, o que converge para a formação de uma mulher que possui, em maior ou menor grau, as características de certos tipos de bruxa. Com base na teoria da arquetipologia geral criada por Gilbert Durand e nas teorias sobre a literatura fantástica desenvolvidas especificamente por Tzvetan Todorov, Louis Vax e Irène Bessière, nosso estudo propõe-se a desvendar a materialização da personagem da bruxa e suas diversas representações no texto literário fantástico, tendo em vista as especificidades do gênero narrativo, o diálogo estabelecido com o imaginário e ademais, evidentemente, da literariedade das obras Résumé:Aura (1962) et Inquieta Compañía (2004) sont des récits qui appartiennent à Carlos Fuentes. En plus d'être considerées, essentiellement, des récits fantastiques ou des textes d'une nature similaire, un autre aspect fondamental de ces textes est l'organisation mythique sur laquelle ils sont basés structuralement, et encore la présence du personnage archétype de la sorcière - dans ce dernier cas, sauf dans « Vlad » et « El amante del teatro », de Inquieta Compañía. Ainsi, notre corpus est constitué des récits fantastiques qui reprennent la mythologie précolombienne et universelle à la fois, surtout en ce qui concerne l'organisation cyclique/elliptique qui caractérise le mythe; en autre, ces textes introduisent le personnage archétype dont la feminilité est manifestée négativement, ce qui converge vers la formation d'une femme qui possède les caractéristiques de quelques genres de sorcière. Basée sur la théorie de l'archétypologie générale crée par Gilbert Durant et sur les théories de la littérature fantastique développées par Tzvetan Todorov, Louis Vax et Irène Bessière, notre étude voudrait dévoiler la matérialisation du personnage de la sorcière et ses diverses répresentations dans le texte littéraire fantastique, tout en considérant les spécificités du genre narratif, le dialogue établi avec l'imaginaire et bien évidemment, la littérarité des oeuvres Mestre
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Geografias do drama humano : leituras do espaço em São Bernardo, de Graciliano Ramos e Pedro Páramo, de Juan Rulfo

Marques, Gracielle. 2009 (has links)
Orientador: Antonio Roberto Esteves Banca: Evely Vânia Libanori Banca: Maria Lídia Lichtscheidl Maretti Resumo: O presente trabalho pretende realizar uma análise comparativa dos romances São Bernardo (1934), do escritor brasileiro Graciliano Ramos (1892-1953), e Pedro Páramo (1955), escrito pelo mexicano Juan Rulfo (1918-1986), com o fim de demonstrar como se dá o processo de construção do espaço que permeia tais obras, procurando, com isso, explicitar as analogias e os contrastes entre as duas obras, a partir da percepção de que ambas projetam, no processo de construção do espaço, lugares que revelam conflitos sociais, psicológicos e existenciais do homem em confronto com sua origem e seu destino. O espaço em ambos os romances é construído por uma linguagem poética que prima por recursos de composição técnica e estrutural inovadores o que aproxima, entre outras coisas, as obras desses dois grandes expoentes da literatura latino-americana que, dessa maneira, retrataram a complexidade das sociedades da América Latina, simbolizadas num espaço rural emblemático que expressa, em perspectiva poética e sem caráter documental, diversas facetas da realidade. Resumen: El presente trabajo propone a desarrollar un análisis comparativo entre las novelas São Bernardo (1934), del brasileño Graciliano Ramos (1892-1953), y Pedro Páramo (1955), del mexicano Juan Rulfo (1918-1986), con el objetivo de demostrar cómo se articula el proceso de construcción del espacio en dichas obras, tratando de explicitar las similitudes y contrastes entre ellas, desde la percepción de que ambas proyectan, en dicho proceso, los lugares que revelan los conflictos sociales, psicológicos y existenciales del hombre en la confrontación con su origen y su destino. El espacio en ambas novelas se articula en un lenguaje poético que da primacía a los recursos de la composición técnica y estructural innovadores. Ello, entre otros aspectos, acerca a las obras de estos dos grandes exponentes de la literatura latinoamericana que, al hacerlo, describen la complejidad de las sociedades en América Latina, simbolizado, en un espacio rural emblemático que expresa en perspectiva poética y sin carácter documental, los diversos aspectos de la realidad. Mestre
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Ateneo (re-creación y crisis) de México

Mozó M., Fernanda 2008 (has links)
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Aspectos do real maravilhoso no romance Pedro Páramo, de Juan Rulfo

Faria, Larissa Müller de. 2015 (has links)
Orientador: Guacira Marcondes Machado Leite Banca: Silvia Adoue Banca: Deolinda de Jesus Freire Resumo: O romance escolhido para análise é Pedro Páramo, do escritor mexicano Juan Rulfo, publicado em 1955. A obra de Rulfo é capaz de suscitar diversas leituras, tanto dos aspectos da vida social quanto da individual, concretizando-se como espaço de uma nova linguagem. Nesse sentido, o que se propõe é uma abordagem da relação entre a realidade e o mundo ficcional, a memória e o elemento sobrenatural no desenvolvimento da narrativa. Para tanto, o objetivo deste trabalho é estudar a obra Pedro Páramo a partir do viés do romance moderno hispano-americano e do real maravilhoso, valorizando o estudo das vozes que eclodem a todo momento no decorrer da narrativa. A pesquisa será realizada através de levantamento bibliográfico que terá como fontes os periódicos e bancos de dados de pesquisas virtuais, além de bibliotecas. A base teórica está centrada nas obras de Chiampi, Propp e Octavio Paz, bem como em outras que possam contribuir ao problema proposto. Assim, o estudo do mito, do contexto histórico, do narrador, do espaço, bem como da 'função' de leitor e da lírica na prosa de Rulfo também se fará presente. Importante atentarmos para o fato de todos esses aspectos possuírem pontos em comum quando relacionados e tratados dentro das vertentes elencadas, o romance moderno e o real maravilhoso. Dessa forma, traçar um paralelo e entrelaçar tais categorias é uma preocupação que está por trás do objetivo apresentado Resumen: La novela elegida para el presente análisis es Pedro Páramo, del escritor mexicano Juan Rulfo, publicada en 1955. La obra de Rulfo es capaz de suscitar diversas lecturas, tanto de los aspectos de la vida social como de la individual, concretizándose como el espacio de un nuevo lenguaje. En ese sentido, lo que se propone es un abordaje de la relación entre la realidad y el mundo ficcional, la memoria y el elemento sobrenatural en el desarrollo de la narrativa. De este modo, el objetivo de este trabajo es estudiar la obra Pedro Páramo a partir de la perspectiva de la novela moderna hispanoamericana y del real maravilloso, valorizando el estudio de las voces que surgen a cada momento en el transcurrir de la narrativa. La investigación se realizará sirviéndose de la consulta bibliográfica que tendrá como fuentes los periódicos y bancos de datos de investigaciones virtuales, además de las bibliotecas. La base teórica está centrada en las obras de Chiampi, Propp y Octavio Paz, así como en otras que puedan contribuir con el problema propuesto. Por lo tanto, el estudio del mito, del contexto histórico, del narrador, del espacio, así como de la 'función' del lector y de la lírica en la prosa de Rulfo también se hará presente. Es importante estar atentos para el hecho de que todos estos aspectos poseen puntos en común cuando se les relaciona y son tratados dentro de las vertientes abordadas, la novela moderna y el real maravilloso. De esa forma, trazar un paralelismo y entrelazar tales categorías es una preocupación que está latente por detrás del objetivo presentado Mestre
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La literatura de Homero Aridjis desde la cosmovisión ecológica, "alma en la naturaleza"

Kim, Jung Hwa 2010 (has links)
En esta tesis se indaga la cosmovisión ecológica de Homero Aridjis. La revisión de textos poéticos y narrativos, muestra que su temática central son el cuerpo y el alma de la naturaleza de modo comprometido, intentando generar conciencia ambiental desde la literatura, en una visión ecopsicológica de lo sagrado y de lo mítico. En una primera etapa se aborda el tema del posmodernismo, las representaciones centrales de las temáticas ecocríticas, la preocupación por la técnica, el progreso versus naturaleza y la alienación del sujeto. Se sondea el vínculo entre la literatura y la ecología, aclarando qué es la literatura comprometida de contenido social, en el momento actual y en el ámbito ecológico. Se discute el concepto de ecología, su evolución histórica y su vinculación con la literatura posmoderna. Utilizando metódicamente el concepto de ecocrítica, campo crítico de la ecoliteratura, se analizan los textos de Aridjis desde la mirada del ecocidio y la ecopsicología. Aparecen así, sus conceptos claves como lo sagrado, el alma, la naturaleza, el apocalipsis, la utopía, el biocentrismo y el antropocentrismo, la relación entre la naturaleza y la técnica. Se vincula la noción de la utopía aridjisiana como una posibilidad cierta de equilibrio ecológico con el concepto del tiempo circular relacionándolos con el fin del apocalipsis. Paralelamente, se dilucida el sentido de la luz y del sol en Aridjis, los que proyectan también la utopía ecológica. La indagación en los textos revisados se orienta por la añoranza de la fusión cósmica y la empatización armoniosa con la naturaleza que este autor persigue. Para fortalecer esta creencia, la autora hizo una entrevista por e-mail a Aridjis en la temática de la cosmovisión ecológica. Se profundiza en la reformulación contratextual del mito del Génesis propuesta por este autor.
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El Estridentismo recuperado: Movimiento literario de vanguardia mexicano (1921-1928)

Aguilar Nandayapa, Mario Artemio 2007 (has links)
La presente tesis está circunscrita al Estridentismo, que fue un movimiento literario y artístico de vanguardia, que se sitúa, en cuanto a su periodo de mayor acción y producción, en un espacio con nombre de tiempo: los años veinte del siglo xx mexicano. A través de un análisis que comprende manifiestos y obra emitida en el periodo de 1921-1928 (en la introducción general y en el apartado de la biblio-hemerografía de los Estridentistas, ofrezco datos en detalle); se efectúa un análisis de sus distintas descripciones, y las maneras de cómo se construye un periodo histórico en la historiografía donde se muestran los alcances de las distintas recepciones que ha tenido el Estridentismo: las que se cierran sobre la lectura y ciegan los horizontes en función de intereses ajenos a la crítica literaria, y las que, al contrario, abren las perspectivas hacia los horizontes culturales, hacia las expectativas de las lecturas.
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Farabeuf: La alegoría del desmembramiento.

Villanueva Vera, Francisca 2004 (has links)
Informe de Seminario para optar al grado de Licenciado en Lengua y Literatura Hispánica mención Literatura. La novela Farabeuf o la crónica de un instante del escritor mexicano Salvador Elizondo, se instala en el marco de esta crisis, de este tránsito de rupturas y reelaboraciones que se dan en torno a los modos de representación, y en donde de algún modo se da a cabalidad un discurso que expone dicho entramado crítico abismado del lenguaje que se vierte sobre sí mismo y que en esto denota la imposibilidad esencial por recuperar desde ese volcamiento su relación con una referencialidad ajena a él. Este aspecto es ampliamente desarrollado por Maria Teresa Pérez en su análisis sobre la novela, en cuanto intenta develar la crítica que se da al discurso moderno referencial, “realista”: “De ahí que parezca coherente que Farabeuf plantee la crítica de una forma de escritura hegemónica (la realista) no sólo en la exhibición de sus procedimientos, sobretodo cuando la legitimidad del discurso (moderno) en el cual ésta forma de escritura se ‘soporta’, está sustentada en un aparente carácter epistemológico del lenguaje; sino, principalmente en la denuncia del ocultamiento intencional de tales procedimientos. (...) La escritura del Realismo, tal como lo muestra Elizondo en Farabeuf, responde a una concepción del lenguaje en tanto medio de conocimiento, pretende al texto como lugar de ‘investigación experimental, apoyándose en supuesto de que el lenguaje responda a una lógica mimética, lo cual permite entenderlo como herramienta epistemológica” .

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