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Ativação de autofagia com oxaliplatina em células de câncer colorretal

Bordin, Diana Lilian January 2013 (has links)
As céluals tumorais estão constantemente expostas a flutuações nas concentrações de nutrientes e oxigênio no microambiente tumoral. Através da ativação de diferentes vias de sinalização, as células tumorais sofrem uma reprogramação metabólica a fim de suportar as condições hostis impostas pelo microambiente tumoral. Uma das vias de sinalização ativada nessas condições é a autofagia, a qual tem sido considerada um dos principais mecanismos de sobrevivência celular em condições de estresse. Além disso, muitos medicamentos anti-câncer, como os agentes alquilantes, tem sido implicados na indução de autofagia. Apesar da autofagia contribuir com a sobrevivência da célula, uma superativação da via autofágica por períodos prolongados pode contribuir com a morte celular, o que faz com que o papel da autofagia no câncer seja ainda bastante debatido. Neste trabalho, buscou-se avaliar o papel da autofagia induzida em células de câncer colorretal da linhagem HCT116 continuamente cultivadas em baixa concentração de glicose e submetidas ao tratamento com o agente alquilante oxaliplatina. Os resultados demonstraram que a autofagia induzida em células HCT116 nessas condições exerce um papel citoprotetor, contribuindo para a resistência ao tratamento com oxaliplatina. A ativação da autofagia pelo tratamento com oxaliplatina em baixa concentração de glicose foi capaz de manter os níveis intracelualres de ATP e de reduzir a morte celular por apoptose. A utilização de inibidores ou de um ativador farmacológico da via autofágica, em combinação com a oxaliplatina, foi capaz de sensibilizar células HCT116 tratadas em baixa concentração de glicose, aumentando a morte celular por apoptose. Além disso, a indução de autofagia pela oxaliplatina foi mediada pela ativação de AMPK e inibição de mTOR. Estes dados demonstram que a ativação da autofagia em células de câncer colorretal HCT116 expostas a baixa concentração de glicose contribui para resistência ao tratamento com oxaliplatina. Estes dados também sugerem que a manipulação da via autofágica, pela sua inibição ou superativação, pode fornecer um maneira eficiente de limitar a progressão do tumor e aumentar a eficiência dos regimes quimioterápicos. / Tumor cells are constantly exposed to nutrients and oxygen concentration fluctuations at tumor microenvironment. Through activation of different signaling pathways, tumor cells undergo metabolic reprogramming to tolerate hostile conditions imposed by tumor microenvironment. One of the activated signaling pathways in such conditions is autophagy, which has been considered one of the central mechanisms of cell survival in stress conditions. Furthermore, many anticancer drugs, like alkylanting agents, have been implicated in autophagy induction. Despite autophagy contribution to cell survival, the autophagic pathway activation for prolonged periods may contribute to cell death, which creates extensively debates about the role of autophagy in cancer. In the present work we intended to evaluate the role of autophagy induced in colorectal cancer cells HCT116 grown continuously in low glucose concentration and treated with the alkylating agent oxaliplatin. Our results showed that autophagy induced in HCT116 cells in these conditions plays a cytoprotective role, contributing to oxaliplatin resistance. The activation of autophagy by oxaliplatin in low glucose concentration was able to maintain the intracellular levels of ATP and to reduce apoptotic cell death. The combined use of pharmacologic inhibitors or an activator of autohophagy with oxaliplatin was capable to sensitize HCT116 cells treated in low glucose concentration, increasing apoptotic cell death. Moreover, autophagy induction by oxaliplatin was mediated by the activation of AMPK and inhibition of mTOR. Our data demonstrate that autophagy activation in colorectal cancer cells HCT116 exposed to low glucose concentration contributes to the tolerance of oxaliplatin. These data also suggest that the manipulation of autophagic pathway, through its inhibition or hyperstimulation, may provide an effective manner of limiting tumor progression and increase chemotherapy effectiveness.
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Ativação de autofagia com oxaliplatina em células de câncer colorretal

Bordin, Diana Lilian January 2013 (has links)
As céluals tumorais estão constantemente expostas a flutuações nas concentrações de nutrientes e oxigênio no microambiente tumoral. Através da ativação de diferentes vias de sinalização, as células tumorais sofrem uma reprogramação metabólica a fim de suportar as condições hostis impostas pelo microambiente tumoral. Uma das vias de sinalização ativada nessas condições é a autofagia, a qual tem sido considerada um dos principais mecanismos de sobrevivência celular em condições de estresse. Além disso, muitos medicamentos anti-câncer, como os agentes alquilantes, tem sido implicados na indução de autofagia. Apesar da autofagia contribuir com a sobrevivência da célula, uma superativação da via autofágica por períodos prolongados pode contribuir com a morte celular, o que faz com que o papel da autofagia no câncer seja ainda bastante debatido. Neste trabalho, buscou-se avaliar o papel da autofagia induzida em células de câncer colorretal da linhagem HCT116 continuamente cultivadas em baixa concentração de glicose e submetidas ao tratamento com o agente alquilante oxaliplatina. Os resultados demonstraram que a autofagia induzida em células HCT116 nessas condições exerce um papel citoprotetor, contribuindo para a resistência ao tratamento com oxaliplatina. A ativação da autofagia pelo tratamento com oxaliplatina em baixa concentração de glicose foi capaz de manter os níveis intracelualres de ATP e de reduzir a morte celular por apoptose. A utilização de inibidores ou de um ativador farmacológico da via autofágica, em combinação com a oxaliplatina, foi capaz de sensibilizar células HCT116 tratadas em baixa concentração de glicose, aumentando a morte celular por apoptose. Além disso, a indução de autofagia pela oxaliplatina foi mediada pela ativação de AMPK e inibição de mTOR. Estes dados demonstram que a ativação da autofagia em células de câncer colorretal HCT116 expostas a baixa concentração de glicose contribui para resistência ao tratamento com oxaliplatina. Estes dados também sugerem que a manipulação da via autofágica, pela sua inibição ou superativação, pode fornecer um maneira eficiente de limitar a progressão do tumor e aumentar a eficiência dos regimes quimioterápicos. / Tumor cells are constantly exposed to nutrients and oxygen concentration fluctuations at tumor microenvironment. Through activation of different signaling pathways, tumor cells undergo metabolic reprogramming to tolerate hostile conditions imposed by tumor microenvironment. One of the activated signaling pathways in such conditions is autophagy, which has been considered one of the central mechanisms of cell survival in stress conditions. Furthermore, many anticancer drugs, like alkylanting agents, have been implicated in autophagy induction. Despite autophagy contribution to cell survival, the autophagic pathway activation for prolonged periods may contribute to cell death, which creates extensively debates about the role of autophagy in cancer. In the present work we intended to evaluate the role of autophagy induced in colorectal cancer cells HCT116 grown continuously in low glucose concentration and treated with the alkylating agent oxaliplatin. Our results showed that autophagy induced in HCT116 cells in these conditions plays a cytoprotective role, contributing to oxaliplatin resistance. The activation of autophagy by oxaliplatin in low glucose concentration was able to maintain the intracellular levels of ATP and to reduce apoptotic cell death. The combined use of pharmacologic inhibitors or an activator of autohophagy with oxaliplatin was capable to sensitize HCT116 cells treated in low glucose concentration, increasing apoptotic cell death. Moreover, autophagy induction by oxaliplatin was mediated by the activation of AMPK and inhibition of mTOR. Our data demonstrate that autophagy activation in colorectal cancer cells HCT116 exposed to low glucose concentration contributes to the tolerance of oxaliplatin. These data also suggest that the manipulation of autophagic pathway, through its inhibition or hyperstimulation, may provide an effective manner of limiting tumor progression and increase chemotherapy effectiveness.
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Ativação de autofagia com oxaliplatina em células de câncer colorretal

Bordin, Diana Lilian January 2013 (has links)
As céluals tumorais estão constantemente expostas a flutuações nas concentrações de nutrientes e oxigênio no microambiente tumoral. Através da ativação de diferentes vias de sinalização, as células tumorais sofrem uma reprogramação metabólica a fim de suportar as condições hostis impostas pelo microambiente tumoral. Uma das vias de sinalização ativada nessas condições é a autofagia, a qual tem sido considerada um dos principais mecanismos de sobrevivência celular em condições de estresse. Além disso, muitos medicamentos anti-câncer, como os agentes alquilantes, tem sido implicados na indução de autofagia. Apesar da autofagia contribuir com a sobrevivência da célula, uma superativação da via autofágica por períodos prolongados pode contribuir com a morte celular, o que faz com que o papel da autofagia no câncer seja ainda bastante debatido. Neste trabalho, buscou-se avaliar o papel da autofagia induzida em células de câncer colorretal da linhagem HCT116 continuamente cultivadas em baixa concentração de glicose e submetidas ao tratamento com o agente alquilante oxaliplatina. Os resultados demonstraram que a autofagia induzida em células HCT116 nessas condições exerce um papel citoprotetor, contribuindo para a resistência ao tratamento com oxaliplatina. A ativação da autofagia pelo tratamento com oxaliplatina em baixa concentração de glicose foi capaz de manter os níveis intracelualres de ATP e de reduzir a morte celular por apoptose. A utilização de inibidores ou de um ativador farmacológico da via autofágica, em combinação com a oxaliplatina, foi capaz de sensibilizar células HCT116 tratadas em baixa concentração de glicose, aumentando a morte celular por apoptose. Além disso, a indução de autofagia pela oxaliplatina foi mediada pela ativação de AMPK e inibição de mTOR. Estes dados demonstram que a ativação da autofagia em células de câncer colorretal HCT116 expostas a baixa concentração de glicose contribui para resistência ao tratamento com oxaliplatina. Estes dados também sugerem que a manipulação da via autofágica, pela sua inibição ou superativação, pode fornecer um maneira eficiente de limitar a progressão do tumor e aumentar a eficiência dos regimes quimioterápicos. / Tumor cells are constantly exposed to nutrients and oxygen concentration fluctuations at tumor microenvironment. Through activation of different signaling pathways, tumor cells undergo metabolic reprogramming to tolerate hostile conditions imposed by tumor microenvironment. One of the activated signaling pathways in such conditions is autophagy, which has been considered one of the central mechanisms of cell survival in stress conditions. Furthermore, many anticancer drugs, like alkylanting agents, have been implicated in autophagy induction. Despite autophagy contribution to cell survival, the autophagic pathway activation for prolonged periods may contribute to cell death, which creates extensively debates about the role of autophagy in cancer. In the present work we intended to evaluate the role of autophagy induced in colorectal cancer cells HCT116 grown continuously in low glucose concentration and treated with the alkylating agent oxaliplatin. Our results showed that autophagy induced in HCT116 cells in these conditions plays a cytoprotective role, contributing to oxaliplatin resistance. The activation of autophagy by oxaliplatin in low glucose concentration was able to maintain the intracellular levels of ATP and to reduce apoptotic cell death. The combined use of pharmacologic inhibitors or an activator of autohophagy with oxaliplatin was capable to sensitize HCT116 cells treated in low glucose concentration, increasing apoptotic cell death. Moreover, autophagy induction by oxaliplatin was mediated by the activation of AMPK and inhibition of mTOR. Our data demonstrate that autophagy activation in colorectal cancer cells HCT116 exposed to low glucose concentration contributes to the tolerance of oxaliplatin. These data also suggest that the manipulation of autophagic pathway, through its inhibition or hyperstimulation, may provide an effective manner of limiting tumor progression and increase chemotherapy effectiveness.
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Využití elektrochemických technik pro studium apoferritinu

Venusová, Eva January 2019 (has links)
Theme of this diploma thesis is usage of electrochemical techniques for study of apoferritin, which is artificially synthetized protein derived from ferritin. Apoferritin has empty cavity which can be used for completion of broad amount of substances. Encapsulation of anticancer drugs can decrease their unwanted side effects such as strong toxicity and therefore increase it’s effectiveness at the tumor site. Substances chosen in this diploma thesis were standard platinum and platinum drugs cisplatin and it’s analogy oxaliplatin. Measurement was performed by electrochemical method differential pulse voltammetry by which was determined encapsulation capacity of apoferritin for chosen anticancer drugs. For determination size and zeta potential of nanoparticles was used colloid analyzator ZetaSizer Nano.
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Desenvolvimento e caracterização de nanopartículas mucoadesivas deoxaliplatina para quimioterapia tópica de tumores da cavidade oral / Development and characterization of mucoadhesive nanoparticles containing oxaliplatin for topical chemotherapy of tumors of the oral cavity

Matos, Breno Noronha 23 March 2018 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas, 2018. / Submitted by Fabiana Santos (fabianacamargo@bce.unb.br) on 2018-09-26T20:55:54Z No. of bitstreams: 1 2018_BrenoNoronhaMatos.pdf: 3408797 bytes, checksum: 98ec98a71a6f117d2da4e47476a6a3ae (MD5) / Approved for entry into archive by Fabiana Santos (fabianacamargo@bce.unb.br) on 2018-10-08T19:50:51Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2018_BrenoNoronhaMatos.pdf: 3408797 bytes, checksum: 98ec98a71a6f117d2da4e47476a6a3ae (MD5) / Made available in DSpace on 2018-10-08T19:50:51Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2018_BrenoNoronhaMatos.pdf: 3408797 bytes, checksum: 98ec98a71a6f117d2da4e47476a6a3ae (MD5) Previous issue date: 2018-09-26 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e Fundação de Apoio a Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). / O principal objetivo desse estudo foi desenvolver e caracterizar nanopartículas mucoadesivas de quitosana encapsulando o fármaco oxaliplatina (OXPt) como estratégia para o tratamento tópico de cânceres da cavidade oral. O método analítico validado para as análises quantitativas demonstrou a separação da OXPt sem a interferência dos solventes ou dos polímeros mais relevantes para o desenvolvimento de formulações farmacêuticas bioadesivas (quitosana e poloxamer). O método apresentou linearidade (r > 0,999) durante o estudo da OXPt em um faixa de concentração de (0,5 – 15,0 μg.mL-1) com valores de precisão e exatidão aceitáveis (< 5,0%). Os limites de detecção e quantificação foram 0,0999 e 0,331 μg.mL-1, respectivamente. Após os estudos de compatibilidade físico-químico e análise térmica, a OXPt pode ser classificada como fármaco de Classe III de acordo com o Sistema de Classificação Biofarmacêutica (SCB), isto é, a molécula apresenta alta solubilidade em água e baixa permeabilidade. OXPt no estado sólido mostrou ser adequada para as condições de produção farmacêutica, sendo estável quando exposta a aquecimento ou luz. Dentre os polímeros testados, somente a quitosana de médio peso molecular mostrou-se incompatível com OXPt, com forte evidência de decomposição química e mudanças físicas nas amostras de fármaco-polímero. As partículas desenvolvidas, nesse estudo, apresentaram características de composição, tamanho (188,43 ± 19,7) e potencial zeta (+44,81 ± 2,8) que as conferiram mucoadesividade, mesmo quando o tratamento ex vivo foi realizado com sucessivas “lavagens” da formulação para simular o fluxo salivar. O fármaco tanto em sua forma encapsulada como livre foi capaz de inibir o crescimento da linhagem SSC-9 do câncer de língua em concentrações acima de 25 μg.mL-1 e o principal mecanismo de morte celular ocasionado parece ser o de apoptose. Dessa forma, a formulação desenvolvida parece ser uma alternativa promissora como método adjuvante no tratamento dos cânceres da cavidade oral. / This study aimed to develop and characterize mucoadhesive chitosan nanoparticles encapsulating oxaliplatin (OXPt) as a strategy for the topical treatment of buccal cancers. Validated method demonstrated OXPt separation without interference from the solvents or polymers with the most relevance for developing of bioadhesive pharmaceutical drug carries (chitosan and poloxamer). Method was linear (r > 0.999) over studied OXPt concentration range (0.5-15.0 μg/mL) with acceptable precision and accuracy. Limit of detection (LOD) and limit of quantification (LOQ) were 0.099 and 0.331 μg.mL-1, respectively. OXPt could be classified as a class III drug according to BCS, i.e., is highly water-soluble but few permeable. OXPt in solid state showed to be adequate to pharmaceutical manufacturing conditions, being stable even when exposed to heating and light. Among the tested polymers, only chitosan of medium molecular weight is incompatible with OXPt, with strong evidence of chemical decomposition and physical changes in drug-polymer samples. The particles developed in this study showed characteristics of composition, size (188,43 ± 19,7) and zeta potential (+44,81 ± 2,8) that conferred mucoadhesiveness even when the ex vivo treatment was performed with successive "washes" of the formulation to simulate the salivary flow. The drug both encapsulated and in your free form was able to inhibit the growth of the SSC-9 line of tongue cancer at concentrations above ~25 μg.mL-1 and the main mechanism of cell death appears to be that of apoptosis. Thus, the developed formulation seems to be a promising alternative as an adjuvant method in the treatment of oral cavity cancers.
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Prevalência e características da dor neuropática e neuropatia periférica em doentes submetidos à oxaliplatina para tratamento do câncer colorretal / Prevalence and characteristics of neuropathic pain and peripheral neuropathy in patients receiving oxaliplatin for colorectal cancer treatment

Scisci, Nathália 10 August 2016 (has links)
Dor neuropática e neuropatia causadas pelo quimioterápico oxaliplatina são comuns e causam restrições às atividades funcionais e qualidade de vida. Muitos estudos têm quantificado e qualificado esses sintomas, porém raramente utilizando amostra expressiva e instrumentos validados e específicos para este fim. Neste estudo é proposta uma análise ampla, por instrumentos que quantificam e qualificam a dor e neuropatia relacionadas à oxaliplatina e suas características associadas. Objetivos: Identificar a prevalência de dor neuropática e neuropatia periférica em doentes com câncer colorretal recebendo tratamento com oxaliplatina durante os seis meses de tratamento quimioterápico e após seguimento (de 3 a 6 meses); avaliar, comparar e descrever as características da dor e neuropatia nesta população e avaliar seu impacto nas atividades de vida diária e qualidade de vida. Métodos: Foram incluídos 110 doentes (média 55,6 anos) com câncer colorretal durante o tratamento quimioterápico com oxaliplatina e seguidos por 3 a 6 meses após quimioterapia. Os doentes responderam ao questionário sócio-demográfico e a questionários específicos para dor e neuropatia antes da quimioterapia e bimestralmente por até seis meses durante a quimioterapia e em avaliação de seguimento realizada de 3 a 6 meses após o término da quimioterapia. Os instrumentos utilizados foram: Questionário de Qualidade de Vida da Organização Européia para Pesquisa e Tratamento do Câncer - C30 (EORTC QLQ-C30); Questionário de Dor McGill reduzido (QDMR), Inventário de Sintomas de Dor Neuropática (ISDN), Inventário Breve de Dor (BPI-Brief Pain Inventory) Questionário de Dor Neuropática 4 (DN4), Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HADS), Escore Total de Neuropatia (TNS - Total Neuropathy Score). Resultados: Em geral, a dor e neuropatia aumentaram durante o período de quimioterapia e diminuíram após fim do tratamento, permanecendo em níveis significativamente mais elevados após o fim do tratamento quimioterápico. A média de intensidade de dor (dor mais intensa) segundo o IBD foi 2,54 na V3 (após 4 meses de tratamento com oxaliplatina). A dor foi do tipo neuropática em 21,67% dos doentes ao fim da quimioterapia e em 10,00% após fim do seguimento. As médias segundo o ISDN foram 0,67 no basal, 18,67 na V2, 17,77 na V3, 17,44 após quimioterapia e 11,03 após seguimento. A característica da dor mais frequente foi em choque elétrico, enjoada e incômoda segundo o QDMR e segundo o ISDN foram choque elétrico, frio doloroso e dormência. A qualidade de vida sofreu impacto negativo. Conclusões: Dor neuropática foi prevalente após a quimioterapia e após seguimento e se associou com interferência negativa sobre as atividades diárias. Estes dados poderão auxiliar o desenvolvimento de tratamentos individualizados da neuropatia relacionada à oxaliplatina / Neuropathic pain and neuropathy caused by oxaliplatin chemotherapy are common and cause restrictions in activities of daily living and quality of life. Many studies have quantified and qualified these symptoms but only rarely used a comprehensive sample of patients and employed validated and specific instruments for pain assessment. In this study we proposed a comprehensive analysis by instruments that quantify and qualify the pain and neuropathy and its characteristics. Aim of Investigation: To identify the prevalence of neuropathic pain and peripheral neuropathy in patients with colorectal cancer receiving treatment with oxaliplatin during the six months of chemotherapeutic treatment and after follow-up (3 to 6 months); to evaluate, compare and describe pain and peripheral neuropathy characteristics in this population and evaluate their impact on activities of daily living. Methods:110 patients (mean 55.6 years) with colorectal cancer were included during the six months of chemotherapy with oxaliplatin and follow-up (3 to 6 months) after chemotherapeutic treatment. Patients answered socio-demographic questionnaires and specific assessment tools for pain and neuropathy evaluation at the baseline visit and every 2 months during chemotherapy and after follow-up (3-6 months). The instruments used were: The European Organization for Research and Treatment of Cancer QLQ-C30 (EORTC QLQ-C30); Reduced McGill Pain Questionnaire (MPQ), Neuropathic Pain Symptom Inventory (NPSI), Brief Pain Inventory (BPI) Neuropathic Pain Diagnostic Questionnaire (DN4), Hospital Anxiety and Depression Scale (HADS), Total Neuropathy Score (TNS), Results: In general, pain and neuropathy intensity increased during chemotherapy and decreased after the end of treatment (follow-up). The most severe pain according to the BPI was 2.54 in V3 (after 4 months treatment with oxaliplatin). Pain was neuropathic in 21.67% right after chemotherapy and in 10.00% after follow-up according to the DN4. The average sum of neuropathic pain symptoms according to the NPSI were 0.67 in V1, 18.67 in V2, 17.77 in V3, 17.44 after chemotherapy and 11.03 after follow-up. The most common characteristics of the pain was electric shocks, nauseating and fearful, according to MPQ and according to NPSI were electric shock, evoked by cold stimuli and tingling. Conclusions: Patients treated with oxaliplatin had significant pain and neuropathy that negatively interfeared with daily activities. These data may help tailor individualized treatment of chemotherapy related neuropathic pain
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Avaliação sensitiva de doentes com câncer colorretal tratados com oxaliplatina / Sensory evaluation of patients with colorectal cancer treated with oxaliplatin

Malieno, Paula Braz 10 October 2016 (has links)
A avaliação sensitiva de pacientes tratados com oxaliplatina tem se tornado objeto de estudo, pelo fato deste medicamento causar como efeito colateral, uma neuropatia periférica com características sensitivas, imediatamente após início da infusão. Sintomas que causam restrições nas atividades de vida diárias e na qualidade de vida do paciente durante o tratamento. Para uma melhor compreensão do mecanismo das alterações sensitivas, atualmente tem se utilizado o teste quantitativo da sensibilidade (TQS), que através da mensuração quantitativa dos limiares de detecção aos estímulos quente, frio e de vibração, nos concede um perfil para melhor relacionar com as possibilidades de manejo ou tratamento. Neste estudo propomos uma análise da através do TQS e de instrumentos que quantificam e qualificam a neuropatia, a dor neuropática e suas características. Objetivos: Descrever de forma prospectiva as alterações de sensibilidade exteroceptiva somática causadas pelo uso da oxaliplatina em doentes com câncer colorretal. Métodos: Foram incluídos 110 doentes (média 55 anos) com câncer colorretal que realizaram tratamento antineoplásico com oxaliplatina por seis meses, e foram avaliados por mais seis após a quimioterapia. Os pacientes realizaram avaliação sensitiva com TQS e responderam questionário sócio demográfico e questionários específicos para dor e neuropatia na visita basal (VB), ao término da quimioterapia (VT) e novamente após 6 meses de seguimento (VS). Resultados: Os questionários de dor e neuropatia mostraram seu início e as suas características, na qual foi evidente a dor com características neuropáticas na visita término do tratamento em 21,7% dos participantes manifestada pela dormência, choque elétrico, alfinetadas e agulhadas e a sensibilidade ao frio. As principais alterações demonstradas pelo TQS foram: nos limiares de detecção mecânica; aumento dos limiares dolorosos térmicos; diminuição da hiperalgesia mecânica; diminuição do limiar de detecção vibratória na mão e aumento no pé. O TQS indicou alterações entre os participantes do estudo e o grupo de voluntários saudáveis em algum momento das avaliações. Conclusão: Os pacientes com câncer colorretal submetidos ao tratamento com oxaliplatina cursam com dor com características neuropáticas que interferem em suas atividades diárias. O TQS caracterizou as principais alterações relacionadas ao início do tratamento, término do tratamento e durante o seguimento. As comparações com voluntários saudáveis sugerem que a presença da neoplasia e outras comorbidades são capazes de causarem alterações no TQS / Sensory evaluation of patients treated with oxaliplatin has become an object of study, because this medication cause as a side effect, peripheral neuropathy with sensory characteristics, immediately after start of infusion. Symptoms that cause restrictions in daily activities and in the patient\'s quality of life during treatment. For a better understanding of the mechanism of sensory changes, currently it has used quantitative sensitivity testing (QST). That by the quantitative measurement of thresholds to warm stimuli, cold and vibration, gives us a profile to better relate to the possibilities of management or treatment. In this study we propose an analysis by QST and tools to quantify and qualify neuropathy, neuropathic pain and its features. Objectives: To describe prospectively the somatic exteroceptive sensitivity changes caused by the use of oxaliplatin in patients with colorectal cancer. Methods: We included 110 patients (mean 55 years) with colorectal cancer who underwent anticancer treatment with oxaliplatin for six months and were evaluated for six after chemotherapy. Patients underwent sensory evaluation with QST and answered sociodemographic questionnaire and specific questionnaires for pain and neuropathy at baseline, at the end of chemotherapy (visit six months) and again after 6 months of follow-up (visit twelve months). The instruments used were reduced McGill Pain Questionnaire (MPQ), Inventory symptoms of neuropathic pain (ISDN), Brief Pain Inventory (BPI-Brief Pain Inventory) Questionnaire neuropathic pain 4 (DN4), hospital scale of anxiety and depression (HADS). Results: The pain questionnaires and neuropathy showed its beginning and its characteristics, which was evident pain with neuropathic characteristics in the end visit of treatment in 21.7% of participants manifested by numbness, electric shock, pins and needles and sensitivity to cold. The main changes demonstrated by QST were in mechanical thresholds; painful increase in thermal thresholds; reduction in mechanical hyperalgesia; reduction of vibration detection limit for the hand and foot increases. The QST indicated changes between the study participants and the group of healthy volunteers at some point of the evaluations. Conclusion: Patients with colorectal cancer undergoing treatment with oxaliplatin occur with pain with neuropathic characteristics that interfere with their daily activities. QST characterized the major changes related to the start of treatment, end of treatment and during follow-up. Comparisons with healthy volunteers suggest that the presence of neoplasia and other comorbid conditions are capable of causing changes in the QST
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Faktory ovlivňující odpověď kolorektálního karcinomu na chemoterapeutickou léčbu / The study of the factors affecting colorectal cancer chemotherapy

Dolníková, Alexandra January 2019 (has links)
Application of cytotoxic chemotherapy still remains the essential treatment strategy in advanced colorectal cancer. The intrinsic and acquired drug resistance represents one of the reasons that may even lead to failure of cancer therapy. The DNA damage response pathways have been shown to play an important role in the development of chemoresistance. There is sufficient evidence showing the high-frequency deregulated expression of many DNA repair genes across multiple cancer types. An example of such gene in colorectal cancer is MRE11, which encodes protein known as a sensor of DNA double-strand breaks. In year 2016, there was a substantial study published by our group at The Department of Molecular Biology of Cancer (IEM CAS, Prague), the study analysed the association of polymorphisms in predicted microRNA target sites of double-strand breaks (DSBs) repair genes, including MRE11, and clinical outcome and efficacy of chemotherapy in colorectal cancer. Our hypothesis, based on the mentioned study, is that specifically and exactly defined microRNAs with ability to regulate certain DNA repair proteins may not only affect the survival of colorectal cancer cells, but also the sensitivity to chemotherapy. In practical part of the submitted thesis we have identified miR-140 as a potential regulator of...
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Avaliação sensitiva de doentes com câncer colorretal tratados com oxaliplatina / Sensory evaluation of patients with colorectal cancer treated with oxaliplatin

Paula Braz Malieno 10 October 2016 (has links)
A avaliação sensitiva de pacientes tratados com oxaliplatina tem se tornado objeto de estudo, pelo fato deste medicamento causar como efeito colateral, uma neuropatia periférica com características sensitivas, imediatamente após início da infusão. Sintomas que causam restrições nas atividades de vida diárias e na qualidade de vida do paciente durante o tratamento. Para uma melhor compreensão do mecanismo das alterações sensitivas, atualmente tem se utilizado o teste quantitativo da sensibilidade (TQS), que através da mensuração quantitativa dos limiares de detecção aos estímulos quente, frio e de vibração, nos concede um perfil para melhor relacionar com as possibilidades de manejo ou tratamento. Neste estudo propomos uma análise da através do TQS e de instrumentos que quantificam e qualificam a neuropatia, a dor neuropática e suas características. Objetivos: Descrever de forma prospectiva as alterações de sensibilidade exteroceptiva somática causadas pelo uso da oxaliplatina em doentes com câncer colorretal. Métodos: Foram incluídos 110 doentes (média 55 anos) com câncer colorretal que realizaram tratamento antineoplásico com oxaliplatina por seis meses, e foram avaliados por mais seis após a quimioterapia. Os pacientes realizaram avaliação sensitiva com TQS e responderam questionário sócio demográfico e questionários específicos para dor e neuropatia na visita basal (VB), ao término da quimioterapia (VT) e novamente após 6 meses de seguimento (VS). Resultados: Os questionários de dor e neuropatia mostraram seu início e as suas características, na qual foi evidente a dor com características neuropáticas na visita término do tratamento em 21,7% dos participantes manifestada pela dormência, choque elétrico, alfinetadas e agulhadas e a sensibilidade ao frio. As principais alterações demonstradas pelo TQS foram: nos limiares de detecção mecânica; aumento dos limiares dolorosos térmicos; diminuição da hiperalgesia mecânica; diminuição do limiar de detecção vibratória na mão e aumento no pé. O TQS indicou alterações entre os participantes do estudo e o grupo de voluntários saudáveis em algum momento das avaliações. Conclusão: Os pacientes com câncer colorretal submetidos ao tratamento com oxaliplatina cursam com dor com características neuropáticas que interferem em suas atividades diárias. O TQS caracterizou as principais alterações relacionadas ao início do tratamento, término do tratamento e durante o seguimento. As comparações com voluntários saudáveis sugerem que a presença da neoplasia e outras comorbidades são capazes de causarem alterações no TQS / Sensory evaluation of patients treated with oxaliplatin has become an object of study, because this medication cause as a side effect, peripheral neuropathy with sensory characteristics, immediately after start of infusion. Symptoms that cause restrictions in daily activities and in the patient\'s quality of life during treatment. For a better understanding of the mechanism of sensory changes, currently it has used quantitative sensitivity testing (QST). That by the quantitative measurement of thresholds to warm stimuli, cold and vibration, gives us a profile to better relate to the possibilities of management or treatment. In this study we propose an analysis by QST and tools to quantify and qualify neuropathy, neuropathic pain and its features. Objectives: To describe prospectively the somatic exteroceptive sensitivity changes caused by the use of oxaliplatin in patients with colorectal cancer. Methods: We included 110 patients (mean 55 years) with colorectal cancer who underwent anticancer treatment with oxaliplatin for six months and were evaluated for six after chemotherapy. Patients underwent sensory evaluation with QST and answered sociodemographic questionnaire and specific questionnaires for pain and neuropathy at baseline, at the end of chemotherapy (visit six months) and again after 6 months of follow-up (visit twelve months). The instruments used were reduced McGill Pain Questionnaire (MPQ), Inventory symptoms of neuropathic pain (ISDN), Brief Pain Inventory (BPI-Brief Pain Inventory) Questionnaire neuropathic pain 4 (DN4), hospital scale of anxiety and depression (HADS). Results: The pain questionnaires and neuropathy showed its beginning and its characteristics, which was evident pain with neuropathic characteristics in the end visit of treatment in 21.7% of participants manifested by numbness, electric shock, pins and needles and sensitivity to cold. The main changes demonstrated by QST were in mechanical thresholds; painful increase in thermal thresholds; reduction in mechanical hyperalgesia; reduction of vibration detection limit for the hand and foot increases. The QST indicated changes between the study participants and the group of healthy volunteers at some point of the evaluations. Conclusion: Patients with colorectal cancer undergoing treatment with oxaliplatin occur with pain with neuropathic characteristics that interfere with their daily activities. QST characterized the major changes related to the start of treatment, end of treatment and during follow-up. Comparisons with healthy volunteers suggest that the presence of neoplasia and other comorbid conditions are capable of causing changes in the QST
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Prevalência e características da dor neuropática e neuropatia periférica em doentes submetidos à oxaliplatina para tratamento do câncer colorretal / Prevalence and characteristics of neuropathic pain and peripheral neuropathy in patients receiving oxaliplatin for colorectal cancer treatment

Nathália Scisci 10 August 2016 (has links)
Dor neuropática e neuropatia causadas pelo quimioterápico oxaliplatina são comuns e causam restrições às atividades funcionais e qualidade de vida. Muitos estudos têm quantificado e qualificado esses sintomas, porém raramente utilizando amostra expressiva e instrumentos validados e específicos para este fim. Neste estudo é proposta uma análise ampla, por instrumentos que quantificam e qualificam a dor e neuropatia relacionadas à oxaliplatina e suas características associadas. Objetivos: Identificar a prevalência de dor neuropática e neuropatia periférica em doentes com câncer colorretal recebendo tratamento com oxaliplatina durante os seis meses de tratamento quimioterápico e após seguimento (de 3 a 6 meses); avaliar, comparar e descrever as características da dor e neuropatia nesta população e avaliar seu impacto nas atividades de vida diária e qualidade de vida. Métodos: Foram incluídos 110 doentes (média 55,6 anos) com câncer colorretal durante o tratamento quimioterápico com oxaliplatina e seguidos por 3 a 6 meses após quimioterapia. Os doentes responderam ao questionário sócio-demográfico e a questionários específicos para dor e neuropatia antes da quimioterapia e bimestralmente por até seis meses durante a quimioterapia e em avaliação de seguimento realizada de 3 a 6 meses após o término da quimioterapia. Os instrumentos utilizados foram: Questionário de Qualidade de Vida da Organização Européia para Pesquisa e Tratamento do Câncer - C30 (EORTC QLQ-C30); Questionário de Dor McGill reduzido (QDMR), Inventário de Sintomas de Dor Neuropática (ISDN), Inventário Breve de Dor (BPI-Brief Pain Inventory) Questionário de Dor Neuropática 4 (DN4), Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HADS), Escore Total de Neuropatia (TNS - Total Neuropathy Score). Resultados: Em geral, a dor e neuropatia aumentaram durante o período de quimioterapia e diminuíram após fim do tratamento, permanecendo em níveis significativamente mais elevados após o fim do tratamento quimioterápico. A média de intensidade de dor (dor mais intensa) segundo o IBD foi 2,54 na V3 (após 4 meses de tratamento com oxaliplatina). A dor foi do tipo neuropática em 21,67% dos doentes ao fim da quimioterapia e em 10,00% após fim do seguimento. As médias segundo o ISDN foram 0,67 no basal, 18,67 na V2, 17,77 na V3, 17,44 após quimioterapia e 11,03 após seguimento. A característica da dor mais frequente foi em choque elétrico, enjoada e incômoda segundo o QDMR e segundo o ISDN foram choque elétrico, frio doloroso e dormência. A qualidade de vida sofreu impacto negativo. Conclusões: Dor neuropática foi prevalente após a quimioterapia e após seguimento e se associou com interferência negativa sobre as atividades diárias. Estes dados poderão auxiliar o desenvolvimento de tratamentos individualizados da neuropatia relacionada à oxaliplatina / Neuropathic pain and neuropathy caused by oxaliplatin chemotherapy are common and cause restrictions in activities of daily living and quality of life. Many studies have quantified and qualified these symptoms but only rarely used a comprehensive sample of patients and employed validated and specific instruments for pain assessment. In this study we proposed a comprehensive analysis by instruments that quantify and qualify the pain and neuropathy and its characteristics. Aim of Investigation: To identify the prevalence of neuropathic pain and peripheral neuropathy in patients with colorectal cancer receiving treatment with oxaliplatin during the six months of chemotherapeutic treatment and after follow-up (3 to 6 months); to evaluate, compare and describe pain and peripheral neuropathy characteristics in this population and evaluate their impact on activities of daily living. Methods:110 patients (mean 55.6 years) with colorectal cancer were included during the six months of chemotherapy with oxaliplatin and follow-up (3 to 6 months) after chemotherapeutic treatment. Patients answered socio-demographic questionnaires and specific assessment tools for pain and neuropathy evaluation at the baseline visit and every 2 months during chemotherapy and after follow-up (3-6 months). The instruments used were: The European Organization for Research and Treatment of Cancer QLQ-C30 (EORTC QLQ-C30); Reduced McGill Pain Questionnaire (MPQ), Neuropathic Pain Symptom Inventory (NPSI), Brief Pain Inventory (BPI) Neuropathic Pain Diagnostic Questionnaire (DN4), Hospital Anxiety and Depression Scale (HADS), Total Neuropathy Score (TNS), Results: In general, pain and neuropathy intensity increased during chemotherapy and decreased after the end of treatment (follow-up). The most severe pain according to the BPI was 2.54 in V3 (after 4 months treatment with oxaliplatin). Pain was neuropathic in 21.67% right after chemotherapy and in 10.00% after follow-up according to the DN4. The average sum of neuropathic pain symptoms according to the NPSI were 0.67 in V1, 18.67 in V2, 17.77 in V3, 17.44 after chemotherapy and 11.03 after follow-up. The most common characteristics of the pain was electric shocks, nauseating and fearful, according to MPQ and according to NPSI were electric shock, evoked by cold stimuli and tingling. Conclusions: Patients treated with oxaliplatin had significant pain and neuropathy that negatively interfeared with daily activities. These data may help tailor individualized treatment of chemotherapy related neuropathic pain

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