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Análise de risco em projetos de investimentos

Canali, Ronaldo Valente January 1975 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção. / Made available in DSpace on 2012-10-15T19:30:51Z (GMT). No. of bitstreams: 0Bitstream added on 2013-07-16T16:35:16Z : No. of bitstreams: 1 260929.pdf: 2170754 bytes, checksum: d6887836dccc62b71d519837073c362f (MD5)
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Aversão ao risco em crianças

Moreira, Bruno César de Melo January 2008 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Sócio-Econômico. Programa de Pós-Graduação em Economia / Made available in DSpace on 2012-10-23T16:03:33Z (GMT). No. of bitstreams: 1 260098.pdf: 720209 bytes, checksum: 58e571aa172df498c8b4ed0621bb557e (MD5) / A Teoria da Utilidade Esperada (TUE) - teoria econômica que domina a análise de tomada de decisão sob risco - assinala que os indivíduos adultos são racionais, maximizadores de utilidade, e por possuírem função utilidade estritamente côncava, quando se deparam com duas opções de escolha com o mesmo ganho médio, mas diferentes níveis de incerteza, evitam escolher a mais arriscada. Desta forma, comportam-se de maneira avessa ao risco. Aversão ao risco seria, portanto, o caso default em humanos adultos, o mesmo ocorrendo em inúmeras espécies de animais (RODE et al., 1999; BATESON, 2002). No entanto, estudo recente da neurobiologia (McCOY e PLATT, 2005) constatou que macacos, em um experimento envolvendo apostas visuais, se mostravam sistematicamente propensos ao risco. Tais observações apontam na direção da existência de algumas variáveis que influenciam no processo de tomada de decisão e que não foram contempladas pela TUE, entre elas os processos neurais envolvidos na tomada de decisão e o fator aprendizagem. Assim, para se avaliar como estas variáveis afetam as escolhas em humanos, replicou-se os experimentos realizados anteriormente por McCoy e Platt (2005) em crianças. O intuito era avaliar se a aversão ao risco é uma característica inata ao indivíduo ou se variáveis como aprendizagem e características biológicas e psico-neurológicas influenciam na formação destas preferências. Os resultados obtidos indicaram, então, que, de maneira semelhante aos macacos, as crianças se mostraram propensas ao risco e que experiências passadas, conforme sugerido pela Teoria da Aprendizagem, possuem significativa participação no processo de aversão ao risco em humanos. Além disso, sexo, indivíduos caracterizados como de comportamento agressivo e a razão entre o tamanho dos dedos indicadores e anelares, um indício do nível de testosterona intra-uterina, também revelaram-se fatores importantes no processo. The Expected Utility Theory (EUT) - economic theory that dominates the analysis of decision making under risk - indicates that adult humans are rational, maximizers of utility , and because they present a strict concave utility function, when confronted with two options of the same mean value but differing in uncertainty, adult humans typically avoid choosing the risky option. Thus, they seem to be risk averse. Aversion to the risk would be, therefore, the case default in adult human, the same was observed in many species of animals (RODE et al., 1999; BATESON, 2002). However, a recent neurobiology study (McCOY and PLATT, 2005) showed that monkeys systematically prefer the risky targets in a visual gambling task. These observations point in the direction of the existence of some variables that influence decision-making process and that were not contemplated by the EUT. Thus, to assess how these variables affect the choices in humans we pretend to replicate in children, the same experiments carried out previously by McCoy and Platt (2005). The intention would be to evaluated if risk aversion is an innate characteristic to the individual or if such variables like learning and biological and psycho-neurological characteristics could influence the formation of these preferences. The results indicates that, in similar way to monkeys, the children shown to be risk prone and that past experiences, as suggested by the Theory of Learning, had significant participation in the process of aversion to risk in humans. Furthermore, sex, an aggressive behavior and the ratio between the size of the second and fourth fingers, an indicative of the level of intra-uterine testosterone, also proved to be important factors in the process.
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Um estudo sobre os determinantes do prêmio de risco da dívida pública no Brasil

Loureiro, André Soares 26 February 2003 (has links)
Made available in DSpace on 2008-05-13T13:16:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 1441.pdf: 645343 bytes, checksum: 0cc631c33b65eb40ced264c85f820225 (MD5) Previous issue date: 2003-02-26 / O objetivo deste trabalho é identificar os determinantes do prêmio de risco da dívida pública no Brasil, uma vez que a redução deste permitirá que as taxas de juros na economia brasileira sejam compatíveis com um maior crescimento econômico. Os resultados empíricos obtidos não rejeitam as hipóteses dos modelos de Dornbusch (1983), e sua posterior extensão ao caso italiano por Cottarelli, C. e Mecagni, M. (1990), e de Romer (2000), de que uma melhora dos fundamentos econômicos reduz o prêmio de risco da dívida pública. Em particular, concluímos que as variáveis relacionadas a indicadores fiscais explicam os movimentos da medida de prêmio de risco utilizada, o spread over treasury do C-bond.
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Alocação de capital para cobertura de risco de mercado de taxas de juros de natureza pré-fixada

Arcoverde, Guilherme Lins 26 November 1999 (has links)
Made available in DSpace on 2008-05-13T13:16:58Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 1999-11-26
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Identificação do fator estocástico de descontos e algumas implicações sobre testes de modelos de consumo

Araújo, Fabio 12 June 2003 (has links)
Made available in DSpace on 2008-05-13T13:17:06Z (GMT). No. of bitstreams: 1 1438.pdf: 376985 bytes, checksum: 133e17e161abdd19bb448c1472a7c569 (MD5) Previous issue date: 2003-06-12 / Retornando à utilização de técnicas de séries de tempo para a estimação de parâmetros das preferências dos indivíduos, este trabalho investiga o tradicional problema do consumo intertemporal ótimo do tipo CCAPM por um novo ângulo. Se apresentam dois estimadores para o fator estocástico de descontos independentes da especificação de funções utilidade, que são utilizados para a agregação das informações disponíveis sobre os retornos dos ativos da economia. A metodologia proposta é aplicada para dados do Brasil, para o período do plano Real, e dos Estados Unidos, para um período iniciado em 1979. Na parte empírica do trabalho obtem-se dois resultados. Primeiro, obtem-se uma estimativa para o grau americano de aversão ao risco de 2,1 - mais de 10 vezes menor que o comumente encontrado na literatura. Segundo, é estimado um grau de aversão ao risco de 2,3 no caso brasileiro, o que está em linha com trabalhos anteriormente publicados.
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Risco sistêmico e regulação bancária no Brasil

Datz, Marcelo Davi Xavier da Silveira 13 December 2002 (has links)
Made available in DSpace on 2008-05-13T13:17:08Z (GMT). No. of bitstreams: 1 1446.pdf: 377368 bytes, checksum: 60a75b63b132af363e92fde992acf9d1 (MD5) Previous issue date: 2002-12-13 / This research analyses the measures adopted in Brazil to reduce the risk of systemic financial crises. A comparison between these measures and the suggestions of the Multilateral Organisms is made, looking for evaluating the degree of adherence to the international standards of reference. Some models presented intend to explain the occurrence of systemic crises in the financial system and examine the reasons that turn it into a more vulnerable sector for the occurrence of these events. / Esta dissertação analisa as medidas adotadas no Brasil para reduzir o risco de ocorrência de crises financeiras sistêmicas. É feita uma comparação entre estas medidas e às sugeridas pelos Organismos Multilaterais, procurando avaliar o grau de aderência aos padrões internacionais de referência. São apresentados alguns modelos que procuram explicar a ocorrência de crises sistêmicas, examinando as razões que tornam este setor mais vulnerável a ocorrência destes eventos.
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Avaliando questionários de risco e o comportamento do investidor sobre a ótica de behavioral finance

Souza, Camila Rossi Vianna de 15 August 2005 (has links)
Made available in DSpace on 2008-05-13T13:47:47Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2041.pdf: 768622 bytes, checksum: 03fe8fa975967c0d861b8ae037aec845 (MD5) Previous issue date: 2005-08-15 / Financial risk tolerance is assumed to be a fundamental issue underlying a number of financial decisions. For this reason, researchers have long been interested in understanding the relationship between personal financial risk tolerance and factors as diverse as life cycle and asset allocation decisions. The risk questionnaire is therefore one of the instruments available, but there are few, if any, generally recognized instruments designed to ascertain someone’s financial risk tolerance or preference. This paper objective is to evaluate three risk assessment questionnaires from different institutions but with a behavioral finance focus. The behavioral finance perspective show us the psychological aspects of the investor that arise when people form beliefs and preferences. By knowing how the investor behaves, the financial consultant may try to educate and bring the investor back to a rational portfolio decision. The modern theory of finance also highlights that investors preferences – in particular impatience and aversion to risk – do influence optimal portfolios. Having that in mind, on of the roles of the financial consultant is to understand how investors forms their preferences, so they may help investors making optimal portfolio decisions in the long run. / Tolerância ao risco é fundamental quando se tomam decisões financeiras. No entanto, a avaliação da tolerância ao risco tem se baseado ao longo dos anos em diferentes metodologias, tais como julgamentos heurísticos e a teoria da utilidade esperada que tem como base a hipótese dos mercados eficientes. Foi dentro desta ótica que este trabalho se desenvolveu. O objetivo é analisar três diferentes questionários de avaliação ao risco que são na prática amplamente utilizados por consultores financeiros. Foi assumido para isso que os investidores são considerados racionais, conhecem e ordenam de forma lógica suas preferências, buscam maximizar a 'utilidade' de suas escolhas, e conseguem atribuir com precisão probabilidades aos eventos futuros, quando submetidos a escolhas que envolvam incertezas. No entanto, em uma análise preliminar dos questionários, estes poderiam estar utilizando conceitos de behavioral finance para avaliarem a tolerância ao risco, ao invés de utilizarem somente a metodologia tradicional da teoria da utilidade esperada. Dessa forma tornou-se necessário o estudo dos conceitos de behavioral finance. O primeiro capítulo então trata dos aspectos psicológicos do investidor, procurando entender como este se comporta e como este forma suas preferências. Apesar do estudo assumir racionalidade nas decisões, se a teoria de behavioral estiver correta e os investidores apresentarem desvios a racionalidade, como a teoria prospectiva afirma, o questionário poderia ser o veículo ideal para identificar tais desvios, sendo possível então educar e orientar o indivíduo em suas escolhas financeiras, afim de maximizá-las. O capitulo dois coloca a análise dos questionários inserida no contexto da teoria moderna de finanças, falando das escolhas de portfólio para investidores de longo prazo. O capítulo mostra de forma bem resumida e simplificada como o investidor maximiza a sua utilidade da riqueza. A idéia desse capítulo é entender como alguns julgamentos heurísticos assumidos na prática por consultores financeiros afetam as escolhas de portfólio e em quais condições esses julgamentos heurísticos são verdadeiros. Isso se torna importante pois os questionários mesclam medidas de risco com horizonte de investimentos do investidor. Estes questionários são utilizados para traçar uma política de investimentos completa para o investidor. Para cada perfil de risco encontrado a instituição traça um modelo de alocação de portfólio. O capítulo três trata da avaliação dos questionários em si tendo como base a teoria da utilidade esperada, os conceitos de behaviral finance e as lições tiradas das escolhas de portfólio para investidores de longo prazo.
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Risco operacional em tesourarias bancárias

Belém, Átila Cruz de Sousa January 2004 (has links)
Made available in DSpace on 2009-11-18T18:56:30Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2004 / This dissertation develops an study about the operational risk in the banking treasury and its objective is to elaborate an explaining model of the impact of this phenomenon on the treasury's result. The study begins with a research about the banking firm modeling presented on the specialized literature, aiming to know the state of art conceming the modeling of this sort of organization. Following, the banking treasury is characterized, objectifying the identification of it' s mIe and importance for the banking organization. On sequence, the work presents the general concept of risk and the c1assification in use by the financiaI industry and also disserts about the operational risk and it's importance for the banking management. At the end ofthe study, the operational risk model in treasuries is developed and is demonstrated it's influence on the treasury's final result. As a general conc1usion, it can be verified that major probabilities of operational failure occurrence are associated to a mino r treasury efficiency, with a negative impact on it's result. / Esta dissertação desenvolve um estudo sobre o risco operacional nas tesourarias bancárias e tem por objetivo elaborar um modelo explicativo do impacto desse fenômeno no resultado da tesouraria. O estudo inicia com uma pesquisa dos modelos de firma bancária presentes na literatura especializada, visando conhecer o estado da arte da modelagem desse tipo de organização. Em seguida, é caracterizada a tesouraria bancária, com o objetivo de identificar seu papel e importância para a organização bancária. Na seqüência, o trabalho apresenta o conceito geral de risco e a classificação utilizada pela indústria financeira e também disserta sobre o risco operacional e sua importância para o gerenciamento dos bancos. Ao final do estudo, é desenvolvido o modelo de risco operacional em tesouraria e demonstrada sua influência no resultado final da tesouraria. Como conclusão geral, verifica-se que maiores probabilidades de ocorrência de falhas operacionais estão associadas a menor eficiência da tesouraria, com conseqüente impacto negativo no resultado.
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Os fundamentos do investment grade brasileiro

Marins, Guilherme January 2009 (has links)
Submitted by Thalita Cristine Landeira Portela Faro (thalita.faro@fgv.br) on 2011-07-13T19:30:33Z No. of bitstreams: 1 1420018.pdf: 3006586 bytes, checksum: d6f5d4e0e3d192cb0aa9f91b1c3efb04 (MD5) / Approved for entry into archive by Thalita Cristine Landeira Portela Faro (thalita.faro@fgv.br) on 2011-07-13T19:30:57Z (GMT) No. of bitstreams: 1 1420018.pdf: 3006586 bytes, checksum: d6f5d4e0e3d192cb0aa9f91b1c3efb04 (MD5) / Made available in DSpace on 2011-07-13T19:32:16Z (GMT). No. of bitstreams: 1 1420018.pdf: 3006586 bytes, checksum: d6f5d4e0e3d192cb0aa9f91b1c3efb04 (MD5) Previous issue date: 2009 / Nos últimos anos temos assistido um número cada vez maior de países sendo avaliados pelas principais agências de risco de crédito no que tange às suas condições estruturais, conjunturais políticas. Em um mundo onde financiamento de dívidas um negócio que envolve níveis de risco consideráveis, em que episódios de default não são eventos muito raros, ter uma boa avaliação entre as agências de risco pode representar importante marca de qualidade, útil para reduzir incerteza dos investidores. Em 2008 vimos Brasil obter tão sonhado Investment Grade por parte das agencias de risco. Agora, dado crise de crédito que assolou o mundo em setembro do ano passado, que queremos entender melhor através deste trabalho é se Brasil tinha os fundamentos necessários para ter obtido este rating. Para isso, iremos analisar quais as variáveis que impactam as chances de os países alcançarem uma mudança no grau de risco através do modelo probit pretendemos estimar qual probabilidade do Brasil manter este rating nos próximos anos.
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Análise de risco sistêmico no mercado financeiro brasileiro

Silva, Eron Magno Aguiar e January 2014 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Sócio-Econômico, Programa de Pós-graduação em Economia, Florianópolis, 2014 / Made available in DSpace on 2015-02-05T21:17:20Z (GMT). No. of bitstreams: 1 330213.pdf: 746745 bytes, checksum: 723714b9959665c560f67469e39c73ae (MD5) Previous issue date: 2014 / O objetivo deste trabalho é avaliar a contribuição das principais instituições financeiras para o risco sistêmico do mercado financeiro brasileiro no período 2009-2013. Além de estimar a medida VaR (Valor em Risco) de cada instituição isoladamente, o trabalho centra a atenção, principalmente, no risco sistêmico, aplicando a métrica ?CoVaR de Adrian e Brunnermeier (2011), estimada através de modelos multivariados de heterocedasticidade condicional (MGARCH), às maiores empresas do mercado financeiro nacional listadas na bolsa de valores BM&F Bovespa. Foi possível construir uma matriz de contágio que mede as inter-relações entre a rentabilidade dos papéis das empresas estudadas, identificando assim, as empresas que mais contagiam e as que mais são contagiadas diante de um estresse financeiro. Também foi analisada, a relação entre o valor de mercado e a contribuição ao risco sistêmico dessas instituições financeiras. Os resultados obtidos mostram, principalmente, que medidas de risco individuais, tais como VaR, muito empregadas atualmente pelos órgãos reguladores, não refletem necessariamente o risco sistêmico, haja vista que nas sete empresas estudadas, o VaR (medida de risco de uma empresa isoladamente) e o ?CoVaR (medida de risco sistêmico) são correlacionados negativamente. Por outro lado, os resultados indicam forte relação entre o tamanho de uma empresa no mercado financeiro e o risco sistêmico produzido por ela.<br> / Abstract: The objective of this study is to evaluate the contribution of major financial institutions to the systemic risk of the Brazilian financial market in 2009-2013. In addition to estimating the VaR (Value at Risk) measure of each institution separately, the work focuses attention principally on the systemic risk, applying the metric ?CoVaR of Adrian and Brunnermeier (2011), estimated by multivariate models of conditional heteroscedasticity (MGARCH), to the largest companies in the national financial market listed on the BM & FBovespa stock exchange. It was possible to build a matrix of contagion which measures the interrelationships between the stock profitability of the companies studied, thereby identifying the companies that cause more contagion and the ones that are more affected by the contagion referring to a financial stress. It was also analysed the relationship between market value and the contribution to the systemic risk of these financial institutions. The achieved results show mainly that individual risk measures such as VaR, very frequently used by regulator organs, do not necessarily reflect the systemic risk, given that in the seven companies studied in this paper, the VaR (risk measure of a company alone) and the ?CoVaR (measure of systemic risk) are negatively correlated. On the other hand the results indicate a strong relationship between the size of a company in the financial market and the systemic risk produced by it.

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