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Gênero Pinnularia Ehrenberg (Bacillariophyceae) nos sistemas de águas prestas da Bacia Amazônica Brasil:taxonomia e distribuíção geográfica

Pereira, Andreia Cavalcante January 2014 (has links)
O presente estudo teve como objetivo realizar o inventário das espécies e variedades taxonômicas do gênero Pinnularia, ao longo do curso superior, médio e inferior do rio Negro, incluindo rios tributários e igarapés. No laboratório, sub-amostras foram oxidadas para a montagem das lâminas permanentes. No curso superior e médio rio Negro o estudo baseou-se em amostragens de plâncton e de perifíton efetuadas em 55 estações em março de 2005. Os resultados revelam a presença 53 táxons, sendo Pinnularia mayeri Krammer e P. romanorum Metzeltin & Lange-Bertalot primeiras citações de ocorrências para a Amazônia brasileira. Quanto à distribuição, a maior porcentagem foi de organismos raros (58,5 %) seguido de esporádicos (32,07%) e frequentes (9,43 %). O rio Negro apresentou maior riqueza específica em relação aos seus tributários. A beta diversidade demonstrou que a distribuição dos táxons na bacia do rio Negro foi homogênea (ß-1= 19,07). A homogeneidade na distribuição dos táxons deve-se provavelmente ao período de enchente em que foram realizadas as amostragens, quando o rio transborda do seu leito e invade as áreas marginais, inundando-as em diferentes graus de intensidade. Este fluxo torna os ambientes mais ricos em microalgas e mais homogêneos. No curso inferior do rio Negro, o trabalho foi conduzido a partir da análise de amostras coletadas na coluna d’água, em escala mensal, entre os meses de outubro de 2002 a setembro de 2003. Onze espécies e quatro variedades foram identificadas, sendo P. sterrenburgii var. sterrenburgii Metzeltin & Lange-Bertalot e P. subgibba var. capitata Metzeltin & Krammer, primeiras citações de ocorrência para o rio Negro. A maior riqueza de espécies ocorreu entre os meses de outubro a dezembro de 2002, período de águas baixas, quando houve provavelmente maior interação entre água e sedimento possibilitando aporte de indivíduos da região bentônica. Considerando a ocorrência dos táxons ao longo do estudo, P. confirma foi considerada frequente, estando presente em mais de 50% das amostras analisadas. O presente estudo revelou também quatro novas espécies que foram descritas para a Ciência.
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Sistemática e taxonomia de Hyphessobrycon luetkenii (Boulenger, 1887) (CHARACIFORMES: CHARACIDAE)

Weiss, Fernanda Elisa January 2013 (has links)
Characidae é a maior e a mais diversificada família de Characiformes, entretanto, a maioria de seus agrupamentos internos, tanto a nível genérico como supragenérico, não pode ser diagnosticada como grupos monofiléticos. A situação é ainda mais problemática no que se refere aos gêneros com grande número de espécies, definidos por caráteres não informativos sob o ponto de vista filogenético. Entre os gêneros mais numerosos de Characidae estão Hyphessobrycon Durbin e Astyanax Baird & Girard. Uma das espécies mais problemáticas sob o ponto de vista filogenético é Hyphessobrycon luetkenii (Boulenger, 1887) cuja distribuição conhecida engloba drenagens do Rio Grande do Sul e Uruguai, rios costeiros do Rio de Janeiro e bacia do rio Paraguai; no entanto, as diferentes populações da espécie apresentam a linha lateral completa ou interrompida, caráter usualmente empregado na distinção entre os gêneros Astyanax e Hyphessobrycon. Uma análise filogenética para testar possíveis relações entre Hyphessobrycon luetkenii com algumas espécies de Astyanax de drenagens costeiras do leste do Brasil, e as espécies de Deuterodon Eigenmann, que compartilham alguns caráteres relacionados ao padrão de cor da mancha umeral e formato da dentição, é aqui realizada. A hipótese das relações filogenéticas de 240 táxons foi construída com base em 365 caráteres, analisados no software TNT utilizando o método de “pesos implícitos”. As árvores obtidas com pesos implícitos com os valores de “k” de 21.9687 e 24.5965, foram mais estáveis do que as restantes, resultando numa árvore de consenso com 2702 passos (IC = 14; RI = 65). Hyphessobrycon luetkenii constitui um clado monofilético juntamente com Astyanax giton Eigenmann 1908, A. hastatus Myers 1928, A. intermedius Eigenmann 1908, A. jenynsii (Steindachner 1877), A. parahybae Eigenmann 1908, A. ribeirae Eigenmann 1911 e A. taeniatus (Jenyns 1842) denominado “clado A. ribeirae”, que foi recuperado como grupo irmão do gênero Deuterodon, monofilético. Hyphessobrycon luetkenii é transferido para o gênero Astyanax que se conforma melhor ao conhecimento atual de suas relações. A espécie é diagnosticada pela presença de linha lateral incompleta ou interrompida com 9-18 escamas perfuradas, dentes na série interna do pré-maxilar com seis a sete cúspides, nadadeira anal com iii-v, 20-24 raios e pela presença de uma mancha umeral verticalmente alongada e relativamente arredondada com uma extensão estreita ventralmente, conferindo um formato geral de vírgula. Sua distribuição é restringida para o sistema dos laguna dos Patos, e bacias dos rio Uruguai, Negro, Paraguai, Tramandaí e Mampituba. / Characidae is the largest and most diverse family of Characiformes; however, most of the generic and supra-generic groups cannot be diagnosed as monophyletic. The situation is more problematic in a genera with a large number of species, defined by uninformative characters under a phylogenetic framework. Among the more species rich genera are Hyphessobrycon Durbin and Astyanax Baird & Girard. One of the most problematic species under a phylogenetic standpoint is Hyphessobrycon luetkenii (Boulenger, 1887) whose distribution encompasses drainages of Rio Grande do Sul and rio Uruguay, coastal rivers of Rio de Janeiro and rio Paraguay basin; however, different populations of this species have the lateral line complete or interrupted, characters usually used to distinguish the genera Astyanax from Hyphessobrycon. A phylogenetic analysis to test possible relationships of Hyphessobrycon luetkenii with some species of Astyanax from coastal drainages of eastern Brazil and species of Deuterodon Eigenmann,(that share some characters similarities related to the color patterns of the humeral spot and analogous teeth shape), is performed herein. The hypothesis of relationships of 240 taxa was built based on 365 characters, analyzed in the TNT software using the method of “implied weights”. The trees obtained under implied weights with “k” values of 21.9687 and 24.5965, which were more stable than the remaining ones, and summarized in a strict consensus tree with 2702 steps (CI = 14; RI = 65). Hyphessobrycon luetkenii constitutes a monophyletic clade along with Astyanax giton Eigenmann 1908, A. hastatus Myers 1928, A. intermedius Eigenmann 1908, A. jenynsii (Steindachner 1877), A. parahybae Eigenmann 1908, A. ribeirae Eigenmann 1911 and A. taeniatus (Jenyns 1842) herein denominated “A. ribeirae clade”, that was recovered as a sister group of the monophyletic genus Deuterodon. Hyphessobrycon luetkenii is transferred to the genus Astyanax, which better conforms to the current knowledge about its relationships. The species is diagnosed by the presence of an incomplete or interrupted lateral line with 9-18 perforated scales, teeth in the inner row of premaxilla with six to seven cusps, anal-fin with iii-v, 20-24 rays with and the presence of a humeral spot vertically elongate and relatively rounded with a narrow extension ventrally, presenting a general shape of a comma, whose distribution is restricted to laguna dos Patos, rio Uruguay, rio Negro, rio Paraguay, rio Tramandaí and rio Mampituba drainages.
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Revisão taxonômica de Phimophis COPE, 1860 (SERPENTES, PSEUDOBOINI)

Alvares, Diego Janisch January 2014 (has links)
O gênero Phimophis possui uma ampla distribuição geográfica que abrange boa parte das Américas do Sul e Central. Apesar de recentes mudanças na composição do gênero e nas relações dentro de Pseudoboini, as espécies de Phimophis nunca foram alvo de uma revisão taxonômica ampla. No presente trabalho reconhecemos cinco taxa específicos: Phimophis guerini (DUMÉRIL, BIBRÓN & DUMÉRIL 1854), endêmica do Brasil e com distribuição principalmente em áreas de Cerrado; Phimophis guianensis (TROSCHEL 1848) com distribuição em áreas de Savana do norte da América do Sul e América Central e Phimophis vittatus (BOULENGER 1896) distribuída em áreas do Chaco Seco Argentino, Boliviano e Paraguaio. Com base na análise de caracteres morfológicos, foram identificados dois novos taxa sem nome disponível e são, portanto, propostas duas espécies novas: Phimophis sp “1” distribuída nas regiões campestres do sul do Brasil e Nordeste Argentino e Phimophis sp”2” que ocorre nas regiões de Chaco Úmido da Argentina e Paraguai. Foram identificadas e descritas a variação morfológica de cada um dos taxa bem como informações sobre a localização do material tipo e comentários taxonômicos de P. guerini, P. guianensis e P. vittatus
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Sistemática morfológica e molecular de ácaros fitófagos do gênero Brevipalpus Donnadieu de importância econômica e quarentenária para o Brasil / Morphological and molecular systematics of phytophagous mites of Brevipalpus Donnadieu genus of economic and quarantine importance to Brazil

Miranda, Letícia Calvoso 17 March 2008 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, 2008. / Submitted by Jaqueline Oliveira (jaqueoliveiram@gmail.com) on 2008-12-23T17:55:40Z No. of bitstreams: 1 2008_LeticiaCalvosoMiranda.pdf: 2948386 bytes, checksum: 4ff10fa8d37ac3a011392e71608abf2a (MD5) / Approved for entry into archive by Georgia Fernandes(georgia@bce.unb.br) on 2009-03-03T18:02:28Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2008_LeticiaCalvosoMiranda.pdf: 2948386 bytes, checksum: 4ff10fa8d37ac3a011392e71608abf2a (MD5) / Made available in DSpace on 2009-03-03T18:02:28Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2008_LeticiaCalvosoMiranda.pdf: 2948386 bytes, checksum: 4ff10fa8d37ac3a011392e71608abf2a (MD5) / O gênero de maior importância na família Tenuipalpidae é Brevipalpus Donnadieu. Esse gênero é composto por cerca de 300 espécies distribuídas por todo o mundo. Ácaros Brevipalpus apresentam importância agrícola por danificarem diversas culturas e, principalmente, por algumas espécies agirem como vetoras de importantes vírus fitopatogênicos. No Brasil, as principais espécies de Brevipalpus são B. phoenicis (Geijskes), B. obovatus Donnadieu e B. californicus (Banks). A espécie B. chilensis Baker é de expressão quarentenária para o Brasil e apresenta alto risco de introdução no país, através do trânsito de material vegetal. As espécies de Brevipalpus são morfologicamente muito próximas e, algumas delas, têm sido confundidas e erroneamente identificadas. Esta dificuldade de identificação das espécies de Brevipalpus tem causando dificuldades para o desembaraço de commodities brasileiras e para a interceptação de espécies quarentenárias em pontos de entrada no Brasil. Este trabalho teve como objetivo geral dar subsídio para a rápida e acurada identificação de espécies de Brevipalpus e contribuir para a sistemática do grupo. São apresentados três capítulos, cujos objetivos específicos foram: 1) contribuir para o conhecimento de hospedeiros e distribuição de ácaros Brevipalpus no Brasil, através de coletas, bem como através de compilação de informações; 2) descrever a variabilidade fenotípica de B. chilensis entre populações de diferentes hospedeiros e localidades no Chile, usando métodos de morfometria multivariada, e investigar se a variação observada estava relacionada com o hospedeiro ou localidade de origem; 3) contribuir para o conhecimento da sistemática molecular de Brevipalpus e avaliar o potencial da região Citocromo Oxidase subunidade I (CO-I) do DNA mitocondrial para a definição de primers espécieespecíficos para a identificação de Brevipalpus. Nos levantamentos realizados foram encontrados Brevipalpus em 70 plantas hospedeiras, tendo sido identificadas quatro espécies nas plantas amostradas: B. californicus, B. cassia, B. obovatus e B. phoenicis. São relatados cinco novos hospedeiros para B. phoenicis, dois para B.californicus, um para B. cassia e um para B. obovatus. Até o momento, no Brasil, os ácaros Brevipalpus apresentam cerca de 250 hospedeiros distribuídos em 133 localidades. Os resultados das análises morfométricas indicam que B. chilensis apresenta variabilidade morfométrica intra e interpopulacional. Não se observou a formação de agrupamentos isolados de populações, que justificassem a distinção de categorias subespecíficas. As análises mostraram que a variabilidade morfométrica em B. chilensis apresenta relação com a planta hospedeira. Entretanto, não se observou a ocorrência de um padrão de variabilidade morfométrica relacionada com a localidade de origem das amostras. A caracterização morfométrica de B. chilensis revelou o potencial de caracteres, anteriormente não explorados, como úteis para distinção entre o ácaro quarentenário B. chilensis e B. obovatus. Para os estudos de sistemática molecular, um segmento CO-I de 430pb foi amplificado e seqüenciado. Foram obtidas 49 seqüências da região CO-I. Nas análises foram incluídas 41 seqüências de Brevipalpus recuperadas do GeneBank. As análises filogenéticas evidenciaram a formação de dois grupos principais: 1) B. phoenicis e 2) B. chilensis e B. aff. chilensis, B. obovatus, B. californicus e B. aff. phoenicis. Os resultados apoiam a atual classificação taxonômica das espécies B. obovatus e B. chilensis, indicando a independência desses dois táxons, bem como, apoiando a hipótese de que o fenótipo B. phoenicis seja um complexo de espécies. O polimorfismo da região CO-I entre as espécies de Brevipalpus estudadas indica que esta região não apresenta potencial para a definição de primers espécie-específico, outra região do genoma deverá ser explorada para diagnóstico. A região CO-I é filogeneticamente informativa. Perspectivas para continuidade de estudos de sistemática morfológica e molecular envolvendo ácaros Brevipalpus são apontadas. _________________________________________________________________________________________ ABSTRACT / Brevipalpus Donnadieu is the most importante genus in the Tenuipalpidae family. This genus presents about 300 species distributed around the world. Brevipalpus mites present agricultural importance because they are pests of several crops and especially due to their role as vectors of serious plant viroses. In Brazil, the main Brevipalpus species are B. phoenicis (Geijskes), B. obovatus Donnadieu and B. californicus (Banks). Brevipalpus chilensis Baker is of quarantine expression to Brazil and presents a high risk of introduction into the country through the movement of plant material. Brevipalpus species are morphologically very close which has caused some misidentification. This difficulty in identifying Brevipalpus species has caused problems to the Brazilian exportations and to the interception of quarantine species in the entry points in Brazil. The main goal of this work was to give support to a fast and accurate identification of Brevipalpus species and contribute to the systematic of the group. Three chapters are presented and their specific objectives were: 1) contribute to the knowledge on the host range and distribution of Brevipalpus mites in Brazil through collections as well as data compilation; 2) describe B. chilensis phenotypic variability among populations of different hosts and localities in Chile, using morphometric multivariate analysis and investigate whether or not the observed variation is associated with the host or geographic origin; 3) contribute to the knowledge on the molecular systematic of Brevipalpus and evaluate the potential of the mitochondrial DNA Cytochrome Oxidase subunit I (CO-I) to define speciesspecific primers to the identification of Brevipalpus. Brevipalpus mites were found in 70 host plants, and four species were identified from the sampled plants: B. californicus, B. cassia, B. obovatus and B. phoenicis. Five new hosts are reported to B. phoenicis, two to B. californicus, one to B. cassia and one to B. obovatus. Up to now, in Brazil Brevipalpus mites present about 250 hosts distributed in 133 localities. Results of morphometric analysis indicate that B. chilensis presents intrainterpopulational morphometric variability. It was not possible to detect the presence of isolated clusters among the studied populations, which could justify distintion of subspecific categories. Data analysis showed that the morphometric variation in B. chilensis is related to the host plants, and not to their geographic origin. The morphometric characterization of B. chilensis revealed the potential of characters, previously not explored, as useful to the distinction between the quarantine mite B. chilensis and B. obovatus. In the molecular systematic studies, a CO-I fragment of 430pb was amplified and sequenced. A total of 49 Brevipalpus samples were obtained. In the analysis there were included 41 Brevipalpus sequences retrieved from the GeneBank. Two main clades were observed - 1) B. phoenicis; 2) B. chilensis and B. aff. chilensis, B. obovatus, B. californicus, B. aff. phoenicis. Results support the present taxonomy of B. obovatus and B. chilensis as distinct taxa as well as the hypothesis of a species complex within B. phoenicis phenotypes. CO-I polymorphism among the studied Brevipalpus species seems to perform poorly in defining species-specific primers and other genomic regions should be explored for diagnostics. CO-I region is phylogenetically informative. Future perspectives to follow studies on morphological and molecular systematic on Brevipalpus are addressed.
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Eunotiales (divisão Bacillariophyta) perifíticas de algumas localidades da bacia hidrográfica do rio Descoberto, Distrito Federal – Goiás, Brasil / Periphytic Eunotiales (Bacillariophyta division) from several points of the hidrographic basin of the Descoberto River, Federal District - Goiás, Brazil

Reis, Ellen Surer da Costa 13 April 2007 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Departamento de Botânica, 2007. / Submitted by Luis Felipe Souza (luis_felas@globo.com) on 2008-12-10T16:52:59Z No. of bitstreams: 1 Dissertacao_2007_ EllenReis.pdf: 5871812 bytes, checksum: 8ad1c9ecb1b5f96ab35807459417932c (MD5) / Approved for entry into archive by Georgia Fernandes(georgia@bce.unb.br) on 2009-03-04T12:49:14Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissertacao_2007_ EllenReis.pdf: 5871812 bytes, checksum: 8ad1c9ecb1b5f96ab35807459417932c (MD5) / Made available in DSpace on 2009-03-04T12:49:14Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertacao_2007_ EllenReis.pdf: 5871812 bytes, checksum: 8ad1c9ecb1b5f96ab35807459417932c (MD5) / O levantamento taxonômico das Eunotiales (Bacillariophyta) do rio Descoberto e alguns de seus afluentes é o objetivo deste trabalho, sendo inédito para este importante manancial de água. Em geral, foram concretizados poucos estudos taxonômicos com diatomáceas no Distrito Federal (DF) e em Goiás, Brasil. A bacia do rio Descoberto, na qual se localizam os rios que compõem a área de estudo, é a principal fonte de abastecimento do DF, provendo mais de 60% da oferta de água. Foram selecionadas seis estações de amostragem: 1- córrego Barrocão, próximo à nascente do rio Descoberto; 2- rio Descoberto, a montante da barragem; 3- rio Descoberto, a jusante da represa; 4- rio Descoberto, a montante do rio Melchior; 5- rio Melchior, na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE); e 6- rio Descoberto, a jusante do rio Melchior. Ao todo, 21 amostras perifíticas foram coletadas nos meses de junho e julho de 2003 (estação seca) e janeiro e março de 2004 (estação chuvosa). Foram inventariados 56 táxons dos três gêneros da ordem Eunotiales. Eunotia foi o gênero mais representativo quanto ao número de táxons (48), seguido por Actinella (sete) e Peronia (um). Para o Distrito Federal e Goiás, 44 táxons constituem citações pioneiras. A estação 2, em junho, apresentou a maior riqueza de táxons (37), e a estação 5, em março, teve a menor riqueza (dois). Quanto à freqüência de ocorrência, 25 táxons foram considerados raros; 23, comuns; e oito, constantes. Ressalta-se que E. intermedia ocorreu em 100% das estações de amostragem. O Alto Descoberto (estações 1 e 2) apresentou maior riqueza de espécies comparativamente ao Baixo Descoberto (estações 3, 4, 5 e 6). Finalmente, no período seco, foram registrados 53 táxons, e no período chuvoso, 33. _________________________________________________________________________________ ABSTRACT / A pioneer taxonomic survey of the Eunotiales (Bacillariophyta) from the Descoberto River and some of its tributaries is the aim of this study. In general, few taxonomic studies of diatoms have been done in the Federal District (DF) and Goiás State, Brazil. The Descoberto river basin, where the rivers that form the study area are located, is the main hydric source for the DF, providing more than 60% of the hydric demand. Six points along the river basin were selected: 1- Barrocão stream, near the source of Descoberto river; 2- Descoberto river, before the dam; 3- Descoberto river, after the dam; 4- Descoberto river, before Melchior river; 5- Melchior river, in the station where the drainage is treated; and 6- Descoberto river, after Melchior river. A total of 21 samples were taken during June and July of 2003 (dry season) and January and March of 2004 (rainy season). Fifty-six taxa from the three genera of Eunotiales were identified. Eunotia was the most representative genus in terms of number of taxa (48), followed by Actinella (seven) and Peronia (one). Forty-five taxa are new records for Goiás State and DF. The river point 2, in June, had the grestest number of taxa (37), and river point 5, in March, had the smallest number (two). Regarding frequency, 25 taxa were considered rare, 23 common and eight constant. E. intermedia occured in all the river points. The high Descoberto region (points 1 and 2) had the greatest species richness for both seasons. Finally, during the dry season, 53 taxa were collected, while only 33 were found during the rainy season.
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Sistemática e biogeografia do grupo Rhinella marina (Linnaeus, 1758) (Anura: Bufonidae)

Maciel, Natan Medeiros January 2008 (has links)
Tese (doutorado)-Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, 2008. / Submitted by wesley oliveira leite (leite.wesley@yahoo.com.br) on 2009-09-17T19:44:57Z No. of bitstreams: 1 Tese_NatanMedeirosMaciel.pdf: 2488284 bytes, checksum: 3124462219196ab002705684b497cbc1 (MD5) / Approved for entry into archive by Daniel Ribeiro(daniel@bce.unb.br) on 2010-10-08T01:41:48Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Tese_NatanMedeirosMaciel.pdf: 2488284 bytes, checksum: 3124462219196ab002705684b497cbc1 (MD5) / Made available in DSpace on 2010-10-08T01:41:48Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Tese_NatanMedeirosMaciel.pdf: 2488284 bytes, checksum: 3124462219196ab002705684b497cbc1 (MD5) / O presente trabalho versa sobre a sistemática e biogeografia das espécies do grupo Rhinella marina (Linnaeus, 1758). O projeto de tese foi dividido em três capítulos. O primeiro capítulo apresenta a descrição de duas novas espécies do grupo de estudo com ocorrência na região central do Brasil e aborda discussões acerca de sua taxonomia. O segundo capítulo aborda as relações de parentesco (filogenia) das espécies do grupo R. marina utilizando a evidência total (caracteres de secreção cutânea, moleculares e morfológicos) e métodos cladísticos (parcimônia e análise Bayesiana). Uma análise sobre variação populacional, individual, sazonal e sexual demonstrou não haver alto grau de polimorfismos nos caracteres de secreção cutânea para a filogenia do grupo em estudo. Os caracteres forneceram uma boa quantidade de informação para a resolução das relações de parentesco e o grupo interno foi considerado monofilético. Foram feitas várias discussões acerca da contribuição de cada grupo de caracter (partição) para a filogenia do grupo de sapos de estudo. Parece haver certa incongruência nos sinais filogenéticos fornecidos por cada um dos grupos de caracteres. Análise de datação molecular utilizando-se o relógio molecular relaxado e calibração por fósseis indica que o grupo R. marina é bem recente, sendo que seu ancestral originou-se há cerca de 8,5 milhões de anos, no final do Mioceno irradiando até o Quaternário. Uma combinação de fatores geológicos, climáticos e requerimentos fisiológicos podem explicar a presente distribuição das espécies (cenário biogeográfico) do grupo no tempo e espaço. Análises de áreas ancestrais indicam que o grupo de estudo teria se originado no escudo central brasileiro e, posteriormente irradiado para outras áreas do Neotrópico, principalmente por padrões de dispersão. _________________________________________________________________________________ ABSTRACT / This research aims the study of sistematics and biogeography of the species in Rhinella marina group (Linnacus, 1758). The present dissertation was structured in three chapters. The first chapter presents the description of two new species, throughout central Brazil, and also focuses discussions about the taxonomy of the group. The second chapter investigated relationships (phy logeny) of the species in R. marina group using the total evidence (cutaneous secretions, molecular, and morphological characters), and cladistic methods (maximum parsimony and Bayesian analysis). An analysis of populational, individual, seasonal, and sexual variation proved that the cutaneous secretions characters seem not to have polymorphisms among the species studied. The characters provided a good number of information to resolve the relationships of the ingroup species, considered monophyletic. Discussions related to the contribution to phylogeny of cach dataset (partition) were carried out. There is some incongruence among the characters sampled (cutaneous secretions, molecular, and morphological characters). Analyses of times of divergence using relaxed molecular clock, and fossils calibration indicate that the R. marina group is recente, and that it's most recent ancestral originated about 8.5 million years, in Miocene irradiating until the Quaternary. A combination of factors involving geological, climatic, and physiological requeriments could explain the present time species distribution (biogeographic scenario) in time and space. Ancestral analyses also indicate that the R. marina group originated in Brazilian central shield and, lately irradiated to other neotropic areas, mainly by dispersion.
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Estrutura da comunidade fitoplanctônica do estuário no do rio São Francisco (Alagoas/Sergipe, Brasil)

Fernandes de Araújo Barbosa, William 31 January 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T23:00:45Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo6661_1.pdf: 2171593 bytes, checksum: 7c27863656d5533433ad99371af056e4 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2011 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / O estuário do rio São Francisco, classificado como sendo do tipo cunha salina, está localizado na divisa entre os estados de Alagoas e Sergipe entre as coordenadas 10º25 S e 36º23 W. Este ambiente foi investigado com o objetivo de caracterizar a estrutura da comunidade fitoplanctônica relacionando-a com as variáveis ambientais contribuindo significativamente para o conhecimento da sua composição e ecologia. As coletas do material fitoplanctônico e dos parâmetros físicos e químicos foram realizadas em quatro estações fixas durante os períodos de estiagem (março/2008, outubro/2008 e janeiro/2009) e chuvoso (julho/2008, abril/2009 e julho/2009). As amostras para análises físicas e químicas, clorofila-a e densidade celular foram coletadas com auxílio de garrafa do tipo Van Dorn. Para o estudo do fitoplâncton as amostras foram coletadas utilizando-se rede de plâncton de 20μm de abertura de malha. Os valores da maioria dos parâmetros físicos e químicos da água foram superiores no período de estiagem em relação ao período chuvoso, excetuando o oxigênio dissolvido e a clorofila-a. Não foi observada diferença significativa estatisticamente para todos os parâmetros exceto para a salinidade na profundidade do desaparecimento do disco de Secchi para o fator local (estações de coleta). Foram identificados 176 táxons distribuídos nas divisões Cyanobacteria, Euglenophyta, Dinoflagellata, Heterokontophyta, Bacillariophyta e Chlorophyta sendo as diatomáceas consideradas as mais representativas em número de táxons e abundância. Se destacaram como táxons dominantes as diatomáceas Aulacoseira sp. no período de estiagem e Aulacoseira granulata (Ehrenberg) Simonsen no período chuvoso e como muito frequentes se destacaram com 100% de ocorrência, Aulacoseira ambigua f. spiralis (Skuja) Ludwig, Synedra ulna (Nitzsch) Ehrenberg e Pediastrum simplex Meyen, todas de hábito planctônico. Os valores obtidos para a diversidade específica e equitabilidade nos dois períodos de estudo, salvo algumas exceções, foram considerados como sendo de alta e média diversidade, e de caráter equitativo, indicando uma distribuição homogênea das populações. As espécies dulciaquícolas foram as mais representativas (75%) evidenciando a maior influência do fluxo limnético, seguidas das marinhas (24%) e estuarinas (1%). O período chuvoso foi considerado o mais representativo para a composição taxonômica e riqueza específica e o período de estiagem para os parâmetros físicos e químicos. A partir das variáveis ambientais e do estudo da estrutura e ecologia do fitoplâncton bem como o índice de diversidade específica, pode-se afirmar que o estuário do rio São Francisco vem sofrendo impactos antrópicos leves
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Revisão morfológica e molecular do gênero Muriceopsis aurivillius, 1931 (Cnidaria: Octocorallia) no Oceano Atlântico Ocidental

Oliveira, David Henrique Rodrigues de 31 January 2012 (has links)
Submitted by Danielle Karla Martins Silva (danielle.martins@ufpe.br) on 2015-03-03T14:47:51Z No. of bitstreams: 2 David H. Oliveira, 2012 - Dissertação de mestrado - PPGBA.pdf: 7432913 bytes, checksum: 24d1200509356e7d7d0cf0bc1e5bdf5c (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-03-03T14:47:52Z (GMT). No. of bitstreams: 2 David H. Oliveira, 2012 - Dissertação de mestrado - PPGBA.pdf: 7432913 bytes, checksum: 24d1200509356e7d7d0cf0bc1e5bdf5c (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) Previous issue date: 2012 / CNPq ; PROTAX 2010 / Os octocorais do gênero Muriceopsis Aurivillius, 1931 estão entre os habitantes mais característicos dos recifes caribenhos, brasileiros e da costa da África Ocidental. O gênero conta com um total de seis espécies, sendo cinco destas registradas para o Atlântico Ocidental excluindo apenas M. tuberculata (África). Para o Brasil são registradas as espécies M. sulphurea, M. petila, M. metaclados, M. flavida e M. bayeriana. Existe uma confusão taxonômica envolvendo as espécies M. sulphurea e M. bayeriana, e alguns autores sugerem uma sinonímia entre ambas. O objetivo deste trabalho foi revisar as espécies do gênero Muriceopsis do Atlântico Ocidental utilizando a taxonomia integrativa (morfologia e molecular) para identificação das espécies. Foram analisados morfologicamente 95 exemplares de toda a costa brasileira (RS – AM) sendo 17 destes identificados como M. metaclados, 22 como complexo “Muriceopsis sulphurea/bayeriana”, 10 como M. flavida e sete como M. petila. A análise de similaridade de Jaccard entre os lotes do complexo “Muriceopsis sulphurea/bayeriana” corroboram a semelhança morfológica entre as espécies M. sulphurea e M. bayeriana. As analises moleculares foram realizadas através de sequencias da região ITS2 do DNA nuclear e dos modelos das estruturas secundárias do ITS2 do RNA de colônias brasileiras (PE, AL, BA) e caribenhas (Panamá e Colômbia), incluindo sequências do Genbank do holótipo da espécie M. bayeriana e de M. flavida. As análises filogenéticas foram realizadas utilizando os algoritmos de Máxima Parcimônia (MP), Máxima Verossimilhança (neighbour-jonning - NJ) e Inferência Bayesiana (IB) e demonstraram que os exemplares do Caribe (M. bayeriana) representam um clado diferente dos brasileiros (M. sulphurea), razão pela qual poderíamos considerar ambas como espécies crípticas, ou seja, apesar de estarem geneticamente isoladas, elas não apresentam diferenças morfológicas. Portanto se concluiu que o gênero Muriceopsis esta constituído por seis espécies: M. tuberculata, M. petila, M. flavida, M. metaclados, M. sulphurea e M. bayeriana, e possivelmente estas duas últimas seriam endêmicas do Brasil e do Caribe respectivamente.
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Diversidade de Ascomycota em palmeiras nativas e exóticas em áreas de Mata Atlântica nos Estados da Bahia e de Pernambuco

VITÓRIA, Nadja Santos 31 January 2012 (has links)
Submitted by Danielle Karla Martins Silva (danielle.martins@ufpe.br) on 2015-03-04T13:14:24Z No. of bitstreams: 2 Nadja Santos Vitoria - Tese - versão final.pdf: 15629646 bytes, checksum: 4ac1ac60d48ff25c4558ff7e43150cb7 (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-03-04T13:14:24Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Nadja Santos Vitoria - Tese - versão final.pdf: 15629646 bytes, checksum: 4ac1ac60d48ff25c4558ff7e43150cb7 (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) Previous issue date: 2012 / CAPES / Microfungos em palmeiras vem sendo estudados de forma mais intensiva nos últimos anos, principalmente na Austrália e em vários países asiáticos, constatando-se rica diversidade e o registro de numerosas espécies novas. No Brasil, a micobiota de representantes da família Arecaceae ainda é pouco conhecida devido à carência de estudos e de especialistas em taxonomia de fungos. Objetivando suprir essa lacuna, o presente trabalho teve como objetivos: a) identificar e isolar espécimes de Ascomycota coletados em palmeiras em áreas de Mata Atlântica nos estados da Bahia e de Pernambuco; b) comparar a diversidade entre os locais de coleta e hospedeiros botânicos e entre indivíduos da mesma espécie de hospedeiro; c) descrever e ilustrar os Ascomycota que constituem novos registros ou novas espécies para a ciência e d) elaborar chaves para os gêneros e espécies de Ascomycota sobre palmeiras no Brasil. De 24 coletas efetuadas em seis áreas de Mata Atlântica (três na Bahia e três em Pernambuco) foram identificadas 81 espécies de Ascomycota, distribuídas em 14 ordens, 22 famílias e 46 gêneros. Os fungos estudados compreendem 20 novas espécies para a ciência e 39 novos registros: 09 para as Américas, 22 para o Brasil, quatro para o Nordeste, dois para Pernambuco e dois para a Bahia. Os dados obtidos, neste estudo, ampliaram o conhecimento sobre os Ascomycota associados a indivíduos da família Arecaceae em áreas de Mata Atlântica bioma considerado internacionalmente como uma das áreas prioritárias do planeta em termos de diversidade biológica e grau de ameaça.
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Taxonomia de Glomeromycota: revisão morfológica, chaves dicotômicas e descrição de novos táxons

Tomio Goto, Bruno 31 January 2009 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T15:02:30Z (GMT). No. of bitstreams: 1 license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2009 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / A taxonomia dos fungos micorrízicos arbusculares (FMA) vem sofrendo grandes alterações durante os últimos 20 anos e isso é facilmente evidenciado pelas mudanças na classificação desses fungos que deixaram de ser meros representantes da família Endogonaceae, passando para Ordem Glomales, ainda dentro dos Zygomycetes, e finalmente culminando no filo Glomeromycota onde foram definitivamente segregados dos Zygomycota. Todas essas alterações na classificação estão relacionadas às mudanças na interpretação agregada aos caracteres relacionados exclusivamente aos glomerosporos onde toda a taxonomia morfológica está embasada e também aos dados moleculares. Essas mudanças têm sido incorporadas à taxonomia do grupo, com as descrições de novas famílias, gêneros e espécies que incluíram evidências morfológicas adicionais já dentro do novo filo. Apesar dessas alterações recentes, nenhuma análise morfológica detalhada foi realizada desde a proposta do filo Glomeromycota, o que torna a taxonomia do grupo mais frágil considerando que a maior parte das propostas de novas famílias e gêneros estão baseadas quase que exclusivamente em dados moleculares. Por essa razão, o objetivo deste trabalho foi revisar os caracteres morfológicos com base em evidências disponíveis na literatura assim como nas espécies herborizadas, mantidas em coleções de germosplasma e principalmente em esporos de campo onde a maior parte das espécies tem sido descritas com intuito de fornecer análises detalhadas desses caracteres usados para a identificação, incorporar à taxonomia do grupo novas abordagens morfológicas e elaborar chaves para facilitar a identificação de gêneros e espécies de Glomeromycota. Para isso, todas as descrições de espécies foram analisadas desde a descrição de Glomus macrocarpum e Gl. microcarpum em 1844. Além disso, glomerosporos provenientes de coleções de cultura viva (EMBRAPA, UFPE, UFRRJ) e herborizadas (FL Herbarium, FH, Universidad de Havanna, Universidad de Buenos Aires e material da coleção pessoal do prof. Fritz Oehl) foram avaliadas. A principal fonte de dados foram os glomerosporos provenientes de amostras de campo de diversos ecossistemas brasileiros e alguns da América Latina. Glomerosporos provenientes de amostras de campo foram extraídos do solo por peneiramento úmido seguido de centrifugação em água e sacarose a 40%. Após a extração os glomerosporos foram separados por cor e tamanho e montados entre lamina e lamínula com PVLG e PVLG + Reagente de Melzer (1:1 v/v) para posterior análise em microscópio composto. Culturas armadilhas com solo nativo e Sorghum bicolor (L.) foram mantidas por três meses em média para captura das espécies de FMA. No total foram avaliadas 106 espécies de FMA pertencentes a todos os gêneros exceto Otospora, incluindo cinco novas espécies para a ciência, abrangendo todos os modos de desenvolvimento encontrado no filo Glomeromycota. Os caracteres morfológicos avaliados foram: cor, forma, tamanho dos esporocarpos, perídio e plexo central (cor, tamanho e forma); cor, tamanho, forma e modo de desenvolvimento dos glomerosporos; espessura, tipo e estrutura da parede, reação ao Melzer ou a resina (PVLG) e as estruturas especializadas de germinação (orbs e placas germinativas). Conclui-se que o único caráter morfológico compartilhado entre todos os representantes do filo Glomeromycota é a estrutura da parede, sendo assim os caracteres morfológicos considerados primários (mais úteis para a identificação das espécies de FMA) são: estrutura da parede, tipo de camada e ornamentação enquanto cor, forma, tamanho e reação ao Melzer ou resina são considerados secundários para a identificação de espécies

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