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Desenvolvimento, mecanismo e reversão da resistência ao Temephos na linhagem Aedes aegypti (Diptera: Culicidae) Recife-resistente (RecR)

Cibele de Souza Gomes, Tatiane 31 January 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T15:07:24Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo3039_1.pdf: 2500078 bytes, checksum: b93d1edbb699a82170ab820d9edc8267 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2009 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Brasil, desde 1996, levou ao aparecimento de populações de mosquitos resistentes a esse composto. Apesar disso, o produto continua sendo usado pelo governo, exceto nos locais de detecção da resistência, onde foi substituído por larvicidas biológicos. O conhecimento sobre a forma de desenvolvimento e reversão da resistência em campo, bem como os mecanismos que modulam sua manifestação, pouco avançou nos últimos anos, apesar destas informações serem necessárias para a elaboração de esquemas seguros de manejo da resistência. Este trabalho se propôs a avaliar, utilizando uma linhagem de A. aegypti resistente ao temephos, os mecanismos responsáveis, ao menos em parte, por esta resistência, a possibilidade de respostas cruzadas com outros inseticidas e a reversão à susceptibilidade a este composto, em diferentes situações que simulam a realidade em campo. Assim, diferentes gerações da linhagem de A. aegypti, Recife-Resistente, RecR (14ª e 17ª gerações) mantidas sob forte pressão de seleção ao temephos, foram utilizadas. Como controle, utilizou-se uma linhagem padrão de susceptibilidade, a Rockefeller. Ensaios in vivo com concentrações múltiplas do temephos foram realizados para calcular a CL50 e CL90 e definir a razão de resistência (RR) nas diferentes gerações da RecR. A susceptibilidade da RecR a outros inseticidas, como o regulador de crescimento pyriproxyfen e os adulticidas malathion (organofosforado), deltametrina e cipermetrina (piretróides) foi verificada através de bioensaios dose-resposta (DR) e dosediagnóstica (DD). Para estudos preliminares dos mecanismos que conferem resistência, a atividade de enzimas associadas à detoxificação de inseticidas, como a glutationa S-transferase (GST s), esterases (EST s) α e β e oxidases de função mista (MFO s), também foi analisada na RecR. Para o estudo da reversão da resistência foram estabelecidas três sublinhagens. Duas delas foram provenientes da 14ª geração da RecR (RecRF14), sendo que uma foi mantida sem exposição ao temephos (RecRev1) e a outra sem exposição e com introdução de 30% de indivíduos com baixa resistência (RecRev2). A terceira sublinhagem, proveniente da 17ª geração da RecR (RecRF17), além de não ter sido exposta contou com a introdução de 50% de indivíduos susceptíveis-Rockefeller (RecRev3), a cada nova geração. Os resultados demonstraram que a RecR, apesar de altamente resistente ao temephos, apresentou resposta alterada ao pyriproxyfen e à cipermetrina e susceptibilidade à deltametrina e ao malathion, o que revela a inexistência de resistência cruzada aos dois últimos compostos. Todas as enzimas, em especial as GST s, mostraram atividade alterada nas fases adulta e larvária da RecRF17, exceto as MFO s, portanto é possível sugerir o envolvimento do mecanismo metabólico na resistência ao temephos. Quanto à reversão da resistência, observou-se que cessada a pressão de exposição ao temephos, após nove gerações consecutivas, houve uma redução na RR90 de 14 vezes (8,7) e 42 vezes (3,0) para RecRev1 e RecRev2, respectivamente. A RecRev3 recuperou a susceptibilidade ao composto na F3. Estes resultados demonstraram uma queda drástica na RR nas três condições avaliadas, mas revelam que a resistência ao composto não regride rapidamente diante da simples interrupção de seu uso, como observado na RecRev1, que permaneceu com nível intermediário de resistência (RR= 8,7). Por outro lado, os esquemas que tentaram simular condições de campo relativas à migração de indivíduos susceptíveis ou com baixa resistência mostraram-se mais eficientes na recuperação da susceptibilidade, revelando o caráter instável desta resistência. É possível sugerir, por fim, que a resistência ao composto é reversível e que métodos baseados na liberação de machos susceptíveis possam representar mais uma forma de manejar a resistência ao temephos em campo
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Crescimento e desenvolvimento, resistência múltipla aos herbicidas inibidores da EPSPS-ALS e alternativas em pós-emergência para controle de Amaranthus palmeri (S.) Wats / Growth and development, multiple resistance to EPSPS-ALS inhibiting herbicides and post-emergence alternatives to control Amaranthus palmeri (S.) Wats

Acácio Gonçalves Netto 30 January 2017 (has links)
Em 2015, o caruru palmer (Amaranthus palmeri) foi identificado pela primeira vez no Brasil, na região do núcleo algodoeiro do estado de Mato Grosso, em áreas normalmente cultivadas com rotação das culturas de algodão, soja e milho. Esta espécie possui reconhecida importância internacional, no entanto, não se conhece seu comportamento biológico nos sistemas de produção brasileiros. Ainda, também é desconhecido o grau de suscetibilidade do biótipo introduzido no país aos herbicidas, principalmente ao glyphosate e inibidores da ALS, que são os principais herbicidas utilizados para seu controle em outros países. Deste modo, este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de caracterizar o crescimento e desenvolvimento do biótipo de A. palmeri originário do Estado do Mato Grosso, em condição de casa-de-vegetação; caracterizar o nível de resistência deste biótipo ao herbicida glyphosate (inibidor da EPSPS); verificar a existência de resistência múltipla EPSPS-ALS, bem como resistência cruzada entre os grupos químicos dos herbicidas inibidores da ALS; além de testar herbicidas alternativos aplicados em condição de pós-emergência da planta daninha. O biótipo brasileiro de A. palmeri teve rápido desenvolvimento fenológico, com início de emissão de inflorescências aos 50 dias após semeadura; o desenvolvimento fenológico de A. palmeri teve ajuste linear conforme equação y =0,8866.x; o biótipo teve acúmulo máximo de 45 g planta-1, com pico de crescimento absoluto aos 60 DAS; o crescimento da espécie foi considerado moderado quando comparado às espécies nacionais de Amaranthus, bem como aos dados internacionais de A. palmeri. Quanto aos herbicidas inibidores da EPSPS, pôde-se concluir com segurança tratar-se de biótipo resistente ao herbicida glyphosate. Ainda, constatou-se resistência múltipla aos inibidores da EPSPS-ALS. Considerando-se somente os inibidores da ALS, trata-se de população com resistência cruzada entre sulfoniluréias - triazolopirimidinas - imidazolinonas. Estas plantas foram adequadamente controladas pelos seguintes tratamentos herbicidas (g ha-1): fomesafen a 250, lactofen a 168, mesotrione + atrazina a 120 + 1.500, tembotrione + atrazina a 75,6 + 1.500, amônio glufosinato a 400 e paraquat a 400 g i.a. ha-1. O estádio de aplicação de 2 a 4 folhas, com até 5 cm de altura, é o mais indicado para o controle da planta daninha. / In 2015, Palmer amaranth (Amaranthus palmeri) was firstly identified in Brazil, at the cotton nucleus region of the State of Mato Grosso, in areas usually maintained under cotton, soybean and corn crop rotation. This species has recognized importance worldwide, however its biological behavior in Brazilian cropping systems is unknown. In addition, it is also unknown the degree of herbicide susceptibility of the biotype introduced in the country, mainly its susceptibility to glyphosate and ALS inhibiting herbicides, that are the main products used to control this species in other countries. Therefore, this work was developed with the objective of characterizing growth and development of the A. palmeri biotype collected in the state of Mato Grosso, Brazil, under greenhouse condition; verifying the resistance level of this biotype to glyphosate (EPSPS inhibiting herbicide); verifying the existence of EPSPS-ALS multiple resistance, as well as crusade resistance between chemical groups of ALS-inhibiting herbicides; testing alternative herbicides for post-emergence control of this weed. Brazilian biotype of A. palmeri had fast phenological development, with beginning of flowering at 50 days after seeding. Species phenology was adjusted to the linear equation y =0,8866.x. In average, the maximum dry matter accumulated was 45 g plant-1, with edge of absolute growth at 60 DAS. In conclusion, growth parameters of the Brazilian biotype of A. palmeri were considered moderated when compared to national species of Amaranthus, as well as with international data of A. palmeri. Regarding to EPSPS inhibiting herbicides, it was possible to conclude that Brazilian biotype of A. palmeri is glyphosate resistant. Therefore, multiple resistance to EPSPS-ALS inhibiting herbicides was also identified. Considering exclusively ALS-inhibiting herbicides, this population has sulfonilurea-triazolopirimidine-imidazolinone crusade resistance. Plants were adequately controlled with the following herbicides (g ha-1): fomesafen at 250, lactofen at 168, mesotrione + atrazine at 120 + 1,500, tembotrione + atrazine a 75.6 + 1,500, ammonium-glufosinate at 400 and paraquat at 400. Phenological stage of 2 to 4 leaves, with up to 5 cm of height, was the most indicated to Palmer amaranth control.
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Bases para um programa de manejo da resistência de Spodoptera frugiperda (Lepidoptera: Noctuidae) a chlorfenapyr no Brasil / Bases for resistance management program of Spodoptera frugiperda (Lepidoptera: Noctuidae) to chlorfenapyr in Brazil

Kanno, Rubens Hideo 05 February 2019 (has links)
As principais táticas de controle de Spodoptera frugiperda (Lepidoptera: Noctuidae) têm sido o uso de inseticidas e cultivos Bt no Brasil. Devido à intensa pressão de seleção, a evolução da resistência de S. frugiperda aos principais inseticidas de diferentes grupos químicos e a proteínas Bt já foram documentados no Brasil. Sendo assim, estudos para preservar a vida útil de inseticidas com novos mecanismos de ação como a de chlorfenapyr (desacoplador da fosforilação oxidativa mediante a disrupção do gradiente de prótons) são fundamentais em programas de Manejo da Resistência de Insetos (MRI). Para a implementação de programas proativos de manejo da resistência de S. frugiperda a chlorfenapyr, foram conduzidos estudos para caracterizar e monitorar a suscetibilidade de populações de campo de S. frugiperda a chlorfenapyr, estimar a frequência do alelo da resistência a chlorfenapyr pelo método de F2 screen e avaliar a resistência cruzada entre chlorfenapyr e outros inseticidas e proteínas Bt. O método de bioensaio utilizado foi o de tratamento superficial da dieta. Os dados das linhas-básicas de suscetibilidade das populações de campo a chlorfenapyr demonstraram uma variação da CL50 de 13,87 a 25,07 µg/mL. A concentração diagnóstica de 56 µg/mL foi estimada mediante análise conjunta dos dados de linha-básica de suscetibilidade baseada na CL99. A suscetibilidade foi monitorada a partir de populações de campo de S. frugiperda coletadas nas principais regiões produtoras de milho no Brasil entre 2016 e 2018. A taxa de sobrevivência na concentração diagnóstica variou de 0 a 8,4%. Pelo método de F2 screen a frequência alélica estimada nas safras para a 2ª safra 2016 e a 1ª safra 2017 foi de 0,0008 e a frequência para a entressafra 2016-2017 foi de 0,0012. Não foi verificada resistência cruzada entre chlorfenapyr e os inseticidas: lambda-cyhalothrin, chlorpyrifos, lufenuron, teflubenzuron, spinosad e chlorantraniliprole e as proteínas Bt: Cry1F, Cry1A.105/Cry2Ab2, Cry1A.105/Cry2Ab2/Cry1F e Vip3Aa20 expressas em milho geneticamente modificado. Os resultados demonstraram uma alta suscetibilidade das populações de campo a chlorfenapyr, uma baixa frequência do alelo da resistência e ausência de resistência cruzada aos principais inseticidas e proteínas Bt. Portanto, o inseticida chlorfenapyr pode ser utilizado como uma ferramenta em programas de MRI em S. frugiperda no Brasil. / Chemical control and Bt crops are the major control tactics to control Spodoptera frugiperda (Lepidoptera: Noctuidae) in Brazil. Due to intense selection pressure, the evolution of S. frugiperda resistance to major insecticides from different chemical groups and to Bt proteins has already been documented in Brazil. Therefore, studies to preserve the lifetime of insecticides with new mode of action such as chlorfenapyr (uncouplers of oxidative phosphorylation via disruption of the proton gradient) are important in Insect Resistance Management (IRM) programs. For implementing a proactive resistance management program of S. frugiperda to chlorfenapyr, studies were conducted to characterize and monitor the susceptibility of field populations of S. frugiperda to chlorfenapyr, to estimate the frequency of resistance alleles to chlorfenapyr using F2 screen method and to evaluate the cross-resistance patterns of chlorfenapyr and other insecticides and Bt proteins. Diet overlay bioassays was used to characterize the baseline susceptibility data of field population of S. frugiperda to chlorfenapyr. The LC50 ranged from 13.87 a 25.07 µg/mL. A diagnostic concentration of 56 µg/mL was estimated from the joint analysis of the baseline susceptibility data, based on LC99. Susceptibility was monitored from field populations of S. frugiperda collected from major corn growing regions in Brazil from 2016 to 2018. The survival rate at the diagnostic concentration ranged from 0 to 8.4%. Using the F2 screen method, the estimated allele frequency for the 2nd crop season 2016 and 1st crop season 2017 was 0.0008 and the frequency for the offseason 2016-2017 was 0.0012. No cross-resistance was verified between chlorfenapyr and the insecticides: lambda-cyhalothrin, chlorpyrifos, lufenuron, teflubenzuron, spinosad and chlorantraniliprole and to Bt proteins: Cry1F, Cry1A.105/Cry2Ab2, Cry1A.105/Cry2Ab2/Cry1F and Vip3Aa20 expressed in genetically modified maize. The results demonstrated a high susceptibility of field populations of S. frugiperda to chlorfenapyr, a low resistance allele frequency and lack of cross-resistance to major insecticides and Bt proteins. Therefore, chlorfenapyr can be used as an important tool in IRM programs of S. frugiperda in Brazil.
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Resistência a inseticidas em populações de percevejo-do-colmo do arroz Tibraca limbativentris (hemiptera: pentatomidae) / Resistance to insecticides in populations in rice stalk stink bug Tibraca limbativentris (Hemiptera: Pentatomidae)

Maciel, Diogo Nery 13 September 2016 (has links)
Submitted by Erika Demachki (erikademachki@gmail.com) on 2016-10-17T19:20:47Z No. of bitstreams: 2 Dissertação - Diogo Nery Maciel - 2016.pdf: 6569625 bytes, checksum: 88b08e397d1fe85ad26417e8b0f2a08c (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) / Approved for entry into archive by Erika Demachki (erikademachki@gmail.com) on 2016-10-18T17:16:36Z (GMT) No. of bitstreams: 2 Dissertação - Diogo Nery Maciel - 2016.pdf: 6569625 bytes, checksum: 88b08e397d1fe85ad26417e8b0f2a08c (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) / Made available in DSpace on 2016-10-18T17:16:36Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Dissertação - Diogo Nery Maciel - 2016.pdf: 6569625 bytes, checksum: 88b08e397d1fe85ad26417e8b0f2a08c (MD5) license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Previous issue date: 2016-09-13 / The increase in insecticide application for control the rice stalk stink bug Tibraca limbativentris Stal (Hemiptera: Pentatomidae) in irrigated rice in Brazil, has been reported by producers as responsible for loss of effectiveness of some insecticides commonly used to manage this insect and this is the base of this investigation. The insecticides used in this study were: bifenthrin, carbosulfan, etophenprox, λ-cyhalothrin, and thiametoxam. Six populations of insects were collected in producing areas of the states of Tocantins, Goiás and Santa Catarina, Brazil. Insect adults of each population were submitted to discriminant concentrations (LC95s) previously determined for the population collected in natural habitat in Santo Antônio de Goiás, and used as standard susceptible population. The frequency of individuals resistant in the population of Formoso do Araguaia was 76% for carbosulfan, 86% for bifenthrin, 72% for etofenprox, 80% for L-cyalothrin, and 80% for thyamethoxam. Although the frequencies of resistant individuals can be considered low to moderate, it is first report of resistance of T. limbativentris to insecticides. These results indicate the resistance development to other insecticides with different mode of actions, with emphasis to the stink bug populations of Formoso do Araguaia-TO. These results also indicates a possible occurrence of crossed a resistance or multiple in that population. / O aumento no uso de inseticidas ​​para o controle do percevejo-do- colmo Tibraca limbativentris Stal 1860 (Hemiptera: Pentatomidae) em lavouras de arroz irrigado no Brasil, associado a relatos de produtores sobre perda de eficácia dos produtos comumente usados, embasaram a condução desta investigação sobre a possível ocorrência de resistência aos inseticidas: bifentrina, carbosulfan, etofenproxi, lambda-cialotrina e tiametoxan. As populações de insetos foram coletadas em seis áreas de produção de arroz irrigado nos estados de Tocantins, Goiás e Santa Catarina, Brasil. Insetos adultos destas populações foram estabelecidos em gaiolas teladas de criação em casa de vegetação e em laboratório foram submetidos a concentrações discriminantes (LC 95 s) estimadas para a população de Santo Antônio de Goiás, coletada em ambiente natural e usada como população-padrão de susceptibilidade. As frequências de mortalidade de indivíduos para a população de Formoso do Araguaia foi de 76% para o inseticida carbosulfan, 86% para bifentrina, 72% para etofenproxi, 80% para L-cialotrina e de 80% para o inseticida tiametoxan. Embora as frequências de indivíduos resistentes encontradas sejam consideradas de baixas a moderadas, trata-se do primeiro registro de T. limbativentris resistentes a inseticidas e, já se percebe a extensão do problema com relação ao desenvolvimento de resistência a produtos de diferentes grupos e modos de ação, principalmente na região produtora de Formoso do Araguaia- TO. Os resultados desta pesquisa indicam uma possível ocorrência de resistência cruzada ou múltipla nessa população.
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Ozônio como alternativa de manejo de resistência à fosfina / Ozone as alternative for phosphine resistance management

Sousa, Adalberto Hipólito de 28 February 2007 (has links)
Made available in DSpace on 2015-03-26T13:30:15Z (GMT). No. of bitstreams: 1 texto completo.pdf: 526506 bytes, checksum: 599838531677d80fdf541112b66fb2cd (MD5) Previous issue date: 2007-02-28 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / The objectives of the present study were to evaluate the ozone toxicity to populations of Tribolium castaneum, Rhyzopertha dominica and Oryzaephilus surimanensis, to determine if there is cross resistance between ozone and phosphine; to verify if there is relationship between the ozone toxicity and respiratory metabolism of the insects; to determine the reproductive standards of the populations in the absence of selective pressure and provide evidence of adaptive costs associated with phosphine resistance. Sixteen Brazilian populations of T. castaneum, 11 of R. dominica and nine of O. surinamensis were collected from the states of Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná and São Paulo. In the toxicity bioassays, the concentration of the ozone was fixed in 150 ppm (2 L min-1 flow). The lethal exposure time for 50 or 95% of mortality (TL50 and TL95) of each insect population was estimated through time-response bioassays and used to calculate respective resistance ratios (RRs). The respiratory and instantaneous growth rates (ri) of each population of three species were evaluated. In addition, the development and population growth rate of two phosphine resistant and two susceptible populations of each specie were evaluated. None of the tested populations showed ozone resistance. The resistance ratios at TL50 of the populations of T. castaneum, R. dominica and O. surinamensis ranged, respectively, from 1.00 to 1.76, 1.03 to 1.32, and 1.0 to 1.58- fold. In contrast, some of these populations showed high resistance to phosphine, indicating that there was no cross resistance between ozone and phosphine. Different respiratory standards were observed among the populations of each species, suggesting that ozone toxicity was not influenced by the respiratory metabolism of insects. Different reproductive standards were found in the development and populational growth rates, where some phosphine resistant populations showed adaptative costs in the absence of the insecticide. Since these populations did not show ozone resistance, independent of the resistance or susceptibility to phosphine, ozone can be one of the major eco-friendly alternative to phosphine for use in managing resistant pest populations. / Este trabalho teve por objetivos avaliar a toxicidade do ozônio a populações de Tribolium castaneum, Rhyzopertha dominica e Oryzaephilus surimanensis; determinar se existe resistência cruzada entre o ozônio e a fosfina; averiguar se há relação entre a toxicidade do ozônio e o metabolismo respiratório dos insetos; determinar os padrões reprodutivos das populações na ausência de pressão seletiva e prover evidências de custos adaptativos associados à resistência à fosfina. Foram utilizadas 16 populações brasileiras de T. castaneum, 11 de R. dominica e nove de O. surinamensis coletadas nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e São Paulo. Nos bioensaios de toxicidade, fixou-se a concentração do ozônio em 150 ppm, em fluxo contínuo de 2 L min-1. Os tempos letais para causar 50 e 95% de mortalidade (TL50 e TL95) de cada população foram estimados por meio de bioensaios de tempo-resposta e usados para calcular as respectivas razões de resistência (RRs). Os padrões da taxa respiratória e do crescimento instantâneo (ri) de cada população das três espécies foram avaliados. Adicionalmente, foram avaliadas as taxas de desenvolvimento e de crescimento populacional de duas populações resistentes à fosfina e duas susceptíveis de cada espécie. Nenhuma das populações estudadas mostrou resistência ao ozônio. A razão de resistência para os TL50 das populações de T. castaneum, R. dominica e O. surinamensis variou, respectivamente, de 1,00 a 1,76; 1,03 a 1,32; e 1,0 a 1,58 vezes da população de maior para a de menor susceptibilidade. Por outro lado, algumas destas populações apresentam elevada resistência à fosfina, indicando que não há resistência cruzada entre o ozônio e a fosfina. Foram observados diferentes padrões respiratórios entre as populações de cada espécie, indicando que a toxicidade do ozônio não teve relação com o metabolismo respiratório dos insetos. Diferentes padrões reprodutivos foram verificados nas taxas de desenvolvimento e de crescimento populacional, onde algumas populações resistentes à fosfina apresentaram custo adaptativo na ausência do inseticida. Como essas populações não mostraram resistência ao ozônio, independentemente de serem resistentes ou susceptíveis à fosfina, é possível que o ozônio venha a se tornar uma alternativa ao uso da fosfina nos programas de manejo de resistência a esse fumigante.
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Resistência fisiológica e comportamental de populações de Sitophilus zeamais à permetrina, esfenvalerato e esfenvalerato + fenitrotiona / Physiological and behavioral resistance of populations of Sitophilus zeamais to permethrin, esfenvalerate and esfenvalerate + fenitrothion

Corrêa, Alberto Soares 13 February 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2015-03-26T13:30:23Z (GMT). No. of bitstreams: 1 texto completo.pdf: 819713 bytes, checksum: bc07208206271366ce40b847926f6f9c (MD5) Previous issue date: 2009-02-13 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / The maize weevil, Sitophilus zeamais Motschulsky, 1855 (Coleoptera: Curculionidae) is considered the main pest of stored maize in Brazil and its control is achieved mainly by insecticides. The massive and intensive use of these compounds may lead to selection of resistant populations and consequently compromise the control efficacy of this insect pest in Brazilian storage facilities. This work was a survey of physiological and behavioral resistance to the insecticides esfenvalerate, permethrin and the insecticide mixture esfenvalerate + fenitrothion in 27 populations of S. zeamais collected in several Brazilian counties and Paraguay, and also investigated possible costs associated with this phenomenon. The insects were subjected to concentration-mortality bioassays to determine the lethal concentrations LC50 and CL95. The populations were also subjected to two walking trials on surfaces treated and untreated with dried insecticide residues for detection of behavioral resistance. We also determined the instantaneous rate of population increase (ri), maize consumption and body mass of individuals of each population. We also determined the respiration rate, as well as amylase and lipase activity of the insects from each population as an indication of their metabolic rate. The concentrationmortality bioassays indicated resistance ratios ranging from 0.63 to 66.65x for esfenvalerate, 1.00 to 5.02x for the insecticide mixture esfenvalerate + fenitrothion from 0.79 to 69.59x for permethrin compared with the susceptible standard population (Sete Lagoas). These results indicate a decrease in pyrethroid resistance in Brazilian populations of maize weevil compared with previous studies. The behavioral characteristics of walking in treated area varied among populations and sex. There was avoidance to permethrin- and esfenvalerate- treated surfaces by females from different populations. There was no correlation between physiological and behavioral resistance, indicating that physiological resistance is independent of behavioral resistance in the populations tested. There was no significant difference in the instantaneous rate of increase (ri), body mass and respiration rate among the insects. In contrast, there were significant differences in food consumption and amylase and lipase activity among populations. Therefore, we conclude that there was no fitness cost associated with levels of resistance observed in the populations studied. / O caruncho do milho, Sitophilus zeamais Motschulsky, 1855 (Coleoptera: Curculionidae) é considerado a principal praga do milho armazenado no Brasil, sendo o seu controle realizado principalmente por inseticidas. A utilização maciça e intensa destes compostos pode levar à seleção de populações resistentes e, conseqüentemente, à diminuição da eficiência do controle deste inseto-praga em armazéns brasileiros. Neste trabalho foi realizado um levantamento da resistência fisiológica e comportamental aos inseticidas esfenvalerato, permetrina e a mistura esfenvalerato + fenitrotiona em 27 populações de S. zeamais coletadas em várias cidades brasileiras e no Paraguai, investigando também, possíveis custos adaptativos relacionados ao fenômeno. Os insetos foram submetidos a bioensaios de concentração-mortalidade com determinação das concentrações letais CL50 e CL95. As populações foram também submetidas a dois ensaios de caminhamento em superfície tratada e não-tratada com resíduo seco de inseticida para detecção de resistência comportamental. Foram também determinados a taxa instantânea de crescimento populacional (ri), o consumo de grão de milho e massa corporal dos indivíduos de cada população estudada. Determinou-se ainda a taxa respiratória, a atividade de amilase e de lipase como indicativo da taxa metabólica dos insetos. Os resultados dos bioensaios de mortalidade indicaram variação da razão de resistência de 0,63 a 66,65 vezes para esfenvalerato, de 1,00 a 5,02 vezes para a mistura esfenvalerato + fenitrotiona e de 0,79 a 69,59 vezes para permetrina em relação à população padrão de suscetibilidade (Sete Lagoas). Estes resultados indicam uma diminuição da resistência a piretróides em populações brasileiras de caruncho do milho em relação a estudos anteriores. As características comportamentais de caminhamento na área tratada variaram entre as populações e sexo. Houve repelência de fêmeas para permetrina e esfenvalerato quando comparado entre as populações. Não foi detectada correlação entre a resistência fisiológica e a resistência comportamental, evidenciando que a resistência fisiológica é independente da resistência comportamental nas populações testadas. Não se detectou diferença significativa na taxa instantânea de crescimento (ri), na massa corpórea e na taxa respiratória dos insetos. Detectou-se diferenças no consumo alimentar e na atividade de amilase e atividade de lipase entre as populações testadas. Assim, podemos concluir que não houve custo adaptativo associado aos níveis de resistência verificados nas populações estudadas.

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