• Refine Query
  • Source
  • Publication year
  • to
  • Language
  • 1413
  • 62
  • 35
  • 15
  • 13
  • 13
  • 13
  • 8
  • 7
  • 5
  • 2
  • 1
  • 1
  • 1
  • 1
  • Tagged with
  • 1537
  • 653
  • 342
  • 328
  • 296
  • 264
  • 216
  • 207
  • 201
  • 191
  • 190
  • 188
  • 186
  • 159
  • 150
  • About
  • The Global ETD Search service is a free service for researchers to find electronic theses and dissertations. This service is provided by the Networked Digital Library of Theses and Dissertations.
    Our metadata is collected from universities around the world. If you manage a university/consortium/country archive and want to be added, details can be found on the NDLTD website.
31

Revisão taxonômica de Phimophis COPE, 1860 (SERPENTES, PSEUDOBOINI)

Alvares, Diego Janisch January 2014 (has links)
O gênero Phimophis possui uma ampla distribuição geográfica que abrange boa parte das Américas do Sul e Central. Apesar de recentes mudanças na composição do gênero e nas relações dentro de Pseudoboini, as espécies de Phimophis nunca foram alvo de uma revisão taxonômica ampla. No presente trabalho reconhecemos cinco taxa específicos: Phimophis guerini (DUMÉRIL, BIBRÓN & DUMÉRIL 1854), endêmica do Brasil e com distribuição principalmente em áreas de Cerrado; Phimophis guianensis (TROSCHEL 1848) com distribuição em áreas de Savana do norte da América do Sul e América Central e Phimophis vittatus (BOULENGER 1896) distribuída em áreas do Chaco Seco Argentino, Boliviano e Paraguaio. Com base na análise de caracteres morfológicos, foram identificados dois novos taxa sem nome disponível e são, portanto, propostas duas espécies novas: Phimophis sp “1” distribuída nas regiões campestres do sul do Brasil e Nordeste Argentino e Phimophis sp”2” que ocorre nas regiões de Chaco Úmido da Argentina e Paraguai. Foram identificadas e descritas a variação morfológica de cada um dos taxa bem como informações sobre a localização do material tipo e comentários taxonômicos de P. guerini, P. guianensis e P. vittatus
32

Ascomicetos associados a plantas da reserva natural da Embrapa Cerrados, Distrito Federal

Souza, Bruno Cézar Pereira de 21 February 2017 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Fitopatologia, Programa de Pós-Graduação em Fitopatologia, 2017. / Submitted by Raquel Almeida (raquel.df13@gmail.com) on 2017-07-17T16:42:12Z No. of bitstreams: 1 2017_BrunoCézarPereiradeSouza.pdf: 9312888 bytes, checksum: 7df0cb8fa8bc90f65a1d16584a555d88 (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana (raquelviana@bce.unb.br) on 2017-07-27T18:00:15Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2017_BrunoCézarPereiradeSouza.pdf: 9312888 bytes, checksum: 7df0cb8fa8bc90f65a1d16584a555d88 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-07-27T18:00:15Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2017_BrunoCézarPereiradeSouza.pdf: 9312888 bytes, checksum: 7df0cb8fa8bc90f65a1d16584a555d88 (MD5) Previous issue date: 2017-07-27 / Considerando a carência de conhecimento das espécies fúngicas no Cerrado, este trabalho de identificação de espécies objetivou prover informação sobre os microfungos da reserva naturtal da Embrapa Cerrados. Foram realizadas coletas no período de julho de 2015 a março de 2016, onde 136 amostras de plantas foram coletadas. As amostras foram depositadas na Coleção Micológica do Herbário da Universidade de Brasília (CMHUB). Foram documentados ascomicetos parasitando plantas provenientes de 15 famílias botânicas distintas. Foram descritos seis ascomicetos conidiais, sendo três celomicetos e três hifomicetos, além de 28 ascomicetos sexuados, totalizando 34 ascomicetos. Dentre estes há uma provável espécie nova de hifomiceto pertencente à Zasmidium, um provável gênero novo de Phyllachoraceae e dez prováveis espécies novas de ascomicetos sexuados que foram apenas parcialmente definidas em termos taxonômicos, são elas: Ophiociliomyces, Dothidasteromella, Lembosia, Stomiopeltis, Nematostoma, Dyctyopeltis, três espécies de Phyllachora e uma de Vonarxella. Também foram registrados seis novos hospedeiros para fungos já conhecidos. / Considering the lack of knowledge of fungal species in the Cerrado, this study on species identification aimed to provide information about the microfungi found in the natural reserve of Embrapa Cerrados. Samples were collected from July 2015 to March 2016, when 136 plant samples were obtained. The samples were deposited in the Mycological Collection of the Herbarium of the University of Brasília (CMHUB). Ascomycetes were documented parasitizing plants from 15 different botanical families. Six conidial ascomycetes were described, being three coelomycetes and three hyphomycetes, besides 28 sexual ascomycetes, totalizing 34 ascomycetes. Among these there is a probable new species of hyphomycete belonging to Zasmidium, a probable new genus of Phyllachoraceae and ten probable new species of sexual ascomycetes that were only partially defined in taxonomic terms, which are: Ophiociliomyces, Dothidasteromella, Lembosia, Stomiopeltis, Nematostoma, Dyctyopeltis, three species of Phyllachora and one of Vonarxella. Six new hosts were also registered for fungi already known.
33

Revisão taxonômica das espécies de Paspalum L., grupo Parviflora (Poaceae, Paspaleae)

Moura, Clapton Olimpio de 22 February 2017 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Botânica, Programa de Pós-Graduação em Botânica, 2017. / Submitted by Albânia Cézar de Melo (albania@bce.unb.br) on 2017-08-14T14:57:31Z No. of bitstreams: 1 2017_ClaptonOlimpiodeMoura.pdf: 6301449 bytes, checksum: f90bdca25a529330298ffc0c53d3474b (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana (raquelviana@bce.unb.br) on 2017-09-29T21:36:20Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2017_ClaptonOlimpiodeMoura.pdf: 6301449 bytes, checksum: f90bdca25a529330298ffc0c53d3474b (MD5) / Made available in DSpace on 2017-09-29T21:36:20Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2017_ClaptonOlimpiodeMoura.pdf: 6301449 bytes, checksum: f90bdca25a529330298ffc0c53d3474b (MD5) Previous issue date: 2017-09-29 / Poaceae é uma das maiores famílias botânicas em número de espécies e uma das mais importantes para a espécie humana, ecológica e economicamente. O gênero Paspalum L. possui mais de 350 espécies e é um dos mais diversos dentre as gramíneas (Poaceae). Nativo das Américas, possui poucas espécies fora do novo continente. Historicamente o gênero foi subdividido em grupos Informais, ou seja, grupos de espécies sem categoria taxonômica. O grupo Parviflora distingue-se por possuir touceiras com as folhas normalmente concentradas na base, espiguetas diminutas, com gluma superior e lema inferior geralmente delicados. Atualmente o grupo conta com sete espécies: P. clavuliferum C. Wright, P. crispatum Hack., P. hyalinum Nees ex Trin., P. minarum Hack., P. multicaule Poir., P. parviflorum Rhode ex Flüggé e P. scalare Trin. Todas possuem registro para o Brasil. Foram realizadas análises morfológicas e micromorfológicas das espécies do grupo Parviflora. As contribuições em Microscopia Eletrônica de Varredura são inéditas por utilizarem todas as peças das espiguetas, não só o antécio superior, e geraram caracteres importantes para a distinção das espécies do grupo. As espécies do grupo foram circunscritas; algumas espécies, como P. hyalinum e P. scalare necessitam de abordagens além da morfológica (exemplo: citogenética) para que possam ser melhor delimitadas intraespecificamente. / Poaceae is one of the largest botanical families in number of species and one of the most important for the human species, ecologically and economically. Paspalum L. has more than 350 species and is one of the most diverse genera among the grasses. Native of the Americas, has few species outside of the new continent. Historically the genus was subdivided into Informal groups (groups of species without taxonomic category). The Parviflora group is distinguished by having culms with leaves normally concentrated in the base, tiny spikelets with upper glume and lower lemma usually delicate. Currently the group has seven species: P. clavuliferum C. Wright, P. crispatum Hack., P. hyalinum Nees ex Trin., P. minarum Hack., P. multicaule Poir., P. parviflorum Rhode ex Flüggé and P. scalare Trin. All are registered to Brazil. Morphological and micromorphological analyzes of the species of the Parviflora group were carried out. The contributions in Scanning Electron Microscopy are inedited, because were used all the parts of the spikelets, not only the upper anthecium, and they generated important characters for the distinction of the species of the group. The species of the Parviflora group were circumscribed; Some species such as P. hyalinum and P. scalare require approaches other than morphology (e.g. cytogenetics) to be better delimited intraspecifically.
34

Subtribo Myrciinae DC. e Myrceugenia O.Berg : tratamento taxonômico, flora e adequações nomenclaturais da coleção de glaziou para os estados Goiás e Tocantins / Myrciinae O.Berg and Myrceugenia O.Berg : taxonomic treatment, flora and nomenclatural adjustments of Glaziou’s collection to Goiás and Tocantins states

Rosa, Priscila Oliveira 23 October 2015 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Botânica, Programa de Pós-Graduação em Botânica, 2015. / Submitted by Fernanda Percia França (fernandafranca@bce.unb.br) on 2016-04-28T19:19:18Z No. of bitstreams: 1 2015_PriscilaOliveiraRosa_Parcial.pdf: 300567 bytes, checksum: d01394123ea7da1b1c1b41ea760a98de (MD5) / Approved for entry into archive by Patrícia Nunes da Silva(patricia@bce.unb.br) on 2016-05-18T12:04:57Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_PriscilaOliveiraRosa_Parcial.pdf: 300567 bytes, checksum: d01394123ea7da1b1c1b41ea760a98de (MD5) / Made available in DSpace on 2016-05-18T12:04:57Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_PriscilaOliveiraRosa_Parcial.pdf: 300567 bytes, checksum: d01394123ea7da1b1c1b41ea760a98de (MD5) / Subtribo MyrciinaeO.Berg e MyrceugeniaO.Berg: Tratamento taxonômico, flora e adequações nomenclaturais da coleção de Glaziou para os estados Goiás e Tocantins. Myrtaceae é uma família botânica de distribuição tropical, que chega à parte sul de regiões temperadas e apresenta pouca representatividade na África. Myrteae, a tribo de distribuição neotrópica, é subdividida em três subtribos: Myrciinae, Myrtiinae e Eugeniinae, sendo Myrciinae e Myrceugeniaos focos do presente trabalho. Myrceugeniafoi inserida em Myrciinae por ter embrião análogo ao mircioide, mas de morfologia foliar e floral diferentes. O gênero continua apresentando posição incerta entre as subtribos de Myrteae enquanto estudos são aprofundados. Uma das poucas coletas de Myrceugeniafeitas na área de estudo e o motivo de inserir o gênero nesse trabalho é um registro histórico feito por Glaziou, cuja coleção também foi analisada. O objetivo desse trabalho foi realizar o tratamento taxonômico da flora de Myrciinae e Myrceugeniapara os estados de Goiás e Tocantins, a adequação nomenclatural da coleção de Glaziou e analisar a distribuição geográfica de Myrceugenia no estado de Goiás. Além de expedições de coleta a locais pouco estudados, vários herbários nacionais e internacionais foram inventariados para a confecção desse trabalho. 56 espécies de Myrciinae e Myrceugeniaforam tratadas, sendo que Goiás apresenta 53 espécies e Tocantins 22, várias sinonimizações foram feitas a fim de facilitar a compreensão da flora local. Glaziou deu nome a 27 espécies de Myrcia, porém como seus nomes não foram corretamente publicados eles são considerados nomen nudum. A análise dessa coleção levou à conexão entre os nomes de Glaziou a nomes válidos de Myrciae a publicação de três espécies novas. A última coleta de Myrceugeniaem Goiás se deu há 50 anos, porém através de análises morfológicas e climatológicas evidenciou-se que há uma população dessa espécie no Pico das Almas – BA. / MyrciinaeO.Berg and MyrceugeniaO.Berg: Taxonomic treatment, flora and nomenclatural adjustments of Glaziou’s collection to Goiás and Tocantins states. Myrtaceae is a botanic family of tropical distribution that can reach the southern of temperate regions and with few species in Africa. Myrteae, the tribe with neotropic distribution, is divided in three subtribes: Myrciinae, Myrtiinae and Eugeniinae, and Myrciinae and Myrceugeniaare the aim of this project. Myrceugeniawere placed in Myrciinae for its analogMyrciinae embryo but its floral and leaf morphology are divergent. The genus continues to be unplaced between the Myrteae subtribes while more research is settled. One of the few collections of Myrceugeniaat the studied area, and the reason to study this genus is a Glaziou historic registry. The aim of this project were to do a taxonomic treatment of Myrciinae and MyrceugeniaFlora for Goiás and Tocantins states, the nomenclatural adjustment of Glaziou’s collection and to analyze the geographic distribution of Myrceugeniaat the studied area. In addition to field expeditions to poorly known localities at the studied area, the most important Brazilian and European herbaria were personally inventoried to make this thesis. 56 species of Myrciinae and Myrceugeniawere taxonomically treated; Goiás has 53 species and Tocantins 22. A high number of synonimizations were made to build a more comprehensive local flora and taxonomic entities as well. Glaziou baptized 27 species of Myrciafor Goiás although his scientific names were not validly published so they are considered all nomennudum. The analysis of this collection lead to a connection between Glaziou’s names to valid and accepted scientific names in Myrciaand the publication of three new species. The last collection of Myrceugeniain Goiás was made 50 years ago, but through morphological and weather conditions analysis came to light a population of this species at Pico das Almas – BA.
35

Meliolaceae em plantas do Cerrado

Soares, William Rosa de Oliveira 29 February 2012 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Fitopatologia, 2012. / Submitted by Tania Milca Carvalho Malheiros (tania@bce.unb.br) on 2012-05-11T16:14:42Z No. of bitstreams: 1 2012_WilliamRosaOliveiraSoares_Parcial.pdf: 9914177 bytes, checksum: 03281b5c24a571a50d595d3978a5f926 (MD5) / Rejected by Marília Freitas(marilia@bce.unb.br), reason: inserir resumo. on 2012-05-14T16:41:38Z (GMT) / Submitted by Tania Milca Carvalho Malheiros (tania@bce.unb.br) on 2012-05-15T12:55:26Z No. of bitstreams: 1 2012_WilliamRosaOliveiraSoares.pdf_Parcial.pdf: 9938693 bytes, checksum: f4411fea09fdf2a22b5cd4b945dc5cb7 (MD5) / Approved for entry into archive by Marília Freitas(marilia@bce.unb.br) on 2012-05-16T17:44:45Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2012_WilliamRosaOliveiraSoares.pdf_Parcial.pdf: 9938693 bytes, checksum: f4411fea09fdf2a22b5cd4b945dc5cb7 (MD5) / Made available in DSpace on 2012-05-16T17:44:45Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2012_WilliamRosaOliveiraSoares.pdf_Parcial.pdf: 9938693 bytes, checksum: f4411fea09fdf2a22b5cd4b945dc5cb7 (MD5) / Vinte espécies diferentes pertencentes à família Meliolaceae foram documentadas parasitando membros de treze famílias de plantas hospedeiras, provenientes de diversas regiões do cerrado brasileiro. Desse total, doze são prováveis espécies novas, três são prováveis variedades novas e cinco espécies já conhecidas. Das doze primeiras, nove espécies pertencem ao gênero Meliola, duas ao gênero Appendiculella e uma ao gênero Irenopsis, Já as variedades, pertencem ao gênero Meliola. Além disso, Anemopaegma acutifolium, Merremia contorquens, Sweetia fruticosa, Eriosema congestrum, Albizia polyantha, Sorocea guilleminiana e Psycotria melaneoides, foram, pela primeira vez, relatados como hospedeiras de melioláceos. Além disso, nove das espécies estudadas se constituíram em novos registros para os estados em que foram coletadas. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT / Twenty different fungal species collected in several areas of the Brazilian Cerrado, belonging in family Meliolaceae and infecting members of thirteen plant families were described, illustrated, and identified. Twelve samples belong probably in new species, three new varieties, and finally five were known species. Among the first group nine are Meliola, three Appendiculella species and one Irenopsis. All varieties detected are Meliola species. The host plants, Anemopaegma acutifolium, Merremia contorquens, Sweetia fruticosa, Eriosema congestrum, Albizia polyantha, Sorocea guilleminiana and Psycotria melaneoides, for the first time listed as hosts of meliolaceous fungi. Also, nine of the species studied are new records for the states where they were collected.
36

Filogenia e revisão taxonômica do gênero SCLERONEMA (SILURIFORMES: TRICHOMYCTERIDAE)

Santos, Juliano Ferrer dos January 2016 (has links)
A monofilia do gênero Scleronema (Siluriformes: Trichomycteridae), sua posição taxonômica dentre os tricomicterídeos e as relações internas são investigadas através de uma análise integrada de dados morfológicos e moleculares. Uma análise filogenética de evidência total incluindo nove espécies de Scleronema como grupo interno (três nominais e seis reconhecidas como novas) e 24 espécies como grupo externo contemplando todas as subfamílias de Trichomycteridae foi realizada com base em 192 caracteres morfológicos e 2728 caracteres moleculares. Os resultados suportam o monofilia do gênero Scleronema e suas espécies estão agrupadas em dois clados irmãos, grupo Scleronema operculatum e grupo Scleronema minutum, diagnosticáveis através de caracteres da morfologia externa, osteologia e padrão de coloração. O grupo Scleronema operculatum é composto por Scleronema operculatum e uma espécie nova proposta e descrita. O grupo Scleronema minutum compreende Scleronema angustirostre, S. minutum e seis espécies novas reconhecidas, cinco delas descritas aqui. A monofilia de todas as subfamílias de Trichomycteridae foram recuperadas com exceção de Trichomycterinae. A afinidade do gênero Scleronema com os membros das subfamílias Glanapteryginae, Sarcoglanidinae, Stegophilinae, Tridentinae e Vandelliinae é corroborada e discutida. / The monophyly of the genus Scleronema (Siluriformes: Trichomycteridae), its taxonomic position and the internal relationships are investigated through an integrated analysis of morphological and molecular data. A total evidence phylogenetic analysis including nine species of Scleronema in the ingroup (three nominal species plus six recognized as new), and 24 species as outgroup, including all subfamilies of Trichomycteridae, was performed on the basis of 192 morphological and 2728 molecular characters. The results support the monophyly of the genus Scleronema. Its species are grouped into two sister clades, the Scleronema operculatum group and the Scleronema minutum group, diagnosed by characters of external morphology, osteology and color pattern. The Scleronema operculatum group consists of Scleronema operculatum and one new species described here. The Scleronema minutum group comprises Scleronema angustirostre, S. minutum and six new species, five described herein. The monophyly of all subfamilies of Trichomycteridae were recovered except for Trichomycterinae. The affinity of the genus Scleronema with members of the subfamilies Glanapteryginae, Sarcoglanidinae, Stegophilinae, Tridentinae and Vandelliinae is supported and discussed.
37

Holopothrips Hood, 1914 (THYSANOPTERA: PHLAEOTHRIPIDAE) : relações filogenéticas e diversidade

Lindner, Mariana Flores January 2018 (has links)
Holopothrips (Thysanoptera: Phlaeothripidae) é um gênero Neotropical de tripes frequentemente associados a galhas. Dez das 36 espécies atualmente descritas foram coletadas de galhas, em sua maioria indutores destas estruturas, mas pelo menos duas espécies são invasoras de galhas abandonadas de Cecidomyiidae. Duas espécies do gênero foram coletadas causando danos em plantas cultivadas: Holopothrips ananasi em abacaxi, e Holopothrips fulvus em caju, e uma nova espécie descrita neste trabalho é referida como praga em feijoa. Apesar do interesse ecológico do hábito galhador e do potencial interesse econômico, Holopothrips ainda é um grupo pouco estudado, com muitas espécies conhecidas apenas da série tipo, e diversos espécimes sem identificação em coleções ao redor do mundo. Além disso, a diagnose do grupo é limitada, com várias espécies apresentando exceções ou modificações dos caracteres usados para identificar o gênero. Com isso, questionamentos acerca da monofilia de Holopothrips têm sido feitos nos últimos 20 anos. Neste trabalho buscamos preencher algumas destas lacunas no conhecimento de Holopothrips, descrevendo 24 novas espécies, realizando um estudo comparativo da variação morfológica existente no grupo (principalmente interespecífica), elaborando uma chave de identificação ilustrada, e realizando uma análise filogenética do gênero. A partir deste trabalho, o gênero passa a ter 60 espécies reconhecidas, das quais 30 possuem registro de associação com galhas, muitas das quais são ilustradas neste trabalho. Os estudos morfológicos serviram de base para a criação de uma matriz com 140 caracteres e 87 terminais, que foi analisada com base em um critério de parcimônia. Apesar dos valores de suporte obtidos nas análises serem muito baixos para uma revisão da classificação do gênero, foi possível observar algumas tendências nas topologias e otimizações dos caracteres diagnósticos do grupo, que são discutidos. Assim, esperamos prover a base taxonômica e sistemática necessária para a correta identificação do gênero, e para futuros estudos ecológicos e evolutivos desses tripes galhadores. / Holopothrips Hood (Thysanoptera: Phlaeothripidae) is a Neotropical genus of thrips frequently associated to plant galls. Ten out of 36 known species were collected from galls, most of them being the inducers of such structures, but at least two species are invaders of Cecidomyiidae abandoned galls. Two species of the genus were collected damaging crops: Holopothrips ananasi in pineapple, and Holopothrips fulvus in cashew; and a new species described in this work is recorded as a pest in feijoa. Despite the ecological interest in the galling habit and the potential economic importance of the group, the genus Holopothrips is still poorly studied, with several species known only from the type series, and many specimens without identification in collections across the world. Moreover, the diagnosis of the group is limited, with several species having exceptions or modifications of the characters used to identify the genus. With this, questions about the monophyly of Holopothrips have been made in the last twenty years. In this work we attempt to fill in some of these gaps in the knowledge about Holopothrips, describing 24 new species, performing a comparative study of the morphological variation observed in the group (mainly interspecific), proposing an illustrated identification key, and perform a phylogenetic analysis of the genus. With this work, the genus now comprises 60 known species, 30 of them recorded in association with galls, several of which are illustrated here. The morphological studies served as the basis for the creation of a matrix with 140 characters and 87 terminals, which was analyzed using parsimony. Despite the very low support values obtained in the analyses, which do not allow the revision of the systematics of the group, it was possible to observe some tendencies in the topologies and optimization of diagnostic characters of Holopothrips, which are discussed. Thus, we hope to provide the needed taxonomical and systematic basis for the correct identification of the genus, and for future ecological and evolutive studies of these galling thrips.
38

Taxonomia, paleoecologia e paleofitogeografia de frondes pecopterídeas do neopaleozóico da América do Sul

Vieira, Carlos Eduardo Lucas January 2004 (has links)
Os estudos desenvolvidos com amostras pecopterídeas do Eeopermiano (Formação Rio Bonito) e Neopermiano (Formação Rio do Rastro), da Bacia do Paraná (Brasil), bem como do Eopermiano (Formação Copacabana) e Neopermiano (Formação Chutani) do Grupo Titicaca (Bolívia), produziram importantes resultados taxonômicos, paleoecológicos e fitogeográficos, ressaltando o papel destes elementos nas paleofloras do Neopaleozóico sulamericano. As análises taxonômicas permitiram estabelecer novos padrões espaciais de ocorrência, um novo modelo de evolução morfológica às frondes pecopterídeas polimórficas, bem como corrigir alguns erros nomenclaturais. Asterotheca PRESL é considerado um morfo-gênero de pecopterídea fértil e não um gênero natural como proposto originalmente. A. tem Pecopteris BRONGNIART como estágio estéril obrigatório, mas A. não é necessariamente o único estágio fértil possível de P. As diagnoses de A. piatnitzkyi FRENGUELLI e P. pedrasica READ são aqui emendadas. A. piatnitzkyi é registrada pela primeira vez no Brasil (na Formação Rio Bonito, Eopermiano da Bacia do Paraná) e A. cf. A. anderssonii HALLE e P. anderssonii são registradas na Bolívia (na Formação Copacabana, Eopermiano do Grupo Titicaca). Embora sejam taxonomicamente indefinidos, a presença de Asterotheca sp. 1, P. sp. 1, P. sp. 2, P. sp. 3 e P. sp. 4 em estratos eopermianos da Bolívia (Formação Copacabana, Grupo Titicaca) e de A. sp. 2, A. sp. 3, P. sp. 5, P. sp. 6 e P. sp. 7 em estratos neopermianos do Brasil (Formação Rio do Rasto, Bacia do Paraná) estabelecem novos padrões de diversidade pecopterídea para o Neopaleozóico sul-americano. Análises tafonômicas possibilitaram a proposição de dois modelos distintos de preservação de pecopterídeas, no qual espécies férteis correspondentes a Asterotheca e estéreis correspondentes a Pecopteris, acabam simulando a aparência de Dizeugotheca. Foram reconhecidas diferenças ecomorfológicas qualitativas entre associações pecopterídeas do Eopermiano e Neopermiano da América do Sul, bem como diferenças quantitativas entre as associações Neopermianas. Nas associações pecopterídeas do Eopermiano predominam os caracteres hidromórficos, enquanto que nas do Neopermiano predominam caracteres xeromórficos. Neste último caso, há também uma diferença qualitativa entre as associações pecopterídeas da margem oeste e do interior do Gondvana. Tais distinções estão de acordo com os modelos paleoecológicos e paleoambientais vigentes. A estrutura demográfica homogênea observada nas associações pecopterídeas estudadas concordam com o modelo vegetacional decidual proposto historicamente à Flora Glossopteris. As pecopterídeas estrearam na América do Sul no Neocarbonífero, na Flora Euroamericana existente em sua região norte, mas alcançaram a região sul ainda neste tempo. A evolução das pecopterídeas ao longo do Eopermiano da América do Sul indica um aumento no grau de endemismo, sendo diretamente proporcional à distância que tais elementos encontrem-se da Flora Euro-americana e ao tempo. Na Flora Glossopteris da América do Sul é possível reconhecer quatro regiões distintas: Área Andina; Área Patagônica; Área Sul-Brasileira; e Área Norte. Durante o Neopermiano da América do Sul, as altas taxas de diversidade inter-específica foram mantidas, mas a maioria das antigas pecopterídeas foram completamente substituídas por novos elementos. Como resultado destes re-arranjos florístico, mas somente duas distintas regiões puderam ser reconhecidas: Área Norte e Área Sul. / Studies made herein with pecopterid samples from Eopermian (Rio Bonito Formation) and Neopermian (Rio do Rasto Formation) of Paraná Basin (Brazil) and from Eopermian (Copacabana Formation) and Neopermian (Chutani Formation) of Titicaca Group (Bolivia) brought important taxonomical, paleoecological and phytogeographical results. The taxonomic analyses allowed establish new spatial occurrence patterns, new model of morphologic evolution to polymorphic pecopterid fronds and solve some nomenclatural mistakes. In this sense, Asterotheca PRESL is here considered as a fertile pecopterid morpho-genus and not a natural genus as originally proposed. A. have obligatory Pecopteris BRONGNIART as your sterile stage, but A. is not necessarily the only fertile stage of P. The diagnosis of A. piatnitzkyi FRENGUELLI and P. pedrasica READ are here enlarged. For the first time, A. piatnitzkyi is recorded in Brazil (in Rio Bonito Formation, Eopermian of Paraná Basin), and A. cf. A. anderssonii HALLE and P. anderssonii BRONGNIART are recorded in Bolivia (in Copacabana Formation, Eopermian of Titicaca Group). Although they are taxonomically undefined, the presence of Asterotheca sp. 1, Pecopteris sp. 1, P. sp. 2, P. sp. 3 e P. sp. 4 in Bolivian Eopermian beds (Copacabana Formation, Titicaca Group), and of A. sp. 2, A. sp. 3, P. sp. 5, P. sp. 6 and P. sp. 7 in Brazilian Neopermian beds (Rio do Rasto Formation, Paraná Basin) establish new pecopterid diversity patterns to South-American Neopaleozoic. Taphonomic analyses permitted propose two distinct models of pecopterid preservation, in which fertile specimens of Asterotheca and sterile specimens of Pecopteris simulated the Dizeugotheca ARCHANGELSKY & De La SOTA appearance. There is predominance of hidromorphic features in Eopermian pecopterid associations and of xeromorphic features in Neopermian pecopterid associations. In this last case, there are also quantitative differences between the xeromorphic features observed in western and inner pecopterid Gondvana associations. These distinctions deal with current paleoecological and paleoenvironmental models. The homogeneous demographic structure observed in the studied pecopterid associations deal with the decidual model historically proposed to Glossopteris Flora. The pecopterids debut in South America during the Neocarboniferous, in the Euroamericam Flora existent in its north region, but they reach the south region evens in this time. The evolution of pecopterids throughout South American Permian shown an increase in endemism levels, which are directly proportional to its Euroamerican Flora distance and to the time. Four distinct regions are recognised in the Eopermian of South America Glossopteris Flora: the Andean Area, the Patagonian Area, the South-Brazilian Area and the North Area. During the Neopermian of South America, the inter-specific diversity persisted high but a lot of ancient pecopterids are replaced by new elements. As a result of this floristic rearrangement, only two distinct regions were distinguished: the North Area and the South Area.
39

Estudo taxonômico do gênero Hypericum L.(Hypericaceae) no Rio Grande do Sul, Brasil

Ely, Cleusa Vogel January 2014 (has links)
Hypericum é o maior gênero da família Hypericaceae, comportando cerca de 500 espécies no mundo. No Brasil, o estado com o maior número de espécies de Hypericum é o Rio Grande do Sul, que concentra 19 das 22 espécies citadas para o país, o que corresponde a quase 90% da diversidade do gênero no Brasil. No entanto, dificuldades referentes à delimitação taxonômica de categorias infraespecíficas e entre espécies comprometem a autenticidade de pesquisas em outras áreas do conhecimento, além de negligenciar a riqueza específica do gênero Hypericum no País. Por esta razão, o presente estudo teve como objetivos: 1) realizar o levantamento das espécies do gênero Hypericum no Rio Grande do Sul, a fim de contribuir para o conhecimento da flora nativa; 2) fornecer subsídios para a identificação das espécies de Hypericum ocorrentes no Rio Grande do Sul por meio de chave dicotômica, descrições morfológicas, ilustrações, fotografias, mapas de distribuição geográfica, entre outras informações. Durante o estudo taxonômico foram realizadas expedições de coleta para todas as regiões fisiográficas do Estado, além da revisão de 14 herbários da Região Sul do Brasil e Argentina. No total, foram analisadas e corrigidas cerca de 1050 exsicatas e rodados aproximadamente cinco mil quilômetros, nos quais foram coletados cerca de 230 espécimes referentes a 19 espécies de Hypericum. Todo o material herborizado foi incluído no herbário ICN. Nesse trabalho, aumentamos para 23 o número de espécies citadas para o Brasil e 20 para o Rio Grande do Sul. Dentre as espécies encontradas no Estado, 17 estão citadas na Lista de Espécies da Flora do Brasil sendo que as demais, correspondem às novidades desse trabalho (uma nova citação para o país e duas espécies inéditas para a ciência). Além disso, foram aceitas sinonimizações envolvendo H. brasiliense s.l. e propostas seis novas sinonimizações envolvendo H. carinatum, H. cordatum, H. myrianthum e H. rigidum. Todas as espécies de Hypericum foram avaliadas quanto ao grau de ameaça, sendo que seis espécies foram indicadas para a Lista de Espécies da Flora Ameaçada do Rio Grande do Sul.
40

Filicíneas e licófitas epífitas na planície costeira do Rio Grande do Sul, Brasil:florística,estrutura comunitária e distribuíção espacial

Machado, Leticia dos Santos January 2015 (has links)
Resumo não disponível

Page generated in 0.0268 seconds