111 |
Manobra de recrutamento alveolar em crianças submetidas à ventilação mecânica em UTI pediátricaNeves, Valéria Cabral January 2010 (has links)
Orientadores: Profs. Drs. Izrail Cat, José Dinarte Giraldi / Co-orientadora: Profª Drª Adriana Koliski / Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e do Adolescente. Defesa: Curitiba, 2006 / Bibliografia: fls. 82-92 / Área de concentração: Fisioterapia em Terapia Intensiva Pediátrica / Resumo: Introdução: Recentes mudanças foram introduzidas no suporte ventilatório de crianças com doenças que determinam o quadro de insuficiência respiratória aguda hipoxêmica. Há evidências que estratégias ventilatórias menos agressivas melhoram a sobrevida de pacientes com grave lesão pulmonar. A partir dessa concepção, surge a estratégia ventilatória protetora do parênquima pulmonar combinada a manobra de recrutamento alveolar, com o objetivo de minimizar a lesão induzida pela ventilação mecânica e o colapso alveolar. Objetivos: Avaliar a utilização de manobra de recrutamento alveolar e analisar os seus efeitos; analisar os parâmetros ventilatórios, a mecânica respiratória e os gases sanguíneos antes e após a realização da manobra, bem como verificar a repercussão hemodinâmica e a frequência de eventos adversos durante o procedimento. Métodos: Estudo prospectivo, longitudinal, de caráter intervencional, em crianças admitidas na UTI pediátrica do Hospital de Clínicas da UFPR entre julho de 2007 e novembro de 2008. Dezenove pacientes representaram a casuística como grupo estudo, sendo submetidos à manobra de recrutamento alveolar, com aumento progressivo da pressão expiratória positiva final e com pico de pressão de 40 cm H2O. Dezoito pacientes representaram o grupo controle. Todas as manobras foram realizadas pela fisioterapeuta pesquisadora. Resultados: A aplicação do recrutamento alveolar não causou hipotensão, bradicardia ou pneumotórax. O parâmetro de oxigenação como relação PaO2/FiO2 determinaram a indicação e a eficácia da manobra de recrutamento alveolar. A manobra promoveu redução dos níveis do pico pressão e menor oferta de FiO2. Conclusão: A manobra de recrutamento, quando indicada e devidamente monitorada, é útil no suporte ventilatório de pulmões lesados, podendo evitar a progressão da lesão pulmonar, bem como, prevenir a lesão induzida pela ventilação mecânica. / Abstract: Introduction: Recent changes have been introduced in ventilation methods for children with diseases that determine acute hypoxemic respiratory failure. There are evidences that less aggressive ventilation strategies may improve survival of patients with severe pulmonary injuries. From this point of view, the protective ventilation of the pulmonary parenchyma in combination with alveolar recruitment was established, with the purpose of decreasing the injury brought about by mechanical ventilation and alveolar collapse. Objectives: To assess the use of the alveolar recruitment maneuver and to research its effects; to analyze the ventilation parameters, the respiratory mechanics and blood gases before and after the maneuver, in addition to verifying the hemodynamic impact and the frequency of adverse events during the procedures. Methods: Prospective, longitudinal, interventionist study, carried out with children admitted into the pediatric ICU of the UFPR Hospital de Clínicas between July 2007 and November 2008. Nineteen patients made up the follow-up group as the study group, having undergone the alveolar recruitment maneuver (with a progressive increase of positive end expiratory pressure and peak pressure of 40cm H2O. And eighteen patients made up the control group. All maneuvers were carried out by the research physical therapist. Results: The use of alveolar recruitment did not cause any adverse events such as hypotension, bradycardia or pneumothorax. The oxygenation parameters such as PaO2/FiO2 ratio determined the prescription and the efficacy of the alveolar recruitment maneuver. The maneuver promoted decreased levels of peak inspiratory pressure and lower FiO2 rate. Conclusion: The recruitment maneuver, when prescribed at an early stage and appropriately monitored is a useful procedure in injured lungs, able to prevent the volution of pulmonary injury, as well as to prevent injury due to mechanical ventilation.
|
112 |
O uso da pressão expiratória positiva durante o desmame da ventilação mecânica : uma comparação com os métodos de pressão suporte e tubo T. / Positive expiratory pressure as a method for mechanical ventilation weaning: a comparison between the pressure support and T-tube methodsRieder, Marcelo de Mello January 2004 (has links)
Introdução: O uso da pressão expiratória positiva na via aérea (EPAP) não é sugerido como técnica de desmame. O EPAP pode previnir o colapso das vias aéreas durante a expiração. Objetivo: O objetivo deste trabalho é verificar se a utilização da pressão expiratória positiva na via aérea (EPAP) apresenta benefícios na redução da hiperinsuflação dinâmica com redução do trabalho respiratório e melhora da oxigenação em pacientes submetidos ao processo de desmame da ventilação mecânica. Material e Métodos: Quarenta pacientes submetidos à ventilação mecânica por um período maior que 48 horas em 2 unidades de terapia intensiva foram avaliados prospectivamente em um estudo randomizado controlado cruzado. Todos os pacientes foram submetidos métodos de ventilação de pressão de suporte (PSV), tubo-t e EPAP, durante 30 minutos, com um período de descanso de 30 minutos entre cada método. Os pacientes foram monitorizados pelo VenTrack (Novametrix, EUA). As variáveis estudadas, mensuradas no minuto 1, 15 e 30, foram: PEEP intínseca (PEEPi), trabalho respiratório (WOBtotal), frequência respiratória (f), volume de ar corrente (Vt) e saturação periférica de oxigênio (SaO2). A amostra geral foi analisada e dividida em subgrupos DPOC (n= 14) e não-DPOC (n=26), traqueostomizados (n=15) e não-traqueostomizados (n=25). As comparações foram feitas pela Análise de Variância (ANOVA) e teste-t. O nível de significância foi de 95%. Resultados: PEEPi DPOC e não-DPOC minuto 1 (0,014 + 0,03 versus 0,17 + 0,38 cmH2O) e minuto 15 (0,042 + 0,13 versus 0,41 + 0,78 cmH2O) (p<0,05). No subgrupo não-traqueo, nos métodos de PSV15 (0,26 + 0,5 cm H2O) e EPAP15 (0,02 + 0,07 cm H2O), assim como PSV 30 (0,21 + 0,4 cm H2O) e EPAP 30 (0,02 + 0,1 cm H2O) (p<0,05). Para traqueo vs não-traqueo, no método EPAP minuto 1 (PEEPi traqueo 0,58 + 0,94 cm H2O; PEEPi não-traqueo 0,08 + 0,28 cmH2O) e minuto 15 (PEEPi traqueo 0,91 + 2,06 cm H2O; PEEPi não-traqueo 0,02 + 0,07 cmH2O) (p<0,05). Em relação ao WOBtotal houve um aumento significativo no método EPAP em relação ao tubo-t na análise geral da amostra (p<0,05). A f mostrou-se maior no método EPAP para o subgrupo não-DPOC e não-traqueo (minutos 1, 15 e 30). A SaO2 foi maior no subgrupo PSV quando comparada com tubo-t na análise geral da amostra, (p<0,05) Conclusões: A EPAP não demonstrou redução na PEEPi na análise geral da amostra, subgrupo DPOC, não-DPOC e traqueostomizados. Houve redução na PEEPi no grupo não-traqueostomizados. Houve aumento do WOBtotal com o uso da EPAP. Neste estudo a EPAP não demonstrou vantagens em relação aos outros métodos. / Introduction: The use of expiratory positive airway pressure was not suggested as a weaning technique.The EPAP can prevent the airway collapse during expiration. Goal: This study aims to verify whether use of positive expiratory pressure in airways assists in the reduction of dynamic hyperinsufflation, with reduction of work of breathing and improvement of oxygenation in patients undergoing weaning from mechanical ventilation. Material and Methods: Forty patients who need mechanical ventilation for more than 48 hours in 2 intensive care units were evaluetad in a randomized crossover study. All patients were submitted to pressure support ventilation (PSV), t-tube and EPAP method, during 30 minutes, with a rest time of 30 minutes between each method. They were monitored by VenTrack (Novametrix, EUA). All examined variables measured in time 1, 15 and 30, were: intrinsic PEEP (PEEPi), work of breathing (WOBtotal), respiratory rate (f), tidal volume (Vt) and arterial oxygen saturation (SaO2). A general analysis of the entire sample (n=40) was performed and divided in COPD (n= 14) and non-COPD subgroups (n=26), tracheostomized (n=15) and non-tracheostomized subgroups (n=25). Comparison were done by one way analysis (ANOVA) and t-test. The level of significance was 95%. Results: PEEPi COPD and non-COPD time 1 (0.014 + 0.03 versus 0.17 + 0.38 cmH2O) and time 15 (0.042 + 0.13 versus 0.41 + 0.78 cmH2O) (p<0.05). For non-tracheo subgroup, in PSV15 (0.26 + 0.5 cm H2O) and EPAP15 (0,02 + 0.07 cm H2O) methods, likewise PSV 30 (0.21 + 0.4 cm H2O) and EPAP 30 (0.02 + 0.1 cm H2O) methods (p<0.05). For tracheo vs non-tracheo, in EPAP time 1 (PEEPi tracheo 0.58 + 0.94 cm H2O; PEEPi non-tracheo 0.08 + 0.28 cmH2O) and time 15 (PEEPi tracheo 0.91 + 2.06 cm H2O; PEEPi non-tracheo 0.02 + 0.07 cmH2O) (p<0.05). Differences found demonstrated greater work of breathing in EPAP when compared to t-tube in all groups (p<0.05). Respiratory rate was significantly higher in EPAP method in the non-COPD and non-tracheo subgroup (time 1, 15 e 30). The SaO2 was higher in the PSV subgroup comparing with t-tube in the entire sample (p<0.05). Conclusions: The EPAP did not showed reduction in PEEP in the entire sample analysis, COPD , non-COPD and tracheostomized subgroups. There was a reduction in PEEPi in non-tracheostomized group. There was an increase in WOBtotal with the use of EPAP. In this study the EPAP did not show any advantage among the others methods.
|
113 |
O uso da pressão expiratória positiva durante o desmame da ventilação mecânica : uma comparação com os métodos de pressão suporte e tubo T. / Positive expiratory pressure as a method for mechanical ventilation weaning: a comparison between the pressure support and T-tube methodsRieder, Marcelo de Mello January 2004 (has links)
Introdução: O uso da pressão expiratória positiva na via aérea (EPAP) não é sugerido como técnica de desmame. O EPAP pode previnir o colapso das vias aéreas durante a expiração. Objetivo: O objetivo deste trabalho é verificar se a utilização da pressão expiratória positiva na via aérea (EPAP) apresenta benefícios na redução da hiperinsuflação dinâmica com redução do trabalho respiratório e melhora da oxigenação em pacientes submetidos ao processo de desmame da ventilação mecânica. Material e Métodos: Quarenta pacientes submetidos à ventilação mecânica por um período maior que 48 horas em 2 unidades de terapia intensiva foram avaliados prospectivamente em um estudo randomizado controlado cruzado. Todos os pacientes foram submetidos métodos de ventilação de pressão de suporte (PSV), tubo-t e EPAP, durante 30 minutos, com um período de descanso de 30 minutos entre cada método. Os pacientes foram monitorizados pelo VenTrack (Novametrix, EUA). As variáveis estudadas, mensuradas no minuto 1, 15 e 30, foram: PEEP intínseca (PEEPi), trabalho respiratório (WOBtotal), frequência respiratória (f), volume de ar corrente (Vt) e saturação periférica de oxigênio (SaO2). A amostra geral foi analisada e dividida em subgrupos DPOC (n= 14) e não-DPOC (n=26), traqueostomizados (n=15) e não-traqueostomizados (n=25). As comparações foram feitas pela Análise de Variância (ANOVA) e teste-t. O nível de significância foi de 95%. Resultados: PEEPi DPOC e não-DPOC minuto 1 (0,014 + 0,03 versus 0,17 + 0,38 cmH2O) e minuto 15 (0,042 + 0,13 versus 0,41 + 0,78 cmH2O) (p<0,05). No subgrupo não-traqueo, nos métodos de PSV15 (0,26 + 0,5 cm H2O) e EPAP15 (0,02 + 0,07 cm H2O), assim como PSV 30 (0,21 + 0,4 cm H2O) e EPAP 30 (0,02 + 0,1 cm H2O) (p<0,05). Para traqueo vs não-traqueo, no método EPAP minuto 1 (PEEPi traqueo 0,58 + 0,94 cm H2O; PEEPi não-traqueo 0,08 + 0,28 cmH2O) e minuto 15 (PEEPi traqueo 0,91 + 2,06 cm H2O; PEEPi não-traqueo 0,02 + 0,07 cmH2O) (p<0,05). Em relação ao WOBtotal houve um aumento significativo no método EPAP em relação ao tubo-t na análise geral da amostra (p<0,05). A f mostrou-se maior no método EPAP para o subgrupo não-DPOC e não-traqueo (minutos 1, 15 e 30). A SaO2 foi maior no subgrupo PSV quando comparada com tubo-t na análise geral da amostra, (p<0,05) Conclusões: A EPAP não demonstrou redução na PEEPi na análise geral da amostra, subgrupo DPOC, não-DPOC e traqueostomizados. Houve redução na PEEPi no grupo não-traqueostomizados. Houve aumento do WOBtotal com o uso da EPAP. Neste estudo a EPAP não demonstrou vantagens em relação aos outros métodos. / Introduction: The use of expiratory positive airway pressure was not suggested as a weaning technique.The EPAP can prevent the airway collapse during expiration. Goal: This study aims to verify whether use of positive expiratory pressure in airways assists in the reduction of dynamic hyperinsufflation, with reduction of work of breathing and improvement of oxygenation in patients undergoing weaning from mechanical ventilation. Material and Methods: Forty patients who need mechanical ventilation for more than 48 hours in 2 intensive care units were evaluetad in a randomized crossover study. All patients were submitted to pressure support ventilation (PSV), t-tube and EPAP method, during 30 minutes, with a rest time of 30 minutes between each method. They were monitored by VenTrack (Novametrix, EUA). All examined variables measured in time 1, 15 and 30, were: intrinsic PEEP (PEEPi), work of breathing (WOBtotal), respiratory rate (f), tidal volume (Vt) and arterial oxygen saturation (SaO2). A general analysis of the entire sample (n=40) was performed and divided in COPD (n= 14) and non-COPD subgroups (n=26), tracheostomized (n=15) and non-tracheostomized subgroups (n=25). Comparison were done by one way analysis (ANOVA) and t-test. The level of significance was 95%. Results: PEEPi COPD and non-COPD time 1 (0.014 + 0.03 versus 0.17 + 0.38 cmH2O) and time 15 (0.042 + 0.13 versus 0.41 + 0.78 cmH2O) (p<0.05). For non-tracheo subgroup, in PSV15 (0.26 + 0.5 cm H2O) and EPAP15 (0,02 + 0.07 cm H2O) methods, likewise PSV 30 (0.21 + 0.4 cm H2O) and EPAP 30 (0.02 + 0.1 cm H2O) methods (p<0.05). For tracheo vs non-tracheo, in EPAP time 1 (PEEPi tracheo 0.58 + 0.94 cm H2O; PEEPi non-tracheo 0.08 + 0.28 cmH2O) and time 15 (PEEPi tracheo 0.91 + 2.06 cm H2O; PEEPi non-tracheo 0.02 + 0.07 cmH2O) (p<0.05). Differences found demonstrated greater work of breathing in EPAP when compared to t-tube in all groups (p<0.05). Respiratory rate was significantly higher in EPAP method in the non-COPD and non-tracheo subgroup (time 1, 15 e 30). The SaO2 was higher in the PSV subgroup comparing with t-tube in the entire sample (p<0.05). Conclusions: The EPAP did not showed reduction in PEEP in the entire sample analysis, COPD , non-COPD and tracheostomized subgroups. There was a reduction in PEEPi in non-tracheostomized group. There was an increase in WOBtotal with the use of EPAP. In this study the EPAP did not show any advantage among the others methods.
|
114 |
O uso da pressão expiratória positiva durante o desmame da ventilação mecânica : uma comparação com os métodos de pressão suporte e tubo T. / Positive expiratory pressure as a method for mechanical ventilation weaning: a comparison between the pressure support and T-tube methodsRieder, Marcelo de Mello January 2004 (has links)
Introdução: O uso da pressão expiratória positiva na via aérea (EPAP) não é sugerido como técnica de desmame. O EPAP pode previnir o colapso das vias aéreas durante a expiração. Objetivo: O objetivo deste trabalho é verificar se a utilização da pressão expiratória positiva na via aérea (EPAP) apresenta benefícios na redução da hiperinsuflação dinâmica com redução do trabalho respiratório e melhora da oxigenação em pacientes submetidos ao processo de desmame da ventilação mecânica. Material e Métodos: Quarenta pacientes submetidos à ventilação mecânica por um período maior que 48 horas em 2 unidades de terapia intensiva foram avaliados prospectivamente em um estudo randomizado controlado cruzado. Todos os pacientes foram submetidos métodos de ventilação de pressão de suporte (PSV), tubo-t e EPAP, durante 30 minutos, com um período de descanso de 30 minutos entre cada método. Os pacientes foram monitorizados pelo VenTrack (Novametrix, EUA). As variáveis estudadas, mensuradas no minuto 1, 15 e 30, foram: PEEP intínseca (PEEPi), trabalho respiratório (WOBtotal), frequência respiratória (f), volume de ar corrente (Vt) e saturação periférica de oxigênio (SaO2). A amostra geral foi analisada e dividida em subgrupos DPOC (n= 14) e não-DPOC (n=26), traqueostomizados (n=15) e não-traqueostomizados (n=25). As comparações foram feitas pela Análise de Variância (ANOVA) e teste-t. O nível de significância foi de 95%. Resultados: PEEPi DPOC e não-DPOC minuto 1 (0,014 + 0,03 versus 0,17 + 0,38 cmH2O) e minuto 15 (0,042 + 0,13 versus 0,41 + 0,78 cmH2O) (p<0,05). No subgrupo não-traqueo, nos métodos de PSV15 (0,26 + 0,5 cm H2O) e EPAP15 (0,02 + 0,07 cm H2O), assim como PSV 30 (0,21 + 0,4 cm H2O) e EPAP 30 (0,02 + 0,1 cm H2O) (p<0,05). Para traqueo vs não-traqueo, no método EPAP minuto 1 (PEEPi traqueo 0,58 + 0,94 cm H2O; PEEPi não-traqueo 0,08 + 0,28 cmH2O) e minuto 15 (PEEPi traqueo 0,91 + 2,06 cm H2O; PEEPi não-traqueo 0,02 + 0,07 cmH2O) (p<0,05). Em relação ao WOBtotal houve um aumento significativo no método EPAP em relação ao tubo-t na análise geral da amostra (p<0,05). A f mostrou-se maior no método EPAP para o subgrupo não-DPOC e não-traqueo (minutos 1, 15 e 30). A SaO2 foi maior no subgrupo PSV quando comparada com tubo-t na análise geral da amostra, (p<0,05) Conclusões: A EPAP não demonstrou redução na PEEPi na análise geral da amostra, subgrupo DPOC, não-DPOC e traqueostomizados. Houve redução na PEEPi no grupo não-traqueostomizados. Houve aumento do WOBtotal com o uso da EPAP. Neste estudo a EPAP não demonstrou vantagens em relação aos outros métodos. / Introduction: The use of expiratory positive airway pressure was not suggested as a weaning technique.The EPAP can prevent the airway collapse during expiration. Goal: This study aims to verify whether use of positive expiratory pressure in airways assists in the reduction of dynamic hyperinsufflation, with reduction of work of breathing and improvement of oxygenation in patients undergoing weaning from mechanical ventilation. Material and Methods: Forty patients who need mechanical ventilation for more than 48 hours in 2 intensive care units were evaluetad in a randomized crossover study. All patients were submitted to pressure support ventilation (PSV), t-tube and EPAP method, during 30 minutes, with a rest time of 30 minutes between each method. They were monitored by VenTrack (Novametrix, EUA). All examined variables measured in time 1, 15 and 30, were: intrinsic PEEP (PEEPi), work of breathing (WOBtotal), respiratory rate (f), tidal volume (Vt) and arterial oxygen saturation (SaO2). A general analysis of the entire sample (n=40) was performed and divided in COPD (n= 14) and non-COPD subgroups (n=26), tracheostomized (n=15) and non-tracheostomized subgroups (n=25). Comparison were done by one way analysis (ANOVA) and t-test. The level of significance was 95%. Results: PEEPi COPD and non-COPD time 1 (0.014 + 0.03 versus 0.17 + 0.38 cmH2O) and time 15 (0.042 + 0.13 versus 0.41 + 0.78 cmH2O) (p<0.05). For non-tracheo subgroup, in PSV15 (0.26 + 0.5 cm H2O) and EPAP15 (0,02 + 0.07 cm H2O) methods, likewise PSV 30 (0.21 + 0.4 cm H2O) and EPAP 30 (0.02 + 0.1 cm H2O) methods (p<0.05). For tracheo vs non-tracheo, in EPAP time 1 (PEEPi tracheo 0.58 + 0.94 cm H2O; PEEPi non-tracheo 0.08 + 0.28 cmH2O) and time 15 (PEEPi tracheo 0.91 + 2.06 cm H2O; PEEPi non-tracheo 0.02 + 0.07 cmH2O) (p<0.05). Differences found demonstrated greater work of breathing in EPAP when compared to t-tube in all groups (p<0.05). Respiratory rate was significantly higher in EPAP method in the non-COPD and non-tracheo subgroup (time 1, 15 e 30). The SaO2 was higher in the PSV subgroup comparing with t-tube in the entire sample (p<0.05). Conclusions: The EPAP did not showed reduction in PEEP in the entire sample analysis, COPD , non-COPD and tracheostomized subgroups. There was a reduction in PEEPi in non-tracheostomized group. There was an increase in WOBtotal with the use of EPAP. In this study the EPAP did not show any advantage among the others methods.
|
115 |
Efeito de Permetrina, Glifosato e Mancozeb na atividade respiratória e amilolitica de dois solos do estado de São Paulo / not availableOstiz, Sonia de Barros 16 September 1991 (has links)
Estudou-se a influencia do inseticida Permetrina, do herbicida Glifosato e do fungicida Mancozeb na atividade respiratória e amilolitica de dois solos de São Paulo (Gley Húmico e Latossolo Vermelho Escuro) através de radiorrespirometria. A Permetrina não apresentou efeito inibidor em ambos os solos estudados. No solo LVE com menor teor de matéria orgânica observou-se aumento da atividade amilolitica. O Glifosfato não apresentou efeito inibidor. No solo LVE a adição do agroquímico resultou em aumento temporário das atividades amiloliticas e respiratória. A adição do Mancozeb no solo GH causou estimulo temporário da atividade respiratória e amilolitica. Em campo a estimulação persistiu. No LVE a respiração foi estimulada, sendo temporária em campo. A atividade amilolitica foi inibida no laboratório, mas não em campo. Analise estatística dos resultados não permitiu determinar correlação entre dados de campo e laboratório. Concluiu-se que os agroquímicos utilizados neste trabalho, quando aplicados individualmente nestes solos, não provocam alterações drásticas na microbiota, e que, o efeito observado depende do tipo de solo / not available
|
116 |
Características fonoarticulatórias e respiratórias de indivíduos portadores de deformidades dentofaciais / Respiratory and phonoarticulatory characteristics of individuals with dentofacial deformitiesPrado, Daniela Galvão de Almeida 25 April 2011 (has links)
Os indivíduos portadores de desproporções maxilomandibulares apresentaram características miofuncionais orais peculiares ao tipo de desproporção que apresentam. Anormalidades na relação dento-esquelética acarretam prejuízos estéticos e funcionais aos indivíduos, tais como a modificação do espaço anatômico da cavidade oral, que pode vir a desencadear problemas na fala e na voz, assim como prejuízos na respiração. O objetivo do estudo é compreender as características respiratórias e fonoarticulatórias em indivíduos com deformidades dentofaciais submetidos a preparo ortodôntico pré-cirúrgico e verificar se há diferenças entre esses indivíduos comparativamente a indivíduos com equilíbrio dentofacial. Participaram 60 indivíduos de 18 a 40 anos de idade, 30 portadores de deformidades dentofaciais e 30 de um grupo controle. A avaliação da fonoarticulação foi realizada por meio da diadococinesia (DDC) das emissões /pa/, /ta/, /ka/, /pataka/, /a/ e /i/; Tempo Maximo de Fonação (TMF) durante a emissão de /a/, /i/, /u/, /s/, /z/ e contagem de números; avaliação da respiração, incluindo as medidas da capacidade vital e coordenação pneumofonoarticulatória, por meio da espirometria. Foram utilizados os programas computadorizados Sound Forge (Sony), Mult Speech Main Program e Motor Speech Profile Advanced (Kay Elemetrics) e o espirômetro PonyFx. O teste t de Student foi utilizado para comparação dos resultados entre osindivíduos com DDF e os indivíduos com equilíbrio dentofacial, adotando-se o nível de significância de 5%. Os indivíduos com DDF produziram menor número de emissões por segundo comparados ao grupo controle nas seguintes emissões da DDC: sílaba ka para o total de indivíduos (p=0,049), sequência pataka para o subgrupo Padrão III (p=0,012) e para mulheres (p=0,001). Os parâmetros relacionados à irregularidade dos ciclos de algumas emissões da DDC foram produzidas com valores mais elevados pelos indivíduos com DDF do que o grupo controle : maior coeficiente de variação da intensidade da silaba ta para o total de indivíduos (p=0,016) e para o subgrupo Padrão III (p=0,023); maior valor de desvio-padrão do período da sílaba pa para o total de indivíduos (p=0,046) e para o as mulheres (p=0,036); maior valor de desvio-padrão do período da sílaba ta no subgrupo Padrão III (p=0,047) e para o total de indivíduos (p=0,032); maior valor de perturbação do período da silaba pa para o total de indivíduos (p=0,024) e para as mulheres (p=0,031); maior valor de desvio padrão do período da vogal ï para as mulheres (p=0,027). Em relação ao TMF, os indivíduos com DDF apresentaram valores inferiores do que os indivíduos com equilíbrio dentofacial nas emissões: s para o subgrupo Padrão II (p=0,005) e homens (p=0,019); z para o subgrupo Padrão II (p=0,009); contagem de números para os homens (p=0,044). As medidas extraídas pela espirometria foram semelhantes entre os indivíduos com e sem DDF. Concluiu-se que foram encontradas diferenças entre indivíduos com deformidades dentofaciais, comparativamente a indivíduos com equilíbrio dentofacial, quanto à velocidade, e diversos parâmetros de estabilidade da DDC oral e quanto ao desvio-padrão do período da DDC laríngea. O grupo de pacientes com DDF não apresentou características respiratórias diferentes do grupo controle, mas apresentou valores reduzidos de TMF em emissões que contêm fonemas consonantais. / Individuals presented with maxillomandibular disproportions will show oral miofunctional characteristics peculiar to the type of disproportion they exhibit. Abnormalities in the dento-skeletal relation lead to aesthetic and functional losses, such as modification of the anatomical space of the oral cavity, which may trigger problems in ones voice, and in syllable production, as well as breathing damages.This study aims at understanding the respiratory and phonoarticulatory characteristics in individuals presented with dentofacial deformities, submitted to presurgical orthodontic preparation and verify whether there are differences among individuals presented with dentofacial deformities, as compared to individuals with dentofacial balance. Sixty subjects, in the age range 18 - 40 years, 30 presented with dentofacial deformities and 30 of a control group, participated in the study. Phonoarticulation assessment was performed through diadochokinesia (DDC) of emissions /pa/, /ta/, /ka/, /pataka/, /a/ and /i/; Maximum Time of Phonation (MTP) during the emission of /a/, /i/, /u/, /s/, /z/ and number counting; breathing assessment, including measurements of vital capacity and pneumophonoarticulatory coordination, through spirometry. Softwares Sound Forge (Sony), Mult Speech Main Program and Motor Speech Profile Advanced (Kay Elemetrics) and PonyFx spirometer, were utilized. Student´s t test was used for comparison between the results of individuals presented with DFD and those of individuals with dentofacial balance, by adopting the 5% significance level. Subjects presented with DFD produced a smaller number of emissions, per second, as compared to the control group, in the following DDC emissions: syllable ka for the total of individuals (p=0,049), sequence pataka for the Pattern III subgroupI (p=0,012) and for women (p=0,001). Some DDC emissions were produced with more elevated values by individuals presented with DFD, than the control group, regarding the parameters related to the irregularity of the cycles: greater intensity variation coefficient of the syllable ta for the total of individuals (p=0,016) and for the Pattern III subgroup (p=0,023); greater standard variation value of the pa syllable period for the total of subjects (p=0,046) and for the women (p=0,036); greater SD value of the ta syllable period in the Pattern III subgroup (p=0,047) and for the total of individuals (p=0,032); greater disturbance value of the pa syllable period for the total of individuals (p=0,024) and for the women (p=0,031); greater SD value of the vowel ï period for the women (p=0,027). In relation to Maximum phonation time (MPT), the individuals with DFD presented lower values than subjects with dentofacial balance in the emissions: s for the Pattern II subgroup (p=0,005) and men (p=0,019); z for Pattern II subgroup (p=0,009); counting of numbers for men (p=0,044). The measurements extracted through spirometry were similar among individuals with and without DFD. Differences were found between individuals with dentofacial deformities and individuals with dentofacial balance, as to the speed, and several stabiliity parameters of oral DDC and as to the SD of laryngeal DDC. The group of patients with DFD did not present respiratory characteristics different from those of the control group, but presented reduced MPT values in emissions which contain consonant phonemes.
|
117 |
Alterações funcionais do sistema estomatognático em um grupo de pacientes com rinite alérgica / Functional alterations of the stomatognathic system in a group of pacients with allergic rhinitisLemos, Catiane Maçaira de 07 June 2010 (has links)
INTRODUÇÃO: A respiração oral pode acarretar alterações estruturais e funcionais do sistema estomatognático. As causas mais freqüentes da respiração oral são as obstruções nasais e/ou faríngeas e dentre as obstruções nasais, a rinite alérgica é uma doença cuja incidência vem aumentando. Apesar de haver uma relação direta entre a rinite alérgica e a obstrução nasal e desta com alterações funcionais do sistema estomatognático, são poucos os estudos que investigaram a presença destas alterações em pacientes com rinite alérgica. OBJETIVO: o objetivo deste trabalho foi verificar a presença de alterações das funções de respiração, mastigação, deglutição e fala em pacientes com rinite alérgica e relacioná-las com a intensidade dos sintomas da rinite. MÉTODOS: Esta pesquisa baseou-se em um estudo no qual foram avaliados, consecutivamente, 170 pacientes, de ambos os sexos, com faixa etária entre 6 e 55 anos de idade. Estes pacientes foram divididos em dois grupos: grupo rinite (GR): 85 pacientes com diagnóstico de rinite alérgica persistente e grupo controle (GC): 85 pacientes sem histórico, queixa ou sinais clínicos de obstrução nasal, independente da etiologia e pareados por sexo e idade ao GR. Após a formação dos grupos, os pacientes foram divididos em três subgrupos de acordo com a faixa etária: crianças, 6 a 11 anos; adolescentes, 12 a 18 anos e adultos, 19 a 55 anos. Todos os pacientes passaram por avaliação otorrinolaringológica, fonoaudiológica e oclusal. Foram colhidos os dados referentes às funções de respiração, mastigação, deglutição e fala e dados da consulta médica. Os dados foram comparados e analisados estatisticamente. RESULTADOS: A diferença dos escores de sinais e sintomas entre GR e GC mostrou-se estatisticamente significante. Quando comparada a presença de alteração nas funções estudadas entre GR e GC, foi observada diferença estatisticamente significante no modo respiratório e nos padrões de mastigação e deglutição. A correlação existente entre o escore de obstrução nasal e a presença de alteração funcional foi significante na análise do modo respiratório e do padrão de mastigação. CONCLUSÕES: O paciente com rinite alérgica apresenta alterações funcionais do sistema estomatognático e o aumento do escore de obstrução nasal pode ser considerado um indicativo destas alterações. / INTRODUCTION: the mouth breathing can cause structural and functional alterations on the stomatognathic system. The most frequent causes of mouth breathing are nasal and/or pharyngeall obstructions. Amongst nasal obstructions, allergic rhinitis is a disease which has been spreading. Even though there is a direct relation between rhinitis and nasal obstruction and the latter with functional and orthodontic alterations, few are the studies which observed such alterations in patients with rhinitis. AIM: the aim of this essay was to verify the alterations in respiration, mastication, deglutition, speaking and orthodontic changes present in patients with allergic rhinitis and relate it to the intensity of the symptoms of rhinitis. METHODS: One hundred and seventy (170) patients of both sexes of ages ranging from 6 to 55 years were evaluated. These patients were divided into two groups: rhinitis group (RG): 85 patients with diagnosis of persistent allergic and control group (CG): 85 patients without a history, complaints or clinical signs of nasal obstruction, regardless of etiology and paired by and age with the RG. Each patient was submitted to an otorhinolaryngologic, speech pathologic and orthodontical evaluation. Functional\'s data referring were gathered, as well as data from the medical and orthodontic evaluation. The data were compared and statistically analysed. RESULTS: Otorhinolaryngologic evaluation revealed a significant diference of symptoms\' score between GR and GC. Speech pathologic assessment showed a higher incidence of open lips in patients with allergic rhinitis accompanied by important impairment in mastication and deglutition. Orthodontic evaluation demonstrated a significant difference in occlusal characteristics between GR and GC. We observed significant relation between the score of nasal obstruction and the intensity of respiration and chewing\'s alteration. CONCLUSIONS: the patient with allergic rhinitis displays orthodontic and functional changes and the increase of the nasal obstruction\'s score can be used like an indicative of those alterations.
|
118 |
Efeito de Permetrina, Glifosato e Mancozeb na atividade respiratória e amilolitica de dois solos do estado de São Paulo / not availableSonia de Barros Ostiz 16 September 1991 (has links)
Estudou-se a influencia do inseticida Permetrina, do herbicida Glifosato e do fungicida Mancozeb na atividade respiratória e amilolitica de dois solos de São Paulo (Gley Húmico e Latossolo Vermelho Escuro) através de radiorrespirometria. A Permetrina não apresentou efeito inibidor em ambos os solos estudados. No solo LVE com menor teor de matéria orgânica observou-se aumento da atividade amilolitica. O Glifosfato não apresentou efeito inibidor. No solo LVE a adição do agroquímico resultou em aumento temporário das atividades amiloliticas e respiratória. A adição do Mancozeb no solo GH causou estimulo temporário da atividade respiratória e amilolitica. Em campo a estimulação persistiu. No LVE a respiração foi estimulada, sendo temporária em campo. A atividade amilolitica foi inibida no laboratório, mas não em campo. Analise estatística dos resultados não permitiu determinar correlação entre dados de campo e laboratório. Concluiu-se que os agroquímicos utilizados neste trabalho, quando aplicados individualmente nestes solos, não provocam alterações drásticas na microbiota, e que, o efeito observado depende do tipo de solo / not available
|
119 |
Tempo máximo de fonação: literatura internacional, nacional e análise comparativa da mensuração / Maximum phonation time: international and national literature and Measurement comparative analysisBittencourt, Maria Fernanda de Queiroz Prado 19 December 2016 (has links)
Submitted by Filipe dos Santos (fsantos@pucsp.br) on 2017-01-12T17:50:15Z
No. of bitstreams: 1
Maria Fernanda de Queiroz Prado Bittencourt.pdf: 2082489 bytes, checksum: 74ab6aba3e8b845ee70d61594862cd3c (MD5) / Made available in DSpace on 2017-01-12T17:50:15Z (GMT). No. of bitstreams: 1
Maria Fernanda de Queiroz Prado Bittencourt.pdf: 2082489 bytes, checksum: 74ab6aba3e8b845ee70d61594862cd3c (MD5)
Previous issue date: 2016-12-19 / Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq / Maximum phonation time (MPT) is frequently used by speech therapists in clinics and in surveys in the field of Voice. The description of how it is used, however, varies a lot. AIM: Compare and analyze the different ways MPT is measured in the national and international literature and check if these variations interfere in the final results. METHODS: the thesis comprehends three studies. The first study is a review on how MPT is measured and standardized in the international literature. The second study checks Brazilian literature for the way MPT is measured applying: the sound used; the patient’s position; the assessor’s given order; the type of instruments used and the final average calculation. The third study, based on the second study, establishes four sequences of measurement. These sequences were tested in 60 adults (30 men and 30 women) aged between 18 and 45. RESULTS: in the first study, it was observed that the description of the MPT measurement method doesn’t show clearly all the steps of the process. Besides, the standardization is related to the population of each country. In the national surveys of the second study, what stands out is: the use of vowels (89%); placing the patient standing up (41.8%) and the choice of a longer time for three emissions for the final calculation (30,9%). While testing the sequences in the third study, it was observed a relevant difference in the MPT numbers for men and women and there was no relevant difference in the four sequences. CONCLUSION: in the International literature, it was observed that the process of measurement carried out was not fully described; moreover, the standardization was according to each reality and many times, outdated. In the national literature, it was observed that what was more frequent in the surveys was the use of vowels and the choice of a longer time for three emissions in the MPT final calculation. The data resulting from the different ways of measuring show similarity in relation to how you place the patient and the way the final measurement is calculated / O tempo máximo de fonação (TMF) é utilizado frequentemente por fonoaudiólogos na clínica e nas pesquisas no campo da voz. Apesar de sua aplicação ser frequente a descrição da sua forma de mensuração é muito variada. OBJETIVO: comparar e analisar as formas de aferição do TMF na literatura internacional e nacional e verificar se essas variações interferem no valor final da medida. MÉTODOS: a tese é composta por três estudos. O primeiro estudo é uma revisão da literatura internacional sobre a aferição e padronização do TMF. O estudo 2 investiga nas pesquisas brasileiras as formas de mensuração do TMF segundo: o som utilizado, a posição do sujeito, a ordem dada pelo avaliador, o tipo de instrumento utilizado e o cálculo da média final. O terceiro com baseado nos resultados dos dois estudos anteriores estabelecem quatro sequencias de aferição. Essas foram testadas em 60 adultos (30 mulheres e 30 homens), com idade entre 18 e 45 anos. RESULTADOS: No estudo 1 observou-se que a descrição do método de mensuração do TMF não mostra com clareza todas as etapas. Além disso, a padronização está relacionada com a população de cada país. Nas pesquisas nacionais do estudo 2 o que mais apareceu foi: utilização das vogais (89%), posicionar o sujeito em pé (41.8%) e a escolha do tempo maior de três produções para o calculo final (30,9%). Na testagem das sequencias no estudo 3 foi observado diferença significante entre os valores de TMF de homens e mulheres e não houve diferença significante na comparação entre as quatro sequencias. CONCLUSÃO: em relação à literatura internacional observou-se que a forma de medir foi descrita sem as informações de todo o processo e a padronização é de cada realidade e muitas vezes antiga. Na literatura nacional foi verificado que o mais frequente nas pesquisas foi à utilização das vogais e da escolha do tempo maior de três emissões para calculo final do tempo máximo de fonação. Os dados obtidos nas diferentes formas de mensuração demonstraram semelhança em relação a como posicionar o sujeito e na forma final do cálculo da medida
|
120 |
Respostas respiratórias à hipóxia e hipercapnia de frangos de corte provenientes de ovos incubados em diferentes temperaturas /Capalbo, Aretuza Carregari. January 2013 (has links)
Orientador: Luciane Helena Gargaglioni Batalhão / Coorientador: Lilian Francisco Arantes de Souza / Banca: Lizandra Amoroso / Banca: Mirela Dias Barros / Resumo: A temperatura é um dos requerimentos fisiológicos fundamental para o bom desenvolvimento embrionário de aves. O objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito de alterações da temperatura de incubação sobre parâmetros da incubação (perda de peso dos ovos, eclosão e eclodibilidade, bicagem interna, externa e nascimento e avaliação dos neonatos), ventilação (VE), temperatura corporal (TC) e peso do pulmão e peso do coração em condições basais, e após a exposição à hipóxia (10%O2) ou à hipercapnia (7%CO2) de frango de corte. Foram incubados ovos férteis de matrizes da linhagem Cobb®, com 44 semanas de idade, procedentes de incubatório comercial, de acordo com os seguintes tratamentos: ovos incubados em condições normais de temperatura (37,5ºC); com temperatura elevada (38,5ºC) por 10 dias finais de incubação e com temperatura reduzida (36,5ºC) por 10 dias finais da incubação. Durante a incubação foi observado que a temperatura não afetou eclosão e eclodibilidade. A perda de peso foi maior nos animais incubados em temperatura quente e menor em temperatura fria. A temperatura não influenciou na qualidade dos pintainhos, contudo, ovos incubados em temperatura quente apresentaram redução no tempo de nascimento diferente da temperatura fria que prologa o tempo. Após a eclosão, os animais foram mantidos à temperatura 37,5ºC no 10º e 20º dias de idade e foram avaliados os parâmetros respiratórios e peso do pulmão e coração. Os animais de 10 dias incubados em temperatura fria apresentaram maior resposta ventilatória à hipóxia do que animais incubados em temperatura quente, o que não ocorreu nos animais de 20 dias. Em hipercapnia houve diferença entre os tratamentos tantos em animais de 10 e 20 dias, sendo que animais incubados em temperatura fria apresentaram maior resposta ventilatória com 10 dias e 20 dias comparados ao controle. A hipóxia causou ... / Abstract: The physiological requirements, like temperature, are essential for adequate embryonic development of birds. The aim of this study was to evaluate the effect of changes in temperature on incubation and hatching parameters (eggs' weight loss, hatch and hatchability, internal and external pipping and birth and evaluation of newborns), ventilation (VE), body temperature (Tc) and weight of lungs and heart of broilers in basal conditions and after exposure to hypoxia (10%O2) or hypercapnia (7%CO2). Fertile eggs were incubated arrays Cobb® with 44 weeks old, coming from commercial hatchery, according to the following treatments: eggs incubated at normal temperature (37.5°C), high temperature (38.5°C) and reduced temperature (36.5°C) at 10 final days of incubation. It was observed during incubation that the temperature did not affect hatchability and hatching. The weight loss was greater in animals incubated in high temperature and smaller in warm temperature. The temperature did not affect the quality of the chicks; however, incubated eggs in high temperature decreased the time of birth and cold temperature prolong that time. After hatching, the animals were kept at thermoneutral temperature and between 10 and 20 days old respiratory parameters, the weight of heart and lungs were assessed. Animals of 10 days old incubated in cold temperature had higher ventilatory response to hypoxia than animals incubated in warm temperature, which did not occur in animals of 20 days old. In hypercapnia, there was no difference between treatments in animals of 10 and 20 days old, whereas animals incubated in cold temperature had higher ventilatory response in 10 days and 20 days old compared to control. Hypoxia caused a decrease in Tc in all groups, but the fall was lower at 30 min in animals incubated in warm temperature. Hypercapnia Tc caused to the animals 10 days of age. The weight of lungs and heart ... / Mestre
|
Page generated in 0.036 seconds